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  • Série

    Netflix renova Gatunas para 2ª e última temporada

    29 de julho de 2019 /

    A Netflix renovou “Gatunas” (Trinkets), série sobre cleptomaníacas adolescentes estrelada por Brianna Hildebrand (a Míssil Adolescente Megassônico de “Deadpool”). E também cancelou. A 2ª temporada será a última, conforme revela o anúncio, feito por meio de um vídeo que pode ser visto abaixo. A 1ª temporada de 10 episódios foi lançada em 14 de junho e acompanha três garotas viciadas em furtos de lojas, que nunca foram pegas e se desafiam a ser mais ousadas. Kiana Madeira (a vilã Spin em “The Flash”) e a novata Quintessa Swindell completam o trio central. A trama é uma adaptação do best-seller homônimo de Kirsten Smith, roteirista de Sessões da Tarde clássicas, como “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999) e “Legalmente Loira” (2001). A própria escritora assina a adaptação, em parceria com Amy Andelson e Emily Meyer (ambas roteiristas de “Ela Dança, Eu Danço 3” e “Naomi & Eli e a Lista do Não Beijo”). Já a showrunner é Linda Gase (“Switched at Birth”). O elenco também inclui dois atores de “13 Reasons Why”: o brasileiro Henry Zaga e Brandon Butler, além de Larry Sullivan (“Big Little Lies”), October Moore (“Grimm”), Odiseas Georgiadis (“The Stand-In”) e Larisa Oleynik (“Mad Men”).

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  • Série

    Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado vai virar série com direção de James Wan

    29 de julho de 2019 /

    O terror adolescente “Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado” vai virar série com direção de James Wan, responsável pelos sucessos de “Invocação do Mal” e “Aquaman”. Em desenvolvimento para a plataforma de streaming da Amazon, a série foi desenvolvida pelo roteirista Shay Hatten (“John Wick 3: Parabellum”) e inclui Neal H. Moritz, que produziu os filmes originais da franquia, à frente do projeto para a Sony Television. Ainda não há informações sobre a trama, elenco nem a previsão de estreia. “Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado” marcou o terror dos anos 1990 no cinema, reunindo Jennifer Love Hewitt, Freddie Prinze Jr., Ryan Phillippe e Sarah Michelle Gellar no elenco. A franquia mostrava um grupo de jovens que, após atropelar e esconder uma morte na estrada, era perseguida por um misterioso assassino. Baseado no livro homônimo de Lois Duncan (“Por um Corredor Escuro”), o roteiro do primeiro filme foi escrito por Kevin Williamson logo após o sucesso de “Pânico” e consolidou a carreira do futuro criador da série “The Vampire Diaries”. O sucesso do primeiro filme lançado em 1997 rendeu uma continuação, “Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado”, em 1998. Sem nenhum dos personagens originais, um terceiro longa ainda foi lançado direto em vídeo em 2006.

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  • Série

    Fugitivos: Teaser tenso revela data de estreia da 3ª temporada

    28 de julho de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu divulgou um teaser muito tenso da 3ª temporada de “Runaways”, baseada nos quadrinhos da Marvel publicados no Brasil como “Fugitivos”. A prévia mostra os fugitivos do título ensanguentados e desacordados, enquanto Gert (Ariela Barer) é transportada para o interior de uma câmara que pode consumir sua vida. Tudo isso, muito rapidamente, para avisar a data de estreia dos próximos 10 capítulos: 13 de dezembro. A adaptação dos quadrinhos de Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Em comunicado, os co-produtores avisaram que os próximos episódios vão “aprofundar nossa conexão com o universo Marvel”.

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  • Filme

    Aladdin ultrapassa US$ 1 bilhão e Disney bate recorde histórico de faturamento mundial

    28 de julho de 2019 /

    A Disney bateu seu próprio recorde anual de bilheteria neste fim de semana, ao atingir US$ 7,67 bilhões de arrecadação mundial. O valor deixou para trás o antigo recorde do estúdio, que foi de US$ 7,61 bilhões em 2016. O detalhe é que o ano de 2019 está apenas na metade. O valor foi comemorado junto da festa de ingresso de “Aladdin” no seleto clube do Mickey para bilionários. A fábula encantada atingiu o número mágico de US$ 1 bilhão mundial no domingo (28/7) e virou o terceiro lançamento do estúdio a ultrapassar a marca neste ano. Os outros bilionários da Disney em 2019 foram “Capitã Marvel”, com US$ 1,2 bilhões, e “Vingadores: Ultimato”, que virou a maior bilheteria mundial de todos os tempos ao atingir US$ 2,79 bilhões. E o estúdio ainda tem uma coprodução com a Sony, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, nesse grupo de Tony Starks do cinema. Além destes, “O Rei Leão” e “Toy Story 4” também estão prestes a atingir US$ 1 bilhão, o que faria da Disney o primeiro estúdio a lançar cinco filmes de faturamento bilionário num único ano – novamente, sem contar o “Homem-Aranha”. Atualmente, as seis maiores bilheterias mundiais de 2019 são da Disney – e, sim, isto inclui o “Homem-Aranha”. O predomínio é tão grande que o estúdio responde por 45% do total da arrecadação de Hollywood no mercado mundial. Em contraste, a Warner Bros., que aparece em 2º lugar no ranking, faturou “apenas” US$ 2 bilhões até agora no ano. A Disney ainda não encerrou seu calendário de blockbusters e ainda vai lançar “Malévola – Dona do Mal”, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e “Frozen 2” até o fim do ano nos Estados Unidos – desta lista, porém, a continuação de “Frozen” só chega no mercado internacional em janeiro de 2020.

