The Boys: Jensen Ackles ganha fotos oficiais como o herói Soldier Boy
A Amazon divulgou o visual do astro Jensen Ackles como o herói Soldier Boy na 3ª temporada de “The Boys”. As imagens revelam o uniforme e a aparência barbada do ator, que marcou época como o Dean em “Supernatural”. Soldier Boy é o Capitão América do mundo de “The Boys”. Nos quadrinhos de Garth Ennis (autor de “Preacher”), em que a série é baseada, ele lutou na 2ª Guerra Mundial e tornou-se a primeira supercelebridade, permanecendo uma referência da cultura americana por décadas. O papel de Ackles em “The Boys” marca um reencontro de velhos conhecidos de “Supernatural”. Afinal, o criador e showrunner de “The Boys” é Erik Kripke, que também criou a série anterior do ator. “Quando escolhi Jensen como Soldier Boy, a primeira coisa que disse foi: ‘Estou mais empolgado por você, por causa do processo incrível que você vai passar com LJ [Laura Jean Shannon], nossa designer de uniformes de heróis’”, explicou Kripke, em comunicado, sobre o traje. “Demorou seis meses, mas a experiência superou as expectativas de Jensen. LJ fez uma obra de arte que homenageia o Soldier Boy da 2ª Guerra Mundial dos quadrinhos, enquanto a leva em uma nova direção elegante. E se você acha que as fotos são legais, espere até ver Jensen em ação. É um dos meus trajes favoritos. Além disso, agora você pode parar de bombardear minhas notificações do Twitter com pedidos para vê-lo”. Jensen aprovou o resultado. “Amei o traje”, ele declarou em seu Instagram, publicando duas fotos do visual nas redes sociais. As gravações da 3ª temporada da série já passaram por Houston, no Texas, e atualmente estão acontecendo em Toronto, no Canadá. Mas estreia dos novos episódios de “The Boys” ainda não tem data marcada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles) #SoldierBoy @TheBoysTV @PrimeVideo @VoughtIntl @ljsupersuits pic.twitter.com/tnoGl4M4ix — Jensen Ackles (@JensenAckles) June 7, 2021
Globoplay lança documentário de Luciano Huck sobre a pandemia
A Globoplay está lançando o documentário “2021: O Ano que Não Começou”, produzido por Luciano Huck. A produção será disponibilizada junto com sua exibição no canal pago GNT na noite desta segunda (7/6), marcada para após o programa “Papo de Segunda”, que contará com a participação de Huck. O documentário aborda as transformações causadas pela pandemia, a maioria de forma dolorosa. “‘2021: O Ano Que Não Começou’ é parte do meu olhar curioso e de uma vontade legítima de escutar e aprender. Uma busca por ideias, pensamentos, reflexões e propostas que possam fazer do mundo um lugar possível, mais afetivo e eficiente. Para isso, fui em busca de referências globais do livre pensar e procurei construir pontes. O resultado foi surpreendente”, diz o apresentador no comunicado de lançamento. Entre os temas abordados, estão desigualdade, educação, racismo e antirracismo, capitalismo, política, pobreza, tecnologia e família. E entre os depoimentos registrados, estão opiniões de vários pensadores e ativistas, como Rutger Bregman, historiador e autor do best-seller “Utopia para Realistas”,Thomas Friedman, vencedor de três prêmios