Série de viagem no tempo mostra racismo nos EUA. Veja o trailer
O serviço de streaming Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Kindred”, minissérie baseada no livro clássico de ficção científica escrito por Octavia E. Butler. A prévia destaca o racismo sofrido pela protagonista, que viaja no tempo até a América escravagista. Na trama, Dana James é uma jovem negra aspirante a escritora que vive em Los Angeles com o marido Kevin Franklin. Durante o processo de mudança, Dana se vê abruptamente vivendo em dois tempos diferentes: nos dias atuais, em Los Angeles, e no estado americano de Maryland no ano de 1815, durante o período da escravidão. Em suas jornadas ao passado, Dana luta para sobreviver enquanto se vê presa em uma plantação, ao mesmo tempo que descobre segredos chocantes sobre sua própria história familiar. Lançado em 1979, o livro de Butler recebeu elogios da crítica e se tornou um best-seller. Além disso, o livro também é usado constantemente nas escolas como forma de educar os alunos a respeito do período conhecido como Antebellum (antes da Guerra Civil Americana). A série foi criada pelo dramaturgo Branden Jacobs-Jenkins (que já trabalhou como consultor nas séries “Watchmen” e “Outer Range”). Ele também produz a atração ao lado do cineasta Darren Aronofsky (“Mãe!”). A direção do piloto ficou a cargo de Janicza Bravo (do premiado filme “Zola”) e o elenco é formado por Mallori Johnson (“WeCrashed”), Micah Stock (“Amizade Dolorida”), Ryan Kwanten (“True Blood”), Gayle Rankin (“GLOW”), David Alexander Kaplan (“Stranger Things”), Sophina Brown (“Twenties”) e Sheria Irving (“A Luv Tale: The Series”). “Kindred” terá oito episódios, que estreiam em 13 de dezembro na plataforma de streaming Hulu. No Brasil, as séries da Hulu normalmente são exibidas na Star+.
5ª temporada de “Um Milhão de Coisas” será a última
A vindoura 5ª temporada da série “Um Milhão de Coisas” (A Million Little Things) será a última. O anúncio foi feito pelo próprio elenco da série. Em um vídeo dedicado aos fãs, os atores agradecem as pessoas que os acompanharam durante todo esse tempo e explicam que sempre planejaram “encerrar essa jornada na hora certa”. Primeiro sucesso televisivo do produtor-roteirista D.J. Nash (após suas criações “Truth Be Told” e “Growing Up Fisher” serem canceladas após a estreia), a série melodramática acompanha os amigos de um suicida, que se conectam para se fortalecer e continuar suas vidas. “Eu sei que ver essa série acabar pode ser triste para muitas pessoas (especialmente minha mãe que assiste ao vivo toda semana), mas eu sempre soube que queria seguir esses amigos por 5 temporadas e deixá-los quando chegasse a hora certa”, disse DJ Nash, em comunicado. “Quando começamos a fazer nossa série, eu nunca poderia imaginar essa comunidade incrível de ‘Millionaires’ que se reuniriam e não apenas assistiriam, mas também compartilhariam suas lutas pessoais, sua dor e, finalmente, sua verdadeira coragem. Estou honrado e inspirado por tudo isso e estou tão admirado com os incríveis atores, escritores, diretores e equipe que emprestaram seu talento para fazer nossa série. Também sou muito grato que a ABC agora faça da conscientização sobre a saúde mental uma das principais questões que ela defende. Terrence [Coli, produtor executivo da série] e eu mal podemos esperar para que os ‘Millionaires’ vejam o que planejamos para nossa temporada final”, completou. A série se destaca por juntar um elenco grandioso e eclético, estrelada por James Roday (da série “Psych”), David Giuntoli (o “Grimm”), Romany Malco (“Weeds”), Grace Park (“Hawaii Five-0”), Allison Miller (“Terra Nova”), Christina Marie Moses (“The Originals”), Stephanie Szostak (“Satisfaction”), Lizzy Greene (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Floriana Lima (“Supergirl”), sem esquecer de Ron Livingston (“Search Party”) como o amigo suicida. A 5ª e última temporada de “Um Milhão de Coisas” começa a ser exibida em 8 de fevereiro, no canal americano ABC. No Brasil, a série é disponibilizada pela Globoplay.
