Jim Parsons e Mayim Bialik vão se juntar em nova série de comédia
Jim Parsons e Mayim Bialik vão voltar a repetir a parceria de “The Big Bang Theory” numa nova série de comédia. Desta vez, os intérpretes do casal Sheldon Cooper e Amy Farrah Fowler vão se juntar na rede Fox. Bialik será a estrela, mas Parsons deve ficar apenas atrás das câmeras. Desenvolvida por Darlene Hunt (“The Big C”), a nova série vai se chamar “Carla”, nome da personagem de Bialik. E é inspirada em “Miranda”, série britânica criada e estrelada por Miranda Hart, que teve quatro temporadas na BBC, entre 2009 e 2015. A atração pretende mostrar Carla lutando contra sua mãe e a sociedade para provar que pode ser feliz, mesmo não conseguindo tudo o que deseja – especialmente no amor. Por isso, ela gastou todo o dinheiro que os pais reservaram para o casamento dela para abrir um café em Louisville, no Kentucky. A sinopse não revela se Parsons terá algum papel, mas ele é um dos principais produtores executivos do programa, que seguirá o estilo sitcom tradicional de “The Big Bang Theory”, com gravação em estúdio e claque ao vivo. As gravações estão a cargo da WBTV (Warner Bros. Television), mesmo estúdio de “TBBT”, em parceria com a BBC, e o contrato assinado prevê uma grande multa caso a Fox desista do projeto – um incentivo para aprovar o projeto até se o piloto desagradar. Por conta disso, é quase certo que “Carla” será lançada na temporada 2020-2021 – também conhecida como a próxima “fall season”.
Emicida canta a liberdade em clipe gravado na maior ocupação cultural da América Latina
O rapper Emicida lançou um novo clipe, “Libre”, em que repete a parceria com a dupla franco-cubana Ibeyi (filhas do genial percussionista Anga Díaz, do Buena Vista Social Club), um ano após “Hacia El Amor”. O diretor é diferente, Fred Ouro Preto, mas a cenografia é parecida: paredes grafitadas. O novo clipe foi rodado na Ouvidor 63, a maior ocupação cultural da América Latina, localizada perto do Vale do Anhangabaú, na região central de São Paulo. Emicida, as gêmeas Ibeyi e dançarinos aparecem em vários cômodos, áreas comuns e até no teto do prédio, decorado com grafites e pichações. A música mistura português, espanhol, portunhol e inglês, e brinca com o som das palavras, especial “nós”, pronunciada “nóiz” e que soa como “noise” (barulho), em referência ao lema do rapper “a rua é noiz”, além de encontrar elementos comuns entre Brasil e África, por meio de uma rima entre Mandela e favela. Colorido e bastante alegre, o vídeo emana uma mensagem positiva, que exalta a liberdade como celebração de vida – o que vira protesto em dias de repressão e também pelo contexto do cenário. Ao final, o vídeo encaixa um palavrão e ainda registra um pedido de liberdade para o DJ Rennan da Penha, que cumpre pena desde abril por associação ao tráfico de drogas – o que confere ainda outro sentido para o título de “Libre”. Mesmo preso, Rennan é um dos concorrentes à categoria Canção do Ano do prêmio Multishow. “Libre” é o terceiro clipe extraído de “AmarElo”, próximo disco de Emicida, e foi antecedido por “Eminência Parda” e a faixa-título “AmarElo”. Clique nos títulos para ver os clipes anteriores.
