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  • Filme,  Música

    Christina Aguilera revela música inédita da trilha de Mulan

    6 de março de 2020 /

    A cantora Christina Aguilera disponibilizou nas plataformas sociais e musicais sua mais recente gravação, feita para a trilha sonora do filme de “Mulan”. Trata-se de uma balada chorosa, chamada “Loyal Brave True”, que funde arranjos orquestrais com instrumentos tradicionais chineses. A versão do YouTube é um lyric video, que inclui a letra para ensaiar o karaokê. Veja abaixo. A ligação de Aguilera com “Mulan” vem desde o lançamento do desenho animado original de 1998, época em que sua carreira estava apenas começando, quando cantou a principal música da animação. Para o novo longa, ela também regravou “Reflection”, que concorreu ao Oscar em 1999. “O filme ‘Mulan’ e a música ‘Reflection’ coincidiram com o meu primeiro contrato com gravadora. É sensacional voltar a um filme tão incrível, cheio de poder e significado, e esse significado sustenta o teste do tempo: permanecer fiel a si mesmo, ser quem você é e ensinar como ser destemido. Minha nova música, ‘Loyal Brave True’, representa o bom equilíbrio entre vulnerabilidade e força”, disse a cantora em comunicado. Assim como aconteceu com a música anterior, Aguilera serve apenas como intérprete de “Loyal Brave True”, não tendo participado da composição. A autoria da canção é creditada a Jamie Hartman, Harry Gregson-Williams, Rosi Golan e Billy Crabtree. A trilha sonora de “Mulan” será lançada em 25 de março, na véspera da estreia do remake live-action (estrelado por Liu Yifei), prevista para 26 de março no Brasil e no dia seguinte nos EUA. março. De acordo com a revista Variety, Niki Caro, a diretora de “Mulan”, dirigiu também clipes para as duas músicas de Aguilera, que devem ser divulgados nos próximos dias.

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    Festival SXSW é cancelado nos Estados Unidos devido ao coronavírus

    6 de março de 2020 /

    Os organizadores do Festival SXSW (South by Southwest) anunciaram o cancelamento do evento nesta sexta (6/3). Trata-se do segundo grande festival do audiovisual cancelado em meio à epidemia do coronavírus e o primeiro americano, após o francês MIPTV desistir de realizar sua edição de 2020 na quarta passada. O cancelamento do festival dedicado à tecnologia, ao audiovisual e à música ocorreu por determinação do município de Austin, Texas, onde o evento aconteceria a partir de 13 de março. Mas antes disso, várias empresas, como Apple, Netflix e Amazon, já tinham desistido de participar, esvaziando sua programação. Em sua porção cinematográfica, o festival deveria apresentar a première mundial do brasileiro “Medida Provisória”, primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos. A programação também incluía “The King of Staten Island”, de Judd Apatow (“Ligeiramente Grávidos”), que não filmava há cinco anos, além de novos lançamentos dos cineastas Michael Showalter, Frank Oz, Kevin Willmott, Amy Seimetz e longas dirigidos pelos atores Alex Winter e John Leguizamo. “A situação [do coronavírus] evoluiu rapidamente e nós honramos e respeitamos a decisão da cidade de Austin”, anunciou a organização do evento em comunicado. “Nós estamos comprometidos em fazer a nossa parte para ajudar a proteger nossos funcionários, visitantes e os moradores de Austin.” Atualmente, os organizadores pensam em alternativas para reagendar o SXSW ou permitir que parte da programação planejada seja disponibilizada pela internet. “Nós vamos continuar a trabalhar duro para trazer a vocês os eventos únicos que vocês amam. É verdade que nosso evento de março de 2020 não vai mais acontecer do modo como gostaríamos, mas vamos continuar focados em nossa proposta — ajudar pessoas criativas a alcançarem seus objetivos”, finaliza o comunicado.

