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    CEO da Disney diz que Tom Holland lhe deve um chope por salvar o Homem-Aranha

    20 de fevereiro de 2020 /

    Bob Iger, o poderoso CEO da The Walt Disney Company, brincou que Tom Holland lhe deve um chope por salvar o Homem-Aranha. Ele fez a brincadeira numa publicação do Twitter, em que compartilhou fotos com Holland e Chris Pratt no tapete vermelho da première de “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, animação da Pixar que, em inglês, tem título curtinho (“Onward”). “A estreia de ontem à noite do novo filme da Pixar, ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’, me deu a chance de ver amigos da Marvel Studios – Chris Pratt e Tom Holland! Tom me deve um ‘chope’ por salvar Homem Aranha!”, escreveu Iger. O CEO da Disney refere-se, na piada, às negociações entre Disney e Sony para produzir um terceiro filme do Homem-Aranha. O herói chegou a ficar alguns dias fora do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) após os estúdios endurecerem suas posições para renovar a parceria. Os bastidores dessa história foram revelados pela revista The Hollywood Reporter em outubro passado. A publicação informou que o intérprete do herói teve encontros com Bob Iger e Tom Rothman, o chefão da Sony, após o anúncio de que o Aranha não estaria mais no Universo Marvel. Ele usou sua participação na D23, a Comic Con da Disney, para mobilizar fãs e usar essa influência para demonstrar aos dois executivos como a permanência do Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) seria mais lucrativo para ambos, com maior venda de ingressos e nenhum protesto de fãs. Ele também teria usado seu contrato para estrelar “Uncharted”, adaptação de game que a Sony pretende transformar em franquia, para fazer Rothman reconsiderar a separação, e se tornou uma das raras estrelas de cinema a ser recebida pessoalmente por Iger, um dos homens mais poderosos de Hollywood, para discutir o aspecto comercial do lançamento de um filme. Tom Holland tem apenas 23 anos. Graças a seus esforços, os dois estúdios retomaram as discussões. No final, Rothman declarou: “Acho que foi uma vitória para a Sony. Acho que foi uma vitória para a Disney. Acho que foi uma vitória para fãs e espectadores”. Ainda não há previsão de estreia para o terceiro filme do Homem-Aranha estrelado por Holland. Mas “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” é a próximo lançamento do ator. E se trata de mais um trabalho de dublagem, após “Um Espião Animal” e “Dolittle”. No filme, ele e Chris Pratt são irmãos elfos, que tentam reencontrar a magia perdida num reino de fadas contemporâneo, em que a fantasia foi substituída pela tecnologia. A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Last night's premiere of @Pixar latest film, #Onward, gave me a chance to see @MarvelStudios friends–#ChrisPratt and #TomHolland! Tom owes me a "pint" for saving @SpiderMan! pic.twitter.com/JP1UOQJa6h — Robert Iger (@RobertIger) February 19, 2020

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    Festival de Berlim: Kleber Mendonça Filho diz que governo tenta destruir cinema brasileiro

