Após desaparecimento, Naya Rivera é considerada morta pela polícia
A atriz Naya Rivera, que estrelou a série “Glee”, já está sendo considerada morta por afogamento, após desaparecer num lago próximo a Los Angeles. “Presumimos que ocorreu um acidente e presumimos que ela se afogou no lago”, disse o vice-xerife Chris Dyer em uma entrevista coletiva na tarde de quinta-feira (9/7). “O objetivo ainda é levar a srta. Rivera para casa, para sua família”, disse ele. Rivera está desaparecida desde quarta, após alugar um barco no pontão no lago Piru para passear com seu filho de quatro anos. O menino foi encontrado sozinho no barco vestindo um colete salva-vidas, ao lado de uma identificação da atriz. Segundo a emissora KNBC, a criança disse aos investigadores que estava nadando com a mãe, mas que ela não voltou ao barco. As autoridades iniciaram uma busca de barco e helicóptero na mesma tarde, mas até o fim de quinta-feira o corpo da atriz de 33 anos ainda não havia sido encontrado. Cerca de 100 voluntários e a equipe de segurança pública do Gabinete do Xerife do Condado de Ventura, da Guarda Costeira dos EUA e mergulhadores profissionais de Los Angeles e dos condados de San Luis Obispo e Tulare estão envolvidos na busca por Rivera. As autoridades disseram que não há indícios de atividade criminosa, mas que ainda era muito cedo para dizer o que aconteceu, ou quanto tempo levará até que o corpo de Rivera seja encontrado. “Se o corpo estiver enroscado em alguma coisa embaixo da água, ele pode nunca emergir”, afirmou o sargento Kevin Donoghue na coletiva. “É uma tragédia terrível para eles todos”, acrescentou, oferecendo condolências à família da atriz. As autoridades informaram que é permitido nadar no local, porque não há correntes de água que ofereçam perigo. No entanto, o lago tem diversas árvores e raízes submersas, que podem causar acidentes. Rivera ficou conhecida pelo papel de Santana Lopez, uma líder de torcida na comédia musical “Glee” que foi ao ar entre 2009 a 2015. A atriz apareceu em 113 episódios da série e namorou a co-estrela Mark Salling, que se suicidou em 2018 depois de se declarar culpado em processo envolvendo pornografia infantil. O filho da atriz é fruto de um casamento com o ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”). O casal finalizou o divórcio em junho de 2018, após quase quatro anos. Atualmente, ela fazia parte do elenco de outra série musical, “Step Up: High Water”, derivada da franquia cinematográfica “Ela Dança, Eu Danço”, renovada para sua 3ª temporada no YouTube Premium.
Better Things é renovada para 5ª temporada
O canal pago americano FX anunciou a renovação da série de comédia “Better Things” para sua 5ª temporada. Além disso, a criadora e estrela da série, Pamela Adlon, fechou um acordo de produção para desenvolver novos projetos para o canal. Apesar de não ter grande audiência, trata-se de uma atração queridinha da crítica, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A temporada mais recente, encerrada em abril passado, atingiu 100% de comentários positivos. Mesmo assim, a série correu risco de ser cancelada no final de 2017, após o escândalo sexual de Louis C.K., co-criador e produtor original da atração. Ele foi demitido de todas as produções que comandava no FX, mas, contrariando expectativas, “Better Things” conseguiu sobreviver. Em “Better Things”, Pamela Adlon vive uma atriz divorciada, que tenta criar suas três filhas. A série também a única protagonizada por uma mulher na programação do FX. “Estamos realmente honrados em trabalhar com Pamela”, disse o presidente da FX Entertainment, Eric Schrier, no comunicado da renovação. “Ela é uma das artistas mais talentosas do ramo, o que pode ser exemplificado por seu trabalho como produtora, showrunner, atriz, roteirista e diretora. A temporada mais recente de ‘Better Things’ foi a melhor de todas e estamos entusiasmados com o que virá na 5ª temporada, bem como em todos os projetos futuros em que estamos trabalhando juntos”.
