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    Mulher de Woody Allen fala pela primeira vez das alegações de pedofilia contra o diretor e ataca Mia Farrow

    17 de setembro de 2018 /

    Soon-Yi Previn, esposa de Woody Allen, falou pela primeira vez na imprensa sobre seu relacionamento com o cineasta e as acusações feitas por Mia Farrow contra ele. Em uma entrevista-perfil publicada pelo New York Magazine e compartilhada pelo site Vulture, da mesma empresa, ela afirmou categoricamente que as alegações de que Woody Allen teria molestado a própria filha Dylan Farrow são falsas e que Mia Farrow foi quem abusou dela, com violência, quando criança. “Mia nunca foi maternal comigo desde o começo”, disse Previn a Daphne Merkin, autora do artigo e amiga de Allen há quatro décadas. “Eu nunca me interessei em escrever um ‘Mamãezinha Querida’ focado em Mia – nada disso”, explicou Previn, que foi adotada na Coreia do Sul por Farrow e seu então marido Andre Previn quando ela tinha seis anos de idade. “Mas o que aconteceu com Woody é tão perturbador, tão injusto. [Mia] aproveitou o movimento #MeToo e desfilou Dylan como uma vítima. E toda uma nova geração está ouvindo sobre isso da forma errada, quando não deveria”. E daí passou a descrever como foi sua infância com Mia Farrow. “Ela tentou me ensinar o alfabeto com blocos de madeira. Se eu não os acertasse, às vezes ela os jogava em cima de mim ou no chão. Quem pode aprender sob essa pressão? Previn afirmou que, como não falava inglês, teve uma “pequena dificuldade de aprendizagem” e Farrow passou a escrever palavras em seus braços para fazê-la se lembrar delas, “o que era humilhante, então eu sempre usava camisas de mangas compridas”. A mãe adotiva também tinha o costume de pendurá-la de cabeça para baixo por períodos de tempo, porque “ela pensou – ou talvez leu, Deus sabe onde ela tirou essa ideia – que o sangue correr para à minha cabeça me tornaria mais esperta ou algo assim”. Ela disse que Mia Farrow também a esbofeteava e a espancava com uma escova de cabelo, enquanto a chamava de “estúpida”. A atriz teria, inclusive, pedido para ela gravar numa fita uma declaração de que era realmente uma filha da p*ta, mas ela se recusou. Sua mãe biológica era uma prostituta que a abandonou. Contou ainda que Mia que elegia filhos favoritos, entre os mais inteligentes e mais loiros, tratando os demais como empregados, que deveriam fazer as tarefas da casa para ela. Sobre o início de seu relacionamento com Allen, ela observou que os dois eram adultos na época – ela tinha 21 anos – e se aproximaram porque ela o via como outro “loser” (perdedor) e ele simplesmente via ela. “Mia nunca foi gentil comigo. E de repente eu tive a chance de encontrar alguém que demonstrava afeição e era gentil, e é claro que adorei”. Ela diz que, no começo, nenhum dos dois pensava que o caso duraria, mas com o tempo eles se aproximaram. “Eu conheceria alguém na faculdade, e isso acabaria”, contou Soon-Yi sobre o relacionamento. “Só se tornou realmente um relacionamento quando nós fomos jogados juntos em público por causa da acusação de abuso sexual”. Depois que Farrow descobriu sobre o caso, encontrando fotos nuas de Previn, a relação de Previn com Farrow se deteriorou ainda mais. “Eu lembro do telefonema quando ela encontrou as fotos”, disse Previn. “Peguei o telefone e Mia disse: ‘Soon-Yi’. Isso é tudo que ela precisava dizer, naquele tom de voz arrepiante. Eu sabia que minha vida terminara e que ela sabia, apenas pelo modo como ela dizia meu nome. Quando ela chegou em casa, me perguntou sobre isso, e eu – por instinto de sobrevivência – neguei. Mas ela disse: “Eu tenho fotos”. Então eu sabia que tinha sido pega. Claro, ela me deu um tapa, você sabe o rumo dessas coisas. E então ela ligou para todos. Ela não conteve a situação. Ela espalhou como fogo”. Previn expressou remorso pelo efeito que seu caso com Woody Allen teve em Farrow, chamando o relacionamento de “uma enorme traição de ambas as partes, uma coisa terrível de se fazer, um choque terrível para infligir a ela”. Mesmo assim, ficou surpresa pela forma como o público em geral viu o caso, como se tivesse sido incesto. Soon-Yi garante que nunca viu Allen como um figura paterna. “Eu já tinha um pai”, ressalta. “Ele era André Previn e Mia nunca se casou com Woody, nem eles moravam juntos. Ele era o namorado da minha mãe, pura e simplesmente. Ele era como uma entidade separada. Eu achava que Mia tinha o fazia de tolo, fazendo-o