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    Seth Rogen se desculpa e intervém em produção após foto de dublê mirim revelar uso de “blackface” em filmagem

    3 de agosto de 2018 /

    O ator e cineasta Seth Rogen pediu desculpas públicas pelo uso de “blackface” num dublê mirim durante as filmagens de um filme que ele está produzindo. O caso em que uma criança branca foi pintada de preto para aparentar tom de pele mais escuro veio à tona após fotos vazadas pelo site TMZ. Uma delas pode ser vista acima. O menino fotografado com a maquiagem atuava em cena no lugar do ator Keith L. Williams, conhecido por sua participação na série “O Último Cara da Terra” (The Last Man on Earth). A produção do filme, intitulado “Good Boys”, inicialmente respondeu à polêmica dizendo que “não é incomum usar maquiagem para igualar os tons de peles de atores e dublês”. As imagens foram repudiadas nas redes sociais, e o rapper e ator Common, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo filme “Selma”, resumiu a situação dizendo que “não há desculpa para o uso de ‘blackface'”. Em declaração oficial à imprensa, Rogen desautorizou a equipe, ao concordar com as críticas. “Eu devo começar dizendo que isso não deveria ter acontecido, e eu sinto muito. Eu não vou dar nenhum tipo de desculpas para isso. Eu apenas direi que, assim que fiquei sabendo, intervi para que essa prática parasse”, ele escreveu. “Eu dou a minha palavra que, em todos os projetos meus ou do meu time, vou tomar todas as precauções para que nada similar volte a acontecer”, continuou. “Estou tendo conversas com a equipe de produção para achar a melhor maneira de implementar isso. Preciso ser ativo nesse sentido. Reagir não é o bastante”. Em janeiro, a Disney enfrentou acusações semelhantes na produção do filme de “Aladdin”, que foi denunciada por usar maquiagem para escurecer a pele de figurantes brancos. O estúdio retrucou que os figurantes em questão precisavam ter habilidades especiais, como malabarismo e dança, e que a contratação foi feita com base nisso, ao invés da cor de pele. “Good Boys” é o primeiro filme dirigido pela dupla de roteiristas Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky (da série “The Office” e do filme “Professora Sem Classe”). Eles também escreveram a história, que acompanha um grupo de garotos pré-adolescentes em uma jornada épica pelo vale de San Fernando, na Califórnia, para consertar um brinquedo quebrado antes que seus pais cheguem em casa. Além de Keith L. Williams, o elenco mirim inclui Jacob Trembley (“O Quarto de Jack”), Brady Noon (série “Boardwalk Empire”) e as adolescentes Molly Gordon (série “Animal Kingdom”) e Midori Francis (“Oito Mulheres e um Segredo”). Com distribuição da Universal Pictures, “Good Boys” tem estreia marcada para agosto de 2019 nos Estados Unidos e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

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    Clássico de George Orwell, A Revolução dos Bichos vai virar filme dirigido por Andy Serkis

