Vídeo de “Shang-Chi” destaca personagem de “Viúva Negra”
A Marvel divulgou uma cena de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” que destaca uma personagem de “Viúva Negra”. Na cena, o protagonista (Simu Liu) e sua amiga Katy (Awkwafina) entram numa arena de lutas e veem uma lutadora chamada Helen, vivida por Jade Xu, caracterizada como uma Viúva Negra. Ela foi uma das Viúvas liberadas por Natasha (Scarlett Johansson) e Yelena (Florence Pugh) no filme de julho passado. Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, já tinha dito, também em julho, que o público veria as Viúvas Negras em outros lançamentos do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Jade Xu também promoveu sua participação no filme no Instagram, postando fotos em que aparece com o uniforme de Viúva Negra e ao lado de Simu Liu. Lançado na última sexta-feira (3/9), “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” já arrecadou mais de US$ 146 milhões em bilheteria mundial. “Viúva Negra”, por sua vez, somou US$ 372 milhões nos cinemas e está disponível na plataforma Disney+. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por JADE XU 徐慧慧 (@jadexuofficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por JADE XU 徐慧慧 (@jadexuofficial)
Diretor mostra visual de “náufrago” de Patrick Wilson na sequência de “Aquaman”
Depois de Jason Momoa mostrar seu novo uniforme na sequência de “Aquaman, o diretor James Wan revelou a mudança visual de Patrick Wilson no filme. Em uma imagem de bastidores publicada em seu Instagram, o cineasta mostrou o ator barbudo e sem camisa, e brincou: “Eu encontrei esse cara abandonado em uma praia deserta, fazendo uma imitação de ‘O Náufrago'”. Intitulado “Aquaman and the Lost Kingdom” (Aquaman e o Reino Perdido, em tradução literal), o filme vai trazer Patrick Wilson de volta ao papel de Orn, o Mestre do Oceano e irmão do protagonista. O elenco ainda inclui Jason Momoa como Aquaman, Amber Heard como Mera, Yahya Abdul-Mateen II como Arraia Negra e Temuera Morrison como Tom Curry, o pai de Aquaman. Também retornam o diretor James Wan e o roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick, que, além de trabalharem no primeiro “Aquaman”, foram parceiros em “Invocação do Mal 2” (2016). Atualmente sendo filmada, a produção tem estreia marcada para dezembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet)
Jake Gyllenhaal atende ligação tensa no trailer de “O Culpado”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Culpado” (The Guilty), remake americano do suspense dinamarquês “Culpa” (2018), com Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) no papel principal. A trama é centrada quase que exclusivamente no protagonista, um atendente de chamada de emergência que entra em uma corrida contra o relógio quando atende ao chamado desesperado de uma mulher que foi sequestrada. Entretanto, como sugere um texto da prévia, as aparências podem enganar. O filme original de Gustav Möller recebeu prêmios em vários festivais europeus. A adaptação foi escrita por Nic Pizzolatto, criador da série “True Dectective”, e conta com direção de Antoine Fuqua (“O Protetor”). Com première no Festival de Toronto em 11 de setembro, o filme terá lançamento limitado nos cinemas norte-americanos duas semanas depois e chega ao streaming em 1 de outubro em todo o mundo.
Nova diretora da escola quer acabar com “Sex Education” no trailer da 3ª temporada
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “Sex Education”, que mostra a reação do Colégio Moordale à liberação sexual dos estudantes e introduz Jemima Kirke (de “Girls”) no papel da nova diretora da escola. Apesar de jovem, ela pretende resgatar o “passado glorioso” de Moordale com uma abordagem mais tradicional de ensino, que inclui a obrigação de uniforme escolar e repressão sexual. O que rende atritos com Otis (Asa Butterfield), o expert sexual adolescente do colégio, a bad girl Maeve (Emma Mackey) e toda a turma que não quer desaprender o que já sabe. Mas o problema é particularmente maior para os estudantes LGBTQIAP+. Além de Jemima Kirke, a 3ª temporada contará com mais três reforços em seu elenco: Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário de Moordale, que imediatamente entra em conflito com a visão da nova diretora para a escola e conta com o apoio do único gay assumido da escola (Ncuti Gatwa). Após um hiato forçado de 20 meses por conta da pandemia, os novos episódios vão chegar em streaming em 17 de setembro.