Irmandade: Série de facção criminal estrelada por Seu Jorge ganha trailer ao som dos Racionais
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Irmandade”, série nacional estrelada por Seu Jorge (“Cidade de Deus”) sobre uma facção criminosa nascida em presídios. A prévia cita nominalmente o ano de 1994, o que aproxima a Irmandade fictícia da data de fundação do PCC. Algumas das cenas chegam a evocar reportagens sobre rebeliões nos presídios paulistas convocados pelo PCC. Ao som do rap prisional “Capítulo 4, Versículo 3”, dos Racionais MC’s, o trailer também apresenta o dilema da história, que surge quase como uma inversão de “Salve Geral”, filme de 2009 sobre o mesmo tema. Na série, a advogada Cristina é pressionada a se reaproximar do irmão Edson, líder da Irmandade, para virar informante da polícia. Com as batidas e prisões que se seguem, outro líder da facção, Carniça, passa a desconfiar que há um rato (traidor) na organização, e o cerco começa a se fechar. Ao mesmo tempo, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”) vive Cristina, Seu Jorge é Edson e Pedro Wagner (“Tungstênio”) interpreta Carniça. O elenco também destaca Hermila Guedes (“Céu de Suely”) no papel de Darlene, esposa de Edson, e Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A série foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção dos episódios com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”), e conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe. Com produção da 02, a 1ª temporada terá oito episódios que estreiam em 25 de outubro.
Festival do Rio recorre ao crowdfunding para não acabar
Sob ameaça de acabar por falta de patrocínios, o Festival do Rio decidiu recorrer ao crowdfunding. A organização do evento abriu nesta quinta-feira (19/9) uma campanha no site Benfeitoria para arrecadar quase R$ 1,2 milhão. O detalhe é que esta quantia cobre apenas parte dos R$ 4,5 milhões necessários para a mostra carioca acontecer. As negociações para suprir o resto estão sendo feitas com empresas e o governo do estado. O jornal O Globo revelou que, hoje, o Festival do Rio tem apenas R$ 500 mil garantidos. Na semana passada, os organizadores fizeram um “apelo público” no Facebook, acenando para a possibilidade de o evento ser cancelado diante da dificuldade de levantar recursos. O cancelamento se tornou uma possibilidade após o governo Bolsonaro ordenar o corte de financiamento ao “setor que alguns dizem ser de cultura”. Por determinação do inimigo declarado dos gastos em cultura no país, a Petrobras revelou que não renovaria o patrocínio de 13 eventos neste ano, o que incluía o Festival do Rio, mas também a Mostra de Cinema de São Paulo, o Festival de Brasília e o Anima Mundi, entre outros projetos. Dias depois, o governo encaminhou um novo modelo para aprovação de incentivos culturais no país, que estabeleceu o teto de R$ 1 milhão por projeto. Todos os festivais de cinema importantes do país foram atingidos duplamente pelas duas medidas, já que custam mais que isso por edição. Além disso, os recursos do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) foram congelados por portaria do governo – que a grande imprensa insiste em ignorar – , impossibilitando acesso aos programas de fomento e apoio cultural da Ancine. O primeiro evento de cinema a enfrentar problemas no governo Bolsonaro foi um dos menores e mais baratos do Brasil, o Anima Mundi. Correndo risco de acabar, o festival mudou sua configuração, diminuiu ainda mais e recorreu à vaquinha virtual para realizar sua edição deste ano. Graças a financiamento coletivo, o festival, que dá vaga na disputa do Oscar de Melhor Curta de Animação, conseguiu sobreviver mais um ano. É nesta pequena vitória que o Festival do Rio se inspira para tentar sair do papel. Mas só isso não adianta. O Festival do Rio não é, obviamente, o Anima Mundi, que buscou “apenas” RS$ 400 mil para se viabilizar. É – ou era – o maior festival de cinema do país. Mesmo em crise financeira, no ano passado, conseguiu exibir 200 títulos de 60 países em 20 locais da cidade, durante 11 dias — uma redução em relação aos 250 filmes da edição anterior. Deste total, 84 obras eram brasileiras (ou coproduções) – 64 longas e 20 curtas, entre ficções e documentários. Por conta disso, o evento é considerado a maior e mais relevante mostra do cinema nacional contemporâneo, que ao passar por suas telas ganha um cobertura intensa a mídia, que nenhum outro festival consegue replicar. Talvez o festival tenha que abrir mão de uma parte de sua programação, pois, se por um lado tem uma grande importância para o cinema nacional, apresenta-se como um festival internacional, com centenas de obras estrangeiras numa disputa direta por talento com a Mostra de São Paulo. Mas Ilda Santiago, diretora do Festival do Rio, revelou ao jornal O Globo que o desabafo público da semana passada rendeu o aparecimento de empresas interessadas em patrocinar o evento. Como os apoios ainda não foram fechados, ela não cita os nomes. “O prazo é apertado, temos que montar um festival em menos de dois meses. Se acontecer, certamente será uma edição menor, não vamos fingir que nada aconteceu. Mas seguimos trabalhando na programação e dialogando com os produtores dos filmes”, disse Ilda a O Globo. Segundo a coluna de Ancelmo Gois, o governador do Rio, Wilson Witzel, comprometeu-se a ajudar o festival. Veja abaixo o vídeo da campanha de financiamento coletivo.
