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    Intérprete de Jason em Sexta-Feira 13 será o Monstro do Pântano na série da DC Comics

    29 de setembro de 2018 /

    A plataforma de streaming DC Universe anunciou a adição de Jennifer Beals e Derek Mears ao elenco da série “Swamp Thing”, adaptação dos quadrinhos do Monstro do Pântano. Mears dará vida ao personagem do título. Ele é mais conhecido por interpretar outro monstro famoso, Jason Voorhees, no último filme da franquia “Sexta-Feira 13”. Já Beals, até hoje lembrada pelo papel no musical “Flashdance” (1983) e como protagonista de “The L Word” (2004-2009), assumirá o papel da xerife Lucilia Cable, descrita como “dura e pragmática”. Além disso, a sinopse diz que “a devoção ferrenha de Cable a seu filho, Matt, é rivalizada apenas por seu dever de servir e proteger a cidade de Marais. Quando a comunidade que ela dedicou a sua vida é assolada por forças estranhas, ela deve dobrar seus esforços para salvaguardar a todos que ama”. O detalhe é que a xerife Cable não existe nos quadrinhos. Já Matt ou Matthew Cable é um personagem importante da trama original, um agente federal responsável por proteger Alec Holland e sua esposa, que passa a caçar o Monstro do Pântano por considerá-lo responsável pela morte do amigo. Ele acaba descobrindo que Alec e o Monstro são a mesma pessoa, casa-se com Abby Arcane, enlouquece, morre e vira um corvo à serviço de Morfeu (Sandman). Matt ainda não foi escalado, mas a atriz Crystal Reed (Sofia Falcone em “Gotham”) será Abby, a principal personagem feminina da série. A escalação de Jennifer Beals também joga por terra a suposta informação exclusiva do Hashtag Show, segundo a qual Matt Cable seria o xerife da cidade na série. Anteriormente, a produção também confirmou a atriz Maria Sten (“Straight Outta Compton”) como Liz Tremayne – mais uma personagem ruiva da DC Comics que terá interprete negra na TV. Nos quadrinhos, Tremayne é a jornalista que investiga a morte de Alec Holland. Ela vai manter a profissão na série, mas terá jornada dupla como garçonete no bar de seu pai. Além disso, a personagem é apresentada como amiga de infância de Abby. A série está sendo desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal”), e o primeiro episódio será dirigido pelo cineasta Len Wiseman (“Anjos da Noite”). Ainda não há previsão de estreia.

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    Leonardo Machado (1976 – 2018)

