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    Suspeito do atentado ao Porta dos Fundos fugiu para a Rússia

    2 de janeiro de 2020 /

    A Polícia Civil do Rio apurou que Eduardo Fauzi Richard Cerquise, suspeito do atentado incendiário contra o grupo Porta dos Fundos, fugiu para a Rússia. Ele viajou na tarde do dia 29 de dezembro, um dia antes da expedição do mandado de prisão. Imagens obtidas pela rede Globo mostraram o momento em que ele chegou ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Zona Norte do Rio. Ao comprovar a fuga, a polícia pediu nesta quinta (2/1) a inclusão do nome dele na lista internacional de procurados pela Interpol. Caso seja preso na Rússia, deverá ser extraditado para o Brasil. Segundo a polícia, Cerquise tem uma namorada que mora em Moscou e fez três viagens à Rússia somente em 2019. Desta vez, ele embarcou num voo da Air France, com conexão em Paris, e está com passagem de volta comprada para o dia 29 de janeiro. Mesmo foragido, Cerquise divulgou um vídeo na quarta em que atacou verbalmente o Porta dos Fundos. Invertendo as acusações do processo criminal, ele chamou os humoristas de “intolerantes”, “marginais”, “criminosos” e “bandidos” pela produção do Especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, que retrata Jesus como gay. O ataque à produtora aconteceu no dia 24 de dezembro. Os investigadores afirmam que cinco pessoas participaram do ataque e que o suspeito foi o único que fugiu com o rosto descoberto. A polícia vai agora quebrar o sigilo do celular do suspeito e usar novas imagens das câmeras da região, que já ajudaram a identificar Cerquise, para chegar nos demais cúmplices do crime.

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    Elizabeth Sellars (1923 – 2019)

    2 de janeiro de 2020 /

    A atriz escocesa Elizabeth Sellars, que estrelou vários clássicos de cinema nos anos 1950, morreu na segunda-feira (30/12) em sua casa na França, aos 98 anos de idade. Sellars estudou Direito e pretendia advogar antes de ser convencida por sua amiga Jean Hardwicke (sobrinha do ator britânico Cedric Hardwicke) a participar de um teste para um papel de atriz. Isto mudou sua carreira. Ela trocou de curso, matriculando-se na Academia Real de Artes Dramáticas e, em seguida, estreou nos palcos de Londres numa montagem de “Os Irmãos Karamazov”, estrelada pelo lendário Alec Guinness (o “Ben” Kenobi de “Star Wars”). A jovem atriz logo foi escalada para filmes de grandes cineastas britânicos, como “As Cartas de Madeleine” (1950), de David Lean, “O Ódio Era Mais Forte” (1952), de Basil Dearden, e “Devoção de Assassino” (1952), de Charles Crichton. Na época, Crichton chegou a descrevê-la como “um cruzamento entre o fascínio de Ingrid Bergman e o poder de Bette Davis”. Em 1954, ela fez sua estreia em Hollywood, atuando no drama criminal “A Condessa Descalça” (1954), de Joseph L. Mankiewicz, como esposa de Humphrey Bogart, que estava mais interessado em Ava Gardner, e no romance histórico “Désirée, o Amor de Napoleão” (1954), de Henry Koster, como a irmã da personagem-título, vivida por Jean Simmons – Marlon Brando tinha o papel de Napoleão. A popularidade de seus filmes americanos lhe garantiu o protagonismo ao voltar ao cinema britânico, tornando-se a principal intérprete feminina de “Entre a Terra e o Céu” (1957), novamente dirigida por Charles Crichton, e “Carga Perigosa” (1957), de Leslie Morgan. Em seguida, ainda estrelou dois filmes de John Gillermin, “O Dia em que Roubaram o Banco da Inglaterra” e “A Fúria de um Bruto”, ambos lançados em 1960, mesmo ano em que se casou com um cirurgião chamado Frank Henley – de quem ficou viúva, em 2009. Após nova passagem por Hollywood, que rendeu “55 Dias em Pequim” (1963), uma superprodução dirigida por Nicholas Ray que voltou a reuni-la com Ava Garner, Sellars viveu a mãe de Hayley Mills em “Corações Feridos” (1964) e passou a ser considerada “velha” para os padrões da indústria cinematográfica da época. Tinha chegado aos 40 anos. Seus últimos filmes foram o terror da Hammer “O Sarcófago Maldito” (1967) e o drama “O Assalariado” (1973), filmados entre um grande hiato, que a atriz preencheu com participações em várias séries clássicas, de “Os Vingadores” a “Shadows of Fear”. Ela continuou ativa na televisão britânica até 1990.

