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    Kit Harington se interna em clínica de reabilitação após final de Game of Thrones

    28 de maio de 2019 /

    O astro Kit Harington, intérprete de Jon Snow em “Game of Thrones”, internou-se em uma clínica de reabilitação após o final da série. A internação foi descoberta pelo site Page Six, que pertence ao jornal New York Post, e confirmada por várias publicações na tarde desta terça (28/5) com novos detalhes. Um representante do ator também divulgou um comunicado sobre o assunto. “Kit decidiu utilizar esse intervalo em sua agenda como uma oportunidade para passar um tempo num retiro saudável para lidar com alguns problemas pessoais”, diz o texto oficial, propositalmente vago. Harington se internou por volta do dia da exibição do último episódio de “Game of Thrones”, que foi ao ar em 19 de maio no canal pago HBO. Ele chegou a comentar o final da série para a revista Entertainment Weekly, especificamente a transformação de Daenerys (Emilia Clarke), mas não deu mais entrevistas desde então. Segundo o Page Six, o ator estaria com dificuldades para lidar com abuso de álcool e estresse, e o final de “Game of Thrones” teria lhe impactado “profundamente”. Uma cena do documentário “Game of Thrones: The Last Watch”, exibido no domingo (28/5) viralizou ao mostrar o ator chorando ao ler o roteiro em que seu personagem mata Daenerys. Veja abaixo. “Ele percebeu que era o fim, que era algo no qual eles trabalharam duro por muitos anos. Ele teve um momento de ‘e agora?’ Sua esposa Rose Leslie está sendo bem apoiadora. Todos querem que ele descanse um pouco. Agora, ele precisa de paz e silêncio”, disse uma fonte do site. A clínica que o recebeu fica em Connecticut, nos Estados Unidos, e é descrita como um local luxuoso, que famosos costumam usar para se tratar de vícios longe da mídia. Kit and Emilia’s reaction at the last table read #GameOfThrones #TheLastWatch pic.twitter.com/nGBHuHNrnf — Joe Weaver (@jorywea) May 27, 2019

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  • Filme

    Trailer de cinebiografia lembra músicas e polêmicas da vida do cantor Wilson Simonal

    28 de maio de 2019 /

    A Downtown Filmes divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Simonal”, cinebiografia do cantor Wilson Simonal (1938-2000). A prévia destaca diversas músicas de sucesso, a interpretação carismática de Fabrício Boliveira no papel-título e a reviravolta polêmica na carreira do ídolo pop, que de uma hora para outro perdeu tudo e todos lhe viraram as costas, por suposta ligação com o DOPS, a gestapo da ditadura militar brasileira. Além de Fabrício Oliveira como Simonal, a prévia destaca Ísis Valverde como sua esposa Tereza. E, curiosamente, os dois atores já tinham vivido um casal no cinema, em “Faroeste Caboclo”, também baseado no pop nacional. O resto do elenco inclui Leandro Hassum (“Não Se Aceitam Devoluções”), Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”), Mariana Lima (“Real: O Plano por Trás da História”) e Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). “Simonal” retrata o sucesso meteórico do cantor entre os anos 1960 e 1970, quando ele se tornou uma das personalidades mais populares do país para, em seguida, mergulhar no ostracismo. O longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). A estreia vai acontecer em 8 de agosto, um ano após première nacional no Festival de Gramado de 2018, quando venceu três prêmios – Direção de Arte, Fotografia e Trilha, composta pelos filhos do cantor, Simoninha e Max de Castro.

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  • Filme

    Filho de Robin Williams fala sobre perda do pai em campanha de prevenção ao suicídio

