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  • Série

    Foto de bastidores revela primeiro encontro entre Supergirl e Batwoman

    27 de outubro de 2018 /

    A atriz Melissa Benoist divulgou em seu Instagram a primeira foto do encontro entre Supergirl e Batwoman no crossover “Elseworlds”. Na imagem, ela parece se divertir, rindo muito ao abraçar a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) que, além de uma máscara negra, usa uma peruca vermelha como a Batwoman dos quadrinhos. Há a expectativa de que, após o crossover, Batwoman ganhe uma série própria. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da personagem. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da Batwoman. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Curiosamente, a atriz ainda não apareceu em fotos como Kate Kane, a identidade secreta da heroína, então não se sabe se ela irá preservar suas conhecidas tatuagens e cabelo curto ao viver a personagem. Segundo a sinopse, Kate Kane é uma jovem “armada com uma paixão pela justiça social e uma vontade de falar o que pensa”. A heroína terá que superar os seus próprios demônios para “abraçar o seu destino como o símbolo de esperança de Gotham City”. Além da Batwoman, o evento especial também contará com as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço (que ele já desempenhou em “Supergirl”) e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. Dividido em três episódios, “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, em episódios das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, exatamente nesta ordem. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Gotham: Foto de bastidores sugere transformação final de Cameron Monaghan no Coringa

    27 de outubro de 2018 /

    O ator Sean Pertwee divulgou em suas redes sociais uma foto bastante reveladora dos bastidores da série “Gotham”. A imagem flagra uma nova transformação do ator Cameron Monaghan, que está cada vez mais parecido com o Coringa dos quadrinhos, com maquiagem branca, cabelos esverdeados e luvas roxas. Ele aparece ao lado de David Mazouz, que vive Bruce Wayne (também de luvas), e o intérprete de Alfred. A caracterização sugere que a 5ª e última temporada da série pode finalmente mostrar o nascimento do vilão, além da esperada transformação do jovem Bruce Wayne em Batman. Criada por Bruno Heller (criador também de “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os levaram a virar os vilões dos quadrinhos. A 5ª temporada vai estrear em 2019, em data ainda não revelada. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Teaser revela data de estreia da 3ª temporada de F Is for Family

    27 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser da 3ª temporada de “F Is for Family”, que revela, ainda sem legendas, a data de estreia dos novos episódios da série de animação adulta. A série é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o o criador. O elenco de vozes também inclui Laura Dern (“A Culpa é das Estrelas”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin. Todos os episódios da 3ª temporada serão disponibilizados no dia 30 de novembro.

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  • Filme,  Música

    Lady Gaga libera novo clipe da trilha de Nasce uma Estrela

    27 de outubro de 2018 /

    Lady Gaga disponibilizou em seu canal no YouTube um novo clipe da trilha de “Nasce uma Estrela”. Originalmente, o vídeo de “I’ll Never Love Again” tinha sido lançado com exclusividade para os assinantes da Apple Music. Agora, liberou geral. Como os dois clipes anteriores da trilha sonora, o vídeo inclui diversas cenas do filme. Mas esta canção não é “para cima” como “Shallow” e “Look What I Found”. Trata-se de uma balada cafona, que lembra mais o repertório da protagonista da versão de “Nasce uma Estrela” dos anos 1970, Barbra Streisand, com direito a acompanhamento de orquestra. O arranjo tenta acomodar Lady Gaga na canção, mas fica claro que a música pede uma cantora de mais potência e menos vergonha de ser brega. A história de “Nasce Uma Estrela” tem 81 anos e já foi filmada quatro vezes. Na nova versão, Lady Gaga interpreta uma cantora iniciante que ganha uma chance de se tornar conhecida com o apoio de um músico veterano (Bradley Cooper), com quem se envolve. Mas quando ela passa a fazer sucesso, ele entra em decadência, vítima do alcoolismo. Além de marcar a estreia da cantora como atriz de cinema, o filme também é o primeiro dirigido por Bradley Cooper, e sua trilha sonora está há duas semanas em 1º lugar na parada de álbuns da revista Billboard.

