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  • Série

    Looking for Alaska: Série baseada no livro de John Green ganha primeiro teaser e fotos

    26 de julho de 2019 /

    A Hulu divulgou o primeiro teaser e cinco fotos da minissérie “Looking for Alaska”, inspirada no livro homônimo de John Green, que foi lançado no Brasil com o título “Quem É Você, Alasca?”. O clima da prévia, que retrata jovens amigos no interior dos EUA, em cenas à beira de um lago, é reminiscente da famosa série teen dos anos 1990 “Dawson’s Creek”. Primeiro livro de John Green (conhecido pelo estouro de “A Culpa É das Estrelas”), “Quem É Você, Alasca?” acompanha um adolescente chamado Miles Halter, que se muda para uma nova cidade, onde faz novos amigos e conhece a bela Alasca, por quem se apaixona, enquanto descobre que ela não é tão perfeita quanto ele imaginava. Miles é interpretado por Charlie Plummer (John Paul Getty III em “Todo o Dinheiro do Mundo”), Alaska é vivida por Kristine Froseth (de “Sierra Burgess É uma Loser”) e o brasileiro Henry Zaga (“13 Reasons Why?”) encarna Jake, o namorado charmoso dela. O elenco também inclui Jordan Connor (o Sweet Pea de “Riverdale”), Jay Lee (“American Vandal”), Sofia Vassilieva (“Medium”), Uriah Shelton (“Garota Conhece o Mundo”), Roman Armstrong (“Queen Sugar”) e Landry Bender (“Fuller House”). A obra chegou a ser cotada para o cinema, com Elle Fanning no papel de Alaska, mas após a baixa bilheteria de “Cidades de Papel”, segunda adaptação cinematográfica de Green, o projeto foi cancelado. O formato de série, por outro lado, permitirá maior liberdade para a exploração da trama, já que o livro causou certa polêmica e chegou a ser banido de diversas escolas dos EUA por fazer descrição de sexo entre adolescentes. A adaptação está cargo de Josh Schwartz, o criador de “Chuck” e “Gossip Girl”, que atualmente se divide entre o novelão de “Dynasty” e os super-heróis de “Runaways”. Ele estava envolvido com o projeto original do filme e tem sido um entusiasta do livro desde que a Paramount adquiriu os direitos em 2005. A produção está a cargo da Paramount TV e da Fake Empire, empresa de Schwartz e sua sócia criativa Stephanie Savage. Os dois trabalharão como showrunners da série, com consultoria do próprio Green. “Looking for Alaska” será lançada pela plataforma de streaming Hulu em 18 de outubro.

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  • Série

    Now Apocalypse é cancelada após 1ª temporada

    26 de julho de 2019 /

    O canal pago americano Starz anunciou o cancelamento de “Now Apocalypse”, primeira série criada pelo cineasta Gregg Araki, diretor dos cultuados “Geração Maldita” (1995) e “Mistérios da Carne” (2004), entre outros filmes. Lançada em março como uma comédia surreal e sexual, “Now Apocalypse” seguia um grupo de amigos em busca de prazer e fama. E prometia ser o que “Euphoria” acabou virando, uma história escandalosa e polêmica sobre adolescentes, com cenas de sexo homossexual, drogas, delírio e o final dos tempos. Chegou antes e tinha uma abordagem mais acessível que a produção da HBO, graças ao tom de comédia. Só que não teve repercussão. O elenco destacava Avan Jogia (das séries “Twisted” e “Ghost Wars”), Kelli Berglund (“Lab Rats”), Beau Mirchoff (“Awkward.”), Roxane Mesquida (“O Beijo do Vampiro”) e Tyler Posey (“Teen Wolf”). Todos os 10 episódios de sua única temporada foram co-escritos por Araki e Karley Sciortino, autora de uma coluna sobre sexo no site da revista Vogue e apresentadora do programa “Slutever” no canal Viceland. A equipe ainda contava com produção de outro cineasta, Steven Soderbergh, que já tinha uma relação com o Starz graças à série “The Girlfriend Experience”, baseado no filme de mesmo nome, que ele dirigiu em 2009. O último longa de Araki foi “Pássaro Branco na Neve”, de 2014. Desde então, o cineasta passou a dirigir episódios de diversas séries, entre elas “Riverdale” e “13 Reasons Why”. Ele também dirigiu cada um dos capítulos produzidos de “Now Apocalypse”. Confira abaixo o trailer da série.

