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  • Série

    Astro de Supernatural vai estrelar remake de Chuck Norris: Homem da Lei

    24 de setembro de 2019 /

    O ator Jared Padalecki já definiu seu próximo projeto após o fim de “Supernatural”. O intérprete de Sam Winchester vai deixar de caçar monstros para ir atrás de criminosos, como protagonista do remake/reboot de “Walker, Texas Ranger”, série dos anos 1990 estrelada por Chuck Norris – que foi exibida no Brasil com o nome do astro original em seu título, “Chuck Norris: Homem da Lei”. Em nove temporadas (entre 1993 e 2001), a série acompanhou o veterano Cordell Walker (Norris), um Texas Ranger que acreditava nos próprios instintos e lidava com os malfeitores à moda antiga. A nova versão trará Padalecki como o mesmo Cordell Walker, que, entretanto, não será mais tão veterano – Chuck Norris tinha 53 anos no começo da série, Padalecki está com 37. Na sinopse divulgada, Walker volta para sua cidade natal após servir na força policial de elite do Texas. Pai viúvo de dois filhos, ele chega em sua casa em Austin depois de dois anos trabalhando infiltrado em um caso de alto escalão, e acaba descobrindo que tem muito mais o que fazer em sua comunidade. O remake/reboot tem roteiro de Anna Fricke (criadora do remake de “Being Human”), com produção executiva do próprio Padalecki e Dan Lin (“Lethal Weapon”), e está sendo desenvolvido pelo estúdio CBS. As redes The CW, que exibe “Supernatural”, e a própria CBS são consideradas prioridades na apresentação do projeto, que será oferecido também para plataformas de streaming. Portanto, nada está fechado sobre o começo da produção. Padalecki, que é texano de verdade, ainda será visto na última temporada de “Supernatural”, que começa a ser exibida em 10 de outubro nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

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  • Filme,  Série

    Fotos e trailer legendado confirmam que El Camino começa um minuto após final de Breaking Bad

    24 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais e o trailer do filme derivado de “Breaking Bad”, uma das melhores séries de todos os tempos. Intitulado “El Camino: A Breaking Bad Film”, o filme vai contar o que aconteceu com Jesse Pinkman, personagem de Aaron Paul, após a última cena da produção televisiva. A prévia mostra Pinkman logo após a situação em que foi visto pela última vez na série original, fugindo num El Camino (carro da Chevrolet que batiza o filme), ao ser salvo das mãos de traficantes caipiras por Walter White (Bryan Cranston), por sua vez ferido mortalmente, enquanto sirenes da polícia se aproximavam do massacre. O vídeo confirma que o filme começa a partir deste desfecho, além de revelar o reencontro do protagonista com os parceiros de sua gangue, Badger e Skinny Pete, e sua busca por dinheiro em antigos esconderijos, enquanto a polícia realiza uma busca intensiva por seu paradeiro. Aaron Paul, que venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante por viver Jesse Pinkman, retorna ao papel, assim como Matt Jones e Charles Baker como seus capangas, na nova produção que tem roteiro do criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan, em parceria com outros colaboradores da série. Gilligan também assina a direção do filme, como fez com o capítulo final da atração televisiva. A Netflix adquiriu os direitos de exibição do longa e lançará “El Camino: A Breaking Bad Film” em todo o mundo no dia 11 de outubro.

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  • Filme

    Artistas se manifestam em campanha que dá voz às crianças alvejadas pelas balas “perdidas” do Rio