acreditar que ela era uma ótima mãe. Eu achei que ele não era muito observador, não era alguém que valesse a pena conhecer. É por isso que foi o maior choque para mim quando acabamos juntos”. Ela está casada até hoje com Woody Allen, nunca passou uma noite sequer longe dele desde então e também adotou crianças. Meninas. Bechet, atualmente com 19 anos, e Manzie, de 18. Nenhuma fez qualquer denúncia contra o pai. A autora do artigo lembra que Moses Farrow, irmão de Soon-Yi, descreveu recentemente suas lembranças de infância com Mia Farrow da mesma maneira, com lembranças de violência física contra a irmã e ele próprio. “Ela até trancou meu irmão Thaddeus, paraplégico de polio, no quintal durante a noite por punição por alguma transgressão”, ele disse, referindo-se ao irmão que se suicidou aos 27 anos. Outra filha adotiva de Mia, uma órfã cega vietnamita chamada Tam, morreu aos 19 anos. De acordo com Mia, de ataque cardíaco. De acordo com o que Thaddeus teria dito a Moses: suicídio por overdose. A irmã de Allen, Letty Aronson, completou a história com uma declaração à Vulture, lembrando o que Mia lhe disse naquela época: “’Ele levou minha filha, eu vou levar a dele’. Eu disse: ‘Não seja ridícula. [Dylan] ama Woody. Uma criança deveria ter um pai. Ela disse: ‘Eu não me importo'”. E assim teria começado a acusação de que Woody Allen molestou a própria filha. Em agosto de 1992, Mia levou Dylan para a justiça para declarar que Allen havia abusado dela, o que Allen negou e continua negando até hoje, afirmando que tudo começou com uma manipulação de Mia, que virou lavagem cerebral em Dylan. As alegações levaram a uma batalha de custódia muito divulgada e prolongada, que não encontraram evidências contra Allen, mas resultaram na perda da guarda de seus filhos. É, de fato, notório que o diretor gosta de filmar histórias de relacionamentos entre homens mais velhos e mulheres muito mais novas, e que ele próprio se envolveu com uma garota de 21 anos quando tinha mais de 50. Mas também é fato que nenhuma atriz jamais o acusou de assédio, em mais de meio século de carreira. Dylan Farrow é a única mulher que acusa Woody Allen de abuso, baseada em memórias de sua infância. Ela rebatou a publicação do artigo voltando ao Twitter para reforçar sua acusação. AS primeiras palavras de seu texto são “Woody Allen me molestou quando eu tinha sete anos de idade”. Ela e seu irmão Ronan Farrow reforçaram que foram criados por uma mãe amável e condenaram a publicação por simplesmente realizar a entrevista. “Eu tenho uma mensagem para a mídia e os aliados de Woody Allen: ninguém está me ‘desfilando como vítima’. Eu continuo sendo uma mulher adulta fazendo uma alegação plausível que não se alterou em duas décadas, sustentada por evidências”, escreveu Dylan. “Eu devo tudo o que sou a Mia. Ela é uma mãe devotada que passou pelo inferno para criar os filhos e um lar amável para nós. Mas isto nunca impediu Woody Allen e seus aliados de plantar histórias que atacam e vilipendiam minha mãe para desviar de uma acusação plausível de abuso contra minha irmã”, escreveu Ronan. Ele ainda se disse chocado, como jornalista, pela cumplicidade do New York Magazine, que não teria ouvido o outro lado nem contraditórios de testemunhas, e ainda permitiu que o artigo fosse escrito por uma amiga notória de Woody Allen. O New York Magazine rebateu Ronan, lembrando que deixou claro no texto o relacionamento entre a jornalista e Allen, e que a entrevista só aconteceu por conta dessa amizade, porque Soon-Yi jamais tinha falado com a imprensa antes. Este fato apenas já tornava o material jornalisticamente relevante. Além disso, o perfil queria mostrar um lado diferente da história que ele e a irmã tornaram tão conhecida e que até então tinha tão poucos contraditórios. Um porta-voz da família de Mia Farrow também refutou todas as alegações de abuso físico, negligência e as demais acusações feitas na entrevista. Após a publicação, várias pessoas se alinharam a Ronan Farrow no Twitter atacando o artigo pela falta de isenção da entrevistadora. A porta-voz do New York Magazine, Lauren Starke, defendeu a história dizendo: “Esta é uma história sobre Soon-Yi Previn, e apresenta sua perspectiva sobre o que aconteceu em sua família. Acreditamos que ela tem direito a ser ouvida. O relacionamento de Daphne Merkin com Woody Allen é revelado e é uma parte da história, como foi a razão de Soon-Yi aceitar ser entrevistada. Esperamos que as pessoas leiam por si mesmas”.