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  • Série

    Netflix renova Big Mouth para mais três temporadas

    26 de julho de 2019 /

    A Netflix renovou “Big Mouth” para mais 3 temporadas. Isto garante que a série de animação adulta chegará, ao menos, até sua 6ª temporada prevista para 2023. A amplitude da renovação interrompe a tendência de cancelamentos de séries após três temporadas na plataforma, o que vinha chamando a atenção de forma negativa, refletindo falta de foco e desinteresse da empresa em emplacar conteúdo duradouro. O anúncio ainda faz parte de um grande acordo firmado entre a Netflix e a produtora Brutus Pink, formada pelos criadores de “Big Mouth”, para desenvolver novos projetos. A renovação foi anunciada meses antes da estreia do terceiro ano da série animada, previsto para o final de 2019. Criada pelos roteiristas Nick Kroll (criador do “Kroll Show”), Andrew Goldberg (“Uma Família da Pesada/Family Guy”), Mark Levin e Jennifer Flackett (ambos de “Viagem ao Centro da Terra – O Filme”), “Big Mouth” é uma série protagonizada por adolescentes e monstros. Mas são monstros simbólicos, hormonais, que se manifestam como vozes da consciência dos personagens centrais, jovens passando pelas mudanças físicas e biológicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”).

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  • Série

    Younger é renovada para 7ª temporada

    26 de julho de 2019 /

    O TV Land anunciou a renovação de “Younger” para sua 7ª temporada. Com isso, a série se tornou a produção original mais longeva do canal pago americano. A renovação foi consequência de um aumento de 20% em audiência em relação ao ano anterior, o que foi festejado em comunicado. “Temporada após temporada, ‘Younger’ continua a atingir novas alturas e construir uma base leal de fãs, amamos esse elenco e mal podemos esperar pelo que Darren Star planeja para a 7ª temporada”, disse Keith Cox, Presidente de Desenvolvimento e Produção da Paramount Network e da TV Land. A comédia romântica idealizada por Darren Star, criador de “Sex And The City”, adapta o romance homônimo de Pamela Redmond Satran e acompanha Liza (Sutton Foster), uma mãe solteira de 40 anos que finge ter menos de 30 para conseguir e manter um emprego. Mas além de se esforçar para parecer mais nova, ela também tem que se adaptar à juventude dos dias de hoje. O elenco ainda conta com Miriam Shor (série “The Good Wife”), Hilary Duff (série “Lizzie McGuire”), Peter Hermann (série “Law & Order: SVU”), Molly Bernard (“Sully”), Charles Michael Davis (série “The Originals”), Nico Tortorella (série “The Following”) e Debi Mazar (série “Entourage”).

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  • Série

    Netflix revolta a crítica com cancelamento de Tuca & Bertie

    26 de julho de 2019 /

    A Netflix anunciou o cancelamento da série animada “Tuca & Bertie” após apenas uma temporada. A animação criada por Lisa Hanawalt e produzida pela equipe do sucesso “BoJack Horsemen” contava a história de duas amigas passarinhas em suas aventuras e crises comuns às fêmeas de qualquer espécie, com dublagem original das comediantes Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) e Ali Wong (“American Housewife”). O cancelamento foi muito lamentado pela crítica e até gerou alguns editoriais em publicações importantes, como a revista Variety. A série tinha 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e seu final abrupto, após apenas 10 episódios, foi considerado “uma perda desapontadora”. Fãs também estão reclamando ativamente nas redes sociais com a hashtag #SaveTucaAndBertie. Em seu comunicado oficial, a plataforma de streaming elogiou todo o trabalho dos produtores e elenco de voz, ressaltando que “ainda que ‘Tuca & Bertie’ não tenha uma 2ª temporada, temos orgulho de exibir essa história na Netflix por muitos anos”. Trata-se do texto padrão que acompanha o anúncio de cancelamentos de todas as séries da Netflix, que os fãs da Marvel sabem de cor. Detalhe: a Netflix Brasil jamais disponibilizou um trailer de “Tuca & Bertie” em seu canal do YouTube para avisar sobre a existência da série. Veja abaixo um trailer americano para “descobrir” do que se trata.

