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    Diretor de “O Regresso” exalta streaming ao lançar primeiro filme na Netflix

    1 de setembro de 2022 /

    O cineasta mexicano Alejandro G. Iñárritu (“O Regresso”) participou nesta quinta (1/9) do Festival de Veneza para exibir seu mais novo trabalho, “Bardo”, desenvolvido para a Netflix. Acostumado a fazer filmes para a tela grande, a produção marcará a primeira experiência de Iñárritu com o streaming. Entretanto, o diretor afirma que não vê muita diferença entre os dois formatos de exibição e explicou que “você não pode ir contra a maré dominante”. Para ele, “um filme é um filme”. Neste sentido, o streaming seria “apenas um meio”. “Uma catedral para o cinema. É um lugar onde as crianças nascem”, comparou, durante a entrevista coletiva de imprensa. Iñárritu também lembrou que a maioria dos filmes é vista em casa. “Quando eu estudava cinema, além de exposições e festivais, eu via os filmes de Bergman, Buñuel e Fellini na TV com péssima qualidade e em VHS”, disse ele. Primeira produção mexicana de Iñárritu desde “Amores Brutos” (2000), o filme, cujo nome completo é “Bardo, False Chronicle of a Handful of Truths”, foi escrito pelo próprio Iñárritu em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”). A trama narra a história de um renomado jornalista mexicano que volta para casa e passa por uma crise existencial. Enquanto lida com seus relacionamentos familiares, suas próprias memórias e a História do seu país, ele busca respostas em seu passado para reconciliar quem ele é no presente. O diretor apontou que o filme é inspirado em sua própria experiência de distanciamento do país natal. Faz mais de 20 anos que sua família deixou o México para se mudar para Los Angeles, exatamente num 1º de setembro passado. “Pra mim, o México virou um estado de espírito, não é mais apenas um país”, ele observou. “Cada país no final é um estado de espírito. As histórias sobre nós mesmos nos foram contadas. Mas quando você se afasta daquele lugar e quando o tempo aumenta, esse estado de espírito se dissolve e muda. E isso foi parte da pesquisa que este filme cuida. A interpretação desse anseio.” Ele acrescentou que retornar ao país foi como “estar diante do espelho” e “reencontrar um amigo” que era totalmente diferente de quem lembrava. Além da exibição em Veneza e em alguns outros festivais, “Bardo” também terá um lançamento limitado nos cinemas do México (com estreia marcada para o dia 27 de outubro) e dos Estados Unidos (4 de novembro), antes de chegar à Netflix em 16 de dezembro. “Isso é algo que eu realmente aprecio. Não apenas porque fui apoiado e deixado totalmente livre, mas eles [a Netflix] foram extremamente generosos em permitir que as pessoas vissem este filme em um cinema”, disse ele. “Isso é algo especialmente importante para mim e é um gesto excepcional da Netflix. Porque acho que este é um filme que pertence a esse tipo de experiência.” “Bardo” é o primeiro longa-metragem de Iñárritu em sete anos, desde “O Regresso” (2015), que venceu o Oscar de Melhor Filme. A Netflix ainda não revelou nenhum trecho do filme.

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    Lindsey Lohan fará segunda comédia romântica para Netflix

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz Lindsey Lohan (“Vale do Pecado”) vai estrelar a comédia romântica “Irish Wish”, desenvolvida para a Netflix. Essa será a segunda produção do gênero que Lohan fará para o serviço de streaming, após concluir o ainda inédito “Uma Quedinha de Natal”. A trama vai acompanhar uma mulher chamada Maddie (Lohan) que vê o amor da sua vida ficar noivo da sua melhor amiga. Ela é convidada para ser dama de honra casamento, precisando deixar os seus sentimentos de lado para participar da cerimônia, que vai acontecer na Irlanda. Porém, poucos antes antes do enlace, Maddie faz um desejo: ela quer ser a noiva naquele casamento. O problema é que, quando o desejo se realiza, ela percebe que a sua alma gêmea é outra pessoa. O filme foi desenvolvido pela mesma equipe de “Uma Quedinha de Natal”, o diretor Janeen Damian e os roteiristas Michael Damian e Ron Oliver, com o acréscimo da roteirista Kirsten Hansen (“Expresso de Natal”). Uma Quedinha de Natal” e “Irish Wish” concluem um contrato assinado por Lohan com a Netflix. A parceria talvez se estenda, dependendo do sucesso dos filmes. “Uma Quedinha de Natal” chega à plataforma em 10 de novembro e “Irish Wish” ainda não tem previsão de estreia.