Pulitzer e colunista do jornal The New York Times, Thomas Piketty, economista e autor do best-seller “O Capital no século XXI”, Esther Duflo, professora do MIT e vencedora do Prêmio Nobel de Economia em 2019, Preto Zezé, presidente da Central Única das Favelas (CUFA), Silvio de Almeida, advogado, filósofo e professor universitário, Luana Genot, fundadora e diretora-executiva do ID_BR; entre outros nomes. Idealizado por Luciano Huck, “2021: O Ano Que Não Começou” tem roteiro da jornalista Giuliana Vallone e André Brandt (“Programa do Porchat”), e direção de Guilherme Melles (“Quebrando o Tabu”) e Fernando Acquarone (“Santos Dumont”). Veja o trailer abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luciano Huck (@lucianohuck)
Ed Sheeran se junta a Brandi Carlile, Courteney Cox e Elton John em nova homenagem a “Friends”
A reunião de “Friends” continua com episódios inéditos no Instagram de Ed Sheeran e Courteney Cox. Depois de recriarem a dança conhecida como “a rotina” a dupla agora se juntou com outros friends, a cantora Brandi Carlile e Sir Elton John em torno de um piano, para uma performance acústica de “Tony Danza”, a versão criada pela personagem Phoebe para o sucesso “Tiny Dancer”, de Elton John. “Lisa Kudrow, essa é para você”, avisa Sheeran no começo do vídeo, marcando em seu Instagram a atriz que interpreta Phoebe em “Friends”. Especialmente divertido é ver Elton John participar da piada, cantando a letra trocada e deixando Courteney Cox tocar o piano. Para quem não sabe, Tony Danza é um ator americano, que estrelou as séries clássicas “Táxi” (1978-1983) e “Quem é o Chefe?” (Who’s the Boss, 1984-1992). Confira abaixo a performance – que faltou no especial de reencontro de “Friends”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ed Sheeran (@teddysphotos) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Courteney Cox (@courteneycoxofficial)
“Space Jam: Um Novo Legado” ganha vídeo esportivo da ESPN
A Warner produziu um novo vídeo promocional de “Space Jam: Um Novo Legado” em parceria com a ESPN. Em clima de programa esportivo, o vídeo analisa os times de basquete que se enfrentarão no desenho animado, com destaque para LeBron James e a segunda melhor jogadora da quadra, Lola Bunny, que aparece pela primeira vez com a voz de Zendaya (“Euphoria”). A atriz só se juntou oficialmente ao elenco do filme em abril passado. Continuação de “Space Jam: O Jogo do Século” (1996), “Um Novo Legado” mostra LeBron James repetindo a missão de Michael Jordan nos anos 1990: liderar um time formado pelos Looney Tunes num jogo de basquete espacial. Desta vez, porém, o motivo é pessoal. Em vez de salvar o mundo, o jogo é para salvar a vida de seu filho. Com direção de Malcolm D. Lee (“Viagem das Garotas”), o novo “Space Jam” ainda destaca em seu elenco Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) no papel da esposa de James, Don Cheadle (de “Vingadores: Ultimato”) como o vilão e várias estrelas da NBA e WNBA. A estreia está marcada para 16 de julho com lançamento simultâneo nos cinemas e na HBO Max nos EUA. No Brasil, o lançamento acontece um dia antes, a princípio apenas nos cinemas.