    20 de fevereiro de 2020 /

    O diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho acabou concentrando a atenção da imprensa internacional durante a entrevista coletiva do júri do 70º Festival de Berlim, iniciado nesta quinta (20/2) na capital da Alemanha. Após pronunciamento do presidente do júri, o ator britânico Jeremy Irons (“Watchmen”), o cineasta pernambucano virou foco de perguntas de jornalistas estrangeiros perplexos com a situação política do Brasil, após a repercussão mundial do ataque do governo Bolsonaro à Petra Costa, diretora do documentário indicado ao Oscar “Democracia em Vertigem”, e as declarações disparatadas do presidente contra o ator Leonardo DiCaprio. Conhecido por filmes politizados, Kleber Mendonça Filho precisou responder se ainda era bem-vindo no Brasil. “Por sorte, sou bem-vindo em todos os lugares, inclusive aqui”, disse o diretor de “Bacurau” e “Aquarius”. “Vou continuar fazendo meus filmes, viajando com eles e falando o que penso. Nada vai mudar em termos de dizer o que penso”, acrescentou. Mendonça Filho também abordou o paradoxo atual do audiovisual brasileiro, representado pela presença recorde de 19 produções e coproduções brasileiras em Berlim no momento em que a produção de filmes se encontra paralisada no país – desde a posse de Bolsonaro, incentivos foram cortados e nenhuma verba foi liberada para novos projetos cinematográficos. “Estamos no melhor momento da história do cinema brasileiro e é exatamente o momento em que a indústria cinematográfica do país está sendo desmantelada dia a dia”, ele apontou. “Claro que estou preocupado. Temos cerca de 600 projetos entre cinema e televisão completamente congelados pela burocracia. O cinema brasileiro percorreu um longo caminho e tem uma história longa, é muito diverso. Foram mais de 20 anos de trabalho duro para construir isso. Temos uma lista muito diversa de cineastas do Brasil todo, não só do Sudeste, que economicamente e historicamente era onde o dinheiro estava concentrado. E é isso que está sendo destruído agora.” O cineasta contou que muitos cineastas jovens o procuram, preocupados com a perspectiva de conseguir seguir na carreira. “Eu digo que é uma época dura, mas também excelente para fazer filmes, porque a tecnologia ajuda e temos um país ainda mais cheio de contradições, conflitos e drama”, contou. Para completar, Mendonça Filho ainda comentou a morte de José Mojica Marins, o Zé do Caixão. “Ele foi um dos maiores diretores brasileiros na minha opinião, mas muito incompreendido no passado por fazer cinema de gênero. Nas últimas décadas os filmes de gênero, que sempre foram importantes e maravilhosos, ganharam respeitabilidade. Para mim, o cinema de gênero é um dos exemplos mais extremos de fazer cinema, mas não significa que só considero filmes de gênero, porque o cinema é rico o suficiente para ser diversificado.” Os demais integrantes do júri – a atriz franco-argentina Bérenice Bejo (de “O Artista” e “O Passado”), a produtora alemã Bettina Brokemper (parceira dos filmes de Lars von Trier, de “Dogville” a “A Casa que Jack Construiu”), a diretora palestina Annemarie Jacir (“Wajib – Um Convite de Casamento”), o diretor e roteirista americano Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira Mar”) e o ator italiano Luca Marinelli (“Entre Tempos”) – foram questionados apenas sobre o que esperam do festival e qual critério adotarão para escolher os melhores filmes. Jeremy Irons, que se manifestou sobre declarações polêmicas de seu passado, finalizou dizendo-se a favor de pautas progressistas, como direitos LGBTQIA+ e feminismo, e espera que alguns dos filmes da competição abordem esses assuntos e muitos outros problemas enfrentados no mundo. “Estou ansioso por assistir a longas que nos levem a questionar atitudes, preconceitos e mostrem percepções diferentes de mundo.”

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    Festival de Berlim começa com presença recorde de filmes brasileiros

    20 de fevereiro de 2020 /