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    Friends: Filha de Rachel e Ross responde piada clássica de Chandler sobre 2020

    2 de janeiro de 2020 /

    A jovem atriz Noelle Sheldon, que apareceu ainda bebê em “Friends” como Emma, a filha de Rachel (Jeniffer Aniston) e Ross (David Schwimmer), festejou a entrada de 2020 reagindo a uma piada de Chandler (Matthew Perry) na série. No episódio “The One With The Cake”, o quarto da 10ª temporada, a turma se reúne para comemorar o primeiro aniversário de Emma. Mas para frustração de Chandler e Monica (Courteney Cox), que adiaram um fim de semana romântico para comparecer à festa, a bebezinha resolveu dormir na hora do evento. Ross então decide gravar mensagens em vídeo com mensagens da turma para ser exibido no aniversário de 18 anos da filha. Na sua vez de gravar, Chandler, sarcástico, diz: “Oi, Emma! Já é 2020. Você ainda está tirando uma soneca?” Pois Emma, ou melhor, Noelle Sheldon, respondeu nesta quinta (2/1). “Acabei de acordar da melhor soneca de todos os tempos. Feliz 2020 (com meu photoshop mal feito). Espero que todos tenham um ano excelente, cheio de família, amigos e risadas”, escreveu a atriz, compartilhando uma montagem na qual aparece no Central Perk, o famoso café onde os seis amigos da sitcom se reuniam. Depois de “Friends”, Noelle teve dificuldades de seguir a carreira, fazendo basicamente curtas, até que em 2019 foi escalada em papel duplo no terror “Nós”, de Jordan Peele, que teve grande repercussão. Vale lembrar que Noelle compartilhou o papel de Emma com sua irmã gêmea, Cali Sheldon. E Cali também trabalhou em “Nós”, num papel diferente. Foi a primeira vez que as duas apareceram numa mesma produção como personagens diferentes. Ver essa foto no Instagram Just woke up from the best nap of all time, happy 2020!! (ft. my poorly done photoshop) Hope everyone has an excellent year full of family, friends, and laughter!! Uma publicação compartilhada por Noelle Sheldon (@noelle.sheldon) em 1 de Jan, 2020 às 3:53 PST

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    Suspeito do atentado contra o Porta dos Fundos ataca o grupo nas redes sociais: “intolerantes” e “marginais”

    2 de janeiro de 2020 /

    Eduardo Fauzi Richard Cerquise, suspeito do atentado incendiário contra o grupo Porta dos Fundos, que se encontra foragido da Justiça em paradeiro desconhecido, postou um vídeo nas redes sociais na quarta-feira (1/1), em que ataca os humoristas. No mesmo dia, seu nome apareceu no Portal dos Procurados, com uma recompensa pela identificação de seu esconderijo (veja acima). Diferente de um vídeo anterior, em que uma aparente célula terrorista, identificada como num Comando de Insurgência Popular Nacionalista da Grande Família Integralista Brasileira, assumiu a autoria do atentado e pregou a revolução armada, o novo material não trouxe locução distorcida por efeito digital nem manifestantes mascarados. Fauzi inclusive se identificou para o público. Ele também usou uma saudação integralista, fortalecendo a ligação com o nome do Comando, os uniformes e as bandeiras usadas no vídeo anterior. Fauzi era presidente da seção carioca da Frente Integralista Brasileira (FIB), organização legalmente constituída, que reúne seguidores da extrema direita do pais em torno de símbolos e ideário associados ao nazi-fascismo, mas foi expulso nesta semana, logo após a Polícia Civil identificá-lo como principal suspeito do atentado com coquetéis molotov. Desde 2001, Cerquise também é filiado ao PSL, partido que elegeu o Presidente Jair Bolsonaro e que até o momento, ao contrário do integralistas que condenaram prontamente seu ato, ainda não se pronunciou sobre o caso. No vídeo reproduzido por sites de direita, Fauzi classificou os humoristas como “intolerantes”. E acrescentou: “são criminosos, são marginais, são bandidos” por terem feito o Especial da Natal em que mostram Jesus Cristo como gay, demonstrando grande dificuldade de discernimento e a motivação que facilitará bastante o caso da promotoria. “Quando o Porta dos Fundos escarnece do nome de nosso senhor Jesus Cristo, ele pisa na esperança de milhões de pessoas que só têm Jesus Cristo como riqueza. Quem fala mal do nome de Cristo prega contra o povo brasileiro. Esse é um crime de lesa-pátria. Eles são criminosos, são marginais, são bandidos”, acusou o integralista. O suspeito finalizou o vídeo pedindo orações: “Meu nome é Eduardo Fauzi, eu sou guardador de veículos, eu sou povo brasileiro. Se você crê, compartilhe, diga seu amém, me coloque em suas orações. Por Deus, pela pátria e pela família brasileira. Anauê.” “Anauê” é a saudação equivalente a “Heil Hitler” usada pelos integralistas desde a década de 1930. Além de ser um “guardador de veículos” e “povo brasileiro”, Cerquise também foi investigado por suspeita de integrar uma “milícia de estacionamentos”, que controla estacionamentos ilegais no Rio. Ele tem mais de uma dúzia de passagens pela polícia, principalmente por casos de coação, agressão e lesão corporal – inclusive na Lei Maria da Penha (agressão contra mulher) – , que pintam um perfil extremamente violento. Seu nome foi parar no noticiário carioca pela primeira vez em 2013, quando ele agrediu ao vivo na TV o então secretário de Ordem Pública Alex Costa, que dava uma entrevista à Globo durante uma operação da Prefeitura para fechar estacionamentos irregulares na região da Zona Portuária do Rio. Preso em flagrante, Fauzi foi condenado a quatro anos de prisão em fevereiro passado e cumpria a pena em liberdade condicional. Cerquise também tem ligações com a Associação Cívica e Cultural Arcy Lopes Estrella (ACCALE), batizada com o nome de um integralista histórico, que num post do Facebook afirmou não ter se surpreendido com o atentado contra o humoristas, porque “o Porta dos Fundos atacou deliberadamente e de forma calculista os maiores e mais cultuados símbolos sagrados nacionais, entre eles a figura de Jesus Cristo. Ao fazer isso, o Porta dos Fundos se indispôs com milhões de brasileiros”. Esse mesmo tipo de discurso apareceu no vídeo da suposta célula revolucionária de direita, que assumiu o atentado, e em várias outras bocas e locais. A ação de inspiração terrorista, que quase resultou na morte do vigia da sede do Porta dos Fundos, aconteceu após os humoristas sofrerem ataques virtuais de diversos militantes da extrema direita, condenações de políticos conservadores, inclusive da família Bolsonaro e de outros integrantes do PFL, pedidos de explicações do Congresso, campanha de boicote de líderes religiosos, repúdio televisivo da rede Record e até processo judicial. Antes do ataque com coquetéis molotov na véspera do Natal, o Porta dos Fundos chegou a ser alvo de sete ações judiciais devido ao Especial. Mas a tentativa de censura foi rejeitada pela Justiça.