    28 de maio de 2019 /

    Cinco anos após a morte de Robin Williams, o filho mais velho do ator, Zak Williams, resolveu falar abertamente do suicídio de seu pai para a campanha Faces of Fortitude. Criada pela fotógrafa Mariangela Abeo, a campanha traz depoimentos de pessoas cujas famílias foram afetadas pelo suicídio de um ente querido, para servir de ajuda e prevenir tragédias similares. Além de posar para fotos da campanha, Zak descreveu como o processo de luto da família foi difícil. Conhecido por filmes como “Jumanji”, “Uma Babá Quase Perfeita”, “Gênio Indomável”, o desenho original de “Aladdin” e muitos outros sucessos, Williams cometeu suicídio em 2014, aos 63 anos. “Não existe nada em nossa educação que nos ensine a lidar com algo assim. Nada que nos mostre como equilibrar um processo de luto privado com o que fazer em público”, comentou. “Nossa família estava em luto junto com o mundo inteiro”. “Quando você está de luto e busca validação do público, é tudo passageiro. Eu busquei apoio do mundo lá fora, não da minha família. Muita gente queria passar pelo luto conosco, por vários motivos diferentes, mas o pesar público passa muito rápido”, acrescentou “Eu fiquei me sentindo mal por muito tempo. Uma vez que eu tirei de cena todos os elementos externos, e a automedicação, tudo se tornou cru para mim. Foi muito doloroso”, confessou ainda. “Eu precisei parar de pensar no quadro maior, e olhar para dentro de mim mesmo. Encontrei muita coisa lá. Eu percebi que não estava quebrado, e que eu tinha muita força dentro de mim”, completou. A fotógrafa que lançou a campanha contou também que a sessão com Zak foi “uma das mais emocionantes” do projeto.

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  • Série

    Atores de Sense8 e Mamma Mia! vão estrelar série baseada na franquia Jason Bourne

    28 de maio de 2019 /

    O canal pago USA Network anunciou os primeiros nomes do elenco de “Treadstone”, série passada no mesmo universo dos filmes da franquia “Jason Bourne”. Os atores Jeremy Irvine (o jovem Sam de “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Brian J. Smith (o Will de “Sense8”) serão os protagonistas da atração. Desenvolvida por Tim Kring (criador de “Heroes”), a trama vai explorar o programa de operações secretas da CIA conhecido como Treadstone, que usa um protocolo de modificação de comportamento para transformar agentes em assassinos super-humanos praticamente imbatíveis – como Jason Bourne e Aaron Cross, personagens interpretados por Matt Damon e Jeremy Renner no cinema. A atração seguirá outros agentes “adormecidos” por todo o mundo, enquanto eles começam misteriosamente a “despertar” suas habilidades e completar suas missões fatais. Jeremy Irvine viverá J. Randolph Bentley, um espião enviado pela CIA para eliminar um alvo chave, mas que acaba se envolvendo em uma conspiração internacional. E Brian J. Smith será Doug McKenna, um operário de plataforma de petróleo que tem sua vida transformada após descobrir um segredo oculto sobre seu passado. O primeiro episódio será dirigido por Ramin Bahrani, responsável pelo recente remake de “Fahrenheit 451” na HBO. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Kaley Cuoco divulga nova imagem da série animada da Arlequina

    28 de maio de 2019 /

    A atriz Kaley Cuoco já mergulhou em sua próxima série, após o fim de “The Big Bang Theory”. Ela postou uma imagem no Instagram para marcar a transição, acompanhada por uma risadinha e um aviso para os fãs se prepararem. Veja abaixo. Kaley será a responsável por dublar ninguém menos que a Arlequina na primeira série animada dedicada à personagem. Curiosamente, sua colega Melissa Rauch (intérprete de Bernadette em “The Big Bang Theory”) dublou a Arlequina no mais recente longa animado da personagem para o mercado de home video – “Batman e Arlequina” (2017). De todo modo, Cuoco vai aproveitar sua experiência como comediante para explorar o timing cômico da vilã, conforme os fãs já puderam conferir num teaser anteriormente divulgado. Outra novidade da produção diz respeito à aparência da Arlequina. Embora o close seja muito fechado, é possível reparar que, assim como a primeira arte liberada, a personagem tem cabelo multicolor e visual próximo da versão do filme “Esquadrão Suicida” – em vez do estilo clássico das animações de Bruce Timm, criador da Arlequina na série animada do Batman dos anos 1980. O novo desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também será produtora executiva da atração, que ainda terá as vozes de outros atores famosos. Lake Bell (“Childrens Hospital”), por exemplo, faz a voz depressiva de Hera Venenosa. O elenco de dubladores ainda inclui Alan Tudyk (“Doom Patrol”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”) e Christopher Meloni (“Happy!”). Com o título de “Harley Quinn” (nome da personagem em inglês), a série terá uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada. E a arte divulgada no Instagram promete uma estreia no outono norte-americano (entre setembro e novembro) na plataforma DC Universe, que por enquanto é exclusiva dos Estados Unidos. Vale lembrar que a Warner negociou a distribuição internacional de “Titãs” (Titans), outra série da DC Universe, com a Netflix. Mas não há informações sobre se o acordo incluiu outras atrações. Ver essa foto no Instagram Hehe get ready ? #yesnormanproductions @thedcuniverse Uma publicação compartilhada por Kaley Cuoco (@kaleycuoco) em 28 de Mai, 2019 às 8:29 PDT