    O Festival de Berlim começa sua sua 70ª edição nesta quinta (20/2) com participação brasileira recorde. O evento alemão vai projetar nada menos que 19 filmes com produção nacional. Destes, apenas quatro trazem o Brasil na condição de parceiro minoritário, entre eles o documentário “Nardjes A.”, dirigido pelo brasileiro Karim Ainouz (“A Vida Invisível”), que registra protestos civis na Argélia. A maioria dos filmes será exibido em seções paralelas à mostra principal, mas o país também está na disputa do Urso de Ouro com “Todos os Mortos”, codirigido por Caetano Gotardo (“O que se Move”) e Marco Dutra (“As Boas Maneiras”). A dupla, que se conheceu há duas décadas no curso de Cinema da USP, divide a direção pela primeira vez, após trabalharem em funções diferentes nos premiados terrores “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras” – Gotardo foi o editor dos filmes dirigidos por Dutra e Juliana Rojas (que agora é editora de “Todos os Mortos”). Os diretores também assinam o roteiro, que se passa logo após a Abolição da Escravatura, no fim do século 19. Ainda sem data de estreia no Brasil, “Todos os Mortos” vai tentar repetir as vitórias históricas de “Central do Brasil” (1998) e “Tropa de Elite” (2008) no famoso festival alemão, onde concorrerá com outros 17 títulos – de diretores como o americano Abel Ferrara (“Siberia”), o taiwanês Tsai Ming-Liang (“Rizi”), o francês Philippe Garrel (“Le Sel des Larmes”), o cambojano Rithy Panh (“Irradiés”) e a britânica Sally Potter (“The Roads Not Taken”). Dos 18 filmes na mostra oficial, seis são dirigidos ou codirigidos por mulheres, um índice menor que o recorde do ano passado (45%), mas acima do registrado em Cannes e principalmente em Veneza, que enfrentou protestos por incluir apenas duas diretoras entre as 21 obras na disputa do Leão de Ouro de sua última edição. Um cineasta brasileiro vai votar na premiação. Kleber Mendonça Filho, de “Aquarius” e “Bacurau”, faz parte do júri principal do festival, responsável por escolher os melhores do evento e entregar o troféu Urso de Ouro ao vencedor da competição cinematográfica. Ao lado dele, estão o ator britânico Jeremy Irons (“Watchmen”), que preside o comitê, a atriz franco-argentina Bérenice Bejo (de “O Artista” e “O Passado”), a produtora alemã Bettina Brokemper (parceira dos filmes de Lars von Trier, de “Dogville” a “A Casa que Jack Construiu”), a diretora palestina Annemarie Jacir (“Wajib – Um Convite de Casamento”), o diretor e roteirista americano Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira Mar”) e o ator italiano Luca Marinelli (“Entre Tempos”). Confira abaixo a lista de filmes brasileiros selecionados para o evento, que vai acontecer até o dia 1º de março na capital da Alemanha. LONGAS MAJORITÁRIOS BRASILEIROS “Todos os Mortos”, codirigido por Caetano Gotardo e Marco Dutra, coprodução da Dezenove Som e Imagem e Filmes do Caixote com a França (competitição do Urso de Ouro) “Alice Junior”, direção de Gil Baroni, produção da Beija Flor Filmes (mostra Generation) “Cidade Pássaro”, direção de Matias Mariani, produção da Primo Filmes”, coprodução com França (mostra Panorama) “Irmã”, direção de Luciana Mazeto e Vinicius Lopes, produção da Pátio Vazio (mostra Generation) “Luz nos Trópicos”, direção de Paula Gaitán, produção da Aruac e Pique-Bandeira (mostra Forum) “Meu Nome É Bagdá”, direção de Caru Alves de Souza, produção da Manjericão Filmes (mostra Generation) “O Reflexo do Lago”, direção de Fernando Segtowick, produção da Marahu Filmes (mostra Panorama) “Vento Seco”, direção de Daniel Nolasco, produção da Panaceia Filmes (mostra Panorama) “Vil, Má”, direção de Gustavo Vinagre, produção da Carneiro Verde e Avoa Filmes (mostra Forum) CURTAS/MÉDIAS “(Outros) Fundamentos”, direção de Aline Motta (mostra Forum Expanded) “Apiyemiyeki?”, direção de Ana Vaz em coprodução com França, Holanda e Portugal (mostra Forum Expanded) “Jogos Dirigidos”, direção de Jonathas de Andrade (mostra Forum Expanded) “Letter From A Guarani Woman In Search Of Her Land Without Evil”, de Patricia Ferreira (mostra Forum Expanded) “Rã”, direção de Julia Zakia e Ana Flávia Cavalcanti, produção da Gato do Parque (mostra Panorama) “Vaga Carne”, direção de Grace Passô e Ricardo Alves Jr, produção da Grãos da Imagem (mostra Forum Expanded) COPRODUÇÕES INTERNACIONAIS “Chico Ventana Tambien Quisiera Ter Un Submarino”, direção de Alex Piperno (Uruguai), coprodução brasileira Desvia (mostra Forum) “Los Conductos”, direção de Camilo Restrepo (Colômbia), coprodução brasileira If You Hold a Stone (mostra Encounters) “Nardjes A.”, direção de Karim Ainouz (Brasil), coprodução com Argélia, França e Alemanha (mostra Panorama) “Un Crimen Común”, direção de Francisco Márquez (Argentina)”, coprodução brasileira Multiverso (mostra Panorama)

