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    The Walking Dead mostra novos personagens e muita tensão em trailer legendado de cinco minutos

    20 de julho de 2018 /

    O canal pago brasileiro Fox Premium divulgou o primeiro trailer da 9ª temporada de “The Walking Dead”, que marcará a despedida de Rick (Andrew Lincoln) e possivelmente também de Maggie (Lauren Cohan) e Michonne (Danai Gurira). A prévia destaca justamente o trio, além de Daryl (Norman Reedus, que teria recebido um aumento substancial para se tornar o novo protagonista). Começa com Rick de barba branca, contando ao aprisionado Negan (Jeffrey Dean Morgan) como as comunidades prosperaram sem a opressão dos Salvadores. Mas o relato é marcado por previsões soturnas do vilão, que são acompanhadas por imagens de desentendimentos, brigas generalizadas e pichações pedindo a volta dos Salvadores. O cenário evolui rapidamente de uma utopia rural para a necessidade de leis e policiamento, conforme as comunidades crescem com a chegada de novos sobreviventes, revelando diferenças de opiniões no próprio grupo original. A tensão explode em cenas de lutas entre diferentes grupos, entrecortadas por ataques de zumbis, até terminar diante da marcha inexorável de uma horda de mortos-vivos e o primeiro registro dos Sussurradores. Além dos vários rostos conhecidos da produção, o trailer também introduz, um a um, o grupo de Magna (Nadia Hilker, a Luna da série “The 100”), que chega em Alexandria para se tornar parte importante da trama, além diversos novos personagens, que tiveram seus intérpretes revelados durante a San Diego Comic-Con (saiba quem é quem aqui). A 9ª temporada de “The Walking Dead” definiu seu dia de estreia em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pela Fox. Aproveite e confira abaixo duas fotos dos novos episódios.

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    The Walking Dead revela novo elenco, incluindo intérpretes da heroína Magna e da perigosa Alpha

    20 de julho de 2018 /

    A equipe da série “The Walking Dead” revelou na San Diego Comi-Con quem serão os intérpretes dos novos personagens da 9ª temporada, que travarão um conflito icônico dos quadrinhos de Robert Kirkman. A produção receberá dois grupos importantes em sua trama. Um deles reúne sobreviventes de Richmond sob a liderança de Magna. O outro é formado pelos temíveis Sussurradores, que se disfarçam com sangue e peles de zumbis para conduzir hordas de mortos-vivos contra seus inimigos, liderado pela perigosa Alpha. Além disso, novos personagens das comunidades ganharão proeminência. Duas atrizes do primeiro grupo tinham sido reveladas pela produção: Lauren Ridloff (“Sem Fôlego”), intérprete de Connie, que na série terá deficiência auditiva, e Eleanor Matsuura (a Baronesa Chau na série “Into the Badlands”), como Yumiko, que formará o primeiro casal lésbico da série com Magna. As personagens que ainda não tinham intérpretes anunciados são a própria Magna, líder do grupo, que será interpretada por Nadia Hilker (a Luna da série “The 100”); Kelly, a irmã de Connie, vivida pela novata Angel Theory; e Luke, interpretado por Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Nem todos sobrevivem, nos quadrinhos de Robert Kirkman, ao confronto com os Sussurradores, que teve sua líder escalada. A veterana Samantha Morton (da série “Harlots”), duas vezes indicada ao Oscar (por “Poucas e Boas” e “Terra de Sonhos”), viverá Alpha. Os demais intérpretes revelados são Zach McGowan (série “Blacksail”) e Rhys Coiro (“Ray Donovan”), que viverão Salvadores que se recusam a cooperar com os outros grupos, e três importantes moradores de Hilltop: Tammy Rose, vivida por Brett Butler (“Grace Under Fire”), Earl Sutton, interpretado por John Finn (“Cold Case/Arquivo Morto”) e Marco, encarnado por Gustavo Gomez (série “You’re the Worst”). Um último nome confirmado é o do adolescente Matthew Lintz (da série “The Alienist”), que após um salto temporal substituirá seu irmão menor, Macsen Lintz, no papel do menino Henry. Com isso, são fortes as chantes de o integrante do Reino deverá assumir a linha temporal de Carl, após a saída de Chandler Riggs da série – Carl continua vivo nos quadrinhos. A 9ª temporada de “The Walking Dead” definiu seu dia de estreia em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Teaser de Doctor Who mostra personagem diante das novidades da 11ª temporada