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  • Série

    AJ and the Queen: Netflix cancela série criada e estrelada por RuPaul

    6 de março de 2020 /

    A Netflix cancelou a série “AJ and the Queen”, criada e estrelada por RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”), após uma temporada. Como a Netflix nunca fala de seus fracassos, o anúncio foi feito pelo próprio RuPaul em seu Twitter. “Fim do caminho para ‘AJ and the Queen’, já que a Netflix decidiu não estender nossa viagem por toda a América. Obrigado pelo amor e pelo apoio. Estamos muito orgulhosos do trabalho”, escreveu RuPaul. O cancelamento aconteceu cerca de dois meses após a estreia da séria de dez episódios na plataforma de streaming, que aconteceu em 10 de janeiro. Foi a primeira vez que RuPaul protagonizou uma série, depois de inúmeros aparições como convidado em atrações como “Girl Boss” e “Grace & Frankie”, ambas também na Netflix. Uma das drag queens mais famosas do mundo, o apresentador do programa “RuPaul’s Drag Race” dá vida a Ruby Red, uma exuberante drag queen que precisa desistir da aposentadoria, após ter todo o seu dinheiro roubado por um amante, embarcando numa turnê pelos Estados Unidos. Nessa jornada, ele se torna babá relutante de AJ, uma menina órfã de 11 anos, conversadora e descolada, que escolhe Ruby como seu adulto responsável. Este par pouco convencional viaja de cidade em cidade, compartilha uma mensagem de amor e aceitação, além de muito humor ferino. O papel de AJ era vivido por Izzy G. (Izzy Gaspersz), vista no ano passado em outro lançamento da Netflix, o filme “Estrada sem Lei”, e ela realmente tinha 11 anos de idade. Descrita como uma mistura de “Priscilla, A Rainha do Deserto” (1994) e a série “O Toque de um Anjo” (1994–2003), a produção foi criada pelo próprio RuPaul em parceria com o produtor-roteirista Michael Patrick King (criador de “2 Broke Girls”), e contava ainda com a participação de mais de 20 drag queens que participaram em “RuPaul’s Drag Race”, representando as diversas performers que AJ e Ruby encontram ao longo da sua tour. Ente elas, estão diversas das mais populares ex-concorrentes do programa, como Bianca del Rio, Katya, Valentina. Miss Vanjie, Chad Michaels e Latrice Royal. Outra curiosidade era a participação da sumida Tia Carrere, atriz havaiana que fez sucesso nos anos 1990, graças à comédia “Quanto Mais Idiota Melhor” (1992), ao thriller “True Lies” (1994), à série “Caçadora de Relíquias” (Relic Hunters, de 1999) e até ao game “The Daedalus Encounter” (1995).

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  • Filme

    Viúva Negra: Gravação clandestina de Scarlett Johansson pode ter confirmado volta do Homem de Ferro

    6 de março de 2020 /

    A atriz Scarlett Johansson divulgou um vídeo de “Viúva Negra”, supostamente com alguns spoilers da nova produção da Marvel. O vídeo (assista abaixo) foi publicado para apoiar uma instituição de caridade e encaminha o espectador ao site da empresa, com o atrativo de oferecer uma chance de participar da première do longa. A prévia foi gravada pelo celular de Scarlett, que teria resolvido agir de forma clandestina para registrar os segredos da produção. Alerta de spoiler: ela não mostra nada. Em vez de apontar o a câmera para o cenário, deixa o vídeo voltado para si mesma e comenta o que está vendo, entre barulhos de tiros e explosões. Ao cumprimentar um ator que seria bem conhecido, mas não revelado, ela também dá a entender que um famoso herói do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em iglês) fará participação especial no filme – uma participação que está sendo guardada em segredo. Esse comentário só aumenta a especulação sobre a volta de Robert Downey Jr. ao papel de Tony Stark/Homem de Ferro. Vários sites geeks alegam ter ouvido de suas fontes que o ator fará sua despedida do papel no longa-metragem, que, cronologicamente, passa-se antes dos eventos de “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”. A aparição de Stark também ajudaria a explicar como a Viúva Negra retornou aos Vingadores, após trair o governo e o grupo liderado pelo Homem de Ferro para ajudar o Capitão América em “Guerra Civil”. O filme “Viúva Negra” se passa exatamente nesse contexto, após ela se tornar foragida. A trama vai mostrar sua fuga para a Rússia, onde encontra antigos aliados, a quem chama de “família” – os personagens de Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (“As Trapaceiras”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e sua estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Grey’s Anatomy: Fãs se revoltam contra explicação da saída de Alex Karev