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    Estreias: Cinemas recebem fantasias infantis no Carnaval

    20 de fevereiro de 2020 /

    O Carnaval começa com fantasias. Os cinemas recebem nesta quinta (20/2) três lançamentos amplos que trazem histórias clássicas infantis repaginadas para as crianças atuais. Curiosamente, apenas uma dessas adaptações foi classificada com censura livre: “O Chamado da Floresta”. A produção da Disney recria a famosa obra literária de Jack London (1876–1916) sobre o cachorro doméstico Buck, que, após sofrer com abandono, precisa reencontrar sua selvageria para sobreviver no Alasca. A trama foi atualizada para o século 21 e não apenas em sua ambientação: o cão que contracena com Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”) é criado por computação gráfica. O longa também estreia neste fim de semana nos EUA, onde conta com 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Dolittle” é baseado nos livros infantis dos anos 1920 de Hugh Lofting, que igualmente renderam inúmeras adaptações – inclusive comédias com Eddie Murphy. A versão da Universal se passa na época vitoriana e traz Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”) como o veterinário que entende literalmente os animais. Considerado um desastre pior que “Cats” pela crítica americana, recebeu apenas 15% de aprovação e implodiu nas bilheterias ao ser lançado na América do Norte em janeiro passado. Por fim, “Maria e João: O Conto das Bruxas” é uma variação da fábula de João e Maria (Hansel e Gretel, no original) que, ao valorizar os elementos macabros da narrativa dos irmãos Grimm, resulta num “terror” impróprio para menores de 14 anos. O filme traz Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”) como a menina Gretel/Maria, que se perde no meio da floresta com seu irmão menor e acaba encontrando abrigo na casa de uma bruxa. Um detalhe curioso é que o diretor Oz Perkins é filho do grande ator Anthony Perkins, que aterrorizou gerações como o Norman Bates de “Psicose” (1960). Sem entusiasmar a imprensa dos EUA (38% entre os críticos tops), o longa agradou aos geeks e atingiu 63% como nota final no Rotten Tomatoes. A lista americana ainda inclui um drama adulto, “Luta por Justiça”, que tem 83% de aprovação e foi indicado a vários prêmios. O longa adapta o livro de memórias de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial no sistema legal racista e que se envolveu num caso de grande repercussão no final dos anos 1980. O elenco reúne três estrelas da Marvel: Michael B. Jordan (o vilão de “Pantera Negra”) como Stevenson, Jamie Foxx (o vilão de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) como um inocente condenado à morte e Brie Larson (a “Capitã Marvel”) como assistente da defesa. A direção é de Destin Daniel Cretton, que também entrou na Marvel – vai dirigir a seguir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. O circuito limitado se completa com quatro estreias europeias – uma delas dirigida por americano: “Frankie”, de Ira Sachs (“O Amor É Estranho”). Cinéfilos vão querer conferir o belga “O Jovem Ahmed”, novo drama social dos irmãos Dardene (“Dois Dias, Uma Noite”), desta vez abordando a radicalização da juventude islâmica. Mas os destaques, na verdade, são duas comédias: a francesa “As Invisíveis”, que também tem temática social e um enfoque quase documental, e a alemã “De Quem É o Sutiã?”, que evoca o humor sem diálogos do saudoso Jacques Tatit. Confira abaixo os detalhes, com todos os títulos, sinopses e trailers das estreias da semana. O Chamado da Floresta | EUA | Aventura Depois de anos vivendo como um cachorro de estimação na casa de uma família na Califórnia, Buck precisa entrar em contato com os seus instintos mais selvagens para conseguir sobreviver no ambiente hostil do Alasca. Com o tempo, seu lado feroz se desenvolve e ele se torna o grande líder de sua matilha. Baseado no livro homônimo de Jack London, lançado em 1903. Dolittle | EUA | Fantasia Doutor Dolittle (Robert Downey Jr) é um veterinário muito competente, que cuida de vários animais e afirma que consegue até se comunicar através de palavras com eles. Maria e João: O Conto das Bruxas | EUA | Terror Há muito tempo, em um campo distante, Maria (Sophia Lillis) leva seu irmãozinho João (Sammy Leakey) a um bosque escuro, em uma busca desesperada por comida e trabalho. Quando eles encontram Holda (Alice Krige), uma misteriosa mulher que reside na floresta, os dois irmãos descobrem que nem todo conto de fadas termina bem. Luta por Justiça | EUA | Drama Bryan Stevenson (Michael B. Jordan) é um advogado recém-formado em Harvard que abre mão de uma carreira lucrativa em escritórios renomados da costa leste americana para se mudar para o Alabama e se dedicar a ajudar prisioneiros condenados à morte que jamais receberam assistência legal justa. Ao chegar lá, Bryan se depara com o caso de Walter McMillian (Jamie Foxx), um homem negro falsamente acusado de um assassinato, mas que nunca teve uma defesa apropriada por conta do preconceito racial na região. As Invisíveis | França | Comédia Após uma decisão da prefeitura, o abrigo feminino Envol é obrigado a fechar as portas. Com apenas três meses em funcionamento, as assistentes sociais fazem de tudo para conseguir reintegrar estas mulheres na sociedade, incluindo crimes como falsificação, roubos e mentiras. De Quem É o Sutiã? | Alemanha | Comédia A última viagem de Nurlan não sai como o esperado. Antes de se aposentar, o solitário maquinista faz mais uma vez o percurso até Baku (Azerbaijão). Mas ele embarca em uma aventura inusitada quando encontra um sutiã azul e parte em busca da dona pelas ruas da cidade. O Jovem Ahmed | Bélgica, França | Drama Ahmed (Idir Ben Addi) é um menino muçulmano de 13 anos de idade que vive na Bélgica. Seguindo as palavras de um imã local, e inspirado nos passos do primo extremista, ele começa a rejeitar a autoridade da mãe e da professora. Quando se convence de que a professora é uma pecadora por ministrar um curso de árabe sem utilizar o Corão, Ahmed decide matá-la para impressionar os líderes religiosos e agradar a Alá. Depois do ato, o adolescente precisa lidar com as consequências. Frankie | França, Portugal | Drama Frankie (Isabelle Huppert) é uma famosa atriz francesa. Quando descobre estar muito doente, com perspectiva de morrer dentro de poucos meses, ela se refugia em Sintra, Portugal, onde pretende passar os seus últimos dias ao lado dos familiares, que aos poucos descobrem a gravidade da situação.

