Chris Rock fala pela primeira vez sobre agressão de Will Smith
Chris Rock quebrou o seu silêncio sobre a agressão que sofreu do colega Will Smith durante o Oscar 2022. Em seu primeiro show de stand-up após a cerimônia, o comediante foi aplaudido de pé pela plateia da cidade de Boston, nos EUA. Segundo registro da revista Variety, ele falou brevemente do assunto, bem no começo de sua apresentação. “Bom, como foi o fim de semana de vocês? Eu não tenho muitas piadas sobre o que aconteceu – então, se você veio para ouvir isso, me desculpe, porque tenho todo um outro show que já estava escrito antes desse fim de semana. Ainda estou processando o que aconteceu, então vou falar dessa m*rda em outro momento. Vai ser sério, mas também engraçado”, afirmou. Quando a plateia tentou puxar um coro de “F*da-se Will Smith!”, ele simplesmente ignorou. O comediante, que recebeu um tapa de Will Smith durante a transmissão do Oscar, ao vivo e via satélite para todo o mundo, recebeu um pedido formal de desculpas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que também elogiou sua maneira de lidar com a situação. Ele foi agredido após uma piada sobre a careca da esposa de Will Smith, Jada Pinkett Smith. Após levar o tapa e ser xingado, ele continuou apresentando o Oscar e anunciou os indicados e o vencedor da categoria de Melhor Documentário. “Senhor Rock, pedimos desculpas pelo que experimentou em nosso palco e agradecemos por sua resiliência naquele momento”, disse a Academia em comunicado. A turnê de stand-up de Chris Rock esgotou todos os ingressos na segunda-feira (28/3), um dia após o incidente.
“Obi-Wan Kenobi” ganha nova data de estreia na Disney+
A Disney+ mudou a data de estreia de “Obi-Wan Kenobi”, nova série do universo “Star Wars”. A atração sofreu um pequeno adiamento de dois dias, e agora vai chegar ao streaming no dia 27 de maio. A iniciativa representa uma volta ao costume de lançar séries nas sextas-feiras. Até “Falcão e o Soldado Invernal”, a Disney+ seguia a tendência inaugurada pela Netflix de soltar suas principais novidades no último dia útil da semana. Mas isso mudou a partir de “Loki”, que estabeleceu as quartas como novo dia de estreias da Disney+. Para anunciar a mudança, a plataforma escalou o ator Ewan McGregor, que dá vida ao personagem-título de “Obi-Wan Kenobi”. Num vídeo disponibilizado nas redes sociais, o ator acrescenta que os dois primeiros episódios serão disponibilizados na nova data, além de ser acompanhada por cenas da produção, esperada ansiosamente pelos fãs. A série será uma continuação da trama do filme “Star Wars: A Vingança dos Sith”, e além de Ewan McGregor como Obi-Wan, também trará de volta Hayden Christensen como Darth Vader, e Joel Edgerton e Bonnie Piesse como os tios que criaram Luke Skywalker. Todos repetem os papéis que desempenharam pela última vez no filme de 2005. Escrita por Joby Harrold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e dirigida por Deborah Chow (“The Mandalorian”), a série vai mostrar Obi-Wan como um fugitivo, perseguido pelas forças do Império, enquanto acompanha em segredo o crescimento de Luke Skywalker. Tudo ao som dos acordes icônicos de John Williams, vencedor de cinco Oscars, que assina pela primeira vez a trilha de uma série. Incoming transmission from Obi-Wan Kenobi… pic.twitter.com/Awk8rI3Ayh — Disney+ (@disneyplus) March 31, 2022
Produtor do Oscar teria pedido para Will Smith ficar e receber prêmio
A revista americana Variety foi tirar a limpo a informação de que Will Smith teria sido “convidado a deixar a cerimônia” do Oscar “e se recusou”, como informou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em comunicado emitido na quarta-feira (30/3). E entrevistando várias testemunhas do evento, a publicação descobriu que a situação não aconteceu desta forma. Durante a transmissão do Oscar 2022, Chris Rock brincou dizendo que a esposa do astro, Jada Pinkett Smith, estava careca para estrelar “Até o Limite da Honra 2”, em referência ao filme em que Demi Moore raspa o cabelo para viver uma militar. Jada sofre de uma doença autoimune, que, segundo o site TMZ, era ignorada pelo comediante. Will Smith subiu no palco para estapeá-lo no momento em que transmissão do Oscar se desenrolava ao vivo e via satélite