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    Cursed: Clipe da série revela música cantada por Katherine Langford

    16 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de “Cursed: A Lenda do Lago”, que é na verdade um clipe com a letra da música “I Could Be Your King”, criada para a série de fantasia. A canção foi gravada pela atriz Katherine Langford (a Hannah de “13 Reasons Why”), que demonstra outro aspecto de seu talento artístico. Ela é formada em Teatro Musical, já cantou em montagens teatrais australianas e tem algumas músicas originais no YouTube – em que acompanha a si mesmo no piano. A letra de “I Could Be Your King” é basicamente um resumo da trama da série, mencionando a luta pela coroa britânica e o desejo da protagonista de ser mais que seu destino lhe reserva. “Eu não quero me afogar/ Posso ser o seu rei”, canta ela em um trecho. Criada por Frank Miller (o autor dos quadrinhos de “300”, “Cavaleiro das Trevas” e “Sin City”) e Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), a série propõe uma revisão radical da conhecida lenda do Rei Arthur, por meio de uma reinvenção de Nimue, vivida por Langford. Na trama, a personagem (mais conhecida como a Dama do Lago) surge como guardiã da espada mágica Excalibur e é ajudada pelo jovem Arthur em sua missão para encontrar o mago Merlin e salvar a magia. Ao longo dessa jornada, eles se tornam símbolos de coragem e rebelião contra os terríveis paladinos vermelhos do Rei Uther. O elenco também destaca Gustaf Skarsgård (o Floki de “Vikings”) como Merlin e Devon Terrell (Barack Obama no drama indie “Barry”) no papel de Arthur, além de Daniel Sharman (“The Originals”), Peter Mullan (“Westworld”), Sebastian Armesto (“Amor e Tulipas”), Billy Jenkins (“Humans”), Lily Newmark (“Han Solo”) e Catherine Walker (“Versailles”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia na sexta-feira (17/7) em streaming.

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    Ministério Público entra com ação contra o governo por “abandono” da Cinemateca

    16 de julho de 2020 /

    O Ministério Público Federal ajuizou uma ação civil pública contra a União nesta quarta-feira (15), considerando a situação em que se encontra a Cinemateca Brasileira, em São Paulo, como “abandono” por parte do governo. A instituição encontra-se “carente de ininterruptas medidas de conservação”, “estrangulamento financeiro e abandono administrativo”, entre outros pontos, diz o documento ajuizado na 1ª Vara Cível Federal de São Paulo, que pede a renovação do contrato de gestão da Cinemateca Brasileira com a Associação Roquette Pinto (Acerp), o repasse imediato de R$ 12 milhões, recursos já previstos e alocados no orçamento, além da reestruturação, manutenção e empoderamento do Conselho Consultivo da Cinemateca em um prazo de 60 dias, entre outras demandas. A Procuradoria pede providências de preservação patrimonial cultural e de continuidade do serviço público prestado no órgão, responsável pela preservação e a difusão do acervo audiovisual brasileiro. Fundada em 1946, a Cinemateca guarda registros inestimáveis, como filmes feitos durante as incursões do Exército brasileiro na 2ª Guerra Mundial, clássicos do Cinema Novo, documentários do Brasil do começo do século 20, coleção de imagens raras da TV Tupi, primeira emissora de TV do país, inaugurada em 1950, 1 milhão de documentos relacionados à área do audiovisual, 245 mil rolos de filmes e 30 mil títulos de cinema, entre obras de ficção, documentários, cinejornais, filmes publicitários e registros familiares de personalidades históricas. O descaso com o acervo precioso que trata da própria História do Brasil é consequência da política anticultural do governo Bolsonaro, que paralisou os investimentos no setor. Em maio, o governo federal chegou a anunciar que pretendia reincorporar a instituição à União, mas nenhuma medida foi anunciada ou tomada nesse sentido desde então, além da autodeclaração da ex-secretária da Cultura Regina Duarte dizendo que tinha ganhado a Cinemateca de “presente” de Bolsonaro. “Acabo de ganhar um presente, que é o sonho de qualquer profissional de comunicação, de audiovisual, de cinema e de teatro, um convite para fazer a Cinemateca que é um braço da cultura em São Paulo. Ficar secretariando o governo na cultura dentro da Cinemateca. Pode ter presente maior do que isso?”, disse Regina, em vídeo em que “comemorou” sua demissão da Secretaria da Cultura por Bolsonaro. Entretanto, a Cinemateca não é administrada pelo governo. Há quatro anos, ela teve sua gestão transferida para a Sociedade Civil e há dois era administrada pela Acerp. Então vinculada ao Ministério da Educação para a gestão da TV Escola, a Acerp ganhou a licitação para gerir a Cinemateca Brasileira em 2018 e assinou um termo aditivo ao Contrato de Gestão da emissora. No final de 2019, o desastroso ministro da Educação Abraham Weintraub decidiu encerrar de forma unilateral e abrupta o contrato de gestão da TV Escola e, com isso, também extinguiu o termo aditivo da Cinemateca Brasileira. Esse imbróglio político e jurídico colocou a administração da Cinemateca no limbo. Nos últimos meses, funcionários e ativistas vêm denunciando a total renúncia de responsabilidades do governo Federal em relação à manutenção do acervo, dos funcionários, da sede na Vila Clementino e de um depósito de material na Vila Leopoldina. Com a falta de pagamentos, a energia que mantém o material em temperatura baixa pode ser cortada a qualquer momento, criando condições para a repetição de uma tragédia como a do incêndio do Museu Nacional, em 2018 no Rio. A diferença é que, desta vez, trata-se de uma tragédia anunciada, alardeada, com responsabilidades conhecidas e cobrada pela Justiça com antecipação. A Procuradoria pleiteia que a renovação emergencial do contrato de gestão seja feita em até cinco dias, “pelo período (transitório) de um ano, a contar (retroativamente) de 01.01.2020, com o consequente repasse orçamentário que originariamente já estava previsto e alocado para a execução do contrato de gestão da Cinemateca Brasileira para o ano de 2020, no valor de R$ 12.266.969,00, em favor da Acerp”. Outra demanda é que não haja o desligamento de nenhum funcionário da instituição. A ação afirma que uma “desmobilização (por mera dispensa ou ausência reiterada de pagamento) causará irreparável prejuízo imaterial à União (que demorou anos, décadas, para formar ali um polo reprodutor de tal conhecimento especializado)”.