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  • Série

    Globoplay libera primeiro episódio de Pretty Little Liars: The Perfectionists de graça por 48 horas

    26 de julho de 2019 /

    A plataforma Globoplay vai liberar para não assinantes o primeiro episódio da série “Pretty Little Liars: The Perfectionists” por 48 horas. A partir das 20h desta sexta (26/7) e durante o fim de semana, o piloto do spin-off de “Pretty Little Liars” estará disponível de graça no site e no app de streaming. O projeto foi desenvolvido por I. Marlene King, criadora de “Pretty Little Liars”, e tem inspiração em outro livro de Sara Shepard, autora de “Maldosas – Pretty Little Liars”, que serviu de base para a série original. Trata-se de “As Perfeccionistas”, que foi adaptado com mudanças para integrar Alison e Mona na trama, já que o livro não tem relação com as personagens de “Pretty Little Liars”. Sasha Pieterse, novamente como Alison DiLaurentis, e Janel Parrish, como Mona Vanderwaal, entram nesta história na condição de professoras das novas maldosas, um grupo de estudantes da fictícia universidade de elite Beacon Heights University, que se tornam suspeitas da morte de um garoto popular, enquanto suas vidas – e segredos – desmoronam ao seu redor. O elenco ainda inclui Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”), Sydney Park (Cyndie em “The Walking Dead”), Graeme Thomas King (“Greta”), Kelly Rutherford (Lily em “Gossip Girl”), Hayley Erin (da novela “General Hospital”) e o estreante Eli Brown. Vale lembrar que este é o segundo spin-off da série original. Em 2013, King lançou “Ravenswood”, que era focada em Caleb (Tyler Blackburn), um dos namorados de “Pretty Little Liars”, e a atração foi cancelada após apenas 10 episódios. Já “Pretty Little Liars” foi encerrada em junho de 2017 após sete temporadas, consolidada como o maior sucesso do antigo canal ABC Family – que virou o Freeform em 2016. “Pretty Little Liars: The Perfectionists” estreou em 20 de março nos Estados Unidos com audiência fraca e ainda não foi oficialmente renovada.

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  • Série

    The Handmaid’s Tale é renovada para 4ª temporada

    26 de julho de 2019 /

    A Hulu renovou “The Handmaid’s Tale” para a sua 4ª temporada. A série inspirada pelo livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia”, é a atração de maior repercussão da plataforma por ter sido a primeira produção de streaming a vencer o Emmy de Melhor Série Dramática, em 2017. A renovação foi anunciada na reta final do terceiro ano da produção, faltando ainda três episódios para o encerramento da temporada. A empolgação da crítica, entretanto, vem caindo. A atual fase tem 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, contra 94% do primeiro ano. A série se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado e dar origem a um governo fundamentalista de extrema direita onde antes existia os EUA. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito desde a 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista, June, vivida por Elisabeth Moss, também vencedora do Emmy em 2017 pelo papel. No Brasil, “The Handmaid’s Tale” é exibida pelo canal pago Paramount e pela plataforma Globoplay.

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  • Série

    Temporada final de Lucifer ganha seis episódios a mais

    26 de julho de 2019 /

    A temporada final de “Lucifer” vai ter seis episódios a mais que o previsto. A Netflix anunciou que o quinto ano da série terá 16 episódios e não 10, como previsto anteriormente. A plataforma cancelou a série após a exibição da 4ª temporada em maio, anunciando a decisão como “renovação” para uma última temporada. Muitos sorrisos amarelos do elenco comemoraram a “renovação”, exaltando o fato de que a trama acabaria da melhor forma, já que haveria tempo de sobra para planejar o desfecho. “Estamos incrivelmente gratos à Netflix por nos deixar terminar a história de Lúcifer em nossos termos. Mais importante, queremos agradecer aos fãs por sua incrível paixão e apoio. O melhor está por vir!”, disseram os showrunners na época do cancelamento/renovação. Pois o melhor, ou pelo menos uma notícia melhor que o cancelamento, veio nesta sexta (26/7). E nem os lucifãs mais devotados contavam com essa nova reviravolta, que ampliou um pouco mais a vida da produção. Pela segunda vez. Vale lembrar que a exibição da 4ª temporada pela Netflix já tinha representado um ressurgimento da morte certa, após a série ter sido cancelada na TV aberta americana pela Fox. O resgate, porém, foi breve, como tem sido a duração das séries da plataforma de streaming.

