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  • Série

    Após polêmicas, SMILF é cancelada em sua 2ª temporada

    9 de março de 2019 /

    O canal pago Showtime anunciou o cancelamento da série “SMILF” após sua 2ª temporada. A série viu sua audiência desabar nos novos episódios, caindo de uma média de quase 550 mil telespectadores no primeiro ano para 200 mil ao vivo. Para completar, ainda enfrentou denúncias de bastidores. Várias queixas foram registradas numa linha criada pela Disney para reclamações sobre o ambiente de trabalho em suas produções – o estúdio é coprodutor da série, via ABC Signature, junto do Showtime. Uma atriz chegou a abandonar o programa, dizendo-se perseguida pela criadora, showrunner e protagonista da série, Frankie Shaw (a Shayla Nico na série “Mr. Robot”), alegando quebra de contrato por violação de regras profissionais. Outras reclamações incluem a separação dos roteiristas da série por raça. As denúncias tornaram Shaw a primeira produtora feminina denunciada após o surgimento do movimento #MeToo. Uma lista detalhada dos problemas, envolvendo cenas de nudez e comportamento impróprio, pode ser lida aqui. “Depois de pesar vários fatores, a Showtime decidiu que ‘SMILF’ não avançará para uma 3ª temporada. O restante da 2ª temporada continuará a ir ao ar como programado no Showtime até o final dos episódios em 31 de março. Nós continuamos extremamente orgulhosos das duas temporadas de ‘SMILF’, e agradecemos a Frankie Shaw por sua voz singular e criação única, bem como aos dezenas de escritores, produtores, atores, diretores e membros da equipe em Los Angeles e em Boston, que contribuíram para esta série excepcional”, disse o Showtime em um comunicado. Considerada uma das melhores comédias recentes da TV americana, com 100% de aprovação em sua 2ª temporada no Rotten Tomatoes, “SMILF” era baseada no curta-metragem indie homônimo de Frankie Shaw, premiado no festival de Sundance de 2015. Além de escrever, dirigir e produzir, Shaw encarnava a protagonista Bridgette, uma garota de 20 e poucos anos, que mora em Boston e tenta ter uma carreira, amizades e sexo, enquanto reluta em aceitar a realidade de ser uma mãe jovem e solteira. O título, por sinal, é uma gíria sexista, abreviatura de Single Mom I’d Like to F* (mãe solteira que eu gostaria de… transar). Mas como mostrava a série, apesar de bonitinha, jovem e solteira, a protagonista tinha muita dificuldade para transar, justamente por causa de seu bebê.

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  • Filme

    Deixando Neverland pode ganhar sequência com novas acusações contra Michael Jackson

    8 de março de 2019 /

    O documentário “Deixando Neverland” (Leaving Neverland), que está dando o que falar por conta de suas acusações de pedofilia contra Michael Jackson, pode ganhar uma continuação. Em entrevista à revista Variety, o diretor Dan Reed disse que voltaria prontamente ao caso se outras supostas vítimas do cantor o procurassem para falar publicamente sobre o assunto. Ele chega a citar dois casos notórios, envolvendo Jordan Chandler e Gavin Arvizo, os meninos cujas famílias levaram Michael Jackson ao tribunal, em 1993 e 2003, respectivamente. No primeiro caso, Jackson firmou um acordo milionário para que a acusação fosse retirada. Já no segundo processo, o cantor foi inocentado pela justiça. Em “Deixando Neverland”, são outros dois homens que denunciam fatos de sua convivência com Michael Jackson na infância, James Safechuck e Wade Robson. “Se Jordan Chandler se apresentasse, eu sentaria e conversaria com ele da mesma forma que eu fiz com Wade (Robson) e James (Safechuck), e acho que esse seria o coração de um filme muito interessante sobre essa história, e a mesma coisa vale para Gavin”, afirmou o cineasta. Ao contrário do que aconteceu com Wade e Safechuck, Chandler e Arvizo tiveram seus casos levados à tona quando Michael Jackson ainda estava vivo, e tiveram grande cobertura da imprensa, o que renderia uma abordagem diferente de “Deixando Neverland”s. “Eu com certeza usaria as entrevistas que já gravei com investigadores desses casos — os procuradores e todas as pessoas que fizeram parte desse drama de forma mais ampla — , e assim você não estaria trancado em um quarto com os Safechucks e os Robsons. Eu contaria a história do ponto de vista de Jordan e Gavin, mas também pelos olhos de todos os outros participantes”, detalhou Reed. Uma das maiores audiências de documentário da HBO, o filme será exibido em duas partes no Brasil nos dias 16 e 17 de março.