Mestre do cinema japonês é atacado por homem com picareta
A polícia de Tóquio prendeu neste fim de semana um homem que atacou o carro do famoso ator e cineasta japonês Takeshi Kitano com uma picareta. O astro de 74 anos, também conhecido pelo nome artístico de Beat Takeshi, estava no carro com seu motorista e foi atacado ao sair do complexo da rede de televisão TBS, onde apresenta seu programa de entrevistas semanais às noites de sábado. O suspeito esmagou o carro de Kitano várias vezes com uma picareta, exigindo que ele saísse do veículo, informou a TBS. Um segurança da rede chamou a polícia e o homem foi preso no local. Além da picareta, ele também carregava uma faca com uma lâmina de 10 centímetros e foi detido por posse ilegal de armas. Segundo apuração da TBS, o suspeito disse à polícia que ficou furioso depois de ser ignorado em junho, quando se ajoelhou diante do carro de Kitano, buscando ajuda para ingressar na indústria do entretenimento. A polícia está investigando os motivos alegados. O multi-talentoso Kitano é um dos artistas mais referenciados do cinema japonês. Ele venceu o Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza por “Fogos de Artifício” (Hana-Bi) em 1997 e dirigiu alguns filmes considerados grandes clássicos modernos, como “Adrenalina Máxima” (1993), “De Volta às Aulas” (1996), “Brother” (2000), “Dolls” (2002) e “Zatoichi” (2003), além de ter atuado em produções marcantes como “Furyo: Em Nome da Honra” (1983), “Batalha Real” (2000) e “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell” (2017).
Bruna Marquezine e Manu Gavassi anunciam final das gravações de “Maldivas”
As atrizes Bruna Marquezine e Manu Gavassi anunciaram nas redes sociais que as gravações de “Maldivas”, nova série nacional da Netflix, chegaram ao fim no domingo (5/9). Ambas fizeram postagens com registros de bastidores da produção para comemorar o final dos trabalhos. “Um ano depois, chega ao fim a nossa jornada. No início dessa pandemia, eu jamais imaginaria que, durante tempos tão difíceis, eu voltaria a um set de filmagem e que me sentiria feliz e realizada artisticamente novamente mesmo em meio a tantas dificuldades”, declarou Marquezine em seu post. “Esse projeto foi importante pra mim em tantos níveis. Me resgatou. É verdade o que dizem, a arte salva”, completou a atriz. Já Gavassi exaltou o final de “um ciclo intenso de quase um ano, onde pude aprender com parceiras de cena incríveis, de personalidade forte e únicas cada uma a sua maneira”. Ela ainda acrescentou que seu papel, Milene, “é a personagem que sempre pedi aos Deuses da cultura pop pra interpretar”. O texto, que inclui agradecimentos à equipe, também revela que, apesar da expectativa para este ano, a série só será lançada em 2022. O adiamento se tornou inevitável após duas paralisações nas gravações, causadas pela pandemia de covid-19. A comédia de mistério criada por Natalia Klein (roteirista de “Zorra Total”) pausou pela primeira vez em dezembro passado, após um integrante da equipe testar positivo – e embora o nome da pessoa infectada não tenha sido divulgado, não faltaram especulações em torno de Manu Gavassi. A segunda paralisação aconteceu em abril deste ano, diante do pico de contaminação e mortes da pandemia no Brasil. O título da produção refere-se ao nome de um condomínio no Rio de Janeiro, onde a goiana Liz (Bruna Marquezine) se infiltra para descobrir pistas da morte de sua mãe. Lá, ela se depara com personagens exóticas, como Milene (Manu Gavassi), a rainha do Maldivas, com uma vida aparentemente perfeita junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo), e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-cantora de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Há também Kat (Carol Castro), uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. E ainda estão na trama Verônica (Natalia Klein), uma outsider que destoa das mulheres do Maldivas, Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz, e o detetive Denilson (Enzo Romani). Para completar, o papel da mãe da protagonista é encarnado por Vanessa Gerbelli, que foi mãe de Bruna Marquezine quando ela era criança na novela “Mulheres Apaixonadas”, de 2003. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruna Marquezine (@brunamarquezine) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Manu Gavassi (@manugavassi)
Depois de Eva, “Lucifer” vai apresentar Adão na nova temporada