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    Já bilionária, animação Frozen 2 finalmente estreia no Brasil

    2 de janeiro de 2020 /

    2020 começa em clima de feliz ano velho nos cinemas brasileiros. “Frozen 2” finalmente chega no país nesta quinta (2/1), após ter feito mais de US$ 1 bilhão de bilheteria em todo o mundo. A Disney deixou o Brasil por último, apesar de já ter cópia pronta para o mercado nacional há um mês, desde a première do longa na CCXP. Nos EUA, o filme estreou em novembro, já batendo recordes. Mas a crítica não compartilhou do mesmo entusiasmo do público, considerando a continuação inferior ao original, com “apenas” 77% de aprovação na média da avaliação computada pelo site Rotten Tomatoes, contra 90% de satisfação atingida pelo primeiro. Apesar de divertida, a nova aventura é menos encantadora e repisa temas já superados pelo filme de 2013. Em circuito bem menor, ainda estreiam mais dois filmes americanos muito bem cotados. Em preto e branco e com forte influência expressionista, “O Farol” traz Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como trabalhadores solitários de um farol numa ilha deserta, no final do século 19. Voltando a explorar o isolamento e a superstição como fontes de tensão e paranoia, o diretor Robert Eggers repete o desempenho premiado de sua estreia, “A Bruxa” (2015). Coprodução internacional da produtora brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira, o novo terror conquistou o Prêmio da Crítica na Quinzena dos Realizadores (uma seção do Festival de Cannes) e 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por fim, “O Caso Richard Jewell” é o novo filme de Clint Eastwood, que, aos 89 anos de idade, lança mão de mais um drama baseado em fatos reais para explorar seu tema favorito: o heroísmo em todas as suas variações. A trama gira em torno da ação do segurança Richard Jewell (Paul Walter Hauser, de “Infiltrado na Klan”) no atentado das Olimpíadas de Atlanta, em 1996, que deixou um morto e mais de 100 feridos. Inicialmente aclamado como herói, por ter impedido tragédia maior, ele acabou se tornando o principal suspeito de plantar as bombas. O FBI revistou sua casa duas vezes e a mídia o apresentou como um policial frustrado que poderia ter planejado tudo pela fama e o desejo de ser visto como herói. Os fatos são históricos e quem quiser saber o desfecho pode procurar na Wikipedia. De todo modo, é uma história emblemática e o filme já rendeu polêmica nos EUA pela forma como retratou a cobertura da imprensa, especialmente a jornalista vivida por Olivia Wilde (“Tron: O Legado”), que, segundo a ficção, teria trocado informações confidenciais por sexo. Como a jornalista real já é morta, o jornal em que ela trabalhava tomou suas dores, numa campanha agressiva que fez cair a aprovação do longa (está com 73% no Rotten Tomatoes) e pode ter lhe custado prêmios. Não por acaso, o filme só conseguiu uma indicação ao Globo de Ouro 2020: para Kathy Bates, como Melhor Atriz Coadjuvante pelo papel da mãe de Richard Jewell. Confira abaixo mais detalhes das estreias da semana com suas sinopses e trailers. Frozen 2 | EUA | Animação De volta à infância de Elsa e Anna, as duas garotas descobrem uma história do pai, quando ainda era príncipe de Arendelle. Ele conta às meninas a história de uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a separação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Esta revelação ajudará Elsa a compreender a origem de seus poderes. O Farol | EUA | Terror Início do século 20. Thomas Wake (Willem Dafoe), responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow (Robert Pattinson) para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a se manifestar ao seu redor. O Caso Richard Jewell | EUA | Drama A história real de Richard Jewell (Paul Walter Hauser), segurança que foi o responsável por descobrir explosivos e ajudar inocentes a fugirem de um atentado às Olimpíadas de Atlanta, no ano de 1996, apenas para se tornar um dos principais suspeitos do ato terrorista.