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  • Filme

    Bilheterias: Tarantino enfrenta O Rei Leão com a melhor estreia de sua carreira nos EUA

    28 de julho de 2019 /

    Quentin Tarantino foi o único com coragem para desafiar “O Leão Rei” em seu segundo fim de semana de reinado nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. Seu novo filme, “Era uma Vez em Hollywood”, representou a única estreia ampla de cinema de sexta-feira passada (26/7) na América do Norte. E não só sobreviveu à disputa, como registrou a maior abertura da carreira do diretor no mercado doméstico. A bilheteria de US$ 40,3M rendeu o 2º lugar a “Era uma Vez em Hollywood”, feito muito festejada pela Sony. Até, então, o recorde de arrecadação de estreia de Tarantino pertencia a “Bastardos Inglórios”, que fez US$ 38 milhões em 2009. Ambos os filmes têem em comum a presença do astro Brad Pitt, que desta vez divide o protagonismo com Leonardo DiCaprio. A primeira parceria entre Tarantino e a Sony também registrou o maior dia de abertura da carreira do diretor, ao faturar US$ 16,8M na sexta-feira (26/7). E ainda recebeu aplausos da crítica, com 85% na média do Rotten Tomatoes. O lançamento de “Era uma Vez em Hollywood” está marcado para 15 de agosto no Brasil. Mas sempre foi uma luta desigual, tamanha a vantagem de “O Rei Leão”. A animação da Disney manteve-se no topo com mais US$ 75,5M, numa queda de 60% em relação à sua estreia no fim de semana passado. Em dez dias, já soma US$ 350,7M apenas no mercado doméstico – mais que o total acumulado pelo 3º colocado, “Homem-Aranha: De Volta para Casa”, com quatro fins de semana em cartaz. E deverá ultrapassar US$ 1 bilhão mundial antes do próximo levantamento semanal. Sony e Disney ainda dividiram o 3º lugar, graças à coprodução de “Homem-Aranha: De Volta para Casa”, filme mais bem-sucedido do personagem da Marvel, que atingiu US$ 1 bilhão de bilheteria mundial na quinta-feira passada (25/7). A comemoração da Disney ainda se estendeu a “Aladdin”. Atualmente em 7º lugar no ranking doméstico, a fábula encantada também atingiu o número mágico de US$ 1 bilhão mundial neste fim de semana, e ajudou o estúdio a bater um recorde histórico de arrecadação em Hollywood (saiba mais aqui). O predomínio é tão grande que a Disney agora tem as cinco maiores arrecadações do ano na América do Norte, com “Vingadores: Ultimato” (US$ 856M), “Capitã Marvel” (US$ 426M), “Toy Story 4” (US$ 395M), “O Rei Leão” (US$ 350M) e “Aladdin” (US$ 345M). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Rei Leão Fim de semana: US$ 75,5M Total EUA e Canadá: US$ 350,7M Total Mundo: US$ 962,6M 2. Era uma Vez em Hollywood Fim de semana: US$ 40,3M Total EUA e Canadá: US$ 40,3M Total Mundo: US$ 40,3M 3. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 344,4M Total Mundo: US$ 1B 4. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 9,8M Total EUA e Canadá: US$ 395,6M Total Mundo: US$ 917,9M 5. Predadores Assassinos Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 31,4M Total Mundo: US$ 45,8M 6. Yesterday Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 109,6M Total Mundo: US$ 1B 7. Aladdin Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 345,9M Total Mundo: US$ 1B 8. Stuber Fim de semana: US$ 1,6M Total EUA e Canadá: US$ 20,1M Total Mundo: US$ 25,3M 9. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 69,7M Total Mundo: US$ 207,4M 10. The Farewell Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ US$ 3,6M

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    Ruth de Souza (1921 – 2019)

