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    Game Cyberpunk 2077 vai virar série animada da Netflix

    26 de junho de 2020 /

    “Cyberpunk 2077”, vindouro game da CD Projekt RED (“The Witcher”), ainda nem foi lançado, mas já está ganhando uma adaptação para a Netflix. A Studio Trigger, produtora japonesa de “Kill La Kill”, foi encarregada de transformar o game numa série anime. Intitulada “Cyberpunk: Edgerunners”, a atração será lançada apenas em 2022, mas já começou a ser divulgada com um vídeo da CD Projekt RED. Veja abaixo. O projeto será uma derivado ambientado em Night City, mesmo cenário do jogo, mas com uma trama diferente, acompanhando personagens inéditos. Com 10 episódios, a série será centrada num “menino de rua que tenta sobreviver em uma cidade do futuro obcecada por tecnologia e modificações corporais. Tendo tudo a perder, ele escolhe permanecer vivo, tornando-se um edgerunner – um fora da lei mercenário, também conhecido como cyberpunk.” Hiroyuki Imaishi (“Kill la Kill”) será o diretor de “Edgerunners”, numa equipe que ainda conta com Masahiko Otsuka (“Guerren Lagann”) como diretor assistente e a dupla Yoh Yoshinari e Yuto Kaneko (“Little Witch Academia”) no comando do design dos personagens. O roteiro está a cargo de Yoshiki Usa (“Promare”) e a trilha sonora será de Akira Yamaoka, compositor conhecido pela franquia gamer “Silent Hill”. Confira o vídeo de apresentação do projeto abaixo.

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  • Filme

    Warner adia estreia de Tenet pela segunda vez

    26 de junho de 2020 /

    A Warner adiou a estreia de “Tenet”. De novo. Mas continua apostando no mesmo otimismo que causou o segundo adiamento. A nova data é, mais uma vez, uma adiadinha. Originalmente previsto para 17 de julho, o estúdio relutou para encarar a realidade e só quando viu que não haveria cinemas abertos nesta data é que resolveu atrasar o lançamento. Mas só em duas semanas, para 31 de julho nos EUA. Diante do improvável retorno dos cinemas em um mês, repetiu a dose agora, jogando o filme para duas semanas mais tarde, em 12 de agosto. A maioria dos cinemas dos Estados Unidos permanece fechada para ajudar a conter a propagação da covid-19, e os números recentes da infecção indicam que a pandemia ainda está em curva ascendente no país – assim como no Brasil. No Brasil, por sinal, o filme já estava marcado para agosto, mais exatamente para 13 de agosto, que agora se tornou um dia antes da estreia nos EUA. A Warner não informou se esta data vai sofrer nova mudança. “A Warner Bros está comprometida em levar ‘Tenet’ ao público nos cinemas, em tela grande, quando os exibidores estiverem prontos e as autoridades de saúde pública disserem que é hora”, disse o estúdio em comunicado. “Tenet” é um dos filmes de grande orçamento com os quais os exibidores contam para atrair o público de volta às salas de cinema após a paralisação mundial do setor no início deste ano. A trama do longa é até agora um mistério e a sinopse genérica não ajuda: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O texto nem sequer nomeia o personagem principal, mas remete à situações vistas no trailer, como balas que disparam na direção contrária dos tiros e carros que capotam de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). Detalhe: em entrevistas recentes, os protagonistas disseram não ter entendido nada durante as filmagens. O elenco do filme inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”).