20 shows clássicos: David Bowie, U2, INXS, Sinèad O’Connor e mais
A 13ª seleção da shows clássicos da Pipoca Moderna traz mais 20 apresentações dos anos 1980, cobrindo a evolução do pop rock com carreiras solos e guinadas musicais de astros consagrados, além de introduzir a geração que popularizou as turnês de estádios, com U2, INXS e Midnight Oil. O show australiano do INXS, inclusive, foi acompanhado ao vivo por ninguém menos que a Princesa Diana. Veja abaixo também a transformação funk de David Bowie, a impressionante estreia de Sinèad O’Connor e as melhores fases das carreiras solos de Bryan Ferry, Iggy Pop, Peter Murphy, Tom Verlaine e Julian Cope. E se isso não for suficiente, também estão disponíveis abaixo os atalhos para listas anteriores, que cobrem diferentes gerações musicais. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) > Shows dos 1980 – Parte 6 (pop, funk, rap e house) > Shows dos 1980 – Parte 7 (British soul, indie, college rock) > Shows dos 1980 – Parte 8 (indie, twee, shoegazer, dreampop, C86) Lou Reed | 1984 John Cale | 1984 Iggy Pop | 1986 Tom Verlaine | 1984 Sinead O’Connor | 1988 ‘Til Tuesday | 1986 U2 | 1984 Big Country | 1986 Midnight Oil | 1989 INXS | 1985 David Bowie | 1983 Bryan Ferry | 1988 The Associates | 1986 Bolshoi | 1987 Julian Cope | 1987 Peter Murphy | 1988 Love and Rockets | 1987 The Woodentops | 1985 The The | 1983 Jonathan Richman | 1986
Clarence Williams III (1939–2021)
O ator Clarence Williams III, que ficou conhecido como o policial infiltrado Lincoln Hayes na série clássica “Mod Squad”, morreu na sexta-feira (4/6) em Los Angeles de câncer de cólon, aos 81 anos. Clarence Williams é identificado com o número III por ter o mesmo nome do pai e do avô, ambos músicos profissionais. O vovô e primeiro Clarence Williams era pianista da lenda do blues Bessie Smith. E sua avó era a cantora de blues Eva Taylor. Ele já tinha feito um filme, “The Cool World” (1963), e sido reconhecido por seu talento como ator de teatro com uma indicação ao Tony (o Oscar do teatro) em 1965, anos antes de ser escalado em “Mod Squad”. Mesmo assim, os produtores não sabiam de seu currículo quando ele foi contratado. A história de como Williams foi parar na série é surpreendente. Corre a lenda – e contam como verdade – que Clarence estava desesperado por trabalho quando conseguiu um bico para fazer uma pequena participação numa série do produtor Aaron Spelling, como motorista de fuga numa cena de assalto. Mas na hora das gravações, ele saiu em disparada e colidiu o carro direto num poste. Preocupado, Spelling correu para ver se o ator estava bem. “Eu pensei que todo mundo estava morto”, contou o produtor para o Archive of American Television. “Todos nós corremos. Eu disse: ‘Clarence, Clarence, o que aconteceu?’ Ele respondeu: ‘Nunca dirigi antes’. Eu perguntei: ‘Por que você não me contou isso?’. Ele disse: ‘Porque eu queria o emprego’. Eu o contratei naquela mesma hora para o ‘Mod Squad’.” Criada por Bud Ruskin, ele próprio um ex-agente infiltrado da Polícia de Los Angeles, “Mod Squad” virou um fenômeno pop. Mesmo com protagonistas supostamente caretas, a série se tornou imensamente popular entre o público jovem por retratar em seus episódios o rock, a moda e as grandes questões da época, como racismo, protestos contra a guerra do Vietnã e a explosão do consumo de drogas. O personagem de Linc era um ativista com cabelo afro, que tinha sido preso durante os célebres protestos raciais no bairro de Watts, em Los Angeles. Ele é reunido com outros dois jovens problemáticos, vividos por Peggy Lipton e Michael Cole, que são recrutados para se infiltrar entre estudantes, hippies, gangues, festivais de música e movimentos sociais para prender traficantes e outros criminosos. Lançada em 1968, antes de Woodstock, a série durou cinco temporadas, até 1973, e transformou Peggy Lipton num dos maiores símbolos sexuais – e da moda – do período. De fato, a atração só foi cancelada porque o elenco decidiu não renovar seus contratos. Mesmo assim, o trio original retornou para um telefilme de reencontro, em 1979. Williams fez algumas participações em séries depois de “Mod Squad”, inclusive como um agente do FBI em “Twin Peaks”, mas seus principais trabalhos a partir dos anos 1980 foram no cinema. Ele marcou época como o pai problemático de Prince em “Purple Rain” (1984) e o pai viciado em drogas de Wesley Snipes em “Inferno Branco” (1993). E ainda se valeu dos conhecimentos musicais de sua família para viver a lenda do jazz Jelly Roll Morton em “A Lenda do Pianista do Mar” (1998), de Giuseppe Tornatore. Além disso, trabalhou regularmente com o diretor John Frankenheimer, numa parceria que incluiu “Nenhum Passo em Falso” (1986), “A Filha do General” (1999), “Jogo Duro” (2000) e dois telefilmes. Apesar de ter uma carreira marcada por papéis dramáticos, Williams também soube aproveitar sua intensidade característica para fazer comédia, interpretando um ex-líder revolucionário na paródia de blaxploitation de Keenen Ivory Wayans, “Vou Te Pegar Otário” (1988), e um traficante de drogas maníaco na hilária comédia “Pra Lá de Bagdá” (1998), estrelada por Dave Chappelle. Seus últimos trabalhos foram parcerias com o cineasta Lee Daniels, com participações no filme “O Mordomo da Casa Branca” (2013) e na série “Empire” (em 2015). Williams foi casado com a atriz Gloria Foster (a Oráculo da franquia cinematográfica “Matrix”), de 1967 a 1984. Relembre abaixo a abertura de “Mod Squad”.