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  • Série

    Número de personagens LGBTQIA+ nas séries americanas registra novo recorde

    27 de outubro de 2018 /

    O recorde aumentou. Um ano após registrar a maior quantidade até então vista de personagens LGBTQIA+ nas séries americanas, a nova pesquisa “Where We are on TV”, conduzida pela GLAAD, concluiu que o número aumentou ainda mais em 2018. O avanço é veloz. Em 2016, a programação da TV americana registrava 30 personagens LGBTQIA+. No ano passado, foram 58. E este ano há 75 personagens fixos que são gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, queers e não binários, o que representa 8,8% dos protagonistas televisivos, sem contar os 38 personagens LGBTQIA+ que apareceram em participações especiais. O estudo ainda mostra que 50% dos personagens LGBTQ são não-caucasianos, e os gêneros estão bem equibilibrados, mostrando um aumento na representatividade feminina em relação ao ano passado. Dentre todas as plataformas, a Netflix tem o maior número de personagens LGBTQ, enquanto o FX é o destaque na TV paga, em especial por conta da série “Pose”. Mas há até super-heróis na TV aberta que são assumidamente gays e lésbicas, situação que tende a aumentar ainda mais com a introdução da transexual Sonhadora em “Supergirl” e da lésbica Batwoman, que ganhará série própria em 2019 – ambas na rede CW. A presidente da ONG GLAAD, Sarah Kate Ellis, comentou o estudo: “Com políticas anti-LGBTQ sendo debatidas nacional e internacionalmente, as histórias e personagens na televisão são mais críticas do que nunca para transmitir compreensão e aceitação das pessoas LGBTQ. Estas séries demonstram que o público está sedento por novas histórias e perspectivas”.

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  • Filme

    Anya Taylor-Joy vai estrelar nova versão do romance clássico Emma, de Jane Austen

    27 de outubro de 2018 /

    O famoso romance “Emma”, escrito em 1815 por Jane Austen, vai ganhar mais uma adaptação cinematográfica, desta vez com Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) no papel principal. “Emma” conta a história da jovem personagem-título, que se intromete na vida dos outros e tenta brincar de cupido com quem conhece, mas apesar disso tem seus próprios problemas afetivos. A nova versão tem roteiro de Eleanor Catton (“The Luminaries”) e será o primeiro longa do diretor de clipes Autumn de Wilde (Beck, Rilo Kiley), além de representar uma grande mudança de perfil para Taylor-Joy, especialista em filmes de terror como “A Bruxa” (2015), “Fragmentado” (2016) e “O Segredo de Marrowbone” (2017). A história já foi adaptada para as telas inúmeras vezes. A versão mais antiga foi lançada na Inglaterra em 1948, com Judy Campbell no papel de Emma Woodhouse, a mais lembrada é de 1996, estrelada por Gwyneth Paltrow, e a mais recente é uma minissérie da BBC de 2009, com Romola Garai. Além disso, há também variações modernas da história, como “Aisha” (2010) e até “As Patricinhas de Beverly Hills” (1995), que, por sinal, também vai ganhar remake. Ainda não há previsão de estreia para a nova “Emma”.

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  • Série

    Emma Thompson vai viver política controversa em série futurista do responsável pelo revival de Doctor Who

    27 de outubro de 2018 /

    A atriz Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”) vai estrelar uma nova série futurista da HBO intitulada “Years & Years”, que foi criada por Russell T. Davies, o showrunner original do revival de “Doctor Who” (responsável pela atração por uma década, de 2005 a 2015). A produção gira em torno uma família britânica, os Lyons, acompanhando-os ao longo de 15 anos, a partir de 2019, através de instabilidade política, avanços tecnológicos e mudanças econômicas do país. “Descobriremos se essa família comum poderia mudar o mundo”, descreve Davis em comunicado. Thompson interpretará Vivienne Rook, uma celebridade que virou política, cujas opiniões controversas dividem a nação. O elenco também inclui Rory Kinnear (“Penny Dreadful”) como Stephen Lyons, um consultor financeiro que é casado com Celeste, interpretada por T’Nia Miller (“Marcella”), uma contadora ambiciosa. Russell Tovey (“Quantico”), Jessica Hynes (“Paddington 2”) e Ruth Madeley (“The Level”) vivem os irmãos do protagonist e Anne Reid (“Boneco de Neve”) completa o elenco como a vovó. A produção já está sendo gravada em Manchester, na Inglaterra, com direção de Simon Cellan Jones (“Boardwalk Empire”). Por enquanto, não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Jamie Lee Curtis vai estrelar filme de mistério do diretor de Star Wars: Os Últimos Jedi