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    Atriz de “Servant” vai estrelar prólogo de “A Profecia”

    31 de agosto de 2022 /

    A atriz Nell Tiger Free, intérprete da babá Leanne Grayson na série “Servant”, vai estrelar o terror “First Omen”, que será um prólogo do terror clássico “A Profecia” (The Omen, 1976). Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que o filme será dirigido por Arkasha Stevenson (diretora da série “Channel Zero”). Stevenson também escreveu o roteiro ao lado de Tim Smith, com quem já tinha trabalhado antes nas séries “Channel Zero” (2018) e “Vingança Sabor Cereja” (2021). “First Omen” será produzido por David S. Goyer (produtor das séries “Fundação” e “Sandman”) e ainda não tem previsão de lançamento. Dirigido por Richard Donner, “A Profecia” acompanhava um complô satânico, envolvendo troca de bebês numa maternidade, para colocar o Anticristo na família de um embaixador americano (interpretado por Gregory Peck). O filme foi um sucesso na época, faturando mais de US$ 60 milhões nas bilheterias, e rendeu duas continuações (lançadas em 1978 e 1981), um remake (de 2006) e uma série, “Damien” (2016). Nell Tiger Free será vista em breve na fantasia “Wonderwell”, último filme estrelado por Carrie Fisher (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), e no suspense “Fall into Darkness”, dirigido por Roxanne Benjamin (“Rastros na Escuridão”), ambos ainda sem previsão de estreia. Assista ao trailer de “A Profecia”.

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    Ana de Armas critica classificação de “Blonde” para maiores de 18 anos

    31 de agosto de 2022 /

    A atriz Ana de Armas (“Águas Profundas”) criticou a classificação etária recebida por seu filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe. Em entrevista à revista francesa L’Officiel, Armas disse que não consegue entender o motivo de o filme ter recebido a classificação “NC-17”, indicado apenas para maiores de 18 anos nos EUA e usada basicamente para filmes com muito sexo. “Eu posso listar várias séries ou filmes que são muito mais explícitos, com muito mais conteúdo sexual do que ‘Blonde'”, disse ela. “Mas para contar essa história era importante mostrar todos esses momentos da vida de Marilyn que a fizeram terminar daquele jeito. Precisava ser explicado. Todo mundo [no elenco] sabia que tínhamos que ir a lugares desconfortáveis. Eu não fui a única.” “NC-17” foi uma classificação etária criada em 1990 para evitar que o lançamento de “Henry & June” recebesse a tarja “X”, mais elevada na época e usada para filmes pornográficos. Ela difere de “R” por proibir que menores vejam o filme mesmo se forem acompanhados dos pais e do hard “X” por ser mais que uma montagem de cenas explícitas. A partir de sua inclusão, o “NC-17” se tornou a censura máxima dos cinemas associados à MPA, entidade da indústria cinematográfica responsável pelo sistema de classificação dos EUA, empurrando o “X” para os vídeos adultos. “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade e ficção para contar a história da lendária estrela de cinema. O filme foi escrito e dirigido por Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”), que já esperava esse tipo de classificação. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme NC-17 sobre Marilyn Monroe, é meio que o que você quer, certo? Eu quero ver a versão NC-17 da história de Marilyn Monroe.” O diretor também disse que a Netflix, que produziu e vai distribuir o filme, insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, que inclui uma cena de estupro muito comentada do livro de Oates. Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn. “Blonde” fará a sua première no Festival de Veneza, que começou nesta quarta (31/8), antes de chegar à Netflix no dia 28 de setembro. Assista abaixo ao trailer do filme.