A série “Lucifer” vai incluir mais um personagem bíblico em sua história, já na reta final de sua produção. Após introduzir Eva (Inbar Lavi) na 4ª temporada, a atração finalmente apresentará Adão em seu sexto e último ano. A novidade foi revelada num novo vídeo promocional da série, liberado nesta segunda (6/9) nas redes sociais da Netflix. O personagem aparece ao final de uma prévia dedicada à Dra. Linda Martin (Rachael Harris), a psicóloga com quem Lúcifer se consulta, falando sobre sua dificuldade em superar a separação de Eva. Com uma estrutura diferenciada, a última temporada não terá mais a estrutura tradicional do “caso da semana”. Originalmente, os produtores tinham planejado encerrar a série com Lucifer (Tom Ellis) no Céu e Chloe (Lauren German) aposentada da polícia, situação que finalizou o quinto ano. Mas o sucesso de público fez a Netflix encomendar uma temporada extra, após anunciar o cancelamento. Graças a isso, os roteiristas precisaram criar novas formas de continuar a história sem reunir os personagens numa investigação policial. Neste contexto, materializou-se a ideia de trazer Adão para complicar o relacionamento entre Eva e Maze (Lesley-Ann Brandt). Os novos episódios estreiam já na próxima sexta (10/9). the doctor is in 👩⚕️🖤 pic.twitter.com/QYGGwEucTK — Lucifer (@LuciferNetflix) September 6, 2021
2ª temporada de “Euphoria” será ainda mais brutal
O produtor-roteirista-diretor Sam Levinson, criador da série “Euphoria”, revelou que o segundo ano da produção será ainda mais brutal que o primeiro. “É uma temporada tão brutal”, contou Levinson à revista Vogue do Reino Unido. “E o que eu mais amo em Zendaya é que ela consegue ir até aqueles lugares mais sombrios”, acrescentou, preparando o público para um mergulho nas profundezas da depressão. “Mas assim que digo ‘corta’, ela está pendurada atrás do monitor, comendo cheesecake e rachando com piadas”, completa. A atriz também se manifestou sobre o tema dramático dos próximos episódios, afirmando que “esta temporada parte meu coração por causa de Rue”, sua personagem. Ela contou que, diferente da sempre entorpecida Rue, ela é “a pessoa mais sóbria que você poderia pedir para interpretar este papel”, mas acredita que existe um final feliz na trajetória da personagem, porque ela é inspirada em alguém que superou o pior. “Eu só consigo entender Rue até certo ponto, mas me apoiar em Sam para interpretá-la. Ele foi um viciado por muitos anos quando adolescente e está limpo desde os 19 anos. Isso é o que me deixa esperançosa. Quando temos toda essa situação realmente sombria, há um vislumbre de esperança, porque eu sei que Rue é uma versão dele”, aponta a atriz. A nova temporada de “Euphoria” ainda não tem previsão de estreia, mas Zendaya, que venceu o Emmy como intérprete de Rue, estampa a capa da edição da Vogue britânica deste mês. Veja abaixo. .@Zendaya stars on the October issue cover of British Vogue wearing all @YSL & @Bulgariofficial. Photographed by Craig McDean and styled by @LUXURYLAW. Read the interview in full: https://t.co/HTwUfUREih pic.twitter.com/a7jqXgJjRq — British Vogue (@BritishVogue) September 6, 2021
Phoebe Waller-Bridge desiste da série baseada em “Sr. & Sra. Smith”
A atriz Phoebe Waller-Bridge desistiu de ser a nova Angelina Jolie na série baseada no filme “Sr. & Sra. Smith”, de 2005, que está sendo desenvolvido para a Amazon Prime Video. A vencedora do Emmy decidiu abandonar o projeto, anunciado em fevereiro passado, devido a divergências criativas com Donald Glover, que tem o papel desempenhado por Brad Pitt na história. Os dois astros e criadores das séries “Fleabag” e “Atlanta” estavam trabalhando juntos para desenvolver e estrelar a atração, visando um lançamento em 2022. Eles já tiveram uma parceria anterior, ao participarem do filme “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018), quando tiveram a oportunidade de dar muitas entrevistas em dupla, mostrando ótima química. Mas o trabalho de criação coletiva não teve o resultado esperado. Apesar do revés, o projeto permanece confirmado e vai agora buscar uma nova atriz principal, com possível reformulação da personagem. Na trama de cinema, John e Jane Smith são um casal aparentemente comum, que esconde apenas um segredo entre si. Os dois são assassinos de aluguel contratados por empresas rivais e a verdade só vem à tona quando eles, sem saber, recebem a missão de matar o outro. A equipe criativa da série também inclui a roteirista-produtora Francesca Sloane, que trabalha com Donald Glover em “Atlanta” e é apresentada como cocriadora do projeto. O estúdio encarregado é o New Regency, responsável pelo filme original, em parceria com o Amazon Studios.
