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  • Série

    Kung Fu: Série clássica vai ganhar remake com protagonista feminina

    6 de novembro de 2019 /

    Além de um Zorro feminino, outro reboot de franquia clássica prepara seu retorno com uma mulher no papel que pertenceu originalmente a um macho alfa. Desta vez é a série dos anos 1970 “Kung Fu”. O prolífico produtor Greg Berlanti (criador do Arrowverso) está desenvolvendo a nova versão, em parceria com Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) para a rede The CW. A série original, criada por Ed Spielman, trazia David Carradine como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19. A nova versão vai se passar no século 21 e acompanhar uma mulher de descendência asiática, que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que mudará sua vida num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal invadida por crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais e virtudes Shaolin para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. A premissa é mais parecida com a trama original que outros projetos desenvolvidos por Berlanti no passado. Em comum, todos tinham uma mulher como protagonista. A primeira versão, escrita por Wendy Mericle (“Arrow”), acompanharia uma monja budista nos Estados Unidos dos anos 1950. A segunda, escrita por Albert Kim (“Nikita” e “Sleepy Hollow”), teria uma descendente de Kane que, após herdar o estúdio de kung fu da família, descobre que o local é um centro secreto dedicado a ajudar os membros da comunidade de Chinatown. As duas abordagens foram recusadas pela Fox. A Berlanti Productions produz mais de 20 séries atualmente, incluindo metade da programação da CW. O remake de “Kung Fu” se junta a mais quatro projetos encomendados pela rede para a próxima temporada: “Superman & Lois” (também de Berlanti), um spin-off de “Arrow” (idem), um remake de “Walker, Texas Ranger”, estrelado por Jared Padalecki, e um prólogo da série sci-fi “The 100”. Nem todos projetos vão virar séries.

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  • Série

    Revenge vai ganhar spin-off centrado em personagem latina

    6 de novembro de 2019 /

    A rede ABC está desenvolvendo um spioff de “Revenge”, grande sucesso televisivo exibido entre 2011 e 2015. Ainda em estágios iniciais de desenvolvimento, o novo projeto deverá seguir uma personagem latina num arco similar ao de Emily/Amanda, vivida Emily VanCamp na produção original. Desta vez, a jovem protagonista vai até Malibu – e não aos Hamptons – para enfrentar uma dinastia farmacêutica, cuja ganância levou ao assassinato de sua mãe bioquímica, à destruição de sua família e a uma epidemia global. Basicamente a mesma história, com praia diferente e conexão farmacêutica em vez de terrorismo na receito da fórmula. Para completar, a trama das duas séries vai se conectar por meio de um personagem em comum, que guiará os passos da nova personagem vingativa. A produção está sendo desenvolvida pelo criador de “Revenge”, Mike Kelley, em parceria com Joe Fazzio, que escreveu alguns dos principais episódios da atração. O projeto reflete os planos da presidente da ABC Entertainment, Karey Burke, de revisitar alguns dos programas “definidores de marca” da rede americana.

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  • Filme

    Wendy: Versão “realista” de Peter Pan ganha primeiro trailer

    6 de novembro de 2019 /

    A Fox Seachlight divulgou o pôster, duas fotos e o primeiro trailer de “Wendy”, uma versão “realista” da fábula de “Peter Pan”. O filme tem roteiro e direção de Benh Zeitlin, que em 2012 encantou os cinéfilos de todo o mundo com seu primeiro longa, “Indomável Sonhadora”, vencedor do Festival de Sundance, premiado em Cannes e indicado ao Oscar de Melhor Filme. Ele demorou sete anos para voltar a filmar e “Wendy” têm vários pontos em comum com o trabalho anterior, a começar pelo fato de contar uma história fantástica filtrada pelo olhar de uma menina pequena. Nesta versão de “Peter Pan”, Wendy embarca com outros garotos para uma ilha distante, onde abandonam suas vidas duras em troca de um cotidiano de aventuras, com o bônus de o tempo não parecer passar. Até que “piratas” descobrem o local, colocando em risco sua liberdade e o espírito alegre de sua juventude, com a ameaça do perigo mortal de ter que crescer. A novata Devin France interpreta Wendy, à frente de um elenco mirim repleto de estreantes. A estreia está marcada para fevereiro.

