Produtores independentes protestam contra paralisação do setor audiovisual pelo governo Bolsonaro
Um abaixo assinado de produtoras independentes do Brasil chamou atenção para um fato que apenas a Pipoca Moderna, entre toda a imprensa brasileira, tem destacado desde o primeiro dia da suspensão do edital de financiamento de séries, que incluem produções de temática LGBTQIA+. O fato de que a portaria assinada pelo ministro da Cidadania Oscar Terra “afeta diretamente a cadeia audiovisual em todo o país”. As aspas são do documento publicado na sexta-feira (23/8). Para suspender o edital que permitiria a produção de séries LGBTQIA+ atacadas pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro deu como justificativa a necessidade de recomposição dos membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia), para poder liberar o financiamento. A portaria também afirma que, uma vez recomposto, o comitê revisará os critérios e diretrizes para a aplicação dos recursos do fundo, assim como os parâmetros de julgamento dos projetos e seus limites de valor. O detalhe é que a formação do comitê depende das indicações de seis integrantes do governo, vindos de diferentes ministérios. Em oito meses de governo, Bolsonaro ainda não indicou nenhum representante. O decreto assinado por Osmar Terra prevê a suspensão do edital por 180 dias, podendo prorrogar o prazo caso o comitê gestor continue sem as indicações dos membros do governo. Na prática, isto significa que todo o investimento do FSA foi paralisado pelo governo. Isto não afeta apenas as séries que tiveram seu edital suspense. Todos os projetos audiovisuais estão impedidos de receber financiamento, com base na justificativa apresentada. Para ficar bem claro: trata-se da paralisia completa do setor. A tranca foi feita propositalmente pelo governo, que usou sua incompetência como esperteza para congelar o FSA, ao informar que não há comitê para liberar a verba. E não há comitê porque o próprio governo não o nomeou. A recomposição do Comitê Gestor do FSA (CGFSA) depende da posse do Conselho Superior de Cinema (CSC), que ainda não tem data. E só depois disso será marcada reunião para abordar o tema, sem pressa alguma para cumprir obrigações de janeiro passado. Apesar do abrangência e do impacto desse congelamento, a “grande imprensa” ainda não deu a devida importância para o assunto, assim como ignorou completamente o anúncio do ministro Osmar Terra sobre seus planos para acabar com o cinema de arte feito no Brasil. Apenas a Pipoca Moderna chamou atenção para os dois escândalos de graves consequências para o cinema nacional. As produtoras independentes, por sua vez, repercutiram também a inobservância das regras editalícias, de caráter vinculante para a administração pública, que nortearam a suspensão arbitrária do edital. O ato autoritário já gerou inquérito do MPF (Ministério Público Federal) do Rio de Janeiro. “Passados quase 17 meses do início do processo licitatório e quando diversas etapas já foram rigorosamente cumpridas por todos os concorrentes, não há por que reavaliar os critérios de apresentação de propostas”, lembra o abaixo-assinado, tendo como base a legislação. “É primordial dar seguimento transparente à execução de um processo que estava em curso, à publicação imediata da lista de contemplados, à contratação, à liberação dos recursos, à produção e à consequente difusão das obras selecionadas para o conjunto da sociedade brasileira.” A carta é assinada pelo Coletivo de Empresas Produtoras Independentes Brasileiras, participantes do concursopúblico BRDE/FSA PRODAV – TVS PÚBLICAS – 2018. E conta com o apoio das seguintes entidades: Associação Brasileira de Animação (ABRANIMA); Associação Brasileira de Cineastas (ABRACI/RJ); Associação Brasileira de Documentaristas e Curta Metragistas; Associação Pernambucana de Cineastas (ABD-PE/Apeci); Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV); Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro (API); Associação Mato-grossense de Cinema e Audiovisual (MTCine); Brasil Audiovisual Independente (BRAVI); Comissão de Empregados da Empresa Brasil de Comunicação EBC; Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte, Nordeste (CONNE); Fale Rio Frente Ampla pela Liberdade de Expressão e Direito à Comunicação do Rio deJaneiro; Fórum Audiovisual de Minas Gerais, Espírito Santo e dos estados do Sul do Brasil (FAMES); Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC); Sindicato da Indústria Audiovisual de Minas Gerais (SINDAV); Sindicato da Indústria Audiovisual de Santa Catarina (SANTACINE); Sindicato da Indústria Audiovisual RS (SIAV-RS); Sindicato dos Trabalhadores do Rádio e da Televisão do Estado do Rio de Janeiro (SINRADTV-RJ).
