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    Casal de Riverdale, Cole Sprouse e Lili Reinhart assumem o namoro na vida real

    10 de setembro de 2018 /

    Os fãs de “Riverdale” já sabiam (ou pelo menos desconfiavam) que Cole Sprouse e Lili Reinhart, que vivem o casal Jughead Jones e Betty Cooper na série, tornaram-se namorados também na vida real. Entretanto, os dois vinham se mantendo muito discretos sobre o assunto. Em março, durante um evento de encontro de fãs com todo o elenco da série, Sprouse foi perguntado à queima-roupa se estava namorando a colega e sua resposta foi: “Sem Comentários”. Mas agora o ator “oficializou” o namoro, brincando com a demora. Uma foto publicada no Instagram de Sprouse nesta segunda (10/9) é a primeira em que o casal aparece junto em clima romântico. Na legenda, ele escreveu um trocadilho que funciona apenas em inglês, mas significa “é lindo e tardou”. Veja abaixo. Visualizar esta foto no Instagram. It’s pretty, pretty late Uma publicação compartilhada por Cole Sprouse (@colesprouse) em 10 de Set, 2018 às 12:18 PDT

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  • Filme

    A Freira faz mais de R$ 25 milhões e vira maior estreia de terror nos cinemas brasileiros

    10 de setembro de 2018 /

    “A Freira” assustou o mercado ao levar 1,5 milhão de pessoas aos cinemas brasileiros em seu fim de semana de estreia. Entre quinta-feira e domingo, a produção da Warner arrecadou R$ 25,6 milhões, de acordo com dados da consultoria comScore. Trata-se da maior bilheteria de estreia de um filme de terror no Brasil. “Annabelle”, por exemplo, faturou R$ 7,1 milhões na estreia em 2014, “Invocação do Mal 2” chegou a 14,7 milhões em 2016 e “It: A Coisa” rendeu R$ 17 milhões em seu lançamento no ano passado. “A Freira” foi um sucesso mundial, faturando US$ 131 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição — quase seis vezes o valor de seu orçamento, de US$ 22 milhões. A Warner está comemorando o sucesso. Mas o filme foi arrasado pela crítica, que lhe deu a pior avaliação da franquia, 28% de aprovação, abaixo dos 29% do péssimo “Annabelle” (2014). E o público concorda. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia nos Estados Unidos resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. De todo modo, o segundo filme mais assistido no Brasil foi outra produção da Warner: a animação “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, com 261 mil espectadores e renda de R$ 3,9 milhões em sua segunda semana em cartaz. Para completar o ranking, em seguida vieram mais duas estreias: a aventura “Alfa” e a comédia nacional “Crô em Família”, com públicos de 186 mil e 143 mil pessoas, respectivamente.

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  • Série

    Estreia da série Mayans M.C. é a mais assistida da TV paga americana em 2018

    10 de setembro de 2018 /

    O primeiro episódio da série “Mayans M.C.”, exibido no dia 4 de setembro, quebrou recordes de audiência nos Estados Unidos. Após ser vista por 2,5 milhões de telespectadores ao vivo, o spin-off de “Sons of Anarchy” mais que dobrou seu público com reprises e exibição em streaming nos primeiros três dias de exibição. Segundo dados da Nielsen, a estreia foi assistida ao todo por 4,6 milhões de telespectadores entre 4 e 7 de setembro. Os números representam a estreia de maior audiência da TV paga norte-americana em 2018. “Mayans M.C.” também se tornou o lançamento mais visto do canal FX desde “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”, em janeiro de 2016. Ironicamente, a série quase não saiu do papel. Anunciado há dois anos, o projeto esteve para ser descartado, quando seu primeiro piloto foi recusado pelo FX. Entretanto, a produção conseguiu autorização para rodar um segundo piloto, com a substituição de diversos atores e aprimoramentos na história. A trama se passa após os eventos do final da série original, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico. O protagonista é o jovem EZ Reyes (JD Pardo, da série “Revolution”), cuja vida se dividiu entre um passado promissor e um presente sem rumo, após passar um tempo na prisão. Tentando encontrar sua nova identidade após sair da cadeia, ele se junta os motoqueiros de Santo Padre, responsáveis pelo narcotráfico na fronteira da Califórnia com o México. Além de JD Pardo, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”), Maurice Compte (“Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Antonio Jaramillo (“Shades of Blue”), Raoul Max Trujillo (“Sicario: Terra de Ninguém”), Edward James Olmos (“Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”. O desenvolvimento do spin-off foi realizado pelo cineasta Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e seu trabalho mais recente foi o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Kurt Sutter, que criou “Sons of Anarchy” e escreveu, dirigiu e foi até ator em muitos dos episódios da série, segue produzindo “Mayans MC”, além de ter dirigido o piloto rejeitado. A nova versão do episódio inicial, que quebrou os recordes do FX, foi refeita por Norberto Barba, diretor-produtor de “Grimm”. A série é exibida nas noites de terç-feira nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de estreia no Brasil