    6 de março de 2020 /

    Os fãs de “Grey’s Anatomy” não gostaram nada da explicação para a saída do personagem Alex Karev (vivido por Justin Chambers) da série. O episódio de despedida foi ao ar na noite de quinta (5/3) nos EUA, prometendo mostrar o destino de Karev. E isso foi explicado por meio de cartas, que ele enviou para as pessoas com quem tinha maior proximidade. Junto da despedida, também enviou um pedido de divórcio de sua mulher, Jo (Camilla Luddington). A explicação para o sumiço, considerada ridícula pelos fãs, é que ele reencontrou Izzie Stevens (Katherine Heigl), médica que foi sua namorada e que não aparece em “Grey’s Anatomy” há dez anos. Karev teria descoberto que Izzy engravidou dele e teve dois filhos gêmeos. As crianças foram mostradas para ilustrar o texto, mas nem Chambers nem Heigl participaram da produção do episódio, que utilizou flashbacks. A atriz é persona non grata e Chambers decidiu não renovar seu contrato para continuar na série. Sua última aparição foi ao ar em novembro passado, quando ele optou por voltar para casa para cuidar de sua mãe, após ter ajudado a salvar a carreira de Meredith Grey (Ellen Pompeo). “Queria ter tudo o que sempre desejei sem precisar te machucar no processo. Mas não posso mentir para você. E não posso voltar para casa. Não vou voltar para casa, Jo. Não posso te olhar nos olhos porque não seria capaz de ir embora”, escreveu Karev na carta enviada a Jo. No pedido de divórcio, ele afirma querer deixar tudo para a mulher, incluindo suas ações no Hospital Grey Sloan Memorial, onde trabalhavam. “Sei que o que quer que escolha fazer com elas será incrível, assim como você. Você merece tudo de bom nessa vida, Jo. Espero que encontre algo melhor do que eu”, acrescenta. Karev também escreveu cartas para Meredith Grey (Ellen Pompeo), sua melhor amiga, Miranda Bailey (Chandra Wilson) e Richard Webber (James Pickens Jr.) – os três personagens que, como ele até recentemente, estão na série desde o primeiro episódio. “A questão é: não posso voltar. Não posso te encarar. Mereço ser chamado de babaca, mas não quero me endireitar. Não quero que você me diga a coisa certa. Porque a única coisa perfeita não está em Seattle, não mais”, ele escreveu para Grey. Intitulado “Leave a Light On” (“Deixe uma Luz Acesa”, em tradução literal), o episódio foi considerado “desrespeitoso” e “sem sentido” pelos fãs, em vários posts de protesto nas redes sociais, que lembraram que showrunner Krista Vernoff tem o costume de apelar para reconciliações “mágicas” para explicar a saída de personagens – a estratégia já tinha sido usada para justificar as saídas de April (Sarah Drew) e Arizona (Jessica Capshaw) da série. “Da noite para o dia o Alex se apaixona pela Izzie de novo? Na moral, isso não tem nem sentido”, escreveu um perfil. “Este final não é justo. Karev jamais faria isto, reclamou outro. “Sinceramente, eu preferia ver o Karev morrendo do que ver ele largando a Jo pra ficar com a Izzie”, lamentou mais um. E assim por diante, todos lamentando a forma como Vernoff jogou no lixo a evolução do personagem, que, de mais odiado, se tornou num dos favoritos de “Grey’s Anatomy”. A hashtag #JusticeForKarev acabou entrando nos tópicos mais postados do Twitter.

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  • Etc

    Funcionários de editora protestam contra publicação do livro de memórias de Woody Allen