Netflix fará filme e série animada baseados no game “Gears of War”
A Netflix anunciou que vai produzir um filme em live-action (com atores reais) e uma série animada baseada na franquia de games “Gears of War”. A informação foi divulgada pela própria Netflix, por meio de uma publicação no Twitter. “Gears of War” narra o conflito entre a humanidade, os reptilianos humanoides subterrâneos conhecidos como Locust Horde, e os seus homólogos modificados, os Lambent. A franquia já teve sete jogos principais, que venderam mais de 22 milhões de unidades e renderam mais de US$ 1 bilhão. Os games também já ganharam adaptações para os formatos de livros e quadrinhos. A desenvolvedora The Coalition, responsável pelos jogos, também está envolvida nas adaptações. Embora não tenha entrado em detalhes a respeito dos projetos, a Netflix afirmou que além do filme e da série animada, existe “potencial para mais histórias a seguir!” Os projetos ainda não têm previsão de estreia. Gears of War was released 16 years ago today and to mark the occasion, Netflix has partnered with The Coalition to adapt the @GearsofWar video game saga into a live action feature film, followed by an adult animated series — with the potential for more stories to follow! pic.twitter.com/3zInFSnUu4 — Netflix (@netflix) November 7, 2022 ABAIXA QUE LÁ VEM TIRO @GearsofWar💥 Um filme de ação live-action baseado no game Gears of War e uma animação adulta da saga estão em produção. pic.twitter.com/B1mJqgurxs — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 7, 2022
Trailer destaca trajetória de compositor negro no século 18
A Searchlight Pictures divulgou o primeiro trailer do drama de época “Chevalier”, cinebiografia de Joseph Bologne, um compositor negro do século 18 também conhecido como o Cavaleiro de Saint-Georges. A prévia destaca a trajetória do personagem no seu caminho para se tornar uma lenda da música, ao mesmo tempo que enfrenta o racismo da época. O filme vai contar a história de Bologne, filho ilegítimo de uma escrava africana e um proprietário de plantação francês. Mesmo diante de todas as dificuldades, ele se tornou um célebre violinista, compositor e talentoso esgrimista. Além disso, Bologne chegou a ter um caso de amor com a rainha Maria Antonieta. O elenco é formado por Kelvin Harrison Jr. (“Godfather of Harlem”), Samara Weaving (“A Babá”), Lucy Boynton (“The Politician”), Minnie Driver (“Speechless”), Sian Clifford (“Fleabag”), Alex Fitzalan (“Slender Man: Pesadelo Sem Rosto”) e Ronkẹ Adékoluẹjo (“Alex Rider”). “Chevalier” foi escrito por Stefani Robinson (“What We Do in the Shadows”) e dirigido por Stephen Williams (diretor de séries como “Lost”, “Westworld” e “Watchmen”). O filme teve a sua première no Festival de Toronto e chega aos cinemas americanos em 7 de abril de 2023. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Atriz Rebel Wilson vira mamãe
A atriz Rebel Wilson (“De Volta ao Baile”) virou mamãe. A bebê, chamada Royce Lillian, foi gestada por uma barriga de aluguel. A própria Wilson compartilhou a novidade em uma postagem no seu Instagram. “Muito orgulhosa de anunciar o nascimento da minha primeira filha, Royce Lillian, nascida na semana passada via barriga de aluguel. Não consigo nem descrever o amor que tenho por ela, ela é um lindo milagre!”, escreveu Wilson na legenda da foto da sua recém-nascida. “Eu sou eternamente grata a todos que estiveram envolvidos, (você sabe quem vocês são), isso tem sido planejado há anos… mas particularmente queria agradecer a minha linda barriga de aluguel que a carregou e a deu à luz com tanta graça e cuidado. Obrigado por me ajudar a começar minha própria família, é um presente incrível. O MELHOR presente!”, acrescentou. Wilson finalizou a postagem dizendo que “estou pronta para dar à pequena Roycie todo o amor imaginável. Estou aprendendo rápido… muito respeito a todas as mamães por aí! Orgulho de fazer parte do seu clube.” Não ficou claro se atriz vai dividir a função de mãe com a sua namorada, a empresária Ramona Agruma. A atriz já havia