A Vida Invisível: Candidato brasileiro ao Oscar destaca participação de Fernanda Montenegro em novo trailer
Um novo trailer de “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”), foi divulgado com algumas novidades. Para começar, a prévia foi disponibilizada pela Sony – e não por uma distribuidora indie, como a Vitrine – e ressalta que o filme é o candidato brasileiro a uma vaga no Oscar 2020. O vídeo também destaca o papel de Fernanda Montenegro, primeira e última atriz a aparecer na tela. Ela encerra a apresentação fazendo um convite ao público para ver a obra nos cinemas. Além de representar o Brasil na busca de uma indicação ao Oscar, o longa foi considerado o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, e premiado no Festival de Munique com o CineCoPro Award — destinado à melhor coprodução do cinema alemão com outros países. Também esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, na Austrália, do Midnight Sun, na Finlândia, de Karlovy Vary, na República Tcheca, no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Jerusalém, em Israel. Para completar, ainda foi elogiado em publicações de prestígio como as revistas americanas The Hollywood Reporter (que o relacionou como um dos 10 melhores filmes de Cannes) e Variety (para quem é “um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Internacional”), e atualmente registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, “A Vida Invisível” é definido como um “melodrama tropical”, que acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice quer ser pianista na Áustria e Guida quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado e desses desejos frustrados surge um desencontro que as separa. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. O elenco de “A Vida Invisível” reúne Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”) e Flavio Bauraqui (“Impuros”). Fernanda Montenegro (“Infância”) tem pequena participação como a versão madura de Euridice. O filme já pode ser visto de forma limitada nos cinemas de Fortaleza (CE) a partir desta quinta (19/9), para cumprir regra de qualificação ao Oscar, mas o lançamento nacional amplo está marcado apenas para o dia 31 de outubro. A produção também ganhou um novo pôster, que pode ser conferido abaixo.
Brasil tem nove indicados ao prêmio Emmy Internacional
A premiação do Emmy Internacional, que reconhece os melhores da televisão mundial (fora dos EUA), divulgou nesta quinta (19/9) os concorrentes para sua edição deste ano, com indicações de 21 países. E nove representantes brasileiros estão na disputa por estatuetas. Os destaques individuais da lista são para Marjorie Estiano, que concorre na categoria Melhor Atriz por sua atuação na 2ª temporada de “Sob Pressão”, da Globo, e Raphael Logam, que disputa como Melhor Ator pela série “Impuros”, da Fox. Entre as obras de ficção, “1 Contra Todos”, da Fox, foi indicado como Melhor Série Dramática, “Se Eu Fechar Os Olhos Agora”, da Globo, com Débora Falabella, Mariana Ximenes e Murilo Benício, concorre como melhor Minissérie, o “Especial de Natal Porta dos Fundos”, produzido para a Netflix, na categoria de Comédia, e a série “Magnífica 70” como melhor produção de língua não-inglesa exibida na TV americana – na HBO. A premiação ainda inclui produções brasileiras nas categorias de Documentário (“A Primeira Pedra”, do Futura), Programa de Arte (“Ópera Aberta – Os Pescadores de Pérolas”, da HBO) e Série Curta (“Hack the City”, da National Geographic). Além destas, a produção britânica “McMafia”, que inclui o brasileiro Caio Blat em seu elenco, disputa o troféu de Melhor Série Dramática. “A diversidade, a distribuição geográfica e a qualidade dos indicados deste ano são um testemunho da crescente riqueza de televisão de destaque criada em escala global”, disse Bruce L. Paisner, presidente e CEO da Academia Internacional da Televisão, em comunicado. A premiação acontece em novembro, em Nova York. Confira abaixo a lista completa dos indicados.