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  • Filme

    Joaquin Phoenix vira o “Coringa” na primeira foto do filme do vilão icônico da DC Comics

    16 de setembro de 2018 /

    O diretor Todd Phillips (da trilogia “Se Beber, Não Case”) divulgou em seu Instagram a primeira foto do filme do Coringa, que traz Joaquin Phoenix (“O Homem Irracional”) incorporando o protagonista do longa. Na legenda, o cineasta identifica o personagem como Arthur, demonstrando que mostrará quem era o vilão antes de se transformar no Palhaço do Crime. São duas as heresias que os fãs dos quadrinhos terão que relevar ao ir ao cinema. Que o filme contará a origem do personagem icônico e que ainda por cima o batizará. Nem Alan Moore, que escreveu “A Piada Mortal”, história considerada mais próxima de uma origem do Coringa, ousou dar nome ao homem que se tornou o vilão. Todd Phillips resolveu que o Coringa se chama Arthur Fleck. E ele dirigiu três “Se Beber, Não Case”, portanto… a Warner deve saber o que faz, certo? Além de Phoenix, o elenco do filme tem confirmadas as participações de Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”) e Frances Conroy (“American Horror Story”). Maron interpretaria um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de Robert De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman. Apenas o papel de Zazie Beetz segue em segredo. A Warner ainda não divulgou a sinopse oficial. Mas não parece nada nadinha mesmo com o enredo circense adorado pelos fãs de “A Piada Mortal” – e que serviu de base para a introdução do vilão Jerome Valeska na série “Gotham”. Todd Phillips também assina o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). O filme do Coringa é considerado um projeto independente da cronologia principal das produções da DC Comics. Isto significa que Jared Leto permanece como Coringa nos spin-offs de “Esquadrão Suicida”. E, vá saber, talvez tenha um origem completamente diferente… porque a Warner deve saber o que faz, certo? “Coringa” tem estreia marcada para outubro de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. Arthur. Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em 16 de Set, 2018 às 12:12 PDT

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  • Série

    Supergirl encontra as bruxas de Charmed em vídeo divertido

    16 de setembro de 2018 /

    A rede CW divulgou um vídeo que realiza um crossover inusitado e divertido de “Supergirl” e “Charmed”. A primeira série já está acostumada a cruzar caminhos com personagens de outros programas do canal, mas o remake de “Charmed” ainda nem estreou. O objetivo do comercial é promover a dobradinha que as duas séries vão fazer aos domingos, novo dia de programação do canal. No vídeo, Brainiac 5 (Jesse Rath) tenta listar numa lousa os superpoderes das quatro jovens sentadas a sua frente. Cada uma das irmãs bruxas, vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), cita um poder diferente. Mas quando chega a vez de Supergirl (Melissa Benoist), a lista se torna interminável, para matar de inveja e aborrecimento as outras três. A 4ª temporada de “Supergirl” e a 1ª temporada de “Charmed” vão estrear em 14 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Primeiro drama da carreira do diretor de Debi e Lóide vence o Festival de Toronto