comentado a respeito da sua luta com a fertilidade e até afirmou que sua perda de peso tinha sido motivada para aumentar as chances de conceber um bebê. “Foi isso que começou, que se eu perdesse algum excesso de peso, isso me daria uma chance melhor de congelar óvulos e ter óvulos de melhor qualidade”, disse ela durante uma live no Instagram em 2021. “Não era nem pra mim mesma, era mais pensando em um futuro mini-eu, na verdade.” Rebel Wilson será vista a seguir no drama “The Almond and the Seahorse”, estrelado por Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), que chega aos cinemas americanos em 16 de dezembro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rebel Wilson (@rebelwilson)
“Dahmer: Um Canibal Americano” terá novas temporadas
A Netflix encomendou novas temporadas das séries “Dahmer: Um Canibal Americano” e “Bem-Vindo à Vizinhança”, ambas criadas por Ryan Murphy e Ian Brennan (parceiros desde “Glee”). As renovações, porém, vão seguir caminhos diferentes. A nova temporada de “Bem-Vindo à Vizinhança” deve seguir contando a história da sinistra figura do The Watcher (O Observador), visto na 1ª temporada. Já “Dahmer: Um Canibal Americano”, que ganhou encomenda de duas novas temporadas, vai adotar o formato de antologia, com cada temporada contando a história de um assassino diferente – algo similar ao que Murphy fez em outras séries suas, como “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”. Vale observar que a série “Dahmer: Um Canibal Americano” tem um título muito diferente em inglês, que se presta melhor à ideia de uma série antológica. Ela foi lançada como “Monster: The Jeffrey Dahmer Story” nos EUA e os próximos capítulos vão manter esse formato – como “Monster: The Charles Manson Story”, por exemplo. No Brasil, essa ligação não poderá será feita da mesma forma por conta da tradução nacional. A Netflix ainda não divulgou quais assassinos serão tema das próximas temporadas, mas afirmou que o serviço vai “contar as histórias de outras figuras monstruosas que impactaram a sociedade”. “O público não consegue tirar os olhos de ‘Dahmer: Um Canibal Americano’ e ‘Bem-Vindo à Vizinhança’. A equipe criativa de Ryan Murphy e Ian Brennan em ‘Dahmer’ junto com Eric Newman em ‘Bem-Vindo à Vizinhança’ são contadores de histórias magistrais que cativaram o público em todo o mundo. A força consecutiva dessas duas séries se deve à distinta voz original de Ryan, que criou sensações culturais e estamos entusiasmados em continuar contando histórias nos universos ‘Dahmer: Um Canibal Americano’ e ‘Bem-Vindo à Vizinhança’”, disse Bela Bajaria, executiva da Netflix. As renovações não são nenhuma surpresa, visto que as duas séries foram sucessos estrondosos na Netflix. “Bem-Vindo à Vizinhança” acumulou mais de 125 milhões horas assistidas somente na sua primeira semana de exibição. E “Dahmer: Um Canibal Americano” já se aproxima do total de 1 bilhão de horas assistidas, sendo a segunda série em inglês mais vista da história da Netflix. Porém, apesar do sucesso, a parceria de Murphy com a Netflix pode estar chegando ao fim. Em 2018, ele fechou um contrato de exclusividade de cinco anos com o serviço de streaming no valor de US$ 300 milhões. E suas primeiras produções para a Netflix, as séries “The Politician”, “Hollywood” e “Ratched”, certamente não justificaram o investimento feito no criador. E agora que ele finalmente mostrou o seu toque de Midas na criação de séries de sucesso, seu contrato está prestes a se encerrar. Quando questionado sobre o que pretende fazer depois que o contrato acabar, Murphy foi vago. “Talvez eu não faça nada”, disse ele ao jornal New York Times. “Eu poderia me aposentar e lançar uma linha de produtos de cera de abelha. Eu não ficaria surpreso se me mudasse para a Costa Leste e mudasse minha vida completamente. Acabei de comprar uma fazenda e sempre quis ser agricultor. Eu cresci em Indiana. Meu quintal era um milharal.” As novas temporadas de “Dahmer: Um Canibal Americano” e “Bem-Vindo à Vizinhança” ainda não têm previsão de estreia.