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    Paulo Gustavo faz aparição surpresa em cinema para comemorar bilheteria de Minha Mãe É uma Peça 3

    1 de janeiro de 2020 /

    De férias em Santa Catarina, Paulo Gustavo aproveitou para fazer uma surpresa para os fãs. Ele apareceu sem avisar num cinema de um shopping de Camburiú para comemorar 2 milhões de espectadores de “Minha Mãe É Uma Peça 3”. “Vim aqui só dar um beijo em vocês e comemorar algo muito especial: acabamos de chegar a 2 milhões de pessoas em apenas quatro dias”, disse ao público, aproveitando para fazer um vídeo para registrar o momento. Veja abaixo. “Minha Mãe É uma Peça 3” arrecadou mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz, batendo “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. O blockbuster americano ficou muito atrás, com R$ 10,4 milhões em sua segunda semana, caindo para o 2º lugar. O sucesso da comédia estrelada por Paulo Gustavo é a prova definitiva de que igualdades de condições, como o acesso à distribuição ampla, fazem muita diferença para o cinema nacional. “Minha Mãe É uma Peça 3” teve o maior lançamento já visto no cinema brasileiro, chegando em 1,4 mil salas em 26 de dezembro – 200 a mais que o antigo recordista, “Nada a Perder”, em 2018. Apesar disso, o número de telas ocupadas pelo filme da Dona Hermínia ainda é muito menor que o do próprio “A Ascensão Skywalker”, lançado em quase 2 mil salas na semana passada, e representa metade da ocupação predatória de “Vingadores: Ultimato”, que só foi possível porque o presidente do Brasil “esqueceu” de assinar a Cota de Tela em 2019 – uma proteção ao cinema brasileiro que Bolsonaro pretende extinguir. Vale até uma comparação financeira, para quem acha que “ninguém vê filme nacional”. Em mais salas, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” fez muito menos dinheiro. O lançamento do filme da Disney, na semana passada, não passou dos R$ 21 milhões, cerca de R$ 10 milhões a menos que o faturamento inicial da comédia da Paris Filmes. Por isso, foram necessários dois fins de semana para o novo “Star Wars” somar o mesmo que “Minha Mãe É uma Peça 3” conseguiu num fim de semana apenas. Para completar a análise contábil, os números de “Minha Mãe É uma Peça 3” representam a quinta maior abertura do ano – e isto com a concorrência direta de “Star Wars”. Segundo dados do Filme B, o terceiro filme da franquia perdeu apenas para “Vingadores: Ultimato” (R$ 103 milhões), “O Rei Leão” (R$ 69 milhões), “Capitã Marvel” (R$ 51 milhões), e “Toy Story 4” (R$ 35 milhões). Em termos de público, foram quase 2 milhões de espectadores, num crescimento de 61% na venda de ingressos em relação a “Minha Mãe É uma Peça 2”. Por fim, é importante registrar que “Minha Mãe É uma Peça 3” também representa uma síntese daquilo que o governo Bolsonaro mais reprova no cinema brasileiro. O filme celebra um casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural, além de ser uma coprodução da Globo, empresa que se tornou alvo da fúria do presidente do Brasil. Ver essa foto no Instagram Fizemos 2 milhões em 4 dias! 😱😱😱😱 Invadi um sala de cinema em Balneário Camboriú pra dar um beijo na turma toda! Foi lindo! Muito Obrigado! Obrigado Obrigado Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em 30 de Dez, 2019 às 4:40 PST