    3 de agosto de 2018 /

    A Netflix vai produzir uma nova versão de um dos maiores clássicos do escritor George Orwell, “A Revolução dos Bichos”. A obra já rendeu animações e filmes com animais de verdade, mas será a primeira vez que será adaptada com auxílio da tecnologia de captura de movimentos numa animação computadorizada realista. Para tanto, a direção ficou a cargo de um especialista no gênero, o ator Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”). “A Revolução dos Bichos” será o segundo filme dirigido por Serkis com lançamento exclusivo da Netflix. A plataforma adquiriu recentemente “Mogli: O Livro da Selva”, versão de outra obra clássica com bichos dirigida por Serkis, num acordo que tirou o lançamento da Warner dos cinemas para disponibilizá-lo em seu serviço de streaming. Serkis alimenta a vontade de adaptar “A Revolução dos Bichos” há anos e voltará a trabalhar, nesse projeto, com o diretor dos dois últimos “Planeta dos Macacos”, Matt Reeves, que entrará como produtor na empreitada. Lançado originalmente em 1945, o livro de Orwell conta a história de dois porcos, Bola-de-Neve e Napoleão, que se rebelam contra os humanos que são donos da fazenda onde vivem e inspiram os demais animais a lutarem por sua independência. Eles constroem uma sociedade utópica baseada na igualdade entre os bichos, mas logo Napoleão se vê consumido pelo poder e distorce a intenção original da revolução, eliminando seus rivais e instituindo um mandamento fundamental: “Todos os animais são criados iguais, mas alguns são mais iguais do que outros”. Autoproclamado social democrata, Orwell escreveu a fábula como uma crítica ao regime stalinista na então União Soviética, que ele considerava uma “traição” dos princípios da Revolução Russa de 1917. A crítica de esquerda, claro, foi cooptada pela extrema direita, a ponto de o primeiro desenho de “A Revolução dos Bichos”, lançado em 1954, ter sido financiado pela CIA, a agência secreta americana. Esta versão, feita no auge maniqueísta da Guerra Fria e quatro anos após a morte de Orwell, é a única que muda o final pessimista da história para valorizar a “influência externa” (os EUA) na luta contra os porcos (comunistas).

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    Roteirista de O Protetor vai escrever filme do vilão Kraven, o Caçador para o universo expandido do Homem-Aranha

    3 de agosto de 2018 /

    O roteirista Richard Wenk (“O Protetor”) foi contratado pela Sony Pictures para escrever um filme de Kraven, o Caçador, vilão dos quadrinhos do Homem-Aranha. A apuração do site Collider coincide com informações anteriores da revista The Hollywood Reporter, que há alguns meses listou o personagem como um dos projetos cotados para a expansão do universo do super-herói da Marvel. Este universo de vilões e coadjuvantes do Aranha começará a chegar ao cinema em outubro, com o lançamento de “Venom”, estrelado por Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). E, entre idas e vindas, a Sony também confirmou a produção de “Morbius, o Vampiro-Vivo”, que será estrelado por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), embora tenha tirado do calendário o projeto de “Silver & Black”, que juntaria as anti-heroínas Sabre de Prata e Gata Negra. A ideia, segundo o Hollywood Reporter, é construir aos poucos um universo de personagens, em vez de lançar todos de uma vez, como era o plano original há alguns anos com o abandonado “Sexteto Sinistro”. Sergei Kravinoff, o Kraven, é um imigrante russo e caçador de animais selvagens, que graças a um soro místico adquiriu força super-humana. Ele se tornou obcecado pelo Homem-Aranha para provar que é o maior caçador do mundo. Embora nunca tenha aparecido nos cinemas, Kraven já teve histórias antológicas nos quadrinhos, em particular “A Ultima Caçada De Kraven”, de 1987, considerada a história mais sombria de toda a trajetória do Homem-Aranha – a resposta da Marvel ao “Cavaleiro das Trevas” – que termina com o suicídio do caçador. Uma paulada. Não há previsão de estreia para nenhum dos filmes citados, além de “Venom”.

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    Novo drama indie do diretor de Moonlight ganha trailer emocionante

    3 de agosto de 2018 /

    A Annapurna divulgou o primeiro trailer de “If Beale Street Could Talk”, novo drama indie do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme por “Moonlight”. A divulgação foi feita no aniversário do ativista e escritor James Baldwin, que escreveu o livro no qual a produção é baseada. Falecido em 1987, Balwin faria 94 anos na quinta-feira (2/8). E a prévia é extremamente emocionante. O filme gira em torno de um casal de jovens negros no Harlem dos anos 1970. Quando o rapaz (Stephan James, de “Raça”) é preso por um crime que não cometeu, a jovem Tish (Kiki Layne, de “Chicago Med”) descobre que está grávida de seu primeiro filho. O elenco ainda conta com Regina King (“American Crime”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Pedro Pascal (“Narcos”), Ed Skrein (“Deadpool”), Dave Franco (“Artista do Desastre”), Finn Wittrock (“American Horror Story”) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A estreia de “If Beale Street Could Talk” está marcada para 30 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Rebecca Ferguson vai estrelar novo Homens de Preto e a continuação de O Iluminado