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  • Série

    Estrela de Once Upon a Time entra em piloto de drama médico

    8 de março de 2019 /

    A atriz Jennifer Morrison ensaia voltar à televisão, dois anos após se despedir do elenco fixo de “Once Upon a Time”, onde vivia a protagonista Emma Swan. Ela entrou no piloto de “Under the Bridge”, novo drama médico em desenvolvimento para a rede CBS. Em “Under the Bridge”, ela vai viver a cirurgiã Caitlin Lanchaster, que enfrenta de frente um escândalo que abala o grupo médico que ela criou com o marido, além de seu casamento e suas amizades. Ela se vê impelida a voltar a trabalhar, após um período sabático, quando seu marido é excluído da sociedade que ambos criaram por seus supostos melhores amigos. O elenco também vai incluir David Ajala (o Manchester Black de “Supergirl”). Criado por Rina Mimoun (roteirista de “Mistress”) e produzido por Jerry Bruckheimer (“CSI”), o piloto será dirigido por Victoria Mahoney (que também assina o piloto de “The Red Line”, em desenvolvimento no mesmo canal) e precisa ser aprovado para virar série. Caso a produção seja aprovada, marcará também o retorno de Jennifer Morrison para um papel de médica. Ela viveu a Dra. Allison Cameron em “House”, entre 2004 e 2012.

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  • Série

    Astro de Punho de Ferro vai estrelar piloto de série da Fox

    8 de março de 2019 /

    O ator Finn Jones, que estrelou a série de super-herói “Punho de Ferro”, cancelada pela Netflix, entrou no piloto de uma nova série em desenvolvimento para a rede americana Fox. Assim como em “Punho de Ferro”, ele viverá o papel-título em “Prodigal Son”. O “filho pródigo” é um psicólogo forense chamado Malcolm Bright, contratado como consultor da polícia de Nova York para ajudar a prender assassinos, porque tem uma perspectiva pessoal sobre a maneira como eles pensam, já que é filho do serial killer conhecido como Cirurgião. Além dos casos da semana, a série vai se focar no relacionamento do personagem de Jones com seu pai, que está preso após assassinar brutalmente mais de 20 pessoas. O papel do Cirurgião já tinha sido anteriormente anunciado com interpretação de Michael Sheen (“Masters of Sex”). Outros membros da família incluem uma mãe manipuladora, que será vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais. O elenco também inclui Lou Diamond Phillips (“Longmire”), Aurora Perrineau (“Verdade ou Desafio”), Frank Harts (“The Path”) e Keiko Agena (“The First”). O piloto foi desenvolvido por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception” na temporada passada. A direção está a cargo de Lee Toland Krieger, responsável pelos pilotos de “Riverdale”, “Você”, “Deadly Class” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”. E, para completar, a produção é do ubíquo Greg Berlanti, o executivo com mais séries simultâneas no ar na atualidade – e em todos os tempos. Para o portfólio de Berlanti aumentar ainda mais, a Fox precisa aprovar o piloto de “Prodigal Son” e fazer a encomenda da 1ª temporada.