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  • Filme,  Série

    Michelle Dockery revela que o filme de Downton Abbey já começou a ser produzido

    10 de setembro de 2018 /

    A família Crawley e seus criados estão de volta ao trabalho, revelou a atriz Michelle Dockery, ao postar uma foto em preto e branco no Instagram registrando os bastidores do começo da produção do filme baseado na série “Downton Abbey”. Na imagem, a intérprete de Lady Mary aparece em seu traje tradicional. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, a produção está sendo filmada pelo diretor Michael Engler, que trabalhou na atração, e contará com as voltas de Michelle Dockery, Maggie Smith, Elizabeth McGovern e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da aristocracia britânica do começo do século 20. O filme não contará, porém, com a atriz que ganhou mais projeção após o final da série. Lily James justificou sua decisão de não participar das filmagens dizendo que não fazia sentido narrativo mostrar Lady Rose de volta para a Inglaterra. Por outro lado, o elenco será encorpado com várias estrelas convidadas, incluindo Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Geraldine James (“Anne com um E”), David Haig (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Tuppence Middleton (“Sense8”), Kate Phillips (“Peaky Blinders”) e Stephen Campbell Moore (“The Last Post”). Os detalhes da história ainda estão sendo mantidos em sigilo. Mas ela vai se passar após os eventos finais mostrados na série, que durou seis temporadas no canal britânico ITV. Ainda não há título oficial nem previsão de estreia para a produção. Visualizar esta foto no Instagram. And…we’re off ?@downtonabbey_official Uma publicação compartilhada por Michelle Dockery (@theladydockers) em 10 de Set, 2018 às 9:01 PDT

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  • Série

    Trailer de Grey’s Anatomy mostra que, após 15 anos, a série virou paródia de si mesma

    10 de setembro de 2018 /

    A rede ABC divulgou o trailer da 15ª temporada de “Grey’s Anatomy”, que mostra como a série virou uma paródia de si mesmo. A prévia revela a chegada de dois novos doutores gostosões – a forma como são apresentados é exatamente esta – e empurra mais um envolvimento amoroso para Meredith Grey (Ellen Pompeo). Ela aparece rapidamente beijando na cama o personagem DeLuca (Giacomo Gianniotti), a quem tinha rejeitado na temporada passada. Se bem que, pelo olhar, tudo pode ser imaginação da protagonista, provocada pelos hormônios femininos que abundam na produção – e geram até melodrama de gravidez na trama, arco que será seguido por Teddy (Kim Raver). Já os novos McDream e McSteam de 2018 são Link (Chris Carmack, de “Nashville”) e Nico Kim (Alex Landi, que figurou em “Bull”). Este último é um cirurgião homossexual – e dá para supor que as personagens femininas vão dizer que isso é um desperdício… A 15º temporada de “Grey’s Anatomy” estreia dia 27 de setembro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Trailer de Outlander revela nova viagem no tempo e muita ação

    10 de setembro de 2018 /

    O canal pago americano Starz divulgou o trailer da 4ª temporada de “Outlander”, em versão normal e animada. A prévia mostra Jaime (Sam Heughan) e Claire (Caitriona Balfe) lutando contra os elementos, as crescentes tensões da Guerra Revolucionária nas colônias e novas ameaças na Carolina do Norte no século 18, enquanto sua filha crescida Brianna (Sophie Skelton) enfrenta seu próprio desafio no século 20. Ao encontrar provas de que seus pais se reuniram no passado, ela se prepara para seguir sua mãe numa viagem de volta no tempo. O vídeo também traz um destalhe que está rendendo muitas teorias dos fãs da série. Nos últimos segundos, o padrasto de Brianna e o primeiro amor de Claire, Frank Randall (Tobias Menzies), pode ser ouvido dando palavras de encorajamento à jovem enquanto ela sobe às pedras rúnicas, vestida com roupas do século 18, para sua aventura temporada. O detalhe é que Randall morreu na temporada anterior e a escritora Diana Gabaldon não o incluiu na trama do livro “Os Tambores de Outono” (Drums of Autumn) da saga “A Viajante do Tempo”, que serve de base para os próximos capítulos. A 4ª temporada vai estrear em 4 de novembro nos Estados Unidos e terá exibição no Brasil pela Fox Premium.