    16 de setembro de 2018 /

    O filme “Green Book”, de Peter Farrelly, foi o vencedor do Festival de Toronto 2018. Drama sobre racismo nos Estados Unidos, “Green Book” foi também um dos longas mais elogiados pela crítica durante a realização do evento, surpreendendo a imprensa americana por não ter integrado nenhuma lista prévia de filmes que mereciam maior atenção nessa arrancada rumo ao Oscar. De subestimado, virou favorito a chegar forte na premiação da Academia. Filmes premiados em Toronto costumam ter reconhecimento no Oscar, como aconteceu com “La La Land”, “12 Anos de Escravidão”, “O Quarto de Jack”, “Quem Quer Ser um Milionário?” e muitos outros. A razão de ter pego a mídia desprevenida reflete a ficha corrida de seu diretor. Peter Ferrelly pautava sua carreira, até então, por besteiróis realizados com seu irmão Bobby Farrelly, uma parceria que durou 20 anos, de “Debi e Lóide” (1994) a “Debi e Lóide 2” (2014). “Green Book” é seu primeiro filme solo. E também seu primeiro drama. Comparado a um “Conduzindo Miss Daisy” (1989) às avessas, traz Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) como um caipira que arranja emprego como motorista de um pianista erudito negro, vivido por Mahershala Ali (“Moonlight”). Conforme os dois embarcam numa longa viagem pelo sul dos Estados Unidos, cumprindo uma turnê do pianista em apresentações para ricaços brancos nos anos 1960, as diferenças entre os dois se tornam evidentes, mas também os aproximam. O pianista ensina um pouco de refinamento para o grosso motorista, que, por sua vez, apresenta ao patrão alguns dos prazeres simples da vida. Entretanto, essa situação da dupla chama atenção de racistas. Por curiosidade, “Green Book” era o nome de um guia de viagens para negros, vendido nos Estados Unidos do período, com endereços que aceitavam hospedar e alimentar negros. A obra bateu outro drama sobre racismo aguardado com muito mais expectativa, “If Beale Street Could Talk”, de Barry Jenkins (o diretor de “Moonlight”), além do badalado “Roma”, de Alfonso Cuarón (“Gravidade”), vencedor do Festival de Veneza 2018, que também aborda diferenças sociais. Estes acabaram em 2º e 3º lugares, respectivamente. Os principais troféus de Toronto são decididos pelo voto popular. E o público também elegeu “Free Solo” de E. Chai Vasarhelyi e Jimmy Chin, como Melhor Documentário, e “The Man Who Feels no Pain”, do indiano Vasam Bala, o Melhor Filme da Seção da Meia-noite. Já a crítica internacional preferiu “Skin”, do isralense Guy Nativ, história real de um skinhead arrependido (vivido por Jaime Bell) que faz um acordo com o FBI e oferece provas de crimes de sua antiga gangue em troca de ajuda para remover tatuagens racistas de seu corpo. Além do voto aberto em todos os filmes de sua programação, Toronto também tem uma seção competitiva, incluída em 2015, cujos vencedores são definidos por um júri especializado. E a produção que venceu a seção Plataforma (Platform) neste ano foi “City of Last Things”, uma coprodução entre China, Taiwan, Estados Unidos e França, dirigida pelo malaio Wi Ding Ho. Em sua 43ª edição, o Festival de Toronto exibiu 345 filmes ao todo. Na cerimônia de premiação foram ressaltados os esforços para aumentar a participação feminina na indústria do cinema, apontando que 35% dos longas da programação deste ano foram dirigidos por mulheres.