    28 de julho de 2019 /

    A atriz Ruth de Souza morreu na manhã deste domingo (28/7), aos 98 anos. Diagnosticada com pneumonia, ela estava internada, desde o início da semana passada, na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro. Primeira atriz brasileira indicada a um prêmio internacional de cinema, o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1954, Ruth de Souza também foi a primeira atriz negra a construir uma carreira no teatro, no cinema e na televisão do Brasil. E continuava ativa. Seu último trabalho foi na minissérie “Se Eu Fechar os Olhos Agora” , exibida no início de 2019 na Globo. Ruth Pinto de Souza nasceu no dia 12 de maio de 1921 e se interessou pelo teatro ao completar a maioridade, quando descobriu a existência de um grupo de atores liderados por Abdias do Nascimento, que formaram o Teatro Experimental do Negro. Ela fez História ao participar da encenação de “O Imperador Jones”, de Eugene O’Neill, em 1945, como a primeira atriz negra a se apresentar no palco do Teatro Municipal do Rio, abrindo caminho para outros artistas. “Foi lindo aquele dia. A gente celebrando nossa estreia, e o mundo festejando o fim da 2ª Guerra Mundial. O centro da cidade estava lotado de gente”, recordou ela, em entrevista ao jornal O Globo. A repercussão de sua performance lhe rendeu indicações a prêmios e uma bolsa de estudo da Fundação Rockefeller, que a levou a viver um ano nos Estados Unidos. “Aprendi coisas que nunca teria a oportunidade de aprender ficando no Brasil. Ganhei respeito”, disse, sobre a experiência internacional. Ela fez sua estreia no cinema em 1948, no elenco de “Terra Violenta”, por indicação de Jorge Amado. O longa era a adaptação de “Terras do Sem Fim”, do autor baiano, e tinha direção do americano Edmond Bernoudy. E a partir daí se tornou presença constante nas telas, participando de diversas produções das maiores empresas da época: Atlântida, Maristela Filmes e Vera Cruz. Por seu desempenho em “Sinhá Moça” (1953), de Tom Payne e Oswaldo Sampaio, Ruth disputou o Leão de Ouro, no Festival de Veneza de 1954, com estrelas como Katherine Hepburn, Michele Morgan e Lili Palmer, para quem perdeu o troféu por dois pontos. Entre outros filmes do período, incluem-se ainda “Candinho” (1954), uma das comédias mais bem-sucedidas da carreira de Mazzaropi, “Ravina” (1958), de Rubem Biafora, “Fronteiras do Inferno” (1959), de Walter Hugo Khouri, e o clássico “O Assalto ao Trem Pagador” (1962), de Roberto Farias, marco do cinema policial brasileiro. O sucesso alcançado no cinema a levou à televisão, primeiro nos teleteatros da Tupi e da Record, até que, em 1968, foi contratada para integrar sua primeira novela da Globo, “Passo dos Ventos”, de Janete Clair, e nunca mais precisou se preocupar com o desemprego – mesmo aposentada, ela continuava a ter contrato vigente com a emissora carioca, mais de 50 anos depois. Na Globo, tornou-se a primeira atriz negra a protagonizar uma novela, “A Cabana do Pai Tomás” (1969). E participou de cerca de 20 novelas, numa sequência de clássicos do gênero que inclui “O Homem que Deve Morrer” (1971), “Bicho do Mato” (1972), “O Bem Amado” (1973), “Os Ossos do Barão” (1973), “O Rebu” (1974), etc. Também integrou o elenco da novela que adaptou a obra que a consagrou em Veneza, “Sinhá Moça”, em 1986, e do remake da mesma, em 2006, ao mesmo tempo em que se manteve ativa no cinema – em filmes como “Um Homem Célebre” (1974), de Miguel Faria Jr., “Ladrões de Cinema” (1977), de Fernando Campos, “Jubiabá” (1986), de Nelson Pereira dos Santos, e “Um Copo de Cólera” (1999), de Aluizio Abranches, entre outros. Ruth de Souza ainda conquistou o prêmio de Melhor Atriz do Festival de Gramado em 2004, por sua atuação no filme “Filhas do Vento”, de Joel Zito de Araújo. Na ocasião, ela disse: “É uma alegria imensa ter o trabalho reconhecido. As pessoas dizem que abri portas, mas nunca parei para pensar sobre o assunto. Trabalhei muito nesses 70 anos de carreira. Nunca parei, o que é algo difícil para qualquer ator no mundo, ainda mais para um ator negro”. Incansável, a atriz seguiu acrescentando muitas obras à sua imensa filmografia. Entre seus últimos papéis, estão contribuições em filmes como “O Vendedor de Passados” (2015), de Lula Buarque de Hollanda, e “Primavera” (2018), de Carlos Porto de Andrade Junior, inédito em circuito comercial. Na TV, despediu-se vivendo a si mesma na série “Mister Braun” e com a minissérie “Se Eu Fechar Os Olhos Agora”, seu último papel. Ao longo de oito décadas dedicada à dramaturgia, Ruth de Souza se tornou um ícone para várias gerações. Virou parte integral da cultura brasileira. E foi até tema de homenagem de escola de samba, a carioca Santa Cruz, no carnaval deste ano. Lembrada com carinho pelos colegas de profissão, sua morte inundou as redes sociais de lamentações. “Aos 98 anos nossa amada partiu, deixando um legado, uma história incrível e portas abertas para muitos jovens artistas negros”, escreveu a atriz Zezé Motta.

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  • Etc,  Série

    Russi Taylor (1944 – 2019)

    28 de julho de 2019 /

    Russi Taylor, que foi dubladora da ratinha Minnie Mouse por mais de três décadas nas animações da Disney, morreu aos 75 anos na Califórnia. A informação foi confirmada no sábado (27/7) em comunicado do estúdio. A causa da morte não foi divulgada. “Minnie Mouse perdeu a voz com a morte de Russi Taylor”, disse Bob Iger, presidente e diretor-executivo da companhia, no comunicado. “Por mais de 30 anos, Minnie e Russi trabalharam juntas para entreter milhões em todo o mundo – uma parceria que fez de Minnie um ícone global e de Russi uma lenda da Disney amada por fãs em todos os lugares”, completou. Ela começou a dublar Minnie em 1987 e, no ano seguinte, deu voz à personagem no filme clássico “Uma Cilada para Roger Rabbit”. Desde então, sempre que Minnie apareceu num desenho, fosse uma participação na série de Tico e Teco ou um vídeo como “Mickey, Donald e Pateta: Os Três Mosqueteiros”, foi Russi quem lhe deu voz. E ela permanecia ativa na função na atual série do “Mickey Mouse”, produzida desde 2013 pelo estúdio. A ligação com o Mickey também se estendeu aos bastidores. Russi conheceu o seu marido, Wayne Allwine, no microfone ao lado. Ele era, curiosamente, o dublador do Mickey desde 1977. As vozes de Mickey e Minnie se casaram na vida real em 1991 e ficaram juntos até a morte dele, em 2009. A dubladora também deu voz ao menino Martin Prince por quase 30 anos em “Os Simpsons”. O colega de aula de Bart, introduzido em 1990, foi seu segundo personagem mais longevo, e deverá ser aposentado da série animada após sua morte. Seu timbre vocal também animou a versão bebê de Gonzo em “Muppet Babies”, a versão adolescente de Pedrita, a filha dos Flintstones, em várias séries e games, a pata Margarida no longa “Fantasia 2000”, os sobrinhos do Pato Donald, Huguinho, Zezinho e Luisinho, no primeiro “DuckTales”, entre muitos outros personagens clássicos dos desenhos americanos.