Ramy: Série de comédia é renovada para 3ª temporada
A plataforma Hulu renovou a série “Ramy” para sua 3ª temporada. Considerada uma das melhores surpresas do ano passado, a série de comédia encerrou seu segundo ano em maio. Criada e estrelada pelo comediante Ramy Yousseff, que se inspirou em sua vida para desenvolver a atração, “Ramy” segue o personagem-título, filho de imigrantes egípcios, que atravessa uma jornada espiritual num bairro politicamente dividido de Nova Jersey. A série explora como é ser muçulmano nos Estados Unidos atuais, mostrando o protagonista tentando se equilibrar entre uma comunidade religiosa que acredita que a vida é um teste moral e a descrença de sua geração, que acha que a vida não tem consequências. Ramy Youssef compartilha os textos e a produção da série com Ari Katcher (criador de “The Carmichael Show”) e o estreante Ryan Welch. A lista de produtores também inclui o comediante Jerrod Carmichael (o Carmichael do “The Carmichael Show”) e o estúdio indie A24. As duas primeiras temporadas da série tem 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes.
Cenas de um Casamento: Clássico de Bergman vai virar série com Oscar Issac
A HBO vai produzir um remake de “Cenas de um Casamento”, obra-prima de Ingmar Bergman. Originalmente uma minissérie de 1973, a atração voltará a seu formato inicial numa nova minissérie estrelada por Oscar Issac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). A atriz Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) está cotada para completar o casal. A história explora a desintegração do casamento entre Marianne, uma advogada de família especializada em divórcio, e Johan, durante um período de 10 anos. A trama foi inspirada nas próprias experiências de Bergman, incluindo seu relacionamento com a atriz Liv Ullmann, que estrelou a produção original – filmada com um orçamento pequeno em Estocolmo e Fårö em 1972. Depois de ser exibida na TV sueca em seis partes, a minissérie foi condensada em uma versão para o cinema (de 2h49 minutos!) em 1974 e venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A obra influenciou cineastas como Woody Allen e Richard Linklater, e ainda foi apontada como responsável pelo aumento na taxa de divórcios na Suécia durante sua exibição. “Cenas de um Casamento” também foi adaptado para o teatro e recebeu uma continuação, “Saraband”, em 2003, que se tornou o último longa de Bergman. A adaptação está a cargo do israelense Hagai Levi, o criador das séries “The Affair” e “Em Terapia”. Ele vai escrever e dirigir os episódios. Não há previsão para a estreia.
The Crown terá um ano a mais com anúncio da 6ª temporada
A Netflix anunciou nesta quinta (9/7) que a série britânica “The Crown”, sobre o reinado da Rainha Elizabeth II, ganhará uma 6ª temporada. O anúncio foi feito por meio do perfil da plataforma para o Reino Unido e a Irlanda no Twitter. Na publicação, a Netflix disse que a atração teria “a sexta (e última)” temporada”. A extensão da série foi acompanhada por um pronunciamento de seu criador. “Quando começamos a discutir as histórias da quinta temporada, logo ficou claro que, para fazer justiça à riqueza e complexidade da história, deveríamos voltar ao plano original e fazer uma 6ª temporada”, disse Peter Morgan, no tuíte da Netflix. Morgan sempre planejou fazer seis temporadas, trocando os intérpretes principais a cada dois anos. Por isso, o anúncio de janeiro passado sobre o fim da série em seu quinto ano surpreendeu muita gente. Na ocasião, ele também deu a entender que a decisão de encurtar a trama tinha sido sua iniciativa. “Inicialmente, eu planejei ‘The Crown’ para seis temporadas, mas agora que estamos começando a pensar nas histórias do quinto ano ficou claro que este é o momento perfeito para finalizar a história”, escreveu há seis meses. Apurações de bastidores, porém, sugerem que a decisão de encerrar a série antes do previsto teria sido da Netflix. Morgan deve ter conseguido convencer a plataforma a voltar atrás e seguir seu plano original. A série teve duas temporadas premiadíssimas estreladas por Claire Foy, já exibiu a 3ª e tem a 4ª pronta para ser lançada com Olivia Colman no papel principal. Assim que houver liberação para as gravações, serão realizadas a 5ª e a 6ª temporadas, com Imelda Stauton como Elizabeth II. “Então, para resumir: teremos mais uma temporada com a rainha Olivia Colman, antes que ela passe a coroa para Imelda Staunton”, conclui a Netflix. A 4ª temporada vai se passar nos anos 1980 e introduzir a Princesa Diana. Seguindo a tendência de apresentar uma década a cada temporada, os próximos capítulos deverão apresentar os anos 1990 e 2000. Mas o final pode ser alterado para incluir Meghan Markle – afinal, seria um argumento capaz de justificar a extensão da produção.
