Disney+ anuncia continuação de “Abracadabra” com elenco original
A plataforma Disney+ oficializou a produção de uma continuação de “Abracadabra” (Hocus Pocus), clássico infantil de Halloween, que vai juntar o elenco original do filme de 1993. O primeiro longa contava a história de Winnie, Sarah e Mary, três bruxas do século 17 que chegam ao presente após seus espíritos serem invocados no Dia das Bruxas. Banidas há 300 anos devido à prática de feitiçaria, elas estão dispostas a tudo para garantir sua juventude e imortalidade. Porém, precisarão enfrentar três crianças e um gato falante, que podem atrapalhar seus planos. A produção foi protagonizada por Bette Midler (“Quando Me Apaixono”), Sarah Jessica Parker (“Sex and the City”) e Kathy Najimy (“Ela Dança, Eu Danço 3”), sob direção de Kenny Ortega (“Os Descendentes”), e se tornou um grande sucesso infantil da Disney. Uma curiosidade é que suas estrelas nunca desistiram de fazer campanha para a Disney produzir uma continuação. A decisão foi tomada depois que o relançamento improvisado do filme original, em outubro passado, durante a pandemia, ter atingido resultados notáveis, obtendo cerca de US$ 5 milhões em um punhado de cinemas dos EUA, apesar de também ter sido reprisado na TV na mesma época. Além do retorno das atrizes principais, não há outros detalhes sobre a produção, que será lançada em streaming em 2022. Veja o anúncio oficial abaixo. Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy retornam como as deliciosamente perversas irmãs Sanderson em Abracadabra 2️⃣. Estreia exclusiva em 2022. Só no #DisneyPlus. pic.twitter.com/c9fkxLnTp8 — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) May 20, 2021
Ator de “High School Musical: A Série: O Musical” vai virar alien em “Zombies 3”
O ator Matt Cornett, que vive E.J. Caswell em “High School Musical: A Série: O Musical”, vai virar alienígena no terceiro telefilme da franquia “Zombies” (ou “Z-O-M-B-I-E-S”) do Disney Channel. Ele será um extraterrestre chamado A-Lan e é uma das novidades da produção, que mostrará o encontro entre zumbis e aliens em clima de musical da Disney. Além dele, as estreantes Terry Hu e Kyra Tantao também entram para o novo longa da franquia, como as alienígenas A-Spen e A-Li. Os atores Milo Manheim e Meg Donnelly vão repetir seus papéis, respectivamente como Zed e Addison, o casal zumbi/cheerleader favorito da Seabrook High School. E virão acompanhados pelo diretor Paul Hoen, que assinou os outros dois filmes anteriores – e mais 13 produções originais do Disney Channel – , e pelos roteiristas David Light e Joseph Raso, criadores dos personagens. Em “Zombies 3”, Zed e Addison estão começando seu último ano em Seabrook High, na cidade que se tornou um refúgio seguro para monstros e humanos. Enquanto Zed espera uma bolsa de estudos para atletas que o tornará o primeiro zumbi a frequentar a faculdade, Addison se prepara para a primeira competição internacional de cheerleaders de Seabrook. Até que essa aparente “normalidade” é interrompida por uma invasão extraterrestre. As gravações do terceiro longa está marcada para começar em 31 de maio nos Estados Unidos, mas ainda não foi definida uma data de estreia para a produção.
Respect: Jennifer Hudson é Aretha Franklin no trailer da cinebiografia
A MGM divulgou novos pôsteres, imagens inéditas e o trailer completo de “Respect – A História de Aretha Franklin”. A prévia abrange vários anos da vida da lendária cantora, da infância na Igreja até sua consagração como Rainha do Soul, cantando clássicos imortais como “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título, além do conturbado relacionamento com seu marido Ted White. A equipe criativa é estreante no cinema. O roteiro foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção está a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção é comandada por Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e pelo produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Jennifer Hudson, a intérprete de Aretha no cinema, com um Oscar. Além de Hudson, o elenco também destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). Depois de muitos adiamentos, a estreia está marcada para 9 de setembro no Brasil, quase um mês após o lançamento nos EUA (em 13 de agosto).
