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  • Série

    The Walking Dead: Vídeo de bastidores traz cenas inéditas e entrevistas focadas nos Sussurradores

    20 de janeiro de 2019 /

    O canal pago AMC divulgou um vídeo de bastidores de “The Walking Dead”, que retoma a segunda metade de sua 9ª temporada em poucos dias. O vídeo traz cenas inéditas e entrevistas dos produtores e do elenco sobre os Sussurradores, a nova ameaça perturbadora da série. Eles têm este nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi. Trajando peles dos mortos-vivos, caminham em meio aos infectados e comunicam-se apenas por sussurros, conduzindo hordas de zumbis em ataques contra comunidades para ficar com os espólios. Dirigido por Greg Nicotero, responsável também pelos efeitos visuais dos zumbis da série, o próximo episódio de “The Walking Dead” é intitulado “Adaptation” e vai ao ar em 10 de fevereiro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    Shazam! ganha novo vídeo com muitas cenas inéditas e promessa de não ser um filme sério

    20 de janeiro de 2019 /

    A Warner divulgou um novo comercial de “Shazam!”, filme de super-herói da DC Comics, repleto de cenas inéditas. Mas o mais curioso é o fato de o vídeo afirmar com todas as letras – e ainda por cima maiúsculas – , que o lançamento “não é tão sério”, numa referência ao tom geralmente associado às produções da DC. O filme deve mesmo ser o mais cômico dos personagens da editora, mostrando que o trauma de “Lanterna Verde” (2011) finalmente foi superado. Reza a lenda que, na época do fracasso do super-herói vivido por Ryan Reynolds, um memorando do presidente da Warner tinha proibido piadinhas em filmes de super-heróis, originando assim a fama das adaptações da DC como super-sombrias. Claro que isso também virou piadinha dos novos filmes de super-heróis estrelados por Ryan Reynolds (“Deadpool”). “Shazam!” vai adaptar a versão mais recente dos quadrinhos do herói que lhe dá título – e que foi criado nos anos 1940 como Capitão Marvel. Após longa evolução, duas brigas diferentes por direitos autorais e vários reboots, ele ganhou uma nova versão em 2012 (nos “Novos 52”), que mudou praticamente tudo o que se sabia sobre ele. O recente reboot preserva, pelo menos, a premissa básica do herói, que não passa de um menino franzino chamado Billy Batson (vivido por Asher Angel, da série “Andi Mack”) com a capacidade de virar um super-herói adulto e fortão (Zachary Levi, da série “Chuck”) ao pronunciar a palavra mágica “Shazam!”. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” será o próximo filme da DC Comics a chegar nos cinemas após o fenômeno de “Aquaman”. A estreia está marcada para 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    American Gods: Trailer da 2ª temporada mostra confronto entre deuses

    20 de janeiro de 2019 /

    O canal pago americano Starz divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “American Gods”, que antecipa o confronto entre os novos e os velhos deuses da trama. Adaptação do best-seller “Deuses Americanos”, de Neil Gaiman, a série gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O elenco original incluía Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”) e muitos outros. Os novos episódios chegarão em 10 de março, 21 meses após o final da 1ª temporada. Este hiato anormal foi consequência de problemas de bastidores, que começaram quando os produtores originais, Michael Green e Bryan Fuller, foram demitidos após conflito criativo e financeiro com a empresa Fremantle, que produz a série. Alguns atores, inclusive, optaram por deixar a série ao final da 1ª temporada em solidariedade à dupla. Para retomar as gravações, a produtora promoveu Jesse Alexander (“Agent X”) a showrunner. Mas ele também caiu durante a produção dos novos episódios, após a rejeição de roteiros. Alexander chegou a entregar vários rascunhos e nenhum agradou ao estúdio. Fontes dizem que a Fremantle chegou a paralisar a produção até encontrar um final satisfatório para a temporada. Exibida pelo canal pago Starz nos Estados Unidos, a série é disponibilizada com um dia de atraso no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável por sua distribuição internacional.