Jimmy Kimmel vai apresentar o Oscar de 2023
O apresentador Jimmy Kimmel foi escolhido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas para apresentar a 95ª cerimônia do Oscar, que vai acontecer em 2023. Essa será a terceira vez de Kimmel à frente da cerimônia. A primeira vez foi em 2017, quando “La La Land” foi anunciado por engano como Melhor Filme, em vez do vencedor real “Moonlight”, num equívoco que virou uma das maiores falhas do Oscar. Ele também apresentou a cerimônia em 2018, e foi o último apresentador solitário do evento, após a Academia optar por realizar as três cerimônias seguintes (de 2019, 2020 e 2021) sem um apresentador fixo. Foi somente em 2022 que a organização retomou o formato de apresentadores fixos, mas com três pessoas: as comediantes Regina Hall, Amy Schumer e Wanda Sykes. E resultou num fracasso de audiência. Jimmy Kimmel tem bastante experiência com eventos ao vivo. Ele apresenta o programa de entrevistas “Jimmy Kimmel Live!” há quase 20 anos. O incidente em 2017 também comprovou que ele sabe improvisar quando acontece algum imprevisto – algo que, aparentemente, é necessário nessas cerimônias. “Jimmy é o anfitrião perfeito para nos ajudar a reconhecer os incríveis artistas e filmes do nosso 95º Oscar. Seu amor por filmes, experiência em TV ao vivo e capacidade de se conectar com nosso público global criará uma experiência inesquecível para nossos milhões de espectadores em todo o mundo”, disseram o CEO da Academia, Bill Kramer, e a Presidente da Academia, Janet Yang, em comunicado. A escolha por trazer Kimmel de volta é também uma tentativa de aumentar a audiência da cerimônia. Quando ele apresentou o Oscar em 2017, o evento teve uma audiência de 32,9 milhões de espectadores. E embora esse número tenha diminuído no ano seguinte (quando ele também apresentou), ainda ficou muito à frente dos 16,6 milhões de espectadores que viram o Oscar em 2022. Quando o canal ABC (que transmite a cerimônia nos EUA) teve a audiência do Emmy afetada pela pandemia em 2020, eles também recorreram a Kimmel, que recebeu elogios por realizar uma transmissão inventiva, apesar de também ter registrado uma audiência baixa – embora ele não possa ser culpado por isso, visto que todas as premiações foram prejudicadas pela pandemia. “Ter Jimmy Kimmel de volta como apresentador do ‘Oscar’ é um sonho tornado realidade. Como vemos todas as noites em seu próprio programa, Jimmy pode lidar com qualquer coisa com coração e humor, e sabemos que ele entregará as risadas e os momentos comemorativos que definem o Oscar”, disse Craig Erwich, presidente da ABC Entertainment. “Adoramos ser a casa da maior noite de Hollywood e mal podemos esperar para brindar ao sucesso do cinema e da narrativa deste ano.” O apresentador também agradeceu ao convite, mantendo o seu bom humor característico. “Ser convidado para apresentar o Oscar pela terceira vez é uma grande honra ou uma armadilha. De qualquer forma, sou grato à Academia por me perguntar tão rapidamente depois que todos os bons disseram não”, brincou Kimmel. A cerimônia do Oscar está marcada para acontecer em 12 de março de 2023, e contará com a produção de Glenn Weiss e Ricky Kirshner.