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  • Música

    Majur canta cover de Grades do Coração em clipe da série Orange Is the New Black

    26 de julho de 2019 /

    A Netflix lançou um vídeo musical para marcar a estreia da 7ª e última temporada de “Orange Is the New Black” nesta sexta (26/7). Feito especialmente para o público brasileiro, traz o(a) artista não-binário Majur numa versão estilizada do uniforme laranja das presidiárias da série cantando um cover dançante de “Grades do Coração”, grande sucesso pagodeiro do Grupo Revelação. Tendo como fundo projeções de cenas marcantes de “Orange Is the New Black”, Majur termina o clipe em frente a um grande letreiro proclamando #OrangeForever, com a imagem de Poussey Washington (Samira Wiley), personagem que teve um fim trágico na série, em destaque. Majur também esteve em destaque recentemente por sua parceria com Emicida e Pabllo Vittar, “AmarElo”, que pode ser visto aqui, celebrando histórias emocionantes de superação na periferia do Rio de Janeiro.

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  • Filme

    Diretor de filme sobre Bolsonaro diz que presidente pode “acabar com o cinema brasileiro”

    26 de julho de 2019 /

    O cineasta pernambucano Josias Teófilo, que prepara um documentário sobre o Brasil que elegeu Jair Bolsonaro, disse que o presidente está “muito mal assessorado” em sua briga contra o cinema brasileiro. O diretor, que é bolsonarista e aluno do guru de Bolsonaro, Olavo de Carvalho, sobre quem já fez um documentário (“O Jardim das Aflições”), se viu no meio de uma polêmica após o presidente “sugerir” que a Ancine suspendesse a autorização para seu novo filme, “Nem Tudo se Desfaz”, captar R$ 530 mil por meio da Lei do Audiovisual. Bolsonaro argumentou nas redes sociais que não queria que fizessem um filme sobre ele “com dinheiro público”. “Não tem filme nem com a Bruna Surfistinha nem com Jair Bolsonaro”, afirmou, acrescentando que este seria mais um motivo para extinguir a Ancine. “Se Bolsonaro acabar com a Ancine, será o dilúvio”, reagiu Teófilo em entrevista ao jornal O Globo nesta sexta (26/7). “Vai acabar com o cinema brasileiro, inclusive com os filmes evangélicos de que ele tanto gosta. Não vai poder ter filme nenhum.” Teófilo defendeu o uso de “dinheiro público” para a Cultura. “Se você perguntar na rua o que as pessoas acham sobre isso, vão dizer que são contra. Só que o orçamento da cultura é tão baixo que o governo nem mexe muito na área quando anuncia cortes”, explica. “As pessoas não entendem como as coisas funcionam, é muita desinformação. Isso é péssimo. Aí vejo um sujeito de direita falando que recursos públicos têm que ir apenas para coisas consagradas, como orquestras, óperas, poesias”, enumera. “E se não tivessem dado dinheiro para Glauber Rocha, como ele viraria quem é hoje?” O diretor lamenta a falta de visão cultural do presidente. “Ele agora ataca um filme de 2011 (‘Bruna Surfistinha’)? Pra quê? O filme já foi feito e visto por 2 milhões de pessoas. Infelizmente o presidente está muito mal assessorado, tanto em relação ao meu filme quanto aos dos outros”. Ele ainda explica que o documentário “Nem Tudo se Desfaz” não é sobre Bolsonaro, mas sobre “as manifestações de 2013”, que “levaram às delações premiadas, que levaram à Lava Jato, que levou à prisão de Lula e ao impeachment de Dilma, o que levou a uma alternativa política para além do PT. Meu filme é sobre isso. Onde que é sobre Bolsonaro? Como ele fala uma coisa dessas?” “O filme não é sobre ele, nem nunca será. Oxente, só porque sou aluno de Olavo não significa que vou fazer um filme pró-Bolsonaro”, acrescentou. O pôster de divulgação de “Nem Tudo se Desfaz”, apresentado por Teófilo no Twitter, é uma foto gigante de Bolsonaro em pose de estadista. Veja abaixo. “O presidente lançou uma incerteza sobre meu filme. Se patrocinadores pularem fora, eu pego um avião e saio do país. A Lei do Audiovisual passou por Temer, Dilma, Lula e FHC. A Lei Rouanet é anterior a todos eles. Nenhum deles conseguiu controle sobre a Lei do Audiovisual. Alguns até tentaram, mas não conseguiram. Por que vai ser agora? Bolsonaro não pode fazer isso”, concluiu. Meu novo filme, @nemtudosedesfaz, a ser lançado em breve nos cinemas. NEM TUDO SE DESFAZ é um documentário ensaístico sobre os desdobramentos culturais e políticos das Jornadas de Junho de 2013. pic.twitter.com/2GJF0ByUnL — Josias Teófilo (@josiasteofilo) July 11, 2019