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  • Série

    Crashing é cancelada pela HBO após três temporadas

    8 de março de 2019 /

    O final da 3ª temporada de “Crashing”, que vai ao ar no domingo (10/3), também servirá como despedida da série. A HBO cancelou a comédia criada e estrelada por Pete Holmes após três temporadas. E o produtor executivo Judd Apatow foi quem revelou a notícia em entrevista ao apresentador Conan O’Brian na quinta-feira (7/3). “Bem, a série não foi realmente cancelada”, Apatow tentou explicar, em resposta a uma pergunta do apresentador. “Nós só vamos parar de fazê-la.” “O que te impede de fazer mais?” O’Brien perguntou. “Eles nos disseram que nunca mais deveríamos fazer outros episódios”, respondeu Apatow. “Crashing” contava a história semi-biográfica de Holmes, girando em torno de um humorista de stand-up chamado Pete, que, após ser abandonado pela esposa (Lauren Lapkus, da série “Orange Is the New Black”), fica sem ter onde morar. Assim, ele começa a dormir nos sofás dos melhores comediantes de Nova York. A premissa servia de gancho para a participação de diversos humoristas. Ironicamente, a audiência da série até cresceu um pouco nos últimos capítulos, atingindo 369 mil telespectadores ao vivo, acima dos 353 mil da 2ª temporada. Veja abaixo a entrevista de Apatow no programa de Conan, que é exibido no canal pago TBS nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Julianne Moore revela que foi demitida do papel principal de Poderia Me Perdoar?

    8 de março de 2019 /

    A atriz Julianne Moore fez uma revelação inusitada ao participar do programa “Watch What Happens Live”, do apresentador Andy Cohen, exibido na quinta-feira nos Estados Unidos. Ela confessou ter sido demitida do filme “Poderia Me Perdoar?”, onde interpretaria o papel que acabou rendendo uma indicação ao Oscar para Melissa McCarthy. Questionada porque deixou o filme, para o qual estava originalmente escalada, ela admitiu: “Eu não deixei o filme, fui demitida. Nicole me demitiu. Ela não estava gostando do que eu estava fazendo com o papel”. Até outubro de 2018, a atriz estava escalada para viver Lee Israel, a personagem real que foi presa por forjar cartas de escritores famosos, cuja história serve de base para “Poderia Me Perdoar?”. Mas a cineasta Nicole Holofcener (“Gente de Bem”), que escreveu o roteiro e negociava dirigir o filme (função que acabou ficando com Marielle Heller) não aprovou sua versão da personagem. Moore contou que isso aconteceu antes do começo das filmagens. “Nós só tínhamos ensaiado algumas coisas, estávamos na pré-produção. Eu acho que a ideia que ela tinha da personagem era bem diferente da minha”, disse. Por conta disso, ela também assumiu que não quis ver o filme. “Eu não assisti ao filme ainda, porque é meio doloroso para mim. Eu amo Melissa [McCarthy], eu a venero, e tenho certeza que está ótima no filme. Mas foi uma experiência ruim para mim. A única outra vez que eu fui demitida na vida foi em uma barraca de iogurte, quando tinha 15 anos”, completou. Julianne Moore já tem um Oscar na estante, por seu desempenho em “Para Sempre Alice” (2014). Veja a íntegra da entrevista abaixo.