para todo o mundo. Depois disso, ainda xingou Chris Rock duas vezes com palavrões. Uma pessoa mais próxima do círculo de diretores da Academia informou que, de fato, ligações teriam sido feitas por David Rubin, presidente da Academia, e pela CEO Dawn Hudson, pedindo para Smith ir embora. Mas esta informação foi transmitida de forma confusa ou nem sequer chegou até o ator. Ainda segundo a Variety, o produtor da cerimônia, Will Packer, pode ter sido o responsável por manter Will Smith no Dolby Theatre. Nos cerca de 30 minutos entre a agressão e a entrega do prêmio de Melhor Ator, Packer conversou com Smith, segundo duas testemunhas. De acordo com uma dessas testemunhas, Packer disse que ele e a produção queriam “oficialmente” que Smith ficasse pelo resto da transmissão. Mas a outra fonte negou que o produtor tenha pedido que o ator permanecesse. Packer não quis comentar o caso e porta-vozes de Smith e da Academia também se recusaram a compartilhar suas versões sobre o que, de fato, aconteceu nos bastidores da premiação após o tapa de Will Smith. Vários astros, incluindo Denzel Washington, Tyler Perry e Bradley Cooper, foram vistos conversando com Smith na premiação durante os intervalos comerciais da transmissão do Oscar 2022. Cooper abraçou o ator chateado, enquanto Washington e Perry o consolaram. Por outro lado, nenhum segurança fez qualquer movimento para se aproximar do ator.
Bruce Willis esquecia falas, tinha apagões e disparava revólver fora de hora
O anúncio da aposentadoria de Bruce Willis após ser diagnosticado com afasia foi uma surpresa para os fãs do ator, mas o Los Angeles Times revelou nesta quinta (31/3) que quem trabalhou com ele nos últimos dois anos já percebia claramente que havia algo errado. O jornal entrevistou mais de 20 pessoas que filmaram com Bruce Willis nos últimos anos, e os depoimentos revelam que sua capacidade cognitiva já estava se deteriorando. Segundo os relatos, o ator se esquecia de suas falas, tinha apagões e por vezes não conseguia lembrar o motivo de estar no set, e até disparou uma arma cenográfica fora de hora. As fontes ouvidas pela reportagem afirmam que o ator precisava usar um ponto (fone) na orelha para que alguém ditasse suas falas, que ele não conseguia mais decorar. Dois membros da equipe do filme “White Elephant” dizem que, durante a gravação no ano passado, o ator questionava: “Eu sei por que você está aqui, e eu sei por que você está aqui, mas por que eu estou aqui?”. “Não ficamos irritados, mas foi mais tipo: ‘Como podemos evitar que a imagem de Bruce fique manchada?’. Alguém dizia a fala para ele e ele não conseguia entender o significado. Ele era um marionete”, disse o integrante da equipe, que não foi identificado. O diretor Jesse V. Johnson, responsável por “White Elephant”, disse que, depois dessa experiência, se recusou a trabalhar com o ator novamente: “Todos somos fãs de Bruce Willis, mas o acordo parecia errado e uma forma triste de terminar uma carreira incrível. Nenhum de nós se sentiu confortável”. No filme “Difícil de Matar” (2020), Bruce Willis interpretou o pai da atriz Lala Kent. Em uma das cenas, ele deveria dizer uma determinada fala antes de disparar uma arma cenográfica — a fala seria a deixa da atriz para se abaixar. No entanto, mais de uma vez, ele se esqueceu de dizer a fala e disparou balas de festim nas costas dela: “Da primeira vez, eu disse que tudo bem, vamos começar de novo”, conta a atriz. Ela pediu para o diretor lembrá-lo da fala, mas não funcionou. O diretor não se pronunciou sobre o caso, e o armeiro da produção negou que o acidente tenha acontecido. No entanto, alguns membros da equipe confirmaram o caso sem se identificarem, e um deles acrescentou: “Sempre garantíamos que ninguém estivesse na frente dele quando ele estava manuseando armas”. Mike Burns, o diretor de “Out of Death”, chegou a receber um pedido da produção para simplificar todos os diálogos de Willis. “Após o primeiro dia de trabalho com Bruce, pude ver em primeira mão que havia um problema grave e entender porque me pediram para encurtar suas falas”, disse Burns, que também precisou comprimir todas as cenas de Willis – cerca de 25 páginas de diálogo – em um dia de filmagem para o ator não se esquecer porque estava no set.
