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    Conheça os indicados ao Oscar 2021

    15 de março de 2021 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA revelou nesta segunda (15/3) a lista dos indicados ao Oscar 2021, a maior premiação do cinema americano. O filme “Mank”, de David Fincher, lançado pela Netflix, foi o mais nomeado com um total de 10 indicações, seguido por nada menos que seis filmes empatados com seis indicações cada um: “Nomadland”, “Judas e o Messias Negro”, “Bela Vingança”, “O Som do Silêncio”, “Meu Pai” e “Os 7 de Chicago”. Além destes citados, a disputa do Melhor Filme também inclui “Minari”. Pela primeira vez, a categoria de Melhor Direção destaca duas mulheres na disputa: Chloé Zhao (“Nomadland”) e Emerald Fennell (“Bela Vingança”) concorrem à estatueta. A lista também destaca a inclusão Chadwick Boseman, que disputa o Oscar de Melhor Ator com uma indicação póstuma por “A Voz Suprema do Blues”. Conhecido pelo papel-título de “Pantera Negra”, o ator morreu no ano passado, aos 43 anos, após batalha contra o câncer. Outra curiosidade é que este ano a relação de indicados é menor. As categorias de Mixagem e Edição de Som foram mescladas e agora os profissionais da área disputam apenas o Melhor Som. Normalmente realizado em fevereiro ou março, o Oscar vai acontecer este ano no dia 25 de abril, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Confira abaixo a lista completa dos indicados ao Oscar 2021. Melhor Filme “Meu Pai” “Judas e o Messias Negro” “Mank” “Minari” “Nomadland” “Bela Vingança” “O Som do Silêncio” “Os 7 de Chicago” Melhor Direção Thomas Vinterberg, por “Druk – Mais uma Rodada” David Fincher, por “Mank” Lee Isaac Chung, por “Minari” Chloé Zhao, por “Nomadland” Emerald Fennell, por “Bela Vingança” Melhor Ator Riz Ahmed, por “O Som do Silêncio” Chadwick Boseman, por “A Voz Suprema do Blues” Anthony Hopkins, por “Meu Pai” Gary Oldman, por “Mank” Steven Yeun, por “Minari” Melhor Atriz Viola Davis, por “A Voz Suprema do Blues” Andra Day, por “Os Estados Unidos vs. Billie Holiday” Vanessa Kirby, por “Pieces of a Woman” Frances McDormand, por “Nomadland” Carey Mulligan, por “Bela Vingança” Melhor Ator Coadjuvante Sacha Baron Cohen, por “Os 7 de Chicago” Daniel Kaluuya, por “Judas e o Messias Negro” Leslie Odom Jr., por “Uma Noite em Miami” Paul Raci, por “O Som do Silêncio” LaKeith Stanfield, por “Judas e o Messias Negro” Melhor Atriz Coadjuvante Maria Bakalova, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Glenn Close, por “Era Uma Vez um Sonho” Olivia Colman, por “Meu Pai” Amanda Seyfried, por “Mank” Yuh-jung Youn, por “Minari” Melhor Roteiro Original Will Berson & Chaka King, por “Judas e o Messias Negro” Lee Isaac Chung, por “Minari” Emerald Fennell, por “Bela Vingança” Darius Marder & Abraham Marder, por “O Som do Silêncio” Aaron Sorkin, por “Os 7 de Chicago” Melhor Roteiro Adaptado Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, Dan Swimer, Peter Baynham, Erica Rivinoja, Dan Mazer, Jena Friedman & Lee Kern, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Christopher Hampton & Florian Zeller, por “Meu Pai” Chloé Zhao, por “Nomadland” Kemp Powers, por “Uma Noite em Miami” Ramin Bahrani, por “O Tigre Branco” Melhor Fotografia Sean Bobbitt, por “Judas e o Messias Negro” Erik Messerschmidt, por “Mank” Dariusz Wolski, por “Relatos do Mundo” Joshua James Richards, por “Nomadland” Phedon Papamichael, por “Os 7 de Chicago” Melhor Figurino Alexandra Byrne, por “Emma.” Ann Roth, por “A Voz Suprema do Blues” Trish Summerville, por “Mank” Bina Daigeler, por “Mulan” Massimo Cantini Parrini, por “Pinóquio” Melhor Trilha Sonora Terence Blanchard, por “Destacamento Blood” Trent Reznor & Atticus Ross, por “Mank” Emile Mosseri, por “Minari” James Newton Howard, por “Relatos do Mundo” Jon Batiste, Trent Reznor & Atticus Ross, por “Soul” Melhor Canção Original “Fight for You” – H.E.R. (“Judas e o Messias Negro”) “Hear My Voice” – Celeste (“Os 7 de Chicago”) “Husavik” – Fire Saga (“Festival Eurovision da Canção”) “Io Si (Seen)” – Laura Pausini (“Rosa & Momo”) “Speak Now” – Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”) Melhor Design de Produção Peter Francis, por “Meu Pai” Mark Ricker, por “A Voz Suprema do Blues” Donald Graham Burt, por “Mank” David Crank, por “Relatos do Mundo” Nathan Crowley, por “Tenet” Melhor Edição Yorgos Lamprinos, por “Meu Pai” Chloé Zhao, por “Nomadland” Frédéric Thoraval, por “Bela Vingança” Mikkel E.G. Nielsen, por “O Som do Silêncio” Alan Baumgarten, por “Os 7 de Chicago” Melhores Efeitos Visuais “Love and Monsters” “O Céu da Meia-Noite” “Mulan” “O Grande Ivan” “Tenet” Melhor Cabelo & Maquiagem “Emma.” “Era uma Vez um Sonho” “A Voz Suprema do Blues” “Mank” “Pinóquio” Melhor Som “Greyhound” “Mank” “Relatos do Mundo” “Soul” “O Som do Silêncio” Melhor Documentário “Collective” “Crip Camp: Revolução Pela Inclusão” “The Mole Agent” “My Octopus Teacher” “Time” Melhor Filme Internacional “Druk – Mais uma Rodada” (Dinamarca) “Better Days” (Hong Kong) “Collective” (Romênia) “O Homem que Vendeu sua Pele” (Tunísia) “Quo Vadis, Aida?” (Bósnia) Melhor Animação “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” “Over the Moon” “Shaun, o Carneiro: O Filme – A Fazenda Contra-Ataca” “Soul” “Wolfwalkers” Melhor Dcumentário em Curta-metragem “Colette” “A Concerto is a Conversation” “Do Not Split” “Hunger Ward” “A Love Song for Latasha” Melhor Curta-metragem de Animação “Burrow” “Genius Loci” “Se Algo Acontecer… Te Amo” “Opera” “Yes-People” Melhor Curta-metragem “Feeling Through” “The Letter Room” “The Present” “Two Distant Strangers” “White Eye”