Sinéad O’Connor anuncia aposentadoria. Próximo disco será o último
A cantora Sinéad O’Connor anunciou nas redes sociais que está se aposentando. Aos 54 anos, ela disse que a idade e o cansaço influenciaram sua decisão. A artista irlandesa tinha anunciado recentemente que faria um novo álbum no próximo ano, intitulado “No Veteran Dies Alone (NVDA)”, e agora afirma que este será seu último trabalho. Apesar de marcar sua despedida, o disco não contará com nenhum tipo de divulgação de sua parte durante o lançamento. “Isso é para anunciar minha aposentadoria das turnês e de trabalhar na indústria da música”, ela tuitou na noite de sexta (4/6), acrescentando: “Fiquei mais velha e estou cansada. Então é hora de eu me retirar, tendo realmente dado o meu melhor. ‘NVDA’ em 2022 será meu último lançamento. E não haverá mais turnês ou promoção”. Respondendo a perguntas de seus fãs on-line, ela ponderou que, depois de uma carreira de 37 anos (desde a adolescência como cantora da banda Ton Ton Macoute), era “hora de relaxar e fazer outros sonhos se tornarem realidade”. Sinéad O’Connor ainda consolou os fãs: “Não é uma notícia triste. São notícias maravilhosas. Um guerreiro sábio sabe quando ela ou ele deve recuar”. Nos últimos anos, a cantora tem chamado mais atenção por anúncios controversos que por sua música. Ela se converteu ao islamismo e mudou duas vezes de nome desde 2017 (para Magda Davitt e Shuhada Sadaqat), além de ter se assumido lésbica, apenas para se desmentir dias depois. Há alguns anos, ela publicou um vídeo alarmante dizendo que pensava em se matar. A crise seria consequência de transtorno bipolar, que ela revelou, antes de se desmentir, afirmando que, após consultas com diferentes médicos, descobriu que o diagnóstico não era verdadeiro. Agora, ela diz que sofre com agorafobia. Ela acaba de publicar seu livro de memórias, “Rememberings”.