    3 de agosto de 2018 /

    Estrelar a franquia “Missão Impossível” tem sido ótimo negócio para a atriz sueca Rebecca Ferguson. “Nação Secreta” fez deslanchar sua carreira internacional e após o sucesso de “Operação Fallout” ela fechou contrato para estrelar dois longas de grande orçamento: as sequências de “Homens de Preto” e “O Iluminado”. Em “Doutor Sono”, a continuação do clássico de terror de 1980, inspirado no livro de Stephen King, ela interpretará a vilã Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat), líder de um culto que captura crianças que possuem dons sobrenaturais. Sua personagem irá enfrentar a versão adulta de Danny Torrance, o garotinho de “O Iluminado”, que será vivida por Ewan McGregor (“Trainspotting”). Com direção de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), o filme tem estreia marcada para janeiro de 2020. Já sua personagem no novo “Homens de Preto” não foi identificada. Neste filme, ela atuará ao lado de Chris Hemsworth e Tessa Thompson (vistos juntos em “Thor: Ragnarok”), que serão os novos “Homens” de Preto, além de Liam Neeson, Emma Thompson, Rafe Spall e Kumail Nanjiani. A direção é de F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”) e a estreia está marcada para maio de 2019. A produção do novo “Homens de Preto”, que ainda não tem título oficial, será a primeira da sua agenda. Antes disso, ela ainda poderá ser vista “The Kid Who Would Be King”, uma versão da fábula do Rei Arthur com adolescentes dos dias atuais, na qual interpreta a vilã Morgana. Atualmente em pós-produção, o filme marca o segundo trabalho do roteirista Joe Cornish (“Homem-Formiga”) como diretor, após o elogiadíssimo “Ataque ao Prédio” (2011), e estreia em março de 2019.

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    Ben Affleck e Matt Damon vão trabalhar juntos em filme sobre ex-policial que deu golpe milionário no McDonald’s

    3 de agosto de 2018 /

    Amigos de longa data e sócios numa produtora, Ben Affleck e Matt Damon vão voltar a trabalhar juntos, mas pela primeira vez em funções diferentes. Segundo o site Deadline, Affleck vai dirigir Damon em um filme sobre o caso real de um ex-policial que deu um golpe milionário na rede de fast-food McDonald’s nos anos 2000. A premissa, que será transformada em roteiro pela dupla Paul Wernick e Rhett Reese (“Deadpool”), atraiu interesse de vários estúdios. A Universal quase levou o filme, visando transformá-lo numa comédia estrelada por Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), enquanto a Warner tentou levar a história para Steve Carell estrelar. Até a Netflix participou da disputa, com planos que incluíam o diretor Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”) e o ator Robert Downing Jr. (“Vingadores: Guerra Infinita”). Mas quem levou foi a Fox, que fechou com Affleck e Damon. A história real foi investigada pelo repórter Jeff Maysh e publicada no site The Daily Beast nesta semana. A reportagem detalha a saga de Jerry Jacobson, um ex-policial que passou a trabalhar como segurança para uma empresa de Los Angeles que produzia as peças para o famoso jogo de “Monopoly” do Mcdonald’s. Na promoção realizada pela rede, os clientes colecionavam peças de uma versão modificada do famoso jogo, em que cada compra no McDonald’s valia uma parte do “Monopoly”. Ao colecionar as peças certas, os jogadores podiam ganhar prêmios em dinheiro de até US$ 1 milhão. Mas as chances de faturar tanto eram de 1 em 250 milhões. Graças a seu acesso à fábrica, Jacobson obtia as partes separadas do jogo e chegou a coletar US$ 24 milhões antes de ser preso.