    24 de setembro de 2019 /

    Um grupo de atores se engajou numa campanha do movimento 342 Artes, que pretende lançar uma série de videos com estrelas da TV e do cinema brasileiros lendo cartas escritas por crianças e moradores do Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro. A ideia surgiu depois que 1,5 mil cartas dessas crianças foram entregues à Justiça estadual do Rio. E o resultado foi apenas uma declaração do presidente do TJ-RJ, Claudio de Mello Tavares, que pôs em dúvida a veracidade e credibilidade das cartas. Tavares é o mesmo desembargador que deferiu uma liminar (logo cassada pelo STF) proibindo a venda de uma história em quadrinhos com beijo gay na Bienal do Livro do Rio. Diante do pouco caso da Justiça carioca, a campanha vai apresentar as histórias das crianças que estão sendo vitimadas pelo clima de guerra civil no Rio de Janeiro, cidade em que a atuação da polícia registra o maior número de mortes em todo o país. O primeiro vídeo foi disponibilizado no canal do YouTube do 342 Artes na segunda-feira (23/9), dois dias depois do assassinato da menina Ágatha Felix, de oito anos de idade, no Complexo do Alemão, por bala “perdida” numa operação policial. Veja abaixo. São, no total 15 vídeos, com artistas como Deborah Bloch, Claudia Abreu, Mariana Ximenes, Otavio Muller, Herson Capri e Fabio Assunção, entre outros, e com pessoas com ligação com a Maré, como Monica Benício, viúva de Marielle Franco. O objetivo é chamar atenção para a violência oficializada pelo Estado e conclamar o Judiciário a reexaminar o arquivamento de um processo que denuncia as forças policiais no Rio.

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  • Filme

    It: Capítulo Dois mantém liderança nas bilheterias brasileiras

    24 de setembro de 2019 /

    O terror “It: Capítulo Dois” segue na liderança das bilheterias nacionais pela terceira semana seguida. O filme levou mais 290 mil pessoas aos cinemas brasileiros e faturou R$ 4,8 milhões entre quinta e domingo (22/9) passados, segundo levantamento da consultoria Comscore. Maior lançamento do fim de semana, “Rambo: Até o Fim” estreou na vice-liderança. O longa protagonizado por Sylvester Stallone foi visto por 253 mil espectadores, arrecadando R$ 4,3 milhões. Em 3º, “Vai que Cola 2 – O Começo” somou 147 mil pessoas e R$ 2,4 milhões. Em duas semanas em cartaz, a comédia brasileira já arrecadou R$ 7,7 milhões e levou 506 mil pessoas aos cinemas. Além da produção derivada da TV, o Top 10 brasileiro inclui mais três produções nacionais. O religioso “Divaldo – O Mensageiro da Paz” aparece em 4º lugar com mais R$ 1,3 milhão, totalizando uma arrecadação de R$ 3,8 milhões desde seu lançamento, na mesma semana de “Vai que Cola 2″. “Bacurau” aparece em 6º lugar após quatro semanas. Desde que estreou, o longa de Kleber Mendonça Filho acumula R$ 7,6 milhões em bilheteria e público de 475 mil pessoas. Já “Nada a Perder 2” desabou do 3º lugar para a 8ª posição. Em cartaz há seis semanas, a continuação da cinebiografia de Edir Macedo acumula R$ 56,7 milhões em bilheteria para um total de 5,7 milhões de ingressos vendidos. Veja abaixo a lista com os dez filmes de maior bilheteria no fim de semana, em levantamento da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Finde 19 a 22/09:1. It Capitulo Dois 2. Rambo: Até o Fim3. Vai Que Cola 2 – O começo4. Divaldo – O Mensageiro da Paz5. Yesterday6. Bacurau7. O Rei Leão8. Nada a Perder 29. O Mal Não Espera a Noite – Midsommar10. Depois do Casamento — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) September 23, 2019