Larissa Manoela e Lore Improta lançam serviços digitais
A atriz Larissa Manoela e a dançarina Lore Improta viraram viraram empresárias de telecomunicação, com o lançamento de dois serviços digitais. Na sexta-feira (4/6), Larissa Manoela anunciou o lançamento da sua operadora de celular, a Lari Cel, criada em parceria com a Dry Company, com planos a partir de R$ 25, WhatsApp ilimitado, bônus de internet e cobertura 4G em território nacional. O anúncio foi feito pela própria atriz com vídeos em suas redes sociais, utilizando o slogan “Vem causar”. O projeto é a primeira parceria da Dry Company com uma celebridade, mas a empresa já lançou, nos últimos dois anos, operadoras virtuais em parcerias com clubes de futebol como Botafogo, Ceará, Cruzeiro, Fluminense, Palmeiras, Santos, São Paulo e Sport. Por sua vez, Lore Improta estreou sua própria plataforma de streaming, Lore In Play. Além de contar com conteúdos exclusivos da dançarina, com fotos, vídeos e um reality sobre sua gravidez, o serviço também tem mais de 600 títulos de filmes e séries disponíveis para os assinantes, graças a uma parceria com a Warner e a Sony. A plataforma também conta com um catálogo infantil, jogos interativos e novidades em primeira mão do “Fantástico Mundo de Lore, projeto infantil da Lore”. O valor de assinatura é de R$ 11 mensais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lore in Play (@loreinplay)
BAFTA TV: Michaela Coel vira estrela britânica mais premiada do ano
O BAFTA TV, premiação da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, consagrou Michaela Coel como a estrela de TV mais premiada do Reino Unido em 2021. A cerimônia realizada neste domingo (6/6) celebrou a criação de Coel, “I May Destroy You”, como Melhor Minissérie e ainda a premiou como Melhor Atriz do ano. O detalhe é que a premiação foi dividida em duas partes, com a entrega das chamadas categorias técnicas (BAFTA TV Craft Awards) há duas semanas. Nesta primeira parte, Coel levou mais dois troféus importantes da Academia: Melhor Direção e Roteiro de Drama. Em suma, ela venceu como Atriz, Produtora, Roteirista e Diretora! Para completar, “I May Destroy You” ainda conquistou a categoria de Melhor Edição, somando cinco BAFTAs ao todo. A provocativa série da BBC/HBO mostra Michaela Coel como uma escritora feminista em ascensão e segura de si, que tenta reconstruir sua memória fragmentada depois de uma noite bebendo com os amigos. A trama toma um rumo dramático quando ela percebe que alguém pode ter batizado sua bebida com uma droga de estupro. Em busca de saber se foi agredida sexualmente naquela noite, ela assume que, para entender os fatos, precisa reconstruir todos os elementos de sua vida. Em número de troféus, “Small Axe”, do cineasta Alexander McQueen, superou “I May Destroy You” com seis BAFTAs, a maioria em categorias técnicas, tanto que neste domingo apenas um prêmio foi comemorado, Melhor Ator Coadjuvante para Malachi Kirby. As demais conquistas foram em Fotografia, Cenografia, Figurino, Maquiagem e Cabelo e Casting. A antologia da BBC/Amazon, com cinco episódios-filmes sobre racismo, era a produção com o maior número de indicações, 15 no total, bem à frente do segundo colocado, “The Crown”, da Netflix, que disputou dez prêmios e não venceu nenhum. A melhor série de drama foi “Save Me Too”. E os demais prêmios de atuação dramática ficaram com Paul Mescal, Melhor Ator por “Normal People”, e Rakie Ayola, Atriz Coadjuvante por “Anthony”. Já as premiações de Comédia ficaram com “Inside No. 9” e os atores Charlie Cooper (por “This Country”) e Aimee Lou Wood (por “Sex Education”). A entrega do BAFTA TV Awards também serviu para