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    Zendaya denuncia racismo que sofreu durante o Oscar 2015

    17 de março de 2021 /

    Cancelado em 2017 após muitas polêmicas, o programa “Fashion Police”, do canal pago E!, foi lembrado por Zendaya nesta quarta (17/3). Ela aproveitou que virou capa da revista de moda W para falar de elegância negra e finalmente denunciou o racismo que sofreu da apresentadora Giuliana Rancic. A denúncia foi reforçada com um post contundente em seu Instagram. Para quem não viu ou não lembra, a atriz foi alvo de comentários racistas durante a premiação do Oscar em 2015, porque apareceu na cerimônia com dreadlocks no cabelo. Ao comentar o look de Zendaya no tapete vermelho, Rancic afirmou que sentia que a atriz tinha cheiro de “óleo de patchuli” e “maconha”. Em seu Instagram, ela reforçou que esse comentário foi “escandalosamente ofensivo” e que “já existe uma crítica dura ao cabelo afro-americano na sociedade sem precisar da ajuda de pessoas ignorantes que optam por julgar os outros com base na ondulação de seus cabelos.” Zendaya ainda listou uma série de pessoas proeminentes que usam dreadlocks e afirmou que seu penteado era um “símbolo de força e beleza, quase como uma juba de leão”. Na época, a polêmica inspirou a fábrica de brinquedos Mattel a criar uma boneca Zendaya Barbie com o mesmo look da atriz na premiação. “É assim que a mudança acontece”, disse Zendaya à W Magazine. “E isso me fez pensar: como eu poderia sempre ter um impacto duradouro sobre o que as pessoas viram e associaram às pessoas negras?” Ao refletir sobre o fato de agora estar na capa da revista norte-americana, ao lado de John David Washington, com quem contracena no drama “Malcolm & Marie”, a atriz afirmou: “Dois atores negros neste cenário parecem reescrever a história de uma maneira elegante, como uma espécie de velha Hollywood que gostaríamos que existisse. É quase como consertar um erro.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zendaya (@zendaya)

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    Demi Lovato foi abusada por traficante durante overdose

    17 de março de 2021 /

    O jornal The New York Times publicou um perfil revelador da cantora e atriz Demi Lovato na noite de terça-feira (16/3). Em meio a uma entrevista para divulgar o documentário “Dancing with the Devil”, que estreia no dia 23 de março no YouTube, o jornal publicou detalhes perturbadores sobre a terrível noite em que ela sofreu uma overdose que quase a matou. “O traficante que lhe trouxe heroína naquela noite a agrediu sexualmente e a deixou à beira da morte”, afirmou o veículo. Além disso, a overdose que Demi sofreu ainda a causou três derrames, um ataque cardíaco e falência de órgãos. Ela ainda teve pneumonia após quase se afogar em seu próprio vômito, sofreu danos cerebrais, ficou cega por vários dias e carrega problemas de visão até hoje – que a impedem de dirigir. Ela realmente renasceu, após se aproximar da morte, e a experiência resultou numa mulher que não tem medo de abordar nenhum assunto, como demonstra seu documentário, que o NYT descreve como “tenso o tempo inteiro”. Demi também criou um novo disco, que é quase como uma trilha sonora não-oficial do documentário. As canções acompanham o filme, refletindo muitos dos temas discutidos na tela. Demi contou que o álbum terá 19 faixas (mais 3 canções extras na versão deluxe), que incluem três colaborações com outras cantoras, todas mulheres – e uma delas chamada Ariana Grande. O lançamento vai acontecer no dia 2 de abril, 10 dias após a estreia do documentário.

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    Assassino que inspirou franquia Terror em Amityville morre nos EUA