    20 de julho de 2018 /

    A BBC divulgou dois banners e um novo teaser da 11ª temporada de “Doctor Who”, a primeira com uma protagonista feminina, vivida por Jodie Whittaker (da série “Broadchurch”). Por sinal, a prévia destaca como a situação é nova para o personagem, além de revelar os coadjuvantes que irão acompanhá-la nos próximos episódios: Ryan (Tosin Cole, de “Conspiração Terrorista”), Yasmin (Mandip Gill, da novela “Hollyoaks”) e Graham (Bradley Walsh, de “Law & Order: UK”). Prevista para o outono britânico, mas ainda sem data definida, a 11ª temporada contará com dez episódios, que também marcam a estreia do novo showrunner Chris Chibnall (criador de “Broadchurch”). Os capítulos inéditos serão exibidos no Brasil pelo serviço de streaming Crackle, da Sony.

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  • Filme

    Superprodução de Michael Bay para a Netflix anuncia Dave Franco e novos nomes em seu elenco

    20 de julho de 2018 /

    A superprodução misteriosa “6 Underground”, que Michael Bay vai dirigir para a Netflix, adicionou novos nomes a seu elenco central. Os atores que se juntarão a Ryan Reynolds (“Deadpool”), protagonista anteriormente anunciado, são: Dave Franco (“O Artista do Desastre”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sicario: Dia do Soldado”), Adria Arjona (“Amanda 2018 Círculo de Fogo: A Revolta”) e Corey Hawkins (série “24: Legacy”). Segundo a Variety, a produção será a mais cara já realizada pela Netflix, orçada em US$ 125 milhões – bem mais que os quase US$ 100 milhões de “Bright”, estrelado por Will Smith, e os US$ 106 milhões de “The Irishman”, longa de Martin Scorsese que estreia em 2019. A história foi criada pelos roteiristas e produtores executivos Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram “Zumbilândia” e “Deadpool”. Com sua sinopse ainda em segredo, o longa de ação, que tem o mesmo título de uma música da banda Sneaker Pimps, usada na trilha do filme “O Santo” (1997), começará a ser filmado ainda este mês, para ser lançado pela Netflix em 2019.

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  • Filme

    Annabelle 3 voltará a trazer os personagens de Invocação do Mal

    20 de julho de 2018 /

    A Warner confirmou oficialmente a produção de “Annabelle 3”, terceiro filme da franquia da boneca demoníaca, introduzida no primeiro “Invocação do Mal”, em 2013. O cineasta James Wan, que produz todos os filmes do universo de “Invocação do Mal”, revelou que o roteirista da franquia, Gary Dauberman, fará sua estreia como diretor neste longa, após escrever os dois primeiros roteiros da boneca e trabalhar em “It: A Coisa”. No novo longa, Annabelle terá o poder de fazer com que outros objetos ganhem vida. “É como se ‘Uma Noite no Museu’ encontrasse ‘Annabelle'”, disse Wan durante a San Diego Comic-Con, fazendo uma comparação inusitada. Apesar disso, como nos filmes de Chucky, o “Brinquedo Assassino”, Annabelle vai aterrorizar uma criança. Será a menina Judy Warren, de dez anos, e toda sua família – ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, protagonistas de “Invocação do Mal”. Gary Dauberman explicou que o longa voltará ao cenário do longa de 2013 para mostrar a boneca na sala de artefatos dos Warren. Ela irá aumentar a escala do mal naquele quarto e passará a atormentar a filha de 10 anos do casal. A trama pretende mostrar vários dos artefatos daquele quarto em ação. Apesar da premissa, a Warner ainda não confirmou os retornos de Vera Farmiga e Patrick Wilson a seus papéis. A data prevista para a estreia de “Annabelle 3” é 3 de julho de 2019 nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Jason Momoa mergulha no fundo do mar para anunciar trailer de Aquaman