    27 de outubro de 2018 /

    A atriz Jamie Lee Curtis, atualmente em cartaz no filme “Halloween”, foi confirmada no elenco de “Knives Out”, próximo longa do diretor Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”). Ela se junta aos anteriormente anunciados Daniel Craig (“007 Contra Spectre”), Chris Evans (“Vingadores: Guerra Infinita”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Lakeith Stanfield (“Atlanta”) e Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”). Não há muitos detalhes sobre a trama, que também foi escrita por Johnson, mas o filme é descrito como um mistério de assassinato, ao estilo dos suspenses de Agatha Christie e Ellery Queen, onde o objetivo é descobrir “quem matou”. Pelo menos, o elenco é de dar inveja em “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017). As filmagens devem começar ainda neste ano com produção do estúdio indie FilmNation, mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Catherine Zeta-Jones é treinadora desalmada de concursos de beleza em teasers e fotos de Queen America

    27 de outubro de 2018 /

    O Facebook divulgou nove fotos e dois teasers de “Queen America”, nova série de humor negro sobre os bastidores dos concursos de beleza, estrelada por Catherine Zeta-Jones (“Chicago”). As prévias destacam a personagem da atriz, Vicki Ellis, uma treinadora desalmada de candidatas a concursos de misses, capaz de transformar garotas comuns em vencedoras, que é procurada por uma nova aluna ambiciosa com planos de virar a próxima Miss América. O elenco inclui Victoria Justice (“Notorious”), Belle Shouse (“Segredos e Mentiras”), Judith Light (“Transparent”), Rana Roy (“Plantão Noturno”), Molly Price (“The Knick”) e Isabella Amara (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) “Queen America” é uma criação de Meaghan Oppenheimer (roteirista de “Música, Amigos e Festa”) e terá 10 episódios em sua 1ª temporada, com estreia prevista para 21 de novembro. Trata-se também da segunda produção com uma grande estrela de cinema produzida pelo Facebook, após “Sorry for Your Loss”, com Elizabeth Olsen (a Feiticeira Escarlate de “Vingadores: Guerra Infinita”). Estas produções fazem parte de uma investida da rede social no mercado de séries e estão sendo disponibilizadas na seção Facebook Watch, focada em conteúdo de vídeo.

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  • Filme

    Tilda Swinton é confirmada em Vingadores 4

    27 de outubro de 2018 /

    O produtor de “Vingadores 4” revelou que Tilda Swinton vai participar do longa da Marvel. Ele participava de um painel no Austin Film Festival, nos Estados Unidos, quando comentou que “Tilda Swinton tinha apenas um dia disponível para filmar” quando resolveram incluí-la na história A atriz viveu a Anciã em “Doutor Estranho” e até agora não tinha sido confirmada no elenco do novo Vingadores, que mantém sua trama guardada a sete chaves. O detalhe é que a Anciã não se deu muito bem na batalha final de “Doutor Estranho”. Mas não será a primeira personagem que voltará após supostamente ter se despedido. Frank Grillo revelou nesta semana que também voltará a viver Ossos Cruzados em “Vingadores 4”, apesar do vilão ter morrido em “Capitão América: Guerra Civil”. Ele inclusive revelou que sua cena se passa num flashback. A volta de tantos personagens falecidos sugere que muita coisa será desfeita pelo próximo longa dos super-heróis. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores 4” estreia em 2 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Novo clipe de Shawn Mendes presta homenagem ao filme Encontros e Desencontros

    27 de outubro de 2018 /

    O cantor Shawn Mendes lançou o clipe de “Lost in Japan”, faixa de seu terceiro álbum, que, aproveitando o tema da canção, presta homenagem ao filme “Encontros e Desencontros” (Lost in Translation, 2003). O vídeo recria cenas conhecidas da produção cinematográfica, colocando o cantor nas pantufas de Bill Murray durante uma viagem ao Japão. Lá, ele acaba conhecendo e se apaixonando por outra jovem turista americana, a atriz Alisha Boe (intérprete de Jessica na série “13 Reasons Why”), que usa a peruca rosa de Scarlett Johansson nessa versão musical. Da sequência do elevador ao comercial de whisky, culminando na noitada de karaokê, os principais momentos do longa da diretora Sofia Coppola são revisitados e devidamente celebrados. Para completar, o clipe mistura a faixa original com o remix lançado em parceria com Zedd, que também aparece em cena como um amigo do casal, no momento do karaokê. A direção é de Jay Martin, que assina os principais clipes do cantor e também foi responsável pelos storyboards de “Jogos Vorazes: Em Chamas” (2013) e “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014). Aproveite e reveja abaixo o trailer de “Encontros e Desencontros” para comparar; só evite reparar na trilha superior do filme.