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  • Filme

    Leslie Jones chama novo Caça-Fantasmas de machista e insulta os envolvidos

    20 de janeiro de 2019 /

    A atriz Leslie Jones, que estrelou a versão feminina de “Caça-Fantasmas”, usou palavras de baixo calão para se referir ao novo filme da franquia, apresentando como uma continuação dos dois longas originais. Ela foi ao Twitter despejar uma série de ofensas aos envolvidos na produção. “Tão insultante. Tipo f*da-se nós. Nós não contamos. É algo que Trump faria. (Voz do Trump) ‘Precisamos refazer Caça-Fantasmas, melhor com homens, será grande. Essas mulheres não são Caça-Fantasmas’, tão irritante. Uma iniciativa machista. E eu não me importo com o que aconteça por falar isso”, escreveu a atriz. Vale lembrar que, quando o reboot feminino foi anunciado, os fãs do original reclamaram em tom similar contra a produção dirigida por Paul Feig e escolheram especificamente Leslie Jones, única negra do elenco, para praticar bullying virtual. Ela repete agora a mesma tática contra o novo filme. Ao anunciar o projeto, o diretor Jason Reitman (“Tully”) disse que tinha “muito respeito” pelo reboot do diretor Paul Feig com as “brilhantes atrizes” Kate McKinnon, Leslie Jones, Kristen Wiig e Melissa McCarthy, mas afirmou que a sua versão “seguirá a trajetória do filme original”. Jason é filho de Ivan Reitman, diretor dos dois primeiros “Caça-Fantasmas” e atuou, ainda criança, em “Os Caça-Fantasmas II”, de 1989. Já a versão feminina da franquia fracassou nas bilheterias e quase encerrou a franquia. O evolvimento de Jason atraiu os integrantes do elenco original e isso motivou a Sony a financiar outro longa. A estreia está marcada para o verão norte-americano de 2020. So insulting. Like fuck us. We dint count. It’s like something trump would do. (Trump voice)”Gonna redo ghostbusteeeeers, better with men, will be huge. Those women ain’t ghostbusteeeeers” ugh so annoying. Such a dick move. And I don’t give fuck I’m saying something!! — Leslie Jones ? (@Lesdoggg) January 19, 2019

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  • Série

    Gillian Anderson viverá Margaret Thatcher na série The Crown

    20 de janeiro de 2019 /

    A atriz Gillian Anderson (de “Arquivo X”) entrou no elenco da série “The Crown” no papel da ex-Primeira Ministra Margaret Thatcher. No entanto, a sua aparição acontecerá apenas na 4ª temporada. Assim, os espectadores terão que esperar até 2020 para ver a sua interpretação da Dama de Ferro. A Netflix ainda nem sequer agendou a estreia da 3ª temporada, prevista para este ano. Os episódios da próxima temporada vão apresentar um elenco completamente diferente. Todos os atores foram trocados para refletir a passagem do tempo, pois a série, que iniciou sua trama na década de 1950, vai chegar agora aos anos 1970. O elenco central trará Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth II, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) como a princesa Margaret, Ben Daniels (série “The Exorcist”) como Antony Armstrong-Jones, o controverso marido da princesa, Marion Bailey (“Aliados”) como a Rainha Mãe, Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“O Reino de Deus”) como Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) no papel de Camilla Parker Bowles, namorada, amante e atual mulher de Charles.

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  • Filme

    Atrizes de Sabrina e Transformers vão estrelar adaptação de Deixe a Neve Cair na Netflix