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  • Música

    Pearl Jam lança clipe feito por animador punk rock do Instagram

    19 de fevereiro de 2020 /

    Pearl Jam divulgou o clipe da música “Superblood Wolfmoon”, uma animação criada por Keith Ross como parte expandida de sua iniciativa Tiny Concert, uma das páginas mais punk rock do Instagram. Com o nome de Tiny Concert, Ross vem animando desde 2018 diversos clássicos punks (Ramones, Black Flag, Addicts, The Clash, The Germs, Bad Brains, The Cramps, The Damned, Misfits, Fugazi, The Exploited!), que ele transforma em clipes apenas com traços de caneta preta sobre folhas de papel sulfite branco. O resultado é impressionante, mesmo adotando uma simplicidade quase infantil e uma estética DIY totalmente punk rock. “Superblood Wolfmoon” é o terceiro clipe oficial de Ross (após trabalhos com as bandas Blank Tapes e Dead Furies), e o segundo single do novo álbum do Pearl Jam, “Gigaton”, que será lançado no dia 27 de março. Veja abaixo o clipe oficial e aproveite para conhecer outros “tiny concerts” de Keith Ross. Os mais antigos são basicões, enquanto os novos incorporam linguagem de edição cinematográfica. Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring @ramones Drawn for @johnnyramone #johnnyramonearmy #joeyramone #deedeeramone #tommyramone Thank you @lindaramone ❤️⚡️#heyholetsgo #ramones #punkrock #penandink #sketchbook #tinyconcert #animation Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 9 de Dez, 2018 às 1:37 PST Ver essa foto no Instagram Have a great week! @tinyconcert featuring #fugazi #ianmackaye #guypicciotto #brendancanty #joelally @dischordrecords #dischord #punkhardcore #dchardcore #punk #punkrock #ballpointpen #sketchbook #animation #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 25 de Fev, 2019 às 4:51 PST Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #themisfits #doylewolfgangvonfrankenstein #glendanzig #jerryonly #originalmisfits #nightofthelivingdead #walkamongus #animation #forthefunofit #tinyconcert dedicated to @ksrubins73 Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 13 de Jun, 2018 às 1:35 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #blackflag #nervousbreakdown #1979 #keithmorris #gregginn #chuckdukowski #brianmigdol #hardcore #punkrock #tinyconcert #animation Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 4 de Ago, 2018 às 6:37 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #thegerms #lexicondevil #darbycrash #patsmear #lornadoom #donbolles #GI #punk #tinyconcert #bic #ballpointpen #ink #roughsketch #punkrock #animation Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 17 de Set, 2018 às 5:49 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #thecramps #loveme #rockproject #punk #punkrock #animation #tinyconcert #ballpointpen #ink #art Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 16 de Abr, 2018 às 3:35 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #badbrains #hardcorepunk #punkrock #punk #reggae #rasta #sketchbook #ballpoint #doodle #tinyconcert #animation #hr #hrbadbrains #therealofficialhr #drknow #darryljenifer #earlhudson Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 25 de Jun, 2018 às 4:18 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert presents #thedamned #davevanian #ratscabies #captainsensible @captainsensible1 #algyward #punkrock #lovesong #animation #forthefunofit #sketch #bic #rockproject #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 8 de Abr, 2018 às 8:20 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring @theadictsofficial #droogarmy #keithwarren #monkey #petedee #melellis #kiddee #theadicts #4321 #punkrock #tinyconcert #animation Cheers droogs! Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 27 de Jul, 2018 às 4:34 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #theexploited @wattie_exploited #wattiebuchan #bigjohnduncan #garymccormack #drustix #punksnotdead #punkrock #tinyconcert #animation Enjoy!!! Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 18 de Jul, 2018 às 4:55 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #theclash #ifoughtthelaw #punk #punkrock #sketchbook #animation #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 5 de Mar, 2018 às 6:09 PST Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #theramones #beatonthebrat #punk #punkrock #animation #bic #ballpointpen #sketch #tribute #heros #rockproject #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 30 de Jan, 2018 às 2:26 PST

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    Filha adotiva de Steven Spielberg vira atriz pornô

    19 de fevereiro de 2020 /

    A filha adotiva de Steven Spielberg, Mikaela, virou atriz pornô. Adotada ainda bebê pelo diretor e sua esposa, a atriz Kate Capshaw, Mikaela Spielberg revelou, em entrevista ao jornal britânico The Sun, ter anunciado no último fim de semana sua opção de carreira para os pais, que a teriam apoiado totalmente. Segundo a jovem de 23 anos, eles não ficaram tristes, mas intrigados. “Eu estava muito cansada de não poder capitalizar meu corpo e, francamente, eu estou cansada de ouvir que tenho de odiar meu corpo […] Cansada de trabalhar todo dia de uma forma que não satisfazia minha alma”, disse a jovem, que tem 23 anos. Ela relatou que já tem produzido alguns vídeos por conta própria e que planeja atuar como stripper assim que conseguir sua licença para trabalho sexual. Atualmente noiva de Chuck Pankow, um jogador de dardos de 47 anos, Mikaela conta que só pretende fazer vídeos solos para não prejudicar seu relacionamento. Na entrevista, ainda revelou ter sofrido abuso sexual na infância, ato que desencadeou uma série de doenças mentais ao longo da vida, e disse que sua nova profissão a empoderou e lhe deu uma confiança que pensava que jamais teria. Por fim, Mikaela revelou que gosta de trabalhar com pornografia por ter a possibilidade de satisfazer os outros sem ser violada.