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  • Etc,  TV

    Emmy 2019 registra pior audiência da história da premiação

    23 de setembro de 2019 /

    A transmissão do Emmy 2019 na noite de domingo (22/9) nos Estados Unidos, pela rede americana Fox, registrou a pior audiência da história da premiação. Ao todo, 6,9 milhões de telespectadores sintonizaram a atração ao vivo. Segundo a consultoria Nielsen, os números representam uma queda de 33% de audiência em relação ao ano passado, quando o Emmy foi exibido pela rede NBC e atraiu 10,2 milhões – que era o recorde negativo até então. Essa também foi a primeira vez na História que o Emmy registrou público inferior a 10 milhões de pessoas. A cerimônia, que não contou com apresentador oficial, recebeu muitas críticas negativas da imprensa americana. O site da revista The Hollywood Reporter chegou a apontar que a produção consistiu de “uma escolha equivocada atrás da outra” em relação a piadas, shows e opções de entretenimento. Ao final, o Emmy contemplou “Game of Thrones” com o prêmio de Melhor Série de Drama, “Chernobyl” como Melhor Minissérie e surpreendeu ao consagrar “Fleabag” não apenas como Melhor Série de Comédia, mas como a atração mais premiada da noite.

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  • Filme

    Fernanda Montenegro é atacada por diretor da Funarte e viraliza nas redes sociais

    23 de setembro de 2019 /

    As hashtags #SomosTodosFernanda, #SomosTodosFernandaMontenegro e #FernandaMeRepresenta viralizaram no Twitter nas últimas 24 horas, após Roberto Alvim, diretor do Centro de Artes Cênicas da Funarte, atacar publicamente a atriz. Em uma publicação em seu Facebook, Alvin chama a atriz de 89 anos, patrimônio da cultura brasileira, de “sórdida”. O texto foi uma reação à capa da edição de outubro da revista literária Quatro Cinco Um, em que Fernanda é retratada como uma bruxa sendo queimada em uma fogueira de livros. “Um amigo meu, bem-intencionado, me perguntou hoje se não era hora de mudar de estratégia e chamar a classe artística pra dialogar. Não. Absolutamente não. Trata-se de uma guerra irrevogável. A foto da sórdida Fernanda Montenegro como bruxa sendo queimada em fogueira de livros, publicada hoje na capa de uma revista esquerdista, mostra muito bem a canalhice abissal destas pessoas, assim como demonstra a separação entre eles e o povo brasileiro”, escreveu Alvim. “Temos, sim, que promover uma renovação completa da classe teatral brasileira. É o único jeito de criarmos um renascimento da Arte no Teatro nacional. Porque a classe teatral que aí está é radicalmente podre e com gente hipócrita e canalha como eles, que mentem diariamente, deturpando os valores mais nobres de nossa civilização, propagando suas nefastas agendas progressistas, denegrindo nossa sagrada herança judaico-cristã, bom – com essa corja. Não há dialogo possível”, concluiu. Após as declarações extremamente agressivas, a Associação dos Produtores de Teatro (APTR) emitiu um comunicado repudiando o diretor da Funarte e classificando a fala sobre Fernanda Montenegro como “infantil, mentirosa e canalha”. “É absolutamente inadmissível que uma atriz com a sua trajetória seja atacada em seu livre exercício de expressão”, diz o texto da APTR. Milhares de perfis das redes sociais se engajaram na discussão, fazendo o nome da atriz disparar entre os tópicos mais usados do Twitter no Brasil. Políticos como Ciro Gomes, jornalistas como José Simão e artistas como Marina Lima e Guta Stresser se juntaram aos anônimos em protesto contra o ataque gratuito do funcionário público. Não satisfeito com a repercussão que causou, Alviu voltou a ofender Fernanda na tarde de segunda-feira (23/9), num post em que não só reafirmou suas declarações como assumiu desprezar a atriz, a quem classificou como “mentirosa”. “Acuso Fernanda de mentirosa, além de expor meu desprezo por ela, oriundo de sua deliberada distorção abjeta dos fatos”, ele escreveu, no mesmo fôlego em que defendeu o presidente Jair Bolsonaro de críticas da classe artística e assumiu posição de vítima de uma ira supostamente infundada da classe artística. “Fernanda mente escandalosamente, deturpa a realidade de modo grotesco, ataca o Presidente e seus eleitores de modo brutal, e eu sou grosseiro e desrespeitoso, apenas por ter revidado a agressão falaciosa perpetrada por ela?”. O presidente da Funarte, Miguel Proença, afirmou ao jornal O Globo estar “completamente chocado” com as palavras de Alvim. “Já pedi um auxílio do ministro da Cidadania (Osmar Terra), pedi uma audiência com ele, para tomar uma providência. Admiro muito a Fernanda, além de ser a grande dama do teatro ela é uma grande amiga. Fiquei com esse peso nas costas, o Brasil inteiro está de olho na Funarte hoje por causa disso. E aqui produzimos arte e beleza, não agressão”. Apesar disso, o Ministério da Cidadania, órgão a que a Funarte está submetido, disse que não vai se manifestar nem agir contra Alvim. “Não vamos comentar uma opinião pessoal do diretor da Funarte”, diz um comunicado do órgão público. Por conta disso, continuam a se multiplicar os posts com o nome de Fernanda Montenegro. A atriz integra o elenco do filme selecionado para representar o Brasil no Oscar 2020, “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”), que já pode ser visto de forma limitada nos cinemas de Fortaleza (CE), e tem seu lançamento nacional amplo marcado para o dia 31 de outubro. Vale observar a ironia. A manifestação de ódio do diretor da Funarte praticamente reencena a foto de capa da revista, em que Fernanda Montenegro aparece amarrada e prestes a ser queimada numa fogueira por manifestantes de uma extrema direita que encara a cultura como inimigo e usa expressões como “guerra” para tratar sua relação com os artistas. A foto é a imagem acima. A descrição do que ela representa está nos textos de Roberto Alvim.