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  • Música

    Grammy faz melhor festa do ano, mas evidencia problemas em noite de recorde de Beyoncé

    15 de março de 2021 /

    Muito bem produzida e supostamente democrática, a premiação do Grammy 2021 vai ficar conhecida como a edição em que Beyoncé bateu o recorde de artista com a maior quantidade de prêmios da Academia Fonográfica em todos os tempos. Indo além da superfície, porém, foi uma edição que evidenciou os problemas que, nos últimos meses, geraram acusações de falta de representatividade e corrupção contra os responsáveis pela distribuição dos prêmios. Em primeiro lugar, mesmo com uma grande pulverização de troféus, artistas negros venceram majoritariamente “categorias negras” – isto é, disputas de rap e R&B. Houve exceções, em especial a vitória de “I Can’t Breathe”, de H.E.R., inspirada no movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) como Música do Ano. Nisto, entra sentimento de culpa branca em período de combate midiático ao racismo. Mas não nega os sinais que apontam tendência, indicando porque The Weeknd, com um som que não cabe nas caixinhas negras tradicionais, nem sequer foi indicado. Em segundo lugar, a presença de Beyoncé no evento. Ela disse que não participaria do Grammy. Mas apareceu com o marido Jay-Z. Manteve a promessa de não cantar e pulou a apresentação de “Savage”, que Megan Thee Stallion cantou sozinha, e foi a única artista a não interpretar a música indicada a Melhor Gravação do ano. Mas surgiu, na metade do evento, a tempo de receber dois prêmios que foram assinalados com alarde pelo apresentador Trevor Noah, por representarem um empate e um recorde histórico no Grammy. Curiosamente, o 28º Grammy de sua carreira, a marca preciosa, aconteceu na categoria de Melhor Performance de R&B, geralmente incluída nos anúncios que antecedem a cerimônia. A mudança da apresentação para o palco principal só faz crescer a suspeita sobre conhecimento prévio do conteúdo do envelope premiado. Beyoncé teria ido ao Grammy para a foto de seu recorde. Sua músicas, “Black Parade” e “Savage” (a parceria com Megan), eram as melhores na disputa de Melhor Gravação. Mas mesmo com Beyoncé em dose dupla, a categoria premiou Billy Eilish, com uma faixa que sobrou do disco passado. Em noite das mulheres, Taylor Swift também celebrou um recorde, ao se tornar a primeira artista feminina a vencer a prestigiosa categoria de Álbum do Ano por três vezes. Por sinal, mulheres venceram as quatro principais categorias. Uma novidade. De resto, a cerimônia pulverizou seus prêmios entre os principais artistas, conseguindo deixar (quase) todo mundo satisfeito. Teve gramofoninho dourado para Beyoncé, Megan Thee Stallion, Billie Eilish, Taylor Swift, Dua Lipa e até Harry Styles (o primeiro ex-One Direction agraciado com o Grammy), entre outros. Sem surgir no palco para enfrentar as questões do evento, o presidente interino da Academia, Harvey Mason Jr., preferiu aparecer num vídeo, com participação de músicos de várias etnias, ao som de uma trilha de propaganda de banco, em que reconheceu o problema, prometendo mudanças para agora, não para amanhã, e ainda pediu engajamento dos artistas por mudanças “conosco e não contra nós”. Nenhuma proposta, decisão ou ação para aumentar a representatividade e enfrentar a corrupção foi apresentada, além do vídeo com slogans publicitários. Não são poucos os