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    José Mojica Marins (1936 – 2020)

    19 de fevereiro de 2020 /

    O cineasta José Mojica Marins, mais conhecido como seu personagem Zé do Caixão, morreu nesta quarta (19/2) em São Paulo, aos 83 anos de idade. O cineasta estava internado desde o dia 28 de janeiro para tratar de uma broncopneumonia. A informação foi confirmada por Liz Marins, filha do diretor. Filho de espanhóis, o paulistano Mojica iniciou a carreira em 1949 com uma câmera de 8mm que ganhou de seu pai em seu aniversário de 12 anos, quando fez seu primeiro “filme”: “O Juízo Final”, curta sci-fi sobre uma invasão alienígena. Ele também dirigiu o primeiro longa-metragem em formato Cinemascope (a tela widescreen original) do Brasil: o faroeste “Sina de Aventureiro” (1957). Mas a façanha que mais costuma ser celebrada em sua carreira é o fato de ter virado o maior nome do terror nacional, conhecido mundialmente pela criação de Zé do Caixão – ou Coffin Joe, como chamam os americanos – , personagem icônico que lançou em 1964, no clássico “A Meia Noite Levarei a Sua Alma”. Vilão amoral, sádico e irredimível, Zé do Caixão era o dono de um funerária do interior que desafiava Deus e o diabo com sua única crença: a continuidade do sangue. Ele quer ser o pai de uma criança superior a partir do cruzamento com a “mulher perfeita”, alguém que ele considere intelectualmente à sua altura – isto é, que não se deixe aterrorizar por bobagens, como aranhas vivas caminhando sobre seu corpo, nem acredite em superstições, como a Bíblia. Na busca por esta mulher, ele se mostra sempre pronto a torturar candidatas e matar quem tentar impedir sua missão. O impacto do personagem, uma criação original, rendeu fama a Mojica, que acabou confundido com o próprio Zé do Caixão ao explorar o personagem em novas continuações – como “Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver” (1967) e “Encarnação do Demônio” (2008) – , derivados – como “O Mundo Estranho de Zé do Caixão” (1968) e “Exorcismo Negro” (1974) – , aparições na TV e até nos quadrinhos. Mojica contou que o monstro famoso de unhas compridas lhe apareceu num pesadelo, no início de 1963. Ele já tinha dois longas-metragens no currículo, o citado “Sina de Aventureiro” e o drama “Meu Destino em Suas Mãos” (1961), quando se viu arrastado para uma cova por um homem todo de preto, com seu rosto. Ao acordar, ele decidiu transformar o pesadelo em filme, dando origem ao coveiro Josefel Zanatas, que seus detratores em “A Meia Noite Levarei a Sua Alma” batizaram de Zé do Caixão. Seu último filme como Zé do Caixão foi “Encarnação do Demônio”, de 2008. Originalmente previsto para ser o desfecho da trilogia original, ele deveria ter sido rodado em 1967, mas foi interrompido por problemas com a censura federal. A ditadura militar passou a considerar os filmes de Mojica muito perturbadores e passou a proibir a exibição de novos filmes de terror do diretor, como “Ritual dos Sádicos” (1969), também chamado de “O Despertar da Besta”, e “Finis Hominis” (1971). Mas Mojica se manteve na ativa, dirigindo filme eróticos na Boca do Lixo durante os anos 1970 e 1980 – de títulos sugestivos como “Quinta Dimensão do Sexo”, “48 Horas de Sexo Alucinante”, “Dr. Frank na Clínica das Taras” e “24 Horas de Sexo Explícito”. Um destes filmes, “A Virgem e o Machão”, tornou-se um de seus maiores sucessos comerciais, visto por 1,3 milhão de brasileiros. De vez em quando, porém, voltava ao terror, em alguns curtas e lançamentos em vídeo, até ressurgir com impacto em “Encarnação do Demônio”, seu primeiro filme de grande orçamento, que venceu o Festival de Paulínia. Mas apesar de elogios rasgados da crítica, o filme implodiu nas bilheterias. O diretor conquistou maior público e notoriedade ao expandir a presença de Zé do Caixão para outras mídias, apresentando programas que marcaram quatro décadas de telespectadores, como “Além, Muito Além do Além” (1967-68), na Bandeirantes, “Show do Outro Mundo” (1981), na Record, “Cine Trash” (1996), de novo na Band, e “O Estranho Mundo do Zé do Caixão” (2008), um talk show que durou sete temporadas no Canal Brasil. A presença televisiva inspirou a redescoberta de seus filmes originais. Depois de anos vivendo às margens do mercado cinematográfico brasileiro, Mojica se tornou cultuado e sua obra foi amplamente revisitada, em busca de pérolas perdidas. E havia muitos trabalhos de Mojica que o mercado desconhecia, como “Exorcismo Negro” (1974), talvez a grande obra-prima do diretor. Na virada para o século 21, Mojica virou fenômeno pop. Foi tema de livros, como “Maldito!” (1998), cinebiografia escrita pelos jornalistas André Barcinski e Ivan Finotti, recebeu homenagem do Festival de Sundance, nos EUA, com uma retrospectiva de sua carreira em 2001, inspirou desfiles de escolas de samba – no carnaval carioca de 2011 e no paulista de 2018 – e teve a vida transformada em série televisiva: “Zé do Caixão” (2015), em que foi encarnado por Matheus Nachtergaele. Ele seguia dirigindo e atuando em segmentos de coletâneas de terror, ao lado de outros cineastas, como a produção internacional “The Profane Exhibit” (2013) e a nacional “As Fábulas Negras” (2015). Atuou até na comédia “Entrando Numa Roubada” (2015). Mas a saúde debilitada começou a preocupar a família. Após infarto e paradas cardíacas em 2014, diminuiu o ritmo e passou a ser pouco visto desde então. Seu legado inclui cerca de 40 filmes como diretor e mais de 60 produções como ator, entre longas, curtas, documentários e séries.