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  • Série

    Choro de Sophie Turner nos bastidores de Game of Thrones viraliza e emociona fãs

    28 de maio de 2019 /

    Muito se falou sobre o choro de Kit Harington diante do roteiro do final de “Game of Thrones”, durante a leitura coletiva do elenco, mas a exibição do documentário “The Last Watch” (A Última Vigilia) no domingo passado (26/5) na HBO acabou chamando atenção para outro choro, muito mais tocante. Um dos momentos que mais gerou comoção dos fãs foi quando a atriz Sophie Turner, intérprete de Sansa Stark, perde o controle e chora copiosamente após gravar a cena em que se despede de Theon (Alfie Allen). Ela realmente entrou no estado de espírito da perda vivida por Sansa. E a cena acabou viralizando nas redes sociais. “O fato de Sophie não conseguir parar de chorar após filmar o último adeus de Sansa a Theon parte o meu coração de todas as formas possíveis”, escreveu uma fã no Twitter. “Foi difícil de assistir, quase como se fosse uma invasão de privacidade”, ponderou outro fã. “Isto mostra como os atores da série eram unidos”, comentou um terceiro. “E ela também passou toda a emoção durante as gravações”, acrescentou mais um. “Estou chorando com ela”, envolveu-se um quinto. E assim por diante. O documentário foi dirigido pela britânica Jeane Finlay (“Orion: The Man Who Would Be King”), que registrou as lágrimas e os desafio de bastidores da última temporada da série, cujo final em 19 de maio é comentado até hoje. sophie really couldn't stop crying after filming that scene when sansa gave theon the stark pin ? pic.twitter.com/bJIXrvJMvH — asha ✪ (@queensofnorth) May 27, 2019

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  • Filme

    Novo trailer assustador explica trama da série do Monstro do Pântano

    28 de maio de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou mais um pôster e novo trailer de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. E desta vez, além de destacar o clima assustador, que assume o tom de terror, a prévia explica a trama. Na dúvida entre adaptar a origem clássica do personagem dos quadrinhos, criado em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, ou a versão mais visceral de Alan Moore (que criou Constantine) nos anos 1980, os roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) optaram por escrever uma história diferente de ambas. A série produzida por James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”) muda perfis de personagens, contexto e até o envolvimento inicial dos protagonistas para valorizar, desde o começo, o papel de Abby Arcane como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Neste novo contexto, ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland antes dele virar a criatura dos pântanos, eliminando etapas nessa história de a bela e a fera do terror. Além disso, a trama reforça a influência da empresa Sunderland nos acontecimentos macabros do local e inclui um personagem importante da fase de Alan Moore entre os funcionários da companhia: Jason Woodrue, vilão conhecido como Homem-Florônico. Abby é vivida por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) e Holland ganha interpretação de Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), além de Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dá vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representa o Monstro do Pântano. Já o Woodrue tem interpretação de Kevin Durand (da série “The Strain”). O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação de 10 episódios. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” estreia na sexta-feira (31/5) na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos, com um episódio dirigido pelo cineasta Len Weiseman (“Anjos da Noite”).