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  • Música

    Playlist: Veja 400 clipes com novas músicas do Lado B do YouTube

    28 de julho de 2019 /

    É frustrante constatar que, no mundo conectado atual, as playlists de streaming apresentam os mesmos artistas e os hits que a maioria conhece de cor. A playlist a seguir vai na contramão dessa preguiça cultural com um passeio pela novidade, encontrada nas paisagens mais distantes, locais menos conhecidos e porões pouco frequentados do YouTube. Uma turnê por 400 clipes lançados em março e abril, de lugares tão díspares quanto Guatemala e Filipinas, que se perdem em meio ao excesso de informação mundial. Não é o pop da MTV, apesar de Billie Eilish ter se infiltrado de contrabando. Mas não deixa de ser o pop de alguns países, representando diferentes vertentes do que está acontecendo na música atual. A separação em Lado A e Lado B é uma convenção ditada pelos limites técnicos do YouTube, que não permite incorporar mais que 200 vídeos por playlist. Mas desta vez veio a calhar, já que o lado A é mais dançante e o B mais roqueiro. Ainda assim, não são seleções separadas – o final da primeira emenda no início da segunda, num crescendo que vai do reggae ao folk, passando por muitas mutações ao longo desse caminho. A maioria dos artistas é bem jovem, como a australiana Hatchie que ilustra o post, mas a seleção contempla alguns veteranos, entre eles os pós-punks Gang of Four e A Certain Ratio, a banda gótica Rosetta Stone, a industrial Rammstein e a indie Primal Scream, que comparece com uma gravação da C86, a lendária fita K7 da NME sobre a “classe de 1986” – a música é nada menos que “Velocity Girl”, que ganha seu primeiro clipe após 33 anos, para acompanhar uma coletânea recém-lançada da banda. Roqueiros britânicos e americanos são maioria, mas há gravações de house sul-africano, beats eletrônicas de Gana, ska indonésio, punk russo, soul sul-coreano, rap alemão, indie taiwanês e muita gente boa da cena alternativa brasileira, entre inúmeras outras opções. Abaixo dos vídeos, estão os nomes dos artistas, faixas e nacionalidades, informações que servem de ponto de partida para quem quiser saber mais sobre cada faixa – porque só para escrever a listagem foram três dias (nas horas de “folga” das demais postagens do site)! Se gostou da curadoria, compartilhe o link com os amigos. Esse trabalho de desbravamento é cansativo e beira o insano devido ao TOC de “discotecagem” – de organizar os vídeos por estilo, bpm, afinação, acordes similares – , para chegar num streaming contínuo de mais de 24 horas de música. Ficou curioso? Basta apertar play para explorar esse admirável mundo alternativo – e quem sabe acrescentar novos nomes na sua lista de favoritos. LADO A 1 Bomba Estéreo ft. Systema Solar – Carnavalera (Argentina) | 2 The Bennies – Lets Go Get Stoned (Austrália) | 3 J. Derobie – Irie (Gana) | 4 Nikisuka – Zona Nyaman (Indonésia) | 5 The Keystone Ska Exchange – Pretty Girl (EUA) | 6 Pedro Mann ft. Mari Blue – Menino e Menina (Brasil) | 7 Inna de Yard ft. Kiddus I – If You Love Me (Jamaica) | 8 Leopard ft. Mr Eazi – Shola (Remix) (Nigéria) | 9 Eazzy – Odo (Gana) | 10 Monkey Jhayam e Victor Rice – Preto (Monk Tape 2019) (Brasil) | 11 Vybz Kartel – Undisputed Champion (Jamaica) | 12 Beenie Man – Know Bout Yuh (Jamaica) | 13 Giggs – Baby (Inglaterra) | 14 Raja Meziane – Allo le Système! (Argélia) | 15 Coucou Chloe – Gecko (Inglaterra) | 16 Yurufuwa Gang & Ryan Hemsworth – Fresh All Day (Japão/Canadá) | 17 Kamui – RAF (Japão) | 18 Rincon Sapiência – Bon Voyage (Crioulo em Paris) (Brasil) | 