Agente Carter vira Capitã Bretanha nas primeiras imagens da série What If…?
A Disney revelou as primeiras imagens da série “What If…?”, baseada na linha de quadrinhos conhecida no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. Primeira animação do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) a série será lançada pelo serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) em 2021, focada na exploração do multiverso. Os episódios vão mostrar versões alternativas da vida dos super-heróis, apresentando universos paralelos em que eles vivem vidas completamente diferentes. O detalhe é que os personagens serão interpretados pelos atores que lhes deram vida nos filmes. As primeiras imagens mostram Peggy Carter como Capitã Bretanha. E o capítulo que contará essa história será dublado por Hayley Atwell (“Agente Carter”). Vale reparar que as artes são bastante fiéis aos traços da atriz. As fotos foram feitas por celular, durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, e ainda não possuem versões oficiais. Os quadrinhos de “O Que Aconteceria Se…” foram lançados em 1977 e possuem mais de 200 edições, que exploram como a vida seria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria linha de histórias alternativas, “Elseworlds”. Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, explicou como esse conceito vai funcionar no MCU. “Em cada episódio, um dos 23 filmes sofrerá uma mudança, mostrando como as coisas poderiam ser diferentes. Quase todo o nosso elenco está participando com suas vozes na produção.” A opção pela animação visa permitir que os atores do MCU possam emprestar suas vozes aos personagens, agilizando suas participações sem que o estúdio tenha que enfrentar grandes problemas de agendas conflitantes. Além de todos os personagens conhecidos dos filmes, a série introduzirá um inédito, o Vigia, dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. A espécie dos Vigias já chegou a aparecer brevemente numa cena pós-créditos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, dando a entender que Stan Lee era um deles. O Vigia será interpretado por Jeffrey Wright (“Westworld”). Nos quadrinhos, ele é praticamente uma entidade cósmica que observa os acontecimentos do multiverso, e também é referido como Uatu – para distingui-lo dos demais, que surgiram posteriormente. Este primeiro Vigia, que morava na lua, também se provou o mais problemático, já que deveria registrar tudo sem interferir, mas na maioria das vezes não resistia a dar uma ajudazinha à humanidade. Esta “falha” pode ser explorada na série. Além de Hayley Atwell, a lista de participações confirmadas na série inclui Michael B. Jordan (Killmonger), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic CooperNeal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu) e Chris Sullivan (Taserface). A previsão de estreia é para 2021.
Série do Falcão e Soldado Universal trará Sharon Carter e Agente Americano
O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, anunciou dois personagens importantes dos quadrinhos do Capitão América na série do Falcão e Soldado Universal. Durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, Feige confirmou que Emily Van Camp retornará ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América. A personagem da atriz foi pouco aproveitada em “Capitão América: Soldado Invernal” e “Capitão América: Guerra Civil”, e não apareceu nos filmes dos Vingadores, apesar de ser muito importante nos quadrinhos. Sharon Carter foi a namorada mais duradoura do Capitão América e uma das primeiras e principais agentes da SHIELD a se popularizar entre o público – além de ter destacada participação no arco de origem do Soldado Invernal, papel que acabou ocupado pela Viúva Negra no cinema. Sua participação era especulada desde maio, quando também vazou a notícia sobre o retorno de Daniel Bruhl ao papel do Barão Zemo – que acabou confirmada com mais antecedência. Feige ainda introduziu o ator Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, em outro papel icônico. Chamando Wyatt ao palco, o executivo revelou que ele interpretará John Walker na série. Questionado sobre seu papel, o ator desconversou. “Eu achei que você ia me contar mais sobre ele”, disse para Kevin Feige. Mas os leitores da Marvel sabem muito bem quem é John Walker. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, ele foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Ao se aposentar em “Vingadores: Ultimato”, Steve Rogers (Chris Evans), deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). Mas o Soldado Invernal (Sebastian Stan) era outro forte candidato para a vaga. A série deve continuar a história a partir daí. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. “Falcão e Soldado Invernal” tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.