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  • Música

    Pabllo Vittar evoca a série Pose em clipe de parceria com a britânica Charli XCX

    26 de julho de 2019 /

    Pabllo Vittar divulgou o clipe de “Flash Pose”, sua parceria com a cantora britânica Charli XCX e sua primeira música voltada ao mercado internacional, na qual canta em inglês. Isto é, a primeira gringa em que é o cantor principal e não um “feat”. A música aproveita a proximidade entre Pabllo e Charli XCX, que já gravaram juntos “I Got It” num disco da britânica em 2017, com participação ainda das artistas Brooke Candy e Cupcakke, e poderão ser ouvidos novamente em “Shake It”, do novo álbum intitulado “Charli”, previsto para setembro. Como o título aponta, o clipe tem clima de revival do voguing, a dança LGBTQIA+ que Madonna apropriou em seu hit “Vogue” de 1990, e cita tantas vezes a palavra “Pose” que é inevitável fazer a associação com a série que aborda o surgimento do estilo. Há até uma parte falada em que Pabllo soa exatamente como Mj Rodriguez, intérprete de Blanca na produção do canal pago FX. Quem assina o vídeo é o diretor conhecido como Tragik, que antes trabalhou com a protegida de Pharrell Maxine Ashley. “Flash Pose” faz parte do terceiro álbum do cantor brasileiro (que apesar das perucas não abre mão do nome social masculino), chamado de “111”. Assim como os lançamentos recentes de Anitta, o álbum será trilíngue, com Pabllo e suas parcerias cantando em inglês, espanhol e português. O lançamento do novo disco está previsto para o dia 1 de novembro, aniversário do artista.

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  • Etc

    Bolsonaro volta a manifestar vontade de acabar com a Ancine

    25 de julho de 2019 /

    O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer que vai extinguir a Ancine (Agência Nacional de Cinema). Desde a semana passada, ele vem fazendo críticas e afirmando que planeja acabar com o órgão se não pudesse impor um “filtro” na aprovação de projetos de cinema e TV. Depois de atacar reiteradamente “Bruna Surfistinha”, que assumiu não ter visto, Bolsonaro encontrou nesta quinta (25/7) novo motivo para criticar a agência: a aprovação de verbas para um documentário sobre sua eleição. “Recentemente tomei conhecimento sobre a liberação para captação de R$ 530 mil via Ancine para produção de um filme sobre minha campanha nas eleições. Por coerência sugeri que voltassem atrás nessa questão. Não concordamos com o uso de dinheiro público também para estes fins”, ele escreveu no Twitter. E em seguida acrescentou: “Outrossim, estamos trabalhando para viabilizar uma reformulação ou extinção da Ancine”. Bolsonaro reforçou a crítica em outra rede social, durante uma transmissão ao vivo no Facebook. “Depois desse anúncio de fazer um filme sobre a minha pessoa, a Ancine ganhou mais um FO positivo, Fato Observado positivo. Vamos buscar a extinção da Ancine. Não tem nada que o poder público tenha que se meter em fazer filme. Que tenha uma empresa privada, sem problema nenhum. Mas o Estado vai deixar de patrocinar isso daí”, disse. Ele também repetiu um comentário pejorativo sobre a produção cinematográfica nacional, dizendo que não iria “citar nomes de filmes produzidos pela Ancine”, porque havia crianças assistindo sua live pelo Facebook. Criancinhas podem ler os títulos aqui. Os filmes brasileiros lançados desde que Bolsonaro virou presidente são, descontando documentários: “Temporada”, “Boi de Lágrimas”, “Eu Sou Mais Eu”, “O Galã”, “Tito e os Pássaros”, “A Pedra da Serpente”, “Minha Fama de Mau”, “Homem Livre”, “Sai de Baixo – O Filme”, “Cinderela Pop”, “Tá Rindo de Quê?”, “Diários de Classe”, “O Último Trago”, “Albatroz”, “Mal Nosso”, “Sobre Rodas”, “Alaska”, “Chorar de Rir”, “Cine Holliúdy 2 – A Chibata Sideral”, “Jorginho Guinle – $ó se Vive uma Vez”, “Bio – Construindo uma Vida”, “De Pernas pro Ar 3”, “Horácio”, “Organismo”, “Borrasca”, “A Sombra do Pai”, “B.O.”, “Mormaço”, “A Quarta Parede”, “45 Dias sem Você”, “Kardec”, “Inferninho”, “Histórias Estranhas”, “Dias Vazios”, “Beatriz”, “Deslembro”, “Blitz”, “Divino Amor”, “O Olho e a Faca”, “Turma da Mônica – Laços” e, nesta semana, “A Serpente”. O filme sobre a eleição do presidente, por sua vez, chama-se “Nem Tudo se Desfaz” e seria realizado por José Teófilo, diretor de “O Jardim das Aflições”, sobre o guru de Bolsonaro, Olavo de Carvalho. A produção teve autorização da agência para captar R$ 530 mil, conforme publicação no Diário Oficial da União, em 31 de maio. “Não queremos filmes de políticos com dinheiro público. O poder público não deve se meter a fazer filme. O Estado vai deixar de patrocinar”, disse Bolsonaro. Aproveitando o assunto, ele voltou a criticar a liberação de recursos federais para a elaboração do filme “Bruna Surfistinha” e disse que buscará a “extinção da Ancine”. “Não tem filme nem com a Bruna Surfistinha nem com Jair Bolsonaro”, afirmou. Atualmente, a principal fonte do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), sob controle da Ancine, é a arrecadação do Condecine e da Fistel, taxas pagas pelas próprias empresas que atuam no segmento. Ou seja, não se trata de recursos oriundos de orçamento federal. Esse dinheiro não é do governo, ele é arrecadado junto ao setor privado com uma destinação específica para o audiovisual. O governo não pode realocá-lo em outro lugar. É preciso explicar didaticamente, porque o presidente e seus seguidores nas redes sociais demonstram não entender como o financiamento funciona. De todo modo, a ameaça de extinção da Ancine integra um projeto anti-cultural bem articulado, que começou com a extinção do Ministério da Cultura e seguiu com a proibição de patrocínio de estatais a eventos culturais, imposição de limites mais restritos aos tetos de projetos que podem ser aprovados via Lei de Incentivo à Cultura (antiga Lei Rouanet), a exclusão de representantes do mercado e da sociedade civil do CSN (Conselho Superior de Cinema), a mudança do CSC para a pasta da Casa Civil, o fim de apoio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para o programa Cinema do Brasil, voltado à exportação de filmes brasileiros, e outras iniciativas similares. Bolsonaro também não assinou o decreto da Cota de Tela, que estipula um determinado número de dias obrigatórios para que os cinemas exibam filmes brasileiros, que deveria ter sido publicado em janeiro, não escolheu os nomes do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que decide como alocar os recursos arrecadados pelas taxas do mercado, e não nomeou um dos nomes que preencheria uma vaga aberta na diretoria da Ancine desde a renúncia de Mariana Ribas no começo do ano.