Tom Welling vai repetir papel de Clark Kent em crossover do Arrowverse
O ator Tom Welling vai voltar a viver Clark Kent/Superman numa atração da DC Comics. Ele foi confirmado no novo crossover do Arrowverse, “Crise nas Infinitas Terras”. O evento histórico vai juntar personagens de várias atrações clássicas da DC, desde a série “Batman” de 1966 até a animação “Batman do Futuro”, vividos por seus intérpretes originais. No caso de Superman, a versão de Welling é a terceira confirmada. Além dele, também participarão da trama Tyler Hoechlin, o Superman oficial do Arrowverse, e Brandon Routh, que estrelou o filme “Superman: O Retorno”, de 2006. A mistura de versões diferentes faz parte do conceito de multiverso, que foi introduzido na 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortas, como Canário Negro, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu de explicação para a ausência de repercussão dos eventos apocalípticos de “Supergirl” nas outras séries – a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. O produtor-roteirista Marc Guggenheim, que está encarregado do crossover, confessou que conseguir convencer Welling a retomar seu papel foi a tarefa mais difícil e mais importante que desempenhou na definição do elenco da atração. “Por oito anos, ‘Arrow’ se manteve sobre os ombros de ‘Smallville’. Simplificando, não haveria ‘Arrow’, nem Arrowverso, sem ‘Smallville’”, disse Guggenheim, em comunicado. “Então, quando começamos a falar sobre ‘Crise nas Infinitas Terras’, nossas primeira, segunda e terceira prioridades eram convencer Tom a reprisar seu papel icônico como Clark Kent. Dizer que estamos emocionados seria um eufemismo do tamanho do Superman.” Esta será a primeira vez que Welling vai reprisar o papel do super-herói desde o fim de “Smallville”. O ator é amigo pessoal de Stephen Amell, intérprete do Arqueiro Verde, que disse publicamente que queria tê-lo a seu lado no crossover. Diante da possibilidade de um pequeno revival saudosista, até a atriz Kristin Kreuk, que interpretou Lana Lang em “Smallville”, afirmou que toparia repetir o papel caso fosse convidada. Sua participação, porém, não foi confirmada. Também não há informação sobre a possibilidade de Erica Durance, que recorre em “Supergirl”, aparecer como Lois Lane. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner.