“Shang-Chi” é terceira maior estreia do ano no Brasil
A estreia de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, o novo filme da Marvel, ajudou a levar o público de volta aos cinemas brasileiros, interrompendo uma tendência de queda preocupante na venda de ingressos no país. O circuito nacional movimentou 776,3 mil pessoas e arrecadou R$ 14,7 milhões em bilheteria entre quinta e domingo (5/9), segundo dados da Comscore. O número corresponde a um aumento de 58% em relação à comercialização de ingressos da semana passada. Deste total, 498 mil viram o lançamento da Marvel, que arrecadou R$ 9,5 milhões nas bilheterias. Trata-se da terceira maior abertura do ano, atrás só de “Velozes e Furiosos 9” (679,7 mil espectadores) e “Viúva Negra” (621,2 mil). De fato, “Shang-Chi” teve mais público neste fim de semana que a soma total de espectadores de todos os filmes exibidos na semana passada – 492 mil. Vale lembrar que a Disney distribuiu o longa em 90% das salas disponíveis no circuito exibidor. Para dar uma medida do impacto desta distribuição, o segundo maior público do período pertenceu a “After — Depois do Desencontro”, que teve módicos 49 mil espectadores – ou cerca de 10% da audiência de “Shang-Chi”. Os números da adaptação de quadrinhos tendem a crescer ainda mais, porque só registram o número de ingressos vendidos até domingo. Com o feriado de terça (7/9), mais pessoas devem frequentar as salas brasileiras. Veja abaixo o Top 10 das bilheterias nacionais, segundo levantamento da Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 2-5/SET:1. Shang Chi – A Lenda dos Dez Aneis2. After – Depois do Desencontro3. Patrulha Canina (pré estreia)4. Infiltrado5. Free Guy6. Esquadrão Suicida7. Poderoso Chefinho 28. Pedro Coelho 29. A Lenda de Candyman10. Uma Noite de Crime — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) September 6, 2021
Michael K. Williams (1966-2021)
O ator Michael K. Williams, um dos protagonistas da premiada série “Lovecraft Country”, foi encontrado morto em seu apartamento em Brooklyn, Nova York, nesta segunda-feira (6/9). O jornal New York Post relatou que o corpo do ator de 54 anos foi descoberto por seu sobrinho ao visitá-lo às 14 horas desta tarde. O jornal também informou que, ao ser chamada ao local, a polícia não se deparou com sinais de arrombamento, mas teria encontrado drogas, o que faz a investigação considerar a hipótese de overdose e também de suicídio. Michael Kenneth Williams começou a carreira artística como dançarino de hip-hop e chegou a participar de turnês de Madonna e George Michael. Seu primeiro registro em vídeo explorou seu lado sexy, numa aparição sem camisa no clipe da música “Secret”, de Madonna, em 1994. Mas essa atividade não pegou bem na sua vizinhança barra pesada. “Enquanto crescia, fui alvo de muitas perseguições”, ele relatou à revista Time em 2017. “Eu não era popular com a turma, nem com as mulheres. Em uma comunidade de machos alfa, ser sensível não é considerado uma qualidade.” A reprovação culminou numa briga violenta num bar, que o deixou com uma cicatriz permanente, cortando seu rosto de ponta a ponta. O ataque visava acabar com sua carreira com uma deformidade, mas, na prática, aumentou a propensão de Hollywood para lhe dar papéis que envolviam atividades violentas. Sua transformação em ator ocorreu por intermédio de outro ídolo musical, ninguém menos que o rapper Tupac Shakur, que convenceu o diretor Julien Temple a escalá-lo como seu irmão no thriller criminal “Bullet”, de 1996, justamente por causa da cicatriz em seu rosto. Williams deu sequência ao papel com outros thrillers criminais e uma pequena participação em “Vivendo no Limite” (1999), de Martin Scorsese, antes de ser escalado como Little Omar na série “A Escuta” (The Wire), produção da HBO sobre o submundo do tráfico em Baltimore, EUA, que durou cinco temporadas e lhe deu grande visibilidade. Em 2008, o então senador Barack Obama declarou Omar seu personagem favorito da TV americana. “Omar se tornou um alter ego”, disse ele na entrevista da Time. “Um gay que não gosta de roupas chiques ou carros chiques, não usa drogas, nem pragueja e rouba a maioria dos traficantes gangster da comunidade. Ele é um pária, e me identifiquei imensamente com isso. Em vez de usá-lo como uma ferramenta para talvez me curar, me escondi atrás disso. Ninguém mais reparou em Michael nas ruas. Tudo era Omar, Omar, Omar. Eu