Criadores de “Stranger Things” desenvolvem cinco novos projetos
Os criadores de “Stranger Things” anunciaram um novo acordo de produção com a Netflix nesta quarta-feira (5/6) e revelaram que o desenvolvimento de cinco projetos, que serão realizados por meio de sua nova produtora, Upside Down Pictures – batizada com o nome em inglês do Mundo Invertido. Duas das novas obras, por sinal, serão ambientadas no Mundo Invertido: a série derivada de “Stranger Things” que andam mencionando em entrevistas e uma peça teatral baseada na série, que será produzida por Sonia Friedman (produtora da peça “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”) e pelo diretor Stephen Daldry (“Billy Elliot”). Os outros projetos são uma série live-action baseada no anime “Death Note”, uma adaptação do romance “Talismã”, de Stephen King, e uma série original de Jeffrey Addis e Will Matthews, criadores de “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. A produção de “Death Note” não terá relação com o filme lançado na Netflix em 2017, mas não há maiores informações sobre a abordagem. Já o projeto de “Talismã” é uma coprodução com a Amblin Entertainment e a Paramount Television. Vale notar que o romance de 1984 foi citado no final da 4ª temporada de “Stranger Things”. Os Duffers dizem que a Upside Down Pictures terá como objetivo criar o tipo de história que os inspirava na infância. “Histórias que acontecem naquela bela encruzilhada em que o ordinário encontra o extraordinário, onde o grande espetáculo coexiste com o trabalho íntimo de personagens, onde o coração vence sobre o cinismo”, eles descreveram em comunicado. No momento, todos os cinco projetos estão em fase de desenvolvimento. O acordo entre os Irmãos Duffer com a Netflix também cobre a realização da 5ª e última temporada de “Stranger Things”, em coprodução com a 21 Laps do cineasta Shawn Levy.
Atriz de “Nashville” revela luta contra drogas desde a adolescência
A atriz Hayden Panettiere revelou que passou parte de sua adolescência e vida adulta lutando contra o vício em opioides e bebidas alcoólicas. “Eu estava no topo do mundo e arruinei tudo”, ela confessou, em entrevista à revista People. A ex-estrela de “Nashville” contou que recebia “pílulas da felicidade” desde que tinha 15 anos. Segundo quem lhe entregava, os comprimidos eram para “torna-la animada durante as entrevistas”. “Eu não tinha ideia de que isso não era apropriado, ou que porta se abriria pra mim quando se tratasse do meu vício”, explicou. Com o passar dos anos e a chegada de um papel de destaque em “Heroes”, Panettiere continuou consumindo drogas. “Minha salvação é que eu não poderia fazer bagunça enquanto estava trabalhando”, afirmou. “Mas as coisas ficaram fora de controle [fora do set]. E, à medida que envelheci, as drogas e o álcool tornaram-se algo que eu quase não conseguia viver sem.” Como se a sua trajetória não estivesse sendo dolorosa o suficiente, a protagonista de “Nashville” enfrentou uma depressão pós-parto após a chegada de Kaya, sua filha com Wladimir Klitschko. “Nunca tive a intenção de prejudicar a minha filha, mas não queria passar nenhum tempo com ela. Havia apenas essa cor cinza na minha vida”, lamentou Panettiere, que disse também enfrentar crises em seu relacionamento na época. “Ele não queria ficar perto de mim. Eu não queria estar perto de mim, mas sim com os opioides e o álcool. Eu estava fazendo qualquer coisa para me sentir feliz por um momento”, desabafou. “Mas depois eu me sentiria pior do que antes. Eu estava em um ciclo de autodestruição.” A atriz acrescentou que o alcoolismo progrediu para um cenário em que ela acordava tremendo de abstinência e “só podia funcionar com goles de álcool”. Ela também revelou que foi hospitalizada com icterícia. “Os médicos me disseram que meu fígado ia ceder, [e que] eu não era mais uma jovem de 20 anos que poderia simplesmente se recuperar”, afirmou. Em 2018, Panettiere tomou a decisão de enviar Kaya para a casa do pai, na Ucrânia, enquanto enfrentava os vícios. “Foi a coisa mais difícil que tive que fazer. Mas eu queria ser uma boa mãe – e, às vezes, isso significa deixar os filhos”, disse. Panettiere passou por processos de reabilitação, terapia e internação no ano passado, mas deixa evidente que a luta continua e que se manter distante das drogas é uma escolha diária. “Acho que cheguei ao fundo do poço, mas lá há aquele alçapão que se abre. Isso não tem sido fácil e houve muitos altos e baixos. Mas eu não me arrependo nem das piores coisas que aconteceram comigo. Eu me sinto incrivelmente realizada. Sinto que eu tive uma segunda chance.” Atualmente, Panettiere está reprisando o papel de Kirby Reed na produção de “Pânico 6”.