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  • Filme

    Jonah Hill e Jeffrey Wright negociam participar do novo filme de Batman

    23 de setembro de 2019 /

    Os atores Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”) e Jeffrey Wright (“Westworld”) abriram negociações com a Warner para atuar no novo filme do Batman. Segundo a revista Variety, Hill deve interpretar um vilão conhecido, possivelmente o Pinguim ou o Charada, enquanto Wright, de acordo com The Hollywood Reporter, estaria cotado para o papel do Comissário Gordon. O roteiro de Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) deve exigir um Comissário negro, porque, segundo apurou o THR, Mahershala Ali (“Green Book”) era a principal opção antes de assinar com a Marvel para viver Blade no cinema. No caso de Hill, os produtores já estavam de olho no ator há tempos, mas as negociações foram interrompidas até que o papel do Batman fosse definido, o que aconteceu em maio, com a contratação de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”). Escrito e dirigido por Matt Reeves, “The Batman” chega aos cinemas em junho de 2021.

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  • Filme

    American Son: Drama estrelado por Kerry Washington ganha teaser legendado

    23 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “American Son”, drama baseado na aclamada peça homônima da Broadway. A prévia é claramente teatral, sem alternância de cenários e focada na interpretação do elenco, encabeçado por Kerry Washington (“Scandal”). A trama gira em torno de Kendra Ellis-Connor, interpretada por Washington, uma mulher que busca respostas para o desaparecimento do filho numa delegacia de polícia de Miami. O elenco também inclui Jeremy Jordan (“Supergirl”), Steven Pasquale (“The Good Wife”) e Eugene Lee (“The Crumbles”), todos integrantes da peça original. Com direção de Kenny Leon (“Hairspray Live!”), o filme teve première no Festival de Toronto, onde quase passou em branco, após ser considerado medíocre (50% de aprovação no Rotten Tomatoes), e chega em streaming no dia 1 de novembro.

