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  • Música

    Paul McCartney lança clipe gravado na Bahia

    19 de setembro de 2018 /

    Paul McCartney divulgou o clipe de “Back in Brazil”, gravado em Salvador, na Bahia. A música, que mescla bossa nova, eletrônica e pop, conta a história de uma jovem brasileira que se apaixona por um desconhecido após uma noite de música, diversão e dança, mas seu relacionamento implode quando o bonitão a deixa esperando num encontro, porque o patrão dele o obrigou a trabalhar até tarde. O vídeo ilustra de forma quase literal esta história, ao acompanhar um dia muito feliz na vida de uma bela morena soteropolitana chamada Yasmin, que culmina, após iniciar um romance com um moreno charmoso no Pelourinho, num encontro marcado no show de Paul McCartney. Como na letra, o patrão atrapalha os planos e ela acaba sozinha no evento. Mas chama atenção do Beatle com um cartaz e é convidada a subir no palco e dançar durante uma canção – não era “Dancing in the Dark, embora já tenhamos visto isso lá nos anos 1980. Assim, ao final, quando ela finalmente encontra o bonitão, nem quer ouvir as desculpas do rapaz, apenas vibrar por ter conhecido Paul McCartney e abraçá-lo de felicidade. Um show, uma canção e uma dança salvou a relação. Parte das cenas foram gravadas durante a apresentação de Paul McCartney na Arena Fonte Nova, no ano passado. Na ocasião, a atriz do vídeo foi convidada para subir ao palco e dançou com o cantor sem que o público soubesse que estava tudo combinado. “Back in Brazil” faz parte de “Egypt Station”, primeiro disco de McCartney desde 2013.

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  • Filme

    Woody Allen negocia realizar novo filme na Espanha

    19 de setembro de 2018 /

    Se Woody Allen enfrenta dificuldades para lançar seus filmes nos Estados Unidos, em meio à campanha de difamação da filha Dylan Farrow, que o acusa de ter abusada dela uma vez, quando tinha sete anos de idade, o diretor continua a ser bem-vindo na Europa. Menos de um mês após a Amazon anunciar a suspensão do lançamento, por prazo indeterminado, do mais recente filme do cineasta Allen (“A Rainy Day in New York”), a produtora espanhola Mediapro anunciou que está negociando com Allen a realização de um novo filme na Espanha. Em entrevista concedida à estação de rádio RAC1, o sócio-fundador da produtora, Jaume Roures afirmou que irá se reunir com o diretor na semana que vem, em Nova York, para fechar o negócio. De acordo com o produtor, o filme deverá ser rodado em 2019, e Allen ainda está trabalhando em ideias para o roteiro. Se o acordo for fechado, será a segunda vez que o cineasta americano, de 82 anos, irá realizar um filme passado na Espanha — a primeira vez foi com o sucesso “Vicky, Cristina, Barcelona” (2008), que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Penélope Cruz.