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  • Filme

    O Predador tem estreia anêmica, mas supera A Freira na América do Norte

    16 de setembro de 2018 /

    Quem estava esfregando as mãos para escrever que “O Predador” massacrou a concorrência em sua estreia na América do Norte ficou com câimbras. O filme abriu em 1º lugar, mas sem mostrar os dentes. Fez anêmicos US$ 24m (milhões), bilheteria de terror barato, que não corresponde ao investimento de US$ 88m da Fox em sua produção nem à distribuição em mais de 4 mil salas. Para se ter ideia, o valor é US$ 700 mil mais baixo que a abertura do filme anterior da franquia, “Predadores”, há oito anos. O lançamento teve que lidar, na véspera da estreia, com a publicidade negativa trazida à tona pela atriz Olivia Munn, que denunciou ter contracenado com um pedófilo condenado numa cena, posteriormente cortada pelo estúdio. O amigo obscuro do diretor Shane Black apareceu até em “Homem de Ferro 3” sem que ninguém percebesse de quem se tratava. Isto também pode ter influenciado o tom negativo nas críticas da imprensa norte-americanas. Conforme a história de pânico nos bastidores foi crescendo, pior foi se tornando a avaliação registrada no site Rotten Tomatoes. De 41% de aprovação na quinta, o filme fechou o domingo com apenas 34%. E não passou de mediano na opinião do público, com uma nota C+ na pesquisa do CinemaScore, compilada com os espectadores da estreia. Mas Chris Aronson, diretor de distribuição doméstica da Fox, disse à revista Variety que o escândalo não teria influenciado os números de bilheteria do fim de semana. “Eu não acho que isso dissuadiu quem estava pensando em ir. Acho que teve um impacto mínimo, se é que teve algum”, afirmou. E talvez ele tenha razão. Mais distante das notícias de Hollywood, o mercado internacional poderia representar uma salvação para a contabilidade do estúdio, mas qualquer esperança se desfez diante dos US$ 30,7m arrecadados em 72 mercados diferentes. O fraco desempenho evidencia que o fiasco foi global. Ao todo, o filme atingiu US$ 54,7m de bilheteria mundial, e como seu break even é de cerca de US$ 300m, já projeta prejuízo. O horroroso “A Freira” caiu para o 2º lugar com US$ 18m em seu segundo fim de semana em cartaz, mas fez mais que “O Predador” no exterior, US$ 33,1m em 62 países. O total mundial do longa, que foi filmado por US$ 22m, já está em US$ 228,6m, marcando um novo sucesso do universo barato de “Invocação do Mal”. O detalhe é que se “O Predador” teve desempenho abaixo das expectativas, as demais estreias da semana beiraram o abismo. A comédia de suspense “Um Pequeno Favor”, estrelada por Anna Kendrick e Blake Lively, estreou com apenas US$ 16m, a 3ª maior arrecadação, num lançamento em 3,1 mil salas. E “White Boy Rick”, com Matthew McConaughey, fez pouco mais da metade disso, US$ 8,8m, em 4º lugar. Os críticos também valorizaram mais o suspense de humor feminino, com 86% de aprovação, contra o drama criminal masculino, cotado em 64%. Mas “Um Pequeno Favor” assinalou uma marca negativa na carreira do diretor Paul Feig, como a segunda pior bilheteria de estreia ampla de sua carreira, superada apenas pelos US$ 5m de “Menores Desacompanhados” em 2005, antes dele virar um cineasta de comédias bem-sucedidas estreladas por Melissa McCarthy. “Um Pequeno Favor” também é seu primeiro filme sem a atriz desde “Missão Madrinha de Casamento” em 2011. O filme chega ao Brasil em 27 de setembro, enquanto “White Boy Rick” tem lançamento nacional marcado apenas para janeiro de 2019. Por fim, “Unbroken: Path to Redemption”, produção do estúdio de filmes evangélicos Pureflix, abriu em 9º com US$ 2,3m. O filme é uma continuação não oficial e de baixo orçamento do épico “Invencível” (2014), dirigido por Angelina Jolie, que conta o que aconteceu com Louis Zamperini após sair do campo de concentração japonês. Sem guerra, olimpíada e história edificante de superação, o filme narra apenas sua conversão cristã e recebeu a pior nota da semana, 25% de “aprovação” no Rotten Tomatoes. Sem previsão para o Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Predador Fim de semana: US$ 24m Total EUA e Canadá: 24m Total Mundo: US$ 54,7m 2. A Freira Fim de semana: US$ 18,2m Total EUA e Canadá: US$ 85m Total Mundo: US$ 228,6m 3. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 16m Total EUA e Canadá: US$ 16m Total Mundo: US$ 19,5m 4. White Boy Rick Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 8,8m 5. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 8,7m Total EUA e Canadá: US$ 149,5m Total Mundo: US$ 187,4m 6. A Justiceira Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 24,2m Total Mundo: US$ 25,6m 7. Megatubarão Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 137m Total Mundo: US$ 505,2m 8. Buscando… Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 19,6m Total Mundo: US$ 45,8m 9. Unbroken: Path to Redemption Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 216,1m Total Mundo: US$ 760,9m

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  • Série

    Zachary Quinto será vilão sobrenatural em nova série de terror do canal de The Walking Dead

    16 de setembro de 2018 /

    O ator Zachary Quinto (“Star Trek”) vai estrelar a nova série de terror do canal pago americano AMC, que atingiu grande sucesso no gênero com “The Walking Dead”. Em vez de zumbis, desta vez os monstros são vampiros. Intitulada “NOS4A2” (um jeito afetado de escrever Nosferatu), a série é baseada no best-seller homônimo de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”). Quinto será o vilão macabro da série, e enfrentará a heroína vivida pela australiana Ashleigh Cummings (“Guerreiros do Amanhã”). A trama gira em torno de Vic McQueen (Cummings), uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx (Quinto), um vilão aparentemente imortal, que se alimenta de almas de crianças e depois joga o que sobrou delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. Sim, essa ideia de crianças raptadas e abandonadas numa espécie de “Christmasland” já apareceu numa série antes, “Happy!”, que estreou no ano passado no canal pago Syfy. A série é criação da produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e terá 10 episódios em sua 1ª temporada. Hill também atuará como produtor executivo. Ele também terá outro livro transformado em série em 2019, “Locke and Key”, que, após ter seu segundo piloto recusado no final de março pela plataforma Hulu, foi resgatada pela Netflix.

