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  • Série

    Temporada final de Lucifer será dividida em duas partes

    29 de outubro de 2019 /

    A Netflix vai dividir a última temporada de “Lucifer” em duas partes. Quem revelou a novidade foi o próprio astro da série, Tom Ellis, ao programa “The Kelly Clarkson Show”. “A 5ª temporada de ‘Lucifer’ será dividida em duas partes. A Netflix lançará oito episódios, depois fará uma pequena pausa, e aí lançará os outros oito episódios”, disse o ator durante uma visita da cantora/apresentadora e sua família ao set da produção. Veja abaixo. A plataforma tem adotado cada vez mais o costume de dividir temporadas em duas partes – uma prática comum na TV, que originou o termo “midseason”. Já fez isso, de forma assumida, em séries como “The Ranch” e “BoJack Horseman”, mas também escamoteia o costume, ao substituir a denominação “temporada” por “parte” em produções como “La Casa de Papel” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”. A temporada final de Lucifer teria inicialmente apenas 10 episódios, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada. A estreia dos oito episódios iniciais está prevista para maio de 2020.

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  • Série

    The Mandalorian: Série live-action de Star Wars ganha novo trailer repleto de ação

    29 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. A prévia é narrada pelo personagem do cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”) e traz o protagonista mascarado vivido por Pedro Pascal (“Narcos”) em meio a muitas cenas de ação. Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, e o vídeo reforça essa sensação, ao apresentar o personagem-título como um caçador de recompensas espacial que atira primeiro e faz perguntas depois. Vale lembrar que o título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett, evocados no visual de Pascal. O ator nunca aparece sem um elmo de metal sobre o rosto. Os demais intérpretes do elenco também são vistos no trailer. A lista inclui Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). Os episódios foram dirigidos por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), o citado Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). A série vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.

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  • Série

    Tyler Hoechlin confirma produção da série da Superman

    28 de outubro de 2019 /

    O ator Tyler Hoechlin usou o Instagram para confirmar e comentar a notícia da encomenda do piloto de “Superman & Lois” pela rede The CW. E a empolgação do texto sugere que não se trata apenas de um projeto, mas sim de uma produção já aprovada. “Eu não poderia estar mais agradecido por poder contar essa história, que no momento precisa continuar em segredo. Fui abençoado com nada menos do que as pessoas mais maravilhosas possíveis, e não poderia pedir por uma parceira melhor do que Elizabeth Tulloch em tudo isso. Já aprendi muito com ela, e sei que isso não vai acabar tão cedo”, ele escreveu, ao lado de uma foto dos bastidores de “Superman: O Filme”, com Christopher Reeve e Margot Kidder, e de imagens da nova versão de Superman e Lois Lane na televisão. “Todas as pessoas por trás das câmeras se importam tanto com os personagens, suas vidas e todas as partes que vamos discutir na série. Me traz grande conforto saber que vão nos colocar no caminho certo. Obrigado a todos que disseram, ‘Sim’ para esse projeto (Warner, DC, CW). Não vamos decepcionar. Será uma grande aventura. Mal posso esperar para começar a trabalhar!” A série, atualmente em desenvolvimento, “segue os super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A premissa indica que eles serão papais – algo inédito na TV. A nova série será a primeira protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur) – proibido de ser chamado de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. “Superman & Lois” faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e está sendo desenvolvida pelo próprio Berlanti em parceria com Todd Helbing (produtor-roteirista de “The Flash”) como spin-off de “Supergirl”, onde Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch debutaram como Superman e Lois Lane. Por sinal, eles serão vistos como o casal no próximo crossover do Arrowverso. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ver essa foto no Instagram I could not be more grateful for the opportunity to tell this story, that for now shall remain a secret. But I’ve been blessed with nothing less than the most wonderful people to do it alongside of. I couldn’t ask for a better partner than @BitsieTulloch in all of this. I’ve already learned so much from her and I know that won’t stop anytime soon. So thank you @gberlanti and everyone else who brought her in as our Lois Lane. All the people behind the scenes care so much about these characters and their lives and the parts to which we’ll be speaking about, it gives me great comfort to know that they’ll steer us in the right direction. Thank you to everyone that said “yes” to this project (Warner Brothers, DC, CW). We won’t let you down. It’s going to be a grand adventure. Can’t wait to get to work! P.S. I had no idea this picture existed when someone grabbed the shot of Bitsie and I on the monitor, and I just noticed today the resemblance of my expression to that of Mr. Reeves. Had to share. Hope we make something he would be proud of. Up, up! Uma publicação compartilhada por Tyler Hoechlin (@tylerhoechlin) em 28 de Out, 2019 às 12:13 PDT