“Stranger Things 4” planejava matar mais um personagem
A 4ª temporada de “Stranger Things” terminou com a morte de vários personagens importantes e queridos do público. No entanto, os criadores chegaram a planejar incluir mais uma despedida. Em entrevista ao site Collider, Ross Duffer explicou que os planos originais para o final da temporada eram um pouco diferentes. “Em termos de quem vive ou morre, acho que houve uma versão em que Dmitri (Tom Wlaschiha), também conhecido como Enzo, não sobreviveria”, disse. “Acabou conseguindo [se safar]. Mas isso foi uma mudança radical da ideia original em relação ao que foi apresentado”, ele acrescentou. Entretanto, os Irmãos Duffer afirmam que a alteração do destino de Enzo não afetou o restante da temporada, já que eles sempre têm em mente a história completa que desejam contar. “Uma das primeiras coisas sobre as quais estamos sempre falando é onde queremos que essa história termine?” “O final é sempre o objetivo. Mesmo quando estamos discutindo o 1º episódio, sabemos exatamente para onde estamos indo. Eu não acho que nos desviamos verdadeiramente do final em nenhuma temporada, sempre nos apegamos a isso”, disse Ross. Ele confirmou duas mortes da reta final. Spoiler garantido: do Dr. Brenner (Matthew Modine) e Eddie (Joseph Quinn). Mas não mencionou Max (Sadie Sink), que terminou a temporada em coma. A Parte 2 da 4ª temporada de “Stranger Things 4” foi lançada na Netflix na sexta passada (1/7) e a série encontra-se renovada para mais uma temporada.
Tom Hanks não entende ausência de Tim Allen em “Lightyear”
Na semana passada, Tim Allen revelou ao Extra que pensava que “Lightyear” era um filme com atores reais. Pois bem, ele não foi o único. O dublador de Woody em “Toy Story”, Tom Hanks, compartilhou do mesmo pensamento. Em uma entrevista ao CinemaBlend para a promoção do filme “Elvis”, Hanks disse que não entendeu a ausência do amigo em “Lightyear”, já que imaginava que os dois iriam competir pela bilheteria após o lançamento de seu filme. “Queria ficar cara-a-cara com Tim Allen e então eles não deixaram ele fazer [o filme]. Não entendi isso”, ele comentou. No entanto, Allen, que dublou Buzz Lightyear em “Toy Story”, havia explicado que ficou de fora por ser uma nova história. “A resposta curta é que fiquei fora disso porque não tem nada a ver [com o meu personagem]”, disse Allen ao Extra na quarta-feira (29/6). “Esta é uma equipe totalmente nova que realmente não teve nada a ver com os primeiros filmes.” A surpresa (e confusão) dos atores remete ao fato de que Chris Evans, o interprete de Capitão América, foi escolhido para dublar o patrulheiro espacial no filme derivado. Os fãs também se mostram divididos com a nova contratação. Embora seja um projeto completamente reestruturado – ainda que continue animado –, Allen fez questão de ressaltar que “é uma história maravilhosa, [mas] simplesmente não parece ter nenhuma conexão com o brinquedo [de origem]”. Allen ainda