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  • Etc

    YouTube limita qualidade de vídeos em todo o mundo

    24 de março de 2020 /

    Depois de limitar a qualidade de seus vídeos na Europa, o YouTube informou que a partir desta terça-feira (24/3) está estendendo a redução para todo o mundo, como forma de diminuir a pressão sobre a internet, já o confinamento decretado por vários para conter a propagação do novo coronavírus aumentou drasticamente o consumo de conteúdo online. Em comunicado, o Google, dono do YouTube, afirmou que continua a trabalhar em estreita colaboração com governos e operadoras de rede em escala mundial para fazer sua “parte para minimizar o estresse no sistema durante essa situação sem precedentes”. A partir de agora, os vídeos do YouTube vão abrir na versão SD (standard), mas o consumidor continuará a ter a opção de aumentar manualmente a qualidade dos vídeos para HD (1080p) e 4K. A Amazon e a Netflix, que reduziram a qualidade de seus vídeos na Europa, ainda não estenderam a restrição para o resto do mundo. Na sexta-feira (20/3), a Netflix revelou que já considerava a possibilidade de também no Brasil. “Começamos com a Europa, dadas as preocupações relatadas pelo comissário sobre as redes europeias. Continuaremos a trabalhar com provedores de serviços de Internet e governos de todo o mundo e aplicaremos essas mudanças conforme necessário em outros lugares.” A primeira empresa a tomar essa medida no Brasil foi a Globo. A redução da definição de streaming passou a vigorar na segunda (23/3) no Globoplay, Globosat Plus e outros serviços de vídeo do conglomerado carioca de comunicação e mídia.

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    Kaley Cuoco conta ter desistido de tomar banho e cuidar da aparência na quarentena

    24 de março de 2020 /

    A atriz Kaley Cuoco, a Penny de “The Big Bang Theory”, tem publicado vídeos, fotos e relatos de sua quarentena no Instagram. E, no vídeo mais recente, assumiu que não anda mais preocupada com aparência e nem sequer tem tomado banho. Ela também confessou não saber em que dia da semana está e mostrou sua caneca escrito “fod**”, que considerou apropriada para a situação. “Depois de duas semanas de quarentena … Duas semanas? Eu acho que era apenas uma, mas parecia mais. Bem, até agora eu não tinha pensado nem em procurar a minha maquiagem, e isso significa que eu não me importo com minha aparência. Pessoas, eu acho nem tomei banho ontem”, contou ela. Disse ainda que não feito exercícios. “Não me sento muito inspirada a fazer exercícios sozinha, e isso é bem difícil, porque eu realmente amo as aulas. Mas preciso de pessoas gritando comigo”. E não tem vontade de fazer nada além de beber. Só o que tem ajudado a atravessar o estresse do isolamento são seus animais. A atriz cria cavalos, pois seu marido Karl Cook é cavaleiro, e também tem cachorros. Ela contou que se mudou com o marido para sua casa atual, que é quase uma fazenda, poucas semanas antes da pandemia se alastrar pelos EUA e teve sorte da mudança ter dado certo. Ao mesmo tempo, ela valia que “o distanciamento social é muito importante neste momento”. “No mais, estou passeando com meus cães todos os dias e cuidando dos cavalos”, concluiu, ao encerrar o diário de quarentena. Ver essa foto no Instagram Cook’s in Quarantine Uma publicação compartilhada por Kaley Cuoco (@kaleycuoco) em 22 de Mar, 2020 às 8:28 PDT