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  • Filme

    Inferno de Dante pode virar série ambientada nos dias atuais

    28 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano Freeform está desenvolvendo um projeto de série baseado no “Inferno de Dante”, a primeira parte do célebre poema épico de Dante Alighieri, “A Divina Comédia”. A produção está sendo descrita como uma recriação contemporânea do poema épico do século 14, que se passará no submundo demoníaco da atual Los Angeles. A trama vai seguir Grace Dante, que sempre achou sua vida uma droga. Entre sua mãe viciada em drogas e seu irmão problemático, a protagonista de 20 e poucos anos teve que desistir de todos os seus sonhos. Então, um dia, tudo muda e seus sonhos começam a se tornar magicamente realidade: escola, carreira, amor… mas o responsável por toda essa boa sorte é o próprio diabo. E, para se livrar dele, ela terá que viajar pelo Inferno de Dante. O projeto está sendo desenvolvido a oito mãos por Ethan Reiff e Cyrus Voris (de “Knightfall”), Nina Flore e John Herrera (de “The Handmaid’s Tale”). Por enquanto, apenas a produção do roteiro foi encomendada. Ele precisa agradar para ganhar encomenda de piloto e entrar na fila de aprovação final para virar série. Vale lembrar que o “Inferno de Dante” ganhou uma versão contemporânea no ano passado, como parte do filme “A Casa que Jack Construiu”, de Lars Von Trier.

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  • Filme

    Little Joe: Experiência genética em flores dá errado em trailer de terror

    28 de outubro de 2019 /

    O estúdio indie Magnolia divulgou o pôster, as fotos e o trailer do terror científico “Little Joe”. Na trama, flores geneticamente modificadas para dar a sensação de felicidade acabam se revelando um perigo, passando a espalhar paranoia e influenciar comportamentos inesperados. A produção é estrelada por Emily Beecham (“Into the Badlands”), Ben Whishaw (“O Retorno de Mary Poppins”), Kerry Fox (“A Vingança Está na Moda”) e Kit Connor (“Rocketman”). Escrito e dirigido pela austríaca Jessica Hausner (“Lourdes”), “Little Joe” será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 6 de dezembro e ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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  • Filme

    Diretor de A Bela e a Fera prepara versão musical de Um Conto de Natal

    28 de outubro de 2019 /

    O diretor Bill Condon vai filmar nova fábula musical da Disney, depois do sucesso de “A Bela e a Fera” (2017). Dessa vez, Condon irá comandar “Marley”, uma versão musical do famoso “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens. A produção contará a história clássica pela perspectiva de Jacob Marley, falecido parceiro de negócios de Ebenezer Scrooge. Para quem não lembra do personagem, ele é o espírito que visita Scrooge, o avarento que abomina o Natal. O espírito de Marley não pode descansar em paz, já que não foi bom nem generoso em vida, e avisa a Scrooge que ele receberá a visita dos Fantasmas do Natal Passado, Presente e Futuro, que lhe darão a chance de mudar seus próprios caminhos enquanto é tempo. Condon já escreveu o roteiro, sinal de estágio de desenvolvimento avançado do projeto, que está em fase final de composição musical. A trilha de canções está a cargo de Stephen Schwartz, compositor e letrista, famoso pelo sucesso da Broadway “Wicked” e que venceu dois Oscars por suas músicas em “Pocahontas”, animação de 1995 da própria Disney. “Marley” ainda não teve elenco anunciado, nem data de estreia divulgada. Curiosamente, a Apple também está desenvolvendo uma versão musical de “Um Conto de Natal”, que será estrelada por Will Ferrell e Ryan Reynolds.