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    Evangeline Lilly revela ter sido pressionada a tirar a roupa em Lost e criadores da série pedem desculpas públicas

    3 de agosto de 2018 /

    A atriz Evangeline Lilly, atualmente nos cinemas em “Homem-Formiga e a Vespa”, relembrou a pior experiência da carreira, que viveu no set da série de “Lost”, quando foi pressionada a fazer cenas seminuas, e que isso a deixou “mortificada”. A revelação, feita em entrevista a um podcast, fez os criadores da série, os produtores J.J. Abrams e Damon Lindelof, pedirem desculpas públicas para a atriz. Em entrevista ao podcast “The Lost Boys”, ela relatou: “Na 3ª temporada, eu tive uma má experiência, de basicamente ser pressionada para fazer uma cena em que estaria parcialmente nua, e eu senti que não tinha escolha naquele momento. Eu fiquei mortificada, e estava tremendo e chorando compulsivamente, enquanto ainda tinha uma outra cena para filmar depois.” Intérprete de Kate Austen em “Lost”, Lilly afirmou que tentou evitar que isso voltasse a se repetir. Mas não foi fácil. “Na 4ª temporada, veio outra cena de Kate tirando a roupa e eu lutei duramente para ter a cena sob meu controle, e eu falhei novamente. Então, eu disse: ‘É isso, chega. Você pode escrever o que quiser, eu não vou fazer. Não vou tirar as roupas para esta série novamente’. E não tirei”, relatou Lilly. “Eu queria que ela [Kate] fosse melhor, porque ela era no começo um ícone de força e autonomia para as mulheres. Mas foi bom mostrar que ela falhava, isso também era importante”, completou a atriz. Em comunicado para a imprensa, Abrams e Lindelof lamentaram o ocorrido. “Nossa resposta aos comentários de Evie foi a de imediatamente contatá-la para pedir desculpas pela experiência que ela teve enquanto trabalhava em ‘Lost’. Ainda não falamos com ela, mas lamentamos profunda e sinceramente. Nenhuma pessoa deveria se sentir insegura no trabalho. Ponto final”.

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    J.J. Abrams anuncia começo de filmagens de Star Wars: Episódio IX com homenagem a Carrie Fisher

    3 de agosto de 2018 /

    As filmagens de “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título oficial, já começaram. O cineasta J.J. Abrams divulgou a primeira foto do set no Twitter, inaugurando sua conta na rede social. Embora desfocada e pouca reveladora, a imagem lhe permitiu prestar sua homenagem à atriz Carrie Fisher, ao criador da franquia George Lucas e ao diretor que o precedeu na saga, Rian Johnson. “É agridoce começar esse próximo capítulo sem Carrie, mas graças ao nosso extraordinário elenco e equipe, estamos prontos. Sou grato a Rian Johnson e quero deixar um agradecimento especial a George Lucas por criar esse incrível mundo e começar a história da qual todos nós somos sortudos por fazer parte,” escreve o diretor. Veja abaixo. A participação de Carrie Fisher foi confirmada na semana passada, junto da divulgação do elenco completo da produção, graças à existência de cenas inéditas, filmadas para a produção de “O Despertar da Força”, que acabaram ficando de fora do filme lançado no final de 2015. A atriz morreu aos 60 anos repentinamente em dezembro de 2016, depois de sofrer um ataque cardíaco durante um voo entre Londres e Los Angeles, justamente quando estava retomando a carreira com a franquia “Star Wars”. Sua participação seria importante na conclusão da nova trilogia, mas a produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, tinha dito que não pretendia forçar sua inclusão na história por meio de animação computadorizada. Quem também voltará, apesar de ter aparentemente morrido em cena de “Os Últimos Jedi”, é Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker. Além disso, a produção também resgatará o personagem Lando Calrissian, que voltará a ser interpretado por Billy Dee Williams, seu intérprete nos anos 1980 – nos filmes “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). Com roteiro de Abrams e Chris Terrio (“Batman vs Superman”), “Star Wars: Episódio IX” só chegará aos cinemas em dezembro de 2019. Bittersweet starting this next chapter without Carrie, but thanks to an extraordinary cast and crew, we are ready to go. Grateful for @rianjohnson and special thanks to George Lucas for creating this incredible world and beginning a story of which we are lucky to be a part. #IX pic.twitter.com/FOfnGwVut5 — JJ Abrams (@jjabrams) 1 de agosto de 2018