Processo de Johnny Depp contra jornal traz à tona novas fotos de drogas e supostas agressões
O processo movido por Johnny Depp contra o jornal britânico The Sun por difamação, devido a um artigo de abril de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, continua a trazer à tona detalhes da vida privada do ator, que, por sua vez, alimentam novas publicações sensacionalistas. Nada disso pode ser considerado surpresa. Consumo de drogas até cair, cabeçada na cara da esposa, cabelos arrancados, ameaças de morte violenta à pets e acusação de estupro contra o colega James Franco são as últimas revelações feitas no tribunal de Londres, em que a defesa da publicação explora ao máximo o esforço voluntário de autodestruição de Depp. Em sua cobertura exclusiva do julgamento, como parte no processo, o jornal britânico publicou fotos em que Depp aparece passando mal após excessos de álcool e drogas, imagens de um café da manhã regado a cocaína, uísque e vinho, novos selfies de Amber Heard machucada após discussões e registros da destruição supostamente causada por Depp em sua casa após brigas e na propriedade que casal ocupou na Austrália durante as filmagens de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” (2017). Uma das fotos mostra uma mesa de café da manhã com tabaco, uísque, quatro carreiras de cocaína e um CD de Keith Richards, guitarrista dos Rolling Stones, com quem Depp trabalhou na franquia “Piratas do Caribe”. Na época, o ator filmaria um documentário sobre os Stones, que nunca saiu do papel. Em outra imagem, o ator é visto dormindo no chão, supostamente após desmaiar pelo consumo de drogas e álcool. Amber Heard afirma que Depp sequer conseguia ir ao trabalho e uma vez tentou acordá-lo por quatro horas para que fosse ao set de filmagens. De acordo com o Sun, a atriz também contou que os pets do casal foram vítimas dessa rotina desregrada. Um deles acabou comendo parte da maconha que Depp guardava. Outro, o yorkshire Pistol, foi segurado com a cabeça para fora da janela do carro, enquanto o ator estava alcoolizado. Depp também teria ameaçado, segundo a defesa, colocar o cãozinho no microondas para matá-lo. O nome do ator James Franco foi envolvido no processo com a revelação de uma discussão em 2014. Depp teria usado termos chulos contra Heard, acusando-a de gostar de transar com o “estuprador” James Franco. Heard e Franco trabalharam juntos no filme “Segurando as Pontas”. Nesta época, Depp teria atacado a atriz com cubos de gelo e chutado uma cadeira em sua direção, num dos episódios de violência doméstica que motivaram o artigo do Sun. A advogada Sasha Wass, representante do jornal no processo, questionou os motivos de Depp para chamar Franco de “estuprador”. “Você estava com uma raiva cega, querendo saber como ela gostava de Franco. Estava tão bravo que deu um tapa nela nesta discussão”, acusou ela, durante interrogatório do ator. Depp negou a agressão e afirmou que só se referiu a ele como estuprador porque Heard tinha mencionado que ele se insinuou sobre ela. “Foi uma palavra que me veio à cabeça quando ela descreveu essa situação para mim. Ela disse que ele se inclinou sobre ela, dizendo que iria beijá-la e que teve de correr para evitar seus avanços”, alegou o ator. “Se eu usei a palavra estuprador, foi porque ela a usou.” Pressionado, Depp teria caído em contradição, segundo a cobertura do jornal. Após negar ter agredido sua ex-esposa, ele acabou admitindo que “acidentalmente” a atingiu entre os olhos. Isto aconteceu depois que a advogada revelou o áudio de uma discussão em que Depp diz: “Eu te dei uma cabeçada a p*** da sua testa. Isso não quebra um nariz”. Ao se explicar, Depp disse que tentou “agarrar” os braços da ex-esposa para “controlar a violência” e “impedi-la de me bater e me dar um soco”. Ele disse ao tribunal: “Não houve cabeçada intencional”. Outras revelações bombásticas publicadas pelo The Sun nesta quinta (9/7) incluem declarações e imagens de Heard que revelam cabelos arrancados pelo ator numa briga e marcas de agressão. Além da cabeçada, ela alega ter sido estrangulada e empurrada sobre uma mesa de pingue-pongue, entre outros episódios de violência em sua casa em Los Angeles e na Austrália. Fotos da destruição causada por acessos de fúria também foram apresentadas. A