Netflix revela título do primeiro episódio do 5º ano de “Stranger Things”
A Netflix revelou o título do primeiro episódio da 5ª e última temporada da série “Stranger Things”. A revelação foi feita por meio de uma publicação no Instagram do serviço de streaming, que mostra a foto da capa de um roteiro, onde é possível ver o título: “Chapter One: The Crawl”. A palavra “Crawl” tem diferentes traduções, podendo significar “rastejar” e “engatinhar”, ou “arrepiar” e “formigar”. “Crawl” também é o nome dado a um estilo de natação ou à profissão de “lagosteiro”. Entretando, levando em consideração a temática da série, é possível supor que o nome tenha alguma relação com algo que rasteja. Outra informação contida na publicação é que o episódio foi escrito pelos irmãos Brothers, os criadores da série. As revelações foram feitas como parte da comemoração do “Stranger Things Day” (Dia de Stranger Things) em 6 de novembro. A data serve para comemorar o dia em que Will Byers desapareceu na 1ª temporada da série. As comemorações também envolveram exibições da série em salas de cinema e distribuição de brindes para os fãs. A aguardada temporada final de “Stranger Things” tem gerado muita expectativa entre os fãs. Embora não tenham entrado em detalhes a respeito do que o público pode esperar, os irmãos Duffer disseram que não pretendem adicionar novos personagens para se concentrarem no elenco principal já estabelecido. “Eu gosto de agitar, então nós agitamos mudando o enredo ou adicionando um novo monstro. Estamos fazendo o nosso melhor para resistir [a adicionar novos personagens] para a 5ª temporada. Estamos tentando não fazer isso para que possamos nos concentrar nos personagens originais”, disse Matt Duffer ao site IndieWire. A 5ª temporada de “Stranger Things” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Netflix US (@netflix)
James Gunn considera lançar “Ayer Cut” e salvar “Legends of Tomorrow”
O cineasta James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) está disposto a agradar aos fãs da DC em seu novo cargo na Warner Bros. Discovery. Em uma série de postagens no seu Twitter, o diretor e agora co-presidente do recém-criado DC Studios – ao lado do produtor Peter Safran – , abordou alguns pedidos insistentes dos fãs a respeito de lançamentos da marca, incluindo o Ayer Cut (versão do diretor de “Esquadrão Suicida”) e o resgate da série “Legends of Tomorrow”. “Abri o Twitter ao encerrar um fim de semana longo e criativo para ver os muitos tuítes de #SaveLegendsofTomorrow (Salve ‘Legends of Tomorrow’) e #ReleaseTheAyerCut (Libere o ‘Ayer Cut’) e o apoio dos fãs a outros projetos da DC ao longo dos anos. A maioria desses pedidos foi entusiástica e respeitosa”, escreveu ele. “Como os novos (e primeiros) CEOs da DC Studios, Peter e eu achamos importante reconhecermos vocês, os fãs, e informar que ouvimos seus diferentes desejos para os caminhos a seguir para a DC.” Ainda que não tenha prometido exatamente nada, Gunn também indicou que não descartou nada. “Embora nossa capacidade de interagir no Twitter tenha diminuído devido à carga de trabalho das nossas novas funções, estamos ouvindo e abertos a tudo enquanto embarcamos nessa jornada e continuaremos a fazê-lo nos próximos anos.” Os pedidos a respeito do lançamento de uma versão do diretor de “Esquadrão Suicida” começaram a ganhar força depois que a Warner cedeu à pressão dos fãs para lançar o Snyder Cut de “Liga da Justiça”. É sabido que a interferência do estúdio alterou, e muito, o resultado de “Esquadrão Suicida” e os fãs sempre ficaram curiosos para ver a versão original do filme dirigido por David Ayer. Já no caso de “Legends of Tomorrow”, o descontentamento dos fãs se dá porque a série foi cancelada depois de sete temporadas, sem que tivesse uma conclusão. Isso causou muita irritação entre o público que acompanhou a atração desde o início. A atração também tinha um tom divertido que a DC só voltou a buscar em “Pacificador”, série criada justamente por Gunn. Apesar disso, o cineasta já indicou que seu principal trabalho na DC não serão resgates, mas a criação de um novo universo compartilhado. “Todo o nosso foco inicial está na história daqui para frente, elaborando o novo DCU e contando a maior história já contada em vários filmes, séries de televisão e projetos de animação”, disse ele. “Convidamos todos os fandoms da DC de todo o multiverso – e todos os outros também – para este novo universo. Mal podemos esperar para revelar mais.” We invite all of the DC fandoms from across the multiverse — and everyone else as well — into this new universe. We can’t wait to reveal more. — James Gunn (@JamesGunn) November 6, 2022