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  • Série

    Série Council of Dads é cancelada na 1ª temporada

    25 de junho de 2020 /

    A NBC anunciou o cancelamento de “Council of Dads”, drama que tentava pegar carona na fórmula de “This Is Us”. A atração foi a sexta série novata cancelada pela rede nos últimos dias. Das sete séries que a NBC estreou na temporada passada, apenas uma foi renovada: “Zoey Extraordinary Playlist”. Trata-se de um desastre criativo impressionante. O canal já tinha tentado emular “This Is Us” com o lançamento de “The Village” em 2019. “Council of Deads” teve o mesmo destino dessa série: cancelada após 10 episódios. O final da série atual vai ao ar em 2 de julho nos EUA. Criada por Tony Phelan e Joan Rater (roteiristas de “Grey’s Anatomy”), a série era inspirada pelo livro homônimo de Bruce Feiler e tinha uma trama extremamente lacrimejante. Os episódios refletiam o último desejo de um doente terminal (Tom Everett Scott, de “The Wonders – O Sonho Não Acabou”), que convocava um grupo de amigos para assumirem a responsabilidade pela criação de seus filhos. O elenco incluía Sarah Wayne Callies (“The Walking Dead”), Clive Standen (“Vikings”), Michael O’Neill (“Jack Ryan”), J. August Richards (“Agents of SHIELD”), Hilarie Burton (“Máquina Mortífera”) e Sharon Leal (“Instinct”).

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  • Etc,  Filme

    Suzana Amaral (1932 – 2020)

    25 de junho de 2020 /

    A cineasta Suzana Amaral, diretora do clássico “A Hora da Estrela” (1985), premiado em Berlim, morreu na tarde desta quinta-feira (25/6) em São Paulo. Segundo a família, a causa da morte não foi relacionada à covid-19. “Minha mãe deixa legado em várias áreas, sobretudo no cinema. Suzana veio e trouxe para o cinema brasileiro uma nova linguagem, uma poética que era só dela — com muita influência do cinema alemão. Ela também deixa um legado na sua ética como professora, além de ter sido uma mãe maravilhosa”, disse a filha Flávia ao jornal Folha de S. Paulo. Neste momento delicado para o cinema brasileiro, continua Flávia, “que ela seja uma bandeira para que se salve o cinema nacional, bem como todas as áreas da cultura, que estão tão vilipendiadas nos nossos dias”. Há registros na imprensa do nascimento de Suzana em 1928 e 1932, mas ela dizia em entrevistas que não gostava de falar qual era sua idade. “Ela era muito danada [com relação à idade], até o último momento”, afirmou Flávia. Fica, então, assinalada sua data preferida de nascimento, 1932. Suzana Amaral nasceu em São Paulo e só decidiu virar cineasta depois de ser mãe de nove filhos. Ela entrou na Escola de Comunicação Social e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) em 1968 e fez sua estreia como diretora no último ano do curso, em 1971, com os curtas “Sua Majestade Piolim” sobre o famoso palhaço Piolim, e “Semana de 22”, um panorama da Semana de Arte Moderna. Foram mais de 35 anos de carreira, mas apenas três longas de ficção. Todos adaptações de obras literárias. O primeiro foi “A Hora da Estrela”, baseado no texto original com mesmo nome de Clarice Lispector. A obra marcou época com a performance da então desconhecida Marcelia Cartaxo, que venceu o Urso de Prata de Melhor Atriz. Suzana também recebeu dois prêmios paralelos de direção (o OCIC e o C.I.C.A.E. Award) e seguiu colecionando reconhecimentos, no Festival de Havana e de Brasília – onde conquistou tudo: Melhor Filme, Direção, Atriz, Ator (José Dumont), Fotografia, Edição… O longa seguinte só foi lançado 16 anos depois. Baseado na obra homônima de Autran Dourado, “Uma Vida em Segredo” chegou às telas em 2001 lançando outra atriz, Sabrina Greve. Que também foi premiada por sua performance, vencendo o troféu de Melhor Atriz nos festivais de Brasília e Cine Ceará. Suzana ainda levou o troféu de Melhor Filme no festival cearense E, finalmente em 2009, saiu “Hotel Atlântico”, com roteiro adaptado de um romance de João Gilberto Noll, estrelado pelo já conhecido Júlio Andrade. Venceu o prêmio de Melhor Filme do Festival de Lima, no Peru. Ela também dirigiu dezenas de documentários e programas para a TV Cultura, sem esquecer uma minissérie portuguesa, “Procura-se”, em 1993. Em uma entrevista concedida à Fundação Casper Líbero em 2016, a diretora foi questionada porque só tinha feito três longas em toda a carreira. Ela respondeu: “Porque faltou dinheiro. Faltou apoio e grana”. Vítima de um AVC há cerca de um ano, Suzana estava com a saúde fragilizada desde então.