HBO Max vai lançar revival da série animada The Boondocks
A HBO Max vai resgatar a série animada “The Boondocks”. A vindoura plataforma de streaming da Warner encomendou, de cara, duas temporadas da atração, que voltará a ser escrita e produzida por Aaron McGruder, criador dos quadrinhos e da animação originais. Com quatro temporadas exibidas espaçadamente entre 2005 e 2014, a série marcou época no bloco adulto do Cartoon Network, batizado de Adult Swim, ao abordar temas complexos como o racismo e a luta de classes. A trama gira em torno de dois meninos, os irmãos Huey, de dez anos, e Riley, de oito anos de idade, além de seu avô Robert Freeman. “’The Boondocks’ foi uma série revolucionária que provocou conversas sobre assuntos importantes e trouxe assuntos obscuros à tona com episódios como ‘O julgamento de Robert Kelly’, ‘The Fundraiser’ e ‘The Story of Gangstalicious’”, disse o chefe da HBO Max, Kevin Reilly, em comunicado. “Aaron é um visionário talentoso, cujo estilo único de contar histórias é uma voz bem-vinda e estamos entusiasmados. Os Freemans farão seu retorno triunfante na HBO Max”. O criador da série também se manifestou. “É uma oportunidade única revisitar o mundo de ‘The Boondocks’ nos dias de hoje”, disse McGruder. “É louco o quanto os tempos em que vivemos são diferentes – politicamente e culturalmente – mais de uma década depois da estreia da série original e duas décadas depois da história em quadrinhos original. Há muito a dizer e vai ser divertido.” Além de novos temas – e polêmicas – , os personagens também vão ganhar um novo visual. Aaron McGruder aproveitou o anúncio para compartilhar no Instagram um vislumbre do novo design da série. Não há informações sobre se os dubladores originais voltarão à série. Entre eles, inclui-se a atriz Regina King, protagonista da nova série “Watchmen”. Serão ao todo 24 episódios inéditos. E a HBO Max ainda vai disponibilizar as temporadas anteriores, com mais 55 capítulos, para seus assinantes, quando o serviço for lançado na primavera de 2020. A data formal da inauguração e outras informações importantes sobre a plataforma ainda não foram divulgadas. Ver essa foto no Instagram We have some exciting news to be announced tomorrow. Stay tuned! In the meantime drop some ??? in the comments! . . . . . #boondocks #boondocksmemes #boondocksreboot #theboondocks #blackcartoons #blackcomics #cartoons #anime #aaronmcgruder #huey #riley #hueyfreeman #rileyfreeman #breakingnews #theshaderoom #worldstar #hiphopdx #funny #haha #complex #blacktwitter #boondocksisback #boondocksbootleg Uma publicação compartilhada por The Boondocks (@boondocksbootleg) em 17 de Set, 2019 às 8:38 PDT Ver essa foto no Instagram Answers to your questions. . . . . . #boondocks #theboondocks #boondocksisback #boondocksbootleg #boondocksreboot #boondocksmemes #hueyfreeman #rileyfreeman #grandad #hbo #hbomax #warnermedia Uma publicação compartilhada por The Boondocks (@boondocksbootleg) em 18 de Set, 2019 às 8:36 PDT
Rambo: Até o Fim é a maior estreia de cinema da semana
Os cinemas recebem 12 estreias nesta quinta (18/9). A obra com maior distribuição é “Rambo: Até o Fim”, que traz Sylvester Stallone de volta ao personagem dos anos 1980, mas como uma antítese do primeiro filme. Manifestação física (e ultraviolenta) da visão de Donald Trump sobre a fronteira mexicana, o lançamento pode decepcionar quem esperar algo diferente de mais carnificina que o terror da semana. O terror da semana é “Midsommar”, segundo longa de Ari Hester, diretor de “Hereditário”. Mais chocante que sangrento, começa lento, com um grupo de turistas americanos que viaja para uma pequena comunidade sueca durante festividades locais de verão. A princípio encantados com o clima idílico, os visitantes não demoram a mudar de ideia sobre o passeio, mas, como é praxe em histórias de terror, a esta altura já é tarde demais. No circuito limitado, o destaque é “A Música da Minha Vida”, um dos filmes mais fofos do ano, sobre um adolescente de família tradicional paquistanesa que descobre, na Inglaterra de 1987, o rock de Bruce Springsteen e finalmente se sente compreendido, encontrando