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  • Série

    Batwoman estreia no Brasil em abril pela HBO

    24 de março de 2020 /

    A HBO anunciou que vai exibir a série “Batwoman” no Brasil. O canal pago programou a estreia da série da heroína da DC Comics para o dia 17 de abril, às 22h. Com isso, “Batwoman” se torna uma das poucas séries do Arrowverso sem transmissão no Brasil pelo canal pago Warner. Nos EUA, todas as séries derivadas de “Arrow” (que terminou em fevereiro), como “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, são transmitidos pela rede The CW, assim como “Black Lightning” (Raio Negro), integrada nesse universo durante a “Crise nas Infinitas Terras”. Com exceção da última, disponibilizada pela Netflix no Brasil, as demais fazem parte da programação nacional do Warner Channel. A decisão de exibir “Batwoman” na HBO reflete o destino da série nos EUA, que, após passar pela TV, será disponibilizada na HBO Max, vindoura plataforma da WarnerMedia, assim como “Katy Keene” e “Doom Patrol” (Patrulha do Destino), séries baseadas em quadrinhos que também chegaram ao Brasil pelo combo HBO/Cinemax. A diferença é que as séries do Arrowverso fazem parte de um mesmo universo ficcional, frequentemente se cruzando em grandes eventos que atravessam episódios de todas as produções, normalmente exibidos na mesma semana. Foi o que aconteceu, por exemplo, no recente crossover “Crise nas Infinitas Terras”, que o Warner exibiu capenga no Brasil, sem o capítulo de “Batwoman”. Agora, o episódio da heroína chegará à HBO desconectado do começo e do final da história original, fazendo pouco sentido para quem não souber do que se trata. Já renovada para sua 2ª temporada, “Batwoman” tem a terceira maior audiência da CW, atrás apenas de “The Flash” e “Supernatural”, que está em sua reta final, apesar de ataques organizados da extrema direita contra a produção. Alguns blogs geeks de direita chegaram a publicar fake news a respeito do cancelamento da produção por suposta baixa audiência – dias antes da renovação antecipada – , enquanto robôs multiplicam comentários negativos nos sites IMDb e Rotten Tomatoes. O motivo da “polêmica” é que Batwoman é a primeira heroína assumidamente lésbica a ter sua própria série nos EUA. Mais que isso, a personagem é interpretada por uma atriz igualmente assumida, Ruby Rose (de “Megatubarão” e “xXx: Reativado”), e os episódios são comandados pela showrunner lésbica Caroline Dries, que foi roteirista-produtora de “The Vampire Diaries” e “Smallville”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane surgiu 12 anos antes de Barbara Gordon, a Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos derivados. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há três anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão lésbica de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”). Na série “live-action”, Ruby Rose vive Kate Kane, prima de Bruce Wayne que descobre a Batcaverna e o segredo da família, e decide usar seu treinamento militar para virar a versão feminina de Batman, após o misterioso desaparecimento do herói. Um detalhe criativo da trama é que sua arquiinimiga é ninguém menos que sua irmã, tida como morta há anos, que retorna enlouquecida como Alice (Rachel Skarsten, que foi Canário Negro na série “Birds of Prey”), uma vilã obcecada por “Alice no País das Maravilhas”. Outros personagens derivados do universo de Batman que ganham destaque nos episódios são Luke, o filho do empresário Lucius Fox, e, de forma recorrente, Julia, a filha do mordomo Alfred Pennyworth – ex-namorada de Kate – , vividos, respectivamente, por Camrus Johnson (“O Sol Também É uma Estrela”) e Christina Wolfe (“The Royals”). Nos EUA, a série já teve 16 capítulos exibidos em sua temporada de estreia.