    6 de março de 2020 /

    Funcionários do grupo editoral americano Hachette promoveram um walk out, um protesto em que deixaram seus escritórios na tarde desta quinta-feira (5/3), manifestando seu desacordo com o anúncio da publicação de um livro de memórias do cineasta Woody Allen. A reação dos funcionários aconteceu após as recentes declarações de Ronan Farrow, filho de Allen, que repudiou o contrato da editora, acusando-a de “falta de ética e de compaixão por vítimas de agressões sexuais”. Allen foi denunciado por abusar da filha Dylan Farrow quando ela era uma criança. O diretor sempre negou e o caso tem bastidores conturbados, pois foi trazido à tona durante a separação do diretor e da atriz Mia Farrow. Em comunicado, a Hachette afirmou que respeita a opinião de seus funcionários e que irá “iniciar uma discussão mais profunda sobre o assunto assim que possível”. Dylan foi ao Twitter agradecer a manifestação de solidariedade. “Obrigada do fundo do meu coração”, ela tuitou. Além dos cerca de 75 funcionários, que abandonaram o trabalho e desceram para frente do prédio da Hachette, vários escritores se manifestaram em apoio ao protesto. Até editoras rivais prestaram solidariedade, numa expressiva condenação pública da reputação – o chamado cancelamento social – de Woody Allen. E à favor da censura. O repúdio contra Woody Allen se deve à uma acusação de abuso sexual que ele teria cometido contra a filha Dylan Farrow nos anos 1990. As acusações foram verificadas por um tribunal de justiça na época, com direito a duas investigações diferentes de seis meses. Ambas concluíram não ter havido abuso sexual. Allen alega que a denúncia é fruto exclusivo de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão do diretor. Dez anos mais velho que Ronan, ele diz se lembrar melhor dos fatos que os irmãos, que eram crianças na época. Dylan, por exemplo, tinha apenas sete anos quando o suposto abuso aconteceu, e Moses, que virou terapeuta de famílias, lembra os fatos de forma muito diferente. Para ele, sua irmã mais nova jamais foi molestada pelo pai, mas isso não a impediu de ter sido uma vítima – da manipulação da mãe, Mia Farrow. Tomando as dores da irmã, Ronan costuma comparar Woody Allen, jamais acusado de abuso ou assédio por nenhuma atriz com quem trabalhou em mais de meio século de carreira, com Harvey Weinstein, denunciado por mais de 100 mulheres e recentemente condenado por crimes sexuais pela justiça de Nova York. Ronan foi um dos responsáveis por essa condenação, ao publicar uma das primeiras reportagens sobre a atividade predadora de Weinstein na revista The New Yorker, que, inclusive, lhe rendeu o prestigioso prêmio Pulitzer e um contrato para livros com o grupo Hachete, que ele decidiu renegar após saber do livro do diretor. O repúdio contra Allen se deve à decisão de Dylan de retomar a acusação de abuso no final de 2017, aproveitando a repercussão da reportagem sobre Weinstein do irmão. No auge do #MeToo, ela fez questão de comparar Allen com Weinstein, e suas denúncias conseguiram criar uma reação de repúdio generalizado contra o diretor, apesar de não trazer nenhum fato novo à tona. Mia Farrow tomou ódio de Allen porque ele a trocou pela filha adotiva dela (mas não dele), Soon-Yi Previn. O diretor e Soon-Yi se casaram e estão juntos até hoje. Mas vale observar que algumas mensagens raivosas, postadas nas redes sociais na quinta (5/6) contra o diretor, aludem ao fato de que uma nova reportagem-denúncia estaria prestes a emergir contra Woody Allen. Pode ser que sim. Entretanto, não seria a primeira vez que fake news viram munição de detratores de Allen, que acusaram até “Um Dia de Chuva em Nova York” de ser uma apologia à pedofilia, antes do mundo poder assistir ao filme. Toda essa polêmica deve alimentar o livro de memórias do cineasta, intitulado “Apropos of Nothing” (a propósito de nada) e descrito como “um relato exaustivo da vida de Woody Allen, pessoal e profissional”. Até segunda ordem, a publicação tem previsão de lançamento para abril nos EUA.

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  • Filme

    Irmãos Russo e casal Obama vão se juntar em produção da Netflix

    6 de março de 2020 /

    Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, vão se juntar ao casal Barack e Michelle Obama para produzir para a adaptação de “Exit West”, livro do paquistanês Mohsin Hamid (autor de “O Relutante Fundamentalista”) sobre a crise de refugiados vindos do Oriente Médio. A trama de “Exit West” mistura realismo e fantasia, ao acompanhar um casal do Oriente Médio, que busca deixar seu país em busca de uma vida menos violenta. Para isso, eles usam três portas mágicas que oferecem diferentes opções de asilo: um campo de refugiados lotado na ilha grega de Mykonos; um quarto privado em uma mansão ocupada por nigerianos em Londres; e um local na Califórnia, nos Estados Unidos. A cada escolha, o relacionamento do casal é testado por suas necessidades para sobreviver e pelos obstáculos culturais que enfrentam. O filme é uma coprodução das empresas AGBO, dos Russo, e Higher Ground, dos Obama, e será lançado pela Netflix. Apesar de seu envolvimento na produção, os Russo não vão dirigir o filme. Eles adquiriram os direitos do livro e escalaram Jessica Goldberg (criadora da série “The Path”) para escrever o roteiro e Yenn Demange (do elogiado “71: Esquecido em Belfast”) para assumir a direção. A produção também está negociações avançadas com o ator Riz Ahmed (“Venom”) para assumir o papel principal. “Exit West” ainda não tem data para entrar em produção ou previsão de lançamento.