    20 de janeiro de 2019 /

    A Netflix definiu o elenco da adaptação de “Deixe a Neve Cair”. O livro de John Green (“A Culpa é das Estrelas”) vai ganhar vida com Kiernan Shipkman (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Isabela Moner (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Shameik Moore (“Homem-Aranha no Aranhaverso”) e Odeia Rush (“Dumplin’”). Além deles, o elenco coadjuvante ainda destaca Jacob Batalon (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Miles Robbins (“Halloween”), Mitchell Hope (“Descendentes”), Liv Hewson (“Santa Clarita Diet”), Anna Akana (“You Get Me”) e Joan Cusack (“Shameless”). A história se passa na noite de Natal, quando uma tempestade de neve transforma uma pequena cidade americana no cenário de três encontros românticos. No livro, cada um desses encontros é narrado em um conto separado, assinado por autores diferentes – além de Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle. As filmagens estão marcadas para as próximas semanas com direção de Luke Snellin, que fará sua estreia em longas após dirigir episódios de séries britânicas como “Wanderlust” e “The A Word”. A produção é de Dylan Clark, que recentemente ajudou a levar “Bird Box” à Netflix. Anteriormente, Green teve dois livros adaptados por Hollywood, “A Culpa é das Estrelas”, que virou filme bem-sucedido em 2014, e “Cidades de Papel”, em 2015. A Fox ainda planeja filmar “Tartarugas Até Lá Embaixo”, sem previsão de estreia. “Deixe a Neve Cair” deve ser lançado no próximo Natal.

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  • Filme

    Atriz de It: A Coisa vira Nancy Drew no trailer do novo filme da detetive mirim

    20 de janeiro de 2019 /

    A Warner liberou o primeiro trailer da adaptação de “Nancy Drew e a Escada Secreta” (Nancy Drew and the Hidden Staircase), que traz Sophia Lilis (“It: A Coisa”) no papel da famosa detetive-mirim. A prévia foi divulgada com exclusividade no programa de TV da apresentadora Ellen DeGeneres, que é produtora do filme. Embora a prévia apresente a trama como o primeiro caso da personagem literária, na verdade “Nancy Drew e a Escada Secreta” é a segunda história, escrita em 1930 por Mildred Wirt Benson, sob o pseudônimo de Carolyn Keene. E contém elementos de mistério sobrenatural. O livro, inclusive, já foi adaptado para o cinema em 1939, como o quarto e último filme da franquia original estrelada por Bonita Granville – que décadas depois produziria os filmes e a série de “Lassie”. Assim como na obra original, Nancy é apresentada como uma pré-adolescente que vive com seu pai na cidadezinha de River Heights e resolve mistérios que envolvem os jovens da vizinhança. Mas o roteiro de Nina Fiore e John Herrera (ambos de “The Handmaid’s Tale”) atualiza a trama, acrescentando a vivacidade de Veronica Mars e de Velma (de “Scooby-Doo”), duas “versões modernas” de Nancy Drew, além de transformá-la em skatista. Publicados desde 1930, os livros da jovem detetive já venderam mais de 80 milhões de exemplares em todo o mundo, tendo sido traduzidos em 45 línguas diferentes. A personagem também já apareceu em cinco filmes e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), além de games de computador e produtos variados. O filme mais recente foi lançado em 2007 e trazia Emma Roberts (série “Scream Queens”) no papel-título. A direção do novo longa é de Katt Shea (“A Maldição de Carrie”) e o elenco ainda inclui Sam Trammel (“True Blood”), Andrea Anders (“De Repente uma Família”), Laura Wiggins (“O Chamado 3”), Zoe Renee (“Jinn”) e Mackenzie Graham (“Darlin'”). “Nancy Drew e a Escada Secreta” estreia em 15 de março nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme,  Música

    Lord of Chaos: Filme sobre a banda de black metal Mayhem ganha primeiro trailer

    20 de janeiro de 2019 /

    O aguardado filme “Lord of Chaos” ganhou seu primeiro trailer. Dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mais conhecido por clipes de Madonna e Beyoncé, o longa é a cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Escrito pelo próprio Akerlund em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa narra a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Até o ponto em que a fronteira entre realidade e publicidade começou a se confundir, envolvendo a banda em crimes incendiários, violência, suicídio e num até assassinato. A banda cinematográfica é formada por Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, Emory Cohen (“Brooklyn”) e Anthony De La Torre (o jovem Jack Sparrow de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander e Bill Skarsgård, também está no elenco, assim como a cantora pop Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”). Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg e Jack Kilmer interpretará Dead. O personagem de Valter Skarsgård é chamado de Faust e provavelmente é Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Um fato pouco difundido é que, antes de virar diretor, Akerlund também participou desta cena, como membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Vale lembrar que, em nova formação, o Mayhem ainda existe. E passou recentemente pelo Brasil em turnê. Um detalhe curioso sobre a trilha do filme, nos momentos em que não tocam músicas do Mayhem, é que ela também foi composta por uma banda. Mas de estilo totalmente oposto. Akerlund quis uma trilha atmosférica e contratou a banda indie islandesa Sigur Ros. A pré-estreia mundial de “Lords of Chaos” aconteceu há um ano, no Festival de Sundance de janeiro passado, quando atingiu 92% de aprovação na média da crítica do site Rotten Tomatoes. O lançamento comercial está marcado para 8 de fevereiro nos Estados Unidos e não há previsão para sua chegada ao Brasil.