    20 de julho de 2018 /

    O ator Jason Momoa postou um vídeo no Instagram em que aparece saltando de uma rocha para o fundo do mar do Havaí, seu estado natal nos Estados Unidos. O motivo é especial. Ele leva seu celular consigo para revelar, debaixo d’água, a data de lançamento do primeiro trailer de “Aquaman”. A prévia oficial será divulgada nesse sábado (21/7). “Olá, todo mundo. Eu amo vocês. Estou animado para trazer algumas notícias bem legais. Primeiro: estou em casa, finalmente, com a minha família e meus amigos. Eu só quero dizer aos fãs e a todo mundo que me apoiou que eu amo vocês e que esse tem sido um ano muito incrível. Estou animado para mostrar algumas coisas para vocês, mas está lá embaixo, vocês precisam me ajudar a achar”, diz Momoa na mensagem, apontando a câmera para o oceano abaixo dele. Após pular no mar e aparecer nadando submerso, ele aponta o próprio celular para a câmera para revelar a mensagem: “Trailer amanhã”. Jason Momoa estará neste sábado ao lado dos colegas de elenco e o diretor James Wan, quando o trailer será divulgado em primeira mão na Comic-Con – e em seguida disponibilizado pela Warner no YouTube. “Aquaman” estreia dezembro em quase todo o mundo. FINALLY the time has come. I’m stoked to share this news Check out something I filmed a couple weeks ago before I left Hawaii. #havingfunwithdaohana #droppinghawaiianbombsonya #westside On my way to #SDCC!! #AQUAMAN #TrailerTomorrow. #cheeeeeeeehoooooooooo #HHHawaiian. #hallHgetready #thekingiscoming. Aloha j Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies) em 20 de Jul, 2018 às 9:42 PDT

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    Presidente da Paramount Television é demitida após supostos comentários racistas em reunião de trabalho

    20 de julho de 2018 /

    A executiva Amy Powell, presidente da Paramount Television, foi demitida após virem à tona acusações de comentários raciais inapropriados. A decisão foi divulgada via comunicado pelo CEO Jim Gianopulos. Segundo a nota, “diversos indivíduos” se sentiram incomodados por comentários com conteúdo racial feitos pela executiva e chegaram a reportá-la ao setor de recursos humanos da empresa. Segundo fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, a gota d’água teria acontecido durante uma reunião sobre a série baseada no filme “O Clube das Desquitadas” (o título nacional já era datado em 1996), que terá um elenco com atores negros e está sendo escrito pela roteirista Tracy Oliver (“Viagem das Garotas”). No dia 28 de junho, Tracy usou o Twitter para fazer uma reclamação, mas sem citar nomes. “Passei por uma situação hoje que realmente mostra o quanto precisamos de representantes em todos os lados. A voz de uma mulher negra não importa se quem tem o poder de tomar decisões não entende ou não quer entender o que estamos dizendo”, escreveu, antes de alfinetar o #MeToo, dizendo que o movimento feminista não tem se pronunciado por questões raciais. “Onde está o #MeToo para as merd*s raciais daqui [de Hollywood]?”. Veja abaixo. O conteúdo dos comentários feitos pela executiva não foram divulgados. No entanto, o THR afirma que ela teria feito generalizações sobre mulheres negras que causaram mal-estar, fazendo com que algumas pessoas da reunião se sentissem ofendidas. Inicialmente, Amy receberia uma punição disciplinar. Porém, a Paramount decidiu demiti-la. “Após dias conduzindo uma investigação, falando com as pessoas envolvidas, com o RH e o nosso time de representantes legais, chegamos à essa conclusão e decidimos terminar nosso contrato com Amy”, diz o comunicado oficial. A demissão acontece cerca de um mês após Jonathan Friedland, diretor de comunicação da Netlifx, ter o contrato com a plataforma encerrado por uso de termos racistas numa reunião. Amy Powell nega as acusações e diz que pretende provar que foi injustiçada. “Não há nenhuma verdade na alegação de que eu fiz comentários insensíveis em um ambiente profissional – ou em qualquer situação – os fatos serão divulgados e eu serei inocentada”, disse, em nota à imprensa. Fontes do THR afirmam que ela pretende processar o estúdio. Contratada para lançar a divisão televisiva da Paramount em 2013, Amy Powell tirou do papel diversas séries bem-sucedidas, como “13 Reasons Why” na Netflix, “The Alienist” na TNT, “Escola do Rock” na Nickelodeon e a vindoura “Jack Ryan” na Amazon, que já foi renovada antes da estreia. Had a moment today that REALLY pointed out why we need representation across the board. A black female voice doesn't matter if the decision makers don't understand nor even want to understand what you're saying. Where's the #metoo for race shit out here? — Tracy Y. Oliver (@TracyYOliver) June 28, 2018