advogada do jornal também questionou uma série de mensagens de texto trocadas entre Depp e o ator Paul Bettany, em que ele chama Heard de bruxa, confessando que gostaria de “queimar” e “afogar” a ex-esposa, entre outros detalhes macabros e de mau gosto. “Vamos queimar Amber”, diz uma mensagem datada de 6 de novembro de 2013. “Depois f**** seu corpo queimado”. Questionado sobre se considerava sua ex-esposa uma “bruxa” por tentar impedir que se drogasse ou bebesse até cair, ele admitiu queixas contra Heard por conta disso. “Ela não gostava que eu usasse álcool e drogas, porque tinha uma ideia delirante de que isso me tornava num… dito monstro”, o ator afirmou. Por essas e outras situações pouco engrandecedoras, o diário britânico tem feito a festa com o processo. Vale considerar que o ônus da prova cabe à publicação, que precisa demonstrar porque não cometeu difamação ao chamar Depp de “espancador de esposa”. Segundo o veículo de imprensa, o artigo não é difamatório porque é verdadeiro. Foi Depp quem estendeu o tapete vermelho para a imprensa sensacionalista transformar os detalhes privados de sua vida em uma série de reportagens. Ao decidir processar o Sun, voluntariou-se a testemunhar sobre seu estilo de vida e revelar detalhes pouco recomendáveis de sua vida privada. Na terça (7/), ele já tinha sido obrigado a defender sua iniciativa de oferecer maconha à filha, Lily-Rose, quando ela tinha 13 anos. Ele também está processando Amber Heard nos EUA, por ela dizer ter sido vítima de violência doméstica. A atriz de 34 anos referiu-se a seu casamento com o ator de 57 anos de “anos” de violência “física e psicológica”, acusações fortemente contestadas por ele, e que renderão novos revelações nos tribunais americanos, depois do julgamento britânico. Veja abaixo reproduções do site thesun.co.uk com as imagens reveladas pela defesa do jornal.
Netflix cancela O Mundo Sombrio de Sabrina
A Netflix cancelou outra série. “O Mundo Sombrio de Sabrina” vai acabar em sua Parte 4. O anúncio foi feito nas redes sociais como se fosse uma notícia boa. Em comunicado, o produtor Roberto Aguirre-Sacasa agradeceu à equipe pelo trabalho desenvolvido. “Trabalhar em ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ foi uma honra incrível desde o primeiro dia. O elenco, começando com Kiernan [Shipka] como a bruxa adolescente favorita de todos, foi uma alegria absoluta. Sou muito grato à equipe, escritores, editores, assistentes e a todos por derramarem tanto amor nesse sonho sombrio em forma de série. Também sou grato aos nossos parceiros da Netflix, Warner Bros., Berlanti Television e Archie Comics por nos deixar contar a história que queríamos contar, da maneira que queríamos contar. Mal podemos esperar para que todos vejam a quarta parte”, concluiu. O final de “Sabrina” é a culminação de uma fase terrível na carreira de Aguirre-Sacasa, que na semana passada soube que sua outra série baseada em quadrinhos da Archie Comics, “Katy Keene”, foi cancelada pela rede The CW após a 1ª temporada. Além disso, o projeto que ele desenvolvia para a rede ABC, “The Brides”, sobre as noivas de Drácula, foi recusado. O produtor só tem atualmente uma série no ar, “Riverdale”, justamente sua primeira atração, que retornará para a 5ª temporada na CW em 2021. “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado no final de 2018 para suas Partes 3 e 4. A Parte 4, portanto, foi gravada antes da pandemia, tanto que o anúncio do cancelamento foi acompanhado pelas primeiras fotos. Veja abaixo. Em ritmo assustador de cancelamentos, a Netflix anunciou nos últimos dias que vai encerrar outras séries populares, como “Ozark”, “O Método Kominsky” e “Dead to Me” (também conhecida como “Disque Amiga para Matar”). Eu já tô bem pronta pra uma última aventura. A parte final de O Mundo Sombrio de Sabrina chega ainda esse ano, e só de ver essas fotos já sei que vai ser boa demais 😈 pic.twitter.com/7mrslhfFQG — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 9, 2020
Cascão vira Jonas em homenagem à série Dark