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  • Filme

    Participação de Stan Lee em Capitã Marvel foi alterada após a morte do artista

    8 de março de 2019 /

    Primeiro filme da Marvel a trazer uma participação póstuma de Stan Lee, “Capitão Marvel” teve a cena em que o artista aparece alterada para se transformar numa homenagem. A revelação foi feita pela codiretora Anna Boden (que assina o filme ao lado do marido, Ryan Fleck), em entrevista ao site Mashable. Lee aparece na cena em que a heroína entra num trem à procura de um skrull disfarçado. Como a raça de alienígenas é capaz de se transformar em qualquer pessoa, todos os passageiros são suspeitos. Originalmente, a personagem vivida por Brie Larson considera Lee particularmente suspeito, ao vê-lo absorto na leitura de um roteiro. Segundo Boden, era uma cena com tom mais cômico. Mas, na versão que é exibida nos cinemas, a heroína não suspeita de Lee, porque parece reconhecê-lo, dando um doce sorriso para ele, antes de voltar à sua busca. “Achamos que seria legal mudar da cena cômica para uma homenagem mais afetuosa. É como se ela [Brie Larson] estivesse saindo do personagem por um momento. Eu acho que reflete o sentimento do público ao ver a cena”, comentou Boden. Uma curiosidade a mais é saber que o roteiro que tanto interessa a Lee não é de um filme da Marvel, mas sim do filme “Barrados no Shopping”, em que ele teve participação especial. Dirigido por Kevin Smith, a comédia foi lançada em 1995, o mesmo ano em que a trama de “Capitã Marvel” se passa. “Capitã Marvel” já está em cartaz nos cinemas.

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  • Série

    Trailer da temporada final de Game of Thrones quebra recorde de visualizações na HBO

    8 de março de 2019 /

    O trailer da última temporada de “Game of Thrones” teria sido visto mais de 81 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas no ar, quebrando o recorde de visualizações para um comercial da HBO. Os números foram divulgados pelo próprio canal pago e não podem ser verificados, porque viriam da soma de visualizações em todas as plataformas onde o vídeo foi lançado na terça (5/3), como YouTube, Facebook e Twitter – e em cada país em que foi lançado. Atualmente, a página do YouTube que registra o trailer original, em inglês, soma 37 milhões de visualizações – totalizando três dias. Como registro, a HBO afirmou que o trailer da temporada anterior de “Game of Thrones” detinha o recorde até então, com 61 milhões de reproduções em 24 horas. Os episódios da 8ª e derradeira temporada começam a ser exibidos em 14 de abril.

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  • Etc

    Jussie Smollett responderá por 16 crimes após suspeita de forjar atentado contra si mesmo

    8 de março de 2019 /

    O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, responderá por 16 crimes diante de um júri popular em Chicago, após ser indiciado sob suspeita de forjar um atentado contra si mesmo, alardeando ser vítima de crime de ódio. A promotoria não revelou as acusações para a imprensa americana, mas o jornalismo local da rede CBS obteve a informação preliminar. Para complicar sua situação, Smollett já foi processado anteriormente, o que abre a possibilidade de uma pena de três anos de detenção. Ele chegou a ser preso, pagou US$ 100 mil de fiança para ser libertado, entregou seu passaporte para a polícia e aguarda o julgamento. O ator é esperado na corte de Chicago na próxima quinta (14/3). A expectativa é que a história mirabolante comece a fazer mais sentido durante o julgamento, que deve se tornar uma sensação midiática. Abertamente gay, Smollett disse ter sido agredido por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas apesar de testemunhar que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio ator em suspeito. A polícia de Chicago diz que chegou aos dois irmãos nigerianos por meio do complexo sistema de vigilância por vídeo que existe em Chicago. Os vídeos foram elogiadíssimos no detalhamento de como os investigadores conseguiram identificar os suspeitos. Entretanto, nenhum vídeo da agressão foi visto, embora ela tenha ocorrido diante de câmeras – estariam viradas para o lado errado. Ao prender o ator, a polícia de Chicago afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tem um dos maiores salários do elenco de “Empire”, tinha conseguido aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. O ator segue dizendo-se inocente. E a Fox ainda não o dispensou. Mas, por via das dúvidas, ele foi cortado dos episódios finais da 5ª temporada.