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  • Série

    150º episódio de Arrow terá estrutura de documentário

    20 de janeiro de 2019 /

    A rede CW anunciou que a exibição do 150º episódio de “Arrow” será marcado por uma abordagem especial, resultando numa estrutura completamente diferente da que os espectadores estão acostumados. Intitulado “Emerald Archer” (Arqueiro Esmeralda, em tradução literal), o capítulo terá como fio condutor uma equipe de reportagem, que consegue autorização da polícia de Star City para acompanhar o dia-a-dia de Oliver Queen (Stephen Amell) como vigilante a serviço da lei. Conforme mostrou o final da primeira parte da 7ª temporada, Oliver Queen deixou a prisão e passou a atuar como consultor e auxiliar da polícia de Star City. O episódio terá estrutura de documentário, contando com entrevistas e até mesmo narração, fornecida pelo ator Kelsey Grammer (“Frasier”). Mas o conteúdo pode não ser muito lisonjeiro, já que o título da reportagem é “The Hood and the Rise of Vigilantism” (O Capuz e a Ascensão do Vigilantismo). “Emerald Archer” será exibido em 4 de fevereiro nos Estados Unidos, como o 12º capítulo da 7ª temporada. Ou, mais exatamente, o terceiro episódio após o retorno da série à programação da CW (que acontece nesta segunda, 21/1). “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Série anime dublada por Michael B. Jordan, Maisie Williams e Dakota Fanning ganha vídeos

    20 de janeiro de 2019 /

    A plataforma gamer Rooster Teeth divulgou o trailer, uma cena e o pôster de “gen:Lock”, nova série de animação computadorizada inspirada em animes japoneses, que traz um elenco de vozes famosas, a começar pelo protagonista, dublado por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”). Criação de Gray G. Haddock (“Camp Camp”), a série se passa no futuro, quando a última sociedade livre da Terra está perdendo uma guerra global e uma equipe com diversos pilotos jovens é recrutada para controlar a próxima geração de mechas (robôs gigantes) e proteger o local de qualquer ameaça. Além de Michael B. Jordan, a animação traz as vozes de Dakota Fanning (“The Alienist”), Maisie Williams (“Game of Thrones”) e David Tennant (“Doctor Who”). Assim como Crunchyroll, VRV e Machinima, Rooster Teeth é uma empresa americana afiliada à Otter Media, que, por sua vez, faz parte da WarnerMedia. “gen:Lock” tem previsão de estreia para 26 de janeiro nos Estados Unidos.

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    Vidro abre em 1º lugar nos EUA, mas a surpresa é Dragon Ball Super: Broly