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  • Série

    Sucesso dos anos 1980, série Designing Women vai voltar a ser produzida

    16 de setembro de 2018 /

    A Sony vai produzir uma nova versão da série “Designing Women”, grande sucesso dos anos 1980 na rede CBS, que será desenvolvida pela criadora original, Linda Bloodworth-Thomason. A série foi lançada em 1986 e durou sete temporadas, até 1992, recebendo três indicações ao Emmy de Melhor Comédia. A trama acompanhava quatro mulheres que trabalhavam numa empresa de design em Atlanta. As protagonistas eram interpretadas por Dixie Carter, Delta Burke, Annie Potts e Jean Smart e contavam com um assistente excêntrico (palavra secreta para “gay” nos anos 1980) vivido por Meshach Taylor. Considerada pioneira na discussão de temas relacionados ao mercado de trabalho feminino e independência das mulheres, “Designing Women” marcou época e tornou Linda Bloodworth-Thomason numa das produtoras mais prestigiadas da indústria televisiva, a ponto de ter mais duas séries lançadas simultaneamente, “Evening Shade” (1990–1994), estrelada por Burt Reynolds, e “Hearts Afire” (1992–1995), com John Ritter e Billy Bob Thornton. Até que, de repente, na metade dos anos 1990, ela sumiu da TV, ficando seis anos sem emplacar nenhuma série nova. O mistério que envolvia essa queda brusca após uma ascensão fulminante foi encerrado há poucos dias, quando Linda Bloodworth-Thomason escreveu um artigo para a revista The Hollywood Reporter. “As pessoas me perguntavam o que tinha acontecido”, ela contou. “Les Moonves me aconteceu”. O texto explicava como a contratação de Leslie Moonves ao cargo de presidente da rede CBS, em julho de 1995, acabou com sua carreira. Como ele cancelou suas séries e reprovou todos os pilotos que ela apresentou na rede, para fazê-la romper um contrato que previa uma multa generosa caso a iniciativa partisse da CBS. E como, sob seu comando, a rede que já tinha sido lar de “Mary Tyler Moore” e “Murphy Brown”, tirou do ar todos os programas de viés feminista para colocar no lugar séries com protagonistas masculinos, tornando-se um canal indissociável do gênero policial. Leslie Moonves foi demitido da CBS na segunda-feira (10/9) após uma coleção de denúncias de assédio sexual tornar sua permanência insustentável. Ainda não está claro se a produtora de “Designing Women” pretende fazer um revival com o elenco original, como irá acontecer com “Murphy Brown”, ou se planeja um reboot com novos personagens, como “Charmed” na rede CW.

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    Próximo Como Treinar Seu Dragão será o último lançamento da franquia

    16 de setembro de 2018 /

    A franquia “Como Treinar Seu Dragão” será encerrada com o lançamento de seu terceiro filme. O anúncio foi feito pelo diretor e roteirista Dean DeBlois, que comanda os longas animados desde a estreia em 2010. “Pensamos nisso por um bom tempo e chegamos em uma forma agridoce de nos despedirmos dos personagens”, disse DeBlois em entrevista à revista Entertainment Weekly, antes de revelar como a trama será concluída. “Você entenderá o motivo de Soluço ter dito que haviam dragões na sua infância. Ao fim deste filme, você terá a resposta do que aconteceu com eles”, contou. DeBlois afirmou que, após o longa, até as séries animadas também serão concluídas, e que a decisão é inspirada pela forma como a autora Cressida Cowell encerrou em 2015 a série de livros em que os filmes se baseiam. A trilogia registra uma sensível passagem de tempo entre cada longa. No primeiro, Soluço era um menino. No segundo, adolescente. E aparecerá como adulto no terceiro, que, entretanto, será marcado por flashbacks de sua juventude. O filme vai mostrar como Soluço e Banguela encontram seus verdadeiros destinos: o primeiro como chefe da aldeia de Berk ao lado de Astrid, enquanto o dragão também se torna líder de sua própria espécie. Mas à medida que os dois ascendem, a ameaça mais sombria que enfrentaram – bem como a aparição de uma Fúria da Noite (a namorada de Banguela) – testará os laços de seu relacionamento como nunca antes. “Como Treinar o Seu Dragão 3” traz de volta o diretor Dean DeBlois ao lado do elenco de estrelas que dublaram os filmes anteriores, como Jay Baruchel (“É o Fim”) como voz de Soluço, America Ferrera (série “Superstore”) como Astrid, além de Kit Harington (série “Game of Thrones”), T.J. Miller (“Deadpool 2”), Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hill (“Anjos da Lei”), Gerard Butler (“Covil de Ladrões”) e Cate Blanchett (“Oito Mulheres e um Segredo”). A estreia (por enquanto) está marcada para 31 de janeiro no Brasil, um mês antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Absentia confirma produção da 2ª temporada