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  • Série

    The Mandalorian: Primeira série live-action de Star Wars ganha cinco pôsteres de personagens

    28 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou uma coleção de pôsteres de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. As artes destacam os personagens principais da produção: o mandaloriano do título (vivido por Pedro Pascal, de “Narcos”), Cara Dune (Gina Carano, de “Deadpool”), Greef Carga (Carl Weathers, o Apollo de “Rocky”), além do robô IG-11 e um alienígena chamado Kuiil. Uma curiosidade sobre o robô é que, embora similar a IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980) junto com os caçadores de recompensas Boba Fett, Dengar, Bossk, Zuckuss e 4-LOM, ele é inédito na franquia e será dublado na série pelo cineasta Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), que também assina um episódio como diretor. Já Kuiil é um Ugnaught, que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica. Vale lembrar que o título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett, evocados no visual de Pedro Pascal. Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). E vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.

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  • Filme

    Diretor diz que Jurassic World 3 é na verdade Jurassic Park 6

    28 de outubro de 2019 /

    Os reforços de Jeff Goldblum, Sam Neill e Laura Dern no elenco do terceiro “Jurassic World” está fazendo o diretor Colin Trevorrow chamar o filme de “Jurassic Park 6”. A revelação foi feita em entrevista para a revista Empire. “Este novo filme permite que o legado destes personagens seja parte da história, de forma orgânica. Emily Carmichael [corroteirista] e eu o chamamos de ‘Jurassic Park 6’, porque é o que ele é”, explicou o cineasta. Será a primeira vez que os três atores contracenarão como os personagens do primeiro “Jurassic Park” desde o lançamento do filme original, em 1993 – o elenco se alternou nas duas continuações oficiais. Eles se juntarão a Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, protagonistas de “Jurassic World”, confirmando que as duas trilogias jurássicas são parte da mesma franquia. Na entrevista, o diretor também afirmou que existe uma grande colaboração entre atores e roteiristas na produção do filme, já que tanto os astros da trilogia original quanto o casal dos novos longas conhecem bem seus personagens e são capazes de localizar seu lugar na nova história. “Eles conhecem e amam estes personagens. Vamos fazer isso juntos”. Além de dirigir, Trevorrow assina o roteiro ao lado de Emily Carmichael (“Círculo de Fogo: A Revolta”). Eles trabalharam juntos no curta “Battle at Big Rock”, que serve como uma prévia do filme (e pode ser visto integralmente neste link). A estreia de “Jurassic World 3″/”Jurassic Park 6” prevista apenas para junho de 2021.

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  • Filme

    Rachel Weisz vai estrelar cinebiografia de Elizabeth Taylor centrada em ativismo contra a Aids

    28 de outubro de 2019 /

    A atriz Rachel Weisz (“A Favorita”) vai viver uma das maiores lendas de Hollywood em seu próximo filme, ninguém menos que Elizabeth Taylor em “A Special Relationship”. A produção cinebiográfica será focada no ativismo de Taylor em prol das vítimas de HIV/AIDS, nos anos 1980. Na época, a atriz tinha como assistente pessoal o jovem gay Roger Wall, com quem formou um estreito laço de amizade e que a ajudou a se informar sobre a epidemia do HIV. A morte de Rock Hudson, com quem ela contracenou em “Assim Caminha a Humanidade”, vítima de Aids em 1985, também foi um momento chave para transformar a estrela na face mais conhecida do movimento de conscientização contra a Aids. Neste papel, ela apostou sua reputação para enfrentar diretamente o então presidente Ronald Reagan, responsável por travar a formulação de políticas de contenção da doença e investimentos para seu tratamento por puro e assumido preconceito – porque a doença afetava desproporcionalmente a comunidade LGBTQIA+. Barbara Berkowitz e Tim Mendelson, que administram o legado de Elizabeth Taylor, aprovaram a produção do longa-metragem, que está sendo escrito pelo roteirista inglês Simon Beaufoy, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário” (2008). “A Special Relationship” ainda não tem data de estreia definida.