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  • Série

    Disney+ (Disney Plus) antecipa estreia de WandaVision para 2020

    1 de janeiro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou um vídeo para anunciar sua programação para 2020. E entre as atrações originais, acabou revelando uma novidade. “WandaVision”, série do Marvel Studios prevista para 2021, teve seu lançamento adiantado para 2020, de acordo com a prévia. Assim, deve se tornar a segunda série da Marvel na plataforma de streaming, após “Falcão e o Soldado Invernal”, que está atualmente em produção. A previsão de lançamento de “WandaVision” tinha sido anunciada originalmente durante a Comic-Con Internacional de San Diego. E é considerada uma das produções mais importantes do Disney+ (Disney Plus), pelas ramificações de sua trama. O chefão da Marvel Kevin Feige revelou que os acontecimentos da série da Feiticeira Escarlate e do Visão vão repercutir no próximo filme do Doutor Estranho, que, inclusive, contará com a participação de Wanda, a Feiticeira Escarlate. A série será estrelada pelos intérpretes dos personagens nos filmes, Elizabeth Olsen e Paul Bettany, e foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”. O elenco também trará de volta Kat Dennings e Randall Park aos papéis que eles já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Além disso, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. O nome da personagem da atriz não foi revelado, porque, se por acaso fosse Agatha Harkness, confirmaria a trama que todos já imaginam.

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    Um Lugar Silencioso – Parte II ganha trailer legendado repleto de tensão

    1 de janeiro de 2020 /

    A Paramount divulgou o primeiro trailer completo de “Um Lugar Silencioso – Parte II”, em versões legendada e dublada em português. Bastante tensa, a prévia começa com um flashback, mostrando o começo da invasão alienígena, mas logo retoma a história do ponto em que o primeiro filme parou, ao companhar a mãe vivida por Emily Blunt e seus filhos, interpretados por Millicent Simmonds e Noah Jupe, seguindo uma trilha na floresta com a preocupação de não fazer barulho. A família também inclui um bebê, carregado numa caixa de isopor, e a prévia ainda dá bastante destaque ao novo personagem vivido por Cillian Murphy (“Peaky Blinders”). O elenco se completa com Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Wayne Duvall (“Pearson”), sobreviventes do mundo pós-apocalíptico dizimado pelas criaturas alienígenas, que reagem com força extrema ao menor barulho. John Krasinski, que vivia o pai, continua na produção e seu personagem é citado no trecho do flashback, mas sua principal função agora é atrás das câmeras. Ele repete seu trabalho como diretor e roteirista na continuação. As filmagens de “Um Lugar Silencioso – Parte II” começaram em julho e duraram um pouco mais de dois meses. Atualmente em pós-produção, o filme chegará aos cinemas brasileiros em 19 de março, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Messiah: Netflix entra em nova polêmica religiosa internacional com série sobre “segunda vinda de Cristo”

    31 de dezembro de 2019 /

    O Especial de Natal do Porta dos Fundos não é a única produção recente a envolver a Netflix numa polêmica religiosa. Na véspera da estreia da série “Messiah”, a Royal Film Commission da Jordânia solicitou que a produção não fosse disponibilizada no país por violar “a santidade da religião” e as leis do país. O diretor da organização do governo da Jordânia, Mohannad al-Bakr, realizou uma entrevista coletiva na segunda-feira (30/12) em Amã para fazer o anúncio, que também foi publicado no site da RFC. “Ao tomar conhecimento de seu conteúdo, a RFC pediu oficialmente à direção da Netflix que se abstivesse de disponibilizar a série na Jordânia”, diz o comunicado da comissão. Um porta-voz da Netflix indicou que não recebeu uma solicitação legal formal para remover a série de seu serviço de streaming no país. “‘Messiah’ é uma obra de ficção”, disse um porta-voz da Netflix em comunicado publicado pelo site Deadline. “Não é baseado em nenhum personagem, figura ou religião. Todos os programas da Netflix apresentam classificações e informações para ajudar os membros a tomar suas próprias decisões sobre o que é certo para eles e suas famílias.” “A história é puramente fictícia e os personagens também”, concordou a comissão, antes de fazer ressalvas. “No entanto, a RFC considera que o conteúdo da série pode ser amplamente percebido ou interpretado como uma violação da santidade da religião, possivelmente violando as leis do país”. O anúncio da RFC representa uma reviravolta para a organização. “Messiah” foi parcialmente filmado na Jordânia em 2018 e teria recebido incentivos fiscais do governo jordaniano para sua produção. Criada pelo belga Michael Petroni (roteirista de “A Menina que Roubava Livros”) e produzida pelo casal americano Mark Burnett e Roma Downey, responsável por várias produções cristãs, como a série “A Bíblia” e o remake de “Ben-Hur”, “Messiah” acompanha o surgimento de um homem milagroso que poderia representar o Segundo Advento – a segunda vinda de Cristo. Quando uma oficial da CIA investiga este homem – conhecido por alguns como Al-Masih – , que atrai atenção e seguidores internacionais durante atos de perturbação pública, ela embarca em uma missão global de alto risco para descobrir se ele é uma entidade divina ou um trapaceiro enganador. A série traz o belga Mehdi Dehbi (da série “Tyrant”) no papel-título e ainda destaca em seu elenco Michelle Monaghan (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”), Jane Adams (“Hung”), John Ortiz (“Bumblebee”), Melinda Page Hamilton (“Damnation”), Stefania LaVie Owen (“Chance”), Tomer Sisley (“Família do Bagulho”), Dermot Mulroney (“Álbum de Família”), Beau Bridges (“Homeland”) e Wil Traval (“Jessica Jones”). A estreia está marcada para 1 de janeiro em streaming.