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    Ator de Star Trek entra na 4ª temporada de Supergirl

    3 de agosto de 2018 /

    O ator Brent Spiner, que ficou conhecido como o personagem Data na série “Star Trek: A Nova Geração”, entrou na 4ª temporada de “Supergirl”. Ele terá papel recorrente como o vice-presidente dos Estados Unidos. Para quem não lembra, no mundo fictício de “Supergirl”, a candidata feminina venceu as últimas eleições. A presidente Olivia Marsdin é interpretada por Lynda Carter (a “Mulher-Maravilha” da série dos anos 1970), mas ela anda sumida da trama e, na 4ª temporada, seu více se verá obrigado a assumir papel de liderança em momentos de crise. Além da série “Star Trek: A Nova Geração” e diversos filmes da franquia, Spiner também se destacou como o Dr. Okun de “Independence Day” e sua continuação, lançada em 2016. Mais recentemente, apareceu como o vilão Sidney na série “Outcast”, do mesmo criador de “The Walking Dead”. Ele se juntará à várias novidades do quarto ano da produção, como Rhona Mitra (que estrelou as duas primeiras temporadas da série “The Last Ship”) e Robert Baker (antagonista da última temporada de “The Originals”), que viverão capangas famosos do supervilão Lex Luthor, respectivamente Mercy Graves e Otis, além da primeira super-heroína transexual da TV, Nia Nal, a Sonhadora, vivida por Nicole Maines (vista em “Royal Pains”), e o anti-herói Manchester Black, que chegou a integrar o “Esquadrão Suicida”, interpretado por David Ajala (série “Falling Water”). Para completar, o ator Jesse Rath, que fez aparições recorrentes como Brainiac 5 nos últimos episódios da 3ª temporada, foi promovido a integrante fixo do elenco, no lugar de Jeremy Jordan, que fará apenas participações recorrentes em seu papel de Winn Schott. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em 14 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Jeremy Renner se recusou a participar de Missão: Impossível – Efeito Fallout apenas para “morrer”

    3 de agosto de 2018 /

    O sucesso nas bilheterias de “Missão: Impossível – Efeito Fallout” virou um bom negócio para um ator que se recusou a participar do filme. Jeremy Renner, interprete do agente William Brandt nos dois “capítulos” anteriores da franquia, não conseguiu encaixar sua agenda com a produção. Ele estava fazendo “Te Peguei” e “Vingadores 4” no mesmo período das filmagens do sexto “Missão Impossível”. Mas o diretor Christopher McQuarrie teve a ideia de convidá-lo para fazer uma participação curta e rápida na produção, apenas para morrer em cena. Ele não aceitou. O próprio McQuarrie revelou a história, durante a divulgação do filme. “Eu disse, ‘Então, eu tive essa ideia para a cena de abertura em que envolve você se sacrificar para salvar o time, e a missão dá errada não apenas no sentido de perder os plutônios, mas envolve a morte de um membro da equipe’. E Jeremy disse, ‘Obrigado, mas não, obrigado’. Ele foi esperto em não aceitar um pagamento pequeno para três dias de trabalho e depois ir embora”, disse o cineasta. Foi esperto porque, assim, seu personagem poderá ganhar mais destaque no próximo filme – e render um pagamento melhor. Afinal, a Paramount vai querer continuar realizando mais “Missões: Impossíveis” após o desempenho de “Fallout”, que registrou a melhor estreia da franquia nos mercados doméstico, internacional e mundial.