    16 de setembro de 2018 /

    A Amazon confirmou a renovação de “Absentia”, série de mistério policial estrelada por Stana Katic (de “Castle”), para sua 2ª temporada. O anúncio oficial reflete iniciativa da produtora Sony, que em julho deu início à pré-produção de mais 10 episódios. Na série, Katic vive uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada perto de se ver implicada numa série de assassinatos. A trama é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e virou série sem passar por avaliação de episódio piloto. A produção foi desenvolvida pela Sony para o mercado internacional, visando os canais pagos da grife AXN, mas acabou negociada com outros canais, como o Showcase no Canadá, o serviço de streaming da Amazon nos Estados Unidos e o Crackle no Brasil. A 1ª temporada também teve 10 episódios, todos dirigidos por Oded Ruskin (da série israelense “False Flag”). Além de Stana Katic o elenco destaca Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Amber Aga (série “Murder City”), Bruno Bichir (série “Narcos”), Angel Bonanni (série “Shots Fired”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”).

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  • Série

    Nova foto da série Legacies revela retorno de personagem de The Vampire Diaries

    16 de setembro de 2018 /

    O professor Alarick Saltzman não será o único personagem de “The Vampire Diaries” a aparecer na nova série “Legacies”. A rede americana CW divulgou uma nova foto do spin-off que revela a participação de Matt Donovan. Na imagem, o personagem vivido pelo ator Zach Roerig está com seu uniforme de xerife de Mystic Falls, ao lado de Alarick (Matthew Davis) e Hope Mikaelson (Danielle Rose Russell). A nova atração vai se passar em Mystic Falls, mesma cidade utilizada como base de “The Vampire Diaries”, e continuará a história da filha de Klaus Mikaelson (Joseph Morgan) e Hayley Marshall (Phoebe Tonkin), introduzida em “The Originals”, agora órfã e sob os cuidados de Alaric. A sinopse oficial da série situa a trama e os personagens: “Na última década, os heróis e vilões icônicos de ‘The Vampire Diaries’ e ‘The Originals’ cativaram o público em todo o mundo. Eles deixaram um legado duradouro de amor e família em seu rastro, que continua em ‘Legacies’, um novo drama emocionante que conta a história da próxima geração de seres sobrenaturais na Escola Salvatore para Jovens Superdotados. É aqui que a filha de Klaus Mikaelson, Hope Mikaelson, de 17 anos, as gêmeas de Alaric Saltzman, Lizzie e Josie Saltzman, e outros jovens adultos – incluindo o descendente de político MG e o misterioso Landon Kirby – amadurecem da maneira menos convencional possível, formados para serem as melhores versões de si mesmos… apesar de seus piores impulsos. Essas jovens bruxas, vampiros e lobisomens se tornarão os heróis que eles querem ser – ou os vilões que nasceram para ser? Enquanto lutam para proteger seu segredo, sua cidade de Mystic Falls e, eventualmente, o mundo, eles terão que confiar no folclore antigo e nos contos para aprender a lutar contra seus inimigos de longo alcance”. Além de destacar a adolescente Danielle Rose Russell no papel de Hope, o elenco inclui Matthew Davis como Alaric Saltzman, que passou de matador de vampiros em “The Vampire Diaries” para diretor da escola para crianças sobrenaturais, as novas intérpretes de suas filhas adolescentes, Kaylee Bryant (“Santa Clarita Diet”) e Jenny Boyd (“A Jornada dos Vikings”), além de Aria Shahghasemi (“No Alternative”), Quincy Fouse (“The Goldbergs”) e Peyton Alex Smith (“Detroit em Rebelião”). Criada por Julie Plec, responsável pelo universo vampírico da CW desde “The Vampire Diaries”, “Legacies” vai estrear em 25 de outubro, pouco mais de dois meses após o final de “The Originals” – que acabou em 1 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Música