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  • Filme

    Warner adia estreia de Mulher-Maravilha 1984

    24 de março de 2020 /

    A Warner Bros. anunciou nesta terça (24/3) o adiamento do filme “Mulher-Maravilha 1984”. Previsto para 4 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, o filme teve sua data alterada em apenas dois meses, com relocação para 14 de agosto no mercado norte-americano. Ainda não há uma nova data oficial para os cinemas nacionais. “Quando aprovamos ‘Mulher-Maravilha 1984’, foi com a intenção de ser visto em tela grande, e estamos animados em anunciar que o filme chegará em agosto”, afirmou Toby Emmerich, presidente da Warner Bros Pictures. “Esperamos que o mundo esteja em um lugar mais seguro e saudável até lá”, completou o executivo, que com essa observação demonstra que a data é uma previsão sujeita a chuvas e trovoadas. Ou seja, o estúdio pode ter que repetir esse anúncio, após ser muito otimista em sua expectativa de reabertura dos cinemas. Além de “Mulher-Maravilha 1984”, a Warner também adiou as estreias da animação “Scooby! O Filme”, originalmente marcada para maio, do musical “Em um Bairro de Nova York”, agendado para junho nos cinemas americanos e do terror “Malignant”, que – atenção! – estrearia justamente em 14 de agosto na América do Norte. Pode ter havido uma simples troca de lugar com o filme da super-heroína. Estes três filmes não ganharam nova data de lançamento.

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    Juan Padrón (1947 – 2020)

    24 de março de 2020 /

    O quadrinista e diretor de animação Juan Padrón morreu nesta terça-feira (24/3) em Havana, aos 73 anos. Considerado o pai da animação cubana, Padrón estava internado em uma unidade de terapia intensiva por conta de problemas pulmonares, segundo a imprensa local. Padrón foi o criador das animações de Elpidio Valdés, personagem inspirado na luta pela independência cubana no século 19, que se tornou um sucesso nacional em filmes e animações para a TV. Ele dirigiu o primeiro curta do personagem, “Una aventura de Elpidio Valdés”, em 1974, que abriu caminho para o longa “Elpidio Valdés” cinco anos depois. Também assinou o longa de animação “Vampiros em Havana!” (1985), que ganhou continuação em 2003, e desenvolveu uma frutífera parceria com o quadrinista argentino Quino em torno da célebre personagem Mafalda, que rendeu uma centena de curtas da jovem inconformista e o longa “Mafalda” (1993). Além de suas famosas animações, Padrón era conhecido por publicar cartuns em jornais de todo mundo. Foi professor titular da Universidade das Artes, em Havana, e integrou júris de festivais internacionais como Annecy (França), Ottawa (Canadá) e Cine Fantástico Imagfic (Espanha). Em seu perfil no Facebook, o cineasta Ian Padrón, filho de Juan, agradeceu aos médicos, amigos e admiradores pelo carinho durante os dias em que se pai esteve internado. “Papai, sei que iria dizer ‘Não fique tão sério’ e você tem razão. Nos lembraremos de você sempre como o ser humano mais simpático, humilde e genial que conhecemos em nossas vidas. Obrigado por ‘Elpidio Valdés’, por ‘Vampiros em Havana’ e sobretudo por ser um pai e marido tão nobre e amoroso”, escreveu.

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    Albert Uderzo (1927 – 2020)