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  • Filme

    Gerard Butler e Morena Baccarin são alvo de cometa em trailer de catástrofe apocalíptica

    25 de junho de 2020 /

    A STX divulgou fotos, pôster e o trailer de “Greenland”, thriller de catástrofe apocalíptica. A prévia revela a explosão de um cometa na atmosfera que pode exinguir a vida na Terra e a corrida que se segue em busca de abrigo no meio do caos. Gerard Butler e Morena Baccarin são o casal protagonista, que enfrenta o pânico coletivo e buscam sobreviver com o filho pequeno (Roger Dale Floyd, de “Doutor Sono”), apostando tudo numa viagem para a Groenlândia, onde militares supostamente têm bunkers secretos. O elenco também inclui Scott Glenn (“Demolidor”), David Denman (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Claire Bronson (“Mr. Mercedes”). O filme foi escrito por Chris Sparling, especialista em terrores baratos (“Enterrado Vivo”, “Armadilha”, “Por um Corredor Escuro”), e dirigido pelo ex-dublê Ric Roman Waugh, que recentemente filmou Butler em “Invasão ao Serviço Secreto”. A estreia está marcada para 14 de agosto nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Johnny Depp vira vilão no trailer do novo filme de Ciro Guerra

    25 de junho de 2020 /

    O estúdio Samuel Goldwyn Films divulgou o pôster e o trailer de “Waiting for the Barbarians”, primeiro filme falado em inglês do premiado cineasta colombiano Ciro Guerra (“O Abraço da Serpente”, “Pássaros de Verão”), que nesta quinta (25/6) foi acusado de assédio sexual numa reportagem do “periódico feminista latino” Volcánicas. A prévia transforma um dilema pessoal numa batalha de proporções épicas, levando para as telas o romance anticolonialista do escritor J.M. Coetzee, vencedor do prêmio Nobel. Na trama adaptada pelo próprio Coetzee, Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) interpreta o magistrado responsável por manter a ordem num vilarejo asiático isolado, nos limites desérticos do grande império (não nomeado, mas obviamente britânico). Afável e bem quisto, ele espera uma aposentadoria fácil, mas a chegada de um coronel (interpretado por Johnny Depp), cuja tarefa é relatar as atividades dos “bárbaros” e a situação de segurança na fronteira, vira sua vida do avesso, a ponto dos interrogatórios cruéis do coronel o levarem a questionar sua lealdade ao império. O elenco imponente da produção também inclui os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Gana Bayarsaikhan (“Intelligence”) e Greta Scacchi (“The Terror”). Mas apesar dos elogios estampados no trailer, o filme não agradou muito quando teve sua première no Festival de Veneza no ano passado, atingindo apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes. Originalmente previsto para os cinemas, o longa será lançado nas plataformas digitais para locação digital (VOD) em 7 de agosto nos EUA. Ainda não há informações sobre a data de sua disponibilidade no Brasil.

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  • Filme

    A Escolhida: Janelle Monáe viaja no tempo em trailer de terror racial

    25 de junho de 2020 /

    A Lionsgate divulgou um novo trailer de “A Escolhida” (Antebellum), thriller fantasioso estrelado pela cantora Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”). A prévia começa como um drama contemporâneo, acompanhando a felicidade de uma mulher entre seu sucesso profissional e sua família, mas logo transporta essa protagonista para a era da escravidão, em plena Guerra Civil americana, onde sua vida se transforma num horror, gerando uma reação sangrenta. Esse salto temporal ainda não foi explicado pelos envolvidos na produção, que tem preferido manter mistério em torno da trama. Segundo a sinopse, a personagem de Monáe é “a célebre autor Veronica Henley”, que “se vê presa numa realidade terrível e deve descobrir o mistério por trás de sua jornada antes que seja tarde demais”. Roteiro e direção são da dupla Gerard Bush e Christopher Renz (do clipe “Kill Jay-Z”), a bela fotografia é do uruguaio Pedro Luque (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”) e o elenco ainda inclui Kiersey Clemons (“Além da Morte”), Jena Malone (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”), Jack Huston (“Ben-Hur”), Eric Lange (“Inacreditável”), Gabourey Sidibe (“American Horror Story”) e Robert Aramayo (“Game of Thrones”). A estreia estava marcada para 24 de abril nos Estados Unidos, mas foi atropelada pela pandemia do novo coronavírus. Por conta disso, o trailer anuncia o lançamento para “breve”. Apesar de o marketing ter optado pela precaução, o estúdio anunciou que este breve é 21 de agosto. Mas, no Brasil, a expectativa da distribuidora Paris Filmes é para um lançamento apenas em 15 de outubro.