problemas. Mas todos são anteriores à cerimônia em si. Já o evento, por outro lado, passou incólume pela crise e merece todos os elogios. A começar pelo formato adotado para sua transmissão televisiva. Ponto alto da temporada de premiações deste ano, com um Trevor Noah muito à vontade no comando da festa, o Grammy 2021 evitou as participações por videoconferência que vinham tornando todas as cerimônias iguais e monótonas, ao adotar as regras simples de distanciamento social e uso obrigatório de máscaras de proteção. A iniciativa resgatou os eventos presenciais e ainda inaugurou uma nova era fashion nos tapetes vermelhos: as combinações de máscaras e trajes de gala. A utilização de cinco palcos rotativos, ao estilo do antigo programa musical britânico “Later… with Jools Holland”, também possibilitou apresentações sequenciais de artistas. Já na abertura, Harry Styles, Billie Eilish, Haim e Dua Lipa emendaram um show atrás do outro, dando a tônica da noite. A criatividade também tirou do tédio o tradicional momento in memoriam, dedicado aos artistas falecidos, que foi reformulado com homenagens de grandes astros, responsáveis por covers emocionantes, intercalados por uma multidão de fotos e lembranças, num dos melhores blocos da noite. As apresentações também capricharam na cenografia, com muitos shows assumindo a aparência de clipes ao vivo. Ponto alto: a parceria de Cardi B e Megan Thee Stalion na adulta “Wap” foi de surtar e mandar ficar “de quatro” em bom português, ao terminar com o ritmo acelerado do remix funk do carioca Pedro Sampaio. Ao final, teve até um feito digno do filme “Truque de Mestre”, em que o BTS recriou o palco do Grammy em Los Angeles, para revelar ao final de sua apresentação no suposto teto do Staples Theater que nunca saiu da Coreia do Sul. Espetacular como programa de TV. De fato, o Grammy 2021 consagrou-se como a melhor festa de premiação do ano. Foi tão bom que nem pareceu ser uma premiação. Especialmente uma premiação tão complicada quanto o Grammy 2021. Confira abaixo os vencedores das principais categorias. Álbum do Ano “Folklore — Taylor Swift Gravação do Ano “Everything I Wanted — Billie Eilish Música do Ano “I Can’t Breathe — H.E.R. Artista Revelação Megan Thee Stallion Melhor Álbum Pop “Future Nostalgia — Dua Lipa Melhor Álbum de Rock “The New Abnormal — The Strokes Melhor Álbum de Rap “King’s Disease — Nas Melhor Álbum Country “Wildcard — Miranda Lambert Melhor Álbum Pop Latino ou Urbano “YHLQMDLG — Bad Bunny Melhor Álbum de Dance/Eletrônica “Bubba” — Kaytranada Melhor Álbum de Música Alternativa “Fetch the Bolt Cutters” — Fiona Apple Melhor Performance de Grupo ou Dupla Pop “Rain on Me” – Lady Gaga with Ariana Grande Melhor Performance de R&B “Black Parade” – Beyoncé Melhor Performance de Rap “Savage” – Megan Thee Stallion featuring Beyoncé Melhor Performance de Rap Melódico “Lockdown” — Anderson .Paak Melhor Performance de Rock Fiona Apple – “Shameika” Melhor Música de Rap “Savage” — Megan Thee Stallion featuring Beyoncé Melhor Música de R&B “Better Than I Imagine” – Robert Glasper featuring H.E.R. e Meshell Ndegeocello Melhor Música de Rock Brittany Howard – “Stay High” Melhor Música de Mídia Visual “007 – Sem Tempo para Morrer” – Billie Eilish Melhor Trilha Sonora “Coringa” – Hildur Guðnadóttir Melhor Filme Musical “Linda Ronstadt: The Sound of My Voice” Melhor Vídeo Musical “Brown Skin Girl” – Beyoncé e Blue Ivy Carter