Para um série ser considerada realmente popular no Brasil, ela tem que ganhar paródia/homenagem da Turma da Mônica. E a produção alemã “Dark” acaba de comprovar essa teoria não fundamentada da cultura nacional. Uma das atrações mais faladas da Netflix, “Dark” ganhou uma arte inédita da Maurício de Sousa Produções (MSP), que transforma o Cascão em Jonas Kahnwald, o personagem do ator Louis Hofmann na série. Além de vestir Cascão com o característico casaco amarelo do protagonista de “Dark”, a ilustração também explora a relação entre o jovem alemão e o famoso integrante da Turma da Mônica que não gosta de tomar banho, já que o garoto raramente aparece limpo nos episódios da Netflix. A arte foi postada nas redes sociais com uma abrasileirada no nome da atração, além de elogios e referências ao fato de que muita gente “gostou” sem ter entendido nada da trama dos criadores Baran bo Odar e Jantje Friese. Confira abaixo. DARQUÊ é muito boa, sensacional, excelente, não entendi nada. Recomendamos! pic.twitter.com/2nCzOLcgmZ — Turma da Mônica 🏠 (@TurmadaMonica) July 7, 2020
PEN15: Teaser revela mais situações bizarras e data de estreia da 2ª temporada
A plataforma Hulu divulgou o teaser da 2ª temporada de “PEN15”, que traz mais situações bizarras vividas pelas criadoras-protagonistas e revela a data de estreia dos novos episódios. “PEN15” foi criada pelas atrizes Maya Erskine (de “Insecure” e “Man Seeking Woman”) e Anna Konkle (“Rosewood”), que revisitam suas próprias adolescentes no ano de 2000. Na trama, elas vivem duas amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos da vida na Sétima Série. O detalhe é que sob as roupas de adolescentes e truques pouco convincentes de rejuvenescimento estão duas mulheres adultas de 30 anos, que contracenam o tempo inteiro com adolescentes de verdade. Isto gera um certo desconforto, pois, como o título (uma referência ao órgão sexual masculino) sugere, o tema principal da série é a curiosidade das duas em relação ao sexo, que elas abordam em tom exagerado de paródia. A produção é da trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone) e a 1ª temporada recebeu 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A 2ª temporada estreia em 18 de setembro nos EUA.
The One and Only Ivan: Nova fantasia da Disney ganha primeiro trailer
A Disney divulgou o pôster e o trailer da fantasia “The One and Only Ivan”, que combina atores reais e bichos falantes de computação gráfica. Originalmente prevista para agosto nos cinemas brasileiros, a produção teve a estreia transferida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que não está disponível no Brasil. O filme é uma adaptação do livro infantil “O Grande Ivan”, de Katherine Applegate, e conta com grande elenco. Lançado em 2012, o livro acompanha um gorila chamado Ivan, que vive em uma jaula em um shopping center, juntamente com um velha elefante doente chamado Stella e um cão vadio chamado Bob. Ivan não recorda a vida antes do shopping, mas quando Ruby, uma bebê elefanta, passa a lhes fazer companhia, ele se sensibiliza e começa a redescobrir sua vida anterior à prisão, preparando um plano para salvar a pequena Ruby de seu confinamento. Premiado com a Medalha Newberry (conferida por associações de livrarias americanas ao melhor livro infantil do ano), a obra é toda narrada pelo gorila e já vendeu mais de 1 milhão de exemplares. Mas a história é baseada num fato real. Ivan foi um gorila que realmente existiu e ficou conhecido, nos anos 1970, por assistir TV e realizar pinturas com os dedos, vivendo 27 anos numa vitrine de shopping center. A adaptação da Disney é um híbrido de animação e live-action, como “Mogli, o Menino Lobo” (2016), e tem produção de ninguém menos que Angelina Jolie (a “Malévola”), que também dubla Stella, uma das elefantas. Outras vozes famosas do elenco incluem Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) como personagem-título, Helen Mirren (“A Rainha”), Danny DeVito (“Dumbo”) e Brooklynn Prince (“Projeto Flórida”), que dá voz à pequena Ruby. Já o elenco de carne e osso destaca Bryan Cranston (“Breaking Bad”) como o “pai” humano e carcereiro de Ivan. A adaptação do livro foi escrita pelo roteirista Mike White (“Escola de Rock”) e a direção é assinada por Thea Sharrock (“Como Eu Era Antes de Você”). “The One and Only Ivan” é a segunda produção da Disney a trocar os cinemas pelo streaming. A primeira foi “Artemis Fowl”, lançado em junho nos EUA com críticas extremamente negativas (apenas 9% de aprovação no Rotten Tomatoes).