Galantis lança clipe teatral em parceria com Little Mix e David Guetta
A dupla sueca Galantis lançou o clipe de de “Heartbreak Anthem”, sua parceria com trio britânico Little Mix e o DJ francês David Guetta. O som “eurovision” é um pastiche eletrônico com beat dançante e vocais ultraprocessados com auto-tune, que deve se tornar um grande sucesso comercial. Já o vídeo tem direção de Samuel Douek, o mesmo de “Confetti”, o clipe anterior das Little Mix, e faz parecer que o lançamento é exclusivo das cantoras ao destacá-las com looks, makes, penteados e até asinhas de anjo assumidamente artificiais, entre cenas de camarim e palco antigo, numa performance teatral.
Elite: Trailer da 4ª temporada tem trisal e primeiro casal de garotas
A Netflix divulgou o trailer da 4ª temporada de “Elite”, que vem cheia de cenas quentes, incluindo um trisal gay e seu primeiro casal da garotas. Segundo o showrunner Carlos Montero, a série vai “abordar honestamente o que é um relacionamento aberto”. Na trama, Omar (Omar Ayuso) e Ander (Arón Piper) terão a companhia do estreante Manu Rios (de “Chiringuito de Pepe”), que chega no papel de Patrick para balançar o casal original e aumentar a temperatura LGBTQIA+ da série espanhola. Patrick chega a Las Encinas acompanhado de duas irmãs, Ari (Carla Díaz, de “El Príncipe”) e Mencía (Martina Cariddi, “O Guardião Invisível”), e a segunda, mais jovem, vai formar o mais novo casal de “Elite” com Rebeka (Claudia Salas), que mencionou ser bissexual na temporada passada e vai superar rápido a dor por Samuel (Itzan Escamilla). As novidades do elenco também incluem Pol Granch, que é um cantor revelado pelo “X Factor” espanhol. Ele vive um príncipe da “realeza franco-espanhola” e chega com uma equipe de segurança para acabar com a tranquilidade da escola. Todos vão aprontar muito e, lógico, virar caso de polícia. Em compensação, a série criada por Carlos Montero e Darío Madrona não terá as voltas de Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério) e Álvaro Rico (Polo) e ainda perderá mais dois integrantes de seu elenco fixo ao longo dos próximos capítulos. Itzán Escamilla e Omar Ayuso, intérpretes de Samuel e Omar, anunciaram que saem da produção no quarto ano. Mas isso não significa que a série está chegando ao fim. A 5ª temporada já está começou a ser produzida e marcará a estreia do brasileiro André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel por “Juacas” e “Bia”. A 4ª temporada de “Elite” tem estreia marcada para 18 de junho e será precedida pela exibição de quatro mini-episódios extras, disponibilizados diariamente (um por dia), a partir de 14 de junho como um aquecimento para a estreia dos capítulos oficiais.
“Mortal Kombat” chega aos cinemas. Conheça as estreias da semana
“Mortal Kombat” é o principal lançamento desta quinta (20/5) nos cinemas. A nova adaptação do videogame é bem mais violenta que as versões anteriores e deve agradar aos fãs do jogo por apresentar a origem dos personagens e da rivalidade entre Scorpion e Sub-Zero. Mas quem nunca jogou o game clássico pode não achar tão empolgante. Afinal, tem um diretor pouco experiente (o estreante Simon McQuoid) e destaca vários atores secundários de séries de TV. De todo modo, é melhor que as opções de comédia, “Em Guerra com o Vovô”, que registra o pior desempenho da carreira de Robert De Niro, e “Amor, Casamentos e Outros Desastres”, que pode ser resumido por uma das palavras de seu título, considerando os míseros 4% de aprovação no Rotten Tomatoes. Em circuito extremamente limitado, há mais três produções argentinas e brasileiras, com destaque para uma sci-fi nacional de viagem no tempo, “Loop”, estreia do diretor Bruno Bini, estrelada por Bruno Gagliasso. Veja abaixo os trailers de todas as estreias da semana. Mortal Kombat | EUA | 2021 Em Guerra com o Vovô | EUA | 2021 Amor, Casamentos e Outros Desastres | EUA | 2020 O Último Jogo | Argentina, Brasil, Colômbia | 2020 A Barqueira | Argentina | 2019 Loop | Brasil | 2019
Estrela de “iZombie” vai morar com fantasmas no trailer de “Ghosts”
A rede americana CBS divulgou o trailer do único lançamento de comédia em sua programação para o outono norte-americano (nossa primavera). A atração traz a atriz Rose McIver de volta ao território sobrenatural após o final de “iZombie”, mas em vez de zumbis, desta vez ela tem que lidar com fantasmas. Intitulada “Ghosts” (fantasmas), a produção é um remake da comédia britânica de mesmo nome e segue um jovem casal em dificuldades, que acha que tirou a sorte grande ao herdar uma bela casa de campo, apenas para descobrir que ela está caindo aos pedaços e ainda é habitada por seus falecidos moradores. O casal central será formado por McIver e Utkarsh Ambudkar (“Projeto Mindy”). Coprodução do estúdio Lionsgate e da rede britânica BBC, que exibe a série original, a versão americana foi desenvolvida por Joe Port e Joe Wiseman (produtores-roteiristas de “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e também contará com Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), Brandon Scott Jones (“The Good Place”), Danielle Pinnock (“Jovem Sheldon”), Asher Grodman (“Inez & Doug & Kira”), Richie Moriarty (“The Tick”), Sheila Carrasco (“Jane the Virgin”), Devan Long (“Patrulha do Destino”) e Román Zaragoza (“Austin & Ally”) no elenco.