    24 de março de 2020 /

    O desenhista Albert Uderzo, criador de Asterix e Obelix ao lado de René Goscinny morreu nesta terça-feira (24/3), aos 92 anos, de ataque cardíaco. “Albert Uderzo morreu enquanto dormia em sua residência de Neuilly (nas proximidades de Paris) vítima de um ataque cardíaco, sem relação com o coronavírus. Estava muito cansado há várias semanas”, afirmou à AFP seu genro, Bernard de Choisy. Considerado o Walt Disney francês, Albert Uderzo era descendente de italianos e nasceu na pequena cidade de Fismes em 25 de abril de 1927. Quando tinha dois anos, a família se mudou para um subúrbio de Paris. E foi na capital francesa que encontrou seu grande parceiro René Goscinny, filho de um polonês e uma ucraniana, em 1951. Juntos, o desenhista e o roteirista criaram vários personagens icônicos, como o Oumpah-pah, mas nenhum fez tanto sucesso quanto o galês Asterix, herói que virou símbolo da identidade francesa. Uderzo desenhou os primeiros quadrinhos de Asterix em 1959, publicados em capítulos na revista “Pilote”. A primeira história completa, “Asterix, o Gaulês”, foi coletada num álbum em 1961, revelando a premissa que se manteria inalterada desde então. Na trama, Asterix é um baixinho bigodudo morador de um pequena aldeia na Gália, região da antiguidade que viraria a França e que resistia à ocupação romana em 50 a.C. A resistência ao poderio do império só era possível graças a uma poção mágica feita pelo druida Panoramix, que concedia superforça aos aldeões. Ao tomarem a poção, os gauleses se provam os piores inimigos de César. Menos o grandalhão barrigudo Obelix, que não pode bebê-la, porque caiu no caldeirão mágico quando criança e se tornou superforte o tempo inteiro. Apesar do protagonismo do baixinho, Uderzo não escondia que Obelix, o gorducho escudeiro do galês, era seu personagem favorito das histórias. A popularidade dos heróis gauleses se manteve irredutível ao longo dos anos, acumulando a venda de 370 milhões de exemplares de suas aventuras em todo o mundo, traduzidas para 111 idiomas e dialetos. Assim como Walt Disney, Uderzo e Goscinny conseguiram expandir o universo de suas criações para além das páginas dos quadrinhos. Ao todo, Asterix ganhou dez animações cinematográficas, a primeira em 1967 e a mais recente em 2018. Uderzo codirigiu dois dos filmes, “Asterix e Cleópatra” (1968) e “Os 12 Trabalhos de Asterix” (1976). O personagem também foi adaptado em quatro filmes live-action a partir de 1999, numa franquia iniciada com “Asterix e Obelix contra César”. Nos quatro filmes, Gérard Depardieu viveu Obelix. E, como a Disneylândia, o personagem francês ganhou um parque temático, inaugurado em 1989 em Plailly, nos arredores de Paris. Uderzo publicou 24 álbuns com Goscinny, que morreu em 1977 aos 51 anos, e, durante algum tempo, considerou encerrar a produção de novas histórias de Asterix sem a parceria do amigo, até mudar de ideia em 1980. Depois de assinar sozinho dez álbuns e completar 50 anos à frente do personagem, ele passou a permitir que outros autores, mais jovens, assumissem Asterix em 2011, mas sempre sob sua supervisão.

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    Itália projeta filmes clássicos em prédios para aliviar isolamento forçado

    23 de março de 2020 /

    A população da Itália encontrou uma nova forma de utilizar a cultura para aliviar o isolamento forçado durante a pandemia de coronavírus que assola o país. Após emocionar o mundo com seus cantores e músicos de janela, os italianos começaram agora a projetar filmes clássicos nas paredes dos prédios. A iniciativa foi promovida por Fabia Bettini e Gianluca Giannelli, diretores do Alice nella Città, uma mostra independente e paralela do Festival de Roma, destinada ao público mais jovem. A dupla começou a projetar cenas de filmes de suas casas em Roma e convidaram outras pessoas a seguir o exemplo. Logo, os prédios da capital italiana foram tomados por projeções cinematográficas. Pessoas em Pisa, Turim e Palermo aprovaram a ideia e também começaram a projetar trechos de clássicos todas as noites, segundo os organizadores da mostra. Num acordo estimulado por Bettini e Giannelli, cada projeção começa às 22h, horário local, para que as pessoas possam “dormir com um coração mais leve após esses dias cansativos, graças ao compartilhamento de um momento dedicado a assistir cenas dos filmes que mais amamos”. Alguns dos filmes utilizados nas projeções foram “Sociedade dos Poetas Mortos”, “Billy Elliot”, “Cinema Paradiso”, “La Dolce Vita”, “Asas do Desejo”, “Milagre em Milão”, “O Grande Ditador” e a animação “Os Aristogatas”. Vários vídeos do fenômeno surgiram na internet, ganhando endosso de celebridades da indústria cinematográfica, como a atriz espanhola Penélope Cruz, que postou um vídeo do evento em seu Instagram, com a legenda “Mandando mucho amor”. A Itália é o país mais afetado pela pandemia. Na semana passada, seu número de mortos ultrapassou o da China, superando as 5.476 fatalidades, com 59.138 casos confirmados. O país está completamente trancado, e as pessoas têm permissão para sair de casa apenas por razões essenciais. Ver essa foto no Instagram Mandando mucho amor ❤️ Sending so much love Uma publicação compartilhada por Penélope Cruz (@penelopecruzoficial) em 23 de Mar, 2020 às 4:25 PDT Ver essa foto no Instagram Buonanotte da me e lui #Cinemadacasa Uma publicação compartilhada por Fabia Bettini (@fabiabettini) em 23 de Mar, 2020 às 4:09 PDT