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  • Etc,  Filme

    Disney demite diretor de Guardiões da Galáxia após escândalo no Twitter

    20 de julho de 2018 /

    A campanha da extrema direita pela demissão de James Gunn, diretor da franquia “Guardiões da Galáxia”, deu certo. Horas após o início da pressão sobre a Disney, com reproduções de piadas extremamente ofensivas sobre pedofilia e estupro, retiradas de um antigo blogue e de velhos tuítes de Gunn, o presidente do estúdio anunciou a demissão do cineasta. “As atitudes ofensivas e comentários descobertos no Twitter de James são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio, por isso encerramos nossos negócios com ele”, disse Alan Horn, chefão da Disney, em comunicado oficial. Os tuítes ultrajantes foram trazidas à tona por apoiadores da extrema direita do atual presidente dos Estados Unidos, que querem provar que existe uma “conspiração operando em Hollywood” contra Trump. “A Disney terá um dia interessante na San Diego Comic-Con, onde James Gunn está programado para falar”, escreveu Mike Cernovich, um dos responsáveis por resgatar as “piadas”. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e chegou a pedir que o FBI analisasse o material disponibilizado para prender Gunn por crimes de pedofilia. O ataque também inclui ofensiva do perfil do filme “An Open Secret” (2014), documentário sobre suposto cartel de pedófilos de Hollywood, de onde saiu um falso acusador de Bryan Singer, que caiu em contradição após mentir descaradamente, levando-o a perder seu próprio advogado e ter sua acusação descartada na Justiça. Este perfil disponibilizou os contatos profissionais do cineasta, inclusive na Disney, para que grupos de pressão pudessem prejudicá-lo. Considerado um dos grandes “inimigos” de Trump em Hollywood, James Gunn se viu na condição de vidraça e tentou de se defender. “Muitas pessoas que acompanharam a minha carreira sabem que eu me via como um provocador. Eu fazia filmes e contava piadas ultrajantes e que abordavam temas tabus”, ele escreveu, abrindo uma série de tuítes sobre a polêmica (veja aqui os originais). “Não é uma questão de dizer que hoje sou melhor. Mas eu sou muito, muito diferente do que eu era anos atrás. Hoje, tento conectar meu trabalho com amor e menos raiva”, continuou. O diretor também lembrou que já tinha se desculpado pelas piadas antigas: “Eu sinceramente me arrependi e falei sério”. “Enfim, essa é a verdade completamente honesta: eu costumava fazer muitas piadas ofensivas. Não faço mais. Não culpo meu antigo eu por isso, mas gosto mais de mim mesmo e me sinto como um ser humano e criador mais completo hoje em dia. Amo a todos vocês”, concluiu. O pedido de desculpas não foi considerado suficiente e a Disney demonstrou novamente que não tolera comportamento ofensivo de seus funcionários, meses após a presidente do canal do estúdio, a rede ABC, cancelar “Roseanne”, líder de audiência em 2018, por comentários racistas da protagonista e criadora da série no Twitter. Tuítes ofensivos também têm custado caro a YouTubers brasileiros. A perda é bastante significativa para a Marvel, uma vez que os “Guardiões da Galáxia” de Gunn foram a maior influência na mudança de tom dos filmes do estúdio, que abraçaram de vez a comédia após o sucesso do primeiro lançamento do grupo espacial. Ilustres desconhecidos até mesmo dos fãs dos quadrinhos, os Guardiões surpreenderam com desempenho de blockbuster no cinema e abriram caminho para a Marvel explorar seus heróis espaciais. Gunn estava atualmente trabalhando no roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, final de sua trilogia original. Mas ele também deveria “herdar” os rumos do universo cinematográfico da companhia, após a despedida dos irmãos Russo em “Vingadores 4”. Presidente do estúdio, Kevin Feige chegou a afirmar que a próxima fase dos filmes dos super-heróis se passaria no espaço e teria supervisão de Gunn. Agora, Feige precisará reconsiderar seus planos, a começar por definir um novo diretor e roteirista para “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que deverá encerrar a atual fase de produções da Marvel. Por conta da polêmica, o diretor não irá aparecer na San Diego Comic-Con. Ele não tinha presença confirmada num painel da Disney como os representantes da direita insistiram em seus ataques – só um detalhezinho de fake news – , simplesmente porque a Disney não faz parte do evento deste ano. Mas poderia surgir como convidado da Sony para divulgar um terror que está produzindo, além do remake da série “Justiça em Dobro” (Starsky & Hutch). Ainda não se sabe como a Sony irá lidar com esses projetos.