Scarlett Johansson é a atriz mais bem paga de Hollywood pelo segundo ano consecutivo
A revista Forbes publicou seu ranking anual das estrelas mais bem pagas de Hollywood. E Scarlett Johansson se manteve no topo, como a atriz com os maiores salários do mundo, pelo segundo ano consecutivo. A estrela de 34 anos ganhou US$ 15,5 milhões a mais que em 2018, principalmente devido ao imenso êxito global de “Vingadores: Ultimato”, o capítulo final da saga. Apenas por esse filme, ela teria recebido US$ 35 milhões, de acordo com a Forbes. E tem tudo para se manter no topo no ano que vem, com o lançamento de “Viúva Negra”, previsto para 2020, em que repetirá o papel da heroína dos Vingadores. Apesar do sucesso da atriz, que somou ao todo US$ 56 milhões no período analisado, entre 1 de junho de 2018 e 1 de junho de 2019, sete astros masculinos ganharam mais que ela, entre eles alguns colegas da Marvel. E a diferença para o ator mais bem pago é enorme – Dwayne Johnson teria recebido o pagamento de US$ 89,4 milhões. O segundo lugar da lista feminina é ocupado por Sofía Vergara, estrela da série de comédia “Modern Family”, que ganhou US$ 44,1 milhões. A maior parte desta fortuna, porém, vem de contratos de publicidade e negócios paralelos à sua atividade de atriz. Em 3º e 4º lugares, ficaram Reese Witherspoon (US$ 35 milhões) e Nicole Kidman (US$ 34 milhões), protagonistas e produtoras da série “Big Little Lies”. A boa colocação das duas demonstra como migrar para a TV tem sido bom negócio para as estrelas de Hollywood, especialmente se o trabalho incluir contrato de produção. Confira abaixo a lista das 10 atrizes mais bem pagas do cinema e da TV dos Estados Unidos. 1. Scarlett Johansson (US$ 56M) 2. Sofia Vergara (US$ 44,1M) 3. Reese Witherspoon (US$ 35M) 4. Nicole Kidman (US$ 34M) 5. Jennifer Aniston (US$ 28M) 6. Kaley Cuoco (US$ 25M) 7. Elisabeth Moss (US$ 24M) 8. Margot Robbie (US$ 23,5M) 9. Charlize Theron (US$ 23M) 10. Ellen Pompeo (US$ 22M)
Disney revela período em que vai se passar a série de Obi-Wan Kenobi
A Disney revelou em que período se passa a série de Obi-Wan Kenobi, que vai trazer Ewan McGregor de volta ao papel do mestre Jedi. Um painel apresentado durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, apresentou a cronologia de toda a saga espacial, localizando cada produção, das séries animadas aos filmes clássicos, numa mesma linha temporal. E o “slide” da apresentação revela que a trama se passa entre os episódios III e IV do cinema – isto é, entre “A Vingança dos Sith” (2005) e “Uma Nova Esperança” (também conhecido apenas como “Guerra nas Estrelas”, de 1977). Este é também o mesmo período do filme “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). A versão “jovem” de Obi-Wan Kenobi, interpretada por Ewan McGregor, foi vista pela última vez justamente em “A Vingança dos Sith”. Na ocasião, ele se exilou após achar que tinha matado o seu ex-aprendiz, Anakin Skywalker (Hayden Christensen), o pai de Luke e Leia, que não só morreu como virou Darth Vader. A partir desse ponto, a história cinematográfica dá um salto para revelar Obi-Wan com outro nome, Ben Kenobi (na pele de Alec Guinness), um eremita envelhecido e esquecido, que se torna o mentor de Luke (Mark Hamill) na trama que originou toda a franquia, em 1977. A série vai explorar o que aconteceu com Obi-Wan em seus “anos perdidos”, durante a caça aos mestres jedi pelas forças do Imperador Palpatine. Ainda não há previsão para o lançamento da produção, que será disponibilizada na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). sweats loudly pic.twitter.com/iTjuz1smzN — august (in the wake of) dawn (@inthewakeofdawn) 24 de agosto de 2019
Versão live-action de A Dama e o Vagabundo ganha primeiro trailer