    16 de março de 2021 /

    O assassino Ronald DeFeo Jr., que inspirou a franquia “Terror em Amityville”, morreu na sexta-feira passada (12/3), aos 69 anos, nos EUA. Ele foi condenado à prisão perpétua em 1974, após matar o pai, a mãe e os quatro irmãos na casa da família em Amityville (EUA). DeFeo estava preso na Sullivan Correctional Facility, mas foi transferido para um hospital em Albany (Nova York) em 2 de fevereiro. A causa da morte ainda não foi divulgada pelas autoridades americanas. Em sua juventude, o assassino massacrou toda a família e acabou confessando. Ele disse aos detetives: “Quando comecei, eu simplesmente não conseguia parar. Aconteceu tão rápido”. Mas todos os detalhes do caso se provaram inconsistentes. DeFeo mudou várias vezes a versão de como e porque matou sua família, e os detetives não conseguiram comprovar como ele conseguiu fazer isso da forma como os corpos foram encontrados, todos deitados em suas camas, sem demonstrar resistência e sem que tenham sido drogados. Após sua prisão, a família Lutz se mudou para a residência de Amityville, mas só conseguiu ficar 28 dias na casa. Em 1977, o escritor Jay Anson publicou o livro “Terror em Amityville”, baseando-se nas experiências sobrenaturais vividas pelos Lutz na casa de DeFeo, culpando as tragédias pela presença de demônios e/ou fenômenos paranormais. A fama da casa levou vários pesquisadores paranormais a investigá-la, incluindo o casal Ed e Lorraine Warren, cujo trabalho inspirou uma franquia cinematográfica recente, “Invocação do Mal”. Já a A versão cinematográfica do livro de Anson foi lançada em 1979, com James Brolin e Margot Kidder no elenco. Apesar do baixo orçamento e produção independente, “Terror em Amityville” virou sensação entre o público e arrecadou mais de US$ 86 milhões nas bilheterias. O sucesso deu origem a uma franquia, com continuações, spin-offs e remakes, resultando num total de 21 filmes, sem contar as cópias. A primeira continuação, “Amityville II: A Possessão” foi baseado em outro livro, “Assassinato em Amityville”, do parapsicólogo Hans Holzer, que abordou os crimes de DeFeo. Na trama, o nome da família foi alterado e detalhes controversos acrescentados, junto com uma motivação sobrenatural para os assassinatos. A produção com maior orçamento foi lançada em 2005, um remake do primeiro longa. Batizado no Brasil de “Horror em Amityville”, o filme trazia Ryan Reynolds no papel principal e Chloë Grace Moretz como sua filha. Veja abaixo o trailer do filme original, da continuação oficial e do remake.

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    Astro de Lupin vai estrelar continuação de Os Opostos se Atraem na Netflix

    16 de março de 2021 /

    O diretor Louis Leterrier e o ator Omar Sy vão repetir sua bem-sucedida parceria na Netflix após o fenômeno da série “Lupin”. A dupla fará uma sequência da comédia de ação “Os Opostos se Atraem” (On the Other Side of the Tracks), que Sy estrelou em 2012. Ainda sem título, o filme começou a ser rodado por Leterrier (que também dirigiu o sucesso “Truque de Mestre”) na segunda-feira (15/3) em Paris. A produção vai passar pelos Alpes franceses e tem lançamento previsto na Netflix em todo o mundo em 2022. Os irmãos roteiristas do longa original, Eric e Nicolas Altmayer, assinam a produção. Eles ostentam créditos de prestígio, incluindo filmes de François Ozon, Anne Fontaine, Michel Hazanavicius e Roschdy Zem. Escrita por Stéphane Kazandjian (“Até que o Casamento nos Separe”), a sequência também contará com a volta de Laurent Lafitte. Ele e Omar Sy vão repetir seus papéis como François Monge e Ousmane Diakité, dois policiais com estilos, experiências e carreiras muito diferentes. A sequência vai encontrá-los separados após muitos anos e tendo que se juntar mais uma vez para uma nova investigação. Mas o que parecia ser uma simples investigação de tráfico de drogas acaba se revelando um caso criminal de alto risco, envolvendo muito perigo e muita diversão. O elenco ainda contará com participação de Izïa Higelin, que já havia atuado anteriormente com Sy em “Samba” (2014). Omar Sy ainda deverá ser visto este ano na Parte 2 de “Lupin”, que aguarda previsão de estreia na Netflix. Já Leterrier, que dirigiu os três primeiros episódios da série, não voltará para trás das câmeras nos novos episódios. Veja abaixo o trailer de “Os Opostos se Atraem”, que foi lançado no Brasil direto em DVD.

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  • Filme

    Alma de Cowboy: Trailer legendado junta Idris Elba e astro mirim de Stranger Things

    16 de março de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Alma de Cowboy” (Concrete Cowboy), drama que traz Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e Caleb McLaughlin (o Lucas de “Stranger Things”) como pai e filho. A trama acompanha a aclimatação de Cole (McLaughlin), adolescente de 15 anos que é expulso da escola em Detroit e enviado para viver com seu pai distante, Harp (Idris Elba), norte da Filadélfia. Lá ele descobre um mundo desconhecido e a subcultura dos cowboys urbanos, uma comunidade real de equitação urbana negra que oferece um refúgio seguro para os residentes locais há mais de 100 anos. Dividido entre seu crescente respeito pela comunidade de seu pai e a amizade com o primo delinquente (Jharrel Jerome, de “Olhos que Condenam”), Cole precisa tomar decisões sobre sua vida, ao mesmo tempo em que os próprios estábulos são ameaçados por um projeto de reurbanização municipal. O filme se baseia no romance “Ghetto Cowboy”, de G. Neri, tem roteiro e direção de Ricky Staub em sua estreia em longa-metragem (após ser assistente de “Branca de Neve e o Caçador”) e também inclui em seu elenco Byron Bowers (“O Preço do Talento”), Lorraine Toussaint (“Into the Badlands”) e Clifford “Method Man” Smith (“Power Book II: Ghost”). A Netflix adquiriu o filme após sua estreia bem-recebida no Festival de Toronto, quando atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia em streaming está marcada para 2 de abril.