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  • Filme

    Academia Brasileira premia sua “relevância” por meio de Bingo, vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    19 de setembro de 2018 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) confirmou que se acha genial e muitíssimo relevante. A mesma entidade responsável pela escolha de “Bingo – O Rei das Manhãs” para representar o Brasil no Oscar 2018 escolheu o próprio filme como o Melhor do Ano, na premiação ouroboros auto-intitulada Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Pode ser mais óbvio? Pode. “Bingo” venceu 8 prêmios, mais que qualquer outro filme, para escancarar como a ABC considera o longa de Daniel Rezende melhor que todos os outros. O filme é bacaninha. Mas. Não disputou nenhum festival e suas maiores consagrações foram todas da ABC. Por outro lado, os acadêmicos do abecedário não reconheceram com um trofeuzinho sequer “Gabriel e a Montanha”, dirigido por Felipe Barbosa, que venceu o prêmio Revelação na Semana da Crítica em Cannes e o prêmio da Fundação Gan, e “Era o Hotel Cambridge”, de Eliane Caffé, vencedor dos prêmios do público no Festival de San Sebastián (Espanha), na Mostra de São Paulo e no Festival do Rio. Já “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, que venceu o Festival de Gramado 2017, ficou com apenas dois Oscaritos, ops, troféus Grande Otelo (o outro nome do Oscar brasileiro): Melhor Direção e Atriz (Maria Ribeiro). Pouco, considerando que era, disparado, o mais premiado e elogiado candidato da lista de indicados. Para se ter ideia dos critérios adotados, a ABC também premiu duas vezes o roteirista Mikael de Albuquerque, por Melhor Roteiro Original e Melhor Roteiro Adaptado. O adaptado foi “Real – O Plano por Trás da História”, um dos piores filmes do ano passado. Talvez esta seja a explicação para a ABC realizar sua premiação sempre tão tarde. É o segredo para que a cobertura do evento não seja retrucada com a lembrança dos filmes lançados nos cinemas há mais de um ano atrás. A verdade é que, ao contrário do Oscar-Oscar, o Oscarito-Grande Otelo privilegia lançamentos de maior apelo popular, que por isso ficam mais frescos na memória, com direito até aos que viram minissérie da Globo. Sinal desse critério é que o vencedor do Prêmio do Público foi exatamente o mesmo premiado pelos acadêmicos. Já os filmes de reconhecida repercussão artística, selecionados por curadorias de festivais internacionais, não parecem merecer a mesma reverência do abecedário. Tanto é que alguns dos longas de maior prestígio do ano passado nem sequer ganharam indicação ao tal Grande Otelo do Cinema Brasileiro, o prêmio Oscarito nacional. “Elon Não Acredita na Morte”, “Não Devore Meu Coração”, “Mulher do Pai”, “Antes o Tempo Não Acabava”, “Lamparina da Aurora”, “Corpo Elétrico”, “A Cidade Onde Envelheço”, “Pendular”, com passagens por festivais como Sundance, Berlim, Rotterdã, Cartagena e outros, não existiram segundo a seleção da ABC. Atente, ainda, que “A Cidade onde Envelheço” venceu, entre outros, o prêmio de Melhor Filme do Festival de Brasília 2016, “Mulher do Pai” o de Melhor Direção (Cristiane Oliveira) no Festival do Rio 2016, e “Eden”, mais um ignorado, consagrou Leandra Leal como Melhor Atriz no Festival do Rio 2012 e o de Gramado 2013. As datas são antigas? É que nem as premiações convenceram o circuito a lhes dar espaço nos cinemas, o que só aconteceu no ano passado. O legítimo Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é da distribuidora Vitrine Filmes, que presta um serviço inestimável ao levar esse tipo de filme ignorado pela ABC a um circuito de resistência no Brasil. Até então uma brincadeira inofensiva de amiguinhos, que colocavam black tie para fingir que faziam um Oscar, a ABC cruzou limites de tolerância quando sua ilusão de grandeza ganhou legitimidade do Ministério da Cultura, que lhe repassou a função de selecionar o representante brasileiro ao Oscar-Oscar. Assim, neste ano, o escolhido foi o filme do amiguinho da turma, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, numa reprise descabida da falta de critérios anteriormente vista em “Bingo – O Rei das Manhas”, passando por cima de obras consagradas em festivais. No ano que vem, já se sabe qual será o vencedor do Grande Prêmio de Fórmula 1 do Cinema Brasileiro. Veja abaixo o que os amiguinhos premiaram neste ano e que a Grande Imprensa Brasileira noticiou como feito muito importante. Longa-Metragem de Ficção: “Bingo – O Rei das Manhãs” Longa-Metragem Documentário: “Divinas Divas” Longa-Metragem Comédia: “Divórcio” Longa-Metragem Animação: “Historietas Assombradas – O Filme” Longa-Metragem Infantil: “Detetives do Prédio Azul” Direção: Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”) Atriz: Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”) Ator: Vladimir Brichta (“Bingo – O Rei das Manhãs” ) Atriz Coadjuvante: Sandra Corveloni (“A Glória e a Graça”) Ator Coadjuvante: Augusto Madeira (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Direção de Fotografia: Gustavo Hadba (“A Glória e a Graça”) Roteiro Original: Mikael de Albuquerque e Lusa Silvestre (“A Glória e a Graça”) Roteiro Adaptado: Mikael de Albuquerque (“Real – O Plano por Trás da História”) Direção de Arte: Cássio Amarante (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Figurino: Verônica Julian (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Maquiagem: Anna Van Steen (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Efeito Visuais: Ricardo Bardal (“Malasartes e o Duelo com a Morte”) Montagem Ficção: Márcio Hashimoto (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Montagem Documentário: Natara Ney (“Divinas Divas”) Som: George Saldanha, François Wolf e Armando Torres Jr (“João, O Maestro”) Trilha Sonora Original: Plínio Profeta (“O Filme da Minha Vida”) Trilha Sonora: Mauro Lima, Fael Mondego e Fábio Mondego (“João, O Maestro”) Longa-Metragem Estrangeiro: “Uma Mulher Fantástica” Curta-Metragem de Animação: “Vênus-Filó, a Fadinha Lésbica” Curta-Metragem Documentário: “Ocupação do Hotel Cambridge” Melhor Curta-metragem Ficção: “A Passagem do Cometa” Voto Popular – Longa Brasileiro: “Bingo – O Rei das Manhãs” Voto Popular – Longa Estrangeiro: “La La Land” Voto Popular – Longa Documentário: “Cora Coralina”