    29 de setembro de 2018 /

    O ator Leonardo Machado, conhecido por participar de novelas da Globo e pela carreira premiada no cinema, morreu na noite de sexta-feira (28/9), aos 42 anos, em Porto Alegre. Ele lutava contra um câncer no fígado desde o ano passado e estava internado no Hospital Moinhos de Vento, na capital gaúcha. Um dos atores de maior projeção no Rio Grande do Sul, ele começou a filmar curtas em 1998, enquanto fazia teatro – estrelou 14 peças – , até se tornar conhecido nacionalmente ao aparecer na novela “O Clone” (2001), na qual figurou como Guilherme. Também teve um pequeno papel em “Senhora do Destino”, em 2005. Mas sua verdadeira projeção se deu no cinema local, a ponto de se tornar o apresentador oficial do Festival de Gramado por dez anos. “Essa função é sempre um prazer. Eu me criei nessa cidade”, ressaltou em entrevista publicada no último ano. Seu primeiro papel em longa-metragem foi uma pequena aparição em “Lara” (2002), cinebiografia de Odete Lara, musa do Cinema Novo, dirigida por Ana Maria Magalhães. Depois, iniciou sua jornada gaúcha, com “Sal de Prata” (2005), de Carlos Gerbase. Dublou a animação “Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll” (2006), de Otto Guerra, voltou a trabalhar com Gerbase em “3 Efes” (2007), fez “Dias e Noites” (2008), de Beto Souza. E a carreira começou a engatar com o premiado “Valsa para Bruno Stein” (2007), de Paulo Nascimento, vencedor do Festival de Gramado, já como coadjuvante. No segundo filme com Nascimento, “Em Teu Nome” (2009), foi finalmente escalado como protagonista. E conquistou o Kikito de Melhor Ator em Gramado, interpretando um estudante durante a Ditadura Militar (1964-1985). O prêmio abriu de vez as portas na Globo. Ele apareceu na novela “Viver a Vida” (2009), de Manoel Carlos, e se tornou um dos protagonistas da série “Na Forma da Lei”, no papel do juiz Célio Rocha, que trabalhava com a advogada Ana Beatriz (Ana Paula Arósio) no julgamento de crimes investigados por outros personagens. Ainda apareceu na novela “Salve Jorge” (2013) antes de voltar ao Rio Grande do Sul, onde emendou diversas produções regionais de TV – na RBS, do grupo Globo, e na TVE. E deu sequência à sua carreira cinematográfica. A dedicação ao cinema na última década viu sua filmografia se multiplicar e ganhar novos parceiros, como Tabajara Ruas, com quem filmou “Os Senhores da Guerra” (2012), a continuação “Os Senhores da Guerra 2 – Passo da Cruz” (2014) e o ainda inédito “A Cabeça de Gumercindo Saraiva” (2018). Ele esteve ainda entre os protagonistas do épico “O Tempo e o Vento” (2013), adaptação do clássico literário de Érico Veríssimo rodado por Jayme Monjardim com grande elenco (Fernanda Montenegro, Thiago Lacerda, Marjorie Estiano, etc). Fez “A Casa Elétrica” (2012), de Gustavo Fogaça, “Insônia” (2013), de Beto Souza, e o recente “Yonlu” (2018), de Hique Montanari, lançado no final de agosto. Mas não há dúvidas de que seu grande parceiro foi Paulo Nascimento, com quem continuou colaborando em mais quatro filmes: “A Casa Verde” (2010), “A Oeste do Fim do Mundo” (2013), “A Superfície da Sombra” (2017) e “Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos” (2018). Os dois ficaram amigos durante a gravação da série “Segredo”, uma coprodução da portuguesa RTP e da Globo, realizada em 2005, o que fez com que Leonardo participasse de todos os projetos do diretor desde então – e ainda fosse estimulado a passar para trás das câmeras, enquanto o diretor se viu convencido a ir para a frente, durante a produção da série gaúcha documental “Fim do Mundo” (2011). Esta experiência de explorar as fronteiras da América do Sul inspirou o filme “A Oeste do Fim do Mundo”, que inaugurou outra função na carreira de Leonardo, como produtor de cinema. Por conta disso, venceu o Kikito de Melhor Filme Latino (em coprodução com a Argentina) no Festival de Gramado, além do prêmio do público do evento. Ativo até o fim, Leonardo se jogou no trabalho no fim da vida, estrelando em 2018 nada menos que quatro longas, um curta e uma minissérie da Globo – “Se Eu Fechar Os Olhos Agora”, divulgada apenas em streaming, por enquanto. Além de “Yonlu” e “Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos”, já exibidos, ele ainda poderá ser visto neste ano no mencionado “A Cabeça de Gumercindo Saraiva”, previsto para 25 de outubro, e “Legalidade”, do cineasta Zeca Britto, em que encarna o governador gaúcho Leonel Brizola durante os tumultuados anos 1960 – ainda sem previsão de estreia. Seu colega em “Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos”, Edson Celulari, que também enfrentou um câncer recentemente, lamentou a morte do amigo. “Hoje descansou um amigo que fará muita falta, o querido e talentoso ator Leonardo Machado. Um homem leal, dono de um coração enorme. Companheiro no cinema e parceiro de todas as horas. Que privilégio conhecê-lo!”, escreveu no Instagram.