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  • Filme,  Música

    Elton John diz que jamais permitiria um filme sobre sua vida sem sexo e drogas

    28 de maio de 2019 /

    No último domingo (26/5), o cantor Elton John escreveu um artigo para o jornal britânico The Guardian em que revelou detalhes sobre a produção de “Rocketman”, cinebiografia sobre sua vida e carreira que chega aos cinemas na quinta-feira (30/5). Ele confirmou que houve realmente uma tentativa de alguns produtores para fazer um filme mais leve e de classificação etária mais baixa, com o objetivo de levar um público mais amplo aos cinemas. Mas deixou claro que não permitiu. E isto não aconteceu. “Eu não queria um filme cheio de drogas e sexo, mas ao mesmo tempo, todo mundo sabe que eu aproveitei bastante essas duas coisas durante os anos 1970 e 1980, então não faria sentido um filme que me mostrasse indo quietinho para o quarto do hotel depois de um show, apenas com um copo de leite quente e uma bíblia”, ele explicou. Sóbrio há quase 30 anos, Elton John disse que não teve problemas com as cenas que retratam sua queda ao fundo do poço. “É estranho, mas não achei doloroso ver essas partes do filme”, contou. “Elas são verídicas e, diferentemente da minha infância, foram minha culpa. Ninguém me obrigou a usar drogas e beber”. Antes de chegar à Paramout, “Rocketman” passou pela Focus Features e até pela Walt Disney Studios, que não aceitaram as condições do cantor para realizar o filme. Além de querer cortar as cenas mais fortes, os estúdios queriam produzir uma cinebiografia comum, sem os elementos fantásticos que permeiam a história. Mas, para Elton, fazer isso seria deixar para trás o que mais lhe interessava na produção. Os motivos para querer um filme com fantasia são explicados ao longo do texto. “Eu vivia na minha cabeça quando era criança. E quando minha carreira decolou, decolou de tal maneira que quase não parecia real para mim”, ele explicou. “Há um momento em ‘Rocketman’, quando estou tocando no palco do clube Troubadour em Los Angeles e tudo na sala começa a levitar, inclusive eu, e, honestamente, era assim que eu me sentia”. O detalhe é que, ao listar os papéis que viveu no cinema, o cantor revelou que só gostou de um: o Pimball Wizard (mago do fliperama) de “Tommy”. E o filme de Ken Russell para a ópera rock da banda The Who era um delírio completo! “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos o filme “Bohemian Rhapsody”, e traz o ator Taron Egerton (“Kingsman: Serviço Secreto”) no papel de Elton John. O filme teve uma première aplaudidíssima no Festival de Cannes e atingiu 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – bem mais que os 61% de “Bohemian Rhapsody”, vencedor de quatro Oscars.

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  • Série

    Olhos que Condenam: Minissérie da diretora de Selma ganha novo trailer legendado

    28 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “When They See Us”, minissérie que ganhou o título nacional de “Olhos que Condenam”. Na trama, a diretora Ava DuVernay retoma a temática de denúncia e injustiça racial de seu filme “Selma: Uma Luta Pela Igualdade” e do documentário “A 13ª Emenda”. A história examina o caso que ficou conhecido como “Central Park Five”, em que cinco adolescentes negros foram condenados por estuprar uma mulher branca no Central Park, em Nova York, em 1989, apesar de ser inocentes. Cada episódio vai se centrar num dos garotos e todos os cinco foram escritos e dirigidos por DuVernay, numa narrativa que abrange desde o interrogatório da polícia, na primavera de 1989, até a exoneração em 2014, após passarem 25 anos na prisão sem culpa alguma. A ideia é expôr o preconceito que se esconde por trás da justiça criminal dos Estados Unidos. O tema ecoa o documentário que a cineasta fez para a Netflix, “A 13ª Emenda”, sobre o sistema prisional americano, que foi indicado ao Oscar 2017. Desta vez, porém, a produção é uma obra de ficção com atores. O elenco conta com Jovan Adepo (“Um Limite Entre Nós”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), Joshua Jackson (“The Affair”), Famke Janssen (“How to Get Away with Murder”), Jharrel Jerome (“Moonlight”), John Leguizamo (“Bloodline”), Niecy Nash (“Claws”), Chris Chalk (“Gotham”) e Blair Underwood (“Quantico”), entre outros. A estreia está marcada para 31 de maio em streaming.