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  • Música

    Grammy premia trilha de Coringa e música de 007 – Sem Tempo para Morrer

    14 de março de 2021 /

    O tema do próximo filme de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer”, composto e cantado por Billie Eilish, venceu o Grammy de Melhor Música de Mídia Visual na premiação realizada neste domingo (14/3) nos EUA. É a primeira vez que a música de um filme inédito vence a categoria. Devido à covid-19, “007 – Sem Tempo para Morrer” sofreu vários adiamentos e só chegará aos cinemas em outubro. Eilish criou a faixa com seu parceiro criativo, o irmão Finneas. E a vitória acrescenta mais um Grammy à sua coleção, após vencer cinco categorias principais da premiação do ano passado. Os outros prêmios “cinematográficos” da noite incluíram Melhor Trilha Sonora para Hildur Guðnadóttir, por seu trabalho no filme “Coringa”, repetindo a vitória no Oscar 2020, e Melhor Trilha Compilada para “Jojo Rabbit”, que teve músicas selecionadas pelo diretor Taika Waititi. A Academia Fonográfica também deu ao documentário “Linda Ronstadt: The Sound of My Voice” o troféu de Melhor Filme Musical e para o clipe de “Brown Skin Girl”, de Beyoncé e Blue Ivy Carter, o reconhecimento como Melhor Vídeo Musical. Os prêmios foram anunciados antes do início da cerimônia oficial do “Oscar da música”, que terá transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h.

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  • Música

    Beyoncé vence o Grammy de Melhor Vídeo Musical

    14 de março de 2021 /

    A cerimônia do Grammy ainda não começou oficialmente, mas Beyoncé já faturou um prêmio importante da competição. O clipe de “Brown Skin Girl” recebeu o Grammy de Melhor Vídeo Musical do ano, uma das categorias que são anunciadas antes do evento. O vídeo integrou o especial “Black Is King”, da Disney Plus, e traz Beyoncé cantando com sua filha, a pequena Blue Ivy Carter, de nove anos. A menina foi inscrita no prêmio e conquistou precocemente o primeiro Grammy da carreira. Já para Beyoncé, a vitória representou o 25º Grammy de sua carreira. Caso conquiste mais três, ela se tornará a mulher mais premiada da história da premiação da Academia Fonografia. Ela concorre a mais sete estatuetas neste domingo – eram oito, mas “Black Is King” já perdeu a categoria de Melhor Filme Musical para o documentário “Linda Ronstadt: The Sound of My Voice”. Beyoncé, porém, recusou o convite para se apresentar na cerimônia. Além dela, Justin Bieber, Zayn e The Weeknd também se negaram a cantar no evento, devido à polêmicas ligadas à falta de diversidade entre os indicados e acusações de corrupção na eleição dos melhores. A cerimônia do “Oscar da música” acontece neste domingo (14/3) nos EUA, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h. Além dos indicados aos prêmios da Academia Fonográfica, o evento, que terá apresentação do comediante Trevor Noah (do “Daily Show”), contará com shows de artistas como Harry Styles, Billie Eilish, Dua Lipa, Cardi B, BTS e Taylor Swift. Lembre abaixo o clipe de “Brown Skin Girl”.

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  • Série

    Veja duas cenas completas de Falcão e o Soldado Invernal

    14 de março de 2021 /

    A Marvel divulgou duas cenas completas da série “Falcão e o Soldado Invernal” (The Falcon and the Winter Soldier), que exploram a dinâmica divertida entre os dois personagens do título. Uma delas tem uma comparação impagável entre Gandalf e Doutor Estranho. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também destaca personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear na próxima sexta-feira (19/3) na Disney+ (Disney Plus) com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.

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  • Etc

    Betty Faria: “Vacinação é obrigação, não é favor”

    14 de março de 2021 /

    A atriz Betty Faria, que tomou a primeira dose da vacina contra covid-19 na semana passada, criticou o governo Bolsonaro e pediu vacinação para todos neste domingo (14/3), durante participação no programa “É de Casa”, da TV Globo. Com 79 anos, ela se disse impaciente por a maior parte da população ainda estar aguardando sua vez de se vacinar. “Eu acho que a vacina demorou. Eu não fiquei emocionada porque estava impaciente. Se nosso governo tivesse pedido as vacinas, providenciado antes, a gente teria recebido com menos tristeza. Então, estava bastante impaciente, como continuo. Eu quero ver todo o povo vacinado, porque é a única maneira de não desenvolver novas cepas mais contagiosas”, afirmou ela. “Todo mundo tem que se vacinar, sim. Para poder sobreviver e botar o país pra frente”, complementou Betty. “É obrigação, não é favor, é obrigação do governo brasileiro vacinar o povo. É obrigação”, frisou. Ela também se solidarizou com as famílias que perderam entes queridos para o coronavírus e se disse agradecida por poder ter condições de ficar em casa, em isolamento. Ela tem usado o tempo livre para fazer cursos: escolheu estudar cinema e língua espanhola.