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  • Filme

    China reabriu mais de 500 cinemas no fim de semana

    23 de março de 2020 /

    Os cinemas da China voltaram a funcionar no último fim de semana, com a reabertura de 507 estabelecimentos cinematográficos, segundo informações locais. O número representa apenas 4,5% do parque exibidor chinês, mas a expectativa é que mais salas sejam abertas no próximo fim de semana, conforme a crise sanitária demonstra ter sido controlada no país. A retomada acontece no momento em que o resto do mundo decreta o fechamento de suas salas. Nesta segunda (23/3), a Austrália se tornou o último grande mercado a fechar seus cinemas. A reabertura chinesa vai acontecer de forma gradual, com a exibição de antigos sucessos locais, como “Terra à Deriva” e “Upa – Meu Monstro Favorito”, e blockbusters estrangeiros como os títulos da franquia “Harry Potter”. O perfil da Warner no Weibo, rede social popular na China, chegou a anunciar que o primeiro capítulo da saga criada por J.K. Rowling voltaria às telas chinesas para sinalizar que a crise acabou. Ou, como disse o estúdio, que “a magia está voltando!”. Para compensar o período de fechamento, os exibidores estão ficando com 100% da receita das bilheterias em sua reabertura, em vez de devolver parte dela aos estúdios e distribuidoras. Num segundo momento, os cinemas chineses ainda terão estreias dos filmes estrangeiros que ficaram inéditos no país durante a crise, como “1917”, “Ford vs. Ferrari”, “Dolittle”, “Jojo Rabbit”, “Sonic: O Filme” e “Bad Boys Para Sempre”. Mas não há planos para lançar exclusivamente no território chinês os filmes que foram adiadas em outros países, como “Mulan”, “Viúva Negra”, “Um Lugar Silencioso 2” e “Espiral: O Legado de Jogos Mortais”. Houve apenas 39 novos casos de covid-19 no domingo, informou a Comissão Nacional de Saúde da China. E cada um foi importado para o continente (em vez de ter sido transmitido entre moradores país). O número total de casos confirmados na China chegou a 81.093, com 3.270 mortes.