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  • Filme

    Tom Holland revela começo das filmagens de Uncharted

    15 de julho de 2020 /

    Após mais de uma década de desenvolvimento, “Uncharted” finalmente começou a ser filmado. O ator Tom Holland usou as redes sociais para compartilhar uma foto dos bastidores do início da produção da Sony, que é baseada na popular franquia de games de mesmo nome. “Primeiro dia”, escreveu Holland na legenda da foto que mostra o nome “Nate”, em referência ao seu papel na trama, o arqueólogo aventureiro Nathan Drake. Veja abaixo. O filme contará uma história de origem de Nathan Drake, algo nunca apresentado nos games. A abordagem foi consequência justamente da contratação de Holland para o papel principal. Ele é muito mais jovem que o personagem nos jogos. Para quem não conhece, o game companha o arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake numa caça a relíquias místicas ao redor do mundo. Numa das diferentes encarnações do projeto, Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”) chegou a negociar o papel do protagonista. Apesar de tudo ter mudado desde então, ele continua a bordo, mas agora como o mentor do herói. Com Holland a bordo, a Sony desistiu de adaptar os jogos já lançados pela Naughty Dog para fazer um prólogo inédito, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor – o papel de Wahlberg. O elenco também inclui Antonio Banderas (“Dor e Glória”), Tati Gabrielle (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”). O último roteiro (o quinto desde 2010) foi escrito pela dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “Homem de Ferro” e “MIB: Homens de Preto – Internacional”) em parceria com Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”), e o diretor que finalmente vai tirar o projeto do papel é Ruben Fleischer (de “Venom” e “Zumbilândia”). A Sony tem a estreia marcada para julho de 2021, mas isso provavelmente vai mudar. Ver essa foto no Instagram Day one #uncharted Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 15 de Jul, 2020 às 12:59 PDT

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  • Etc,  Filme

    Maurice Roëves (1937 – 2020)