sentido e direção para sua vida. Belíssima homenagem à música de Springsteen da diretora Gurinder Chadha, que já tem uma comédia cultuada em sua filmografia, “Driblando o Destino” (Bend It Like Beckham, 2002). A programação também inclui um novo desenho de Asterix, com história inédita nos quadrinhos e animação computadorizada, e mais duas curiosidades. O suspense brasileiro “Os Jovens Baumann”, por exemplo, chama atenção por usar a técnica das gravações encontradas, típica dos terrores inspirados pela “Bruxa de Blair”, para recriar imagens dos anos 1990 e dar ar de documentário a uma trama de mistério. Igualmente inusitado, o francês “Branca como a Neve”, de Anne Fontaine (“Coco Antes de Chanel”), transforma a fábula dos irmãos Grimm num drama contemporâneo, quente e feminista, com Isabelle Huppert (“Elle”) no papel da madrasta. Confira abaixo a lista completa das estreias da semana com suas sinopses e trailers. Rambo: Até o Fim | EUA | Ação O tempo passou para Rambo (Sylvester Stallone), agora ele vive recluso e trabalha em um rancho que fica na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Sua vida antiga marcada por lutas violentas, mas quase sempre vitoriosas, ficou no passado. No entanto, quando uma jovem amiga da família é sequestrada, Rambo não consegue controlar seu ímpeto por justiça e resolve enfrentar um dos mais perigosos cartéis do México. Midsommar – O Mal Não Espera a Noite | EUA | Terror Após vivenciar uma tragédia pessoal, Dani (Florence Pugh) vai com o namorado Christian (Jack Reynor) e um grupo de amigos até a Suécia para participar de um festival local de verão. Mas, em vez das férias tranquilas com a qual todos sonhavam, o grupo vai se deparar com rituais bizarros de uma adoração pagã. A Música da Minha Vida | Reino Unido | Musical Astérix e Obelix embarcam em uma jornada inédita. Dessa vez eles precisam ajudar o velho druida Panoramix a encontrar um novo guardião para a poção mágica de Gália. Durante a viagem pela região, eles devem impedir que a receita mágica caia nas mãos erradas, dando início a uma inesperada aventura. Asterix e o Segredo da Poção Mágica | França | Animação Astérix e Obelix embarcam em uma jornada inédita. Dessa vez eles precisam ajudar o velho druida Panoramix a encontrar um novo guardião para a poção mágica de Gália. Durante a viagem pela região, eles devem impedir que a receita mágica caia nas mãos erradas, dando início a uma inesperada aventura. Os Jovens Baumann | Brasil | Suspense Em 1992, em um encontro de família nas férias de verão, toda a geração mais jovem de herdeiros da família Baumann desaparece misteriosamente. Através de fotos da viagem e registros em vídeo recém descobertos, reconstrói-se os últimos dias desses jovens, em uma tentativa de entender o mistério a tantos anos sem solução. Depois do Casamento | EUA | Drama A gerente de um orfanato em Calcutá, na Índia, luta para manter o estabelecimento funcionando. Desesperada por dinheiro, ela acredita ter encontrado a benfeitora perfeita (Julianne Moore), dona de empresa multimilionária. Porém, para receber o dinheiro, ela precisa viajar até Nova York e conhecer a mulher por trás da riqueza, em meio a uma pomposa celebração matrimonial. Chegando ao local, a gerente não consegue disfarçar os segredos que a unem ao marido da empresária. Branca como a Neve | França | Comédia Claire (Lou de Laâge) é uma bela jovem mulher que trabalha no hotel do seu falecido pai, agora administrado por sua madrasta Maud (Isabelle Huppert). Quando seu namorado mais novo se apaixona por Claire, Maud é tomada por ciúmes e decide se livrar da enteada. Assim, a garota vai parar em uma fazenda, onde ela conhece sete “príncipes” que a ajudam a se libertar de sua criação restrita. Dafne | Itália | Comédia Dafne (Carolina Raspanti) é uma determinada e talentosa jovem com Síndrome de Down que, logo após a morte de sua mãe, precisa aprender a se conciliar com o seu pai, com quem nunca teve uma convivência exemplar. Percebendo que só possuem um ao outro, eles precisam aprender a compreender suas próprias diferenças. Meu Mundial – Para Vencer Não Basta Jogar | Uruguai | Drama Tito (Facundo Campelo) é um garoto talentoso, que sonha em se tornar um grande jogador de futebol. Aos 13 anos, ele chama a atenção de um importante olheiro e consegue fechar um contrato milionário com um time. Do dia para a noite, Tito tira a sua família da pobreza e começa a assumir as responsabilidades do mundo adulto, mas é só quando as coisas começam a dar errado que o garoto voltará a encontrar no esporte algo além de um compromisso profissional. Torre das Donzelas | Brasil | Documentário Há desejos que nem a prisão e nem a tortura inibem: liberdade e justiça. Há razões que nos mantêm íntegros mesmo em situações extremas de dor e humilhação: a amizade e a solidariedade. O filme traz relatos inéditos da ex-presidente Dilma Rousseff e de suas ex-companheiras de cela do Presídio Tiradentes em São Paulo. “Torre das Donzelas” é um exercício coletivo de memória feito por mulheres que acreditam que resistir ainda é um único modo de se manter livre. Longe da Árvore | EUA | Documentário Por mais que pareçam ser unidos e organizados, os integrantes da família Allnutt são completamente diferentes entre si. Enquanto os pais acreditam ser falhos em realizar um regime disciplinar prático e correto, os filhos sentem-se incompreendidos o tempo todo e lutam para que consigam ser ouvidos da maneira que julgam certa. Uruguai na Vanguarda | Brasil | Documentário Documentário que retrata os movimentos sociais feitos pela população uruguaia sob governo do presidente José Mujica. A partir dessas manifestações, houve a conquista da legalização do casamento de pessoas de mesmo sexo, da cannabis, do aborto e da cota racial. Professores, ativistas, artistas, estudantes e políticos fizeram parte da formação desse grupo que lutou em prol de justiça na sociedade sul-americana do Uruguai.
Criando Dion: Série de super-herói de Michael B. Jordan ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Criando Dion” (Raising Dion), série de super-herói produzida por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”). A atração é baseada nos quadrinhos e no curta-metragem de mesmo nome de Dennis Liu, que conta a história de Nicole Reese (vivida por Jazmyn Simon, de “Ballers”), uma viúva tentando criar seu filho Dion (Ja’Siah Young, de “A Noite é Delas”), após a morte de seu marido. O problema é que o menino começa a manifestar superpoderes, atraindo a atenção de pessoas interessados em explorar suas habilidades. Além de produzir, Michael B. Jordan também faz participação especial como Mark, o pai de Dion. A série também destaca Jason Ritter (“Kevin (Probably) Saves the World”) como Pat, o melhor amigo e colega de trabalho de Mark. Ele é um cientista inteligente, bem sucedido e amante de histórias em quadrinhos, que, após a morte do amigo, tenta se aproximar de Nicole e seu filho, além de compartilhar um vínculo especial com Dion. A roteirista Carol Barbee (“UnReal”) desenvolveu a adaptação e servirá de showrunner para a série, que tem estreia prevista para o dia 4 de outubro.
Arrow: Willa Holland voltará para a temporada final da série
“Arrow” não poderia acabar sem abordar o destino de Thea Queen, a irmã do protagonista, que saiu da série na 6ª temporada. Felizmente, os produtores confirmaram a volta da atriz Willa Holland, intérprete da personagem, em participação recorrente nos episódios finais da série. Atendendo ao apelo da produção, a atriz reconsiderou sua decisão de abandonar definitivamente a atração. Desde a 4ª temporada, ela vinha pedindo para aparecer menos, até optar por não renovar seu contrato para além da 6ª temporada. Willa Holland não trabalhou em nenhum outro projeto de série ou filme desde que saiu de “Arrow”. Mas dublou sua personagem Aqua no terceiro volume do game “Kingdom Hearts”. Thea Queen foi uma criação de Marc Guggenheim com os produtores Greg Berlanti e Andrew Kreisberg. A personagem não existe nos quadrinhos, mas se tornou um dos elementos que deram mais certo na série da rede The CW. Irmã de Oliver (Stephen Amell), o Arqueiro Verde, ela se materializou com o apelido de Speedy (o nome original em inglês do herói Ricardito) e herdou o uniforme