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  • Filme

    Janelle Monaé viaja no tempo e lidera rebelião de escravos no primeiro teaser de Escolhida

    5 de março de 2020 /

    A Lionsgate divulgou fotos, pôster e o primeiro teaser de “Escolhida” (Antebellum), um suspense de viagem no tempo, que traz Janelle Monaé (“Estrelas Além do Tempo”) como uma escritora feminista magicamente transportada para a era da escravidão. Na trama, ele vai parar numa plantação de escravos e assume a liderança do grupo, que tenta escapar de uma fazenda do Sul dos EUA. O elenco ainda com Jena Malone (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Gabourey Sidibe (“American Horror Story”), Jack Huston (“Ben-Hur”) e Eric Lange (“Narcos”). O filme marca a estreia da dupla Gerard Bush e Christopher Renz, curtametragistas que também fizeram clipe do rapper Jay-Z, como roteiristas e diretores de longa-metragem. A estreia está marcada para 24 de abril nos Estados Unidos e apenas um mês depois, em 28 de maio, no Brasil.

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  • Série

    Kingdom: Zumbis e luta pelo poder marcam o trailer legendado da 2ª temporada

    5 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Kingdom”, uma série de zumbis passada na Coreia medieval. A prévia mostra os protagonistas cercados por uma horda de mortos-vivos, enfatizando a tensão da trama, ao mesmo tempo em que explora intrigas palacianas e luta pelo poder. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal” – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E cabe ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A série é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, já tinha sido renovada para sua 2ª temporada. A 2ª temporada de “Kingdom” chega ao serviço de streaming em 13 de março.

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  • Série

    Ozark: 3ª temporada ganha trailer tenso

    5 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer tenso da 3ª temporada de “Ozark”. A prévia mostra uma divisão profunda entre Marty Byrde (Jason Bateman) e sua esposa Wendy (Laura Linney), capaz de colocar a vida da família em risco. Já o pôster coloca o protagonista de joelhos e com as mãos amarradas, numa espécie de prisão clandestina. Na série, Marty aparenta ter uma família normal com a mulher e seus dois filhos, que recentemente se mudaram para a região turística americana que batiza a série. Porém, essa vida é sustentada por meio de lavagem de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. O elenco também destaca Julia Garner, que venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante pela atuação na série, como uma criminosa local que se associa a Marty. Ela não é a única premiada pela série. Além de estrelar, Bateman também é produtor e dirige alguns episódios, e venceu o Emmy de Melhor Direção pelo capítulo de estreia da 2ª temporada. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), a série ganha novos episódios em 27 de março.

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    Turnê holográfica de Whitney Houston impressiona e faz grande sucesso no Reino Unido

    5 de março de 2020 /

    A turnê holográfica de Whitney Houston no Reino Unido é um enorme sucesso. Falecida em 2012, a cantora está fazendo sua primeira excursão póstuma, graças à tecnologia que a transforma num avatar de holograma. Desde que “voltou” aos palcos no fim de fevereiro, seus shows estão lotando e levando os fãs ao delírio, e também sinalizando uma nova era para o entretenimento. Chamado de “An Evening with Whitney Houston”, o show holográfico permite que fãs mais novos, que nunca viram Whitney viva, tenham uma experiência bastante próxima à da realidade, apesar da apresentação ser totalmente dublada. Mas a performance é muito bem dirigida, utilizando até conversas de Whitney com o público, extraídas de shows antigos. Ao mesmo tempo em que o avatar da cantora é extremamente realístico, interagindo com dançarinos e banda real no palco, o show não esconde seu aspecto virtual, usando efeitos visuais para registrar suas trocas de figurinos diante do público, de forma a materializar diferentes fases de sua carreira, cada uma representada por um visual característico e completamente diferente – se fosse um show real, isso seria muito difícil, para não dizer impossível. O público não resiste e dança nas canções mais populares da cantora, como “I’m Every Woman” e “I Wanna Dance with Somebody”. Até o site musical (ex-revista) NME elogiou: “Whitney parece perfeita: aquela imagem idealizada, tipo Disney, deixa o público encantado e alguns disseram que ajuda a apagar as memórias da turnê de 2010, quando ela aparecia afetada por drogas”. Veja abaixo alguns vídeos da turnê britânica, que vai chegar em seguida à América do Norte. Será este o futuro dos shows musicais? E, mais importante ainda, quando poderemos ver o show dos Beatles?