    20 de janeiro de 2019 /

    “Vidro” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, mas um pouco estilhaçado por conta das elevadas expectativas sobre seu lançamento. Algumas projeções para a continuação/crossover de “Corpo Fechado” (2000) e “Fragmentado” (2016) tratavam o novo longa de M. Night Shyamalan como um blockbuster em potencial, com abertura na casa dos US$ 100M (milhões). Em menos de uma semana, os otimistas cortaram as estimativas pela metade. E mesmo assim a estreia ficou abaixo delas. O lançamento também foi acompanhada por pedradas da imprensa, que quebraram expectativas com apenas 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, ao atingir US$ 40,5M de faturamento, tornou-se a terceira maior estreia do diretor, atrás de “A Vila” (2004) e “Sinais” (2002). Também ficou com o posto de terceira maior abertura de cinema durante o feriadão dedicado a Martin Luther King nos Estados Unidos. E teve um bom começo internacional, ajudando o total a chegar a US$ 89M em todo o mundo. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, garante que a produção será lucrativa. O que é uma boa notícia para Shyamalan, pois todo o filme foi financiado pelo próprio diretor. Já a surpresa positiva do fim de semana ficou para o desempenho de “Dragon Ball Super: Broly”, que abriu em 3º lugar nos EUA, um pouco atrás do faturamento de “Amigos para Sempre” (em 2º lugar). Lançado em 1,2 mil salas (contra mais de 3 mil da concorrência), o longa animado rendeu US$ 10,6M, celebrando a maior abertura de toda a franquia “Dragon Ball” (já são 20 filmes) nos Estados Unidos e no Canadá. Outros filmes em cartaz atingiram marcas expressivas por seus desempenhos contínuos. “Aquaman”, por exemplo, ultrapassou US$ 300M de arrecadação no mercado doméstico, “Bumblebee” superou US$ 400M mundiais (graças à China), e “O Retorno de Mary Poppins” e “Homem-Aranha no Aranhaverso” passaram dos US$ 300M mundialmente. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 40,5M Total EUA e Canadá: US$ 40,5M Total Mundo: US$ 89M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 15,6M Total EUA e Canadá: US$ 43,9M Total Mundo: US$ 48M 3. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 10,6M Total EUA e Canadá: US$ 21M Total Mundo: US$ 86,9M 4. Aquaman Fim de semana: US$ 10,3M Total EUA e Canadá: US$ 304,3M Total Mundo: US$ 1B 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 158,2M Total Mundo: US$ 322,8M 6. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 7,1M Total EUA e Canadá: US$ 21,2M Total Mundo: US$ 26,3M 7. Escape Room Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 40,7M Total Mundo: US$ 53,7M 8. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 158,7M Total Mundo: US$ 306M 9. Bumblebee Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 115,9M Total Mundo: US$ US$ 412,3M 10. Suprema Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 16,8M Total Mundo: US$ 17,5M

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    Green Book vence prêmio do Sindicato dos Produtores e vira favorito ao Oscar

    20 de janeiro de 2019 /

    O Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA, na sigla em inglês) realizou na noite de sábado (19/1) sua premiação anual de melhores trabalhos de cinema e TV, o PGA Awards. E “Green Book” foi considerado o Melhor Filme do ano. A comédia dramática sobre direitos civis estrelada por Mahershala Ali (“Moonlight”) e Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) venceu os indicados “Roma”, “Nasce uma Estrela”, “A Favorita”, “Pantera Negra”, “Infiltrado na Klan”, “Podres de Ricos”, “Um Lugar Silencioso”, “Vice” e “Bohemian Rhapsody”. A premiação é considerada grande indicativo para o Oscar, já que os produtores fazem parte dos eleitores da Academia. Nessa década, os PGA Awards só divergiram duas vezes dos vencedores do Oscar: em 2016, quando o sindicato escolheu “A Grande Aposta” e o Oscar premiou “Spotlight: Segredos Revelados”, e em 2017, ocasião em que o PGA premiou “La La Land” e a Academia fez um papelão para anunciar “Moonlight” como vencedor. Muito mais importante para a indústria cinematográfica que o Globo de Ouro, que premiou “Green Book” como Melhor Comédia (ou Musical), o PGA Awards recoloca o filme na disputa do Oscar, após várias controvérsias cercarem a produção. Com o destaque conseguido pela obra, vencedora também do Festival de Toronto, “Green Book” ganhou críticas de jornalistas e cineastas negros por ser um filme anti-racista para branco ver, com a perpetuação dos estereótipos de “redenção de brancos” que costumam acompanhar filmes sobre racismo escritos e dirigidos por brancos. Neste sentido, virou o “Conduzindo Miss Daisy” de 2019 – drama sobre motorista negro de mulher branca que acabou vencendo o Oscar em 1990, mas passou para a história como condescendente e politicamente incorreto. Como se não bastasse, nas últimas semanas voltaram à tona um tuíte xenófobo do roteirista Nick Vallelonga contra muçulmanos que moram nos Estados Unidos, disparado em 2015 para apoiar Donald Trump, e revelações de que o diretor Peter Farrelly achava engraçado mostrar o pênis para suas atrizes em 1998. Em outras categorias, o prêmio de Melhor Animação ficou com “Homem-Aranha no Aranhaverso”, o Melhor Documentário foi “Won’t You Be My Neighbor?”, sobre o apresentador infantil Fred Rogers, “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” foi considerada a Melhor Minissérie e as séries “The Americans” e “The Marvelous Mrs Maisel” venceram como Melhor Série, respectivamente de Drama e Comédia.