Diretor do Homem Invisível filmará novo Lobisomem com Ryan Gosling
A Universal quer repetir o sucesso de “O Homem Invisível” em seu próximo filme de monstro clássico. O estúdio contratou o diretor Leigh Whannell, responsável pelo blockbuster recente, para comandar o reboot de “O Lobisomem”, que será estrelado por Ryan Gosling (“La La Land”). O próprio ator concebeu o projeto, que foi roteirizado por Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo (ambas roteiristas da série “Orange Is the New Black”). A primeira é casada com o produtor Jason Blum, dono do estúdio Blumhouse, que também trabalhou na produção de “O Homem Invisível” para a Universal. Segundo os sites The Hollywood Reporter e Variety, Gosling viveria um apresentador de telejornal infectado pela maldição da licantropia. Além disso, a história teria um clima de “Rede de Intrigas” (1976) e “O Abutre” (2014), filmes que criticaram o sensacionalismo televisivo. Mas fãs de clássicos de terror sabem que não seria a primeira vez que um telejornalista vira lobisomem no cinema. Isto já aconteceu em “Grito de Horror” (1981), de Joe Dante. De todo modo, trata-se de uma história bem diferente de “O Lobisomem” original de 1941, estrelado por Lon Chaney Jr., e até do remake de 2010, com Benicio del Toro. Ambos contavam a história de um homem cético que, ao voltar à sua terra natal, era mordido por uma criatura lendária e começava a se transformar. Por conta da pandemia de covid-19, a data para o início das filmagens ainda não foi divulgada.
Série clássica Anos Incríveis pode ganhar nova versão com família negra
A série clássica dos anos 1980 “Anos Incríveis” (Wonder Years) pode ganhar reboot, desta vez com uma família negra. A nova versão deve ser exibida no mesmo canal, a rede ABC nos EUA, e se passar na mesma época da atração original, os anos 1960, mas acompanhando os dramas familiares e todo o contexto histórico pelo ponto de vista de uma criança negra. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela ABC, e caso seja aprovado a série só estrearia na temporada televisiva de 2022. O seriado original girava em torno de uma família branca de classe média em sua típica vida suburbana, durante os 1960. A trama, que acompanhava os personagens pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage, rendeu seis temporadas, exibidas entre 1988 e 1993. Foi um enorme sucesso, que marcou época e inspirou dezenas de séries – algumas exibidas até hoje – , graças à sua combinação de comédia familiar e nostalgia, como uma estrutura narrativa inédita. Sua inovação foi apresentar os tais “anos incríveis” como lembranças de um adulto remorando sua infância, por meio da narração dos episódios. O que era novidade em 1988 acabou virando padrão, repetido por várias séries de sucesso nos últimos anos, como “Todos Odeiam o Cris”, “Os Goldbergs” e “Young Sheldon”. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Além dele, um dos co-criadores da série original, Neal Marlens, vai participar da produção como consultor. Já o roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”. Não é a primeira vez que uma série clássica inspira reboot com mudança racial. Atualmente em sua 4ª temporada, “Um Dia de Cada Vez” (One Day at a Time) faz sucesso com uma família latina no lugar dos brancos dos anos 1970. Mas a nova versão de “O Quinteto” (Party of Five) acabou cancelada ao final da 1ª temporada, após o elenco latino não repetirem o sucesso dos adolescentes brancos dos anos 1990.