“Morbius” e “Alemão 2” são principais estreias de cinema
Após vários adiamentos devido à pandemia, “Morbius” tem lançamento de blockbuster nesta quinta-feira (31/3), chegando em cerca de 650 cinemas e 1,8 mil salas. O personagem-título faz parte do universo dos quadrinhos do Homem-Aranha, cujo último filme, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, consagrou-se como a segunda maior bilheteria do país em todos os tempos. Só que a atual produção não agradou nada à crítica americana e, mesmo com uma estreia embalada pelo excesso de ofertas, deve ter uma passagem relâmpago entre os títulos mais vistos. Por isso, a melhor opção da semana é o policial nacional “Alemão 2”, que também é o segundo lançamento mais amplo, disponibilizado em 262 salas. Sequência do filme que vendeu quase 1 milhão de ingressos em 2014, “Alemão 2” não deve nada ao cinema de ação americano e é um retrato do Brasil atual. Além disso, é o primeiro título da Manequim Filmes, nova divisão da Vitrine dedicada a obras de maior apelo comercial. Há mais seis títulos, entre eles dois documentários brasileiros. À exceção da animação europeia “Epa! Cadê Noé? 2”, são todos lançamentos limitados. Confira abaixo a lista completa de estreias, principais detalhes e os respectivos trailers. MORBIUS Cercado de expectativas após o sucesso de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, o novo filme da Marvel passado no universo do herói aracnídeo é um grande anticlímax. Destruído pela crítica internacional por ser 1h44 de tédio, atingiu apenas 19% de aprovação (e caindo) no Rotten Tomatoes e já está sendo cotado para o próximo troféu Framboesa de Ouro – que neste ano premiou seu astro, Jared Leto, como Pior Ator por “Casa Gucci”. No filme, Michael Morbius (Leto) é um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel que, ao tentar descobrir a cura para sua doença terminal, transforma-se acidentalmente num vampiro. Embora tenha ficado superpoderoso como efeito colateral, ele precisa lutar contra o desejo de matar e se alimentar de sangue humano. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”), a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”) e o elenco inclui ainda Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”), Jared Harris (“Chernobyl”), Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”), Matt Smith (“Noite Passada em Soho”) e Michael Keaton, retomando o papel do vilão Abutre de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). ALEMÃO 2 Lançado em 2014, “Alemão” mostrava uma equipe policial encurralada por traficantes no morro carioca que batizava a produção e se tornou um dos melhores thrillers brasileiros recentes. A continuação vai pela mesma trilha, acompanhando outra equipe encurralada após uma operação contra um líder do tráfico dar errado. Novamente dirigido por José Eduardo Belmonte, “Alemão 2” lembra que o Brasil sabe fazer bons thrillers policiais. Totalmente tenso e repleto de ação, o filme ainda embute crítica social e supera o primeiro por ser ainda mais realista. E o elenco também merece aplausos pela entrega, começando por Leandra Leal (“Aruanas”), Vladimir Brichta (“Bingo: O Rei das Manhãs”), Gabriel Leone (“Dom”), Mariana Nunes (“Carcereiros”), Aline Borges (“Verdades Secretas”), Dan Ferreira (“Segundo Sol”), Digão Ribeiro (“Dom”) e Zezé Motta (“3%”). EPA! CADÊ NOÉ? 2 Continuação de um desenho animado de 2015, a produção da Irlanda e de Luxemburgo representa um avanço técnico em relação ao original, mas a falta de uma boa história e a animação rígida dos personagens explicam seus meros 20% de aprovação no Rotten Tomatoes. O segundo filme pior avaliado da semana acompanha os animais da Arca de Noé em sua