Participação de Johnny Depp em desfile de Rihanna cria polêmica
A notícia de que o ator Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) vai participar do “Savage X Fenty Volume 4”, uma mistura de desfile e apresentação musical promovida pela marca de lingerie criada pela cantora Rihanna, tem gerado controvérsia na internet. Desde que a participação do ator foi confirmada, várias pessoas recorreram às redes sociais para pedir a exclusão de Depp do evento. “É melhor que a equipe de edição esteja trabalhando para excluir esse homem disso”, disse um usuário nos comentários de uma postagem no Instagram do evento. No Twitter, também é possível encontrar várias reações negativas à participação. “‘Savage x Fenty’ já é um fracasso e adicionar Johnny Depp à mistura é apenas mais um exemplo de como Rihanna realmente está fora de contato com a realidade”, escreveu um usuário. Outra usuária chegou a compartilhar a hashtag #AmberHeardDeservesBetter (Amber Merece Algo Melhor) e também pediu a exclusão de Depp. “Amber Heard merece o mesmo apoio que deu a tantos outros”, escreveu ela. “Ela merece solidariedade de outros sobreviventes, não traição. Ela merece algo melhor.” Outra hashtag que foi bastante utilizada foi #DitchDepp (Livre-se de Depp), que contou com diversas manifestações indignadas, algumas até ameaçando boicotar a marca. O produtor musical Drew Dixon descreveu a decisão de escalar o ator como “realmente decepcionante”, enquanto o cantor e ator britânico Olly Alexander – que já colaborou com Savage X Fenty em uma campanha de mídia social – anunciou que “não vai mais vestir” a marca. O evento será exibido no serviço de streaming Amazon Prime Video no dia 9 de novembro. Esse intervalo de tempo entre a gravação e a exibição levou alguns críticos a questionaram se Depp realmente iria aparecer no corte final. “Para aqueles indignados, eu esperaria e veria se isso realmente acontece”, tuitou o autor Art Tavana. “Não é assim que Rihanna age. Sua marca é à prova de balas.” Segundo informações obtidas pelo site IndieWire, Depp será apresentado num momento dedicado às “estrelas” do programa, numa aparição semelhante àquela feita por Cindy Crawford em 2021. Uma fonte do site TMZ informou que Depp realmente gravou a sua participação, que marcará a primeira vez que um homem figura entre as “estrelas” da Savage X Fenty. Além de Depp, também vão participar do evento Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”), Winston Duke (“Pantera Negra”), Simu Liu (“Shang-Chi e os Anéis de Poder”), Sheryl Lee Ralph (“Abbott Elementary”), Marsai Martin (“Black-ish”), Taylour Paige (“Zola”) e Taraji P. Henson (“Empire”), entre outros astros e celebridades. A brasileira Anitta será um dos destaques musicais do desfile/show, ao lado dos cantores Burna Boy, Don Toliver e Maxwell. Anteriormente, Depp fez um retorno aos eventos televisionados ao aparecer virtualmente como o MTV Moon Person (o astronauta do troféu) do VMA de 2022, numa participação que também dividiu opiniões e gerou bastante controvérsia. Ele também viverá o rei Luís XV no filme “Jeanne du Barry”, da diretora francesa Maïwenn, em seu retorno à atuação. Além disso, vai dirigir a cinebiografia “Modigliani”, baseada em uma peça de Dennis McIntyre, com produção do ator Al Pacino (“O Irlandês”). Rihanna, por sua vez, recentemente lançou uma música inédita na trilha sonora de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. Ela também vai se apresentar durante o intervalo do próximo Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, marcada para o dia 12 de fevereiro.