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    Atrizes de Modern Family e Cougar Town revelam terem sido estupradas na adolescência

    29 de setembro de 2018 /

    As atrizes Sarah Hyland (“Modern Family”) e Busy Philipps (“Cougar Town”) revelaram em suas redes sociais terem sido estupradas na adolescência. Usando a hashtag #WhyIDidntReport (“Por que eu não denunciei”, em tradução literal), elas se manifestaram durante uma nova fase do movimento #MeToo, que ganhou força diante do caso da professora universitária Christine Ford, que tem sido descreditada pela direita americana após denunciar o juiz indicado por Trump para a Suprema Corte, Brett Kavanaugh, por abuso sexual. Os desabafos se multiplicaram após o presidente Trump defender seu indicado com um tuíte provocativo. “Os radicais de esquerda querem envolver o FBI AGORA. Por que ninguém ligou para o FBI há 36 anos?”, escreveu ele, reclamando das vítimas. A resposta foi uma profusão de desabafos, que explicaram porque, em seus casos, também não denunciaram na época em que sofreram violência sexual. “Ele era um amigo”, explicou Hyland. “Era véspera de ano novo no meu último ano do colégio. Todo mundo estava bêbado. Ele invadiu o banheiro em que eu estava. Eu esperava que fosse um sonho, mas a minha meia-calça rasgada na manhã seguinte provava o contrário. Eu pensava que ninguém acreditaria em mim. Eu não queria ser chamada de dramática. Até porque, eu não disse ‘não’. O choque pode fazer isso com uma pessoa”, escreveu a atriz. #WeBelieveChristine #MeToo #believewomen #IBelieveHer pic.twitter.com/T1Evor6GTD — Sarah Hyland (@Sarah_Hyland) 27 de setembro de 2018 Busy Philipps revelou ter sido estuprada aos 14 anos e contou porque ficou calada até agora. “Esta sou eu aos 14 anos. A idade em que fui estuprada. Levei 25 anos para dizer estas palavras. Escrevi sobre isso no meu livro. Finalmente contei aos meus pais e à minha irmã, há cerca de 4 meses, o que aconteceu. Hoje é o dia em que não estamos mais caladas. Todas nós. Estou assustada por postar isso. Não posso nem imaginar o que a doutora Ford está sentindo agora”, escreveu em seu Instagram, ao lado de uma foto tirada na época. Visualizar esta foto no Instagram. #tbt This is me at 14. The age I was raped. It's taken me 25 years to say those words. I wrote about it in my book. I finally told my parents and sister about it 4 months ago. Today is the day we are silent no more. All of us. I'm scared to post this. I can't imagine what Dr. Ford is feeling right now. Uma publicação compartilhada por Busy Philipps (@busyphilipps) em 27 de Set, 2018 às 8:52 PDT

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    Massagista processa Kevin Spacey por assédio sexual

    29 de setembro de 2018 /

    Poucos dias após se ver livre dos processos de assédio sexual que enfrentava, o ator Kevin Spacey, demitido da série “House of Cards”, volta a sofrer uma nova acusação na justiça. Um homem que mantém sua identidade anônima está processando o ator por um caso ocorrido em 2016. A data recente deve impedir que a Corte de Los Angeles extingua o caso por prescrição, uma das razões que levaram os promotores a livrar o ator de diversas acusações no início deste mês. No processo, a vítima faz várias acusações além do abuso sexual, como cárcere privado e estresse pós-traumático. Segundo os autos, o homem foi à casa de Spacey para exercer seu trabalho como massagista, para livrar o ator de supostas dores. Spacey teria recebido o massagista apenas de robe e trancado a porta da sala em que seria atendido. Ao ser orientado a deitar de costas, desobedeceu o pedido do massagista e deitou de frente. Quando o homem começou a massagear sua perna, o ator teria puxado as mãos dele e forçado uma masturbação. O acusador ainda diz que tentou se esquivar do ator e que, neste momento, Kevin Spacey o puxou pelos ombros e tentou beijá-lo. O ator ainda teria tocado a genitália do homem e oferecido sexo oral. Kevin Spacey era investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas, além da palavra das vítimas, impediram os casos de ir a julgamento. Apesar de ter se livrado dos primeiros processos nos Estados Unidos, o ator ainda continua a ser investigado no Reino Unido pela Scotland Yard, que também recebeu múltiplas denúncias contra ele.