19 A-WA – Hana Mash Hu Al Yaman (Israel) | 20 Bagarre – Kabylifornie (França) | 2 Zero12sfinest ft Thamagnificent2 – Baby Are You Coming (África do Sul) | 22 Tshegue – The Wheel (França) | 23 Mace & Ckrono ft.. MC Bin Laden – Vroom Vrau (Crookers Remix) (Itália/Brasil) | 24 Tzusing — Circa Taipei (Taiwan) | 25 Moguai & Luciana – Faith (Alemanha/Inglaterra) | 26 Loopers – Feel It (Holanda) | 27 Underworld – This Must Be Drum Street (Inglaterra) | 28 Corps – Sur L’Autoroute (França) | 29 Minimal Violence – June Anthem (Canadá) | 30 Yellow Claw, RL Grime & UNKWN – Tokyo Tra (Holanda/EUA) | 31 Cumhur Jay – Voices (Espanha) | 32 Flip-Flop – Damage (EUA) | 33 Fujiya & Miyagi – Flashback (Inglaterra) | 34 Matias Aguayo – Pikin (Alemanha) | 35 imi – The Fence (Inglaterra) | 36 Lomea – You Are Your Memories (Inglaterra) | 37 Montoya – Perla (Itália) | 38 Kelly Moran – Water Music (EUA) | 39 Leifur James – Wurlitzer (Inglaterra) | 40 The Funk Hunters – Soul City (Canadá) | 41 Sam Dian – Blue Desire (França) | 42 Killavesi – Dont Think You Should (EUA) | 43 Hyyts – Car Crash Carnivore (Escócia) | 44 Deichkind – Richtig Gutes Zeug (Alemanha) | 45 Lucky Kilimanjaro – 風になる (Japão) | 46 DJ Mshega ft. Ziyon – How Do You Feel (África do Sul) | 47 Pitch 92 Ft. DRS – Makes No Sense (Inglaterra) | 48 Yaw. – Free Zone (Austrália) | 49 Rhino ft. Too Many T’s – Dream (França/Inglaterra) | 50 Afro Parker – Do I Love You? (Japão) | 51 Black Alien – Vai Baby (Brasil) | 52 Indee Styla ft. Drik Barbosa – Hijas de La Libertad (Espanha/Brasil) | 53 Audrey – Souffle (EUA) | 54 Yanga Chief – Utatakho (África do Sul) | 55 Stormzy – Vossi Bop (Inglaterra) | 56 Ashnikko – Special (Inglaterra) | 57 Frikstailers ft. Mateo Kingman – Brinca (México/Equador) | 58 Carnage ft. Prinze George – Letting People Go (EUA) | 59 Billie Eilish – You Should See Me in a Crown (EUA) | 60 Meernaa – Better Part (EUA) | 61 Alaskalaska – Bees (Inglaterra) | 62 Tom Demac – Serenade (País de Gales) | 63 Claudia Bouvette – Cool It (Canadá) | 64 Girl Crush – Blame Girls (Suécia) | 65 Le Boom – Just Want to (Irlanda) | 66 Robyn – Between The Lines (Suécia) | 67 Christine and the Queens – Comme si (França) | 68 Prince Kaybee ft. Msaki – Fetch Your Life (África do Sul) | 69 Meduza ft. Goodboys – Piece Of Your Heart (Itália/Inglaterra) | 70 Victor Lou – This Is House (Brasil) | 71 Meute – Araya (Fatima Yamaha Rework) (Alemanha) | 72 Purple Disco Machine – Body Funk (Alemanha) | 73 King Arthur x Big Pineapple – Friends (EUA/Holanda) | 74 The Mansisters – Amigo (Dinamarca) | 75 Acado & Modest Crow – Matoke (Alemanha/Israel) | 76 Carl Nunes – Hong Kong Flow (Guatemala) | 77 Jackie Mendoza – Mucho Más (México) | 78 SDH (Semiotics Department of Heteronyms) – I Mean (Espanha) | 79 Snapped Ankles – Tailpipe (Inglaterra) | 80 MadMadMad – Mouse Rock (Inglaterra) | 81 Ladilla Rusa ft. Joan Colomo & Los Ganglios – Kitt y los Coches del Pasado (Espanha) | 82 Lust for Youth – By No Means (Dinamarca) | 83 Knight$ – Gelato (Inglaterra) | 84 Boy Harsher – Come Closer (EUA) | 85 Scalping – Satan II (Inglaterra) | 86 Sextile – Hazing (EUA) | 87 Czarina – Burn (EUA) | 88 WLDV (We Love Dolce Vita) – The Cellar (Espanha) | 89 Sex Gang Children – Pigs To Men (MGT remix) (Inglaterra) | 90 The Present Moment – Waiting (EUA) | 91 Scratch Massive – Dancer in the Dark (França) | 92 Miqui Brightside x Les Gordon ft. Adriana Proenza – Night Goes (Espanha/França) | 93 MXMS – Salvation Hurts (EUA) | 94 Isaura – Liga-Desliga (Portugal) | 95 Malik Djoudi – Epouser la Nuit (França) | 96 Memphis LK – Speak Honestly (Austrália) | 