jornada, enquanto alguns caem no mar e vão parar em terra firme. A MULHER DE UM ESPIÃO O cineasta Kiyoshi Kurosawa tem se alternado entre terrores cultuados e dramas premiados. O novo trabalho pertence ao segundo grupo e conquistou nada menos que 9 prêmios internacionais, inclusive Melhor Direção no Festival de Veneza de 2020. A trama gira em torno da decisão de um comerciante de deixar sua esposa no Japão para viajar até a China no começo da 2ª Guerra Mundial, onde testemunha um ato de barbárie. Suas ações causam mal-entendidos, ciúmes e problemas legais para sua esposa. Melhor filme internacional da semana, tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. MATEÍNA – A ERVA PERDIDA A comédia uruguaia imagina um futuro em que a erva-mate é considerada uma droga e proibida em todo o mundo. Para salvar não só o hábito, mas a identidade de seu povo, dois vendedores ilegais iniciam uma viagem rumo ao Paraguai para contrabandear a erva, perseguidos por um agente da lei implacável. Diretores e elenco são estreantes. PAJEÚ O primeiro filme solo de Pedro Diógenes, que anteriormente dirigiu seis longas em parcerias, combina fábula urbana com uma abordagem documental para contar a história de um riacho da cidade de Fortaleza, que atualmente corre encanado e esquecido sob a capital. A trama usa o recurso dramático da pesquisa de uma professora, após ter pesadelos recorrente com uma criatura que emerge das águas. Logo, o trabalho passa a questionar memória, tendo como parâmetro o esquecimento da origem da fonte da água pela população. O PRESIDENTE IMPROVÁVEL O documentário sobre o governo de Fernando Henrique Cardoso foi um caso exemplar da situação atual do comando da Ancine, entidade criada para fomentar a produção cinematográfica nacional. A mesma Ancine que liberou a captação de verbas para um filme sobre a eleição de Jair Bolsonaro (“Nem Tudo se Desfaz”) atacou esse trabalho de Belisário Franca (“Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil”) com censura política, dizendo que a aprovação de seu incentivo daria “margem a inegável promoção da imagem pessoal do ex-presidente da república homenageado no documentário, com o notório aproveitamento político, às custas dos cofres públicos”. Isso aconteceu no governo presidido por quem já disse que gostaria de matar FHC. Em 1999, Bolsonaro declarou seus planos de golpe e assassinato em massa, caso chegasse ao poder, com a seguinte frase histórica: “Através do voto você não vai mudar nada nesse país, nada, absolutamente nada. Você só vai mudar, infelizmente, quando um dia nós partirmos para uma guerra civil aqui dentro. E fazendo um trabalho que o regime militar não fez, matando uns 30 mil. Começando com FHC, não deixando ir para fora, não. Matando! Se vai (sic) morrer alguns inocentes, tudo bem”. Em contraste com o pior governo da História do Brasil, o documentário, que tem entrevistas de Gilberto Gil, Bill Clinton e Pedro Malan, entre outros, celebra o melhor presidente de todos, que implementou o Real, acabou com a inflação, privatizou a telefonia, dando início à era dos celulares, e quebrou patentes da indústria farmacêutica para baratear remédios com o lançamento dos genéricos, sem esquecer os auxílios à população, que foram a base sobre a qual Lula ergueu o Bolsa Família. Vale a pena assistir para comparar e constatar como o país perdeu o rumo. 1999 – A CONQUISTA DA AMÉRICA Conclusão de uma leva de documentários palmeirenses, que começou com “12 de junho de 1993 – O Dia da Paixão Palmeirense” e teve também “Palmeiras – O Campeão do Século”, o filme dirigido por Marcela Coelho, Mauro Beting e Ricardo Aidar celebra o primeiro título do Palmeiras na Copa Libertadores, conquistado em 1999.