lamentou a ausência dos elementos que tornaram o personagem querido pelas crianças. “Realmente, não existe Buzz de “Toy Story” sem Woody. Não tem relação com Buzz. É simplesmente sem conexão. Eu gostaria que houvesse uma conexão melhor”. Apesar de Hanks desejar que Allen reprisasse a dublagem icônica, ele disse que, independente de qualquer coisa, o importante é ir ao cinema. “Quero voltar ao cinema com um bando de estranhos e sair com um sentimento em comum”, afirmou. No Brasil, a voz de Buzz Lightyear foi dublada pelo apresentador Marcos Mion. Já a estreia do filme “Elvis”, dirigido por Baz Luhrmann, acontece na semana que vem (14/7) nos cinemas brasileiros. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por CinemaBlend (@cinemablend)
Woody Allen planeja novo filme na França
O cineasta Woody Allen revelou ter planos para um novo filme rodado em Paris. Em entrevista ao jornal francês Le Journal du Dimanche, o diretor americano contou que pretende se mudar para a capital da França já em setembro para dar início às filmagens. Ele adiantou que o filme vai seguir a “mesma linha de ‘Match Point’, uma espécie de thriller romântico”. A produção londrina de 2005 marcou uma nova fase na carreira do diretor, com trabalhos em locações internacionais. Allen ainda explicou que produção será falada em francês e contará com atores do país. Será o segundo filme do cineasta rodado em Paris. Ele venceu o Oscar de Melhor Roteiro com o primeiro, “Meia-Noite em Paris”, que há dez anos contou com Marion Cotillard e Léa Seydoux, mas deixou os papéis principais com artistas americanos. “Guardei uma lembrança maravilhosa das filmagens de ‘Meia-Noite em Paris’ em 2010. Eu amo muito esta cidade e a visitei com frequência, descobrindo lugares mágicos todas as vezes”, continuou Allen. E ele ainda revelou que sua filha mais nova, Manzie Tio Allen, está atualmente participando das gravações da série “Emily in Paris” na capital francesa. Entretanto, uma fonte próxima ao projeto garantiu que o orçamento, que está na faixa de US$ 10 milhões, ainda não está totalmente garantido. Allen sustenta que já conseguiu encontrar o financiamento com uma empresa dos EUA, mas não deu mais detalhes. O diretor sofre boicote de distribuidoras americanas devido a uma campanha de cancelamento movida por sua filha adotiva, Dylan Farrow, que alega ter sido abusada por ele quando era uma criança pequena. O caso é controverso e Allen chegou a sofrer duas investigações na época original das acusações, quando estava atravessando uma separação tumultuada de Mia Farrow. A conclusão das duas investigações indicou que ele era inocente. Mas, três décadas depois, ele foi considerado culpado pelo tribunal das redes sociais, quando o caso voltou à tona em meio ao movimento #MeToo. Por conta disso, o filme mais recente de Woody Allen foi rodado na Espanha: a comédia “Rifkin’s Festival” (2020), que chegou aos cinemas brasileiros em janeiro, mas não teve distribuição nos EUA.