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  • Filme

    Dylan O’Brien anuncia lançamento de Amor e Monstros na Netflix

    16 de março de 2021 /

    A Netflix divulgou um vídeo com Dylan O’Brien para anunciar o lançamento de “Amor e Monstros” (Love and Monsters), nova sci-fi apocalíptica estrelada pelo jovem astro da trilogia “Maze Runner”. Ele próprio informa que o longa será lançado na plataforma em 25 de abril. O filme foi originalmente distribuído apenas nos EUA, em circuito limitado de cinemas e em VOD no mês de outubro passado, conseguindo um sucesso significativo e elogios rasgados da crítica, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. A boa recepção foi confirmada nesta semana com uma indicação ao Oscar de Melhores Efeitos Visuais. A trama se passa após monstros de todos os tipos assumirem o controle da Terra, repetindo a premissa do filme “Monstros” (2010), estreia de Gareth Evans, mas com maior orçamento e adolescentes. Na prévia, o personagem de Dylan embarca numa jornada mortal pela Terra devastada, na qual encontra outros sobreviventes e enfrenta inúmeros perigos, como criaturas assassinas gigantes, tudo para reencontrar uma antiga namorada, vivida por Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), que pode não estar mais tão interessada nele. O elenco também inclui Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Ariana Greenblatt (“A Irmã do Meio”), Melanie Zanetti (“The Bureau of Magical Things”), Dan Ewing (“Home and Away”) e Ellen Hollman (“Spartacus”). A história é de Brian Duffield (roteirista de “A Babá” e “Ameaça Profunda”), a direção é de Michael Matthews (“Five Fingers for Marseilles”) e a produção é do estúdio Paramount, que atualmente pondera a produção de uma sequência. Em Amor e Monstros, Dylan O’Brien é um homem tentando cruzar a terra infestada de monstros pra se reconectar com a garota que ama. Na vida real, Dylan O’Brien é apenas um homem tentando dizer quando o seu filme estreia na Netflix. pic.twitter.com/Jo61ziNvUc — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 16, 2021

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  • Série

    Os Irregulares de Baker Street: Série do universo de Sherlock Holmes ganha trailer legendado

    16 de março de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Os Irregulares de Baker Street” (The Irregulars), que explora cenas de terror explícito e a ligação da série com o célebre endereço da rua Baker, número 221b, em Londres. Trata-se, claro, da residência de Sherlock Holmes. Ao contrário de “Sherlock”, a série não traz Holmes como protagonista, focando-se no grupo do título, meninos de rua que são recrutados pelo Dr. Watson para ajudar na resolução de mistérios após Sherlock Holmes ficar incapacitado – por doença ou drogas. O grupo não é invenção recente como “Enola Holmes”. É uma criação legítima do escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. Os “Irregulares” apareceram nos livros do detetive publicados no final do século 19 como versões alternativas dos delinquentes dickensianos de “Oliver Twist”. Eram trombadinhas que trabalhavam como espiões de Sherlock Holmes em troca de moedas, liderados por um menino mais velho chamado Wiggins. Eles apareceram pela primeira vez em “Um Estudo em Vermelho” (1887). E ganharam mais destaque no romance seguinte, “O Signo dos Quatro” (1890), que trazia um capítulo intitulado “Os Irregulares de Baker Street”, que batiza a série. “Os Irregulares” toma grande liberdade em relação à versão literária para incluir mulheres e minorias raciais entre os detetives amadores, além de preferir tramas de terror aos mistérios de crimes que geralmente são investigados por Holmes. Além disso, são apresentados na série como verdadeiros detetives e não apenas fontes de informação, enquanto Holmes tem sua reputação questionada. Outra mudança, cada vez mais comum nas produções atuais, é a troca na raça de um dos protagonistas. O Dr. Watson, parceiro constante de Sherlock Holmes, é interpretado por um ator negro na série, criada pelo roteirista Tom Bidwell (criador de “My Mad Fat Diary”). O elenco traz Henry Lloyd-Hughes (“O Cavalo Amarelo”) como Sherlock, Royce Pierreson (“The Witcher”) como Watson, Aidan McArdle (“O Gênio e o Louco”) como Inspetor Lestrade e os jovens Thaddea Graham (“Carta ao Rei”), Darci Shaw (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”), Jojo Macari (“Sex Education”), McKell David (“Snatch: Um Novo Golpe”) e Harrison Osterfield (“Mundo em Caos”) como os Irregulares. A estreia está marcada para 26 de março.