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  • Etc

    Bruna Marquezine é cobrada por incoerências na pandemia

    14 de março de 2021 /

    A atriz Bruna Marquezine foi parar entre os assuntos mais comentados no Twitter na madrugada deste domingo (14/3), depois de discutir com alguns seguidores que flagraram sua incoerência ao criticar pessoas que não respeitam a quarentena e seus passeios durante a pandemia de covid-19. Uma seguidora foi buscar um tuite antigo da atriz, prestes a fazer aniversário de um ano. Em março de 2020, ela reclamou contra as pessoas que se aglomeravam: “É sério que marcar churrasco, ir pra praia e pro bar, maratonar série com os amigos, fazer as unhas e a sobrancelha ou fazer sua cozinheira vir trabalhar de ônibus pra não ficar sem a comida que vc gosta é mais importante do que evitar que esse quadro se repita aqui no Brasil?” Mas, depois disso, teria feito uma “festinha privada” de Ano Novo. Foi a deixa para receber vários ataques, que acontecem após a atriz criar polêmica com o presidente Bolsonaro. Marquezine desabafou que a revolta se dava por conta de “UMA foto sem máscara”, contou que seu pai chegou a ficar internado com coronavírus e que ela “passou a virada chorando pelo FaceTime”. As explicações não convenceram e a turma que quer ver a caveira da atriz resgatou seus vídeos e fotos de Ano Novo. Neles, não há nem sinal da pessoa que diz ter chorado na virada. São imagens de felicidade, numa festa realizada numa ilha privativa com Manu Gavassi e outras ex-BBBs, como Thelma Assis e Rafa Kalimann, além de fotos ao lado do suposto namorado Enzo Celulari, em que ela apareceu sem máscara, ainda nesta semana. Ela tentou explicar, dizendo que precisava sair de casa porque a mãe também estava com covid e que Angra ficava há duas horas de carro do Rio. Mas, diante do mar de críticas sobre o assunto, acabou desativando o perfil no Twitter, voltando poucas horas depois com um pedido de desculpas aos fãs. “É… dei show de impulsividade… Passando aqui pra dividir com todos aqueles que me acompanham e me respeitam que vou tirar um tempo pra repensar todas as minhas atitudes e rever a maneira como devo lidar com esses tempos difíceis”, afirmou. Nos comentários, fãs da atriz, de 25 anos, manifestaram seu apoio. “É sobre isso bru, tomara que você repense mesmo e veja aonde errou nós te amamos e queremos o seu bem sempre”, escreveu uma. “É sobre isso, errar e reconhecer. Não podemos cobrar perfeição de ninguém. Até pq seria muito hipócrita por nossa parte. Te admiro muito, e sei q vc vai aprender muito com tudo q esta acontecendo. Fica bem”, desejou outra. É… dei show de impulsividade… Passando aqui pra dividir com todos aqueles que me acompanham e me respeitam que vou tirar um tempo pra repensar todas as minhas atitudes e rever a maneira como devo lidar com esses tempos difíceis. — Bruna Marquezine (@BruMarquezine) March 14, 2021

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  • Música

    Duda Beat lança primeiro clipe do novo disco

    14 de março de 2021 /

    A cantora pernambucana Duda Beat divulgou o clipe de “Meu Pisêro”, que mistura entre influências de forró, brega e piseiro, novo ritmo/dança que tem feito sucesso no Nordeste, para manifestar a dor de um coração partido, que tenta colar os pedacinhos. Enquanto canta que perdoou, mas não perdoou, que deu unfollow, mas adicionou de novo, a cantora desfila lingeries entre quatro paredes sob direção de Cristina Streciwik, de várias campanhas publicitárias premiadas. “Meu Pisêro” é a primeira prévia do segundo álbum de Duda Beat, o sucessor de “Sinto Muito”, que foi lançado no início de 2018.