97 Cheat Codes ft. Kaskade – Be The One (EUA) | 98 TR/ST – Gone (Canadá) | 99 Clara Luciani – On ne Meurt pas D’amour (França) | 100 Trevor Something – The Chemical of Love (EUA) | 101 Malory – Amour Dété (França) | 102 Clubz ft. Ela Minus – Nagano (México/Colômbia) | 103 Say Yes Dog – Lies (Holanda) | 104 Self Esteem – (Girl) Crush (Inglaterra) | 105 Band à Part – Cómo Hablar con Chicas en las Fiestas (Espanha) | 106 Los Amigos Invisibles – Tócamela (Venezuela) | 107 Diron Animal & Moullinex – You and Me (Portugal) | 108 Lucy Lu – Crucial (Inglaterra) | 109 Alpine – Dumb (Austrália) | 110 Surfistas del Sistema – Te Miro Para Ver Si Me Ves Mirarte (Argentina) | 111 Yumi Zouma – Crush (It’s Late, Just Stay) (Nova Zelândia) | 112 I Know The Chief – Jeff Goldblum’s House (Austrália) | 113 C Duncan – Talk Talk Talk (Escócia) | 114 Diane Coffee – Like A Child Does (EUA) | 115 Some Sprouts – Someone You Love (Alemanha) | 116 Magdalena Bay – Only If You Want It (EUA) | 117 Escort – Outta My Head (EUA) | 118 Feet – Ad Blue (Inglaterra) | 119 Approachable Members Of Your Local Community ft. Heaps Good Friends – One I Need (Austrália) | 120 Follies & Vices – Dont Hold Back (EUA) | 121 LambC – Treat You Right (Coreia do Sul) | 122 Great Mountain Fire – Look Up (Bélgica) | 123 Tracky – Boys in Black (Inglaterra) | 124 A Certain Ratio – Houses in Motion (Inglaterra) | 125 Richard Fenet – Peau de Pêche (França) | 126 The Driver Era – Feel You Now (EUA) | 127 Aldo – Trembling Eyelids (Brasil) | 128 Gold Fields – GLOW (Austrália) | 129 Gang Of Four – Change the Locks (Inglaterra) | 130 Juju ft. Goatman – I’m in Trance (Itália/Suécia) | 131 Wooze – Cousin Paul From Paddington (Inglaterra) | 132 Marike Jager – Hey Are You OK (Holanda) | 133 Good Cop Bad Cop – Taste The Danger (Part II) (Inglaterra) | 134 Missio – I See You (EUA) | 135 Costera – Damos Vueltas (México) | 136 La Casa Azul – El Final Del Amor Eterno (Espanha) | 137 Sophie and the Giants – The Light (Inglaterra) | 138 Vivin – Half Moon Half Sun (Áustria) | 139 Geographer – Summer of my Discontentment (EUA) | 140 Bastille – Doom Days (Inglaterra) | 141 Eden Samara – Days (Canadá) | 142 Camilo Séptimo – Contacto (México) | 143 Korin F. – Cest Pas Tout (França) | 144 Bayo – Peixe (Brasil) | 145 Capitão Fausto – Boa Memória (Portugal) | 146 Beatenberg & Tresor – Aphrodite (África do Sul) | 147 Daybreak – Dreaming Island (Coreia do Sul) | 148 C&K – 精鋭 (Japão) | 149 A Olívia – Passar em Branco (Brasil) | 150 LP – Girls Go Wild (EUA) | 151 Bleached – Hard to Kill (EUA) | 152 Sun Sweet Sun – Blue (Brasil) | 153 Das Paradies – Eis auf Einer Scholle (Alemanha) | 154 Drive Boy – Night Crawler (Japão) | 155 Indios – Ya lo Sé (Argentina) | 156 Neleonard – El Último Segundo (Espanha) | 157 Halfnoise – Who Could You Be (EUA) | 158 Roman Kakumei – 愛は1/2 (Japão) | 159 Pierre III – Touché (França) | 160 Moonlight Breakfast – Summer (Romênia) | 161 Nasty Cherry – Win (Inglaterra) | 162 Maude Latour – Superfruit (EUA) | 163 CYN – Terrible Ideas (EUA) | 164 Rachel K Collier – Dinosaur (País de Gales) | 165 Candy Says – Gravity (Inglaterra) | 166 Anna of the North – Used To Be (Noruega) | 167 Liss – Reputation (Dinamarca) | 168 Bedouin Soundclash – Clock Work (Canadá) | 169 Manila – All About (Dinamarca) | 170 Ariana and the Rose – You Were Never My Boyfriend (EUA) | 171 Amber Mark – Mixer (EUA) | 172 Julian Bell – Pretender (EUA) | 173 Jamila Woods – Eartha (EUA) | 174 Nilüfer Yanya – Baby Blu (Inglaterra) | 175 Rachel Chinouriri – Adrenaline (Inglaterra) | 176 Maya – Labirinto (Brasil) | 177 Anderson...