A Escada: Colin Firth é principal suspeito no trailer da minissérie de crime real
A HBO Max divulgou o trailer da minissérie “A Escada” (The Staircase), baseada no crime que originou a mania dos documentários de “true crime”. A trama é baseada na produção francesa “Morte na Escadaria”, uma das primeiras séries documentais sobre crimes verdadeiros a estourar na TV, em 2004. A produção original do diretor Jean-Xavier de Lestrade contava a história de Michael Peterson, um romancista policial acusado de matar sua esposa Kathleen, encontrada morta ao pé de uma escada em sua casa, e a batalha judicial de 16 anos que se seguiu. Anos depois do lançamento original, o diretor acrescentou três novos episódios à produção para um relançamento na Netflix em 2018. E o sucesso da produção deu origem à febre dos documentários sobre crimes reais. A adaptação é assinada pelo cineasta Antonio Campos (“O Diabo de Cada Dia”), filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes (“Manhattan Connection”), e reúne um fabuloso casting internacional, encabeçado pelo astro britânico Colin Firth (“Kingsman – Serviço Secreto”) como Michael Peterson e a a australiana Toni Collette (“Hereditário”) como a vítima. O elenco grandioso inclui ainda a diva do cinema francês Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”), a inglesa Sophie Turner (“Game of Thrones”), Rosemarie DeWitt (“Pequenos Incêndios por Toda a Parte”), Parker Posey (“Perdidos no Espaço”), Michael Stuhlbarg (“Dopesick”), Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), Odessa Young (“The Stand”), Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”) e Olivia DeJonge (“The Society”). Ao anunciar a série há um ano, Antonio Campos disse: “Este é um projeto no qual venho trabalhando de uma forma ou de outra desde 2008. Tem sido um caminho longo e sinuoso, mas valeu a pena esperar para poder encontrar parceiros como a HBO Max, a [produtora] Annapurna, minha co-showrunner Maggie Cohn e o incrível Colin Firth para dramatizar uma história tão complexa da vida real. ” A estreia está marcada para 5 de maio.
A Fera do Mar: Conheça a nova animação do diretor de “Moana”
A Netflix divulgou o pôster e o teaser de “A Fera do Mar” (The Sea Beast), nova animação de Chris Williams, diretor de dois dos maiores sucessos recentes da Disney, “Operação Big Hero” e “Moana – Um Mar de Aventuras”. Assim como “Moana”, o novo filme é uma aventura marítima empreendida por uma jovem heroína. O vídeo apresenta a premissa, que gira em torno da jovem Maisie Brumble. Ela embarca clandestinamente no navio do seu grande ídolo, o caçador de monstros Jacob Holland, para se juntar a uma grande aventura da era das caravelas rumo a mares nunca dantes navegados, onde se escondem terríveis e gigantescas criaturas marinhas. O elenco de vozes em inglês destaca Karl Urban (“The Boys”), Jared Harris (“Chernobyl”), Dan Stevens (“Legion”) e a jovem Zaris-Angel Hator (“Black Earth Rising”) no papel principal. A estreia está marcada para 8 de julho.
Diretor de “Apenas uma Vez” fará filme dos Bee Gees
A Paramount contratou o diretor John Carney, responsável pelos filmes de temática musical “Apenas uma Vez” e “Sing Street”, para dirigir a cinebiografia da banda Bee Gees. Ele vai substituir Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que deixou o projeto por conflitos de agenda. Também houve mudança de roteirista. A história agora está sendo escrita por John Logan (“007 Contra Spectre”) no lugar de Ben Elton (que tinha trabalhado com Branagh em “A Pura Verdade”) e a produção ainda contará com participação de Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Em desenvolvimento há um ano e ainda sem título definido, o filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).