A Disney divulgou o pôster e o trailer da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia mostra que, apesar de estrelada por animais de verdade, os cães protagonistas tem, sim, certos movimentos animados por computação, como suas bocas falantes, além de sofrerem ligeiras alterações em suas aparências – o olhar apaixonado durante a célebre cena do jantar italiano, por exemplo – para aproximar as expressões do desenho clássico de 1955. O vídeo também revela forte anacronismo em sua recriação de época. Isto porque a produção manteve o período da animação, passada no ano de 1909, ao mesmo tempo em que mudou a etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos depois, “O Nascimento da Nação” seria elogiado por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. De todo modo, a opção permite uma analogia em relação às diferenças – de raça e de classe – do casal canino. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e a direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e o vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
Série baseada em High School Musical ganha primeiro trailer e imagens
A Disney divulgou o pôster, as fotos e o trailer da série baseada na franquia “High School Musical”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia apresenta a premissa, como um drama teen que se passa nos bastidores da produção de uma versão escolar do telefilme do Disney Channel. Assim, além de mostrar novos protagonistas e trama, cada capítulo também trará um número musical com as canções conhecidas dos filmes, durante os ensaios para a estreia de peça. Também serão incluídas canções inéditas na atração, que terá ao todo 10 episódios. O elenco é encabeçado por um ator já conhecido do Disney Channel. Joshua Bassett, que participou da série “A Irmã do Meio” (Stuck in the Middle) vive Ricky, que tem um plano ousado para reconquistar sua namorada Nini (Olivia Rodrigo, de “Bizaardvark”, também do Disney Channel), fazendo o teste para ser seu par na produção de “High School Musical” da escola – nos papéis que consagraram Zac Efron e Vanessa Hudgens em 2006. Dá certo. E assim se inicia a trama. O resto do elenco inclui Kate Reinders (“Work It”) como professora e os jovens Sofia Wylie (“Andi Mack”), Matt Cornett (“Life in Pieces”), Dara Renee (“Black-ish”), Julia Lester (“Mom”), Frankie Rodriguez (“Modern Family”), Larry Saperstein (“Porno”) e Mark St. Cyr (“Marshall: Igualdade e Justiça”). Com o título de “High School Musical: The Musical: The Series”, a série vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
The Mandalorian: Série derivada de Star Wars ganha primeiro trailer
A Disney divulgou o pôster e o trailer de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. A prévia traz o protagonista mascarado vivido por Pedro Pascal (“Narcos”) em meio a muitas cenas de ação, repletas de efeitos visuais e referências à franquia cinematográfica. A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, e o vídeo reforça essa sensação, ao apresentar o personagem-título como um caçador de recompensas espacial que atira primeiro e faz perguntas depois. Vale lembrar que o título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett, evocados no visual de Pascal. O ator nunca aparece sem um elmo de metal sobre o rosto. Os demais intérpretes do elenco também são vistos no trailer. A lista inclui Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a trama se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Os episódios foram dirigidos por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). Além de “The Mandalorian”, a Disney desenvolve mais duas séries live-action de “Star Wars: uma sobre o personagem Cassian Andor, novamente vivido por Diego Luna após “Rogue One: Uma História Star Wars”, e outra dedicada a Obi Wan-Kenobi, que será interpretado por Ewan McGregor, como na trilogia que serviu de prólogo para a saga. A série vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