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  • Série

    Servant: Série de M. Night Shyamalan ganha seu primeiro e tenso trailer completo

    6 de novembro de 2019 /

    Após vários teasers misteriosos, a Apple finalmente divulgou o primeiro trailer completo de “Servant”. E é extremamente tenso, com reviravoltas e situações inesperadas ao longo de seus dois minutos de duração. Produzida e dirigida por M. Night Shyamalan, o cineasta de “O Sexto Sentido” (1999) e “Fragmentado” (2016), a série acompanha a chegada de uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”), contratada por um casal para cuidar de seu filho recém-nascido. O detalhe é que o bebê morreu no parto e a babá irá cuidar de um boneco. Para espanto do pai, ela acha normal e até compactua com a situação, criada para contornar um surto da mãe, que não suportou a perda da criança. Mas a forma como ela cuida do bebê boneco não parece normal. Para aumentar o clima de paranoia, a prévia avisa: “Você sabe quem deixou entrar na sua casa?” Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) vivem os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) completa o elenco como irmão da personagem de Ambrose. Shyamalan já produziu uma série fantástica, “Wayward Pines”, que teve duas temporadas na Fox, e vai repetir a função no novo projeto, além de dirigir o primeiro episódio. Mas ele não é o autor da trama. “Servant foi criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”. A estreia está marcada para 28 de novembro na plataforma Apple TV+, inclusive no Brasil.

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  • Série

    Zorro pode ganhar nova série com uma mulher no papel principal

    6 de novembro de 2019 /

    Os estúdios da rede CBS encomendaram o roteiro de uma nova série de Zorro, que terá uma mulher como protagonista. O projeto está sendo desenvolvido por Alfredo Barrios Jr. (produtor-roteirista de “Six” e do remake de “Magnum”) e irá contar a história de Z, uma descendente contemporânea da famosa linhagem de justiceiros da Califórnia, que fará o possível para proteger sua comunidade. Ainda não houve encomenda oficial de piloto, que só será feita se o roteiro agradar. As negociações em torno do projeto fazem parte de um acordo firmado entre a CBS Studios e a Propagate, produtora de Ben Silverman (produtor de “The Office”) e Howard Owens, responsável pelo remake de “Charmed”, “Blood & Treasure” e o reality “Grite, Você Está Sendo Filmado” (Prank Encounters). A parceria visa desenvolver séries para as redes CBS e The CW, a plataforma CBS All Access e terceiros, como a Netflix. Criado em 1919 pelo escritor americano de pulps Johnston McCulley, Zorro era um vigilante mascarado, que ajudava os pobres e oprimidos no pueblo de Los Angeles durante o século 19. Apesar de ser um herói popular mexicano, ele nunca foi vivido por um ator do país. Nos filmes mais recentes, Zorro foi vivido pelo espanhol Antonio Banderas (“Os Mercenários 3”), após décadas de intérpretes americanos – desde Douglas Fairbanks em 1920 – e até um francês (Alain Delon em 1975). Esta trajetória estava prestes a mudar, com a produção de “Z”, que pela primeira vez teria um mexicano no papel principal, Gael Garcia Bernal. O projeto foi anunciado há três anos, mas ainda não saiu do papel.