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  • Filme

    Academia celebra inclusão e diversidade na entrega dos Oscars honorários de 2019

    28 de outubro de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos entregou os Oscars honorários deste ano, numa cerimônia realizada no domingo (27/10) em Los Angeles. Chamado de Governors Awards (‘governors’ são os diretores da organização, não governadores de estados), o evento celebrou as carreiras dos cineastas David Lynch e Lina Wertmüller e do ator Wes Studi, além de homenagear a atriz Geena Davis com o Prêmio Humanitário Jean Hersholt. Os temas da diversidade e inclusão, tanto sexual quanto racial, marcaram os discursos. Davis, uma das protagonistas de “Thelma e Louise” (1991), afirmou que o “road movie” clássico e feminista a incentivou a lutar pelo equilíbrio de gênero no cinema. “‘Me fez perceber de uma maneira muito poderosa as poucas oportunidades que damos às mulheres de sair de um filme sentindo-se empolgadas e empoderadas por personagens femininas”, disse a atriz sobre o filme de 1991. Desde então, ela tem se engajado na luta por mais espaço às mulheres no cinema e, em 2004, fundou um instituto que compila dados sobre preconceitos de gênero. Ao receber o prêmio da Academia por este trabalho, ela pediu aos cineastas que revisem os projetos atuais e “risquem muitos nomes de personagens do elenco e os transformem em mulheres”. Responsável por entregar o troféu, a diretora e atriz Olivia Wilde afirmou que Geena Davis “estava 20 anos à frente do movimento #TimesUp”. Aos 91 anos, a cineasta italiana Lina Wertmuller foi celebrada em Hollywood após mais de quatro décadas de sua façanha histórica, como a primeira mulher indicada ao Oscar de Direção (por “Pasqualino Sete Belezas”). A questão racial, por sua vez, veio à tona com o reconhecimento da carreira de Wes Studi. O astro de “Dança com Lobos” (1990) e “O Último dos Moicanos” (1992) se tornou o primeiro ator nativo americano a receber um Oscar. “Eu gostaria apenas de dizer: já estava na hora”, declarou Studi, muito aplaudido. “Tem sido uma viagem selvagem e maravilhosa”, completou. O prêmio de Studi aconteceu quase meio século depois de Marlon Brando rejeitar o Oscar de Melhor Ator por “O Poderoso Chefão” em protesto pelo tratamento dado aos nativos americanos pela indústria do cinema. Em 1973, ele enviou uma atriz indígena para discursar em seu nome. “Poucas oportunidades no cinema, nos dois lados da câmera, foram concedidas a artistas nativos ou indígenas. Estamos em uma sala cheia de pessoas que podem mudar isso”, disse Christian Bale, que entregou o prêmio, após ter protagonizado com Studi o filme “Hostis”, de 2017. A lista de homenageados se completou com o cineasta David Lynch, indicado três vezes ao prêmio de Melhor Diretor, mas que nunca venceu a estatueta. Considerado um dos principais cineastas americanos de sua geração, Lynch é o diretor de filmes cultuadíssimos como “O Homem Elefante” (1980), “Veludo Azul” (1986), “Coração Selvagem” (1990) e “Cidade dos Sonhos” (1999), além de criador da série “Twin Peaks”. Ele foi apresentado por Laura Dern e Kyle MacLachlan, que atuaram em vários de seus filmes, e descreveram Lynch como um “homem renascentista moderno”. Os Oscars honorários são entregues todos os anos para homenagear as carreiras de grandes figuras do cinema. A cerimônia passou a acontecer em um evento separado da premiação da Academia em 2009 para render homenagens mais longas que as permitidas pelo tempo apertado da exibição televisiva. Os homenageados também são apresentados durante a transmissão do Oscar, cuja próxima edição vai acontecer em 9 de fevereiro.