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    Presidente da Lucasfilm tem mandato renovado para mais três anos

    29 de setembro de 2018 /

    A produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm e responsável pelos novos filmes do universo “Star Wars” desde a venda do estúdio para a Disney, seguirá no comando da empresa por mais três anos. A continuidade de Kennedy no cargo representa um voto de confiança da Disney em seu trabalho, que já rendeu US$ 4,5 bilhões em bilheterias no mundo todo, valor que não inclui os lucros com marketing e produtos licenciados. Isto representa um bom retorno financeiro para a Disney, que pagou US$ 4 bilhões pela empresa de George Lucas há apenas seis anos. Apesar disso, a gestão de Kennedy tem sido marcada por polêmicas. Sob seu comando, o estúdio demitiu diversos diretores. Alguns foram cortados antes de começarem as filmagens de seus projetos, como Josh Trank (“Quarteto Fantástico”) e Colin Trevorrow (“Jurassic World”). Houve ainda o caso de Gareth Edwards (“Godzilla”), afastado em sigilo e substituído por Tony Gilroy em refilmagens de “Rogue One: Uma História Star Wars”. Mas a intromissão que marcou sua trajetória aconteceu durante a produção de “Han Solo: Uma História Star Wars”, quando a dupla Chris Lord e Phil Miller (“Anjos da Lei”) foi publicadamente demitida e substituída por Ron Howard (“Inferno”). O filme acabou se tornando o primeiro fracasso comercial da Lucasfilm, gerando perdas de até US$ 80 milhões e fez a Disney decidir desacelerar o calendário de projetos relacionados à franquia. O único filme de “Star Wars” atualmente em produção é “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título oficial, que chegará aos cinemas em dezembro de 2019. Paralelamente, a Lucasfilm passou a desenvolver mais séries ligadas à “Star Wars”, como a animação “Star Wars Resistence” para o Disney Channel, além de um revival de “Star Wars: The Clone Wars” e a primeira série live action da franquia, ambas em desenvolvimento para a plataforma de streaming que a Disney lançará no próximo ano.

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    Morte no Nilo: Gal Gadot vai estrelar continuação de Assassinato no Expresso do Oriente

    29 de setembro de 2018 /

    A atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) é a primeira estrela confirmada no elenco de “Morte no Nilo”, nova adaptação de best-seller de mistério de Agatha Christie. O filme será uma continuação de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que surpreendeu nas bilheterias no ano passado. Gadot interpretará Linnet Ridgeway Doyle, uma herdeira milionária que está à bordo de um cruzeiro no Nilo, onde acontece um assassinato, que será investigado pelo detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh, repetindo seu papel). Ou seja, a trama de “Assassinato no Expresso do Oriente”, mas passada num iate em vez de um trem. Assim como fez com o filme anterior, Branagh também vai dirigir o longa. E com ele também volta o roteirista Michael Green, responsável pela adaptação do livro de 1937. “Morte no Nilo” já foi adaptado antes para o cinema. Em 1978, também serviu de continuação para “Assassinato no Expresso Oriente” (1974), e reuniu um elenco notável, formado por Bette Davis, Jane Birkin, Angela Lansbury, Maggie Smith, Mia Farrow, David Niven, Jon Finch e George Kennedy, além de Peter Ustinov no papel de Poirot. O papel de Gadot foi, naquela ocasião, vivido pela intérprete menos famosa da produção: Lois Chiles, um ano antes de virar Bond Girl em “007 Contra o Foguete da Morte” (1979). Há um motivo para isso. Embora esse spoiler tenha 71 anos, digamos que sua personagem é que aparece por menor tempo na tela, exatamente como Johnny Depp em “Assassinato no Expresso do Oriente”. A nova versão de “Morte no Nilo” tem estreia marcada para dezembro de 2019.