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    El Camino: Jesse Pinkman retorna em novo teaser do filme derivado de Breaking Bad

    23 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou novos pôster e teaser do filme derivado da série “Breaking Bad”, uma das melhores de todos os tempos. Intitulado “El Camino: A Breaking Bad Film”, o filme vai contar o que aconteceu com Jesse Pinkman, personagem de Aaron Paul, após a última cena da produção televisiva. Assim, a nova prévia mostra Pinkman em seu carro de fuga, ouvindo no rádio o que a polícia encontrou nos instantes finais da série original. Ao final da série, Pinkman partiu em disparada num El Camino (carro da Chevrolet que batiza o filme), após ser salvo das mãos de traficantes caipiras por Walter White (Bryan Cranston), por sua vez ferido mortalmente, enquanto sirenes da polícia se aproximavam do massacre. O filme deve começar logo depois deste desfecho. Aaron Paul, que venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Jesse Pinkman, está confirmado como protagonista da produção, que tem roteiro do criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan, em parceria com outros colaboradores da série. Gilligan também assina a direção do filme, como fez com o capítulo final da atração televisiva. A Netflix adquiriu os direitos de exibição do longa e lançará “El Camino: A Breaking Bad Film” em todo o mundo no dia 11 de outubro.

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    Apesar da vitória histórica no Emmy, Fleabag não deve ter nova temporada

    23 de setembro de 2019 /

    Apesar das quatro vitórias no Emmy 2019, a série “Fleabag” não deve ganhar uma nova temporada. Sua criadora, roteirista e protagonista Phoebe Waller-Bridge já tinha decidido que a 2ª temporada seria o final da série, antes de ser surpreendida com os prêmios da Academia da Televisão dos Estados Unidos na noite de domingo passado (22/9). Nos bastidores da premiação, ela afirmou que não mudou de ideia. “Para ser completamente honesta, me parece o jeito mais bonito de me despedir dela”, explicou. “A história parece estar completa. É muito bom ouvir que tantas pessoas a amaram, é quase como se ela não devesse ter dado tchau ao final… mas parece o jeito certo de encerrá-la, no ponto alto”. Só que a pressão deve aumentar sobre Waller-Bridge. A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, já tinha dito em julho que “nada nos faria mais feliz do que tê-la fazendo outra temporada desse programa ou o que quer que ela queira fazer”. Adaptação de uma peça criada pela própria Waller-Bridge, “Fleabag” mostra o cotidiano de uma jovem tentando lidar com uma tragédia recente em Londres, na Inglaterra. Na 2ª temporada, a protagonista encontra um padre que a incentiva a ver o mundo de outra forma. Parece muito triste, mas é uma comédia de humor depreciativo. O elenco da série inclui ainda Olivia Coleman, vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”. A produção foi vencedora do Emmy nas categorias de Melhor Série, Direção, Roteiro e Atriz de Comédia. Dos quatro troféus, três foram para Waller-Bridge. As duas temporadas da série estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming Amazon Prime Video.

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    Sid Haig (1939 – 2019)