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  • Filme,  Música

    Legalize Já acerta praticamente tudo ao contar a gênese do Planet Hemp

    27 de outubro de 2018 /

    É raro uma cinebiografia acertar a mão. Muitas tentam dar conta da vida completa do artista ou da pessoa em questão e acabam por tornar tanto a narrativa quanto o personagem rasos. Não é o caso de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que faz um recorte destacando a amizade entre Marcelo D2 e Skunk, responsáveis pela criação de uma das bandas mais importantes do cenário brasileiro dos anos 1990, o Planet Hemp. Bastava estar vivo naquela década para lembrar o que o rolava nas rádios e nas televisões: era o boom do pagode e do axé. O surgimento das novas bandas da turma de 1994 foi crucial para dar uma oxigenada no rock daquele período, ainda que as bandas da década anterior ainda estivessem ativas e interessantes. Mas era preciso sangue novo e essa nova turma em geral soube lidar com a transgressão de maneira muito mais efetiva que a turma anterior. Colocar a legalização da maconha como principal bandeira por si só já foi um trunfo. Mas o Planet Hemp tinha também muito a oferecer no que se refere à qualidade de sua música. Uma coisa que muita gente não sabia era a importância de Skunk para a criação do conceito da banda. Marcelo não acreditava em si mesmo, embora as letras tenham partido dele desde o começo. Skunk, soropositivo, tentou lidar com a doença até onde deu. Na época, os coquetéis para combater o avanço do HIV eram muito desconfortáveis e tinham efeitos colaterais desagradáveis. “Legalize Já” ganhou o subtítulo “Amizade Nunca Morre” justamente por focar mais na amizade da dupla do que na criação musical. As linhas paralelas das vidas de Marcelo, camelô que vendia camisetas de banda de rock na rua, e Skunk, que morava com um amigo argentino dono de bar e de uma espécie de mini-estúdio caseiro, cruzam-se em um momento em que o rapa aparece para desmontar as bancas de alguns vendedores de rua. Chega a ser tocante ver a aproximação e a ótima química entre os dois, com Skunk sempre sendo o cara que motiva Marcelo a acreditar em si, em pensar grande com a ideia de montar uma das melhores bandas de rock do país. Apesar de haver aspectos dramáticos muito fortes, devido às situações nada fáceis da vida de ambos, o filme tem uma pegada leve, com cenas bem divertidas. E há também momentos musicais, que são de arrepiar. O que dizer da primeira vez em que ouvimos “Phunky Bhuda”? O que é aquele riff de guitarra, aquela energia? Vale destacar aqui as excelentes performances dos atores. Tanto Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como Marcelo D2 quanto Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk estão ótimos. Principalmente o segundo, que exala um carisma impressionante. E também a evolução do diretor Johnny Araújo, que filma rock desde sua estreia, “O Magnata” (2007), com roteiro de Chorão e participação do Marcelo Nova, e seguiu firme no tema com “Depois de Tudo” (2015), uma espécie de ode à canção “Soldados”, da Legião Urbana. “Legalize Já” é poesia urbana que, em vez de rimas, usa imagens.

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  • Música

    Playlist: 12 clipes da nova geração do rock feminista

    26 de outubro de 2018 /

    Feministas estão cada vez mais estridentes. E com guitarras, mais barulhentas ainda. A seleção abaixo reúne 12 bandas da nova geração do rock feministas e LGBTQIA+ da América do Norte, Reino Unido e Austrália. A lista inclui garotas com camisetas do Bikini Kill, odes a Ellen Page, palavras de ordem, conclamação a boicotes, tatuagens, solos de guitarra, mosh, rebeldia de botas, minissaias, garotas de cabelos curtos, cabeludas, Beatlemaníacas, riot Grrls, lutadoras, bandeirosas, mães, lésbicas, atitude destroy, #MeToo e #EleNão. 1 Petrol Girls – “Touch Me Again” (Inglaterra) | 2 Dream Wife – “F.U.U.” (Inglaterra) | 3 Skating Polly – “Camelot” (EUA) | 4 Big Joanie – “Fall Asleep” (Inglaterra) | 5 Peach Club – “Bad Bitch” (Inglaterra) | 6 The Menstrual Cramps – “Boycott the Lot” (Inglaterra) | 7 Goat Girl – “The Man” (Inglaterra) | 8 VOIID – “Silly Girl” (Austrália) | 9 Yassassin – “Citizen” (EUA) | 10 Tancred – “Something Else” (EUA) | 11 GRLwood – “Bisexual” (EUA) | 12 Partner – “The ‘Ellen’ Page” (Canadá)

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