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    Jason Statham vai estrelar filme de ação do diretor de “Esquadrão Suicida”

    31 de agosto de 2022 /

    O ator Jason Statham (“Infiltrado”) vai estrelar o filme de ação “The Beekeeper”, que será dirigido por David Ayer (diretor do primeiro “Esquadrão Suicida”). Escrito por Kurt Wimmer (“Os Renegados”), o filme vai acompanhar o ex-agente de uma organização clandestina conhecida como Apicultores que parte numa jornada de vingança. O projeto terá produção de Bill Block (“Halloween Kills: O Terror Continua”) e será distribuído pelo estúdio MGM, que tem o intuito de transformá-lo numa franquia. “Tendo colaborado com David nos seus filmes anteriores, ‘Corações de Ferro’ (2014) e ‘Sabotagem’ (2014), e com Jason em ‘Infiltrado’ (2021) e ‘Operation Fortune: Ruse de Guerre’ (2022), estou muito feliz por reunir essa equipe notável para um projeto tão emocionante, escrito pelo brilhante Kurt Wimmer”, disse Block, em comunicado oficial. “The Beekeeper” começará a ser rodado em setembro, no Reino Unido, mas ainda não tem previsão de estreia. Jason Statham está envolvido em diversos projetos, entre eles o quarto filme da franquia “Os Mercenários” e a continuação de “Megatubarão”, ambos com estreias marcadas para 2023.

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    Catherine Deneuve diz que é melhor ser atriz mais velha na Europa que nos EUA

    31 de agosto de 2022 /

    Homenageada no Festival de Veneza pelas realizações de sua carreira, a atriz Catherine Deneuve (“Repulsa ao Sexo”) aproveitou o evento para mencionar as muitas oportunidades que o cinema europeu oferece a atrizes mais velhas, em contraste com a falta de papéis no cinema americano. “É muito melhor estar na Europa do que nos EUA se você é uma atriz e é mais velha”, disse a estrela de 79 anos, na entrevista coletiva do evento italiano. “Está muito melhor agora, mas nos anos 1950, depois dos 35 a atriz era considerada mais do que madura, então você partia para outros papeis.” Mas embora a situação tenha mudado em Hollywood, com a indústria oferecendo mais oportunidades para atrizes mais velhas, “a Europa ainda é melhor nisso”. Ao introduzir o Leão de Ouro honorário à Deneuve, o diretor do festival, Alberto Barbera, lembrou a longa lista de cineastas com quem ela já trabalhou, lista esta que inclui Roger Vadim (“Vício e Virtude”), Luis Buñuel (“A Bela da Tarde”) e Roman Polanski (“Repulsa ao Sexo”). Ela pisou no tapete vermelho de Veneza pela primeira vez como a estrela do clássico “A Bela da Tarde”, de 1967, e o retorno lhe trouxe boas lembranças. “Parece que foi ontem. Foi um festival muito importante para mim”, disse Deneuve. Falando sobre os diretores que marcaram a sua carreira, ela citou Jacques Demy (deu à atriz seu primeiro grande papel em “Os Guarda-Chuvas do Amor”), François Truffaut (“A Sereia do Mississipi”) e André Téchiné (“Hotel das Américas”). “É sempre difícil parar, olhar as coisas como se você tivesse decidido tudo, que tenha sido uma decisão pensando no futuro, mas nunca é assim”, disse Deneuve, analisando a sua carreira. “Não tenho tempo para olhar para trás, porque estou olhando para o meu presente e seguindo em frente.” É que ela ainda é uma atriz bastante ocupada. Entre seus projetos futuros, destaca-se “Funny Birds”, sobre três gerações de mulheres de uma mesma família, que são colocadas juntas em uma granja rural por conta de circunstâncias trágicas, e uma “comédia leve” sobre o relacionamento entre o falecido presidente francês Jacques Chirac e sua esposa Bernadette. O Festival de Veneza teve início nesta quarta (31/8) e vai até o dia 10 de setembro.

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    “Não! Não Olhe!” deve ganhar continuação