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    Última temporada de Jessica Jones ganha teaser legendado, fotos e data de estreia

    28 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou quatro fotos e o teaser legendado da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”, que traz a protagonista acusada de fraude por um homem desconhecido. A prévia também revela a data de estreia da atração. Além de encerrar a série, os novos episódios vão marcar a estreia de Ritter, intérprete da personagem-título, como diretora. As fotos também mostram os demais personagens, e é interessante reparar que Trish Walker (Rachael Taylor) treina boxe, após ter adquirido superpoderes no final da temporada passada. A estreia dos capítulos finais foi marcada para 14 de junho. “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).

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  • Série

    Miley Cyrus vira boneca cantora nos cartazes dos novos episódios de Black Mirror

    28 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou três pôsteres individuais dos episódios da 5ª temporada de “Black Mirror”. O cartaz que chama mais atenção traz Miley Cyrus numa caixa de boneca – detalhe: uma boneca cantora. No episódio, ela vive uma estrela pop que lança uma combinação de boneca e Alexa/Siri. Adquirida por uma fã, a boneca com Inteligência Artificial começa a agir de forma inesperada, falando palavrões, enquanto os empresários da cantora passam a se preocupar com a depressão e a saúde mental de sua estrela. Outro cartaz também destaca Anthony Mackie, o Falcão dos Vingadores, que em seu episódio vai contracenar com Yahya Abdul-Mateen II, o vilão Manta Negra de “Aquaman”. A temporada também inclui em seu elenco os atores Topher Grace (“Infiltrado na Klan”), Nicole Beharie (“Sleepy Hollow”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”) e Angourie Rice (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A estreia está marcada para 5 de junho em streaming.

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    Novo trailer legendado de Annabelle 3 retoma personagens de Invocação do Mal

    28 de maio de 2019 /

    A Warner divulgou pôsteres e o segundo trailer legendado de “Annabelle 3: De Volta para Casa”. A prévia confirma que o terceiro filme de “Annabelle” é praticamente “Invocação do Mal 3”, com a volta da família Warren e uma porção de novas aparições aterradoras. Como foi revelado em julho passado, a história será centrada na menina Judy Warren, de dez anos, assim como seus pais – ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga. O filme retoma a primeira aparição da boneca no “Invocação do Mal” original de 2013, quando ela foi introduzida em meio a uma sala repleta de artefatos malignos, coletados pelos Warren em suas investigações paranormais. A prévia mostra o que acontece quando Judy, a filha dos Warren, fica sozinha com uma babá adolescente, cuja amiga, movida pela curiosidade, entra na sala macabra e acaba despertando Annabelle e outros espíritos. A atriz mirim McKenna Grace interpreta Judy Warren, após a personagem ter sido vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova, mas já tem uma vasta filmografia, que inclui as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). “Annabelle 3: De Volta para Casa” também marca a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”. Originalmente previsto para 11 de julho no Brasil, o filme vai estrear mais cedo, em 27 de junho, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.

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    Ridley Scott vai dirigir novo filme da franquia Alien

    27 de maio de 2019 /

    O diretor Ridley Scott vai voltar a dirigir um novo filme da franquia “Alien”. A informação foi publicada pela revista Variety no meio de uma reportagem retrospectiva sobre os 40 anos do filme original, sem dar maiores informações. A Fox chegou a dizer que não havia planos para uma continuação. No entanto, com a compra do estúdio pela Disney, tudo pode ter mudado. “Alien” é uma das franquias que costuma ser citada com destaque pela Disney como parte de seu novo acervo pós-aquisição. Caso o projeto saia do papel, será o quarto “Alien” dirigido por Scott, que além de comandar o filme original, “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979), assinou os prólogos “Prometheus” (2012) e “Alien: Covenant” (2017). Ridley Scott tinha planos de fazer mais dois filmes após “Alien: Covenant”, mas o fracasso financeiro do longa (US$ 240 milhões em todo o mundo) fez a Fox “repensar” estes projetos. O roteiro do próximo longa foi escrito em 2017. Os outros filmes da franquia são “Aliens: O Resgate” (1986, de James Cameron), “Alien 3” (1992, de David Fincher) e “Alien: A Ressurreição” (1997, de Jean-Pierre Jeunet). Além destes, há dois crossovers com a franquia “Predador”.

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