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  • Filme

    Sony antecipa lançamento de Bad Boys para Sempre em formato digital

    23 de março de 2020 /

    A Sony resolveu antecipar o lançamento de “Bad Boys para Sempre” nas plataformas digitais. O blockbuster estrelado por Will Smith e Martin Lawrence será lançado na próxima terça (31/3) nos serviços de VOD dos EUA. Com o fechamento das salas das grandes redes, os estúdios começaram a lançar os filmes que estavam em cartaz diretamente na internet. Além do sucesso da Sony, vários blockbusters recentes estão na lista programada para distribuição digital. “O Homem-Invisível” chegou ao VOD na semana passada nos EUA – mas não no Brasil – , “Bloodshot” estará disponível na terça (24/3) e “Dois Irmãos” na próxima semana. “Bad Boys para Sempre” estreou no dia 17 de janeiro nos cinemas norte-americanos (30/1 no Brasil) e rendeu US$ 419 milhões em bilheteria mundial, o suficiente para o estúdio oficializar a produção de mais uma sequência. Considerado o melhor exemplar da trilogia “Bad Boys”, iniciada em 1995, atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. No filme, Smith e Martin retomam os papéis de Mike Lowrey e Marcus Burnett, que viveram nos dois filmes anteriores – o primeiro, de 1995, lançou Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema. Mas enquanto Smith se manteve em forma e ainda segue carreira como astro de ação, o sumido Lawrence ganhou alguns quilos e ressurge fora de forma para o papel. Esta discrepância foi incorporada na trama, que traz Burnett pensando em se aposentar, enquanto Lowrey tenta convencê-lo a apoiá-lo numa perigosa investigação final. O terceiro “Bad Boys” também inclui em seu elenco os atores Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”), Alexander Ludwig (o Bjorn de “Vikings”), Charles Melton (o Reggie de “Riverdale”) e a mexicana Paola Nuñez (“The Son”), além dos músicos DJ Khaled e Nicky Jam. A direção é da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah, mais conhecidos por seu trabalho na série “Snowfall”. Confira abaixo o trailer oficial de “Bad Boys para Sempre”.

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  • Filme

    Dois Irmãos lidera bilheterias com exibições em drive-ins nos EUA

    23 de março de 2020 /

    Com a maioria dos cinemas fechados em todo o mundo, as bilheterias deveriam retornar com valores zerados ou próximos do zero no último fim de semana. Mas não foi isso que aconteceu. De forma surpreendente, os cinemas drive-ins passaram a liderar a arrecadação dos filmes na América do Norte. Mania dos anos 1950, os drive-ins chegaram a ser considerados extintos no século 21. Mas os exemplares remanescentes se tornaram os cinemas mais viáveis para enfrentar a crise sanitária mundial, graças ao fato de seus frequentadores não precisarem sair de seus carros para apreciar aos filmes. Embora restem poucos cines drive-ins em atividade, eles são responsáveis pela principal fatia da bilheteria do fim de semana nos EUA, junto da arrecadação de alguns pequenos cinemas do interior dos EUA. Entretanto, como são poucos locais abertos, a lista de filmes em exibição se resume a apenas quatro títulos. A animação “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”, da Pixar, foi o filme mais visto desse circuito alternativo, rendendo US$ 71 mil em 135 locais espalhados pelos EUA. Em 2º lugar, ficou o terror “O Homem Invisível”, com US$ 64 mil, seguido por “Bloodshot”, com US$ 52 mil, e “O Chamado da Floresta”, com US$ 46,5 mil. Entre os 30 locais que mais arrecadaram, 25 são drive-ins. Com o fechamento das salas das grandes redes, os estúdios começaram a lançar os filmes que estavam em cartaz diretamente na internet. Três dos quatro filmes ainda exibidos pelos drive-ins estão na lista programada para distribuição digital. “O Homem-Invisível” chegou ao VOD na semana passada nos EUA – mas não no Brasil – , “Bloodshot” estará disponível na terça (24/3) e “Dois Irmãos” na próxima semana. Enquanto isso, a China começou a abrir gradualmente seus cinemas. 507 estabelecimentos cinematográficos foram liberados no fim de semana e há a expectativa de mais telas no próximo, com a retomada dos lançamentos no país.