    23 de setembro de 2019 /

    O ator Sid Haig, lenda do cinema B americano, morreu no sábado (21/9), aos 80 anos. A morte foi anunciada por sua esposa, Susan L. Oberg, no Instagram: “Isto veio como um choque para todos nós. Como família, nós pedimos privacidade e tempo para que nosso luto seja respeitado”. Segundo a Variety, Haig faleceu de uma infecção pulmonar, após complicações respiratórias causadas por uma queda, sofrida semanas atrás. A vasta filmografia do ator tem quase 150 títulos, a maioria de temática violenta. Mas antes de encarar as telas, ele tentou a música. Na adolescência, foi baterista da banda T-Birds e chegou a gravar um hit, “Full House”, que atingiu o 4º lugar na parada de sucessos em 1958. Graças a essa experiência, conseguiu um de seus primeiros papéis no cinema, aparecendo como baterista dos Righteous Brothers no filme “Farra Musical” (1965). A tendência de viver monstros, psicopatas, assassinos e degenerados teve início no mesmo ano num episódio da sitcom “The Lucy Show”, de Lucille Ball, em que encarnou uma múmia. Mas foi por diversão, assim como sua passagem pelos quadrinhos, como capanga do Rei Tut (Victor Buono) na série clássica “Batman” (em 1966), e pela sci-fi, como alienígena na 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” (em 1967). Os primeiros papéis aproveitavam-se de seu visual exótico. Descendente de armênios, ele tinha um ar de estrangeiro perigoso. Ao decidir raspar a cabeça, também adquiriu uma aparência demente. Mas sua transformação definitiva em astro de filmes sanguinários se deu pelas mãos do cineasta Jack Hill. O primeiríssimo trabalho de Haig como ator foi num curta universitário de Hill, feito em 1960 como parte do currículo da UCLA. Assim, quando conseguiu financiamento do rei dos filmes B, Roger Corman, o diretor o convocou para participar de seu primeiro longa oficial, “O Rastro do Vampiro” (1966), cujo título original era mais explícito em relação ao tom da produção – “Blood Bath”, literalmente “banho de sangue”. De todo modo, foi o filme seguinte de Hill, “Spider Baby” (1967), que transformou ambos, diretor e ator, em ícones do cinema B americano. Lançado sem fanfarra, “Spider Baby” saiu da obscuridade para se tornar um dos filmes mais cultuados dos anos 1960, ao ser redescoberto pelas novas gerações. A história girava em torno do personagem vivido pelo veterano astro de terror Lon Chaney (“O Lobisomem”), um cuidador de três irmãos mentalmente perturbados, que tenta proteger os jovens de primos gananciosos. De olho na velha mansão da família em que eles vivem, os parentes resolvem trazer advogados para despejá-los da propriedade. Mas a situação sai do controle, com violência generalizada, culminando na explosão da residência por parte do cuidador, numa mistura de ato de desespero, misericórdia e suicídio. Haig viveu o único irmão homem, incapaz de falar, mas capaz de atos terríveis, como o estupro de sua prima. Ator e diretor continuaram a pareceria em outros gêneros de filmes B, como o cultuado filme de prisão feminina “As Condenadas da Prisão do Inferno” (1971) e dois dos maiores clássicos da era blaxploitation “Coffy: Em Busca da Vingança” (1973) e “Foxy Brown” (1974), todos estrelados por Pam Grier. Essa conexão, por sinal, fez com que Haig fosse lembrado por Quentin Tarantino em sua homenagem ao gênero, “Jackie Brown” (1997), protagonizado pela mesma atriz. Sem abandonar violência, Haig também apareceu em clássicos do cinemão classe A, como “À Queima-Roupa” (1967), de John Boorman, “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), de Guy Hamilton, “O Imperador do Norte” (1973), de Robert Aldritch, e até “THX 1138” (1971), primeira sci-fi de um jovem visionário chamado George Lucas (sim, o criador de “Star Wars”). Mas as produções que costumavam escalá-lo com frequência eram mesmo de baixo orçamento, e elas entraram em crise com o fim das sessões duplas noturnas e dos drive-ins na metade final dos anos 1970. Por conta disso, o ator passou boa parte desse período fazendo séries. Chegou a viver nove vilões diferentes em “Missão Impossível”, quatro em “Duro na Queda”, três em “A Ilha da Fantasia”, dois em “MacGyver”, além de enfrentar “As Panteras”, “Police Woman”, “Buck Rogers”, “Os Gatões”, “Esquadrão Classe A”, “O Casal 20″m etc. Ele anunciou oficialmente sua aposentadoria em 1992, dizendo-se cansado de viver sempre o vilão que morria no episódio da semana. Assim, quando Tarantino o procurou para viver Marcellus Wallace em “Pulp Fiction” (1994), ele se recusou. O papel acabou consagrando Ving Rhames. Mas Tarantino não desistiu de tirar Haig da aposentadoria. Ele escreveu o personagem do juiz de “Jackie Brown” pensando especificamente no ator. E ao insistir foi bem-sucedido em convencê-lo a atuar novamente. Após aparecer em “Jackie Brown”, Haig foi convidado a participar de um clipe do roqueiro Rob Zombie, “Feel So Numb” (2001). E a colaboração deu início a uma nova fase na carreira de ambos. Zombie resolveu virar diretor de cinema e escalou Haig em seu papel mais lembrado, como o Capitão Spaulding, guia turístico de “A Casa dos 1000 Corpos” (2003), filme francamente inspirado em “Spider Baby”, entre outras referências de terror ultraviolento. O nome Capitão Spaulding também era citação a outro personagem famoso, o grande contador de “lorotas” vivido por Groucho Marx na célebre comédia “Os Galhofeiros” (1930). Spaulding voltou a matar, acompanhado por seus parentes dementes, na continuação “Rejeitados pelo Diabo” (2005), melhor filme da carreira de Rob Zombie. E Haig seguiu participando dos filmes do roqueiro cineasta, como “Halloween: O Início” (2007), “The Haunted World of El Superbeasto” (2009) e “As Senhoras de Salem” (2012). Ele ainda trabalhou em “Kill Bill: Volume 2” (2004), de Tarantino, no cultuado western de terror “Rastro de Maldade” (2015), de S. Craig Zahler, e em dezenas de títulos de horror lançados diretamente em vídeo na fase final de sua carreira. Para completar sua prodigiosa filmografia, vai se despedir das telas com o personagem que mais viveu, retomando o Capitão Spaulding em “Os 3 Infernais”, final da trilogia de Rob Zombie, que tem estreia prevista para outubro.