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  • Filme

    Jennifer Garner salvou emprego de Ben Affleck, após ator ter recaída e quase ser dispensado do novo filme

    5 de março de 2020 /

    O diretor Gavin O’Connor revelou que Ben Affleck teve uma recaída alcoólica antes de iniciar as filmagens de seu novo drama, “The Way Back”, sobre um técnico alcoólatra de basquete, o que quase fez com que fosse afastado da produção. Mas uma ligação de Jennifer Garner, ex-esposa do ator, foi fundamental para convencê-lo a manter Affleck no papel. “Jennifer Garner me ligou e me disse que quando ele foi para a reabilitação, levou uma bola de basquete com ele. Ela disse: ‘Gavin, ele está perguntando, por favor, não o desligue do filme, ele realmente quer fazer isso'”, lembrou O’Connor, em entrevista para o site da 34th Street Magazine, uma publicação da Universidade da Pensilvânia, nos EUA. Segundo o diretor, Affleck passou por uma semana de desintoxicação antes deles poderem se encontrar para discutir seu destino na produção. “Passamos meio dia juntos e descobrimos uma maneira de fazer com que o trabalho funcionasse para ele, porque o mais importante era que ele precisava se recuperar e precisava colocar sua sobriedade nos trilhos”, relatou. Ben Affleck teve alta da clínica apenas um dia antes das filmagens começarem, “então tivemos um cara muito cru e vulnerável aparecendo no nosso primeiro dia de filmagens”, contou O’Connor. No filme, Affleck interpreta Jack Cunningham, um homem separado da esposa que caiu no alcoolismo e que aceita a proposta de treinar uma equipe de basquete de ensino médio no colégio em que estudou. Não faltam paralelos com a trajetória do ator, como lembrou O’Connor. “Isso ia se tornar a arte imitando a vida, a vida imitando a arte. Todas essas linhas borradas eram muito delicadas, então eu precisava realmente confiar que Ben estaria disposto a fazê-lo”, disse o diretor do filme. “Vê-lo fazer isso (filmar enquanto lutava contra o vício) às vezes era difícil, mas também era eufórico, porque esse é o seu trabalho como ator, é acessar essas emoções e ir a lugares honestos, profundos e verdadeiros. Então, sempre me senti muito bem, apesar de dolorido, porque ele estava fazendo seu trabalho muito bem”, contou. “The Way Back” estreia nesta sexta-feira (6/3) nos Estados Unidos e o desempenho de Affleck está recebendo muitos elogios da crítica americana. O longa atingiu 81% de aprovação no site Rotten Tomatoes basicamente por causa do ator, já que sua história foi considerada convencional. Affleck teria transformado o material banal numa obra transcendente – fazendo os mais velhos lembrarem do desempenho de Dennis Hopper no clássico “Momentos Decisivos” (1986). A previsão é de que o filme chegue no Brasil em 23 de abril.

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    Tom Hanks volta a lutar na 2ª Guerra Mundial no trailer de Greyhound

    5 de março de 2020 /

    A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Greyhound”, filme de batalha naval que traz Tom Hanks de volta aos combates da 2ª Guerra Mundial. A prévia é intensa, com muitas cenas de explosões, ao materializar o duelo de estratégias e torpedos entre uma frota de destroyers americanos e um esquadrão de submarinos alemães. Baseado em romance clássico de C.S. Forester (criador do herói naval Horatio Hornblower), “Greyhound” traz Hanks comandando a frota que enfrenta o inferno no Atlântico para levar as tropas americanas para o front europeu. “A única coisa mais perigosa do que as linhas de frente é a luta para chegar até lá”, ressaltam o trailer e o cartaz. Além de atuar, Hanks assina o roteiro do longa, demonstrando sua assumida predileção por produções do período. O astro, que estrelou o impressionante “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), também coproduziu com Steven Spielberg três séries passadas durante a 2ª Guerra Mundial: “Band of Brothers” e “The Pacific” na HBO, e a vindoura “Masters of the Air” na Apple TV+. “Greyhound” também é o terceiro longa assinado por Hanks, que anteriormente assinou “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (2006) e “Larry Crowne – O Amor Está de Volta” (2011), que ele também dirigiu. Agora, porém, a direção está a cargo de Aaron Schneider, pouco experiente na função (dirigiu apenas “Segredos de um Funeral” em 2009), mas de longa carreira como cinegrafista. O elenco também inclui Stephen Graham (“O Irlandês”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Elisabeth Shue (“The Boys”). Originalmente marcada para 8 de maio, a estreia foi adiada para 12 de junho nos EUA, o que pode alterar a data de lançamento no Brasil – até o momento, ainda marcada para 7 de maio.

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