Academia tentou tirar Will Smith do Oscar, mas ele se recusou a sair
Após diretoras da BAFTA (Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas) dizerem que expulsariam Will Smith de sua premiação se agredisse algum apresentador, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, revelou que tentou fazer o mesmo, mas o artista recusou-se a deixar a cerimônia para receber seu Oscar na categoria de Melhor Ator por “King Richard: Criando Campeãs”. A revelação foi feita numa nota sobre a abertura de um processo disciplinar contra o ator. “O conselho de governadores [diretores da Academia] iniciou hoje um processo disciplinar contra Will Smith por violações dos padrões de conduta da Academia, que incluem contato físico inadequado, comportamento abusivo ou ameaçador e comprometimento da integridade da Academia”, diz o comunicado oficial. Segundo a Academia, Will Smith recebeu um aviso sobre suas violações antes de a organização discutir uma punição. Ele terá a oportunidade de se defender em uma resposta por escrito. “Na próxima reunião do conselho, prevista para 18 de abril, a Academia poderá tomar qualquer medida disciplinar, que pode incluir suspensão, expulsão ou outras sanções permitidas pelos estatutos e padrões de conduta”, informa o texto. Ao final, vem a revelação da recusa do ator em sair do Dolby Theatre. “As coisas se desenrolaram de uma maneira que não poderíamos prever. Will Smith foi convidado a deixar a cerimônia e se recusou. Também reconhecemos que poderíamos ter lidado com a situação de maneira diferente”, concluiu o comunicado. Durante a transmissão do Oscar 2022, Chris Rock brincou dizendo que a esposa do astro, Jada Pinkett Smith, estava careca para estrelar “Até o Limite da Honra 2”, em referência ao filme em que Demi Moore raspa o cabelo para viver uma militar. Jada sofre de uma doença autoimune. Segundo o site TMZ, Chris Rock não sabia da doença. Will Smith subiu no palco para estapeá-lo no momento em que transmissão do Oscar se desenrolava ao vivo e via satélite para todo o mundo. Depois disso, ainda xingou Chris Rock duas vezes com palavrões.
Paul Herman (1946–2022)
O ator Paul Herman, que integrou o elenco de “Família Soprano” (The Sopranos), morreu na terça-feira (29/3), dia em que completou 76 anos. A morte foi revelada por Michael Imperioli, colega do ator na série da HBO. “Paulie era um ótimo cara. Um contador de histórias de primeira classe, e um ator incrível”, escreveu Imperioli nas redes sociais. “Paulie morou perto de mim nos últimos anos, e estou feliz por termos passado um tempo juntos antes que ele nos deixasse”. Intérprete de Peter “Beansie” Gaeta, dono de clube e um dos mafiosos da “Família Soprano”, Herman também foi, simultaneamente, o contador Marvin, que lidava com as finanças do astro de Hollywood Vince Chase (Adrian Grenier) em “Entourage”. Ambos os papéis eram recorrentes e permitiram ao ator desempenhá-los quase ao mesmo tempo. Claro que o fato de as duas produções pertencerem à HBO ajudou nessa acumulação de trabalhos. Herman apareceu na série dos Sopranos de 2000 a 2007, e em “Entourage” de 2004 a 2010. Também teve uma vasta carreira no cinema, especializando em papéis de mafioso. Sua filmografia inclui clássicos como “Era Uma Vez na América”, de Sergio Leone, “A Máfia Volta ao Divã”, de Harold Ramis, “Tiros na Broadway”, de Woody Allen, e “Os Bons Companheiros”, de Martin Scorsese. Ele participou ao todo de cinco filmes de Scorsese e igualmente de cinco filmes de Woody Allen. Seu último papel foi em “O Irlandês”, dirigido por Scorsese e lançado pela Netflix em 2019.