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    Ator de Scream Queens será um dos pilotos da continuação de Top Gun

    3 de agosto de 2018 /

    O ator Glen Powell, que estrelou a série “Scream Queens” e viveu o astronauta John Glenn em “Estrelas Além do Tempo”, entrou na continuação de “Top Gun”, a ser estrelada por Tom Cruise. Segundo o site The Hollywood Reporter, Powell foi escalado num papel coadjuvante após disputar e perder para Miles Teller (“Whiplash”) a oportunidade de interpretar o filho de Goose (Anthony Edwards), piloto que morreu no filme original de 1986. Aparentemente, os produtores se impressionaram com o teste de Powell, e o roteiro de Eric Warren Singer (“Trapaça”) e Justin Marks (“Mogli: O Menino Lobo”) será modificado para dar mais espaço ao seu personagem, um dos pilotos jovens da trama, do que inicialmente previsto. O elenco do filme terá também Val Kilmer (reprisando o papel de Iceman, do filme original) e Jennifer Connelly (“Uma Mente Brilhante”). A direção está a cargo de Joseph Kosinski, que já dirigiu Tom Cruise em “Oblivion” (2013). Intitulado “Top Gun: Maverick”, o filme tem estreia marcada para 11 de julho de 2019.

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    Diretor de Doutor Estranho sugere anúncio da continuação em post misterioso

    2 de agosto de 2018 /

    Com o terceiro filme dos “Guardiões da Galáxia” no limbo, a Marvel não tem mais nenhuma produção marcada após “Homem-Aranha: Longe de Casa” (a tradução oficial e errada de “Spider-Man: Far from Home”), atualmente em filmagens. Isto significa que novidades devem ser anunciadas em breve. E já é possível cravar quando. O diretor Scott Derrickson, do filme “Doutor Estranho”, postou no seu Instagram uma imagem dos quadrinhos em que o herói aparece rezando. Ao lado, ele escreveu. “Não a minha vontade, mas a tua será realizada”. E complementou: “Nos vemos em setembro”. Pouco depois do lançamento de “Vingadores: Guerra Infinita”, Kevin Feige, o presidente da Marvel Studios, falou com otimismo sobre um segundo filme do Doutor Estranho, mas não adiantou nenhum plano para sua realização. Pela pista publicada por Derrickson, “Doutor Estranho 2” pode ser o próximo filme a ser anunciado no universo da Marvel. Será? “Not my will, but thine be done…” See you in September. Uma publicação compartilhada por Scott Derrickson (@scottderrickson) em 30 de Jul, 2018 às 10:52 PDT

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    Fãs estão preocupados com o misterioso desaparecimento de uma das atrizes mais famosas da China

    2 de agosto de 2018 /

    Fan Bingbing, uma das atrizes chinesas mais conhecidas do mundo, estrela de “Homem de Ferro 3” e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, está desaparecida há um mês. De acordo com a emissora britânica BBC, ela não é vista em público desde o dia 1º de julho, depois de visitar um hospital infantil, e não se manisfesta nas redes sociais, onde tem um dos maiores números de seguidores da China, desde o último dia 23. O desaparecimento aconteceu após a atriz ser acusada, em maio, de evasão fiscal pelo apresentador de TV Cui Yongyuan. Ela teria assinado contratos de filmes conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. O contrato que ela foi acusada de embolsar seria de US$ 1,6 milhão. No fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Em junho, o governo começou a investigar “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”. “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”, afirmou a agência oficial do país. O governo afirma que as produções cinematográficas chinesas devem reforçar o benefício à sociedade mais que as bilheterias. A atriz sumiu logo após essas declarações. Usuária assídua da rede de microblog chinesa Sina Weibo, com mais de 62 milhões de seguidores, ela não usa a plataforma desde o dia 23 de julho. Na ocasião, não postou nada, mas rompeu um longo hiato para curtir algumas publicações. Três dias depois, o jornal chinês The Economic Observer noticiou que diversas pessoas da equipe de Fan estavam sendo questionadas pela polícia e que o irmão da atriz havia sido impedido de deixar o país. A matéria foi retirada do ar e a família da atriz não comentou o caso. Fãs continuam pedindo nas redes sociais para Fan Bingbing comentar se está bem, mas, até agora, nem a atriz nem os estúdios responsáveis pelos seus filmes se manifestaram.

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