    31 de agosto de 2022 /

    O terror “Não! Não Olhe!”, lançado na quinta passada (25/8) nos cinemas brasileiros, deve ganhar uma continuação. Quem sugeriu isso foi o próprio diretor Jordan Peele, em entrevista ao jornal The New York Times. A discussão sobre uma possível sequência surgiu quando Peele foi questionado sobre um personagem que aparece no trailer, mas não foi visto no filme. O personagem em questão é interpretado por Michael Busch (do programa “Conan”) e identificado no IMDb como “Nobody” (ninguém). Desde então, houve muita especulação na internet sobre quem é esse “ninguém”. “As pessoas estão fazendo um trabalho interessante de detetive”, disse Peele. “A história desse personagem ainda não foi contada, posso dizer isso. O que é outra maneira frustrante de dizer que estou feliz que as pessoas estejam prestando atenção.” E, para alimentar ainda mais as especulações, ele concluiu dizendo que “acho que [os fãs] terão mais respostas sobre algumas dessas coisas no futuro. Ainda não terminamos de contar todas essas histórias.” Terceiro filme de Jordan Peele (após “Corra!” e “Nós”), “Não! Não Olhe!” marca a segunda parceria entre o diretor e o ator Daniel Kaluuya (vencedor do Oscar por “Judas e o Messias Negro”), que trabalharam juntos em “Corra!”. O elenco também destaca Keke Palmer (“Scream Queens”), Steven Yeun (indicado ao Oscar por “Minari”), Brandon Perea (“The OA”), Michael Wincott (“Westworld”) e Barbie Ferreira (“Euphoria”). Assista ao trailer de “Não! Não Olhe!”. A rápida aparição do “nobody” acontece em 2:20.

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    Nicolas Cage vai estrelar comédia produzida pelo diretor de “Hereditário”

    31 de agosto de 2022 /

    O ator Nicolas Cage (“O Peso do Talento”) vai estrelar a comédia indie “Dream Scenario”, que será produzida pelo cineasta Ari Aster (de “Hereditário” e “Midsommar: O Mal Não Espera a Noite”). Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que o filme será escrito e dirigido por Kristoffer Borgli (“Sick of Myself”) e o estúdio indie A24 (também de “Hereditário” e “Midsommar”) vai financiar o projeto. “Dream Scenario” ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia prevista. Nicolas Cage está envolvido em diversos projetos, entre eles “Butcher’s Crossing”, um western sobre a caça de búfalos que terá a sua première no Festival de Toronto, e “Renfield”, comédia passada no universo de “Drácula”, que chega aos cinemas americanos em 14 de abril de 2023. Ari Aster, por sua vez, está trabalhando na pós-produção do seu novo filme, “Disappointment Blvd.”, estrelado por Joaquin Phoenix (“Coringa”) e ainda sem previsão de estreia.

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    Atrizes de “Aves de Rapina” e “Doutor Estranho 2” serão mãe e filha em sci-fi

    30 de agosto de 2022 /

    As atrizes Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”) e Xochitl Gomez (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”) vão estrelar a ficção científica “Ursa Major”. A trama vai acompanhar uma mãe (Winstead) e uma filha (Gomez) que lutam pela sobrevivência em um planeta distante, mas parecido com a Terra. Lá, elas são ameaçadas por um grupo de caçadores e por uma tempestade mortal que se aproxima. Em meio a tudo isso, a filha começa a questionar as decisões que a sua mãe tomou, a explicação que ela deu sobre quem elas são e como chegaram naquele lugar, e o que elas precisam fazer para sobreviver. “Ursa Major” foi escrito por Patrick Somerville (criador de “Station Eleven”), em parceria com Colleen O’Brien e Katie French, e será dirigido pelos irmãos cineastas Jonathan e Josh Baker (“Kin”). O filme ainda não tem previsão de estreia. Este será o próximo projeto de Xochitl Gomez depois de chamar a atenção pela sua participação como America Chavez em “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (2022). Mary Elizabeth Winstead, por sua vez, será vista em breve na série “Ahsoka”, nova produção do universo “Star Wars” que estreia em 12 de março de 2023 no serviço de streaming Disney+.

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    Baterista dos Monkees processa Departamento de Justiça dos EUA por espionar a banda