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  • Série

    Estado Zero: Série criada por Cate Blanchett ganha trailer legendado

    25 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da série australiana “Estado Zero” (Stateless), criada, produzida e estrelada pela atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A trama acompanha quatro histórias de pessoas que acabam envolvidas ao terem suas vidas afetadas pelo serviço de imigração australiano. Os personagens centrais são uma aeromoça em fuga de uma seita, um refugiado afegão buscando uma nova vida com sua família, um jovem pai de três filhos que lutam para sobreviver e um burocrata preso entre ambições profissionais e um escândalo nacional. Cada um deles enfrentam questões de proteção e controle de fronteiras de uma maneira diferente, e todos acabam se cruzando em um centro de detenção de imigrantes no meio do deserto. Além de Blanchett, o elenco conta com Yvonne Strahovski (“The Handmaid’s Tale”), Dominic West (“The Affair”), Jai Courtney (“Esquadrão Suicida”), Asher Keddie (“Em Prantos”), Fayssal Bazzi (“6 Dias”) e Marta Dusseldorp (“A Place to Call Home”). Blanchett criou a série em parceria com os roteiristas Tony Ayres (criador da atração sci-fi “Glitch”, também disponível na Netflix) e Elise McCredie (criadora de “Jack Irish”), e a direção dos episódios é dividida por Emma Freeman (“Glitch”) e a cineasta Jocelyn Moorhouse (“A Vingança Está na Moda”). Originalmente exibida em março pela emissora australiana ABC, sob elogios rasgados da imprensa do país – 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – , a série foi adquirida pela Netflix para exibição mundial e estreia em streaming no dia 8 de julho.

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  • Filme

    Estrela iraniana de O Apartamento é condenada a cinco meses de prisão

    25 de junho de 2020 /

    Taraneh Alidoosti, estrela de “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, e uma das atrizes mais populares do Irã, foi condenada a cinco meses de prisão por ativismo antigoverno, informou a BBC Persia e o canal de notícias Iran International TV, ambos do Reino Unido. Nas redes sociais, o advogado de Alidoosti, Kaveh Rad, afirmou que a sentença estava suspensa por dois anos e será anunciada oficialmente em 1º de julho. A notícia também foi confirmada à revista Variety pelo ator iraniano Babak Karimi, que co-estrelou com Alidoosti “O Apartamento”, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira de 2017. Karimi chamou a sentença de um ato de intimidação pelas autoridades iranianas depois que ela compartilhou um vídeo no Twitter de um membro da “polícia da moral” do Irã insultando e atacando uma mulher na rua por não usar o véu hijab. Em janeiro, Alidoosti criticou duramente as autoridades iranianas quando disse a seus 5,8 milhões de seguidores no Instagram que “não somos cidadãos, somos cativos, milhões de cativos”, em um post que foi removido posteriormente. A Iran International TV, com sede em Londres, informou que, por ocasião dos posts, Alidoosti foi convocada para comparecer à Promotoria de Cultura e Mídia, acusada de “atividades de propaganda contra o Estado” e libertada sob fiança. Considerada pelos fãs como a “Natalie Portman do Irã”, ela boicotou a cerimônia do Oscar vencida por “O Vendedor” para protestar contra a proibição de visto a iranianos, decretada por de Donald Trump, chamando a medida de “racista” no Twitter. A atriz se tornou ícone da juventude iraniana ao interpretar a garota alegre e desinibida que desaparece misteriosamente em “Procurando Elly”, filme que projetou Asghar Farhadi mundialmente em 2009. Como Elly, ela ajudou a demonstrar ao mundo a existência de uma classe média moderna em choque com os valores antiquados do regime político-religioso vigente no Irã.