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    Trailer dublado de Frozen 2 apresenta a nova aventura das princesas

    23 de setembro de 2019 /

    A Disney divulgou cinco novos pôsteres internacionais e mais um trailer da animação “Frozen 2”, em versão dublada em português. A prévia explica melhor a trama, apresentando uma nova jornada, desta vez compartilhada pelas irmãs Elsa e Anna, rumo a uma terra encantada. O vídeo também apresenta novos poderes de Elsa e flashbacks da infância das princesas, revelando sua família. A continuação da animação de maior bilheteria de todos os tempos volta a ser dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013. Também voltam os dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). E para ouvi-los, é preciso conferir o segundo vídeo abaixo, com a dublagem original – infelizmente, sem legendas. Detalhe: o Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. A estreia nacional foi adiada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Emmy 2019: Vitória arrasadora de Fleabag eclipsa prêmios de Game of Thrones

    23 de setembro de 2019 /

    A cerimônia do Emmy 2019 consagrou “Fleabag”. Grande vencedora da cerimônia deste domingo (22/9) em Los Angeles, a série conquistou quatro prêmios, o dobro de “Game of Thrones” e mais que qualquer outra produção, praticamente dominando as categorias de Comédia. Para quem esperava ver uma noite de consagração de “Game of Thrones”, o impacto da série da Amazon praticamente eclipsou as conquistas da produção de fantasia da HBO. A produção britânica venceu os troféus de Melhor Série, Atriz (Phoebe Waller-Bridge), Roteiro (idem) e Direção (Harry Bradbeer) de Comédia, tratorando “Veep” e impedindo Julia Louis-Dreyfus de conquistar seu recorde histórico de vitórias. Além disso, Phoebe Waller-Bridge viu sua outra série na competição, “Killing Eve”, render o prêmio de Melhor Atriz de Drama para Jodie Comer. Ela chegou a dizer que “Isso está ficando ridículo”, ao subir ao palco pela terceira vez. Foi uma grande e bem-vinda surpresa, já que “Fleabag”, apesar de queridinha da crítica, era considerada azarão entre atrações mais consagradas, especialmente “Veep” e “Marvelous Mrs. Maisel”. Se “Veep” passou em branco em sua temporada final, “Mrs. Maisel” conquistou os prêmios de Atriz e Ator Coadjuvantes – após ter vencido na semana passada os troféus de Ator e Atriz Convidados em Comédia. A totalização de seis vitórias somadas entre “Fleabag” e “Mrs. Maisel” no domingo ainda causou um predomínio inesperado de produções da Amazon na categoria de Comédias, contrariando as expectativas de quem apostava num duelo particular entre HBO e Netflix. Para completar, a minissérie “A Very English Scandal” acrescentou mais uma vitória para a plataforma, na categoria de Ator Coadjuvante de Minissérie, vencida pelo inglês Ben Whishaw. Ainda assim, a HBO se saiu como o canal mais premiado da noite, graças a suas produções dramáticas. A principal conquista foi a vitória de “Game of Thrones” como Melhor Série de Drama. Produção com maior número de indicações, a série conquistou apenas outro troféu na cerimônia, dando a Peter Dinklage seu quarto Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Tyrion Lannister. Com isso, o astro se tornou o maior vencedor da categoria. “Chernobyl” foi a segunda produção mais premiada da noite com três troféus: Melhor Minissérie, Direção (Johan Renk) e Roteiro (Craig Mazin). E a HBO ainda somou mais duas vitórias com “Succession”, outras duas