    30 de agosto de 2022 /

    Micky Dolenz, baterista e vocalista da banda The Monkees, entrou com um processo contra o Departamento de Justiça dos EUA nessa terça-feira (30/8), com o intuito de obter os arquivos secretos que o FBI compilou sobre a banda enquanto eles protestavam contra a Guerra do Vietnã, nos anos 1960. O processo foi registrado no tribunal federal, em Washington, após várias tentativas frustradas de obter os registros por meio da Lei de Liberdade de Informação. “Este processo foi projetado para obter quaisquer registros que o FBI criou e/ou possua sobre os Monkees, bem como sobre seus membros individuais”, afirma a ação. O site do FBI confirma que a banda é objeto de dois arquivos, sendo que um desses arquivos foi “omitido inteiramente”. O outro arquivo é um memorando do escritório de campo de Los Angeles, datado de 1967, e divulgado em 2011 com várias informações omitidas. Arquivado com o nome errado de “The Monkeys”, o documento confirmava a investigação de “quatro jovens que se vestem como ‘tipos beatnik'” e que “cantam em conjunto”. Na época, um informante do FBI afirmou que as apresentações da banda continham “mensagens subliminares” com a intenção de causar uma “intervenção de natureza política de esquerda”. As apresentações da banda eram acompanhadas de imagens exibidas em um telão. E, segundo os documentos censurados, as imagens lá exibidas traziam “mensagens anti-EUA sobre a guerra no Vietnã”, além de mostrarem os conflitos que aconteciam em solo americano, como a marcha pelos direitos civis ocorrida em Selma, no Alabama. Dolenz ficou sabendo da existência desses documentos depois que seu advogado – e fã – Mark Zaid sugeriu que eles verificassem se o FBI tinha algum arquivo sobre ele. O documento encontrado “apenas reforçou para mim que havia realmente algo ali”, o advogado contou à revista Rolling Stone. Ainda assim, o advogado admite que não sabe o que vai encontrar nos documentos. “Ainda estamos pescando, mas sabemos que há peixes na água”, disse ele. “Teoricamente, qualquer coisa poderia estar nesses arquivos. Não temos ideia de quais registros existem. Pode ser quase nada. Mas veremos em breve.” O processo aponta que tanto Dolenz quanto os seus falecidos companheiros de banda – Michael Nesmith, Peter Tork e Davy Jones – costumavam passar tempo com outros músicos investigados pelo FBI, como Jimi Hendrix e John Lennon. Conforme aponta o advogado, o FBI “era famoso por monitorar a contracultura, cometendo ou não ações ilegais”. Os Monkees expuseram seus sentimentos a respeito da guerra em algumas das suas canções, como “Last Train to Clarksville”, sobre um jovem recrutado para lutar no Vietnã. Na letra, o rapaz que se despedia ao pegar o último trem dizia que não sabia se conseguiria voltar para casa. Lembre da música abaixo.

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  • Etc

    José Padilha processa produtor de “Narcos” por desviar milhões de dólares

    30 de agosto de 2022 /

    O cineasta brasileiro José Padilha (“Tropa de Elite”) está processando o produtor e showrunner da série “Narcos”, Eric Newman. No processo aberto na sexta (26/8) na Corte Superior de Los Angeles, Padilha alega que o produtor está ocultando milhões de dólares gerados pela série que ele desenvolveu para a Netflix. O acordo de Padilha lhe dá direito a metade de toda a receita gerada pela atração, incluindo o dinheiro de auditorias e bônus dado pela empresa Gaumont Television. “Apesar de ter voluntariamente aceitado a confiança depositada nele pelos Autores, e em violação desta relação de confiança, Newman (tanto individualmente quanto em nome da sua produtora Spahn Ranch) fez com que os lucros de ‘Narcos’ fossem pagos única e diretamente aos Réus, sem fazer com que os Autores soubessem que essas receitas de ‘Narcos’ foram recebidas pelos réus”, afirma a queixa apresentada no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles. Em outras palavras, o produtor recebeu sozinho toda a renda de “Narcos” e não avisou para Padilha que havia recebido mais dinheiro (sendo que metade desse dinheiro seria de Padilha). Entretanto, o contrato dos dois prevê que “cada parte receba uma quantidade igual de Receitas Brutas em todos os momentos”. O argumento apresentado por Padilha é de que o contrato foi escrito de tal maneira que o valor pago a Newman pela Gaumont não é totalmente transparente. Segundo ele, Newman recebeu vários milhões em receitas que não foram relatadas. “Dado que eles eram sócios, os Autores confiaram que os Réus eram leais, e não negociavam em favor de si próprios, não tomavam qualquer ação que interferisse no direito dos Autores de receber sua parte de toda e qualquer receita, renda e produto da exploração da série, e prestariam as contas oportunas, precisas e completas de todas as receitas geradas e despesas incorridas na exploração da série”, afirma o processo. Padilha não é a única pessoa que entrou com processo pelos lucros de “Narcos”. A executiva Katie O’Connell Marsh processou a Gaumont em 2018 por quebra de contrato, afirmando que não recebeu a sua parte das receitas brutas geradas pelas séries “Narcos”, “Hannibal”, “Hemlock Grove” e “F Is for Family”. Um julgamento deve começar em dezembro. Lançada em 2015, “Narcos” teve um total de três temporadas e também rendeu um derivado, “Narcos: Mexico”.