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  • Série

    Jeff Bridges vai viver agente da CIA aposentado em sua primeira série de TV

    25 de julho de 2019 /

    O ator Jeff Bridges, vencedor do Oscar por “Coração Louco” (2009), vai estrelar sua primeira série de TV. Ele será o protagonista de “The Old Man”, produção desenvolvida para o canal pago FX, no papel de um ex-agente da CIA chamado Dan Chase. Aposentando e em reclusão há décadas, ele precisará desenferrujar suas habilidades quando um assassino de aluguel aparece para perturbar sua paz. A série é baseada no livro homônimo de Thomas Perry, mas poderia muito bem ser um derivado de “RED (Aposentados e Perigosos)”, já que tem basicamente a mesma premissa do longa de 2010, em que Bruce Willis é tirado da aposentadoria à bala. A adaptação está a cargo dos roteiristas Robert Levine e Jonathan E. Steinberg, cocriadores de “Black Sails”. A data de estreia ainda não foi definida. “Jeff Bridges é um ator icônico e extraordinário, e tê-lo estrelando esta série é um momento incrível para a FX”, comentou o presidente de programação da emissora, Nick Grad, em comunicado. “Jon Steinberg e Robert Levine entregaram um roteiro incrível para o piloto, e Jeff é perfeito para o papel”, complementou. A produção vai representar um retorno à televisão para o ator, que surgiu nas telas fazendo pequenas participações em episódios da série clássica de 1958 “Aventura Submarina”, estrelada por seu pai, o lendário ator Lloyd Bridges. Ao todo, o pequeno “Jeffrey” Bridges apareceu em quatro episódios de duas temporadas como meninos diferentes, entre os oito e os dez anos de idade, e seguiu fazendo aparições televisivas até 1970. Entretanto, nunca tinha repetido o mesmo papel em mais de um episódio. Curiosamente, quando a produção foi anunciada, outro foi mencionado como intérprete do “old man” do título: Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”). Também seria sua primeira série de TV. Relembre aqui.

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