Douglas McGrath, diretor de “Emma” e parceiro de Woody Allen, morre aos 64 anos
Douglas McGrath, diretor do filme “Emma” (1996) e indicado ao Oscar pelo roteiro de “Tiros na Broadway” (1994), de Woody Allen, morreu na última quinta (3/11), aos 64 anos. Além de diretor e roteirista, McGrath também era ator e dramaturgo. No momento da sua morte, ele estava em Nova York, onde estava apresentando sua peça autobiográfica “Everything is Fine”. Ele nasceu em 2 de fevereiro de 1958, em Midland, Texas, e estudou na prestigiosa Universidade de Princeton. Em 1980, conseguiu o seu primeiro trabalho escrevendo roteiros para o programa humorístico “Saturday Night Live”. No fim da década, assinou um episódio da série “L.A. Law” (em 1989) e em seguida o telefilme “The Steven Banks Show” (1991), vendo sua carreira deslanchar ao passar para o cinema com os roteiros de “O Renascer de uma Mulher” (1993), estrelado por Melanie Griffith, e “Tiros na Broadway” (1994), filme que ele escreveu junto com o cineasta Woody Allen e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Nessa mesma época, também iniciou sua carreira de ator, participando de “Quiz Show: A Verdade dos Bastidores” (1994), indicado ao Oscar de Melhor Filme, “Um Dia em Nova York” (1996), “Felicidade” (1998), “Celebridades” (1998) e “Poucas e Boas” (1999) – estes dois últimos foram dirigidos por Woody Allen. Ele também escreveu e dirigiu o filme “Emma” (1996), adaptação do romance de Jane Austen estrelada por Gwyneth Paltrow. O filme recebeu duas indicações ao Oscar (e venceu a de Melhor Música). Depois dessa experiência, McGrath também escreveu e dirigiu os filmes “Um Agente como a Gente” (2000), em que dividiu as funções de roteirista e diretor com Peter Askin, “O Herói da Família” (2002), adaptação de uma obra de Charles Dickens, “Confidencial” (2006), cinebiografia do escritor Truman Capote, e “Não Sei Como Ela Consegue” (2011), comédia estrelada por Sarah Jessica Parker. Seus créditos como ator ainda incluem participações nos filmes “Conduta de Risco” (2007), “O Solteirão” (2009) e nas séries “Girls” e “Godless”, além de muitos projetos do amigo Woody Allen, como “Trapaceiros” (2000), “Dirigindo no Escuro” (2002), “Café Society” (2016), a minissérie “Crise em Seis Cenas” (2016) e o filme mais recente do diretor, “O Festival do Amor” (2020). McGrath também construiu uma carreira sólida no teatro e foi indicado ao Prêmio Tony por ter escrito a peça “Beautiful: The Carole King Musical”, em 2014. Sua peça “Everything’s Fine”, que ele estrelava no momento da sua morte, era dirigida pelo ator John Lithgow (“Dexter”, “The Crown”). Depois da notícia da sua morte, os organizadores da peça anunciaram que não iriam continuar as apresentações – antes agendadas até janeiro de 2023.