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    Andrew Lincoln confirma que deixará The Walking Dead na próxima temporada

    20 de julho de 2018 /

    Andrew Lincoln assumiu que fará sua despedida de “The Walking Dead” na vindoura 9ª temporada da atração. Intérprete do protagonista Rick Grimes desde o primeiro episódio, exibido em 2010, o ator oficializou sua saída da série durante sua participação na San Diego Comic-Con nesta sexta-feira (20/7). “Essa será minha última temporada fazendo o papel de Rick Grimes”, disse Lincoln, sem firulas. “Eu amo essa série. Ela significa tudo para mim. Eu amo as pessoas que fazem essa série e tenho um carinho especial pelas pessoas que assistem a essa série”, acrescentou. “Estou muito, muito animado com essa temporada”, continuou. “Ninguém é maior do que a história, e a história neste ano é inacreditável”. Ironicamente, a declaração aconteceu poucas horas depois de a showrunner Angela Kang insistir em fazer mistério sobre a situação do ator, afirmando, em entrevista ao site Deadline, que qualquer comentário representaria spoiler. Apesar disso, Lincoln foi na verdade a terceira pessoa a abordar o final do ciclo de Rick em “The Walking Dead”. Antes dele assumir a saída, um dos diretores da atração, Michael Satrazemis, usou seu Instagram pessoal para agradecer e se despedir do ator. A notícia também foi confirmada pelo criador dos quadrinhos em que a série se baseia, Robert Kirkman. Ele disse na quinta-feira que o protagonista iria se despedir de forma especial. “Ele se importa profundamente com os fãs e quer fazer algo especial na despedida. Temos algo incrível planejado. Não quero estragar nada, mas qualquer um que tenha sido um fã desta jornada, que ama Rick Grimes, que ama o mundo de ‘Walking Dead’, vai querer ver o que iremos fazer”. O cronograma de sua saída não foi revelado, mas as mesmas fontes que vazaram ao site Collider que a 9ª temporada marcaria o final do ciclo do ator na série afirmaram que ele só teria gravado seis episódios. É o mesmo número cogitado para Lauren Cohan, intérprete de Maggie, que terá um arco limitado após entrar em uma nova série – “Whiskey Cavalier”. Como desgraceira pouca é bobagem, a showrunner Angela Kang ainda revelou que o contrato de Danai Gurira, a Michonne, é outro que se encerra na 9ª temporada e, por enquanto, o retorno da atriz após este período está igualmente indefinido, graças aos convites que ela tem recebido para papéis de cinema. Para compensar a perda do protagonista da série, o canal pago AMC teria oferecido um aumento substancial a Norman Reedus (o Daryl), para ele permanecer no programa e virar o destaque principal. Além disso, a série vai introduzir vários personagens novos nos próximos episódios. A 9ª temporada de “The Walking Dead” definiu seu dia de estreia em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Netflix anuncia produção de sua primeira série brasileira de terror

    20 de julho de 2018 /

    A Netflix anunciou a produção de sua 10ª série brasileira. Com apenas seis episódios, “O Escolhido” será a primeira produção nacional de terror da plataforma. Mas é meio mexicana, escrita por brasileiros de Los Angeles. A trama é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que será adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. A versão brasileira vai acompanhar três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. “Estamos muito animados com a oportunidade de apresentar aos nossos assinantes ao redor do mundo essa releitura de Carolina e Raphael para a série. Eles conseguiram imprimir uma visão única brasileira à produção, e desenvolveram de maneira magistral esses ricos personagens, além de um mundo estranho, cheio de especificidades e muitas vezes assustador no qual a história se desenrola”, disse em comunicado Chris Sanagustin, diretora de conteúdo internacional original da Netflix. “O Brasil é rico em mitologia e crenças espirituais e estamos muito contentes com esta oportunidade de mostrar ao mundo um pouco mais sobre esse lado da nossa cultura, além das particularidades da região do Pantanal, por meio da Netflix”, afirmou Raphael Draccon. “’O Escolhido’ é um thriller sobrenatural, um gênero ainda pouco explorado na nossa cinematografia, mas popular entre os brasileiros”, completou Carolina Munhóz. “O Escolhido” chega à Netflix após “3%”, “O Mecanismo” e “Samantha!”, já exibidas e renovadas, e “Sintonia”, “Coisa Mais Linda”, “Cidades Invisíveis”, “Ninguém Tá Olhando”, “A Facção” e a animação “Super Drags”, atualmente em produção – sem contar “Vai Anitta”, uma série documental sobre a cantora Anitta. As filmagens estão marcadas para começar em setembro, visando uma estreia mundial em 2019.