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  • Filme

    Liga da Justiça ganha trailer final com aparição de um Lanterna Verde

    14 de março de 2021 /

    A HBO Max divulgou um novo trailer do relançamento de “Liga da Justiça”, que investe no clima épico e empilha participações de heróis e vilões. Desta vez, a maior novidade é a aparição de um Lanterna Verde. Mas não é um integrante terrestre da Tropa, como os fãs gostariam de ver. A prévia também reforça a importância de Darkseid na nova versão. Ausente no filme exibido nos cinemas em 2017, o supervilão se apresenta como a principal ameaça na edição do diretor Zack Snyder. Intitulada em inglês “Zack Snyder’s Justice League”, o filme retorna com quatro horas de duração, incluindo cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e com edição de Joss Whedon em 2017. Snyder teria aceitado refazer o filme de graça para recuperar o controle sobre a obra e conseguir maior orçamento para efeitos visuais, bem como autorização para filmar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte do filme, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho desenvolvido até então. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que chamou atenção dos executivos da WarnerMedia, os fãs finalmente terão acesso ao que pediram, podendo comprovar que se trata de uma obra-prima quase perdida… ou apenas outro filme de Zack Snyder. O dia da verdade está cada vez mais próximo: “Zack Snyder’s Justice League” estreia na quinta (18/3), com lançamento em diversas plataformas de VOD no Brasil.

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    Avatar lidera bilheterias mundiais com mais US$ 21 milhões da China

    14 de março de 2021 /

    Após recuperar o recorde de maior bilheteria mundial de todos os tempos no sábado (13/3), “Avatar” ampliou ainda mais sua liderança sobre “Vingadores: Ultimato” com o sucesso sem precedentes de seu relançamento na China. O filme de 2009 faturou cerca de US$ 21 milhões entre sexta e este domingo (14/3) no mercado chinês, atingindo um total mundial de US$ 2,81 bilhões. “Vingadores: Ultimato”, que tinha ultrapassado “Avatar” em julho de 2019, tem ao todo US$ 2,79 bilhões. A bilheteria da sci-fi de James Cameron representa o maior faturamento de um relançamento desde que os cinemas voltaram a abrir na China, em julho passado. O mais impressionante é que “Avatar” também se tornou o líder das bilheterias chinesas neste fim de semana, e a projeção para os próximos dias é que seu desempenho não diminua, devendo render até US$ 60 milhões a mais para os cofres da Disney. “Avatar” também foi o filme que mais vendeu ingressos no mundo nos últimos três dias, quase 12 anos após seu lançamento original. Detalhe: o relançamento visou majoritariamente salas Imax. O CEO da IMAX, Rich Gelfond, emitiu um comunicado comemorando o feito: “’Avatar’ mudou tudo para o Imax – catapultando nossa marca para a estratosfera e nos colocando no mapa da China – e somos gratos por ajudar James, Jon (Landau) e este filme decisivo a consolidar ainda mais seu lugar na história do cinema. Mais uma vez, os cinéfilos chineses estão demonstrando uma demanda reprimida por sucessos de bilheteria, algo que aguardam os cinemas em todo o mundo, à medida que começam a reabrir, e o Imax continua ajudando a liderar a recuperação do setor cinematográfico global.” O sucesso é ótimo para a franquia, que volta a ser lembrada e celebrada enquanto James Cameron prepara sua volta aos cinemas, desta vez com lançamentos inéditos. Já filmada, a continuação “Avatar 2” tem estreia marcada para dezembro de 2022, com novos filmes planejados para os anos seguintes.

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    Grammy enfrenta polêmicas com muitos shows neste domingo