CBS revela teasers das novas séries derivadas de “NCIS”, “FBI” e “CSI”
A rede americana CBS divulgou os teasers das principais séries novas de sua programação para o outono norte-americano (nossa primavera). E a iniciativa revela que essa programação não é exatamente nova. As apostas da emissora são séries de investigação policial derivadas de franquias estabelecidas – uma é bastante longeva, a outra amplia o reinado de um megaprodutor, a terceira retorna após a aposentadoria e todas são reconhecidas por suas iniciais maiúsculas. As atrações são “NCIS: Hawai’i”, “FBI International” e “CSI: Vegas”. As duas primeiras não começaram a ser gravadas e o que têm a mostrar são locações e cenas de episódios de outras séries de suas franquias, acompanhadas pelos depoimentos, respectivamente, da atriz Vanessa Lackey (“BH90210”), escalada como a primeira mulher a liderar uma equipe NCIS, e o produtor Dick Wolf, com aparência cansada por comandar tantas atrações simultâneas – três “FBI”, três “Chicago” e duas “Law & Order”, com uma terceira em desenvolvimento. Em contraste, o vídeo de “CSI: Vegas” combina flashes da “CSI” clássica com imagens inéditas do piloto da nova atração, além de trazer os depoimentos dos produtores e atores principais – inclusive William Petersen e Jorja Fox, reprisando os papéis do médico forense Dr. Gil Grissom e sua assistente/esposa Sara Sidle. “CSI: Vegas” será uma continuação direta da série original, 21 após os protagonistas aparecerem pela primeira vez e seis anos após o final da produção (com um elenco bem diferente). Na nova trama, os personagens de Petersen e Fox trabalharão com uma nova geração de investigadores forenses, interpretados por Paula Newsome (“Barry”), Matt Lauria (“Kingdom”), Mel Rodriguez (“O Último Cara da Terra”) e Mandeep Dhillon (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), além de encontrarem outro veterano da franquia, Wallace Langham, que reprisará seu papel como David Hodges. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Jason Tracey (“Burn Notice”), a atração tem produção de Jerry Bruckheimer, do criador do “CSI” original, Anthony E. Zuiker, e dos antigos showrunners da franquia, Carol Mendelsohn, Ann Donahue e Craig O’Neill. As outras duas produções foram aprovadas sem piloto, apenas pela força de suas franquias. As séries “NCIS” e “FBI” originais são as mais assistidas da CBS, respectivamente em 1º e 2º lugar na audiência da rede de TV. Franquia muito recente, “FBI” estreou em 2018 e já tinha gerado o spin-off “FBI: Most Wanted”, lançado no ano passado. O produtor Dick Wolf sugeriu uma terceira expansão ainda em janeiro de 2020, observando que a franquia oferece um “tesouro sem fim de histórias”. Por enquanto sem elenco definido, os episódios se concentrarão nas operações internacionais do FBI. Como parâmetro oposto, “NCIS” é uma das séries mais antigas da programação televisiva atual. Está atualmente em sua 18ª temporada com uma média impressionante de 9,6 milhões de espectadores por episódio ao vivo e seu sucesso se estende à derivada “NCIS: Los Angeles”, em sua 12ª temporada. A produção de “NCIS: Hawai’i” está a cargo de Chris Silber, showrunner de “NCIS: New Orleans”, que foi encerrada em fevereiro após sete temporadas, e vai ocupar simultaneamente essa vaga e a locação de outra série recém-cancelada no canal, “Hawaii Five-0” (Havaí Cinco-0), acompanhando uma equipe de investigadores criminais da Marinha que operam nas ilhas havaianas. Ou seja, o “NCIS” de sempre, mas no Havaí – e com uma mulher no comando.