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    Eleitores de Bolsonaro lançam ataques contra série de Anitta

    28 de setembro de 2018 /

    Eleitores de Jair Bolsonaro deram início a uma campanha contra a série “Vai, Anitta”, em desenvolvimento para a Netflix. O motivo foi a cantora ter saído do muro e passado a apoiar o movimento #EleNão contra o candidato da extrema direita à presidência do Brasil. Como a série não estreou e nem tem previsão para chegar em streaming, o meio encontrado para “protestar” contra a opinião da cantora tem sido dar “deslike” no teaser publicado pela plataforma em seu canal no YouTube. Em poucas horas, o dedão para baixo que indica “deslike” (“não gostei”) no vídeo teve seu número acrescido de 4 mil cliques, indo de 8,1 mil para 12 mil. No mesmo período, o dedão do “like” se manteve em 34 mil. Além disso, os comentários abaixo do vídeo se encheram de reclamações contra a “comunista” Anitta e por aí à fora, culminando em ameaças de cancelamento da assinatura da Netflix. A reação é similar à comoção gerada entre petistas em relação à série “O Mecanismo”, da mesma plataforma. Com mais de 30 milhões de seguidores no Instagram, as 12 mil descurtidas não fazem muita diferença na popularidade imensa – e internacional – da artista, que além da série documental “Vai, Anitta” terá também uma série animada infantil no canal pago Gloob. A campanha contra Anitta está sendo incentivada por seguidores de Bolsonaro principalmente em grupos de Whatsapp. Veja abaixo um print da recomendação para os drones atacarem a artista, obtido por Cristina Padiglione, do blog Telepadi.

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    Madonna adere à campanha #EleNão contra a eleição de Bolsonaro

    28 de setembro de 2018 /

    Madonna é a mais nova adepta internacional do movimento #EleNão, contra a eleição do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro à presidência do Brasil. A cantora publicou no Instagram uma foto em que aparece a boca tapada por uma silver tape onde se lê a palavra “freedom” (liberdade em inglês). A imagem é acompanhada pela hashtag do protesto, juntamente com as frases, em português: “Ele não vai nos desvalorizar. Ele não vai nos oprimir. Ele não vai nos calar”. A campanha #EleNão foi criada após o ataque de hackers ao grupo do Facebook Mulheres contra Bolsonaro. A hashtag ganhou a adesão de várias artistas brasileiras, como Daniela Mercury, Camila Pitanga e Letícia Spiller, entre outras. E recentemente atingiu projeção internacional, com manifestações de astros do cinema e das séries, como Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Stephen Fry (“Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras”), Alfonso Herrera (“Sense8”), Indya Moore (“Pose”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Edgar Ramírez (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime History”), Shangela (“Nasce uma Estrela”), além dos músicos Lauren Jauregui (Fifth Harmony), Dan Reynolds (Imagine Dragons), Nicole Scherzinger, Dua Lipa, Kehlani e Black Eyed Peas. Neste sábado (29/9), manifestações espontâneas de pessoas que aderiram à campanha serão realizadas em várias cidades brasileiras. A manifestação marcada para o Largo da Batata, em São Paulo, conta com 81 mil confirmações e 236 mil interessados.