Atriz negra será nova Batwoman da TV
A atriz Javicia Leslie foi escolhida para virar a nova Batwoman da TV, após Ruby Rose abandonar a série baseada nos quadrinhos da DC Comics. Ao contrário da intérprete original, ela é uma atriz negra. Nascida na Alemanha, mas morando nos EUA desde a infância, Javicia se destacou recentemente nas duas temporadas da série “Deus Me Adicionou” (God Friended Me), cancelada em abril passado. Ela será a primeira intérprete negra de Batwoman em todas as mídias, inclusive nos próprios quadrinhos. Sua personagem também é inédita: Ryan Wilder, criada especialmente para a série em decorrência da saída de Ruby Rose. Os produtores chegaram a afirmar que buscariam outra atriz da comunidade LGBTQIA+ para o papel, com o objetivo de manter a representatividade, e que ela seria bem mais jovem. Mas Javícia Leslie tem 31 anos, um ano a menos que Ruby Rose. E não é lésbica como a intérprete anterior. Ela se diz bissexual. “Estou extremamente orgulhosa de ser a primeira atriz negra a desempenhar o papel icônico de Batwoman na televisão e, como mulher bissexual, tenho a honra de participar deste programa inovador que foi pioneiro para a comunidade LGBTQIA+”, disse a atriz em comunicado. Ruby Rose elogiou a escolha. “Isto é incrível! Estou tão feliz que Batwoman será interpretada por uma incrível mulher negra”, ela escreveu em seu Instagram. “Quero parabenizar Javicia Leslie por assumir a capa de morcego. Você está entrando em um elenco e equipe incríveis. Mal posso esperar para assistir a 2ª temporada, você vai ser incrível!”, completou. Veja abaixo. A descrição da nova personagem diz que Ryan Wilder é uma ex-traficante de drogas, mas está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada, que assume a identidade de Batwoman inspirada pela heroína original. Como sua antecessora, ela também será retratada como lésbica na série. Durante um painel na edição virtual do ATX Television Festival, a showrunner Caroline Dries contou que chegou a considerar uma “simples” troca de atrizes, mas Greg Berlanti, dono da produtora responsável pela série, sugeriu criar uma nova personagem em respeito ao trabalho de Rose. “Para ser honesta, considerei a ‘opção novela’ em um primeiro momento, de forma egoísta, porque já tínhamos dois episódios escritos”, afirmou a showrunner. “Mas, depois de refletir mais, Greg me ajudou a tomar essa decisão – e ele é mais esperto do que eu nesses assuntos. Ele disse: ‘acho que tínhamos só que transformar a Batwoman em uma personagem nova’. Também para respeitar tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem da Kate Kane”. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Apenas 20 dos 22 episódios planejados foram gravados, mas não está claro como uma transição para a nova protagonista vai acontecer no ponto em que a trama foi interrompida. De todo modo, Caroline Dries fez questão de salientar que não pretende matar Kate Kane, a Batwoman original. “Como lésbica que trabalha como roteirista há 15 anos, estou muito ciente da regra ‘enterre seus gays’ [costume de matar personagens gays nas séries] e não tenho interesse em participar dela”, escreveu Dries, numa nota publicada no Twitter. “Meus comentários sobre a reformulação da ‘Batwoman’ lançaram uma tempestade de rumores e desinformação e eu queria esclarecer uma coisa. Como vocês, eu amo Kate Kane – ela é a razão pela qual eu queria fazer a série. Nós nunca vamos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos mistérios da 2ª temporada”, acrescentou. “Não quero revelar nenhuma das nossas surpresas, mas para todos os nossos fãs dedicados, saibam que a justiça LGBTQIA+ está no âmago de quem é a Batwoman e não temos a intenção de abandoná-la”, concluiu. Ver essa foto no Instagram OMG!! This is amazing!! I am so glad Batwoman will be played by an amazing Black woman. ❤️ I want to congratulate Javicia Leslie on taking over the bat cape. You are walking into an amazing cast and crew. I can’t wait to watch season 2 you are going to be amazing !! ❤️ Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 8 de Jul, 2020 às 3:35 PDT