“Evil” e “SEAL Team” trocam TV pela Paramount+
As séries “Evil” e “SEAL Team” estão deixando a TV convencional para se transformar em atrações de streaming. Originalmente exibidas pela rede CBS nos EUA, elas passarão a ter seus próximos episódios disponibilizados pela plataforma Paramount+. Com a mudança, “SEAL Team” foi oficialmente renovada para uma 5ª temporada. Já “Evil” teve a confirmação de sua 2ª temporada em setembro de 2019, mas ainda não disponibilizou nenhum episódio inédito desde o fim de sua leva de capítulos inaugurais. “Nossos estúdio e rede têm um forte histórico de desenvolvimento de dramas de alta qualidade, que atingem sucesso em multiplataformas, e essas séries mostraram essa força”, disse George Cheeks, presidente e CEO do CBS Entertainment Group, no comunicado sobre a mudança. “Esses movimentos marcam outro exemplo de como nosso ecossistema linear e de streaming pode trabalhar estrategicamente em conjunto para maximizar o valor do conteúdo e beneficiar as séries e seus criadores.” “Estamos entusiasmados em trazer novas temporadas dessas séries fenomenais para a Paramount Plus”, disse Julie McNamara, vice-presidente executiva e chefe de programação do streamer. “Temos um forte histórico de construção de públicos incríveis com essas equipes criativas, incluindo a incomparável ‘The Good Fight’ de Robert e Michelle King [criadores de ‘Evil’], e estamos ansiosos para trazer aos nossos assinantes ainda mais temporadas de séries que eles amam.” Os planos de transição incluem a exibição de uma parte da 5ª temporada de “SEAL Team” na CBS durante o outono norte-americano (nossa primavera), antes de se tornar uma atração exclusiva da Paramount+. Já a 2ª temporada de “Evil” estreará exclusivamente no streamer. “Evil” é o novo projeto do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”. A trama acompanha um funcionário da Igreja Católica, encarregado de investigar casos de possessões, que pede ajuda a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja e a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga. O elenco também destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como investigador técnico dos fenômenos e Michael Emerson (“Person of Interest”) no papel de Townsend, que se revela um agente do Mal. Criada por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), “SEAL Team” tira proveito da popularidade dos Navy Seals, que se tornaram proeminentes nos EUA após a missão que resultou no assassinato de Osama Bin Laden, para contar histórias de uma unidade desta elite militar, um grupo altamente treinado, que é enviado em ações cirúrgicas no combate ao terrorismo internacional. Mas também revela como é o cotidiano desses soldados quando retornam a seus lares. O elenco destaca David Boreanaz (“Bones”), Max Thierot (série “Bates Motel”), Neil Brown Jr. (“Straight Outta Compton”), AJ Buckley (série “Justified”), Toni Trucks (série “Franklin & Bash”) e Jessica Paré (série “Mad Men”). Além das duas séries, a estreante “Clarice”, derivada do livro e do filme “O Silêncio dos Inocentes” (1991) também deve se mudar para a plataforma, mas a renovação de sua 2ª temporada ainda não foi confirmada. De acordo com a revista Variety, os acordos ainda estão sendo negociados.