    Tom Hardy estaria planejando gravar disco de rap

    16 de setembro de 2018 /

    O ator Tom Hardy estaria preparando um disco de rap e grime (a variação de hip-hop do Reino Unido). Segundo tabloide britânico The Sun, o projeto será produzido por Sam Williams, que já trabalhou com Plan B e David Bowie. Uma fonte teria dito ao jornal: “Tom sempre teve uma enorme paixão pelo rap, desde que ele era um garoto. Mas ele colocou suas composições em segundo plano após virar ator, mas recentemente resolveu retomar, depois de construir uma amizade com Sam Williams. Eles estão ocupados selecionando músicas para um álbum”. Como a notícia é de um tabloide britânico, convém adicionar uma dose de ceticismo à revelação. Mas o fato de que Hardy sonhava em virar rapper não é novidade. No início deste ano, uma antiga mixtape do ator, gravada há quase duas décadas, surgiu no YouTube. A surpresa é que o trabalho, intitulado “Falling on Your Arse in 1999”, foi amplamente elogiado. Tom Hardy poderá ser visto a seguir no cinema no papel-título de “Venom”, que estreia em 4 de outubro no Brasil. Enquanto isso não acontece, escute como soa Tom Hardy, o jovem rapper conhecido como Tommy No. 1.

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  • Filme

    Robert Downey Jr. e Gwyneth Paltrow retornam ao set de Vingadores 4

    16 de setembro de 2018 /

    Robert Downey Jr. e Gwyneth Paltrow trocaram mensagens por meio de posts do Instagram, em que revelam seu reencontro para a fase de refilmagens de “Vingadores 4”. O mais divertido nessa troca amistosa é ver que eles se tratam por um apelido carinhoso dado ao casal da ficção. Numa imagem que reúne os dois astros, Gwyneth legendou: “Hora do almoço #Pepperony”, misturando os nomes dos personagens Pepper (Potts) e Tony (Stark). Esse romance definitivamente acaba em pizza (pepperoni). Há boatos de que os personagens se casam na trama, que foi escrita pelos mesmos responsáveis por “Vingadores: Guerra Infinita”, Christopher Markus e Stephen McFeely. Os diretores também são os mesmos: Joe e Anthony Russo. E a estreia está marcada para maio de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. Hey Pepper (@gwynethpaltrow ), your place or mine ? #pepperony #mcu #teamStark #represents @marvelstudios #allday #everywhere ( ? @jimmy_rich ) Uma publicação compartilhada por Robert Downey Jr. (@robertdowneyjr) em 14 de Set, 2018 às 10:53 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Blending in with @robertdowneyjr base camp today #mcu #pepperony Uma publicação compartilhada por Gwyneth Paltrow (@gwynethpaltrow) em 14 de Set, 2018 às 7:47 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Lunchtime #pepperony Uma publicação compartilhada por Gwyneth Paltrow (@gwynethpaltrow) em 14 de Set, 2018 às 11:55 PDT

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  • Série

    Trailer do próximo episódio de American Horror Story resgata as bruxas de Coven

    16 de setembro de 2018 /

    O canal pago FX divulgou o trailer do segundo episódio da 8ª temporada de “American Horror Story”, que ganhou o subtítulo de “Apocalypse”. E a prévia introduz o retorno das bruxas de “Coven”. Agora é esperar para ver como elas se encaixam na história, que começou com o fim do mundo e assumiu um tom mais debochado que os arcos anteriores. As principais bruxas da 3ª temporada vão voltar, encarnadas por suas intérpretes originais, as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Frances Conroy, Sarah Paulson, Lily Rabe, Emma Roberts e até cantora Stevie Nicks. A principal ausência é de Jessica Lange, que mesmo assim participará da trama, mas como sua personagem da 1ª temporada. “Apocalypse” vai marcar o encontro das bruxas de “Coven” com o anticristo que nasceu no final da 1ª temporada, “Murder House”. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) vive a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton), que cresceu para se tornar o anticristo. A próximo episódio, intitulado “The Morning After”, vai ao ar em 19 de setembro nos Estados Unidos. A série, que se encontra renovada até 2020, também é exibida no Brasil pelo canal pago FX.

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