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    Adaptação do game Uncharted perde seu sexto diretor

    31 de dezembro de 2019 /

    Uma das últimas “notícias velhas de 2019” confirma que o game “Uncharted” perdeu seu diretor. Esta notícia é velha, porque já foi publicada antes em 2019. E muitas outras vezes desde que a produção foi anunciado pela Sony há uma década. Um dos projetos que mais sofre com idas e vindas do estúdio, o filme de “Uncharted” se arrasta desde 2010. Seu diretor mais recente, Travis Knight (“Bumblebee”), era o sexto da fila e não aguentou a indefinição sobre o cronograma de filmagens, que mudou várias vezes, e acabou juntando-se à lista de desistências da produção. Após o filme ter seu lançamento adiado (novamente), Knight decidiu fazer outro projeto, em vez de ficar em compasso de espera. A razão do novo adiamento teria sido a determinação da Sony de priorizar outro longa com o ator Tom Holland, contratado para estrelar “Uncharted” há… 31 meses! Apesar da programação prévia, o estúdio resolveu filmar primeiro o próximo “Homem-Aranha”, que estreia em julho de 2021. Travis Knight substituía Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”), que desistiu da produção em agosto. Trachtenberg, por sua vez, tinha substituído Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que deixara o projeto em dezembro passado devido… aos mesmos conflitos de agenda. Antes dele, a adaptação ainda esteve a cargo de David O. Russell (“Trapaça”), Neil Burger (“Divergente”) e Seth Gordon (“Baywatch”), uma variedade ampla de estilos. Este ecletismo se deve à indefinição em relação à própria história do filme. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”) logo que o projeto foi anunciado, e jogada no lixo assim que se mostrou exatamente o que se esperava. Em seguida, a Sony encomendou novo texto ao casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”), que decidiu se focar numa suposta família do protagonista. A ideia também foi descartada após “mudança de direção criativa” – a saída do diretor David O’Russell, que queria escalar Mark Wahlberg no papel principal, Scarlett Johansson como sua irmã e Robert De Niro como o pai da dupla. Fãs do game não gostaram da ideia da “família Uncharted” e isto levou à criação de nova história por Mark Boal (“Operação Fronteira”). Nesta versão, o protagonista estaria em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defenderiam o local. Não rolou. E outro roteiro foi escrito pelo cineasta Joe Carnahan (“A Perseguição”). Entregue há três anos, o roteiro “definitivo” também precisou ser refeito após o produtor Tom Rothman ter a inspiração de fechar com Tom Holland (o Homem-Aranha) para viver o papel principal, encantado com o sucesso de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. As mudanças foram radicais, porque o personagem descrito por Carnahan era um adulto veterano. De fato, fãs do jogo clássico do PlayStation podem ter dificuldades para entender a escalação, já que o protagonista é um arqueólogo de cerca de 30 anos e Holland ainda passa por estudante colegial nos filmes da Marvel. Talvez o plano do estúdio seja adiar o filme indefinidamente, até Holland atingir a idade certa. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake numa caça a relíquias místicas ao redor do mundo. Com Holland a bordo, a Sony desistiu de adaptar os jogos já lançados da franquia. Em vez disso, pretende fazer um prólogo, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor. O roteiro dessa versão foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker, uma dupla que nem sequer tem currículo de roteiristas. Mas não tem problema. Já foi pro lixo. A dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “Homem de Ferro” e “MIB: Homens de Preto – Internacional”) juntou-se a Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”) para assinar o novo roteiro “final”, quando Travis Knight foi contratado. Mas, como houve mudanças na direção, o próximo cineasta pode optar por uma novo “novo roteiro”. Detalhe: todo esse trabalho de pré-produção é pago. Todos os roteiros descartados custaram dinheiro, assim como os contratos de reserva de mercado com os diretores. Esta despesa ainda vai entrar no orçamento final da produção, mas, nesta altura, “Uncharted” já é um dos filmes mais caros jamais feitos. O mais impressionante é que, uma década depois do anúncio de sua produção, ainda não há – óbvio que não há – previsão de estreia.