“Stranger Things 5” terá mais ação e será toda passada em Hawkins
Os irmãos Duffer tem revelações animadoras para os fãs que querem saber logo o que vai acontecer após aquele final impactante de “Stranger Things 4”. Falando ao podcast “Happy Sad Confused”, de Josh Horowitz, os criadores da série explicaram que a 5ª temporada não terá um preâmbulo demorado. Nem os episódios serão tão longos. O motivo disso é que a série deve começar direto com cenas de ação. “A única razão pela qual não esperamos que seja tão longa é porque, se você reparar, foram quase duas horas de preparação narrativa antes dos nossos garotos serem realmente atraídos para o mistério sobrenatural. [Na 4ª temporada] vocês tiveram que conhecê-los, vê-los em suas vidas, suas lutas, adaptação ao colegial, Steve tentando encontrar uma namorada, coisas assim”, explicou Matt Duffer. “Nada disso, obviamente, vai ocorrer nos primeiros dois episódios da 5ª temporada”. ”Pela primeira vez, nós não encerramos as coisas no final da 4ª temporada”, continuou. “Então, vai ser emocionante. Os personagens já estarão em ação. Eles já terão um objetivo e uma motivação, e acho que isso fará esta temporada parecer realmente diferente”. Na conversa com Josh Horowitz, eles ainda disseram que pensam novamente em encerrar a temporada – e a série – com um episódio final de “pelo menos duas horas”. “Nós sabemos como será a conclusão. É como um farol nos guiando no decorrer dessa jornada, enquanto escrevemos os roteiros. Ainda não temos um caminho concreto para algumas partes da 5ª temporada, mas os últimos 30 minutos estão claros em nossas mentes. Se conseguirmos tornar essa jornada interessante, esperamos que o desfecho seja satisfatório. Não podemos agradar a todos, mas esperamos entregar uma conclusão que faça justiça à história”, explicaram. Os Duffers afirmam que o quinto ano da série terá “um salto temporal” para acomodar o processo de amadurecimento do elenco. “Queríamos ter gravado as temporadas 4 e 5 juntas”, lamentou Ross, demonstrando que a trama começaria, idealmente, do ponto em que “Strangers Things 4” acabou. Por conta disso, eles confirmaram que a 5ª temporada será ambientada inteiramente em Hawkins. “Queremos voltar a muitas coisas que fizemos na 1ª temporada”, disse Matt. “Muitos dos grupos e pares originais que tivemos na 1ª temporada – há algo de bom em fechar o círculo”, completou. Vale ressaltar que os novos episódios ainda não começaram a ser escritos – existem somente como plano e ideias na cabeça dos Duffers. Exaustos por ter trabalhado na pós-produção dos episódios finais do quarto ano até a semana passada, os irmãos anunciaram que vão tirar um mês de férias e só começarão a se reunir com os roteiristas da equipe, para a produção dos próximos capítulos, a partir de agosto.
Stranger Things: Criadores desenvolvem série derivada “muito diferente”
O sucesso de “Stranger Things” tem sido um verdadeiro fenômeno da Netflix desde seu lançamento em 2016. Não é à toa que, às vésperas da produção de sua temporada final, esteja prestes a ganhar uma série derivada. Em uma entrevista ao podcast Happy Sad Confused, os criadores Matt e Ross Duffer confirmaram que têm uma nova aventura em mente, mas ela será “muito diferente” do que os fãs estão acostumados. Em outras palavras, a nova atração não deve contar com os personagens favoritos do público. “Não está centrada em… eu li esses rumores de que haveria um spin-off de Onze, ou de Steve e Dustin”, disseram os Duffers. “Isso não é interessante para nós porque já fizemos tudo isso”. Eles explicaram que já abordaram narrativas individuais sobre Onze, Steve, Dustin e outros que os fãs gostariam de ver em suas próprias séries. “Passamos não sei quantas horas explorando tudo isso”, justificaram. Desta forma, a série derivada será “mil por cento diferente” de “Stranger Things”, tendo como conexão apenas a “sensibilidade narrativa”. Eles também não pretendem escrever e produzir os episódios como fizeram com a série atual. Embora se digam “realmente animados” com a ideia, os criadores esperam “encontrar a pessoa certa para passar o bastão” e assumir a tarefa de showrunner. Até o momento, os Duffer não contaram seus planos para o derivado nem mesmo para os executivos da Netflix. No entanto, revelaram no mês passado que o jovem ator Finn Wolfhard (o Mike) já adivinhou do que se trata. “Achamos que todos – incluindo a Netflix – ficarão surpresos quando ouvirem o conceito, porque é muito, muito diferente. Mas, de alguma forma, Finn Wolfhard – que é um garoto loucamente inteligente – adivinhou corretamente sobre o que seria. Mas, fora o Finn, ninguém mais sabe!”, disseram.