vermelho de Arsenal. O retorno de Thea deverá abordar o que aconteceu como ela no período em que passou longe de Star City. Ela se afastou para corrigir os erros de seu pai, Malcolm Merlyn (John Barrowman), e destruir outros Poços de Lázaro (fonte da imortalidade) que ele descobriu na Europa. Seu companheiro de missão, o ex-namorado Arsenal, chegou a voltar na temporada passada, dizendo que ela tinha sido bem-sucedida. Holland não será o único rosto familiar a reaparecer na temporada final. Byron Mann, John Barrowman, Susanna Thompson, Colin Donnell, Rila Fukushima e Josh Segarra também voltarão antes que a cortina se feche na série que originou o Arrowverso. A 8ª e última temporada de “Arrow” vai estrear em 15 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Quadrinhos escritos por J.J. Abrams introduzem tragédia e novo Homem-Aranha na Marvel
A estreia do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) como roteirista de quadrinhos chegou nas bancas americanas. E trouxe surpresas para os fãs do Homem-Aranha. Nem todas boas. Spoilers! Trata-se da história de origem de um novo Homem-Aranha. Muitos spoilers abaixo! O diretor assina a trama com seu filho Henry e a arte está a cargo de Sara Pichelli. Os três conceberam um vilão chamado Cadaverous, que em poucas páginas transforma a vida de Peter Parker num pesadelo, ao mutilá-lo – ele perde a mão, como Luke Skywalker – e simplesmente matar Mary Jane. A história avança 12 anos e passa a acompanhar Ben Parker, o filho do casal, já adolescente e enfrentando problemas muito parecidos ao que seu pai vivia nessa idade. O final da primeira edição completa o arco com uma cena da Tia May dando a Ben o uniforme do Homem-Aranha, abandonado após a aposentadoria – por invalidez – de Peter. É, no mínimo, sombrio. Intitulada apenas de “Spider-Man” (Homem-Aranha), a publicação completa terá apenas cinco edições, que depois devem ser reunidas numa graphic novel. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Massagista que processava Kevin Spacey por assédio morre misteriosamente
Os processos por assédio movidos contra o ator Kevin Spacey (“Em Ritmo de Fuga”) tiveram outra reviravolta. O massagista que acusava o ator numa das ações morreu. Até o momento, a causa da morte é um mistério. A informação foi divulgada pelo advogado de Spacey, que informou que a pessoa que o processou “morreu recentemente”. Nenhum detalhe adicional foi fornecido. A Justiça americana solicitou mais informações para o advogado do massagista, que permanece anônimo no processo, mas ainda não obteve retorno. Com a morte do massagista, a ação deve ser arquivada, livrando Spacey de seu segundo processo. Um jovem que acusou o ator de tê-lo assediado em 2016, quando era menor, abandonou outro processo sem maiores explicações. O advogado desse caso disse apenas que seu cliente apresentou documentos para retirar voluntariamente a ação em que acusava Spacey de “comportamento sexual explícito e conduta impudica e lasciva”. A ação civil foi descartada de forma tal que não poderá ser retomada mais tarde. As duas reviravoltas parecem vir de um roteiro da série “House of Cards”, em que Spacey interpretava o presidente corrupto e implacável dos Estados Unidos, capaz de dar um destino trágico a todos que cruzassem seu caminho. Ele também foi acusado de assédio por integrantes dessa produção e acabou demitido pela Netflix. O ator de 59 anos viu sua carreira desmoronar após o colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por Spacey em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra ele se multiplicaram. Como consequência, o ator foi demitido de vários projetos e teve sua presença no drama “Todo o Dinheiro do Mundo” extirpada após o fim das filmagens. O diretor Ridley Scott chamou às pressas o ator Christopher Plummer para refazer as cenas de Spacey e o substituto foi até indicado ao Oscar. Com a sucessão de denúncias, Kevin Spacey também foi investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais, que coletaram um total de seis denúncias em Los Angeles. Prescrição e falta de provas impediram os casos de ir a julgamento.