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  • Série

    A Maldição da Residência Hill: Nova série de terror da Netflix ganha trailer legendado

    19 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Maldição da Residência Hill”, nova série de terror que, se o nome não desperta medo, é porque os tradutores brasileiros escolheram o quarto título diferente para batizar a trama conhecida. Tanta “criatividade”, claro, só serve para se perder a referência. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina” e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). Em inglês, todos os lançamentos tem o mesmo nome. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A prévia mostra que a história vai explorar mais os residentes originais da mansão, mostrando como o local enlouqueceu a mãe e levou os irmãos do sobrevivente ao desespero. A cena adiantada, em que as crianças descrevem seus futuros como um pesadelo, é bastante efetiva. E o tipo de horror que se espera do responsável pela série. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). O elenco, por sua vez, inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). E, a propósito, a musiquinha sinistra e sombria tocada ao piano na trilha do vídeo é uma versão instrumental do clássico ensolarado “Our House”, do quarteto Crosby, Stills, Nash & Young. A estreia está marcada para 12 de outubro.

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  • Filme

    Atores de Legion e Atlanta negociam estrelar remake de Brinquedo Assassino

    19 de setembro de 2018 /

    O remake de “Brinquedo Assassino” pode ser estrelado por dois atores de séries do canal pago FX, Aubrey Plaza (“Legion”) e Brian Tyree Henry (“Atlanta”). Eles estão em negociações com a MGM para protagonizar a produção, segundo apurou o site Collider. Roteiro e direção do projeto estão a cargo de dois profissionais que ainda não tiveram nenhum longa-metragem lançado nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve video games, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia. A produção será tocada por David Katzenberg e Seth Grahame-Smith, que produziram “It: A Coisa”. Não há informações oficiais sobre o projeto, portanto todos os detalhes são rumores. Mas circula que a trama vai adaptar a história do clássico de 1988 para os dias atuais. Outra diferença é que Chucky será tecnologicamente avançado e seu alvo não será apenas um menino, mas um grupo de crianças, como as vítimas recentes de outra boneca famosa no cinema, Annabelle. Plaza deve interpretar a mãe de um das crianças e Tyree Henry um detetive de polícia intrigado pelo caso. Dirigido pelo mestre do terror Tom Holland, “Brinquedo Assassino” contava a história de um boneco chamado Chucky que era possuído pelo espírito do serial killer Charles Lee Ray (Brad Dourif) e passava a aterrorizar uma mãe e seu filho pequeno. O filme virou um clássico dos anos 1980 e deu origem a continuações intermináveis, que deram até mulher e filho para o psicopata de plástico – o mais recente, “O Culto de Chucky”, foi lançado em 2017. O remake ainda tem data para estrear nos cinemas, mas paralelamente o estúdio também desenvolve uma série com o roteirista Don Mancini (de “Brinquedo Assassino” e todos os filmes seguintes), que seria continuação da franquia original.