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  • Etc,  Série

    Disney+ (Disney Plus) já tem data para chegar ao Brasil

    6 de novembro de 2019 /

    A Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), plataforma de streaming da Disney, já tem previsão para chegar ao Brasil. O serviço deve começar a funcionar para assinantes brasileiros em novembro de 2020, com um ano de atraso em relação ao lançamento norte-americano, marcado para a próxima terça-feira (12/11), e um ano depois da Apple TV+, disponibilizada no país na sexta-feira passada (1/11). De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto da plataforma, um ano após seu lançamento original. O Disney+ (Disney Plus) vai oferecer em seu catálogo as produções da própria Disney e de suas novas marcas, como Marvel Studios, LucasFilm, Pixar e National Geographic, além de algumas atrações da Fox, como “Os Simpsons” e “Avatar”. Em agosto, a empresa informou que o plano de lançamento da plataforma na América Latina incluía o lançamento de séries exclusivas produzidas nos países da região. Isto é, a Disney iria investir em produção de séries brasileiras, argentinas, etc. Kevin Mayer, executivo da Disney responsável pelos serviços de streaming, afirmou que isso se deve também à existência de países que têm cotas para filmes e séries nacionais. “Há mercados em que é obrigatório ter conteúdo local, então vamos cumprir essa exigência”, disse ele. “Nossa expertise é fazer conteúdo com um apelo global”, completou. Com esse objetivo, a Disney contratou em junho Matt Brodlie, que ocupava o cargo de diretor de filmes originais da Netflix. No Disney+ (Disney Plus), ele será vice-presidente de conteúdo internacional, supervisionando a aquisição e a criação de produções fora dos Estados Unidos. Outro detalhe é que a Disney+ (Disney Plus) não vai seguir o “modelo Netflix” ao lançar suas séries. Em vez de disponibilizar todos os episódios de uma temporada de uma vez, como nas maratonas da Netflix, o novo serviço vai soltar os capítulos semanalmente, como nos canais de televisão. O modelo semanal já é adotado pela Hulu para algumas séries, como “The Handmaid’s Tale” nos EUA. A Disney se tornou acionista majoritária da Hulu ao comprar a Fox. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox.

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  • Música

    Sharon Stone processa rapper Chanel West Coast pelo clipe “Sharon Stoned”

    6 de novembro de 2019 /

    Sharon Stone resolveu processar a rapper Chanel West Coast, alegando que ela arruinou sua imagem com a música “Sharon Stoned”. A atriz entrou com uma ação contra a música e o clipe de “Sharon Stoned”, que pode ser visto abaixo, por se apropriar de sua imagem, ao copiar as performances de seus papéis mais famosos. Ela afirma que o vídeo não passa de uma exploração de seu trabalho árduo ao longo dos anos, depois de estrelar filmes de sucesso como “Instinto Fatal”, “Cassino”, “Vingador do Futuro” e outros. Stone também acusou Chanel West Coast, nascida Chelsea Chanel Dudley, de usar seu nome para forjar influência, dizendo que a rapper “procurou desesperadamente obter credibilidade e estatura na comunidade do hip-hop”. Como não conseguiu, “tentou melhorar sua estatura como rapper invocando e comercializando o status de celebridade e fama de outras pessoas”, diz a ação, aberta pelo advogado Gary A. Hecker em nome da atriz. A estrela também enumerou o número de vezes que Chanel West Coast repete seu nome e sobrenome na música: 33 vezes, sem contar as 99 vezes em que o nome “Sharon” é pronunciado. Mas o descontentamento de Sharon Stone com Chanel West Coast não se resume ao uso indevido de sua imagem num clipe. A rapper também está promovendo a venda de apetrechos de maconha com a marca “Sharon Stoned”. Isso implica exploração de direitos autorais para venda de produtos que ela não autorizou e pelos quais ela não ganha nada. Por conta disso, o processo também pede indenização por perdas e danos. Confira abaixo o vídeo de “Sharon Stoned”, que também conta com participação do lendário rapper Redman e do ator Michael Rapaport (“Atypical”).

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  • Filme

    Tarantino diz que Predadores Assassinos foi seu filme favorito de 2019

    5 de novembro de 2019 /

    Quentin Tarantino demonstrou, mais uma vez, ter gosto eclético. Um dos diretores que mais conhece a história do cinema – e da cultura pop em geral – , ele revelou recentemente qual foi seu filme preferido de 2019, e a resposta surpreendeu seu interlocutor. Foi o jornalista Pete Hammond, do Deadline, quem fez a pergunta para o diretor, durante um bate-papo descontraído num evento, e a resposta foi o thriller de crocodilos “Predadores Assassinos” (Crawl), do diretor francês Alexandre Aja (“Piranha 3D”), estrelado por Kaya Scodelario e Barry Pepper (ambos da franquia “Maze Runner”). “Tarantino disse, por incrível que pareça, que o filme o impressionou em todos os sentidos, em termos de cinematografia pura”, escreveu Hammond. Apesar de ser um produção modesta, com elenco enxuto e um diretor especializado em terrores baratos, “Predadores Assassinos” agradou a crítica de um modo geral, atingiu 82% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Foi também um sucesso comercial para a Paramount. Custou US$ 13,5 milhões e rendeu US$ 90 milhões de bilheteria mundial. O roteiro foi escrito pelos irmãos Michael e Shawn Rasmussen, que também são especialistas em terror – têm no currículo a história de “Aterrorizada”, dirigida pelo mestre John Carpenter em 2010. A equipe ainda inclui o cineasta Sam Raimi (de “Evil Dead”).