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    Já existem seis projetos de filmes sobre o resgate dos meninos da Tailândia

    20 de julho de 2018 /

    A comoção mundial sobre o resgate de um time de futebol de meninos de uma caverna inundada da Tailândia pode render pelo menos seis filmes. Este é o número atual de produções em desenvolvimento sobre o drama real, de acordo com o ministério da Cultura da Tailândia. “Cinco produtoras internacionais propuseram a ministérios tailandeses fazer filmes e documentários sobre a operação de resgate”, afirmou o ministro da Cultura, Vira Rojpojchanarat, em entrevista citada pela Variety. Além disso, uma companhia tailandesa também está interessada nisso. Por conta desse interesse, ele explicou que será fundada uma comissão especial para supervisionar as iniciativas com foco no dramático caso. O ministro não revelou os nomes das empresas interessados, mas algumas iniciativas já vieram a público, como a da produtora Pure Flix, especializada em filmes evangélicos, e do cineasta Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”). Além disso, o Discovery Channel já gravou um programa documentar de uma hora, chamado “Operation Thai Rescue”, que será exibido na próxima segunda-feira nos Estados Unidos.

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    Jaden Smith descobre piada polêmica de Jacaré Banguela e agradece reação dos brasileiros

    20 de julho de 2018 /

    O ator e cantor Jaden Smith, filho do astro Will Smith, percebeu na noite de quinta (19/7) que seu nome estava sendo muito comentado por brasileiros, o que o levou a descobrir a piada polêmica do YouTuber comediante Rodrigo Fernandes, conhecido como Jacaré Banguela. Publicada no Twitter na última terça-feira, a piada o comparava a um flanelinha e causou revolta nas redes sociais, levando o “influencer” a ser chamado de racista. Diante do apoio recebido, Smith resolveu se manifestar com um agradecimento ao público brasileiro, escrevendo “I love you, Brazil” em seu Twitter. Em seguida, ele escreveu em português “Como os espelhos podem ser reais se nossos olhos não são reais”. Trata-se da tradução de seu tuíte mais famoso, publicado em 2013, com 43 mil compartilhamentos. Para completar, ainda convidou os brasileiros a ouvirem seu novo disco. Veja esta timeline abaixo. I Love You Brazil — Jaden Smith (@officialjaden) July 19, 2018 como os espelhos podem ser reais se nossos olhos não são reais — Jaden Smith (@officialjaden) July 20, 2018 brasil confira meu novo álbumhttps://t.co/bjxzoVWPSc — Jaden Smith (@officialjaden) July 20, 2018

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    Direita americana resgata piadas ofensivas de James Gunn, que se desculpa e explica o contexto