    14 de março de 2021 /

    A cerimônia de entrega do Grammy, o “Oscar da música”, acontece neste domingo (14/3) nos EUA, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h. Além dos indicados aos prêmios da Academia Fonográfica, o evento, que terá apresentação do comediante Trevor Noah (do “Daily Show”), contará com shows de artistas como Harry Styles, Billie Eilish, Dua Lipa, Cardi B, BTS e Taylor Swift. A seleção musical é menos eclética que nos anos anteriores, mas em compensação traz mais artistas populares. Trata-se mesmo de compensação, após as recusas de The Weeknd, Beyoncé, Zayn Malik e Justin Bieber a convites para se apresentarem na premiação. Bieber justificou sua ausência com uma desculpa fraquinha, reclamando que seu novo disco vai disputar categorias de música pop e não R&B, como ele acha que deveria. Beyoncé não disse nada, embora tenha deixado subentendido um protesto contra a falta de indicações a artistas negros em categorias que não sejam de artistas negros (rap e R&B). Zayn soltou um palavrão para definir o prêmio. Mas The Weeknd foi incisivo, ao avisar que nunca mais participará do Grammy devido à falta de transparência dos “comitês secretos” que definem os prêmios. A decisão do cantor canadense aconteceu após ele ser completamente esnobado pela Academia. Apesar do sucesso de seu mais recente álbum, “After Hours”, considerado um dos melhores discos do ano passado pela crítica especializada e celebrado nos últimos MTV Music Video Awards e American Music Awards, The Weeknd não foi indicado em nenhuma categoria no Grammy 2021. Vários músicos consideraram o protesto de The Weeknd justo, pois seu disco dominou 2020. Em uma declaração à imprensa, o próprio presidente interino da Academia Fonográfica, Harvey Mason Jr., também se disse surpreso: “Sua música este ano foi excelente, e suas contribuições para a comunidade musical e o mundo em geral são dignas da admiração de todos. Ficamos emocionados quando descobrimos que ele se apresentaria no Super Bowl e adoraríamos tê-lo também no palco do Grammy”. Com seu protesto, The Weeknd resgatou o escândalo por trás da surpreendente demissão de Deborah Dugan, que perdeu o cargo de presidente da Academia em 2020, após fazer várias denúncias internas sobre corrupção e abusos – incluindo sexuais – de membros da instituição. Em sua saída, ela tornou algumas das denúncias públicas, inclusive que os “comitês secretos” mencionados por The Weeknd são formados por pessoas que representam ou têm relacionamentos com os artistas indicados, e que a própria Academia força esses comitês a escolher artistas que gostaria que se apresentassem ao vivo no evento. “Os Grammys continuam corruptos. Vocês devem para mim e para meus fãs uma maior transparência da indústria…”, tuitou The Weeknd. Na época em que os indicados foram revelados sem The Weeknd, em novembro do ano passado, a rapper Nicki Minaj aproveitou para lembrar como as realizações de artistas negros eram ignoradas no evento. “Nunca se esqueçam que o Grammy não me deu o prêmio de Artista Revelação quando eu tinha 7 músicas simultaneamente nas paradas da Billboard e a melhor semana de lançamento que qualquer mulher rapper em uma década, o que inspirou uma geração. Eles deram para o homem branco, Bon Iver”, ela tuitou. Neste domingo, a revista Variety publicou um editorial exigindo mudanças na premiação, intitulado “Hora de consertar o Grammy”. Os problemas, por sinal, não vem de hoje. Houve um escândalo em cada uma das últimas cinco edições da premiação. Em 2018, o então presidente Neil Portnow teve a audácia de dizer que as artistas femininas precisavam “melhorar” para serem mais reconhecidas pela premiação. A culpa, portanto, não seria do machismo dos comitês formados apenas por homens… Tem mais. Neste ano, Fiona Apple, que disputa três prêmios, apontou a hipocrisia da Academia por indicar o produtor Dr. Luke, acusado pela cantora Kesha de abuso, na categoria de Gravação do Ano. Luke produziu o hit “Say So”, de Doja Cat, sob o pseudônimo Tyson Trax. Em conversa com o The Guardian, Fiona lembrou que Kesha foi convidada em 2018 para fazer uma performance da música “Praying”, que é justamente sobre abuso. “Eu fico pensando neles colocando Kesha no palco tipo ‘nós acreditamos em você’, e dois anos depois, a p**** do Tyson Trax. Não queria voltar a usar essa palavra, mas é…”. Além do machismo, a falta de reconhecimento de artistas negros, com a escandalosa omissão de Beyoncé, Jay-Z e Kendrick Lamar dos prêmios principais dos últimos anos, também diz muito sobre a formação dos comitês. Beyoncé, por sinal, já devia ter se tornado há muito tempo a artista mais premiada da Academia, mas costuma ser confinada nas “categorias negras”. Mesmo assim, pode conquistar este recorde neste domingo. Depois do #OscarSoWhite de alguns anos atrás e do #TIMESUPGlobes deste ano, a mídia e os artistas já viram que é possível enquadrar antigas premiações que deixam de refletir seus tempos. Muitos encaram a pressão atual com esperança de mudanças. Mas falta uma campanha insistente como a organizada pela ONG Time’s Up contra o Globo de Ouro, exigindo maior representatividade entre seus eleitores. Falta uma reportagem-denúncia como a do Los Angeles Times, que escancarou os bastidores da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, em inglês) responsável pelos Globos, revelando a falta de integrantes negros e até mesmo de “imprensa” na instituição. Sem isso, dificilmente integrantes da Academia Fonográfica repetirão o mea culpa da HFPA, que se curvou e prometeu mudanças durante sua premiação. Em vez disso, o Grammy pretende oferecer distrações. Muitos shows de artistas populares. Em cinco palcos, com transmissão ao vivo pela TV. E expectativa de grande audiência, para não correr riscos de sofrer pressão também dos patrocinadores. E para mudar o foco, o plano é destacar o impacto econômico causado pela pandemia, com participação simbólica de donos e funcionários de lojas de discos e casas de espetáculos na entrega dos prêmios no palco do evento. Falta saber, ao vivo, se Trevor Noah, geralmente muito politizado, apresentará a cerimônia sem comentar seus bastidores. Ou se os discursos dos vencedores serão todos em homenagem a Deus, empresários, gravadoras e à mãe.