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    Fox estaria planejando versão de Deadpool para crianças no Natal

    28 de setembro de 2018 /

    Além do adiamento de “X-Men: Fênix Negra”, a Fox anunciou uma surpresa em seu cronograma de lançamentos: um filme sem título de “Deadpool” para dezembro. Neste ano. Não há maiores informações sobre o projeto, mas o ator Ryan Reynolds usou as redes sociais para dar uma pista, aparecendo como Deadpool com um gorro de Papai Noel e lendo um livro de fábulas infantis para uma criança. Trata-se, claro, do ator Fred Savage, numa cena do filme clássico “A Princesa Prometida” (1987). Como legenda, Reynolds só acrescentou: “Feliz Natal, Fred”. A Fox não divulgou se foram feitas novas filmagens de “Deadpool”. Mas o post de Reynolds levanta a hipótese de o filme ser apenas o relançamento de um dos dois longas do herói reeditado para virar um “Deapool” para crianças. Serviria para mostrar como seria uma produção do herói para o público da Marvel – isto é, sem sexo, drogas, ultraviolência e palavrões. Esta versão também teria o propósito de ganhar aprovação para ser lançada na China, onde “Deadpool” foi considerado impróprio para lançamento. Uma segunda possibilidade, mais remota, seria o reaproveitamento do projeto de série animada do “Deadpool”, que foi recusado pelo canal pago FX, num longa-metragem. Desenvolvida por Donald Glover (astro-criador de “Atlanta”), esta série foi considerada muito controversa para a televisão e não seria, realmente, um presente natalino para as crianças. Visualizar esta foto no Instagram. Merry Christmas, Fred. ⚔️ Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 28 de Set, 2018 às 12:02 PDT

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    Adiamento de X-Men: Fênix Negra reforça rumores de testes negativos do filme

    28 de setembro de 2018 /

    Rumores de que “X-Men: Fênix Negra” é um desastre voltaram a aquecer as discussões do Reddit após novo adiamento do filme, anunciado um dia após a divulgação do primeiro trailer. Comentários sobre a má avaliação do longa em suas primeiras sessões de teste começaram a circular no fórum em fevereiro e atingiram pico em maio. Na ocasião, um usuário, que teria participado das sessões, entregou vários spoilers para sustentar que o filme exibido era tão ruim quanto “X-Men: O Confronto Final” (2006). Siga lendo apenas se quiser saber de antemão o que acontece no filme. Segundo o usuário do Reddit, Simon Kinberg, que escreveu as duas histórias e dirige “Fênix Negra”, teria repetido os mesmos erros de “O Confronto Final”, fazendo Jean Grey (a Fênix, vivida por Sophie Turner) matar um personagem que não poderia morrer, numa versão tosca da história clássica dos quadrinhos, trocando as naves do Império S’hiar por skrulls genéricos, diferentes dos que serão vistos em “Capitã Marvel”, e trazendo novamente Magneto (Michael Fassbender) como vilão. De fato, o trailer de “X-Men: Fênix Negra” mostrou uma cena de enterro. E a personagem notadamente ausente naquele trecho é a famosa atriz citada pelo frequentador do Reddit como vítima do roteiro, há vários meses. A prévia ainda inclui a mesma cena de acidente de carro com os pais de Jean que o resenhador descreveu em seu texto, além de outros detalhes, como a aliança entre Fera (Nicholas Hoult) e Magneto para enfrentar Jean, contra a vontade do Professor Xavier (James McAvoy) que ainda quer salvá-la. O Reddit deletou a descrição oficial do filme escrita pelo usuário, após receber informação de que ele era um funcionário da equipe de filmagem tentando desacreditar outros resenhadores dos testes. Entretanto, tudo que ele descreveu há vários meses aparece no trailer. 100%. E o post original foi copiado e reproduzido na internet. Veja abaixo (em inglês) se quiser saber ainda mais detalhes. Os testes negativos teriam sido a principal razão da encomenda de refilmagens, visando modificar algumas cenas. O filme teria muito melodrama e pouca ação, sendo descrito como “chato” pelo resenhador do Reddit. Oficialmente, a Fox tratou as refilmagens como um serviço usual. Mas, iniciadas em agosto, elas estão durando bem mais que as duas semanas supostamente programadas. Um jornal de Montreal, onde a produção está baseada, chegou a afirmar que o trabalho levaria três meses, mas essa reportagem também teria sido “desacreditada”. A sugestão de que o adiamento serviria apenas para dar mais tempo para a adição efeitos visuais está sendo questionada por garantias da própria Fox. Afinal, se tudo fosse realmente usual, esta etapa já estaria prevista no cronograma – criado após o primeiro adiamento para acomodar as refilmagens. A decisão teria sido tomada, segundo estimativas, após os executivos do estúdio apreciarem o trabalho feito por Kinberg para corrigir os problemas originais da produção. Simon Kinberg faz sua estreia oficial como diretor à frente de “X-Men: Fênix Negra”, após se tornar o chefão dos projetos de super-heróis da Fox. E sua ascensão reflete uma estratégia muito similar à da Warner em relação à “Liga da Justiça”, ao incentivar talentos questionáveis, responsáveis por prejuízos financeiros, a assumir mais responsabilidades e orçamentos maiores. Afinal, vale lembrar que, extraoficialmente, Kinberg já fez sua estreia como diretor. Ele teria sido o responsável pelas refilmagens de “Quarteto Fantástico” – os trechos finais, que todo mundo odeia no filme – , que resultaram no maior fracasso comercial entre todas as propriedades da Marvel na Fox. O adiamento pode ser, segundo as teses do Reddit, uma forma da Fox desistir de salvar a obra ou, então, dar tempo para a Marvel assumir a bagunça e resolver como salvá-la. Mas também há gente apostando que “X-Men: Fênix Negra” terá destino similar ao dos “Novos Mutantes”, que nem começou ainda suas refilmagens previstas: ser lançado diretamente na nova plataforma de streaming da Disney, no final de 2019.