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    Critics Choice Awards vai homenagear Eddie Murphy por sua carreira

    31 de dezembro de 2019 /

    O ator Eddie Murphy será homenageado na edição deste ano da premiação Critics Choice Awards, com um troféu pelas realizações de sua carreira. Em comunicado, a Critics Choice Association destacou que Murphy é o ator afro-americano de maior sucesso comercial na história de Hollywood e também um dos cinco atores de maior bilheteria do mundo, graças a hits que vão desde o começo dos anos 1980, como “48 Horas” e “Um Tira da Pesada”, até o século 21, como os longas animados da franquia “Shrek”. Atualmente, ele experimenta uma volta por cima consagradora graças à repercussão positiva de seu novo filme, “Meu Nome É Dolemite”, lançado em outubro pela Netflix, que lhe rendeu indicação ao prêmio de Melhor Ator de Comédia no Globo de Ouro 2020. Para completar, sua participação no humorístico “Saturday Night Live”, que aconteceu em 21 de dezembro passado, rendeu a maior audiência do programa em mais de uma década. Murphy será visto a seguir na continuação de uma das comédias mais famosas de sua carreira. “Um Príncipe em Nova York 2” tem lançamento previsto para 17 dezembro de 2020 nos cinemas brasileiros. O Critics Choice Awards 2020 vai acontecer no dia 12 de janeiro em Santa Monica, na Califórnia, com exibição no Brasil pelo canal pago TNT.

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    Hasbro compra estúdio canadense Entertainment One

    31 de dezembro de 2019 /

    A Hasbro, gigante norte-americana de brinquedos, anunciou nesta segunda-feira (30) a compra da produtora canadense Entertainment One pelo valor de US$ 3,8 bilhões. Com isso, a dona das franquias “Transformers” e “G.I. Joe”, e que em 2018 comprou os direitos dos “Power Rangers”, passa a ter um estúdio de cinema e TV para chamar de seu. Um dos maiores sucessos da Entertainment One, mais conhecida pela abreviatura eOne, é outra franquia famosa, a série animada “Peppa Pig”, a porquinha cor-de-rosa que adora pular em poças de lama. A eOne também possui vários outros conteúdos infantis próprios, além de ser parceira de estúdios hollywoodianos em diversos lançamentos, em esquema de coprodução. A lista eclética dos produtos que trazem sua marca incluem as séries “The Walking Dead”, “Peaky Blinders” e “Orange Is the New Black”, e filmes como “Judy”, “Fora de Série”, “Midway”, “La La Land”, “Django Livre”, “Os Oito Odiados” e “De Volta ao Jogo” (John Wick), entre muitos outros. A empresa, porém, não tem direito de propriedade sobre essas marcas, faturando apenas uma fatia de seus negócios. A empresa tem maior controle sobre as séries “The Rookie”, a vindoura “Deputy” e a limitada “Objetos Cortantes”, que produziu diretamente por meio de sua divisão televisiva, eOne Television. O primeiro lançamento da eOne sob controle da Hasbro será a série animada infantil “Ricky Zoom”, sobre uma pequena motocicleta vermelha – descrita como uma “história única com conteúdo altamente comercializável” – , que vai estrear em setembro no canal pago americano Nickelodeon. Além de séries e filmes, a eOne possui direitos musicais sobre lançamentos de algumas gravadoras, como Death Row Records (antigo selo do rapper Dr. Dre), Dualtone Music Group (que conta com o catálogo da banda Lumineers) e da Last Gang Entertainment.