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  • Filme

    Primeiras impressões de Shazam! alardeiam “novo filme favorito da DC Comics”

    8 de março de 2019 /

    Os críticos geeks dos Estados Unidos – aqueles que não são “tops”, segundo o Rotten Tomatoes – postaram suas primeiras reações – extremamente positivas – ao filme do Capitão Marvel. Não é a produção estrelada por Brie Larson, que até já estreou, mas o longa do herói que passou mais de 50 anos conhecido como Capitão Marvel. Sim, trata-se do herói que trocou de nome para evitar confusão com a Marvel, apenas para arranjar confusão com aplicativo de música. Em muitas avaliações preliminares sobre “Shazam!”, os geeks afirmam que se trata de seu “novo filme favorito da DC”. Lembram quando “Alita: Anjo de Combate” foi considerado “marco da ficção científica”, entre outros elogios rasgados? Os críticos com camisetas de super-heróis realmente gostam de caprichar no superdimensionamento ao levar ao Twitter suas impressões após as primeiras sessões de imprensa. Portanto, mantenha um cinismo saudável ao ler os comentários abaixo. Mas também, por outro lado, considere que o ex-Capitão Marvel não é realmente da Marvel, mas da rival, de quem os geeks adoram falar mal. O geek do site Comic Book foi logo chamado o filme de “brilhante”: “É incrivelmente divertido, e realmente assustador em certas partes (obrigado, David F. Sandberg!). Supera qualquer expectativa e é o meu novo filme favorito da DC”. O redator do Joblo afirma que “há tantos momentos hilários e absolutamente inteligentes em ‘Shazam!'” que ele perdeu “a noção”. “Não há outro filme de super-herói como este na existência”, exagera como bom geek. “‘Shazam’ é chocantemente bom! Me lembrou de quando os filmes infantis eram legitimamente assustadores (no bom sentido). Uma diversão absoluta do começo ao fim, cheia de coração e alegria. Meu rosto ficou dolorido de tanto rir”, postou o editor do Nerdist. “‘Shazam!’ é o filme de super-herói que você não sabia que precisava. Zachary Levi nasceu para desempenhar esse papel. Ridiculamente divertido do início ao fim”, descreveu o editor do We Live Entertainment. “É super divertido, muito engraçado (e algumas vezes as pessoas estavam rindo tão alto que até perdi o diálogos), e exatamente o que eles se propuseram a fazer: ‘Quero Ser Grande’ encontra o Superman. Zachary Levi está perfeitamente escalado, mas a verdadeira surpresa é Jack Dylan Grazer como Freddy Freeman. Rouba o filme”, resenhou o editor do Collider. “Eu simplesmente amei ‘Shazam!’ É o meu novo filme favorito da DC. Zachary Levi como Shazam foi um casting perfeito e as crianças roubam o filme. É um filme de família incrível com cenas de luta e ótimo humor! Vocês vão adorar”, propagandeou o Geeks of Colour. Por enquanto, as críticas profissionais seguem embargadas. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” será o próximo filme da DC Comics a chegar nos cinemas após o fenômeno de “Aquaman”. A estreia está marcada para 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Hebe Camargo ressurge empoderada no trailer de sua cinebiografia

    8 de março de 2019 /

    A Warner divulgou o trailer de “Hebe – A Estrela do Brasil”, cinebiografia da apresentadora Hebe Camargo. Bastante politizada, a prévia mostra a estrela da TV brasileira enfrentando preconceitos e fazendo revoluções comportamentais, da introdução de Roberta Close como “a mulher mais bonita do Brasil” à famosa “bicota” em Roberto Carlos. O detalhe é que isso acontece não numa suposta juventude rebelde, mas no apogeu de sua carreira, em plena meia-idade, sob o olhar fulminante de produtores, marido e representantes da censura federal. Além disso, chama muito atenção a interpretação de Andrea Beltrão, convincente no papel. A trama se passa na década de 1980, no final da ditadura militar, quando Hebe completa 40 anos de profissão, está madura e já não aceita ser apenas um produto televisivo para o que se acredita ser a família brasileira. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário baixo, ao governo de direita e aos costumes vigentes. A trama pretende mostrar a apresentadora lidando com o marido ciumento e preconceituoso, e abraçando comportamentos avançados para se transformar em uma das personalidades mais amadas do Brasil. O elenco ainda conta com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Teles e Daniel Boaventura – que vai viver outra personalidade famosa da TV brasileira, ninguém menos que Silvio Santos. Com roteiro de Carolina Kotscho (“2 Filhos de Francisco”) e direção de Maurício Farias (“Vai que Dá certo”), o filme tem estreia prevista para 26 de setembro.