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  • Série

    Vídeos de Punho de Ferro destacam evolução de Colleen Wing até virar super-heroína na 2ª temporada

    10 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou dois vídeos legendados da 2ª temporada de “Punho de Ferro”, que destacam a personagem Colleen Wing, vivida por Jessica Henwick. Ela já tinha roubado cenas na 1ª temporada e agora chega a eclipsar o protagonista Danny Rand (Finn Jones) nos novos episódios, a ponto de se tornar… bem, um dos vídeos entrega como Colleen fica superpoderosa. As prévias ilustram porque seu destaque cresceu, ao mostrar sua habilidade em cenas de lutas realistas e violentas que estão entre as melhores já filmadas numa série da Marvel. São melhores que muitos filmes, inclusive, a ponto de Henwick comparar as coreografias de lutas da temporada anterior com uma dança, enquanto as novas pancadarias são um rolo compressor. Ela também revela que chegou a inchar o lábio numa briga da temporada atual. E os fãs devem estar loucos para ver o que acontecerá a seguir com sua personagem, após ela se tornar oficialmente uma super-heroína. A participação de Henwick foi muito valorizada pela contratação de um novo coordenador de dublês e cenas de ação, Clayton Barber. O profissional, que trabalhou em “Pantera Negra” e “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”, foi trazido para dar mais dinâmica e realismo aos episódios. E, não por acaso, os vídeos abaixo contém mais ação em poucos minutos que todo o ano inaugural de “Punho de Ferro”. Além de coordenar as lutas, Barber ganhou o crédito de diretor assistente nos novos episódios. Mas ele não é a maior novidade de bastidores de “Punho de Ferro”. A produção também ganhou um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), que entrou no lugar do fraco Scott Buck (de “Dexter”), após este sair para fazer “Inumanos” – definitivamente, a pior série da Marvel. Até o elenco foi reforçado. A trama introduziu mais uma personagem importante, Mary Walker (Typhoid Mary, nos quadrinhos originais), que é interpretada por Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”). Na série, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Walker é aventureira, desinibida e violenta. Mas ainda há uma personalidade desconhecida (Bloody Mary, nos quadrinhos), ainda mais perigosa. Os novos episódios chegaram ao streaming no feriado de 7 de setembro.

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    Viper Club: YouTube divulga trailer de seu primeiro filme dramático original

    10 de setembro de 2018 /

    O YouTube divulgou o pôster e o trailer de seu primeiro filme dramático original, “Viper Club”, estrelado por Susan Sarandon (“A Intrometida”). Na trama, ela interpreta uma enfermeira que tem seu filho jornalista capturado durante a cobertura do conflito na Síria. Diante da falta de ação do governo americano, ela se junta a uma rede clandestina para pagar por sua libertação. Com a produção, o YouTube mostra que pretende ampliar seu investimento para se fortalecer no mercado de streaming. Após lançar suas primeiras séries, o portal de vídeos do Google ensaiou os primeiros passos em longa-metragem por meio de documentário musical (“Demi Lovato: Simply Complicated”) e um produto baseado em YouTuber (Logan Paul em “The Thinning”). “Viper Club” aumenta as apostas, com investimento em produção de apelo cinematográfico e elenco conhecido. Além de Susan Sarandon, há os atores Matt Bomer (de “American Horror Story”), Edie Falco (“Nurse Jackie”), Lola Kirke (“Mistress America”), Damian Young (“House of Cards”) e Julian Morris (“Pretty Little Liars”). Vale observar que o modelo é mais próximo dos projetos da Amazon que da Netflix, com previsão de lançamento no cinema e janela de três meses antes da disponibilização na internet. O filme é um antigo projeto da diretora e roteirista Maryam Keshavarz (“Circunstância”), nova-iorquina descendente de iranianos, preocupada com a situação no Oriente Médio. “As pessoas não se sensibilizam mais com notícias da Síria. Eu acho que elas deveriam ficar mais revoltadas com o que está acontecendo com jornalistas e médicos por lá”, contou a cineasta à revista Entertainment Weekly. “Eu já rodei filmes no Oriente Médio, e sempre foi um grande risco. Eu pensava: ‘Se algo der errado, como minha família vai lidar com isso?'”. “Viper Club” tem sua première mundial marcada para esta segunda (10/9) no Festival de Toronto e chegará aos cinemas norte-americanos em 26 de outubro. A previsão para a internet é para três meses depois. Como não há lançamento marcado para o Brasil, o mais provável é que o público nacional o assista direto no YouTube em janeiro.