confundi essa admiração. Estava bem. Mas as reverências não eram para mim. Eram para um personagem fictício. Quando aquela série acabou, junto com aquele personagem, eu não tinha ideia de como lidar com isso. Eu desmoronei.” Mas o ator não ficou tempo nenhum parado. O sucesso da série abriu as portas para várias outras produções importantes, desde filmes como “Medo da Verdade” (2007), “Atraídos Pelo Crime” (2009), “A Estrada” (2009) e “12 Anos de Escravidão” (2013), a inúmeras participações em séries. Na própria HBO, ele voltou a se destacar no papel de Chalky White em “Boardwalk Empire”, outra produção criminal, desta vez passada durante a era da Lei Seca, exibida de 2010 a 2014. Ele também teve pequenos papéis nos blockbusters “O Incrível Hulk” (2008) e “Uma Noite de Crime: Anarquia” (2014), além de arcos importantes nas séries “Alias” (em 2005) e “Community” (em 2011 e 2012), sem esquecer atuações em “RoboCop” (2014), “O Mensageiro” (2014), “Vício Inerente” (2014), “O Apostador” (2014), “Bessie” (2015), “Caça-Fantasmas” (2015), “Assassin’s Creed” (2016), “Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe” (2019), etc. Entre seus últimos trabalhos, estão as séries “The Night Of” (2016) na HBO, “Hap and Leonard” (2016-2018) na Amazon, “Olhos que Condenam” (2019) na Netflix, e “Lovecraft Country” (2020), novamente na HBO. Três delas lhe renderam indicações ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante, categoria em que também foi reconhecido pelo telefilme “Bessie”, da HBO. Embora não tivesse vencido anteriormente, era forte a expectativa para sua primeira premiação da Academia de Televisão por “Lovecraft Country”, graças ao emocionante desempenho como Montrose Freeman, o pai do protagonista Atticus (Jonathan Majors) e um homem gay que escondia sua verdade do próprio filho. A premiação vai acontecer em duas semanas, no dia 19 de setembro.
Juliette Freire lança seu primeiro clipe musical
Juliette Freire, a vencedora do “BBB 21”, lançou nesta segunda (6/9) o primeiro clipe de carreira musical. “Diferença Mara” é um forró pop, estilo que dá o tom de seu primeiro EP, e mostra a maquiadora e advogada ainda pouco à vontade para soltar a voz. A letra aborda as origens nordestinas e a noção de jornada predestinada – “Nunca foi sorte, foi Deus” – que Juliette vem destacando para multiplicar seus seguidores após o reality show da Globo. O vídeo foi dirigido por Giovanni Bianco, responsável pelo popular “Girl from Rio”, de Anitta, com gravações exclusivamente em estúdio e com cenografia minimalista – terra batida no solo de um take, sugestão de janela iluminada em outro. Em compensação, conta com muitos figurinos e figurantes, que materializam as diferenças maravilhosas do título – idosos e jovens, brancos e negros, gordos e magros, heteros e um beijo gay. Confira abaixo.
Jean-Paul Belmondo ajudou a divulgar Brasília ao mundo
A fame de Jean-Paul Belmondo ajudou a divulgar Brasília para o mundo. O astro mais popular do cinema francês, falecido nesta segunda (6/9), foi o primeiro artista internacional a filmar na cidade. Belmondo veio ao país em 1963, três anos anos após a inauguração da nova capital, com o diretor Philippe de Broca para rodar “O Homem do Rio”, uma aventura mirabolante em que o protagonista buscava um artefato amaldiçoado e sua namorada (Françoise Dorléac) sequestrada no Brasil. O filme teve as principais cenas filmadas no Rio de Janeiro, em meio a praias e ao Parque da Tijuca, transformado na floresta amazônica na trama. Mas a produção também foi atraída pela novidade de uma cidade erguida no meio do nada, quase de uma hora para outra (na verdade, em cinco anos), com prédios totalmente modernistas. A produção usou a Praça dos Três poderes, O Palácio do Planalto e o Congresso Federal como palco de cenas de perseguição. Quando o filme estreou em Paris, contou com um brasileiro ilustre na plateia. O arquiteto Oscar Niemeyer fez questão de citar o filme em um de seus livros biográficos, ao contar que se emocionou na sessão no Champs-Elysées, quando o filme mostrou a Praça dos Três Poderes e a imagem foi aplaudida pelo público francês, com elogios a sua arquitetura. Lançado em 1964, “O Homem do Rio” foi um grande sucesso internacional de bilheteria e ainda recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Roteiro Original. Veja abaixo o trailer da nova versão restaurada do filme.