HBO Max lançará novas séries animadas de Batman e Superman
A HBO Max anunciou a produção de novas séries animadas de Batman e Superman, que serão conduzidas pelo co-criador de “Batman: A Série Animada”, Bruce Timm, e o presidente da Warner Bros. Animation, Sam Register. Com maior impacto, “Batman: Caped Crusader” trará Bruce Timm de volta ao universo que já rendeu para o estúdio a personagem da Arlequina. Ele vai trabalhar no novo projeto com ninguém menos que os cineastas JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Matt Reeves (do vindouro filme do “Batman”. “Estamos muito empolgados em trabalhar juntos para trazer esse personagem de volta, para contar novas histórias cativantes em Gotham City”, disseram o trio num comunicado conjunto. “A série será emocionante, cinematográfica e evocativa das raízes noir do Batman, enquanto mergulha mais fundo na psicologia desses personagens icônicos. Mal podemos esperar para compartilhar este novo mundo.” “’Batman: A Série Animada’ foi uma obra-prima que moldou a percepção do personagem para toda uma geração de fãs”, acrescentou Sam Register. “É com esse espírito que estamos reunindo três mestres contadores de histórias em JJ, Matt e Bruce – cada um com sua própria compreensão intuitiva e afeição pelo personagem – para criar uma nova série que continuará o mesmo legado inovador.” Register é o principal produtor de “My Adventures With Superman”, que está mais adiantada, tem dubladores definidos, e vai estrear com a 2ª temporada já encomendada. A atração vai mostrar Clark Kent, identidade do super-herói mais poderoso do mundo, em seus primeiros dias como repórter do Planeta Diário. A trama vai destacar sua parceria como seu melhor amigo, o fotógrafo Jimmy Olsen, conforme eles começam a descobrir o que podem realizar juntos como uma equipe de jornalismo investigativo. Olsen será retratado como um jovem preto, seguindo a mudança estabelecida pela série “Supergirl”, em vez do visual ruivo dos quadrinhos originais. A série também destacará Lois Lane como uma estrela das notícias, que coloca Jimmy sob sua proteção, enquanto começa a se apaixonar por Clark. Os atores Jack Quaid (“The Boys”) e Alice Lee (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) darão voz aos supernamorados mais conhecidos dos quadrinhos. “Tem sido uma ótima parceria trabalhar com Cartoon Network e HBO Max para trazer mais super-heróis da DC para a plataforma de maneiras novas e criativamente interessantes”, declarou Register. “Esta é a primeira série animada do Superman em muitos anos e queremos contar nossa história do Superman através do trio formado por Clark, Lois e Jimmy – cuja dinâmica de relacionamento permitirá tramas ricas, serializadas e envolventes, enquanto exploramos suas vidas como indivíduos e seu crescimento como melhores amigos.” As séries terão abordagens e visuais bem diferentes, como se pode ver pelo material adiantado. A atração de Batman se inspira nos desenhos mais sombrios de Bob Kane, criador do personagem em 1939, enquanto o material de Superman assume uma aparência moderna e leve de anime. As fotos acima e abaixo já são registros das duas produções.
Jeremy Irvine negocia viver Lanterna Verde gay na HBO Max
A Greg Berlanti Productions começou a definir o elenco de sua série baseada nos quadrinhos do “Lanterna Verde”. Depois de escolher Finn Wittrock (“American Horror Story”) como Guy Gardner, os produtores agora negociam com Jeremy Irvine (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) para o papel de Alan Scott. Scott é um dos personagens gays de maior destaque no Universo DC, embora sua sexualidade seja um desenvolvimento recente. Ele foi criado em 1940 como o Lanterna Verde original, duas décadas antes da editora redefinir o personagem como um herói espacial encarnado por Hal Jordan. Com o sucesso da versão de Jordan, o original ficou esquecido até ser reintroduzido como um Lanterna Verde de uma Terra paralela. Graças aos sucessivos reboots da DC, Scott acabou rejuvenescido e reconcebido como gay, como parte de uma iniciativa por maior inclusão na editora. Desenvolvida para a plataforma HBO Max, a série deverá ser a mais cara produção de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”, trazendo vários Lanternas Verdes diferentes. O projeto pretende apresentar a Tropa dos Lanternas Verdes como uma saga que se estende por décadas e galáxias. Nos quadrinhos, os Lanternas Verdes são os policiais galácticos que patrulham o universo conhecido e desconhecido. O roteiro da adaptação está a cargo de Seth Grahame-Smith (“Lego Batman: O Filme”) e Marc Guggenheim (co-criador do “Arrowverso”). E curiosamente representa uma segunda chance para Berlanti e Guggenheim de acertar a mitologia desses personagens. Os dois assinaram o roteiro do fracassado filme do “Lanterna Verde” (com Michael Green, de “Logan”).