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  • Série

    Superman vai ganhar nova série na TV americana

    28 de outubro de 2019 /

    Após o sucesso da estreia de “Batwoman”, a rede The CW vai investir em mais séries de super-heróis da DC Comics. Preparando substitutos para o fim de “Arrow” em janeiro, o canal encomendou a produção de dois pilotos. Além do já anunciado spin-off de “Arrow”, centrado na filha do Arqueiro Verde, o CW recebeu autorização da Warner para desenvolver uma nova série de Superman, a primeira protagonizada pelo personagem em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur) – proibido de ser chamado de Superman por imposição da divisão de cinema do estúdio. Intitulado (a princípio) “Superman & Lois”, o projeto será um spin-off de “Supergirl” estrelado por Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch, que já apareceram como Superman e Lois Lane na série da heroína. Assim como “Lois & Clark”, a nova série deverá ser centrada nas aventuras do casal formado pelo super-herói mais famoso do mundo e a jornalista mais destemida dos quadrinhos. Mas com uma pequena/grande diferença: pela primeira vez, eles serão mostrados como pais de um superbebê, lidando com todo tipo de estresse, pressão e complexidade relacionado às suas posições de pais trabalhadores no século 21. Vale lembrar que, em sua última aparição em “Supergirl”, Lois estava grávida. A produção faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe. “Superman & Lois” está sendo desenvolvida pelo próprio Berlanti em parceria com Todd Helbing (produtor-roteirista de “The Flash”). Antes da estreia do novo programa, Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch vão ser vistos como Superman e Lois Lane no próximo crossover do Arrowverso. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção.

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  • Filme

    O Grito: Nova versão do terror da fantasma cabeluda ganha trailer legendado e dublado

    28 de outubro de 2019 /

    A Sony Pictures divulgou fotos, pôsteres o primeiro trailer do reboot de “O Grito” (The Grudge), em versão legenda e dublada. A prévia transporta a maldição japonesa para uma casa de subúrbio americana, que jamais deve ser adentrada. Os curiosos que entram em seus aposentos passam a ser perseguidos por um espírito feminino vingativo, que se manifesta como uma fantasma cabeluda. Seus cabelos assustam por cima da sua cara, boiando na banheira, escondendo-se debaixo da cama e levitando de várias formas. A produção é a segunda versão americana do longa japonês original, que, por sua vez, também era refilmagem de outra produção – um telefilme do mesmo diretor, Takashi Shimizu. Ou seja, será a quarta vez que a mesma história será contada desde o ano 2000. Tudo começou com o telefilme japonês de 2000, que ganhou versão de cinema em 2002, quando os filmes de J-horror com mulheres fantasmas de cabelo na cara ainda eram novidade. “Ju-On”, o título japonês, ainda acrescentou o menino fantasma de boca aberta, que virou outro ícone do gênero. Rendeu inúmeras continuações e até um crossover, “Sadako vs. Kayako”, em que sua mulher fantasma de cabelo na cara enfrentou a mulher fantasma de cabelo na cara de “O Chamado” (Ringu, em japonês). O primeiro remake americano foi lançado em 2004 com direção do criador da franquia, o cineasta Takashi Shimizu, que mudou apenas a etnia da protagonista. Ela virou uma enfermeira americana (Sarah Michelle Gellar) que enfrentava a maldição enquanto trabalhava em Tóquio, no Japão. O fato de manter a locação original foi uma tentativa de preservar os mitos sobre espíritos maus do folclore do país. E deu certo. O filme fez sucesso suficiente para também ganhar continuações – mas o terceiro filme já saiu direto em vídeo. A nova produção preserva o título original americano (e brasileiro), sem adendos, porque mantém a mesma premissa, mas muda os personagens e a locação. Desta vez, o terror ataca nos subúrbios e ameaça uma típica família americana. Ironicamente, porém, os personagens americanos são vividos por um ator mexicano, um sul-coreano e uma atriz inglesa, que têm os papéis principais. Demian Bichir (“Os Oito Odiados”), John Cho (“Star Trek”) e Andrea Riseborough (“Birdman”) são os protagonistas do filme, que ainda inclui em seu elenco Lin Shaye (“Sobrenatural”) e Betty Gilpin (“GLOW”). Roteiro e direção são assinados por Nicolas Pesce (“Os Olhos da Minha Mãe”) e a produção está a cargo do cineasta Sam Raimi (“Homem-Aranha”), que se disse “muito animado”, em comunicado oficial, com todo este prospecto. A estreia vai acontecer em 16 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Jorge Fernando (1955 – 2019)