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    X-Men: Fênix Negra tem lançamento adiado um dia após revelar primeiro trailer

    28 de setembro de 2018 /

    Um dia após divulgar o primeiro trailer, a Fox anunciou novo adiamento do lançamento de “X-Men: Fênix Negra”, próximo filme da franquia dos mutantes da Marvel. Marcada para fevereiro, a estreia ficou para junho de 2019 nos Estados Unidos. A desorganização é tanta que o trailer americano, divulgado horas antes, incluía a data de estreia em letras garrafais: 14 de fevereiro. Que a mudança tenha acontecido de forma tão súbita inspira várias teorias no submundo das conspirações do Reddit. O adiamento pode ter a ver com as refilmagens que estão acontecendo neste momento. E também com a recepção ao próprio trailer, que frustrou quem esperava ver cenas do filme passadas no espaço, como nos quadrinhos originais em que a trama se baseia – e como a sinopse inicial havia prometido. Em vez disso, a Fox enfatizou um clima angustiado e fúnebre, antecipando o fim da franquia após a venda do estúdio para a Disney, ao som de um cover de “The End”, da banda The Doors. Este é o segundo adiamento da estreia da produção, que estava originalmente programada para chegar aos cinemas em novembro deste ano. A mudança também vai afetar o lançamento do filme no Brasil, que ainda não teve sua nova data anunciada. Mas, pelo menos, o trailer nacional prometia apenas: “Em breve” nos cinemas. Mas “X-Men: Fênix Negra”, que nos Estados Unidos está sendo divulgado sem o nome dos X-Men em seu título, não foi o único adiamento anunciado. “Alita: Anjo de Combate”, adaptação do mangá sci-fi homônimo, que originalmente seria lançada ainda neste ano nos EUA, agora só estreia em fevereiro, assumindo a data original do filme dos mutantes. Além disso, a Fox jura que ainda vai lançar o filme solo do mutante “Gambit”. Previsto para 2017, o filme já tinha sido adiado para 2019 e agora passou para 2020. O detalhe é que a Disney assume a Fox no final do ano e vai tirar do produtor Simon Kinberg o controle de todos os derivados dos X-Men, passando os projetos para a Marvel. Portanto, os projetos ainda não filmados devem ser remanejados ou descartados. Como surpresa, a Fox ainda marcou um filme sem título de “Deadpool” para dezembro. Neste ano. O que levanta a hipótese de ser um relançamento de um dos dois filmes do herói reeditado para virar um “Deadpool” para crianças. Serviria para mostrar como seria uma produção do herói para o público da Marvel – isto é, sem sexo, drogas, ultraviolência e palavrões. De realmente inédito nesse pedacinho do universo Marvel, só há para estrear “X-Men: Fênix Negra” e os “Novos Mutantes”, porque já foram comprovadamente filmados. O segundo longa, que ainda passará por refilmagens após enfrentar dois adiamentos, tem estreia marcada para agosto de 2019. Por coincidência, “Novos Mutantes” também foi adiado após revelar seu primeiro trailer!