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  • Série

    Ben Kingsley vai reprisar papel de “Homem de Ferro 3” na série do herói Magnum

    30 de agosto de 2022 /

    O ator Ben Kingsley vai reprisar o papel de Trevor Slattery, introduzido em “Homem de Ferro 3” (2013), na vindoura série do herói Magnum (Wonder Man), desenvolvida para o serviço de streaming Disney+. Slattery era um ator fracassado que foi contratado para interpretar o papel do vilão Mandarim em vídeos ameaçadores, a mando do vilão Aldrich Killian (Guy Pearce). Depois disso, o personagem foi visto no curta-metragem “All Hail the King” (2014), que o mostrou sendo libertado da prisão por um dos associados do verdadeiro Mandarim, e mais recentemente em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), quando foi encontrado por Shang-Chi, o filho do Mandarim. Produzida por Destin Daniel Cretton (diretor de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), “Wonder Man” (título original) ainda não tem previsão de estreia. O herói da série não é dos mais famosos, mas possui uma trajetória bastante interessante. Criado em 1964 por Stan Lee, Jack Kirby e Don Heck, Simon Williams (a identidade de Magnum) surgiu como capanga do Barão Zemo, mas foi reconfigurado nos anos 1970 como herói (e um dos Vingadores), até passar a usar sua superforça para trabalhar como dublê e astro de filmes de ação de Hollywood. Enquanto estava nos Vingadores, o personagem também desenvolveu fortes laços com Visão e Wanda, a Feiticeira Escarlate. Histórias chegaram a sugerir que Magnum e Visão era praticamente irmãos. Ele ainda desenvolveu sentimentos por Wanda, depois que o Visão foi desmantelado. Ainda não está claro qual fase do personagem a série da Disney+ vai abordar. Mas vale lembrar que “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chegou a filmar – e posteriormente descartar – uma cena cheia de pôsteres de cinema em que o ator Nathan Fillion (“Castle”, “The Rookie”) aparecia como o astro Simon Williams. Fillion acabou encarnando o personagem apenas como dublador, na série animada “M.O.D.O.K” – que não faz parte oficialmente do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ben Kingsley tem diversos projetos prestes a estrear, entre eles a fantasia “A Escola do Bem e do Mal”, que chega em 21 de outubro na Netflix, e o drama “Dalíland”, cinebiografia do pintor Salvador Dalí, que fará a sua première no Festival de Toronto.