    15 de julho de 2020 /

    O ator escocês Maurice Roëves, de “O Último dos Moicanos”, morreu nesta quarta (15/7) aos 83 anos, de causa não informada. Ele teve uma longa carreira, iniciada com a produção medieval da Disney “O Valente Príncipe de Donegal” (1966) e a adaptação do clássico literário de James Joyce “Alucinação de Ulisses” (1967). Roëves integrou o elenco dos dois primeiros filmes dirigidos por Richard Attenborough, “Oh! Que Bela Guerra!” (1969) e “As Garras do Leão” (1972), e trabalhou com outros grandes diretores, como John Sturges em “A Águia Pousou” (1976) e Ken Loach em “Agenda Secreta” (1990). Também teve uma pequena participação na primeira adaptação dos quadrinhos de Judge Dredd, “O Juíz” (1995), com Sylvester Stallone. Mas é mais conhecido mesmo pelo papel do Coronel Munro em “O Último dos Moicanos” (1992), de Michael Mann. Seu personagem era o comandante do forte inglês cercado por índios renegados e pai das duas jovens escoltadas por Hawkeye (Daniel Day Lewis) na adaptação. A maioria de seus trabalhos, porém, aconteceu no teatro e na TV britânicos. Além de aparecer numa infinidade de séries, ele foi um dos poucos atores a passar pelas duas principais franquias sci-fi televisivas do Reino Unido e dos EUA, “Doctor Who” (quatro episódios em 1984) e “Star Trek” (como um capitão romulano num capítulo de 1993 de “A Nova Geração”). Entre os seus últimos desempenhos, destacam-se participações no drama shakespeareano “Macbeth: Ambição e Guerra” (2015), com Michael Fassbender, e a minissérie “The Nest”, exibida entre março e abril passados na BBC.

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  • Série

    Marco Pigossi estreia como agente secreto no trailer da 3ª temporada de Alto Mar

    15 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada do suspense marítimo de época “Alto Mar”, que destaca a entrada do brasileiro Marco Pigossi (da novela “A Força do Querer”) no elenco central. Falando espanhol, ele se diz, na prévia, agente do serviço britânico e tenta convencer as irmãs Villanueva a ajudá-lo a encontrar um homem a bordo do navio, que carrega um vírus mortal capaz de “exterminar milhares de inocentes”. Lançada em 2019, essa série espanhola começou com Eva (Ivana Baquero, de “The Shannara Chronicles”) e Carolina (Alejandra Onieva, de “Novatos”) descobrindo segredos familiares perturbadores depois de uma sequência de mortes misteriosas em sua viagem de navio entre a Espanha e o Brasil nos anos 1940. A trama original era claramente inspirada em “Morte no Nilo”, o romance de mistério de Agatha Christie sobre um assassinato num navio de luxo – que vai ganhar nova versão no cinema em breve. As primeiras temporadas foram justamente isto: uma morte misteriosa durante uma viagem de navio luxuoso, em que todos a bordo são suspeitos. A nova temporada traz nova trama com ingredientes de espionagem e o tema atual do vírus letal. Criada por Ramón Campos e Gema R. Neira, dupla de criadores de “As Telefonistas” (Las Chicas del Cable), um dos primeiros sucessos espanhóis da Netflix, “Alto Mar” estreia sua 3ª temporada no dia 7 de agosto em streaming.

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  • Filme

    Power: Rodrigo Santoro cria supervilões em trailer de filme de ação da Netflix

    15 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos, pôster e o trailer legendado de “Power” (Project Power), filme que combina trama de super-heróis/supervilões e thriller de ação policial, estrelado por Jamie Foxx (“Django Livre”), Joseph Gordon-Levitt (“500 Dias com Ela”) e Rodrigo Santoro (“Westworld”). A trama tem premissa de história em quadrinhos, ao girar em torno do tráfico de uma nova droga sintética, altamente viciante, que dá superpoderes a seus usuários. Foxx vive um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga até encontrar o responsável pelo tráfico, papel de Santoro, enquanto Gordon-Levitt interpreta um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. Ele logo percebe, no entanto, que a única maneira de combater os viciados é usando a droga ele mesmo, de modo a também ganhar poderes. O elenco também inclui Dominique Fishback (“The Deuce”), Amy Landecker (“Transparent”), Machine Gun Kelly (“Nerve”), Allen Maldonado (“The Last O.G.”), Andrene Ward-Hammond (“Loving”) e Kyanna Simpson (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) “Power” é um projeto da dupla de diretores Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. O roteiro foi escrito por Mattson Tomlin (“Rene”). E a estreia está marcada para 14 de agosto.