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  • Etc

    Netflix doa R$ 3 milhões ao Fundo de Amparo a Profissionais do Audiovisual Negro

    16 de março de 2021 /

    A Netflix anunciou que irá fazer diversas doações para apoiar profissionais negros e organizações focadas em maior segmentação audiovisual no mundo. Especificamente no Brasil, a empresa de streaming se prontificou a doar R$ 3 milhões ao Fundo de Amparo a Profissionais do Audiovisual Negro, beneficiando 875 profissionais autônomos e 275 representantes legais de empresas vocacionais. A iniciativa integra um fundo de US$ 150 milhões da empresa, criado para apoiar a representatividade e ajudar segmentos mais prejudicados com a pandemia no setor de produção audiovisual. Este é o segundo ano em que a Netflix oferece apoio financeiro para a comunidade negra brasileira. Em 2020, destinou R$ 2 milhões à APAN, Instituto Querô, Instituto Criar e Instituto Nicho 54 para programas de mentoria, treinamento e capacitação de talentos negros em todo o Brasil.

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  • Série

    Sarah Drew celebra volta a “Grey’s Anatomy” com foto de bastidores

    16 de março de 2021 /

    A atriz Sarah Drew postou uma foto de bastidores de sua volta ao hospital Grey Sloan na 17ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Ela vai retomar sua personagem adorada pelos fãs da série, a Dra. April Kepner, em um dos próximos episódios da série. “Nada demais. Nem um pouco excitada”, ela brincou na legenda da foto, em que aparece ao lado de Jesse Williams. Ambos aparecem com máscaras de proteção contra coronavírus. Drew deixou “Grey’s Anatomy” no final da 14ª temporada em 2018, após aparecer em nove temporadas. A Dra. April Kepner era uma cirurgiã de trauma no Gray Sloan Memorial Hospital, que veio do Mercy West Medical Center após a fusão entre os dois hospitais. Ela divide uma filha com seu ex, o Dr. Jackson Avery (Jesse Williams). Mas em sua última aparição, ela se juntou a Matthew (Justin Bruening) e saiu do emprego, embora muitos fãs – e a própria Drew – esperassem que ela acabasse com Jackson. O retorno de April pode ajudar a encerrar a história do ex-casal, o que é reforçado pela proximidade dos atores na foto dos bastidores. Entretanto, Drew deverá ter uma passagem breve pela trama, devido aos outros compromissos da atriz. Atualmente, ela integra duas séries novas, que estão prestes a estrear, com papel recorrente em “Cruel Summer”, prevista para abril no canal pago Freeform, e como a personagem-título de “Republic of Sarah”, que chega em junho na rede The CW. “Grey’s Anatomy”, que na semana passada perdeu um de seus personagens principais, assassinado na trama, também pode estar se encaminhando para seu final. A showrunner Krista Vernoff já admitiu que a atual temporada pode ser a última da série. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sarah Drew (@thesarahdrew)

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  • Série

    Gravações de Cowboy Bebop são encerradas

    16 de março de 2021 /

    A versão live-action do clássico anime “Cowboy Bebop” encerrou as gravações de sua 1ª temporada, após uma produção longa e atribulada, envolvendo paralisações por um grave acidente no set e a suspensão causada pela pandemia de coronavírus. A notícia foi postada pela atriz Daniella Pineda nas redes sociais. “Cowboy Bebop” é um anime cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. Originalmente, Keanu Reeves viveria o protagonista Spike Spiegel num filme de 2009, mas a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou o ator. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. O projeto foi oficializado pela Netflix, com uma encomenda de 10 episódios, em novembro de 2018 e a produção começou no segundo semestre de 2019 na Nova Zelândia. Após as gravações dos primeiros episódios, os trabalhos foram abruptamente interrompidos em outubro de 2019, após o ator John Cho (“Star Trek”) sofrer uma lesão no joelho que exigiu cirurgia. Em seguida, ocorreu a paralisação global de todas as filmagens em meio à pandemia de covid-19. Por conta disso, a série só foi retomada no final de setembro passado. Além de John Cho no papel principal, como Bugsy Spiegel, a série inclui Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) no papel de Julia, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como Faye Valentine, Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e conta com o diretor do anime, Shinichiro Watanabe, como consultor da produção. Mas vale observar que apenas o cachorro corgi, que complementa o elenco, reflete o visual dos personagens nos desenhos originais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daniella Pineda (@notdaniellapineda)