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  • Série

    Amazon cancela cinco séries originais

    28 de julho de 2019 /

    A Amazon confirmou o cancelamento de cinco séries originais da plataforma Prime Video: “The Romanoffs”, “Too Old To Die Young”, “Patriot”, “Lore” e “Forever”. A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, deu as más notícias neste sábado (22/7), durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). No mesmo evento, ela também anunciou renovações (leia aqui). Das cinco, a melhor era “Forever”. A comédia acompanhava o casal formado por Maya Rudolph e Fred Armisen (veteranos do programa “Saturday Night Live”) em sua vida confortável, porém monótona em Riverside, na Califórnia, até que decidem sair da rotina com uma viagem de esqui, adentrando situações completamente desconhecidas. Criada pelos roteiristas Alan Yang (“Master of None”) e Matt Hubbard (“30 Rock”), ambos vencedores do Emmy, a série tinha 94% de aprovação da crítica. Igualmente bem cotada, a sátira de espionagem “Patriot” teve duas temporadas e acompanhava o espião relutante e depressivo John Tavner (Michael Dorman), em uma trama de intriga internacional recheada de humor negro. Criada por Steven Conrad (roteirista de “A Vida Secreta de Walter Mitty”), tinha 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas foi prejudicada por um hiato muito longo entre as temporadas. Os primeiros 10 episódios foram disponibilizados em 2015 e os seguintes apenas em novembro passado. Também com duas temporadas, “Lore” era uma antologia de terror, baseada num podcast sobre histórias supostamente reais que deram origem aos mitos e lendas dos dias atuais, e combinava documentário, animação e encenação com produção de Ben Silverman (série “The Office”), Howard T. Owens (reality “Planet of the Apps”), Gale Anne Hurd (série “The Walking Dead”), Brett-Patrick Jenkins (reality “Face Off”), Glen Morgan (série “Arquivo X”) e Aaron Mahnke, o criador do podcast. Outra antologia, bem mais badalada e cara, “The Romanoffs” foi um fiasco de Matt Weiner, criador de “Mad Men”, em que cada capítulo girava em torno de pessoas diferentes que se diziam descendentes dos Romanoff, a família real russa assassinada pelos comunistas. Apesar da grande quantidade de famosos em seu elenco, os 8 episódios não repercutiram com a crítica. Chegou a ser considerada medíocre, com aprovação de apenas 51% no Rotten Tomatoes. Por fim, “Too Old To Die Young” era uma produção do cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn (“Drive”) e foi lançada quase secretamente no mês passado. Não há um vídeo sequer na página do YouTube da plataforma para avisar sobre a existência da série, que também não apareceu na home do serviço e teve divulgação basicamente pelo Twitter do diretor. A trama acompanhava um policial em luto (Miles Teller, de “Whiplash”), que se torna amigo do assassino de seu parceiro. Refn dirigiu todos os 10 episódios, que atingiram 66% de aprovação no Rotten Tomatos e, como quis a Amazon, não foram descobertos pelos leitores do site – é a única das cinco sem avaliação do público. Veja abaixo os trailers das cinco produções canceladas. Dear Friends! Please allow me to introduce the first trailer for TOO OLD TO DIE YOUNG. ??❤️ See you on Prime Video June 14. ? @TOTDYTV #byNWR pic.twitter.com/kl118mhbQK pic.twitter.com/Vyj3GmxH2K — Nicolas Winding Refn (@NicolasWR) April 3, 2019

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  • Filme

    Remake de O Rei Leão é tão realista que se torna sério demais

    27 de julho de 2019 /

    A obsessão da Disney em realizar remakes live-actions de suas animações chega ao maior clássico do estúdio nos últimos 25 anos, “O Rei Leão”. A escolha de Jon Favreau para dirigir o longa é óbvia, afinal ele fez um milagre com “Mogli, O Menino Lobo”. Não somente elevando a qualidade dos efeitos visuais com um realismo impressionante na renderização de seus animais, mas por atualizar o desenho de meio século sem se render à nostalgia. Os efeitos estão ainda melhores em “O Rei Leão”. Entretanto, o original ainda é relativamente atual e perfeito em sua forma original. Isto rendeu um remake mais reverente que “Mogli”, praticamente seguindo o roteiro do filme de 1994, numa recriação das cenas quadro a quadro. Sem nada para acrescentar à história, restou a Favreau concentrar toda sua energia na tecnologia. Ele é bom no que faz, tanto que a diferença entre “Mogli” e “O Rei Leão” é vista em cada frame. O nível alcançado pelo fotorrealismo faz cair o queixo com locações que parecem existir de verdade, embora inspiradas na animação clássica. Mas é tudo – menos uma cena – computação gráfica. Isso quer dizer que “O Rei Leão” atingiu o topo e, agora, o desafio é superar a qualidade de seus efeitos. Por outro lado, como os animais são realistas demais, essa versão se torna mais séria, o que prejudica um pouco o resultado. Nem é o caso de observar que os animais não apresentam expressões humanas como no desenho. Não é que falta alma, porque animais têm suas expressões e elas estão lá. O problema é outro. Em “Babe”, por exemplo, os animais falam, porém ninguém esperneou. Em “O Rei Leão”, eles ainda cantam. A diferença é que “Babe” era apresentado como uma fábula. “O Rei Leão” não. É para ser “real”. E aí entra um equívoco de premissa, porque animais não falam e, muito menos, cantam. Favreau foi ao limite de limar as coreografias do desenho, que não combinariam com o objetivo de tornar seu filme o mais realista possível. Então, não há elefantes e avestruzes em cima uns dos outros, para que Simba possa cantar lá no alto. Os bichinhos apenas andam e… cantam. As diferenças entre as histórias são mínimas. Ambas têm como base a jornada do herói, além de “Hamlet”, de William Shakespeare, e o evidente “Kimba, o Leão Branco”, de Osamu Tezuka. A versão CGI inclui leoas mais valentes e alguns detalhes escatológicos que não constam do original, mas a verdade é que só agrada porque o filme de 1994 tem uma uma história extraordinária. “O Rei Leão” clássico tornou-se uma influência tão grande que seu impacto pode ser traçado até “Pantera Negra”. Já a versão de Jon Favreu não deixará qualquer outro legado que não seja a evolução dos efeitos digitais. Não é pouca coisa. Mas também não é muita coisa.