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  • Série

    The Rain: Trailer mostra conflito final da série sobre pandemia apocalíptica

    15 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª e última temporada de “The Rain”, que destaca o conflito final entre os irmãos protagonistas. A primeira série dinamarquesa da plataforma tornou-se mais atual que nunca devido ao tema, ao se passar seis anos depois que um vírus mortal, transmitido pela chuva, dizimou a Dinamarca. A trama acompanha um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de segurança. Por coincidência, a 2ª temporada, exibida há um ano, chamou atenção pelo fato de esquecer a chuva de seu título em inglês e, em vez disso, explorar o acirramento da pandemia por contato com os infectados. A prévia dos episódios finais mostra a busca por uma cura a partir do paciente zero, o infectado Rasmus (Lucas Lynggaard Tønnesen, de “Departamento Q”). Mas a solução dos cientistas não é uma vacina. É uma mutação genética que transforma os curados em ameaças mortais à vida no planeta. Criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”), “The Rain” também é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Evin Ahmad (“Filhas do Sol”) e Clara Rosager (“Misbehaviour”), entre outros. Os capítulos finais serão disponibilizados em 6 de agosto.

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  • Filme

    Jon Hamm vai estrelar continuação da comédia clássica Assassinato por Encomenda

    15 de julho de 2020 /

    A Miramax vai produzir uma continuação/reimaginação da comédia “Assassinato por Encomenda”, sucesso de 1985 que introduziu o comediante Chevy Chase como o repórter Irwin M. Fletch. Chamado originalmente de “Fletch” nos EUA, o filme era baseado numa franquia literária de Gregory McDonald e chegou a ganhar sequência em 1989 – “Fletch Vive”. O projeto do terceiro filme existe desde 1998, mas agora definiu seu protagonista. Jon Hamm, astro da série “Mad Men”, foi escalado como o novo Fletch. O filme tem roteiro de Zev Borow (da série “Chuck”) e direção de Greg Mottola (“Superbad: É Hoje”). E o detalhe é que não se trata de um remake dos longas estrelados por Chase. A produção vai adaptar o segundo livro de McDonald, “Confess, Fletch”, lançado em 1976 e que ainda não foi levado às telas. Trata-se, na verdade, da sequência oficial do primeiro livro, “Fletch” (1974), que virou o longa de 1985 – o segundo filme, “Fletch Vive”, ignorou os livros ao optar por um roteiro original de cinema. Na trama, Flecth estará envolvido numa teia de assassinatos, com ele mesmo sendo um dos suspeitos. Ao mesmo tempo em que busca provar a sua inocência, o repórter ainda investiga o sumiço da coleção de arte de sua noiva – uma herança que ela herdou após o desaparecimento misterioso de seu pai. “Confess, Fletch” também tem a distinção de apresentar outro personagem importante de Gregory McDonald, o inspetor Francis Xavier Flynn, um detetive policial brilhante, mas excêntrico, que vira o grande antagonista de Fletch – depois desta aparição, Flynn ganhou quatro livros só dele. “A longevidade de Fletch – seja no papel ou na tela grande – diverte a todos e não poderíamos ficar mais empolgados para ver quais reviravoltas do século 21 estes artistas criaram para o personagem”, disse Bill Block, CEO da Miramax, em comunicado. “Produzir este filme com Jon tem sido um sonho de longa data e com Zev [roteirista] e Greg [diretor] juntos para escrever e dirigir, eu realmente acredito que essa será uma nova e emocionante reimaginação moderna desse personagem amado”, disse a produtora Connie Tavel (criadora da série “A Juíza”), que também está participando do projeto.

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  • Série

    Helstrom: Nova série da Marvel ganha primeiras fotos

    15 de julho de 2020 /

    A Marvel divulgou as primeiras fotos de sua nova série “Helstrom”, que vai estrear na plataforma americana Hulu em outubro. A atração conseguiu completar seus episódios antes da paralisação causada pela pandemia de coronavírus. A série é o último programa da extinta Marvel Television e chegará à plataforma Hulu com um futuro incerto. Não só a divisão que a desenvolveu foi fechada como o showrunner do programa, Paul Zbyszewski (produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost”), foi dispensado em abril, durante a quarentena. “Helstrom” deveria estrear ao lado uma série do “Motoqueiro Fantasma”, que foi descartada antes do começo de sua produção. Assim, ficou sozinha com a missão de introduzir o universo de terror da Marvel na televisão. Nos quadrinhos, Daimon Helstrom é filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Na trama original, Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série pretende mudar tudo isso. Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos terão um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. A adaptação vai trazer Elizabeth Marvel (presidente dos EUA na série “Homeland”) como Victoria Helstrom, que está enclausurada em um hospício há décadas, acusada de uma série de assassinatos, enquanto Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero de um episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) vivem seus filhos. Traumatizados pelos supostos crimes da mãe, os irmãos Daimon e Ana dedicarão suas vidas a combater os membros mais sórdidos e violentos da sociedade, um capítulo por vez. O elenco ainda inclui Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”), além de Ariana Guerra (“Raising Dion”), que vive um personagem importante dos quadrinhos. Ela interpreta Gabriella Rosetti, que na verdade é Gabriel Rosetti nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973) e conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios.