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    Andrew G. Vajna (1944 – 2019)

    20 de janeiro de 2019 /

    Morreu o célebre produtor húngaro Andrew G. Vajna, que definiu o cinema americano dos anos 1980 e 1990 com seus filmes de ação. Responsável pelo lançamento de alguns dos maiores sucessos da carreira de Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, Vajna morreu neste domingo (20/1) em sua casa em Budapeste, aos 74 anos. Nascido em 1944 em Budapeste, Vajna deixou a Hungria com sua família após a insurreição contra os soviéticos em 1956, e estudou Cinema na famosa universidade UCLA, que geraria alguns dos maiores cineastas dos anos 1970 e 1980. Mas antes de se dedicar a filmes, teve vários outros negócios, demonstrando espírito empreendedor. Um desses negócios, uma fábrica de perucas, o levou até Hong Kong, onde adquiriu uma rede de cinemas e montou uma empresa de distribuição de filmes, finalmente entrando no setor. Ao vender sua empresa de Hong Kong para a poderosa Golden Harvest Company em 1976, ele formou sua produtora americana, em parceria com Mario Kassar. A Carolco seria especializada em compra, venda e distribuição de filmes internacionais, e seus empregados iniciais incluíam a esposa de Vajna e a namorada de Kassar, que trabalhavam como suas secretárias. Quatro anos depois, a companhia foi considerada uma das quatro mais poderosas de Hollywood. A primeira produção da Carolco foi simplesmente “Rambo: Programado para Matar”, em 1982. O filme estrelado por Sylvester Stallone virou um sucesso imenso, atingindo US$ 120 milhões em todo o mundo. Rapidamente, Vajna programou sua continuação, “Rambo II”, que rendeu mais que o dobro, US$ 300 milhões em 1985. Vieram “Rambo III” (1988), “O Vingador do Futuro” (1990), “Alucinações do Passado” (1990), “Air America: Loucos Pelo Perigo” (1990), “The Doors” (1991), o fenômeno “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” (1991), “Instinto Selvagem” (1992), “Chaplin” (1992), “Soldado Universal” (1992), “Risco Total” (1993), “O Último Grande Herói” (1993), “Stargate” (1994), até uma série de equívocos culminarem em “Showgirls” (1995). Mas Vajna saiu antes do desastre. Ele queria fazer filmes mais artísticos e vendeu sua parte do negócio para Cassar, formando a Cinergi, em parceria com a Disney. Mas não teve o mesmo impacto. Seus maiores sucessos foram “Tombstone” (1993), “A Cor da Noite” (1994) e “Evita” (1996). Depois de cerca de 40 filmes produzidos nos Estados Unidos, Vajna decidiu voltar para a Hungria nos anos 2000, embora ainda recebesse créditos por “O Exterminador do Futuro 3” (2003), “Instinto Selvagem 2” (2006) e “O Exterminador do Futuro: A Salvação” (2009). Como aliado do primeiro-ministro Viktor Orban, foi nomeado comissário de Estado do Cinema em 2011, tornando-se um dos responsáveis pelo aumento significativo de produções do cinema húngaro e por cofinanciar os ultramodernos estúdios Korda, que passaram a atrair grandes produções para filmagens em Bucareste. No papel de presidente da Fundação Nacional de Cinema do país, Vajna copatrocinou o filme “O Filho de Saul”, que venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2016.

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