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    Henry Cavill reencontra Plotka no set de The Witcher

    19 de fevereiro de 2020 /

    As gravações da 2ª temporada de “The Witcher” já começaram, como demonstrou o ator Henry Cavill em seu Instagram. Ele aproveitou os primeiros dias no set para apresentar ao público o intérprete de Plotka/Roach, a égua companheira de seu personagem na série, Geralt de Rivia. “Olha quem eu encontrei! E para quem perguntou. Esse é Zeus, mas a maioria deve conhecê-lo como Roach! E sim, Roach tradicionalmente é uma égua e se o nome quer dizer alguma coisa, Zeus não é… mas isso não deveria ser uma limitação para suas opções de performance. Por que nós não temos um Oscar para Melhor Cavalo Coadjuvante?”. Roach é a tradução americana para o nome que Geralt costuma dar para todos os seus cavalos, geralmente éguas. Mas as legendas da versão brasileira da série da Netflix utiliza o nome original do animal em polonês, Plotka, como nos livros do escritor Andrzej Sapkowski – mesmo quando se ouve Cavill falar claramente Roach. Para complicar ainda mais a compreensão do público nacional, o equino tem ainda outro nome no país. No game “The Witcher III: Wild Hunt”, Plotka foi batizada em português de Carpeado. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada da série da Netflix. Ver essa foto no Instagram Look who I found! And for those asking. This is Zeus pronounced Zey-oos, but most may know this particular horse as Roach! And yes, Roach is a traditionally a mare (lady horse) and if the name is anything to go by, Zeus, is not….but that shouldn't limit his performance options. Why don't we have an Oscar for best supporting horse? #HorseOscar #Zeus #Roach #Witcher2 Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em 19 de Fev, 2020 às 2:25 PST

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  • Filme

    Jennifer Lawrence vai estrear na Netflix em filme do diretor de A Grande Aposta

    19 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Jennifer Lawrence vai estrelar seu primeiro filme na Netflix. Trata-se de “Don’t Look Up”, uma comédia escrita e dirigida por Adam McKay, premiado com o Oscar por “A Grande Aposta” (2015). No filme, Lawrence vai interpretar uma cientista que descobre que um gigantesco meteoro vai se chocar contra a Terra em seis meses. Mas ao saírem alertando o mundo pela imprensa, ela e seu parceiro de descoberta são recebidos com desdém e descrença. A Netflix venceu outros estúdios que estavam brigando pelos direitos de distribuição do projeto. Em comunicado, McKay disse que optou pelo streaming porque “esta é uma comédia de nível global”. “Don’t Look Up” é um dos muitos projetos de Lawrence atualmente em desenvolvimento, após a atriz encerrar um hiato programado para reavaliar sua carreira. Ela se afastou em 2018, depois de encerrar a produção de “Operação Red Sparrow” (“X-Men: Fênix Negra” foi lançado depois, mas filmado muito antes), mas já tem três outras produções encaminhadas, inclusive um primeiro projeto com McCay, “Bad Blood”, sobre a vida de Elizabeth Holmes, uma jovem que virou bilionária na indústria médica, antes de perder (quase) tudo. Não está claro se “Bad Blood” foi adiado ou trocado pela dupla por “Don’t Look Up”, mas, de todo modo, a atriz já filmou uma produção indie do estúdio A24 ainda sem título, que marca a estreia no cinema de Lila Neugerbauer, diretora aclamada do teatro, e prepara-se para iniciar a filmagem de “Mob Girl”, do italiano Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”), sobre uma mafiosa que vira informante da polícia.