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    Benedict Cumberbatch vai viver mágico que venceu os nazistas na guerra

    16 de março de 2021 /

    O ator Benedict Cumberbatch, intérprete do Doutor Estranho, mago supremo do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), vai estrelar um filme sobre um mágico britânico real, que venceu diversas batalhas contra o exército nazista durante a 2ª Guerra Mundial. Com direção de Colin Trevorrow, recém-saído das filmagens de “Jurassic World: Domínio”, “War Magician” (Mágico de Guerra) vai contar a história de Jasper Maskelyne, ilusionista britânico que usou truques de magia para enganar o Marechal Rommel e levar as tropas alemãs a sofrerem derrotas humilhantes no front africano. Maskelyne se juntou aos Engenheiros Reais quando a 2ª Guerra Mundial estourou, pensando que suas habilidades poderiam ser usadas como truques camuflagem. Corre uma história que ele convenceu oficiais céticos ao criar a ilusão de um navio de guerra alemão no Tamisa usando espelhos e um pequeno modelo do barco. Recrutado para trabalhar no Cairo, ele criou pequenos apetrechos disfarçados como objetos comuns para ajudar soldados a escaparem, caso fossem capturados. Estes objetos posteriormente inspiraram o escritor Ian Flemming a imaginar o arsenal de espionagem de James Bond. Ele também foi responsável por enganar aviões inimigos com uma maquete da cidade de Alexandria, fazer o canal de Suez sumir para frotas aliadas navegarem protegidas e, principalmente, conquistar o ponto estratégico de El Alamein sem que Rommel percebesse os avanços das tropas, convencendo-o de que o ataque aconteceria de outra direção com caminhões disfarçados de tanques. Muitas de suas façanhas foram contestadas como tendo sido criadas por engenheiros. Mas os resultados permaneceram na História. O filme é baseado no livro homônimo de David Fisher e está sendo roteirizado por Nicholas Mariani (do vindouro “Not Without Hope”). Vale observar que a produção do Studiocanal pretende algumas liberdades com os fatos, apresentando uma “gangue mágica” internacional da África, Europa e Oriente Médio, que teria conspirado com Maskelyne e uma oficial da inteligência militar para derrotar os nazistas. Veja abaixo um curta com truques de mágica de Jasper Maskelyne gravado em 1937, antes da guerra.

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    Reboot de “Anos Incríveis” com família negra define novo “Kevin”

    16 de março de 2021 /

    O reboot da série clássica dos anos 1980 “Anos Incríveis” (Wonder Years) definiu seu novo protagonista. E quem contou a novidade foi ninguém menos que o astro original da atração. Um vídeo da produção da rede ABC registrou o momento em que Fred Savage contou ao jovem Elisha “EJ” Williams que ele tinha sido escolhido para viver o novo Kevin. Ou melhor, Dean, como vai se chamar seu personagem. O seriado original girava em torno de uma família de classe média dos 1960, que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Savage. Fenômeno de audiência, a série rendeu seis temporadas, exibidas entre 1988 e 1993. A nova versão vai partir da mesma premissa, acompanhando dramas familiares nos anos 1960, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”, e também apareceu no vídeo para felicitar o jovem Elisha Williams. O menino atualmente dubla o cão Bingo no desenho animado “Puppy Dog Pals” da Disney Junior e já apareceu nas séries “Henry Danger” e “Força Danger”, da Nickelodeon. A atriz Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”) também está definida no elenco, como a matriarca da família. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Não é a primeira vez que uma série clássica inspira reboot com mudança racial. “Um Dia de Cada Vez” (One Day at a Time) e “O Quinteto” (Party of Five) já tinham substituídos personagens brancos originais por elencos latinos. Ambas foram canceladas devido à baixa audiência.

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    Neta de Chico Buarque e Marieta Severo vai estrelar série da Disney+

    16 de março de 2021 /

    Clara Buarque, filha de Carlinhos Brown e neta de Chico Buarque e Marieta Severo, vai estrelar sua primeira série. A atriz de 23 anos, que quase participou de “Éramos Seis”, entrou no elenco de uma nova atração da plataforma Disney+ (Disney Plus), segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo. Não há maiores informações sobre o projeto. Ela estreou como atriz no musical de teatro “Os Novos Baianos”, lançado em 2019 com texto de Lúcio Mauro Filho e direção de Otavio Muller.

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