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  • Filme

    Academia desqualifica filme nigeriano do Oscar 2020 e é criticada por Ava DuVernay

    5 de novembro de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos desqualificou “Lionheart”, o representante da Nigéria na disputa por uma vaga no Oscar, na categoria de Melhor Filme Internacional, e a decisão desagradou causou polêmica nas redes sociais. Primeiro filme da Nigéria selecionado para participar do Oscar, “Lionheart” foi desqualificado porque, apesar de utilizar idiomas locais como igbo, hausa e ibo, boa parte dos diálogos são em inglês, que é a língua falada pela maioria da população do país devido à colonização britânica. Embora as regras da Academia estabeleçam que a inscrição nesta categoria deve ser de filmes de idioma estrangeiro, a aplicação dessa diretriz acaba excluindo a possibilidade de participação de todos os países de língua inglesa. O caso da Nigéria é exemplar, por ter uma das indústrias cinematográficas mais prolíficas do mundo, chamada de Nollywood, e mesmo assim nunca ter participado de uma premiação da Academia. “Lionheart” era sua primeira tentativa. Por conta disso, a decisão foi questionada pela cineasta americana Ava DuVernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”). “Vocês estão barrando esse país de competir no Oscar em seu idioma oficial?”, DuVernay questionou frontalmente no Twitter, recebendo agradecimentos da diretora e estrela do longa, Genevieve Nnaji, por chamar atenção da Academia para essa questão. “O inglês é a língua que serve de ponte entre as mais de 500 línguas faladas no nosso país e que nos torna uma Nigéria única”, ainda reforçou Nnaji. A cerimônia do Oscar 2020 marcará uma mudança na denominação da categoria que embala essa polêmica. Pela primeira vez, ela será chamada de Filme Internacional, após passar décadas sendo referida como Filme de Língua Estrangeira. Aparentemente, a mudança no nome não alterou em nada o sentido do prêmio. O evento de gala da Academia vai acontecer em 9 de fevereiro, em Los Angeles (EUA), com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. To @TheAcademy, You disqualified Nigeria’s first-ever submission for Best International Feature because its in English. But English is the official language of Nigeria. Are you barring this country from ever competing for an Oscar in its official language? https://t.co/X3EGb01tPF — Ava DuVernay (@ava) November 4, 2019 1/1 1/2 Thank you so much @ava❤️. I am the director of Lionheart. This movie represents the way we speak as Nigerians. This includes English which acts as a bridge between the 500+ languages spoken in our country; thereby making us #OneNigeria. @TheAcademy https://t.co/LMfWDDNV3e — Genevieve Nnaji MFR (@GenevieveNnaji1) November 4, 2019

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  • Série

    Arrow: Prévia mostra encontro emocionante entre Arqueiro Verde e seus filhos do futuro

    5 de novembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou o trailer e uma cena completa do próximo episódio de “Arrow”, que destacam o emocionante encontro entre Oliver/Arqueiro Verde (Stephen Amell) e seus filhos já crescidos, Mia (Katherine McNamara) e William (Ben Lewis), transportados do futuro. A viagem no tempo vai juntar as duas narrativas que corriam paralelas na série, preparando também o lançamento do spin-off centrado em Mia, a filha rebelde do herói. Como mostra o trailer, não foi apenas o Team Arrow do futuro que viajou a 2019. E os times do presente e do futuro precisarão se juntar para enfrentar o Exterminador (Deathstroke) de 2040, filho de John Diggle (David Ramsey). Em sua reta final, “Arrow” vai acabar em janeiro, após um último crossover com as séries dos Arrowverso, intitulado “Crise nas Infinitas Terras”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Duna: Warner encomenda continuação, um ano antes da estreia do filme