Série de Obi-Wan Kenobi com Ewan McGregor é oficializada
A Disney confirmou a produção de uma série sobre Obi-Wan Kenobi, herói do universo “Star Wars”, que será novamente interpretado por Ewan McGregor. O anúncio da produção, que será desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), foi oficializado durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. Ao apresentar o projeto, a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, revelou: “Nós já temos todos os roteiros escritos e estamos prontos para começar as gravações no ano que vem”. Ela também convidou o ator Ewan McGregor ao palco e perguntou se ele ia interpretar Obi-Wan Kenobi novamente. “Sim”, ele respondeu, para alegria da plateia presente ao evento. Obi-Wan Kenobi é uma figura central no mito de “Star Wars”. Ele foi introduzido no filme original de 1977 como um eremita do deserto, cansado da guerra, que logo se mostra um sábio, poderoso guerreiro e um mestre Jedi para o jovem Luke Skywalker, até ser morto por Darth Vader, seu ex-aluno. Alec Guinness interpretou o personagem no longa clássico, ganhando uma indicação ao Oscar. O personagem voltou ao universo “Star Wars” com papel ainda mais central nos prólogos dirigidos por George Lucas, que contaram a origem de Darth Vader e como ele traiu Kenobi e os Jedis. McGregor viveu o “jovem” Kenobi nos três filmes lançados entre 1999 e 2005. A produção da série de Kenobi será a terceira atração live-action de “Star Wars” desenvolvida para o serviço de streaming da Disney, que já estão fazendo “The Mandalorian”, uma atração baseada na classe de guerreiros e caçadores de recompensas primeiramente personificada por Boba Fett, e um prólogo de “Rogue One” (2016) sobre o oficial da Aliança Rebelde Cassiano Andor, que trará Diego Luna reprisando o papel. Nenhum cronograma ou talento criativo ligado ao projeto de Kenobi foi revelado.
Disney anuncia séries de Mulher-Hulk, Cavaleiro da Lua e confirma Ms. Marvel
A Disney anunciou oficialmente a produção de três novas séries da Marvel para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. As produções da Marvel Studios serão estreladas pelos heróis Mulher-Hulk (She-Hulk), Cavaleiro da Lua (Moon Knight) e Ms. Marvel. A notícia sobre Ms. Marvel tinha vazado minutos antes da apresentação oficial. Leia os detalhes aqui. A série da Mulher-Hulk vai acompanhar a advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner (o Hulk), que se transforma numa versão feminina do personagem ao receber uma transfusão de sangue de Banner. Ela foi a última personagem importante da Marvel criada por Stan Lee, em 1980, e se tornou membro dos Vingadores. Diferente do primo, Jennifer prefere ser a mulher Hulk em tempo integral, já que mantém sua inteligência durante a transformação. Já o Cavaleiro da Lua é uma espécie de Batman da Marvel, que usa capuz e capa brancas. Criado em 1975 por Doug Moench, como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Originalmente, Marc Spector era um mercenário que se transformou no herói após ser abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão do deus egípcio da lua. Assim como Batman, ele assume a identidade de um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver crimes incomuns. Uma série do Cavaleiro da Lua é discutida desde 2010 e chegou a ser cogitada na Netflix, dentro do universo dos Defensores. As três atrações ainda não tem previsão de estreia, e apenas “Ms. Marvel” teve sua showrunner revelada – Bisha K. Ali, que faz parte da equipe de “Four Weddings and a Funeral”, série baseada no filme “Quatro Casamentos e um Funeral” (1994), atualmente exibida na plataforma Hulu, que pertence à Disney. Veja abaixo os logos oficiais das produções.