“Stranger Things 4” ultrapassa 1 bilhão de horas na Netflix
A Netflix anunciou nesta terça-feira (5/7) que “Stranger Things 4” ultrapassou a marca de 1 bilhão de horas de exibição mundial na plataforma. Segundo os dados oficiais do streamer, “Stranger Things” foi vista por 1,15 bilhão de horas desde a estreia em 27 de maio. A criação dos irmãos Duffer é a primeira série em inglês a superar a marca do bilhão. Em relação a qualquer idioma, “Stranger Things 4” fica atrás apenas de “Round 6” (1,6 bilhão). Um detalhe, porém, chama atenção. A contagem abrange as duas partes da 4ª temporada – o que é atípico na contabilidade da plataforma, que sempre encerra sua totalização após 28 dias de exibição. Aparentemente, a série sci-fi é uma exceção à regra, já que teve a audiência dos dois volumes somadas. Os primeiros sete episódios registraram 930,32 milhões de horas, enquanto os dois capítulos finais representam cerca de 221 milhões de horas acumuladas entre os dias 27 de maio e 3 de julho. É importante explicar que os dois episódios finais estão disponíveis há poucos dias (desde 1 de julho) e, embora sejam longos, possuem apenas quatro horas de conteúdo. Mesmo assim, correspondem a 73% de toda a visualização da série na semana passada. Além de liderar o ranking de série em inglês mais vista de todos os tempos, “Stranger Things 4” também voltou ao topo do ranking da Netflix nesta semana, após perder o lugar para o lançamento de “The Umbrella Academy” na semana passada. Com a audiência somada da Parte 1 e da Parte 2, a atração atingiu 301,28 milhões de horas na última semana, abrindo larga vantagem para “The Umbrella Academy”, que ficou em 2º lugar com 87,9 milhões de horas vistas, após nove dias no ar.
Ator desfaz mistério sobre destino de Vecna em “Stranger Things”
O final da 4ª temporada de “Stranger Things” deixou no ar o destino de Vecna, que saiu de cena – spoiler! – no melhor estilo Michael Myers. Só que o ator Jamie Campbell Bower acabou com o mistério nesta terça (5/7) ao revelar que tudo foi proposital para gerar dúvida e, de forma mais importante, a suposta “morte” não teria sido o fim do monstro. Assim como aconteceu com o vilão do “Halloween” original (de 1978), a última cena de Vecna mostra sua queda por uma janela do 2º andar. Mas, quando os personagens saem da casa para conferir o corpo, ele não está lá. Sumiu. O ator Jamie Campbell Bower, intérprete do monstro, praticamente confirmou que isso significa seu retorno na 5ª temporada. “Eu amo a referência de ‘Halloween’. Há tantas referências fantásticas de terror dos anos 1980 nesta temporada”, ele disse à revista The Hollywood Reporter, citando também as cenas do sótão em homenagem a “Hellraiser” (1987). “Sabe, quando a gente lê algo [no roteiro] fica rindo e simplesmente diz: ‘Inteligente’. Isso é muito legal.” De acordo com Campbell, Vecna tem um destino claro e vai voltar. E para vencê-lo de forma definitiva, os personagens da série precisarão “ser muito mais inteligentes do que foram até agora, porque Henry [Vecna] não é do tipo que esquece ou deixa as coisas passarem”. Apesar da escassez de informações sobre o retorno do personagem na próxima temporada, Campbell enfatizou que aquilo que o público chama de sofrimento, ele considera uma “reconstrução”.