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    Olivia Newton-John revela que luta contra o terceiro câncer

    10 de setembro de 2018 /

    A cantora e atriz Olivia Newton-John revelou que voltou a lutar contra o câncer pela terceira vez, durante o programa australiano “Sunday Night”. Newton-John, que completa 70 anos no próximo dia 26 de setembro, disse que médicos encontraram um tumor em suas costas no final do ano passado, e que atualmente passa por tratamento de radioterapia. “Eu acredito que vou vencer o câncer de novo”, declarou a estrela durante a aparição na TV. É a terceira vez que ela é diagnosticada com a doença desde a década de 1990. O primeiro diagnóstico foi câncer de mama em 1992. Ela passou por uma mastectomia parcial e, depois, por uma reconstrução do seio. Em 2013, ela lutou contra uma reincidência da doença. A estrela de “Grease” revelou que usa óleo de canabidiol, um derivado da maconha, para aliviar as dores do câncer. O atual marido de Newton-John, John Easterling, planta maconha no lar do casal na Califórnia, nos EUA. Ela expressou a esperança de que seu país natal, a Austrália, legalize a maconha medicinal, o que já é realidade em vários lugares dos Estados Unidos. Olivia Newton-John participou há poucas semanas de uma homenagem da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos aos 40 anos de seu filme de maior sucesso, “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978), que ela estrelou ao lado de John Travolta (saiba mais aqui). Sua última aparição como atriz aconteceu em “Sharknado 5: Voracidade Global”, no ano passado.

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    Nova série animada de She-Ra ganha primeiro teaser

    10 de setembro de 2018 /

    A Dreamworks Animation divulgou o primeiro teaser do novo desenho de “She-Ra”, que reimagina a personagem clássica do mesmo universo de “He-Man”. A prévia revela como a jovem Adora recebe o “chamado” e encontra uma espada mágica, que a transforma na poderosa She-Ra. Até seu famoso grito de guerra, “pela honra de Greyskull!”, é ouvido no final do vídeo. A produção foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que o visual de anime, o que mais chamou atenção foi a aparência mais adolescente e menos sexualizada. O novo vídeo mostra, inclusive, que a assexualização não se resume à diminuição do tamanho dos seios da personagem. Ela também usa shorts sob a saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, mas logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora e irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova série será “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Assim como na trama original, a protagonista permanece a Princesa Adora, que se torna a poderosa She-Ra com a ajuda de uma espada mágica. Sequestrada quando criança e criada pela Horda do Mal, ela só descobre sua verdadeira identidade ao se tornar adulta. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, mas também Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). Com o título completo de “She-Ra and the Princesses of Power”, a atração estreia na Netflix em 16 de novembro.

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    Astro de Os Feiticeiros de Waverly Place é preso tentando entrar com arma carregada no Aeroporto de Los Angeles

    10 de setembro de 2018 /

    O ator David Henrie, que ficou conhecido pelo papel de Justin Russo, irmão da personagem de Selena Gomez na série “Os Feiticeiros de Waverly Place”, do Disney Channel, foi preso por levar uma arma de fogo carregada ao aeroporto de Los Angeles. Segundo o TMZ, Henrie não passou pela verificação de segurança do aeroporto na manhã desta segunda-feira (10/9). A arma, um modelo M&P Shield 9mm, foi descoberta durante a revista obrigatória para liberar a entrada na área de embarque. Henrie acabou detido e levado para uma delegacia próxima. O ator continua em custódia e seus representantes ainda não comentaram o acontecido. Em “Os Feiticeiros de Waverly Place” (2007-2012), o ator interpretava o irmão da protagonista, Alex (Selena Gomez). Os irmãos Russo competiam para se tornar os próximos feiticeiros da família e alimentavam uma rivalidade fraternal. Além da série da Disney, Henrie apareceu em “How I Met Your Mother” e em filmes como “Segurança de Shopping 2” e “Walt Antes do Mickey”. Em um de seus próximos projetos, ele deveria interpretar uma versão mais jovem do ex-presidente dos EUA Ronald Reagan.