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    Polícia identifica filiado do PSL como suspeito do ataque ao Porta dos Fundos

    31 de dezembro de 2019 /

    A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou um dos responsáveis pelo atentado à bomba contra o grupo Porta dos Fundos. Por meio de monitoramento das câmeras de tráfego, os policiais acompanharam um dos suspeitos e cumpriram na manhã desta terça-feira (31/12) mandados de busca, apreensão e prisão provisória contra Eduardo Fauzi Richard Cerquise. Como ele não foi encontrado em seu endereço residencial, é considerado foragido. Fauzi é dono de estacionamento, presidente da Associação dos Guardadores Autônomos de Veículos São Miguel e filiado ao PSL (partido que elegeu o presidente Jair Bolsonaro) desde 2001, de acordo com informações disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Seu nome foi parar no noticiário carioca pela primeira vez em 2013, quando agrediu o então secretário de Ordem Pública Alex Costa, durante uma operação da Prefeitura para fechar estacionamentos irregulares na região da Zona Portuária do Rio. Ele foi condenado a quatro anos de prisão em fevereiro passado pela agressão, mas cumpria a pena em liberdade. Segundo a Polícia Civil, além desse processo, Fauzi tem mais uma dúzia de registros criminais, acusado de lesão corporação, ameaça, coação no curso do processo, agressão configurada na Lei Maria da Penha (violência contra mulher), desacato e exercício ilegal da profissão. Ele também foi investigado por suspeita de integrar uma “milícia de estacionamentos”, que controla estacionamentos ilegais no Rio. “Monitoramos a rota de chegada e de fuga dos veículos usados na conduta”, explicou o delegado Marco Aurélio Ribeiro, da 10ª DP, sobre como chegou ao suspeito. “A partir desse momento seguimos a trajetória que foi feita do veículo. No momento da conduta eles estavam encapuzados, mas pelas imagens foi possível identificar a fuga a pé de um dos participantes, e nesse momento ele não tinha mais o rosto coberto. Fizemos a rota da fuga a pé e conseguimos identificar imagens do rosto, o local onde ele usou um táxi, o motorista o reconheceu como o autor do delito. As imagens foram submetidas a exame pericial e essa perícia veio positiva”. No endereço do suspeito, um condomínio de classe média alta na Barra da Tijuca, foram apreendidos R$ 119 mil em dinheiro, munição, computadores, um simulacro de arma e uma camisa de entidade “filosófico-política”, segundo a polícia. O delegado disse ainda que investigações continuam com intuito de localizar e identificar os outros autores do crime. “Nenhuma linha de investigação está sendo descartada. Estamos apurando se é um ato isolado ou se há ligação com alguma entidade. As peças periciais estão sendo produzidas.” O atentado à sede do Porta dos Fundos aconteceu após o grupo humorístico retratar Jesus Cristo como gay no Especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, que estreou no dia 3 de dezembro no Netflix. Participaram do ataque quatro homens brancos encapuzados. Três atiraram coquetéis molotov incendiários, enquanto um quarto registrou a ação num celular. Esse vídeo posteriormente foi divulgado num manifesto em que os homens se identificaram como uma célula terrorista, chamada Comando de Insurgência Popular Nacionalista da Grande Família Integralista Brasileira, pregando a revolução armada pela “espada de Deus” contra os “marxistas culturais” do Brasil. Após o vídeo viralizar, a Frente Integralista Brasileira (FIB), organização legalmente constituída, que reúne seguidores da extrema direita do pais em torno de símbolos e ideário associados ao nazi-fascismo, disse em nota que não reconhecia o tal Comando e sugeriu que o vídeo poderia ser “forjado com o fim de incriminar os integralistas”. Levantamentos das atividades pregressas de Eduardo Fauzi Richard Cerquise, porém, contestam essa afirmação. Em setembro de 2018, uma nota no site integralista Notícias do Sigma apresenta o suspeito como presidente da divisão carioca da Frente Integralista Brasileira. O Comando, que reivindicou o ataque, é o mesmo grupo responsável por atacar a UniRio em 2018, quando roubou e queimou bandeiras antifascistas postas em frente à universidade de Direito. No dia 25 de novembro, Fauzi afirmou no Facebook que os responsáveis pelo roubo das bandeiras expostas na universidade eram alunos – e até um docente – da própria instituição. Fauzi também tem ligações com a Associação Cívica e Cultural Arcy Lopes Estrella (ACCALE), batizada com o nome de um integralista histórico, que num post do Facebook afirmou não ter se surpreendido com o atentado, porque “o Porta dos Fundos atacou deliberadamente e de forma calculista os maiores e mais cultuados símbolos sagrados nacionais, entre eles a figura de Jesus Cristo. Ao fazer isso, o Porta dos Fundos se indispôs com milhões de brasileiros”. A ação, que quase resultou na morte do vigia da sede do Porta dos Fundos, aconteceu após os humoristas sofrerem ataques virtuais de militantes da extrema direita, condenações de políticos conservadores, inclusive da família Bolsonaro e de outros integrantes do PFL, pedidos de explicações do Congresso, campanha de boicote de líderes religiosos, repúdio televisivo da rede Record e até processo judicial. Antes do ataque com coquetéis molotov na véspera do Natal, o Porta dos Fundos chegou a ser alvo de sete ações judiciais devido ao Especial. Mas a tentativa de censura foi rejeitada pela Justiça.

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