Final de “Stranger Things 4” teve cenas improvisadas. Saiba quais
Os roteiristas de “Stranger Things” revelaram em suas redes sociais três momentos vistos no final da 4ª temporada que não estavam no roteiro. Alerta de Spoiler: Daqui para a frente, a decisão de continuar a leitura é por sua conta! As cenas de Eddie foram um show à parte – literalmente, ele aparece até tocando uma música do Metallica – , mas sua despedida do personagem à Dustin (Gaten Matarazzo) foi um momento de grande emoção, parcialmente improvisado pelo ator Joseph Quinn. Poucos momentos antes de Eddie partir, Quinn decidiu dizer a Dustin que o ama, criando mais um momento de destaque para a coleção de seu personagem. “I love you, man” was improvised by Joe pic.twitter.com/z5gYyl18KF — stranger writers (@strangerwriters) July 2, 2022 Dentre os momentos que o público esperava ansiosamente, os roteiristas destacaram uma cena compartilhada por Hopper (David Harbour) e Joyce (Winona Ryder). Prestes a ir atrás do Demogorgon na base russa e vendo a amada claramente preocupada, os dois compartilham um beijo carinhoso de despedida. A decisão foi tomada pelos atores no dia da gravação e não constava do roteiro. This kiss wasn’t scripted, Winona and David added it on the day of filming pic.twitter.com/9vSWwYliWU — stranger writers (@strangerwriters) July 2, 2022 Outro destaque enfatizado pelos roteiristas aconteceu durante o momento em que Lucas (Caleb McLaughlin) implora a ajuda de sua irmã: “Erica, socorro!”, entre a briga com Jason (Mason Dye) e o que acontece com Max (Sadie Sink). A fala não fazia parte dos roteiros, mas Caleb improvisou a cena que ficou perfeita na edição final. “Erica, help” was improvised by Caleb. pic.twitter.com/9g5etO5VAz — stranger writers (@strangerwriters) July 2, 2022 Em entrevista recente ao site Deadline, Sadie Sink revelou que todos os atores do elenco têm liberdade para improvisar nas gravações, inclusive os mais jovens. “O que todas as crianças adoraram nos Duffers é que eles nunca nos trataram de maneira diferente do que fariam com um membro adulto do elenco”, disse a intérprete de Max. “Tipo, eles realmente respeitaram e valorizaram nossas opiniões e criaram um ambiente muito divertido. Eles nunca nos prejudicaram de forma alguma e realmente apenas nos ouvem e colaboram conosco.”
“Stranger Things” coloca Metallica nas paradas de sucesso
O final da 4ª temporada de “Stranger Things” colocou o clássico do Metallica “Master of Puppets” no topo das paradas de sucesso neste final de semana. A canção icônica (porém adormecida há cerca de 40 anos) está em 1º lugar entre as mais tocadas do gênero de rock na plataforma do iTunes e ocupa a 29ª posição no ranking geral do streaming. Além disso, atingiu o 26º lugar no Top Mundial do Spotify nesta segunda-feira (4/7). Essa é a primeira vez que a gravação do Metallica experimenta sucesso comercial desde seu lançamento em março de 1986, repetindo o fenômeno de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, que estourou ao ser incluída na Parte 1 de “Stranger Things 4″. De acordo com a supervisora musical da série, Nora Felder, os co-criadores colocaram a música no roteiro desde a pré-produção. “Foi mais um daqueles momentos ‘tem que ser essa música’”, ela contou à revista Variety. “Eu acredito que os Irmãos Duffer sentiram que tocar ‘Master of Puppets’ durante toda a cena estendida foi a escolha certa. Nenhuma outra música foi discutida e nós resolvemos adquiri-la imediatamente.” A supervisora também acrescentou que a canção, originalmente sobre drogas, serve de analogia à situação enfrentada pelos personagens com Vecna. “Cada um tem poderes destruidores, que roubam das pessoas sua força pessoal e essencial”, ela comparou. “’Master of Puppets’ é uma música bastante significativa no repertório do Metallica, e acho que é considerada a favorita em seus shows ao vivo”, ela apontou. “Eu queria que o Metallica entendesse completamente em que contexto a música estava sendo usada, além de como ela era integral para