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  • Filme

    Animação O Grinch ganha novo trailer com a voz de Lázaro Ramos

    19 de setembro de 2018 /

    A Universal divulgou um novo pôster e o terceiro trailer dublado em português de “O Grinch”, animação sobre a criatura que odeia o Natal. E voz nacional do protagonista tem sotaque baiano. O personagem, que conta com dublagem original de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), ganhou entonação de Lázaro Ramos no Brasil. Mais identificado com produções adultas, o ator faz sua primeira dublagem de desenho internacional e finalmente poderá mostrar um de seus filmes para os filhos. Além deste detalhe, o trailer também inclui a música “You’re a Mean One, Mr. Grinch”, gravada pelo rapper Tyler the Creator, que compôs outras músicas para o filme, O desenho inspirado na criação de Dr. Seuss tem uma abordagem de “malvado favorito”, explorando o mau-humor e maldades cotidianas do personagem-título, mas também um pouco do azar do Coiote (de “Papa-Léguas”), conforme o Grinch se mostra a maior vítima de seus próprios planos. Por sinal, a nova versão foi escrita pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul. Mas esta também é sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). Já a direção foi compartilhada por um quarteto, Yarrow Cheney (“Pets: A Vida Secreta dos Bichos”), Scott Mosier (criador da série animada “Clerks”, baseada em “O Balconista”), Peter Candeland (animador da série “Aladdin”) e Matthew O’Callaghan (“George, o Curioso”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Trailer de A Cabeça de Gumercindo Saraiva mostra guerra mais sangrenta do Brasil

    19 de setembro de 2018 /

    A Elo Company divulgou o trailer de “A Cabeça de Gumercindo Saraiva”, novo filme de Tabajara Ruas, especialista em épicos gaúchos. Desta vez, o tema não é a Guerra dos Farrapos, mas o conflito posterior, a Revolução Federalista, que aconteceu após a Proclamação de República no final do século 19. Uma das mais sangrentas páginas da História do Brasil, o conflito ficou marcado pelo costume de cortar cabeças dos inimigos. A trama acompanha a saga macabra do filho do comandante rebelde Gumercindo Saraiva, ao tentar resgatar a cabeça do pai, decapitada por revolucionários legalistas e enviada como troféu ao governador gaúcho Júlio de Castilhos. Além dos soldados, a paisagem dos pampas é quase um personagem à parte, fotografada como um western grandioso. O elenco é encabeçado por Murilo Rosa (“A Comédia Divina”), Marcos Pitombo (atualmente na novela “Orgulho e Paixão”), Allan Souza Lima (“Aquarius”) e Leonardo Machado (“O Tempo e o Vento”). “A Cabeça de Gumercindo Saraiva” estreia no dia 25 de outubro.

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  • Filme

    Jeremy Renner revela ter voltado a viver Gavião Arqueiro no set de Vingadores 4

    18 de setembro de 2018 /

    O ator Jeremy Renner mostrou em seu Instagram que está de volta ao papel de Gavião Arqueiro nas refilmagens de “Vingadores 4”. Depois da sentida ausência em “Vingadores: Guerra Infinita”, ele se juntará aos heróis remanescentes na continuação, para resolver o conflito com Thanos. Na foto postada em seu Instagram, o ator aparece com maquiagem que imita sujeira, como se tivesse rolado no chão durante uma luta. “Nem todos os dias começam da mesma maneira. Mas sempre termino com um sorriso”, escreveu, acrescentando o nome do herói nas hashtags. Novamente dirigido por Joe e Anthony Russo (de “Guerra Infinita”), “Vingadores 4” estreia em maio. Visualizar esta foto no Instagram. Not everyday begins the same…but always finish with a smile #work #fun #shakeitup #hawkeye #marvel #? #avengers Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@renner4real) em 17 de Set, 2018 às 9:21 PDT