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    Disney coloca princesa Tiana no lugar de A Canção do Sul em seus parques

    25 de junho de 2020 /

    A princesa Tiana, protagonista da animação “A Princesa e o Sapo” (2009), vai ganhar uma nova atração nos Parques da Disney na Califórnia e na Flórida. Em anúncio desta quinta (25/6), a empresa revelou que ela será o novo tema de uma montanha-russa, substituindo a homenagem dos parques ao filme “A Canção do Sul”, de 1946, considerado racista por seu retrato romantizado da escravidão nos Estados Unidos. “A Canção do Sul” já tinha ficado fora do Disney+ (Disney Plus) pelos mesmos motivos. De acordo com o comunicado, a Disney vinha trabalhando para renovar o tema da atração desde o ano passado, destacando na primeira princesa negra do estúdio. Após os assassinatos de George Floyd e Breonna Taylor — duas pessoas negras mortas por policiais negros nos EUA —, a pressão pela retirada de referências à “A Canção do Sul” dos parques se intensificou nas redes sociais. O filme do século passado venceu o Oscar por sua canção “Zip-a-Dee-Doo-Dah”, que se tornou muito popular. Na história, um garoto vai visitar a plantação de sua avó após a Guerra Civil nos EUA. Diversas críticas são feitas ao filme pela forma como retrata as pessoas negras e o próprio período histórico. Na época do lançamento do Disney+ (Disney Plus), Bob Iger, então CEO da Disney, afirmou que o filme “não era apropriado ao mundo de hoje, nem com ressalva ou aviso para o público”.”É difícil, dadas as representações em filmes como esse, divulgá-lo sem, de alguma forma ou outra, ofender as pessoas, por isso decidimos não disponibilizá-lo”, ele explicou no ano passado. Carmen Smith, executiva de desenvolvimento criativo e estratégias inclusivas da Walt Disney Company, afirmou ter ficado incrivelmente orgulhosa de ver o novo passeio ganhar vida: “É importante que nossos convidados possam se ver nas experiências que criamos”. A produtora criativa sênior que liderou o projeto, Charita Carter, também comemorou o resultado: “Como a princesa Tiana, acredito que coragem e amor são os principais ingredientes para aventuras maravilhosas. Estou muito satisfeita por fazer parte de trazer essa experiência divertida aos nossos visitantes”. Tanto Charita Carter quanto Carmen Smith são mulheres negras que lideram setores criativos da Disney.

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  • Filme

    Ex-mulher de Elton John entra com processo legal contra o cantor na Inglaterra

    25 de junho de 2020 /

    A ex-mulher do cantor Elton John, Renate Blauel, iniciou um processo legal na Inglaterra contra o ex-marido. Ainda sem motivação conhecida, os documentos da ação foram preenchidos na semana passada, segundo o jornal The Guardian. O advogado dela confirmou a existência da ação. Com poucas aparições na mídia desde o divórcio em 1988, Blauel é uma engenheira de som alemã que conheceu o cantor em 1983, enquanto ele gravava “Too Low for Zero”, seu álbum de retorno. Eles se casaram no ano seguinte. A relação e o término foram conturbados, envolvendo a então escondida homossexualidade de Elton. O cantor só assumiu sua sexualidade tempos depois da separação e atualmente ele é casado com David Furnish, com quem tem dois filhos. O relacionamento foi abordado de forma ligeira no filme sobre sua vida, “Rocketman”, sucesso de bilheterias do ano passado, em que Renate foi vivida pela holandesa Celinde Schoenmaker, mas Elton escreveu em sua autobiografia: “Eu quebrei o coração de alguém que amava e que me amava incondicionalmente, alguém que eu não podia culpar de forma alguma. Apesar de toda a dor, não havia ressentimento envolvido. Nos anos seguintes [do divórcio], sempre que acontecia algo comigo, a imprensa aparecia na porta dela, tentando fazê-la me expor, soltar alguma fofoca, e ela nunca nem lhes pediu para deixá-la em paz”. “Eu a vi uma vez depois que nos divorciamos… Quando tive filhos, convidei-a para [a casa de John em] Woodside, porque queria que ela os conhecesse. Eu queria vê-la, queria que ela fizesse parte de nossas vidas, e nós, parte da dela, de alguma forma. Mas ela não quis, e eu não insisti no assunto. Eu tenho que respeitar como ela se sente.”