“Minions: A Origem de Gru” ganha novo trailer dublado por Leandro Hassum
A Universal divulgou um novo trailer de “Minions: A Origem de Gru”, disponibilizado no Brasil com dublagem de Leandro Hassum. Já a versão americana, que também pode ser conferida (sem legendas) abaixo, traz Steve Carell no papel principal. Apesar da presença de Gru, o filme não é sequência de “Meu Malvado Favorito 3”, mas sim de “Minions”. Faz sentido, não apenas porque as criaturinhas amarelas se tornaram os personagens mais populares da franquia, mas devido à ordem cronológica. O filme “Minions” terminava com a introdução do pequeno Gru. A prévia introduz a premissa da continuação, ao mostrar o desejo da versão infantil de Gru de entrar num time de supervilões. Ao ser ridicularizado, ele tenta provar que é criminoso ao roubar os vilões, o que dá início a uma perseguição e introduz a ajuda atrapalhada dos minions. “Minions: A Origem de Gru” é dirigido por Kyle Balda, que assinou os dois últimos filmes da franquia (justamente “Minions” e “Meu Malvado Favorito 3”), e Brad Ableson (animador de “Os Simpsons”), que estreia no estúdio Illumination. Mas mesmo cedendo seu lugar atrás das câmeras, o diretor Pierre Coffin segue fazendo as vozes macarrônicas dos Minions. A animação tem estreia marcada para 30 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Séries “The Good Doctor” e “The Rookie” são renovadas
A rede ABC anunciou as renovações de duas de suas séries mais populares: “The Good Doctor”, que vai para a 6ª temporada, e “The Rookie”, para a 5ª temporada. A notícia foi publicada pela ABC nas redes sociais na reta final das temporadas atuais das duas séries e após o canal americano já ter renovado “Grey’s Anatomy” (para a 19ª temporada), “Station 19” (6ª temporada) e “Abbott Elementary” (2ª temporada). A atração estrelada por Freddie Highmore (de “Bates Motel”) é uma das séries dramáticas de maior sucesso da ABC. Mas se antes só perdia para “Grey’s Anatomy”, agora está atrás também de “Station 19”, com uma audiência que vem caindo ano após ano. Desenvolvida por David Shore (o criador de “House”), a série traz Freddie Highmore como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. “The Rookie” é a quarta série dramática mais assistida do canal. A série reúne o produtor e o astro de “Castle”. Criada por Alexi Hawley, traz Nathan Fillion no papel de John Nolan, o novato mais velho da Delegacia de Polícia de Los Angeles. Numa idade em que outros atingem o auge das carreiras, ele resolveu recomeçar sua vida, deixando para trás a pequena cidade em que vivia para realizar seu sonho de ser um policial em Los Angeles. Agora, cercado por novatos de 20 anos, Nolan tem que lidar com um mundo imprevisível, perigoso, mas também divertido, ao virar um policial novato com cerca de 50 anos. As duas séries tem suas temporadas disponibilizadas no Brasil pela plataforma Globoplay. “The Rookie” também pode ser visto na Paramount+ Drop a 🩺 in the comments if you’re as excited as we are! #TheGoodDoctor is coming back for Season 6 on ABC! pic.twitter.com/nmWwOo2XSn — The Good Doctor (@GoodDoctorABC) March 30, 2022 This news = ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️#TheRookie is officially returning for season 5️⃣ on ABC! pic.twitter.com/duRJ8XAZ39 — The Rookie (@therookie) March 30, 2022
Disney+ vai restaurar cenas violentas de “Falcão e o Soldado Invernal”
A plataforma Disney+ vai restaurar as cenas que foram modificadas em “Falcão e o Soldado Invernal”. Algumas imagens foram alteradas para suavizar sua violência e as mudanças foram notadas por fãs nos fóruns de discussões do Reddit. A revista Entertainment Weekly apurou nesta quarta (30/3) que tudo aconteceu por engano e a Disney só se deu conta devido à repercussão. Segundo a publicação, a plataforma pretendia modificar um crédito que havia saído errado no capítulo final e acabou trocando os episódios por uma versão suavizada da série, utilizada em mercados com critérios mais rígidos em relação à exibição de violência para menores. A volta dos episódios, conforme foram originalmente exibidos pela plataforma, deve acontecer nos próximos dias. Compare abaixo duas cenas que sofreram modificações. Disney+ has edited scenes in #FalconAndWinterSoldier to censor violence & blood! More photos & details: https://t.co/ZymWwFN78v pic.twitter.com/K7ahLfsSqT — MCU – The Direct (@MCU_Direct) March 29, 2022 #FalconAndWinterSoldier's new edit on Disney+ no longer shows a Madripoor bounty hunter getting impaled by a metal pipe. Now, the pipe simply bounces off her… More photos & details: https://t.co/ZymWwFN78v pic.twitter.com/BN5zMZh9EE — MCU – The Direct (@MCU_Direct) March 30, 2022