com o talk show “Last Week Tonight” e o prêmio de Melhor Ator de Comédia de Bill Hader, por “Barry”, contabilizando nove Emmys ao todo, contra os sete da Amazon. A Netflix acabou em 3º lugar. E seu principal destaque também foi surpreendente. A série “Ozark” rendeu o prêmio de Melhor Direção para o astro Jason Bateman, que superou três cineastas de “Game of Thrones”, e de Melhor Atriz Coadjuvante para a jovem Julia Garner, vencendo nada menos que quatro estrelas de “Game of Thrones”. Grande aposta da plataforma, “Olhos que Condenam” venceu apenas um prêmio: Melhor Ator de Minissérie para Jharrel Jerome. O quarto e último troféu ficou com “Black Mirror: Bandersnatch”, como Melhor Telefilme. Uma das vitórias mais festejadas da noite foi na categoria de Melhor Ator de Drama para Billy Porter, de “Pose”. Ele e Michelle Williams, Melhor Atriz de Minissérie por “Fosse/Verdun”, foram os representantes do canal pago FX. Ambos também fizeram, ao lado de Peter Dinklage e Patricia Arquette, os discursos mais engajados, em prol de maior tolerância, diversidade e igualdade de gêneros, formando um coral pelos direitos e representatividade das minorias na indústria televisiva. Patricia Arquette, por sinal, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjvante de Minissérie por “The Act”, representante solitário da plataforma Hulu. Considerando os prêmios do final de semana passada, onde foram reconhecidos os melhores das chamadas “artes criativas” (prêmios técnicos, jornalísticos, documentários, animações e reality shows), as 10 emissoras com mais conquistas foram: HBO com 34 vitórias, Netflix 27, Amazon 15, National Geographic 8, NBC 7, CNN 5, FX 5, Hulu 4, CBS 4 e Fox 4. Outro dado interessante é que metade dos profissionais premiados por realizações individuais foram britânicos. A Academia da Televisão é dos Estados Unidos, mas se rendeu à qualidade do talento vindo do Reino Unido, especialmente das equipes envolvidas na produção de “Fleabag”, “Chernobyl”, “Last Week Tonight”, “Succession”, “Black Mirror: Bandersnatch” e “A Very English Scandal”. 13 dos 27 troféus da noite acabaram em mãos britânicas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores da premiação principal da Academia. E clique nos links a seguir para lembrar os premiados das categorias de documentário e reality show, os vitoriosos em animação e os principais troféus técnicos do Emmy 2019. Vencedores do Emmy 2019 Melhor Série de Drama “Game of Thrones” Melhor Série de Comédia “Fleabag” Melhor Minissérie “Chernobyl” Melhor Telefilme “Black Mirror: Bandersnatch” Melhor Ator em Série de Drama Billy Porter (“Pose”) Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer (“Killing Eve”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner (“Ozark”) Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader (“Barry”) Melhor Atriz em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Jharrel Jerome (“Olhos que Condenam”) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman (“Ozark”) Melhor Direção em Série de Comédia Harry Bradbeer (“Fleabag”) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Johan Renck (“Chernobyl”) Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong (“Succession”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Craig Mazin (“Chernobyl”) Melhor Programa de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Programa de Variedade “Last Week Tonight” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”

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