a cena e para esse novo personagem empolgante, Eddie Munson, que ninguém havia conhecido ainda nas temporadas anteriores”, explicou a executiva. A banda comprou a ideia na apresentação, sem que fossem necessárias maiores discussões. Na série, a música é tocada pelo personagem Eddie Munson (Joseph Quinn) durante a batalha dos adolescentes de Hawkins contra as forças malignas do vilão Vecna. Felder acredita que a faixa foi uma combinação perfeita para Eddie, pois amplificou a cena mais emocionante da 4ª temporada e se alinhou com “a personalidade pública aparentemente arrogante e abrasiva” do personagem. E, sim, é o ator que toca guitarra na cena. “Joseph teve tempo para aprender o riff de guitarra e, acompanhando a gravação. Todos acharam que ele fez um ótimo trabalho.” No entanto, apesar da cena do ator britânico chamar a atenção pela suposta habilidade musical, Joseph Quinn assumiu que recebeu uma ajudinha extra para que Eddie mandasse bem no solo. Em entrevista ao site Collider, o ator explicou que tocou a maior parte de “Master of Puppets”, mas precisou de um “faixa preta dos guitarristas de metal” para o solo insano e veloz. “Tive sorte de tocar desde jovem. Mas, quando li os roteiros, comprei a guitarra e comecei a praticar loucamente”, afirmou. “Mas o solo não foi meu. Eu não sou um guitarrista de heavy mental”, admitiu. Desta forma, a série “Stranger Things” provou ser muito mais do que uma atração de sucesso, mas também uma grande fonte de resgates musicais.
Diretor vencedor do Oscar é liberado de detenção na Itália
Uma juíza do sul da Itália ordenou nesta segunda-feira (4/7) que o diretor Paul Haggis seja liberado da detenção em seu hotel. Ele foi preso no começo de junho sob acusação de estupro e, posteriormente, encaminhado para detenção domiciliar. A decisão foi proferida pela juíza Vilma Gilli, na região de Puglia. No momento, os promotores decidem se prosseguem com a investigação e validam as acusações de abuso sexual. A advogada do diretor, Michele Laforgia, afirma que a juíza entendeu que não havia sinais de violência ou abuso encontrados na suposta vítima. De acordo com vários relatos da mídia italiana e uma declaração dos promotores públicos da cidade vizinha de Brindisi, Haggis estava sendo acusado por uma “estrangeira” de forçá-la a ter relações sexuais por dois dias. Esta não é a primeira acusação de agressão sexual feita contra Haggis. Em 2017, a assessora de imprensa Haleigh Breest processou o cineasta, alegando que ele a estuprou violentamente em seu apartamento em Nova York após uma première em 2013. Após essa acusação se tornar pública, mais três mulheres denunciaram o diretor e roteirista por má conduta sexual. Ele negou todas as alegações.
Infiel: Último roteiro de cinema de Ingmar Bergman vai virar minissérie
O último roteiro cinematográfico escrito pelo mestre Ingmar Bergman (1918–2007) será transformado numa minissérie de seis episódios pelo canal sueco STV. Anunciado nesta segunda-feira (4/7), o projeto é uma adaptação do filme “Infiel”, escrito por Berman e dirigido por Liv Ullmann no ano 2000. A adaptação será uma coprodução com o estúdio dinamarquês Miso Film (que fez a série “The Rain” na Newtflix) e contará com direção do cineasta Tomas Alfredson (“O Espião Que Sabia Demais”). “Finalmente é a hora de fazer uma série de televisão do drama chocante de Ingmar Bergman”, disse Alfredson, no comunicado do projeto. A trama original explora a relação entre amor e paixão ardente, por meio de um triângulo amoroso que traz dolorosas consequências para a protagonista – que se envolve romanticamente com um amigo de seu marido. A história é vagamente baseada nas experiências de adultério do premiado diretor sueco e está sendo adaptada por Sara Johnsen (roteirista da série distópica “Occupied”). “Infiel” será a segunda minissérie seguida baseada num roteiro de Bergman, após a HBO lançar “Cenas de um Casamento” no ano passado. Veja abaixo o trailer do filme original – dublado em inglês para lançamento nos EUA.