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  • Música

    The Weeknd lanças novos clipes inspirados por sci-fi e terror slasher

    23 de março de 2020 /

    O cantor The Weeknd divulgou uma trilogia de vídeos extraídos de seu novo álbum “After Hours”, em clima de sci-fi paranormal e terror slasher. A história começa por “Blinding Lights”, embarca num curta-metragem e se encerra com “In Your Eyes”, todos dirigidos por Anton Tammi. Se o primeiro traz o cantor levitando pelos poderes mutantes de uma japonesa, o último traz o artista em perseguição a uma vítima com uma faca em punho, sem perceber a jovem em fuga é a “final girl”, aquela que sobrevive e mata o monstro. Ele literalmente perde a cabeça na conclusão da história. Com sintetizadores e batidas retrôs, as músicas evocam a época das sci-fis e terrores baratos de VHS. Quarto disco do cantor canadense, “After Hours” foi lançado na sexta (20/3) com 14 faixas e colaborações de Kevin Parker (da banda australiana Tame Impala), Max Martin (lendário produtor dos anos 1990), Oneohtrix Point Never e Metro Boomin. Veja abaixo os vídeos com as novas músicas de The Weeknd.

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  • Filme

    Os Irmãos Willoughbys: Animação baseada em best-seller infantil ganha trailer dublado em português

    23 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer dublado da animação “Os Irmãos Willoughbys”, adaptação do best-seller infantil “The Willoughbys”, de Lois Lowry, em que crianças tentam se livrar dos pais. As crianças do título têm a intenção de enviar seus pais para “férias” distantes – de preferência, perigosas. O motivo? Os pais não se interessam pelos filhos, apenas por si mesmos. Mas a conquista da liberdade dura pouco, já que as crianças passam a ser perseguidos por funcionários de uma instituição governamental destinada a “corrigir” a situação de menores sem pais. O elenco de dublagem original conta com vários astros conhecidos, como Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Maya Rudolph (“The Good Place”), Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”), Martin Short (“Vício Inerente”), Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Ricky Gervais (“After Life”) e a cantora Alessia Cara. A direção é de Kris Pearn (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”), Cory Evans (animador de “Os Oblongs”) e Mark Stanleigh (artista de “Thomas e seus Amigos”), e a estreia em streaming vai acontecer no dia 22 de abril. Veja embaixo duas versões da prévia, dublada em português e com as vozes originais.

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  • Música,  Série

    Música do Castelo Rá-Tim-Bum vira hit dos tempos de coronavírus

    23 de março de 2020 /

    Uma velha música do programa infantil “Castelo Rá-Tim-Bum”, da TV Cultura, virou o grande hit dos tempos do coronavírus. A música “Lavar as Mãos”, que ensina a importância da higiene contra doenças, multiplicou-se em versões na internet nos últimos dias. O exemplo mais recente surgiu nesta segunda-feira (23/3), uma versão remix do DJ Pedro Sampaio, autor de “Sentadão”, que ganhou até clipe, em que diversas pessoas, principalmente crianças, mães e profissionais de saúde, aparecem lavando as mãos. “A música passa exatamente a mensagem que queremos transmitir nesse momento. Cuide-se e estará cuidando do próximo! Lavem as mãos, não saiam de casa. Tudo isso vai passar”, escreveu o DJ sobre o vídeo no YouTube. Composta em 1995 pelo músico Arnaldo Antunes, especialmente para o “Castelo Rá-Tim-Bum”, “Lavar as Mãos” marcou época muitos antes da internet de banda larga possibilitar o compartilhamento de vídeos. O próprio Antunes lembrou do hit, postando um vídeo no YouTube e nas redes sociais em que aparece lavando as mãos e cantando a canção. A música já tinha ganhado uma versão da dupla Palavra Cantada, formada por Paulo Tatit e Sandra Peres, e os dois também repostaram seu clipe animado de 2014 há 10 dias no Instagram, protagonizado pelos personagens Pauleco e Sandreca, para resgatar o tema. Veja abaixo os clipes com a gravação original da música e as novas versões. Ver essa foto no Instagram Oi gente, essa canção foi composta por @arnaldo_antunes nos anos 90 para o Castelo Rá-Tim-Bum. Vejam que lavar as mãos é sempre necessário🖐🏻😉🦠 . . . #palavracantada Uma publicação compartilhada por Palavra Cantada (@palavracantada) em 13 de Mar, 2020 às 6:47 PDT

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