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  • Série

    Estudo revela que 78% dos personagens árabes da TV americana são terroristas, espiões ou ditadores

    10 de setembro de 2018 /

    A ONG MENA Arts Advocacy Coalition (MAAC), que defende maior representatividade de atores de origem árabe em Hollywood, divulgou um estudo que aponta que 78% dos personagens do Oriente Médio e do Norte da África que apareceram em séries americanas entre 2015 e 2016 foram retratados como terroristas, espiões, militares ou ditadores. O estudo divulgado nesta segunda-feira (10/9) pesquisou mais de 242 séries exibidas em canais abertos, fechados e serviços de streaming entre os dois anos apontados. E como resultado, a ONG apontou que apenas 1% dos personagens regulares em séries de TV americanas são de descendência árabe, enquanto esse grupo étnico representa 3,2% da população dos EUA. Cerca de 92% das séries analisadas não tem nenhum personagem com esta descendência no seu elenco regular. Mas há poucas e boas exceções de representatividade. Em “Mr. Robot”, o protagonista Elliot Anderson é interpretado por Rami Malek, que tem descendência egípcia, mas o personagem se envolve numa trama de cyberterrorismo. Outros exemplos mais positivos aparecem em papéis coadjuvantes, como Necar Zadegan (a advogada Delia em “Girlfriend’s Guide to Divorce”), Ennis Esmer (o tenista Nash em “Red Oaks”), Yara Shahidi (a Zoey de “Black-ish”), Jaime Camill (o Rogelio de “Jane the Virgin”), Tony Shalhoub (o Abe de “The Marvelous Mrs. Maisel”) e Michael Malarkey (o Enzo de “The Vampire Diaries”), todos atores de origem árabe ou norte-africana com papéis relevantes em séries de TV, que não vivem terroristas. “Hollywood precisa superar o estereótipo de terroristas e ditadores ao retratar essas pessoas”, comenta Nancy Wang Yuen, uma das autoras do estudo. “Esse tipo de retrato pode ter efeitos negativos de verdade. Criar personagens diferentes e mais complexos para pessoas de origem árabe ou norte-africana pode combater preconceitos e aumentar a rejeição a políticas públicas preconceituosas”.

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  • Etc

    John Legend se torna o homem mais jovem e o primeiro negro a vencer o Emmy, o Grammy, o Oscar e o Tony

    10 de setembro de 2018 /

    O músico John Legend atingiu um marco histórico ao conquistar um Emmy neste fim de semana, durante a premiação das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva. Na noite de domingo (9/9), ele recebeu um Emmy como produtor de “Jesus Christ Superstar, Live in Concert”, especial musical ao vivo da NBC, em que interpretou Jesus Cristo. Com isso, Legend se tornou o primeiro homem negro e a pessoa mais jovem a completar o EGOT, o quarteto de prêmios máximos da indústria cultural dos Estados Unidos, que incluem o Emmy (E), o Grammy (G), o Oscar (O) e o Tony (T), que consagram os melhores da TV, da música, do cinema e do teatro do país. Até então, apenas 12 artistas haviam conseguido o feito, sendo que Robert Lopez foi quem o completou em menos tempo: dez anos. Legend realizou a quadra em 12 anos. E com ele também se consagraram os compositores do musical original de 1970, Andrew Lloyd Webber e Tim Rice, que compartilharam o mesmo Emmy de produção e se tornaram EGOT. Os demais vencedores do EGOT são Richard Rodgers, Helen Hayes, Rita Moreno, Jon Gielgud, Audrey Hepburn, Marvin Hamlisch, Jonathan Tunick, Mel Brooks, Mike Nichols, Whoopi Goldberg e Scott Rudin. “Jesus Christ Superstar Live in Concert” venceu ao todo cinco Emmy, mas apenas um foi para Legend, Melhor Especial Ao Vivo, que ele recebeu como produtor. Ele ainda disputa um prêmio como Ator de Minissérie, Telefilme ou Especial, pelo papel de Jesus Cristo, na premiação final do Emmy, que acontece na próxima segunda (17/9). Em sua carreira, ele tem um Oscar por Melhor Canção Original, vencido em 2013 pela música “Glory”, do filme “Selma”, o Tony Award de 2017 por co-produzir “Jitney”, um espetáculo da Broadway, e dez troféus Grammy, conquistados desde 2006.

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