ampliar a crise do Globo de Ouro. O prêmio da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood ignorou completamente Michaela Coel e “I May Destroy You”, o que alimentou suspeitas de racismo e culminou na denúncia de que os eleitores do Globo de Ouro não possuem nenhum integrante negro entre seus membros. Desde então, o evento enfrenta uma pressão fortíssima para assumir maior diversidade e postura mais ética, sofrendo boicote generalizado da indústria do entretenimento. Confira abaixo a lista dos vencedores nas principais categorias (apenas séries) da premiação. BAFTA TV Awards Melhor Série – Drama “Save Me Too” Melhor Série – Comédia “Inside No. 9” Melhor Minissérie “I May Destroy You” Melhor Ator – Drama Paul Mescal, por “Normal People” Melhor Atriz – Drama Michaela Coel, por “I May Destroy You” Melhor Ator – Comédia Charlie Cooper, por “This Country” Melhor Atriz – Comédia Aimee Lou Wood, por “Sex Education” Melhor Ator Coadjuvante Malachi Kirby, por “Small Axe: Mangrove” Melhor Atriz Coadjuvante Rakie Ayola, por “Anthony” Melhor Série Internacional (não britânica) “Welcome to Chechnya” BAFTA TV Craft Awards Melhor Direção Michaela Coel, Sam Miller, por “I May Destroy You” Melhor Roteiro – Drama Michaela Coel, por “I May Destroy You” Melhor Roteiro – Comédia Sophie Willan, por “Alma’s Not Normal” Talento Emergente Georgi Banks-Davies (Diretor), por “I Hate Suzie” Melhor Fotografia Shabier Kirchner, por “Small Axe” Melhor Edição Christian Sandino-Taylor e equipe, por “I May Destroy You” Melhor Cenografia Helen Scott, por “Small Axe” Melhor Figurino Jacqueline Durran, por “Small Axe” Melhor Maquiagem e Cabelo Jojo Williams, por “Small Axe” Melhores Efeitos Visuais Russell Dodgson, James Whitlam, Jean-Clement Soret, Robert Harrington, Dan May, Brian Fisher, por “His Dark Materials” Melhor Trilha Sonora Harry Escott, por “Roadkill” Melhor Som Jon Thomas, Gareth Bull, James Ridgway, Dillon Bennett, Eilam Hoffman, por “His Dark Materials” Melhor Casting Gary Davy, por “Small Axe”
Ryan Reynolds sugere que “Deadpool 3” está a caminho
O ator Ryan Reynolds publicou uma foto curiosa em seu Instagram, em que a máscara de “Deadpool” é vista em evidência dentro de uma mochila. A imagem, que acompanha este post, não recebeu nenhuma legenda, mas parece indicar que o aguardado “Deadpool 3” está a caminho. Qual outro motivo teria Reynolds para tirar o uniforme do armário? Ryan Reynolds continuará a interpretar o mercenário brincalhão e boca-suja no terceiro longa da franquia, que será o primeiro lançado pela Disney. Mas o chefão da Marvel, Kevin Feige, garantiu que manterá a produção com censura para maiores, como os primeiros filmes lançados pela Fox. “Será para maiores, e estamos trabalhando no roteiro, com supervisão de Ryan”, disse Feige, numa entrevista realizada em janeiro. Para começar o projeto de “Deadpool 3”, a Marvel Studios já contratou as irmãs roteiristas Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin, que assinaram vários episódios da série animada adulta “Bob’s Burgers” – e ganharam um Emmy por seu trabalho na atração do canal Fox em 2017. Por outro, Feige também jogou um balde de água fria na ansiedade dos fãs, avisando na mesma entrevista: “Não vamos filmar em 2021”. Segundo ele, porque “temos algumas coisas que estão na frente na fila”. Só que é interessante reparar que Reynolds abriu sua agenda, encerrando várias filmagens, como “Red Notice” e “The Adam Project”, futuros lançamentos da Netflix, e neste momento encontra-se suspeitamente em pausa, aguardando que algum de suas próximos projetos – como a adaptação do jogo “Detetive” (Clue) – avance na fase de pré-produção.