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  • Etc

    Pandemia cancela minissérie sobre a vida de Evel Knievel

    15 de julho de 2020 /

    A Universal desistiu de transformar a vida do motociclista acrobático Evel Knievel numa série. A produção seria estrelada pelo ator Millo Ventimiglia (“This Is Us”) e exibida no canal pago USA Network, e estava prestes a começar a ser gravada quando a pandemia de coronavírus interrompeu todos os trabalhos de filmes e séries. A série tinha recebido sinal verde em setembro passado e fechou seu elenco central em dezembro, com Sarah Gadon (“True Detective”), David Krumholtz (“The Deuce”) e Michael Chernus (“Orange is the New Black”). Etan Frankel (“Shameless”) escreveu a trama, que foi descrita como um retrato emocionante de um homem complexo vivendo o sonho americano, equilibrando uma fama meteórica com a criação de sua família e encarando a possibilidade de que seu próximo salto pudesse matá-lo. Pra quem não sabe, Evel Knievel foi um dos grandes ícones americanos dos anos 1970, graças a seus audaciosos saltos de motocicleta em distância, sempre usando um uniforme com capa, como um super-herói. Ao todo, ele saltou 75 vezes entre rampas distantes, entre 1965 e 1980, muitas vezes caindo e se machucando diante de espectadores em eventos de cobertura nacional. Seu nome, por sinal, está no livro Guinness dos Recordes não pela quantidade de saltos, mas pelas 433 costelas quebradas ao longo da carreira. Knievel chegou a ficar em coma por 29 dias em 1967, após uma de suas manobras mais arriscadas. Sua vida de excessos lhe rendeu o título de motociclista mais audacioso de todos os tempos – e foi a inspiração para a criação do Motoqueiro Fantasma nos quadrinhos. Ele morreu em 2007, aos 69 anos, devido a um doença pulmonar. A decisão de abandonar a telebiografia se deu por conta da agenda do ator Ventimiglia. Ele planejava gravar a minissérie durante o hiato de “This Is Us”, que estrela na rede NBC. Mas como o cronograma original não pôde ser cumprido, ele só teria nova folga em 2021. Mesmo assim, os protocolos de higiene e segurança criados após a pandemia tendem a aumentar o período das gravações, comprometendo sua disponibilidade para as duas produções. Caso a condições sejam favoráveis, o estúdio ainda pode tentar realizar a produção em 2021, mas não para o USA. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a ideia agora é tentar salvar o projeto com sua negociação para alguma plataforma de streaming.

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  • Filme

    Jennifer Grey vai estrelar musical que pode ser continuação de Dirty Dancing

    14 de julho de 2020 /

    A atriz Jennifer Grey assinou contrato com o estúdio Lionsgate para estrelar e produzir um novo musical com muita dança. Há poucas informações oficiais sobre a produção. Mas os rumores são muitos. Nisto, entram alguns detalhes intrigantes. A Lionsgate detém os direitos de “Dirty Dancing”. E embora nada esteja confirmado, a negociação fez disparar o rumor de que o estúdio está planejando uma sequência do sucesso de 1987, que Grey estrelou com o já falecido Patrick Swayze. Um dos pontos que parece confirmar a continuação é que o novo musical será passado nos anos 1990. Como os fãs lembram, a trama de “Dirty Dancing” acontecia no verão de 1963. Isso foi há 33 anos. Caso a cronologia da história refletisse o tempo transcorrido, a personagem de Jennifer Grey, Baby Houseman, voltaria hoje em 1996. Coincidência? Enquanto a confirmação não vem, o projeto segue em desenvolvimento. O roteiro está nas mãos de Mikki Daughtry e Tobias Iaconis, casal que assinou o terror “A Maldição da Chorona” e o romance teen “A Cinco Passos de Você”, ambos lançados no ano passado. Mas ainda não há diretor definido. Vale lembrar que “Dirty Dancing – Ritmo Quente” já teve uma continuação, mas sem os personagens originais. Em 2004, a Lionsgate lançou “Dirty Dancing 2: Noites de Havana”, que trazia novos protagonistas (Diego Luna e Romola Garai) e uma versão atualizada da história da jovem que se apaixona por seu instrutor de dança, para o desgosto dos pais. Foi um fracasso retumbante. Em 2017, o estúdio ainda tentou explorar a franquia num remake televisivo, “Dirty Dancing – o Musical”, com Abigail Breslin no papel de Baby. E o resultado foi pior que a continuação. Ao contrário dos dois fracassos posteriores, “Dirty Dancing” foi um fenômeno de bilheteria (US$ 218 milhões de arrecadação mundial, com um orçamento de apenas US$ 5 milhões) e o primeiro filme a vender mais de 1 milhão de cópias em vídeo – ainda na época do VHS. O filme também é bastante conhecido por sua trilha sonora, que liderou as paradas de sucesso da época. A canção “(I’ve Had) The Time of My Life”, que embala a dança final entre Johnny e Baby, venceu o Oscar e o Globo de Ouro.