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  • Filme

    Eddie Murphy vai estrelar nova versão de Dois Velhos Rabugentos

    18 de setembro de 2018 /

    Eddie Murphy vai estrelar um novo filme de grande estúdio, seu primeiro desde o fiasco de “As Mil Palavras” há seis anos. O estúdio New Line, que é parte da Warner Media, contratou o ator para estrelar uma comédia inspirada no clássico “Dois Velhos Rabugentos”, de 1993. O projeto não está sendo chamado de remake, mas terá a mesma premissa do longa originalmente estrelado por Jack Lemmon e Walter Matthau. Em “Dois Velhos Rabugentos”, Lemmon e Matthau interpretaram vizinhos que alimentam uma rixa de longa data. Quando uma nova moradora (Ann-Margaret) chega no bairro, deixando ambos apaixonados, a briga entre os dois só aumenta. A direção está a cargo de Tim Story (“Policial em Apuros”) e, segundo o Deadline, o estúdio considera Samuel L. Jackson para viver o outro rabugento da história. Story acaba de dirigir o ator de “Vingadores” na continuação de “Shaft”, ainda inédita nos cinemas. Desde que viu a carreira naufragar com “As Mil Palavras”, Murphy tentou projetos televisivos que não deram certo e até assumiu papel dramático numa produção indie de pequena repercussão, “Mr. Church” (2016). Recentemente, ele terminou as filmagens de “Dolemite Is My Name”, que será lançado exclusivamente em streaming pela Netflix. E se prepara para virar pai pela 10ª vez. Ainda não há cronograma de produção para a nova versão de “Dois Velhos Rabugentos”.

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  • Etc,  Série

    Ex-roteirista de Sésamo afirma que Ênio e Beto são um casal gay

    18 de setembro de 2018 /

    Um dos antigos roteiristas do programa infantil “Sésamo” afirmou que os personagens Beto e Ênio (Bert e Ernie, no original), são na verdade um casal gay. Com isso, confirmou um antigo rumor, alimentado como piada por adultos que cresceram vendo os dois fantoches solteiros se comportando como “Um Estranho Casal”, para usar o título de um filme famoso. Mark Saltzman tirou a dupla do armário em entrevista ao site Queerty, quando revelou ter se baseado em seu próprio relacionamento com o editor de cinema Arnold Glassman – parceiro a quem chama de Arnie – para escrever para a série infantil. Mas ressaltou que nunca fez questão de alardear a sexualidade do casal. “Eu me lembro que em uma coluna do jornal The San Francisco Chronicle, um aluno de pré-escola da cidade perguntava para a mãe: ‘Bert & Ernie são amantes?’. E achei curioso vir de uma criança”, afirmou o roteirista. “Aquilo fez as pessoas rirem por um tempo, mas depois tudo voltou ao normal. E eu sempre pensei nesse sentido que, mesmo sem querer fazer disso uma grande questão, quando eu estava escrevendo Beto e Ênio, as pessoas estavam pensando nisso”, adicionou ele, deixando claro que sua vida pessoal foi uma inspiração. “Eu não teria outra forma de contextualizar os personagens. As pessoas sempre se referiam a mim e Arnie como Bert & Ernie.” Saltzman foi roteirista da série entre 1985 e 1998. Mas os personagens são bem mais antigos que isso, introduzidos no piloto de “Sésamo”, em 1969. Criados por Jim Henson e Frank Oz, a ideia por trás dos personagens era a mesma do filme citado acima, lançado apenas um ano antes: mostrar que dois homens podiam se tornar bons amigos e aprender a conviver juntos mesmo sendo completamente diferentes um do outro. Oficialmente, os produtores do programa negam o relacionamento homossexual. Em 2011, declararam que os personagens simplesmente não tinha sexualidade definida. Mas após a atual entrevista, reforçaram que Ênio e Beto são fantoches e, portanto, assexuados. “Como sempre dissemos, Beto e Ênio são melhores amigos”, tuitou a produtora Sesame Workshop. “Eles foram criados para ensinar a crianças pré-escolares que as pessoas podem ser boas amigas de outros muito diferentes de si mesmas. Apesar de serem identificados como personagens masculinos e possuírem muitas características e traços humanos, eles continuam sendo fantoches e não têm orientação sexual”.