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  • Filme

    Homem-Aranha se divide entre adolescência e heroísmo no divertido Longe de Casa

    27 de julho de 2019 /

    Uma bela surpresa este “Homem-Aranha: Longe de Casa”, segundo filme solo do Aranha com o jovem e talentoso Tom Holland. A produção não deixa dúvida que a versão adolescente do herói é mais atraente para o público mais jovem, que pode se identificar bem mais com seus problemas e com suas preocupações do que com as de um adulto milionário e cínico como Tony Stark. Desta vez, a principal preocupação do herói é conseguir se aproximar da garota por quem está apaixonado, a MJ (Zendaya). Aliás, a escalação de Zendaya como interesse amoroso é novidade em relação aos quadrinhos. Embora o nome da personagem seja Michelle, que não existe nos gibis da Marvel, ela passou a ser chamada de MJ no novo filme, como a ruiva Mary Jane que conquista o coração de Peter Parker e foi personificada por Kirsten Dunst nos três filmes de Sam Raimi. Aliás, há várias liberdades artísticas no filme em comparação com as HQs, mais do que na maioria das produções do Universo Cinematográfico Marvel. Mas não deixa de ser interessante, por exemplo, ver uma Tia May tão jovem como a interpretada por Marisa Tomei. Também é muito interessante a maneira como é introduzido Mysterio, que nas publicações da Marvel é um vilão de terceira categoria. O filme dá maior importância ao personagem, que não é apresentado exatamente como um vilão. E sua participação ajuda a tornar o filme muito maior do que o trailer dá a entender. Assim, todos aqueles monstros meio genéricos apresentados nas prévias acabam ganhando algum sentido. Mas o melhor do filme é mesmo como ele dá mais destaque a Peter Parker do que ao Homem-Aranha. É muito divertido vê-lo em um passeio com os colegas da escola por cidades da Europa. O melhor amigo dele, Ned (Jacob Batalon), é muito engraçado. Trata-se da influência da versão Ultimate, em que Miles Morales tem um amigo asiático gordinho (Ganke Lee). Isso faz bem ao filme. Assim como a bem-vinda presença da jovem Angourie Rice no papel de Betty Brant, que virou colega de Peter na escola. A questão “com grandes poderes, vem grandes responsabilidades” é introduzida de maneira gradual e de uma forma que reflete a origem do personagem, com Peter relutando, a princípio, largar sua vida normal de adolescente para vestir a roupa de super-herói numa nova missão de Nick Fury (Samuel L. Jackson). Além de ser um filme muito bem-humorado, que consegue superar a sombra da morte de Tony Stark em “Vingadores: Ultimate”, “Homem-Aranha: Longe de Casa” é melhor em diversos aspectos em relação ao anterior, “De Volta ao Lar”, mesmo sem ter cenas tão memoráveis quanto as ameaças do vilão Abutre (Michael Keaton) ao herói. Aqui temos Jake Gyllenhaal como o Mysterio e é bom não dizer mais do que isso para não estragar as surpresas, apenas ressaltar que o ator se sai muito bem. As cenas de ação são ok, sem muitas novidades. Mas há que se dizer que a cena pós-créditos deste filme é a mais importante de todas do Universo Cinematográfico Marvel, no sentido de não poder ser descartada do produto final.

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  • Filme

    Um Homem Fiel segue a tradição da nouvelle vague

    27 de julho de 2019 /

    “Um Homem Fiel”, de Louis Garrel (“Dois Amigos”), se inspira na tradição da nouvelle vague, lidando com um quarteto amoroso, formado por Abel (o próprio Garrel), Marianne (Laetitia Casta, mulher do ator), Paul (Joseph Engel) e Eve (Lily-Rose Depp, a filha de Johnny Depp). Envolve separações, perda da mulher para o amigo, retorno no tempo, expectativas amorosas que vêm desde a meninice, suas alternativas, possibilidades e impedimentos. Nada de tão novo, exceto o foco na fidelidade masculina, mas o filme flui bem, envolve e trata de gente real. As relações amorosas, sob os mais diversos ângulos, sempre foram o forte do cinema francês. O filme foi escrito pelo diretor e ator Louis Garrel, Florence Seyvos (“Camille Outra Vez”) e ninguém menos do que Jean-Claude Carrière (“A Bela da Tarde”, “A Piscina”, “A Insustentável Leveza do Ser”), um dos maiores roteiristas da história do cinema francês. E isso faz toda a diferença. O filme dá seu recado sem enrolar nem perder tempo, em apenas 75 minutos, bem aproveitados.

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  • Série

    Maria Flor e Erom Cordeiro vão estrelar nova série policial na TNT

    27 de julho de 2019 /

    Os atores Maria Flor (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”) vão estrelar uma nova série policial da TNT, intitulada “Os Ausentes”. A trama acompanha a misteriosa Maria Julia e o ex-delegado Raul Fagnani, que investigam casos de pessoas desaparecidas. Diz a sinopse: Após o desaparecimento de sua filha Sofia, de 5 anos, o ex-delegado Fagnani decide abrir uma agência de investigação, famosa por receber todo tipo de clientes, principalmente aqueles que não podem ou não querem recorrer à polícia. No submundo, o próprio tem esperança de encontrar pistas sobre o que aconteceu com sua filha. Seu caminho acaba se cruzando com o da misteriosa Maria Júlia, que fugiu de Buenos Aires após seu pai sumir misteriosamente. O formato é procedimental, o mesmo das séries mais tradicionais da TV aberta, que a cada capítulo lidam com o caso da semana. Criada por Thiago Luciano (“Meu Amigo Encosto”) e Maria Carmem Barbosa (“Sandy & Junior”), a produção tem consultoria do roteirista americano Barry M. Schkolnick, que trabalhou numa das mais série mais famosas do gênero procedimental, “Law & Order”. A temporada inicial terá, ao todo, 10 episódios ambientados na Grande São Paulo, com gravações marcadas para a próxima terça (30/7). A estreia é prevista para o primeiro semestre de 2020.

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