    5 de novembro de 2019 /

    A Warner já está trabalhando em uma sequência do remake de “Duna”. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, Jon Spaihts (“Prometheus”) deixou o cargo de showrunner de “Dune: The Sisterhood”, série da HBO Max derivada do mesmo universo sci-fi do escritor Frank Herbert, para escrever o roteiro da continuação. Spaiths escreveu o roteiro do “Duna”, que está sendo filmado na Jordânia, em parceria com o veterano Eric Roth (“Forest Gump”) e o diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). A notícia revela confiança do estúdio no filme de Villeneuve, que tem estreia marcada para dezembro de 2020. Por outro lado, a informação de que “Duna” seria dividido em duas partes não é nova, apenas não tinha sido oficializada. A produção é uma parceria com a Legendary Pictures e o CEO deste estúdio, Joshua Grode, revelou em julho que a trama literária seria realmente dividida em dois filmes. “Esse é o plano. Há uma plano de fundo que foi acenado em alguns dos livros [que nós expandimos]. E também, quando você lê o livro, há um ponto em que faz sentido para interromper o filme antes do final do livro”, ele explicou na ocasião. Ou seja, o segundo filme não contará a história de outro livro – como aconteceu com as minisséries do canal pago Syfy – , mas sim o final do primeiro. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou duas minisséries do canal Syfy a partir de 2000. A história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Atreides e o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”).

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  • Filme

    Jojo Rabbit: Comédia do diretor de Thor: Ragnarok ganha novo trailer legendado

    5 de novembro de 2019 /

    A Fox divulgou um novo trailer legendado de “Jojo Rabbit”, comédia do diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), que venceu o Festival de Toronto. A prévia explora o humor ultrajante da trama, ao acompanhar um menino da juventude hitlerista que sofre bullying e é confortado por seu amigo imaginário, ninguém menos que Adolf Hitler. Passada na Alemanha nazista, a trama se complica quando a criança descobre que sua mãe está escondendo uma garota judia em sua casa. O elenco destaca o estreante Roman Griffin Davis como o personagem do título, Scarlett Johansson (“Vingadores: Ultimato”) como sua mãe, Thomasin McKenzie (de “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) como a menina judia e o próprio Taika Waititi como Hitler – um Hitler maori! O elenco também inclui Sam Rockwell (vencedor do Oscar 2018 por “Três Anúncios para um Crime”) e Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”), que vivem nazistas. A vitória no Festival de Toronto coloca a produção na mira do Oscar, já que os ganhadores do prêmio de Toronto costumam se destacar no troféu da Academia. No ano passado, por exemplo, o vencedor de Toronto foi “Green Book: O Guia”, que também conquistou o Oscar de Melhor Filme. Já lançado em circuito limitado nos Estados Unidos, “Jojo Rabbit” ainda vai demorar muito para estrear no Brasil: apenas em 6 de fevereiro.

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  • Filme,  Música

    Assassinato de pianista da bossa nova será tema de animação internacional dos diretores de Chico & Rita

    5 de novembro de 2019 /

    A nova animação da dupla espanhola Fernando Trueba e Javier Mariscal, indicados ao Oscar de 2012 por “Chico & Rita”, vai contar uma história brasileira que mistura personagens reais, ditadura e bossa nova. Intitulada, em inglês, “They Shot The Piano Player”, a produção foi definida, em comunicado da produtora britânica Film Constellation, como “uma história comemorativa de origem” da bossa nova, que “captura um tempo fugaz repleto de liberdade criativa em um momento decisivo na história da América Latina nas décadas de 1960 e 1970, pouco antes de o continente ser tomado por regimes totalitários”. O personagem principal é um jornalista musical de Nova York, que investiga o desaparecimento do talentoso pianista brasileiro Tenório Jr. No dia 18 de março de 1976, quando acompanhava os artistas Toquinho e Vinícius de Moraes em show na Argentina, Tenório desapareceu misteriosamente em Buenos Aires, depois de deixar no hotel um bilhete dizendo que ia “comer um sanduíche e comprar um remédio. Volto logo.”. Nunca mais voltou. Segundo testemunhas, Tenório Jr. teria sido sequestrado pelo serviço secreto da Marinha da Argentina e torturado durante nove dias. Após ter ficado claro que o pianista não tinha envolvimento em atividades políticas, foi morto com um tiro na cabeça. O ator Jeff Goldblum (de “Jurassic Park” e “Independence Day”) foi escalado como dublador do jornalista que apura essa história. A animação também prestará homenagens a João Gilberto (1931-2019), Caetano Veloso, Gilberto Gil, Vinicius de Moraes (1913-1980) e Paulo Moura (1932-2010). “They Shot The Piano Player” ainda não tem previsão de estreia.

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