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  • Etc

    Burt Reynolds deixa filho único fora do testamento, mas não se trata de “vingança”

    18 de setembro de 2018 /

    O ator Burt Reynolds deixou de fora de seu testamento o filho único Quinton Reynolds, de 30 anos. Em vez do filho, o astro de Hollywood deixou a sobrinha Nancy Lee Brown Hess como responsável pela herança, avaliada, segundo o site britânico Express, em US$ 5 milhões – aproximadamente R$ 20 milhões. Mas a situação não é realmente o que parece. O site TMZ aponta que Reynolds pode não ter nomeado o filho justamente por Quinton ser o beneficiário de um fundo de investimento, criado pelo ator de “Boogie Nights” há muitos anos para benefício único e exclusivo do primogênito. Isso é muito comum nos Estados Unidos para evitar impostos governamentais. Aparentemente, todos os bens de Reynolds estão no fundo controlado por Quinton. Então, a omissão não foi um ato de rancor ou “vingança” contra o próprio filho. O documento do testamento seria apenas uma formalidade. Um dos atores mais carismáticos de Hollywood e maior campeão de bilheterias dos anos 1970, Burt Reynolds morreu em 6 de setembro aos 82 anos de ataque cardíaco. Saiba mais sobre sua carreira aqui.

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  • Série

    Série animada Avatar: A Lenda de Aang vai ganhar versão live action na Netflix

    18 de setembro de 2018 /

    A Netflix anunciou nesta terça-feira (18/9) que produzirá uma versão live-action da premiada série de animação “Avatar: A Lenda de Aang”. Michael DiMartino e Bryan Konietzko, os criadores da série original, servirão como showrunners e produtores executivos do projeto. A nova série será uma parceria com a Nickelodeon, que detém os direitos do personagem, e começará a ser gravada em 2019. “Avatar: A Lenda de Aang” teve três temporadas exibidas no canal pago infantil Nickeledeon, de fevereiro de 2005 a julho de 2008. A série ganhou um Emmy e vários prêmios prestigiados da área televisiva e de animação, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards. Inspirado por animes japoneses, “Avatar: A Lenda de Aang” acompanha as aventuras do protagonista Aang e seus amigos, que juntos precisam derrotar o Senhor do Fogo Ozai e pôr fim à guerra contra a Nação do Fogo para salvar o mundo. Fãs da saga já puderam ver como o desenho poderia parecer em versão de carne e osso, com o filme “O Último Mestre do Ar” (2010), de M. Night Shyamalan, que foi bastante criticado pela escalação de um elenco branco nos papéis principais. “Ter a chance de comandar essa versão live-action de ‘Avatar’ é uma grande emoção para nós. Não vemos a hora de recriar o mundo de Aang da forma cinematográfica como sempre o imaginamos, e com um elenco culturalmente apropriado, não branco”, disseram Konietzko e DiMartino em comunicado oficial. “Nós vamos honrar a visão de Bryan e Mike para esta adaptação. É um grande prazer poder ajudá-los a realizar um live-action da série e apresentar o mundo épico de Aang e toda a sua magia elemental à audiência global da Netflix”, disse Melissa Cobb, vice-presidente de conteúdo infantil da Netflix. Além do filme de Shyamalan, o universo de “Avatar: A Lenda de Aang” ainda inspirou uma continuação após o seu final: “A Lenda de Korra”, exibida entre 2012 e 2014, que acompanhava a personagem-título cumprindo seu dever como Avatar, protegendo Republic City das forças do mal.

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  • Filme

    Emilia Clarke vai estrelar próxima comédia do diretor de Missão Madrinha de Casamento

    18 de setembro de 2018 /

    A atriz Emilia Clarke vai trocar os dragões de “Game of Thrones” pela comédia romântica em seu primeiro projeto após o fim das gravações da série da HBO. Ela vai estrelar “Last Christmas”, em que passará o Natal fazendo par romântico com o ator Henry Golding (“Podres de Ricos”). O longa será dirigido por Paul Feig, especialista em comédias femininas, que tem no currículo “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “As Bem-Armadas” (2013), “Caça-Fantasmas” (2016) e dirigiu Golding em seu filme mais recente, “Um Pequeno Favor”, que chega aos cinemas brasileiros em 27 de setembro. “Last Christmas” foi escrito por duas atrizes: Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”) e Bryony Kimmings, estreante em qualquer função no cinema, mas considerada grande revelação do circuito teatral britânico por suas peças experimentais e autobiográficas. A trama não teve detalhes revelados, além do fato de se passar no Natal e em Londres. A data de lançamento ainda não foi divulgada.

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