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    Jan-Michael Vincent (1945 – 2019)

    8 de março de 2019 /

    O ator Jan-Michael Vincent, galã de cinema dos anos 1970 e astro da série “Águia de Fogo” (1984-1986), morreu em 10 de fevereiro, de uma parada cardíaca num hospital na Carolina do Norte. A informação só se tornou pública após quase um mês de sua morte, coincidindo com o fato de Vincent ter se tornado esquecido pela mídia, décadas após ser celebrado como um dos astros mais quentes de Hollywood. Ele tinha 73 anos de idade. Jan-Michael Vincent nasceu em Adams, Colorado, em 15 de julho de 1945, filho de um piloto de bombardeiro da 2ª Guerra Mundial, e se mudou na juventude para a Califórnia, para ir à faculdade e surfar. Numa dessas saídas descamisadas da praia, o jovem loiro de olhos azuis chamou atenção do caçador de talentos Dick Clayton, o agente que descobriu James Dean. Clayton colocou Vincent num programa de treinamentos da Universal para virar ator, e em pouco tempo deslanchou sua carreira. Sua estreia aconteceu em 1967, com 22 anos, num filme derivado da série dos Hardy Boys. No mesmo ano, apareceu no western “Os Bandidos”, escrito, dirigido e estrelado por Robert Conrad (o “James West”), e ainda participou de três episódios de “Lassie” e dois de “Bonanza”. Assim, chamou atenção da Hanna-Barbera para inaugurar a primeira incursão do estúdio de animação numa série com atores reais: “A Ilha do Perigo”, seriado de aventura inserido entre os segmentos animados do programa “Banana Splits”, em 1968. Os papéis e as produções foram melhorando rapidamente. No western “Jamais Foram Vencidos” (1969), fez parte de um elenco encabeçado por John Wayne e Rock Hudson. Ao mesmo tempo, entrou na série de curta duração “The Survivors”, como o filho de Lana Turner. E mudou de patamar ao virar protagonista de um telefilme premiado com o Emmy, “O Soldado que Declarou a Paz” (1970). Ele tinha o papel-título, um hippie recrutado para lutar no Vietnã, que se recusava a seguir o treinamento militar. A consagração do telefilme lhe rendeu convites para papéis de destaque no cinema, como em “A Mancha do Passado” (1971), em que viveu o filho de Robert Mitchum, e especialmente “Assassino a Preço Fixo” (1972), como o aprendiz do matador profissional interpretado por Charles Bronson. Este filme fez grande sucesso e projetou sua carreira – até ganhou remake em 2011, estrelado por Jason Statham e com Ben Foster reprisando o papel de Vincent. A partir daí, Vincent passou a protagonizar seus próprios longas. A princípio, Hollywood quis explorar sua aparência de galã juvenil. Em “O Maior Atleta do Mundo’ (1973), virou um Tarzan colegial e descamisado da Disney. Mas foi com o desempenho dramático de “Buster e Billie” (1974) que estabeleceu suas credenciais de astro. O romance entre o rapaz tímido e a garota fácil da escola (Joan Goodfellow) marcou época pelo desfecho brutal, de arrebentar os corações mais duros. O filme lhe deu tanto destaque que a Universal o escolheu para estrelar seu maior lançamento de 1975. Nada menos que “Tubarão”. Mas o diretor Steven Spielberg não estava tão convencido quanto o estúdio, e, em vez do galã, achou que o papel de Matt Hooper funcionava melhor com um nerd de óculos – Richard Dreyfuss. Talvez querendo provar seu valor, Vincent cometeu o equívoco de se achar versátil o suficiente para estrelar filmes muito diferentes uns dos outros, do bom policial “Inferno no Asfalto” (1975) à sci-fi trash “Herança Nuclear” (1977), passando por romances, comédias e até terror. A carreira de protagonista já começava a apontar para produções de baixo orçamento quando ele estrelou “Amargo Reencontro” (1978), de John Millius, na qual viveu um surfista autodestrutivo, ecoando sua própria vida num desempenho digno. Ganhou novo destaque em “Hooper, o Homem das Mil Façanhas” (1978), como o dublê jovem que rivalizava com o veterano vivido por Burt Reynolds. E ainda namorou Kim Basinger em “Terra Indomável” (1981), último trabalho relevante de sua filmografia. Ele se voltou para a TV como forma de revitalizar a carreira e se deu muito bem ao estrelar a minissérie “The Winds of War” (1983), novamente no papel de filho de Robert Mitchum. A participação lhe rendeu indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante em Telefilme ou Minissérie. No ano seguinte, virou um dos atores mais bem pagos da TV para estrelar a série “Águia de Fogo”, produção pela qual é mais lembrado. A versão original da atração durou três temporadas, acompanhando as aventuras do piloto renegado Stringfellow Hawke a bordo de um helicóptero ultramoderno de guerra. Vincent ainda apareceu como Hawke em episódios do reboot da série, lançado em 1987, um ano após o cancelamento do programa original. O sucesso de “Águia de Fogo” lhe deu popularidade, mas também acabou com sua trajetória no cinema. Marcado como “ator de TV”, Vincent passou a receber oportunidades apenas em produções baratas, que começavam a alimentar o recém-criado mercado de home vídeo. Os rumos de sua vida ganharam contornos trágicos. Enquanto travava uma batalha muito pública contra o abuso de drogas e álcool, ele sofreu um grave acidente de carro em 1996, ao dirigir bêbado. Ele quase morreu ao quebrar o pescoço, mas danificou as cordas vocais, prejudicando sua voz. Apesar disso, conseguiu aparecer no cultuado “Buffalo 66” (1998), de Vincent Gallo. Fez apenas mais quatro filmes depois disso, todos para DVD e o último em 2002. Logo em seguida, sofreu outro acidente de carro, que o levou a amputar partes da perna direita. Ele passou seus últimos anos afastado das telas e vivendo com sua terceira esposa, Patricia, na Carolina do Norte. Relembre abaixo a abertura da série clássica “Águia de Fogo”.