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  • Série

    “Inventando Anna” rende processo de difamação contra Netflix

    30 de agosto de 2022 /

    A Netflix está envolvida em um processo de difamação por causa da sua minissérie “Inventando Anna”. O processo foi movido por Rachel Williams, que aparece como uma personagem na série, retratada como uma aproveitadora que traiu a melhor amiga em benefício próprio. Segundo Williams, a Netflix deturpou a sua representação. “Inventando Anna” foi criada por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e narra a história real da vigarista Anna Delvey (também conhecida como Anna Sorokin). Na série, a protagonista consegue se infiltrar na alta sociedade de Nova York afirmando ser uma herdeira alemã e comete fraudes milionárias como forma de financiar o seu estilo de vida. A atração se define da seguinte maneira: “Esta história é completamente verdadeira. Exceto pelas partes que são totalmente inventadas”. E, aparentemente, a personagem de Williams entrou na lista dessas invenções. Williams trabalhou como editora de fotos na revista Vanity Fair e publicou um artigo sobre o tempo que passou com Sorokin. Mas ela alega que sua representação na minissérie se difere da realidade. Alexander Rufus-Isaacs, advogado de Williams, aponta uma entrevista de Shonda Rhimes, na qual ela supostamente admite aquilo que o processo está afirmando. “Queríamos saber o que estávamos inventando”, disse Rhimes na entrevista. “Nós não queríamos inventar coisas só por inventar. Queríamos intencionalmente ficcionalizar momentos em vez de apenas acidentalmente ficcionalizá-los”. Em outra entrevista ao The Hollywood Reporter, Rhimes admitiu que “houve coisas que inventamos porque precisavam ser inventadas para fazer a história realmente engrenar e ser o que deveria ser.” A atriz Katie Lowes, que interpreta Williams na minissérie, também disse durante uma entrevista que sua personagem quer agradar as outras pessoas. “Ela é jovem, ingênua e teve uma vida privilegiada. Não acho que isso seja necessariamente verdade para a Rachel Williams da vida real; eu acho que isso é verdade para a personagem que Shonda escreveu e para o que Shonda precisava que a personagem fosse na série.” O advogado de Williams afirma que declarações como estas constituem uma admissão. Para ele, a Netflix sabia que as ações da personagem eram falsas, mas ainda assim optou por retratá-la como a vilã da história, inclusive usando o nome de Williams. Entretanto, o processo não cita nem Rhimes nem a produtora Shondaland. O alvo é a própria Netflix. “Esta ação vai mostrar que a Netflix tomou uma decisão deliberada para fins dramáticos ao mostrar Williams fazendo ou dizendo coisas na série que a retratam como uma pessoa gananciosa, esnobe, desleal, desonesta, covarde, manipuladora e oportunista”, afirma a queixa, apresentada no tribunal federal de Delaware. Na minissérie, Williams aceita os presentes e as viagens de Sorokin, mas trai a sua amiga, entregando-a às autoridades assim que descobre que ela mentiu sobre sua fortuna. Na ação, Williams cita momentos específicos da minissérie, como as cenas em que um advogado força a personagem baseada nela a admitir que Sorokin sempre pagava a conta quando as duas saíam juntas. A intenção dessa cena é mostrá-la como uma aproveitadora. Mas Williams afirma que, na verdade, ela pagou a conta várias vezes e em outras ocasiões as duas dividiram. Em outro momento, Williams é mostrada abandonando Sorokin no Marrocos depois que o cartão de crédito de Sorokin foi recusado em um resort de luxo. Segundo Williams, ela havia dito a Sorokin antes da viagem que ela teria que voltar numa data específica porque já tinha agendado uma viagem de trabalho para França. “Williams não deixou de ser amiga de Sorokin porque Sorokin estava tendo problemas no Marrocos, mas porque ela posteriormente descobriu em seu retorno a Nova York que Sorokin era uma mentirosa e uma vigarista cujas declarações e promessas falsas haviam induzido Williams a incorrer em passivos de cerca de US$ 62 mil em nome de Sorokin, e ela só a reembolsou em US$ 5 mil, apesar das inúmeras promessas de reembolsar seus US$ 70 mil para compensar a dívida total e quaisquer taxas atrasadas”, afirma o processo. Williams terá uma longa batalha pela frente, já que, para que um processo de difamação seja bem sucedido, é preciso comprovar que as declarações difamatórias foram feitas com real intenção de malícia. Ou seja, é preciso que haja o conhecimento prévio de que as alegações feitas são falsas e de que houve a intenção de prejudicar a pessoa retratada. “A Netflix usou propositalmente meu nome real e aspectos reais da minha vida para criar uma caracterização totalmente falsa e difamatória de mim”, disse Williams em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “A verdade importa e retratar pessoas reais requer uma responsabilidade real. Estou entrando com este processo para responsabilizar a Netflix por sua imprudência deliberada.” O advogado de Williams vai ainda mais longe, afirmando que a motivação de Netflix deve-se, em parte, ao fato de Williams ter vendido os direitos da sua matéria escrita para a Vanity Fair e do seu livro ainda não publicado para a HBO. “A razão pela qual tivemos que entrar com esse processo é porque a Netflix usou o nome real de Rachel e detalhes biográficos, e a fez parecer uma pessoa horrível, o que ela não é. O dano devastador à reputação dela poderia ter sido evitado se a Netflix tivesse usado um nome fictício e detalhes diferentes. Por que eles não fizeram isso por ela, quando fizeram por tantos outros personagens da série? Talvez o motivo tenha sido que ela escolheu jogar no outro time, ou seja, HBO.” Assista abaixo ao trailer de “Inventando Anna”.

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