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    Diretor colombiano de O Abraço da Serpente e Pássaros de Verão é acusado de assédio

    25 de junho de 2020 /

    O renomado diretor colombiano Ciro Guerra foi acusado por oito mulheres de assédio moral e sexual. A denúncia foi publicada pelo Volcánicas, um autointitulado “periódico feminista latino-americano”, que reuniu relato das oito mulheres, sendo que sete delas falam de comportamentos moralmente inadequados do diretor, e uma relata um abuso sexual. Ciro Guerra é o diretor de “O Abraço da Serpente” (2015), indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro – , além de “Pássaros de Verão” (2018), vencedor do Festival de Havana e de muitos prêmios. Seu próximo filme, “Waiting for the Barbarians”, é estrelado por Johnny Depp e está selecionado para os festivais de Veneza, San Sebastian, Londres e outros. As agressões teriam ocorrido entre 2013 e 2019, três delas em cidades colombianas e três fora do país – incluindo nos bastidores dos festivais de Cannes e Cartagena. De acordo com o periódico, todas as entrevistadas relataram em depoimentos gravados e publicados na íntegra que Guerra tinha conversas impróprias, que terminavam em convites para um apartamento ou quarto de hotel. Lá, fazia uso da força para tocá-las e beijá-las, ainda que elas dissessem não de forma clara contra os avanços do diretor – num padrão semelhante ao das acusações contra o produtor Harvey Weinstein, que inspirou o movimento #MeToo e acabou preso nos EUA. Ele ainda é acusado de usar seu posto de poder, como diretor, para estabelecer relações abusivas com as mulheres e oferecer trabalhos em troca de favores sexuais. As denunciantes tiveram suas identidades preservadas para serem protegidas de retaliação. As oito mulheres trouxeram as denúncias ao público, mas, no momento, dizem que não abrirão um processo penal contra Guerra. O periódico afirma que elas preferem evitar um processo de revitimização e o escárnio público. Entrevistado pelo Volcánica, Guerra negou ter assediado as mulheres sexualmente e moralmente. “Jamais. Já fui ameaçado com esse tipo de acusações. Foi algo que deixei passar e não dei atenção. Mas obviamente quero conhecer as denúncias e saber quem está falando e o quê. (…) É uma acusação grave e não é verdadeira.”

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    Babu Santana tem alta e retoma seus inúmeros projetos

    25 de junho de 2020 /

    O ator Babu Santana já está em casa, após tomar um susto e passar alguns dias internado no hospital por conta de diabetes. De volta ao lar que divide com a namorada, a atriz Tatiane, desde o término do “Big Brother Brasil”, ele já está retomando as atividades, que não são poucas. Atualmente, o ator e músico tem um novo canal no YouTube, está gravando um disco com sua banda, Os Cabeças de Água Viva, prepara-se para viver um policial durão e incorruptível na novela das 19h da Globo, “Salve-se Quem Puder” – quando as gravações forem retomadas – e tem vários filmes prestes a estrear. Antes de entrar no BBB, ele filmou quatro longas, que permanecem inéditos devido à pandemia de coronavírus. São eles: o thriller de ação “Intervenção”, a comédia “Quatro Amigas numa Fria”, em que faz apenas uma participação, “Suburbanos: O Filme”, versão de cinema para a série do Multishow, e “Oeste Outra Vez”, um western alternativo que ele terminou de rodar em setembro do ano passado. Babu também vai viver o lutador Maguila numa cinebiografia e ainda quer dirigir seu primeiro filme. Ele pretende se unir ao amigo Luciano Vidigal, que é ator, cineasta e professor de teatro do Nós do Morro, grupo que o revelou, para realizar um documentário. A ideia é rodar de carro pelo Brasil atrás de suas raízes, buscando encontrar seus parentes de raízes africanas e origens indígenas. Além disso, tem sido bastante procurado para entrevistas, com as publicadas nos jornais O Tempo, de Belo Horizonte, e O Globo, do Rio, nesta semana.

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