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  • Filme

    Diretor de Parasita revela ter recebido carta de Martin Scorsese após vencer o Oscar

    19 de fevereiro de 2020 /

    O diretor Bong Joon-ho revelou nesta quarta (19/2) ter recebido uma carta de Martin Scorsese após vencer o Oscar de Melhor Filme por “Parasita” e derrotá-lo na disputa de Melhor Direção na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. Durante a cerimônia, o cineasta sul-coreano chegou a referir-se a Scorsese em seu discurso de agradecimento, dizendo que uma frase do diretor de “O Irlandês” tinha sido uma das mais importantes na sua formação: “o mais pessoal é o mais criativo”. O americano ficou claramente emocionado pela citação, conforme as câmeras da cerimônia registraram. “Li a carta hoje de manhã e foi uma honra”, disse Bong durante uma entrevista coletiva com o elenco e a equipe de “Parasita” em Seul, a capital da Coreia do Sul, onde abordou a conquista do Oscar 2020. “Ele me disse para descansar, mas só um pouco, e voltar ao trabalho, já que está esperando meu próximo filme”, contou. Bong contou estar trabalhando em dois projetos: um filme baseado em um incidente “assustador” em Seul, que ele já descreveu como terror, e em sua terceira produção falada em inglês (após “Expresso do Amanhã” e “Okja”), um drama inspirado por eventos reais de 2016, que seria filmado nos EUA e no Reino Unido. Além disso, ele também é o produtor de uma minissérie da HBO inspirada em “Parasita”, que ainda está em fase inicial de desenvolvimento. A minissérie derivada de “Parasita” será a segunda adaptação televisiva de um filme de Bong Joon-ho. A TNT vai lançar em maio a série “Snowpiercer”, baseada em “Expresso do Amanhã”, mas sem envolvimento do diretor.

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  • Série

    Feel Good: Série LGBTQIA+ da comediante Mae Martin ganha dois trailers

    19 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix e o Channel 4 divulgaram dois trailers e fotos de sua coprodução “Feel Good”, primeira série criada e estrelada por Mae Martin. A protagonista, que parece uma versão adolescente e loira de Topher Grace (“That ’70s Show”), é na verdade uma comediante canadense de 32 anos, vencedora de vários prêmios como roteirista e artista, que atualmente mora em Londres, onde faz shows e apresenta programas de rádio. Ela já teve seu próprio especial de stand-up na Netflix e na série semi-autobiográfica conta sua história, vivendo uma versão de si mesma, uma jovem comediante canadense chamada Mae, que encontra o amor em Londres após uma apresentação de stand-up. Ela se vê envolvida com outra mulher previamente heterossexual com vergonha de se assumir e, conforme o relacionamento progride, revela que passou pela prisão, tem problemas com a família e precisa ir a reuniões de narcóticos anônimos para lidar com o vício em drogas e álcool. O elenco destaca Charlotte Ritchie (“Call the Midwife”) como a namorada chamada George, além de Adrian Lukis (“Judy”) e Lisa Kudrow (“Friends”) como os pais de Martin. A estreia está marcada para 19 de março em streaming.

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  • Filme

    007: Sem Tempo Para Morrer ganha primeiro trailer legendado com a música-tema de Billie Eilish

    19 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou um novo trailer legendado de “007: Sem Tempo Para Morrer”, que destaca a música-tema cantada pela cantora Billie Eilish, de 18 anos, a mais jovem intérprete das trilhas da franquia (Ouça a música inteira aqui). A canção melancólica casa perfeitamente com as imagens, que envolvem um segredo de Madeleine Swann (Léa Seydoux), a paixão do agente secreto James Bond (Daniel Craig), relacionado ao vilão da vez, o deformado Safin (Rami Malek). O último filme de James Bond estrelado por Daniel Craig tem direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) e estreia prevista para 9 de abril no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    The Strokes divulga clipes retrôs de inspiração sci-fi

    18 de fevereiro de 2020 /

    A banda The Strokes lançou seus primeiros clipes em quatro anos: a animação “At the Door” e o infomercial trash “Bad Decisions”. Enquanto o primeiro exibe inspirações de fantasias do final dos anos 1970/início dos 1980, como “Heavy Metal” (1981), “Uma Grande Aventura” (1978) e “A História Sem Fim” (1984), o segundo é uma combinação de referências de sci-fi do começo dos 1970, focando em tramas de tecnologia sinistra, como “As Esposas de Stepford” (1975) e “Westworld: Onde Ninguém tem Alma” (1973). Se “At the Door” conta várias histórias paralelas, de coelhos no brejo a uma guerreira espacial, “Bad Decisions se passa no cenário de um infomercial setentista que apresenta um novo sucesso de vendas: The Strokes, uma banda que qualquer um pode fazer em casa, bastando alterar a aparência dos músicos a seu próprio gosto. Só que os produtos são defeituosos e quando as cabeças começam a explodir, o caos se instala nos lares americanos e revela, por trás dos cenários de TV, dezenas de clones mal-formados dos artistas. As músicas fazem parte do primeiro álbum completo da banda em sete anos, “The New Abnormal”, que será lançado no dia 10 de abril.

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