Atriz de The Gifted entra na série live-action de Cowboy Bebop
A Netflix anunciou mais um integrante do elenco da série live-action baseada no anime “Cowboy Bebop”. A atriz Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) irá interpretar Julia, uma femme fatale que se torna objeto de desejo de Spike Spiegel, graças à sua beleza sensual e à sua voz encantadora. A escolha de Satine não reflete a aparência da personagem na série animada japonesa. Ela vai contracenar com o ator John Cho (“Procurando…”), que irá interpretar o protagonista da série, Spike Spiegel. Por sinal, é outra escalação inusual, já que o ator é sul-coreano e vai interpretar um japonês – pela segunda vez, já que também vive o Sr. Sulu na franquia cinematográfica “Star Trek”. Pior que isso, outra personagem importante deixou de ser asiática na série. Nascida em Singapura na animação, Faye Valentine será interpretada pela latina Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”), que também não se parece nada com a icônica heroína. Os demais atores confirmados são Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, braço direito mortal de Spike, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. O ator de Radical Ed, protagonista que falta, ainda está em fase de seleção. “Cowboy Bebop” é um anime cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de em 2071. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. No projeto de 2009, Keanu Reeves viveria Spike Spiegel, mas a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou o ator. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor do anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há previsão para sua estreia.
Lizzie McGuire: Série clássica do Disney Channel vai ganhar revival em streaming
A Disney prepara um revival da série “Lizzie McGuire”, que voltará a trazer a atriz Hilary Duff no papel-título. A notícia começou a circular antes do anúncio oficial no evento D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. Desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), a série vai continuar as histórias da personagem, que tinha 14 anos quando a série foi lançada no Disney Channel em 2001, e voltará às telas com mais de 30 anos de idade. A criadora da produção original, Terri Minsky, está à frente do projeto, que mostrará Lizzy morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras da garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação vai manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sinceros” sobre as situações da protagonista adulta. Não há previsão de estreia.
MC Jottapê canta em clipes de músicas da série Sintonia
Os canais de Kondzilla e da Netflix no YouTube divulgaram dois clipes derivados da série “Sintonia”. A música “Passei de Nave” é a primeira revelada na série como parte do repertório de MC Doni, enquanto “Te Amo Sem Compromisso” é tema da atração. Ambas estão sendo lançadas num EP com outras faixas da produção da Netflix, disponível para download e streaming em diversos serviços digitais. Em “Sintonia”, MC Doni é o filho adolescente de comerciantes de uma favela de São Paulo, que escreve músicas e sonha em se tornar um funkeiro famoso. O personagem é interpretado pelo funkeiro na vida real MC Jottapê, que canta as duas canções dos vídeos abaixo. “Sintonia” foi criada e também é dirigida por KondZilla, apelido de Konrad Cunha Dantas, paulista conhecido por fazer clipes de sucesso do funk ostentação e dono do canal mais visto do YouTube, com mais de 30 milhões de inscritos. Kondzilla desenvolveu o projeto com a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) e o roteirista Felipe Braga (série “Mandrake”), por meio da produtora da dupla, Losbragas. Felipe Braga e Guilherme Quintella (roteirista de “Meu Amigo Hindu”) também são creditados como cocriadores de “Sintonia”, ao lado do diretor de clipes. Além de MC Jottapê, o elenco central da série destaca Bruna Mascarenhas, em sua estreia como atriz, e Christian Malheiros, cuja atuação no longa “Sócrates” lhe rendeu indicação na categoria de melhor ator do Independent Spirit Awards, uma das principais premiações do cinema independente americano. Os dois aparecem no clipe de “Te Amo Sem Compromisso” com o funkeiro. Todos os seis episódios da 1ª temporada foram disponibilizados em 9 de agosto na plataforma de streaming.