Diretores de “Bad Boys Para Sempre” farão filme da Batgirl
A Warner contratou os diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pelo sucesso de “Bad Boys Para Sempre” (2020), para comandarem o filme da Batgirl. A escolha quebra uma regra não escrita dos estúdios, que vinham escalando mulheres para dirigir filmes de heroínas dos quadrinhos. A própria Warner fez isso com “Mulher Maravilha” (dirigido por Patty Jenkins) e “Aves de Rapina” (de Cathy Yan). Por outro lado, a dupla de “Bad Boys” sucede outra opção masculina para a adaptação. Joss Whedon começou a escrever o primeiro filme solo de Barbara Gordon em 2017, mas nunca encontrou o tom e desistiu (antes de se envolver em várias polêmicas por mau comportamento nos bastidores de “Liga da Justiça” e se queimar em Hollywood). Com sua saída, o roteiro ficou a cargo de Christina Hodson, que escreveu “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do “Flash”. Em março desse ano, a Warner confirmou que, em meio a essas mudanças, continuava a avançar com o filme. A revelação aconteceu durante a apresentação de uma lista de produções em desenvolvimento com conteúdo baseado em propriedades da DC Comics. “Batgirl”, porém, não deve chegar aos cinemas e sim ser lançada diretamente na HBO Max. “Com ‘Batgirl’, esperamos levar o público a um passeio divertido e mostrar um lado diferente de Gotham”, disse a produtora Kristin Burr (que também está à frente de “Cruella”). “O roteiro de Christina é repleto de espírito. Adil e Bilall têm uma energia entusiasmada e alegre, que é contagiante, tornando-os os cineastas perfeitos para este Batprojeto. E estou empolgada por fazer parte do universo DC, o que é muito legal”, completou. El Arbi e Fallah nasceram no Marrocos e estudaram cinema na Bélgica, mas se destacaram na TV americana. Eles comandaram a série “Snowfall”, que lhes rendeu o convite para dirigir o terceiro filme de “Bad Boys”, maior bilheteria de 2020. Depois disso, ainda adquiriram experiência com adaptações de quadrinhos e super-heroínas, ao assumirem a direção de episódios da vindoura série “Ms. Marvel”, da editora rival da DC Comics, que deve estrear na Disney+ no fim do ano. Curiosamente, o novo filme da Warner tende a conflitar com a primeira aparição da personagem na HBO Max, já que Barbara Gordon será deficiente na 3ª temporada de “Titãs”, que estreia ainda este ano em streaming. Embora a sinopse não tenha sido revelada, “Batgirl” deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Esta origem já foi apresentada em formato live-action, logo na estreia da personagem. Batgirl surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete da personagem, a atriz Yvonne Craig acabou também servindo como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002. Duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nos quadrinhos. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original.
Criadora de “The Vampire Diaries” fará série da saga “Academia dos Vampiros”
A saga literária “Academia dos Vampiros” vai ganhar uma nova adaptação, desta vez como série. Os livros de Richelle Mead serão transformados em episódios de streaming por uma especialista no gênero dos vampiros adolescentes, Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries” e seus dois derivados, “The Originals” e “Legacy”. A produção está sendo desenvolvida para a plataforma americana Peacok, do grupo de mídia NBCUniversal, que encomendou uma 1ª temporada de 10 episódios. No anúncio do projeto, a produtora Julie Plec revelou que tinha vontade de fazer a série acontecer há tempos, mas que a oportunidade só veio agora com a explosão do streaming. “Quando assinei meu novo contrato com a Universal Television, eles perguntaram qual projeto eu sempre estive morrendo de vontade de fazer e minha resposta imediata foi ‘Academia dos Vampiros'”, ela disse no comunicado da atração. A série vai ter o nome original da saga, “Vampire Academy” em inglês, e levar às telas uma história que se estende por seis livros e se passa em uma escola de elite. A trama retrata um mundo em que vampiros são a classe dominante, uma aristocracia cheia de privilégios e glamour, que tem seu status colocado em cheque quando a amizade entre uma jovem vampira da nobreza e uma adolescente comum transcende suas diferenças, em meio a conspirações e uma tentativa de golpe pela liderança dos vampiros. O primeiro volume dessa história já foi adaptado pelo cinema, num filme lançado em 2014, que trazia Zoey Deutch e Lucy Fry nos papéis principais. Mas o lançamento, que pretendia pegar carona no sucesso de “Crepúsculo” e, ironicamente, da série “The Vampire Diaries”, acabou chegando atrasado na moda dos vampiros românticos e fracassou nas bilheterias. Veja abaixo o trailer legendado do filme dirigido por Mark Waters (“Meninas Malvadas”) em 2014.