    28 de outubro de 2019 /

    O ator e diretor Jorge Fernando morreu no domingo (27/10), aos 64 anos, após dar entrada no Hospital CopaStar, em Copacabana, devido a uma parada cardíaca. Ele vinha se recuperando de um AVC (acidente vascular cerebral), que sofreu há dois anos, e tinha inclusive retomado a carreira, como ator e diretor da novela “Verão 90”, encerrada em julho passado. Jorge começou a atuar na escola onde estudava no Méier, Zona Norte do Rio, e se lançou em meio ao boom do teatro besteirol, estreando como ator profissional em 1976, na peça “As Mil e uma Encarnações de Pompeu Loredo”, de Mauro Rasi e Vicente Pereira. A carreira televisiva começou dois anos depois, como ator na série “Ciranda, Cirandinha”, de 1978, no papel de Reinaldo (Rei). Mas ele não queria ficar só na frente das câmeras. Mostrando sua versatilidade, no mesmo ano estrelou e dirigiu a peça “Zoológico” e foi assistente de direção do filme “Na Boca do Mundo”. Ele fez transição para as novelas com um papel de destaque em “Pai Herói” (1979), onde viveu o antagonista de Tony Ramos. Mas ao atuar em sua novela seguinte, “Água Viva” (1980), passou a se interessar mais pelo trabalho atrás das câmeras, acumulando sem créditos o papel de co-diretor. Sua estreia oficial como diretor da Globo aconteceu logo em seguida, em “Coração Alado”, de Janete Clair, em 1980. Ao todo, ele dirigiu 34 novelas, minisséries e séries. Um dos seus sucessos mais marcantes foi “Guerra dos Sexos” (1983), escrita por Sílvio de Abreu, que tinha como protagonistas Fernanda Montenegro e Paulo Autran (seu pai em “Pai Herói”). O tom de humor que ajudou a imprimir na produção acabou virando sua marca, e por um bom tempo determinou o estilo das novelas das 19h. Ele próprio assinou a direção de alguns dos maiores sucessos do horário, como “Vereda Tropical” (1984), “Cambalacho” (1986), “Brega & Chique” (1987) e “Que Rei Sou Eu?” (1989), antes de fazer sua transição para o “horário nobre” com “Rainha da Sucata” (1990), mais uma parceria bem-sucedida com o escritor Sílvio de Abreu. A partir daí, passou a transitar entre os dois horários, assinando hits pela noite inteira da Globo, de “Vamp” (1991), às 19h, até “A Próxima Vítima” (1995), às 20h, que fez o Brasil parar para debater a identidade de seu grande assassino. Consagrado como diretor de novelas, passou a se desafiar com outros formatos. Dirigiu séries (“Armação Ilimitada”, “Sai de Baixo”), programas infantis (“Angel Mix”, “Gente Inocente”), de variedades (“Não Fuja da Raia”, “TV Xuxa”) e foi redefinir o horário das 18h com “Chocolate com Pimenta” (2003), de Walcyr Carrasco, com quem trabalhou em mais quatro folhetins, entre eles “Alma Gêmea” (2004), que bateu recorde de audiência do horário. O último foi “Êta Mundo Bom!”, em 2016. Esteve à frente, também, dos remakes de “Ti Ti Ti” (2010) e da própria “Guerra dos Sexos” (2012). E estabeleceu uma parceria criativa com o casal Fernanda Young e Alexandre Machado em duas séries de comédia, “Nada Fofa” (2008) e “Macho Man” (2011). Além de dirigir, ele também estrelou a última produção no papel principal, como um ex-gay determinado a provar sua heterossexualidade. Para completar, trouxe sua mãe, Hilda Rebello, para atuar em algumas novelas que dirigiu, permitindo-lhe início tardio de uma vida artística, reprimida na juventude. Sua carreira, entretanto, não coube inteira na TV. Jorge Fernando também desenvolveu diversos trabalhos no cinema e no teatro. Dirigiu (e atuou em) “Sexo, Amor e Traição” (2004), “Xuxa Gêmeas” (2006) e “A Guerra dos Rocha” (2008), além de aparecer no clássico “Alma Corsária” (1993), de Carlos Reichenbach, e no blockbuster “Se Eu Fosse Você” (2006), de Daniel Filho. No palco, esteve à frente de sucessos do teatro besteirol, comandou Cláudia Raia no musical “Não Fuja da Raia”, coordenou a adaptação teatral de “Vamp” e criou a peça autobiográfica “Salve Jorge”, com histórias que marcaram sua trajetória profissional. Sua vida se multiplicou em arte.

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