Diretora de “Lindinhas” fará filme sobre Josephine Baker
A cineasta francesa Maïmouna Doucouré (“Lindinhas/Mignonnes”) vai escrever e dirigir a cinebiografia da icônica atriz, cantora e dançarina Josephine Baker, ícone da luta pela liberdade e igualdade racial, além de um das maiores nomes dos espetáculos de Paris na primeira metade do século 20. O projeto está em desenvolvimento pelo Studiocanal e conta com o apoio dos filhos de Josephine Baker, Jean-Claude Bouillon Baker, Brian Bouillon Baker e da tribo Rainbow, o nome carinhoso que a artista deu às 12 crianças de diferentes origens que ela adotou após a 2ª Guerra Mundial. “Josephine Baker. A artista universal, mulher e mãe. Estamos honrados em fazer parceria com o Studiocanal e colaborar com Maïmouna neste longa-metragem sobre as conquistas incríveis e humanistas de nossa mãe. Sim, ela podia. E ela fez. Obrigado mãe!”, disseram os filhos dela, em comunicado oficial. Nascida nos EUA, em St Louis, Missouri, Baker passou a maior parte de sua vida na Europa, principalmente na França, onde encontrou fama nos cabarés de Paris nas décadas de 1920 e 1930. Ela apoiou a resistência francesa na 2ª Guerra Mundial, antes de retomar sua carreira após o conflito. E foi também uma ativista formidável dos direitos civis, recusando-se a se apresentar em partes segregadas dos EUA na década de 1950. Em sua vasta lista de pioneirismos, Baker foi a primeira mulher negra a estrelar um grande filme, “A Sereia Negra”, em 1927, além de ser considerada ícone mundial da Era do Jazz e uma heroína real da França, condecorada por Charles de Gaulle. Baker morreu em Paris em 1975, mas em 2021 ela foi enterrada novamente no Panthéon em Paris, tornando-se apenas a sexta mulher a ser homenageada dessa maneira pela França, ao lado de Simone Veil e Marie Curie. Doucouré disse que a vida e o trabalho de Baker como artista foram uma inspiração para ela. “É uma grande honra e também um belo desafio embarcar neste projeto. Pensar que através da ficção posso contar sua grande e profundamente rica história, sua beleza, suas lutas, suas feridas e sua humanidade. Mal posso esperar para dar uma nova vida a essa lenda incrível na tela”, disse ela. O filme começa a ser rodado em 2023 e ainda não tem previsão de estreia. Esse não é o único projeto sobre a vida de Josephine Baker em andamento. Há alguns meses, foi anunciado que a cantora Janelle Monaé (“Estrelas Além do Tempo”) ia estrelar uma minissérie biográfica sobre a atriz. O projeto, desenvolvido pelo estúdio indie A24, também não tem previsão de estreia. O primeiro filme de Maïmouna Doucouré, “Lindinhas” (2020), gerou polêmicas e tentativas de censura por supostamente sexualizar as suas protagonistas crianças. Na ocasião, a Netflix, que distribuiu o filme, precisou emitir um comunicado dizendo que a proposta da obra era criticar a sexualização infantil e não celebrá-la.
Jessica Chastain vive lenda do country no trailer da série “George & Tammy”
O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro trailer da série “George & Tammy”, estrelada por Jessica Chastain (“Os Olhos de Tammy Faye”) e Michael Shannon (“Entre Facas e Segredos”). Embalada pelo ritmo country, a prévia destaca a relação conturbada entre a cantora Tammy Wynette (Chastain) e seu marido George Jones (“Shannon”). A atração foi criada por Abe Sylvia (roteirista de “Os Olhos de Tammy Faye”) e vai narrar a trajetória de Wynette, conhecida como “A Primera-Dama da Música Country”. Muitas das suas músicas tratavam de solidão, divórcio e dificuldades nos relacionamentos, temas que serão tratados na série. Sua canção mais conhecida é “Stand by Your Man”, um dos singles mais vendidos por uma artista feminina na história da música country. “George & Tammy” foi originalmente desenvolvida para a plataforma de streaming Spectrum, mas depois que esse serviço fechou, a série migrou para o Showtime. A atração terá seis episódios, todos dirigidos pelo cineasta John Hillcoat (“Os Infratores”). “Jessica e Michael são verdadeiramente extraordinários, pois suas performances marcantes e química inegável dão vida ao lendário relacionamento do rei e da rainha da música country”, disse Chris McCarthy, presidente da Showtime, em comunicado. “Os criadores e todo o elenco entregaram uma série com a sutileza, nuances e complexidade que são as marcas da marca Showtime e o que nossos espectadores merecem e exigem.” O elenco ainda conta com Steve Zahn (“The White Lotus”), Kelly McCormack (“Sugar Daddy – Na Busca de um Patrocínio”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Pat Healy (“Estação 19”), David Wilson Barnes (“The Son”) e Katy Mixon (“American Housewife”). “George & Tammy” estreia em 4 de dezembro no canal pago americano Showtime. As atrações do Showtime chegam ao Brasil pela Paramount+.