Elton John faz aparição surpresa em evento de “Pose”: “Eu sou Elektra”
O produtor Ryan Murphy surpreendeu os fãs de “Pose”, convidando Elton John a se juntar ao elenco da atração durante um evento em que foi exibido o final da série do canal pago FX. O cantor e seu marido marido David Furnish se juntaram a Murphy, o co-criador da série Steven Canals e as estrelas Mj Rodriguez e Billy Porter no palco do Rose Bowl, em Pasadena, para expressar sua grande admiração pela forma como a série registrou autenticamente a cena dos bailes gays de Nova York e a epidemia de HIV, além de ter aumentado drasticamente a visibilidade de personagens trans na televisão. “Eu vivi a epidemia de AIDS na década de 1980”, disse John, que revelou ter ficado emocionado pela autenticidade das histórias e personagens da série. “Esta série me tocou mais do que qualquer outra por causa da jornada dessas pessoas estão … Eles são pessoas reais, e são pessoas trans que tornaram suas vidas possíveis, mas, por Deus, eles tiveram que lutar por isso – e eles ainda têm que lutar por isso. E eles não deveriam ter que lutar por isso. Eles nunca deveriam ter que lutar por isso. ” Elton John rasgou elogios à produção. “Muitos elogios devem ser dados e Ryan merece muito crédito por garantir que este programa fosse realizado, porque é verdadeiro. Nunca soa falso. E essas roupas… minha querida!” Ele revelou que se identifica totalmente com o figurino da série e até encontra paralelos entre seu temperamento e uma das personagens em particular. “Eu sou Elektra,” ele proclamou, citando a personagem extravagante de Dominique Jackson. “Eu sou totalmente Elektra.” Murphy também contou porque convidou o fã ilustre à participar da sessão especial de “Pose”. Ele revelou que aos 7 anos vivia um relacionamento complicado com o pai, até o dia em que, durante um passeio de carro, o rádio tocou o hit de John de 1975, “Philadelphia Freedom”. “Eu fiquei tipo, ‘Quer saber, eu simplesmente vou ser eu’, e cantei junto ‘Philadelphia Freedom’ no banco de trás daquele carro, e meu pai me viu pela primeira vez, então obrigado Elton John”, disse Murphy. “Nós paramos na minha garagem e ele olhou para mim e disse: ‘Você tem uma boa voz’, e foi a primeira vez que ele disse algo gentil para mim. Então você faz parte da minha vida, Elton, de uma forma que você jamais poderia saber.” Depois do evento, realizado na noite de sábado (5/6), o cantor publicou uma foto com o marido, os dois criadores de “Pose” e Mj Rodriguez, intérprete de Blanca. O final de “Pose” será exibido na noite deste domingo nos EUA. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Star Premium. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Elton John (@eltonjohn)
Bilheterias: “Invocação do Mal 3” supera “Um Lugar Silencioso 2” nos EUA
“Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio” assustou as bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana, vencendo o duelo de terror com “Um Lugar Silencioso – Parte II”, campeão da semana passada. A estreia da produção da New Line/Warner Bros. faturou US$ 24 milhões em vendas de ingressos, superando as projeções iniciais, mesmo sendo lançada simultaneamente na HBO Max sem nenhum custo extra para os assinantes norte-americanos. A Warner Bros. não informou quantas pessoas assistiram “Invocação do Mal 3” em streaming, mas nos países onde o serviço ainda não foi lançado o filme arrecadou US$ 33 milhões. Com isso, já acumula US$ 57 milhões em todo o mundo. Apesar de ser o terceiro longa da franquia, “Invocação do Mal 3” na verdade é o quarto filme em que Patrick Wilson e Vera Farmiga vivem o casal de investigadores sobrenaturais Ed e Lorraine Warren. Eles também repetiram os papéis em “Annabelle 3 – De Volta Para Casa”, lançado em 2019. Contando os spin-offs de “Annabelle”, “A Maldição da Chorona” e “A Freira”, o universo de “Invocação do Mal” ultrapassou US$ 1,8 bilhão globalmente neste fim de semana, tornando-se a maior franquia de terror da atualidade. Em 2º lugar, “Um Lugar Silencioso – Parte II” gerou mais US$ 19,5 milhões nos cinemas norte-americanos, aumentando seu faturamento doméstico para US$ 88 milhões. Com mais US$ 19 milhões arrecadados no mercado internacional, a continuação da Paramount chegou a impressionantes US$ 138 milhões mundiais em cerca de 10 dias em cartaz. “Cruella”, da Disney, completa o pódio em 3º lugar, com US$ 11,2 milhões em seu segundo fim de semana de lançamento. O prólogo de “101 Dálmatas”, estrelado por Emma Stone, também está disponível para aluguel na Disney+ por US$ 30. Embora não tenha compartilhado números de visualizações, o estúdio já está trabalhando em uma sequência, sugerindo ter ficado satisfeito com o desempenho do filme em streaming. No exterior, “Cruella” acrescentou mais US$ 18,6 milhões de 36 mercados para atingir um total global de US$ 87,1 milhões, também em 10 dias. Atualmente, 75% dos cinemas encontram-se abertos nos EUA, de acordo com a Comscore. O aumento na quantidade de telas e o bom desempenho dos lançamentos recentes apontam para uma retomada do mercado cinematográfico durante o verão norte-americano, que contará com grandes incentivos para atrair o público de volta às salas de exibição, como “Viúva Negra”, da Marvel, e “Velozes e Furiosos 9”, da Universal. “Este é outro sinal positivo para a indústria”, diz David A. Gross, que dirige a firma de consultoria de cinema Franchise Entertainment Research. “Dois filmes semelhantes um em cima do outro fazendo esses números mostram a vibração do mercado. É muito bom ver. ” Depois deste fim de semana, a série “Conjuring”, que se entrelaça com o universo sobrenatural habitado por “The Nun”, “Annabelle” e “La Llorona”,
Camila Amado (1938-2021)
A atriz Camila Amado morreu neste domingo (6/6), aos 82 anos, vítima de um câncer. No ano passado, ela chegou a ser diagnosticada com covid-19, mas havia conseguido se recuperar da doença. Filha de Gilson Amado (fundador da TVE) e da educadora Henriette Amado (nascida em Londres e neta do governador da Paraíba Camilo de Holanda), Camila foi muito ativa no teatro e iniciou a carreira televisiva em 1969, na novela “Um Gosto Amargo de Festa”, da TV Tupi. A atriz também teve atuações de destaque em produções da Globo, como as séries “A Casa das Sete Mulheres” (2003), “Aline” (2008-2011), “Força-Tarefa” (2009-2011) e “Ligações Perigosas” (2016). Ela também participou das novelas “Pega Pega” (2017-2018) e “Éramos Seis” (2019), seu último trabalho na televisão. Além disso, construiu uma carreira robusta no cinema, iniciada em 1975 com “Quem Tem Medo de Lobisomem?”, de Reginaldo Faria, e “O Casamento”, de Arnaldo Jabor. Por este filme, ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante do Festival de Gramado. Sua filmografia, que se estende por décadas e chega até dias recentes, inclui obras como “Parceiros da Aventura” (1980), de José Medeiros, “As Meninas” (1995), de Emiliano Ribeiro, “Amélia” (2000), de Ana Carolina, “Copacabana” (2001), de Carla Camurati, “Carreiras” (2005), de Domingos de Oliveira, “Os Desafinados” (2008), de Walter Lima Jr., “O Abismo Prateado” (2011), de Karim Aïnouz, “A Novela das 8” (2011), de Odilon Rocha, “Pequeno Dicionário Amoroso 2” (2015), de Sandra Werneck e Mauro Farias, “Redemoinho” (2016), de José Luiz Villamarim, e “Chacrinha: O Velho Guerreiro” (2018), de Andrucha Waddington. Ela também filmou “Cinzento e Negro”, de Luís Filipe Rocha, um dos filmes portugueses mais premiados de 2017, que lhe rendeu uma indicação ao troféu da Academia Portuguesa de Cinema. Camila Amado foi casada com o jornalista Carlos Eduardo Martins (falecido em 1968), com quem teve dois filhos, e com o ator Stepan Nercessian durante 14 anos.