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  • Filme

    Viola Davis será guerreira amazona no novo filme da diretora de The Old Guard

    14 de julho de 2020 /

    A diretora Gina Prince-Bythewood já definiu seu próximo projeto após lançar a adaptação de quadrinhos “The Old Guard” na Netflix com críticas positivas (82% de aprovação no Rotten Tomatoes). Ela vai dirigir Viola Davis no drama de ação “The Woman King” para o estúdio TriStar, da Sony. Inspirado em fatos reais, o filme vai contar a história de Nanisca (Davis), uma guerreira africana do século 18. Nanisca era general de uma unidade militar feminina, cujas guerreiras chegaram a ser chamadas de Amazonas pelos colonizadores. Durante dois séculos, elas defenderam o Reino de Daomé, uma das nações africanas mais poderosas da era moderna, contra os colonizadores franceses e as tribos vizinhas que tentavam invadir o país, escravizar seu povo e destruir tudo o que representavam. As Agojie de Daomé são a inspiração das guerreiras Dora Milaje, vistas nos quadrinhos e filmes do “Pantera Negra”. Outra curiosidade de Daomé é o que o país foi o primeiro a reconhecer a independência do Brasil, em 1822, enviando representantes diplomáticos à corte imperial de Dom Pedro I. Infelizmente, o reino africano acabou conquistado pelos franceses no começo dos anos 1900, passando meio século como colônia, antes de retomar sua independência e virar a atual República de Benim. “The Woman King” vai se concentrar na relação de Nanisca e sua filha Nawi, que também foi uma guerreira amazona. A atriz Lupita Nyong’o (de “Pantera Negra”) negocia o papel de Nawi. Ainda não há previsão para as filmagens ou data de estreia da produção.

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  • Série

    Kidding: Série estrelada por Jim Carrey é cancelada após duas temporadas

    14 de julho de 2020 /

    O canal pago americano Showtime anunciou o cancelamento de “Kidding”, série estrelada pelo comediante Jim Carrey (“Sonic: O Filme”), após duas temporadas. A ironia é que a série vinha ganhando cada vez mais público e repercussão. Após uma 1ª temporada com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma média baixíssima de 243 mil telespectadores ao vivo nos EUA, o segundo ano atingiu 100% de críticas positivas e viu seu público quadruplicar, atingindo 834 mil telespectadores. Além disso, o último episódio, exibido em março passado, registrou a maior audiência da atração, visto por 1,2 milhões ao vivo. O episódio também deixou a porta aberta para a 3ª temporada, que não será produzida. “Depois de duas temporadas, ‘Kidding’ concluiu sua exibição no Showtime”, informou o canal em comunicado, sem maiores explicações, seguindo com os agradecimentos de praxe. “Estamos muito orgulhosos por exibir essa série imaginativa, aclamada pela crítica e recompensadora, e gostaríamos de agradecer a Jim Carrey, Dave Holstein, Michael Aguilar, Michel Gondry e todo o elenco e equipe por seu trabalho brilhante e incansável”, concluiu o texto. “Kidding” trazia Jim Carrey de volta à TV, mais de duas décadas após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here”, a série trazia o astro do humor como um comediante chamado Jeff, mais conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representava uma marca bilionária de licenciamentos. Mas seu futuro era posto em cheque quando um acidente o fez passar por uma crise. O visual surreal, que combinava fantoches e humor negro, era resultado do reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um de seus filmes mais cultuados, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” – vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondry assinou a produção e a direção da maioria dos episódios, o que conferia à série uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Além de Carrey, o ótimo elenco de “Kidding” também incluía Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. Vale destacar que a 2ª temporada também contou com participação especial da cantora Ariana Grande, que é fã confessa de Carrey. A atração só chegou no Brasil no mês passado, com lançamento pela plataforma de streaming Globoplay.

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