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    Suspiria é processado por plagiar visual de obras de artista plástica feminista

    28 de setembro de 2018 /

    O remake de “Suspiria”, dirigido por Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”) e produzido pela Amazon, está sendo processado pela família da artista plástica cubana Ana Mendieta, morta em 1985, por quebra de direitos autorais. Segundo o processo, as principais administradoras do legado da artista são sua irmã, Raquelin Mendieta, e sua sobrinha, RaquelCecilia Mendieta, que só deixaram suas obras serem reproduzidas para fins acadêmicos, e não comerciais. Entretanto, elas apontam que o filme reproduziu o visual de duas peças artísticas, “Untitled (Rape Scene)” e “Untitled (Sileta Series, Mexico)”. Ambas foram roduzidas por Mendieta nos anos 1970. A primeira mostra uma mulher nua da cintura para baixo, curvada sobre uma mesa, com sangue manchado em sua pele, enquanto a segunda é um solo branco manchado de vermelho. Guadagnino disse em entrevistas que se inspirou no trabalho de artistas feministas, entre elas Mendieta, para compor o visual de seu filme. Exibido no Festival de Veneza 2018, “Suspiria” dividiu opiniões, mas impressionou pelo visual adotado pelo cineasta. Se for a julgamento, o processo deve definir até que ponto um filme pode usar um quadro ou uma fotografia como inspiração sem pagar direitos autorais pelo uso. Refilmagem do clássico homônimo de terror de 1977 dirigido por Dario Argento, “Suspiria” estreia em 26 de outubro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Atriz mirim de Capitã Marvel vai estrelar Annabelle 3

    28 de setembro de 2018 /

    A atriz mirim McKenna Grace foi a escolhida para estrelar o terceiro filme da franquia “Annabelle”. Ela vai interpretar a versão mais nova de Judy Warren, filha do casal de protagonistas da franquia “Invocação do Mal”. Segundo o site Deadline, “Annabelle 3” vai mostrar a infância de Judy, quando ela e suas duas babás adolescentes são aterrorizadas pelo boneca diabólica. A personagem foi vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova. Ou seja, é mais velha que Jerins quando ela estreou na franquia, em 2013. O que torna curiosa a opção pela troca da intérprete, mesmo se a trama for um prólogo. Precoce, McKenna Grace já tem 47 aparições em filmes e séries, aos 12 anos de idade. Este total inclui 14 episódios na série “Designed Survivor”, como filha do protagonista. Ela continua na série, que foi resgatada pela Netflix, também está no elenco de “The Haunting of Hill House”, série de terror da Netflix, apareceu ainda em “Jogador Nº 1”, coestrelou “Um Laço de Amor” com Chris Evans, foi a versão mirim de Emma Swan na série “Once Upon a Time”, a criança Tonya Harding (Margot Robbie) em “Eu, Tonya” e será vista como a jovem Carol Danvers (Brie Larson) no filme “Capitã Marvel”. A produção não divulgou se “Annabelle 3” incluirá também o casal de exorcistas Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga), pais de Judy. Durante a San Diego Comic-Con 2018, o produtor da franquia, James Wan, descreveu o terceiro filme da boneca como “‘Uma Noite no Museu’, mas aterrorizante”. O terceiro “Annabelle” marcará a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores, além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”. O terror ainda não tem previsão de estreia.

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