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  • Filme

    Raya e o Último Dragão mantém 1º lugar nos EUA

    14 de março de 2021 /

    “Raya e o Último Dragão” se manteve em 1º lugar pelo segundo fim de semana consecutivo, faturando US$ 5,5 milhões em 2,1 mil salas. São 100 salas a mais que na semana passada e uma queda de apenas 35% de faturamento em relação à estreia. O desempenho melhor que o esperado reflete a reabertura, em ritmo lento, dos cinemas nos EUA. Mas os valores podiam ser maiores. Além da pandemia, o filme da Disney tem enfrentado boicote de algumas redes de cinema norte-americanas, que se recusam a exibi-lo com preço de lançamento exclusivo, quando também está disponível em streaming. A Warner, que adotou a mesma tática com “Tom & Jerry – O Filme”, 2º lugar nas bilheterias com US$ 4 milhões, aumentou a fatia percentual dos exibidores, mas a Disney não aceitou negociar. Em dez dias, Raya e o Último Dragão” só rendeu US$ 15,8 milhões no mercado interno, menos da metade do que arrecadou no exterior. Somando tudo, a animação tem uma arrecadação global de US$ 52,6 milhões. Além desses valores, entram na conta o aluguel no Disney Plus, o serviço de streaming da empresa, que cobra uma taxa extra de US$ 30 para quem quiser ver o filme online nos EUA. Mas a Disney não revela o quanto isso tem rendido. Os dias de lançamentos simultâneos, porém, podem estar contados. O mercado deve começar a voltar ao normal na próxima semana, após a liberação dos cinemas de Los Angeles, que se juntam aos cinemas recém-abertos de Nova York. Os dois maiores circuitos cinematográficos dos EUA ficaram fechados por praticamente um ano inteiro. Cerca de 50% dos cinemas do país já estão abertos neste fim de semana, de acordo com a Comscore, um grande incremento em relação ao mês passado, quando havia apenas 35% das telas recebiam o público. “O negócio está se recuperando lentamente”, disse Paul Dergarabedian, analista de mídia sênior da Comscore, à revista Variety. “Com a reabertura de grandes cidades como Nova York e Los Angeles, felizmente estamos no limiar do ressurgimento da experiência da tela grande.” Os exibidores agora esperam que a reabertura dos cinemas em Nova York e Los Angeles incentive os estúdios a abandonar os adiamentos consecutivos e os lançamentos simultâneos em streaming. “Viúva Negra” da Disney e “Um Lugar Silencioso – Parte II” da Paramount estão mantendo suas estreias para maio.

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  • Série

    Outlander é renovada para 7ª temporada, em meio à produção do sexto ano

    14 de março de 2021 /

    O canal pago americano Starz anunciou a renovação de “Outlander” para a 7ª temporada. Consistindo novamente de 12 episódios, a temporada será baseada no sétimo dos oito volumes da saga literária da escritora Diana Gabaldon, “Um Eco do Passado” (An Echo in the Bone). A renovação foi anunciada em plena produção do sexto ano da série, que atualmente está sendo gravado na Escócia. A data de retorno ainda não foi determinada devido aos atrasos causados pela pandemia. “A Starz está comprometida em investir em uma narrativa ousada de alta qualidade que amplifique vozes diversas e destaque as mulheres na frente e atrás das câmeras por meio de nossa iniciativa #TakeTheLead”, disse a diretora de originais da Starz, Christina Davis. “A série de sucesso ‘Outlander’ incorpora tudo sobre nossa iniciativa, incluindo uma poderosa personagem principal feminina e uma equipe incrível de contadores de histórias. Estamos ansiosos para acompanhar as aventuras de Claire e Jamie na América durante a Revolução, bem como mais viagens no tempo durante a próxima temporada.” A confirmação da 7ª temporada aponta que série vai adaptar todos os oito livros da “Saga Outlander”, também conhecida pelo nome do primeiro volume, “A Viajante do Tempo”. A trama possui elementos de romance, sci-fi, história e aventura, e acompanha uma enfermeira britânica chamada Claire (Caitriona Balfe), que viaja no tempo ao entrar numa ruína celta, nos anos 1940, e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês, e se apaixona por um jovem rebelde (Sam Heughan) do século 18. A trama vai e volta no tempo, junto com a protagonista, e atualmente encontra o casal morando nos EUA durante a guerra da independência. Após o fim da série, os produtores consideram lançar um spin-off para continuar a franquia, uma vez que “Outlander” se tornou uma das séries mais bem-sucedidas do Starz.

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