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    Produtores de Os Simpsons banem episódio com participação de Michael Jackson

    8 de março de 2019 /

    Os produtores de “Os Simpsons” decidiram tirar de circulação um episódio antigo da série, que conta com dublagem de Michael Jackson. Ele não será mais exibido nas reprises do programa ou disponibilizado em plataformas de streaming, após a polêmica trazida à tona pelo documentário “Deixando Neverland” (Leaving Neverland), que denuncia supostos abusos sexuais do cantor a menores. O produtor executivo James L. Brooks, o criador Matt Groening e o showrunnner Al Jean tomaram coletivamente a decisão de banir o episódio “Stark Raving Dad” após assistirem ao documentário da HBO. “Pareceu claramente a única escolha a ser feita”, disse Brooks ao The Wall Street Journal. “Os caras com quem trabalho – e com o qual passei a vida inteira discutindo sobre piadas – chegaram a um consenso sobre isso.” O episódio com Michael Jackson foi ao ar em 1991, durante a 3ª temporada de “Os Simpsons”. Ele deu voz a um personagem de hospício que acreditava ser o próprio cantor. Além de “Os Simpsons”, algumas rádios do Canadá, Austrália e Holanda anunciaram que estavam tirando as músicas do cantor de suas programações. A família de Jackson classificou o documentário e a cobertura noticiosa das acusações de “linchamento público”, e disse que ele é “100% inocente”. O espólio do artista abriu um processo contra a HBO, devido à exibição de “Deixando Neverland”.

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