    20 de julho de 2018 /

    O diretor James Gunn, da franquia “Guardiões da Galáxia”, foi às redes sociais na noite desta quinta-feira (20) para se desculpar por piadas antigas com temas de estupro e pedofilia. As “piadas” de mau gosto voltaram a circular na internet recentemente após terem sido descobertos em antigos tuítes e num blogue desatualizado do diretor, agora desativado. Elas foram trazidas à tona por apoiadores da extrema direita do atual presidente dos Estados Unidos, que querem provar que existe uma “conspiração operando em Hollywood” contra Trump. “A Disney terá um dia interessante na San Diego Comic-Con, onde James Gunn está programado para falar”, escreveu Mike Cernovich, um dos responsáveis por resgatar as “piadas”. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e pede que o FBI analise o material disponibilizado para prender Gunn por crimes de pedofilia. O ataque também inclui ofensiva do perfil do filme “An Open Secret” (2014), documentário sobre suposto cartel de pedófilos de Hollywood, de onde saiu um falso acusador de Bryan Singer, que caiu em contradição após mentir descaradamente, levando-o a perder seu próprio advogado e ter sua acusação descartada na Justiça. Este perfil disponibilizou os contatos profissionais do cineasta, inclusive na Disney, para que grupos de pressão possam prejudicá-lo. Trata-se da velha tática fascista de intimidação, usada tanto pela direita quanto pela esquerda (como pode atestar Marina Silva), que visa queimar o “inimigo” com informações de fundo verdadeiro, mas tiradas de contexto. A tática inclui repetir as acusações à exaustão num trabalho de sufoco midiático para diminuir o espaço dado à qualquer tentativa de reação. Geralmente funciona, prejudicando candidaturas políticas, causando demissões e danificando carreiras profissionais de forma irreversível. O conteúdo resgatado, porém, é altamente polêmico. Em uma das postagens, que datam de 2008, Gunn escreveu: “Rir é o melhor remédio. Por isso que eu rio de pessoas com Aids”. Em outra, datada do mesmo ano, arregassou: “Acabo de fazer uma piada sobre estuprar o c* da minha amiga enquanto ela dorme”. Considerado um dos grandes “inimigos” de Trump em Hollywood, ele agora se vê na condição de vidraça e trata de se defender, sem esconder o fato de que fez mesmo “piadas ultrajantes”. “Muitas pessoas que acompanharam a minha carreira sabem que eu me via como um provocador. Eu fazia filmes e contava piadas ultrajantes e que abordavam temas tabus”, ele escreveu, abrindo uma série de tuítes sobre a polêmica (veja abaixo os originais). “Não é uma questão de dizer que hoje sou melhor. Mas eu sou muito, muito diferente do que eu era anos atrás. Hoje, tento conectar meu trabalho com amor e menos raiva”, continou. O diretor também lembrou que já tinha se desculpado pelas piadas antigas. “Eu sinceramente me arrependi e falei sério”. “Enfim, essa é a verdade completamente honesta: eu costumava fazer muitas piadas ofensivas. Não faço mais. Não culpo meu antigo eu por isso, mas gosto mais de mim mesmo e me sinto como um ser humano e criador mais completo hoje em dia. Amo a todos vocês”, concluiu. Detalhe relevante: o denunciador Mike Cernovich não tem piadas de estupro em sua timeline, mas uma acusação criminal. Ele foi acusado por estupro em 2003, mas fechou um acordo para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Disney's director Jame Gunn endorsed sex with minors in over 10,000 Tweets he deleted last night. Gunn also deleted his personal blog, where he told the story of a monkey m-sturbating on a small child. He said the story made him "extremely happy."https://t.co/jYCxImDH3E — Mike Cernovich ?? (@Cernovich) July 20, 2018 And it’s over. This is potential child pornography that the FBI needs to track down. Do not look for link and I did not click. Do not risk it. This is law enforcement matter now. @Disney Hello @LAPDHQ, this is an authentic tweet that a subpoena will confirm. pic.twitter.com/0c8bBGN1Tl — Mike Cernovich ?? (@Cernovich) July 20, 2018 Major Hollywood director James Gunn @JamesGunn is clearly unfit to be in charge of many women and children working for him directs children's films, e.g. @DisneyStudios Gunn was in his 40s – this is not some immature teenager who never thought he would be famous years later https://t.co/PJ3M7vJrXr — An Open Secret (@AnOpenSecret) July 20, 2018 James Gunn – is UTA still representing him as agents? After all these tweets about child sex abuse, rape, Jews / Holocaust? You can call UTA to find out: 310-273-6700 ask for Charlie Ferraro and Jeremy Zimmer @JamesGunn https://t.co/XEIo4BzT8o — An Open Secret (@AnOpenSecret) July 20, 2018 1. Many people who have followed my career know when I started, I viewed myself as a provocateur, making movies and telling jokes that were outrageous and taboo. As I have discussed publicly many times, as I’ve developed as a person, so has my work and my humor. — James Gunn (@JamesGunn) July 20, 2018 2. It’s not to say I’m better, but I am very, very different than I was a few years ago; today I try to root my work in love and connection and less in anger. My days saying something just because it’s shocking and trying to get a reaction are over. — James Gunn (@JamesGunn) July 20, 2018 3. In the past, I have apologized for humor of mine that hurt people. I truly felt sorry and meant every word of my apologies. — James Gunn (@JamesGunn) July 20, 2018 4. For the record, when I made these shocking jokes, I wasn’t living them out. I know this is a weird statement to make, and seems obvious, but, still, here I am, saying it. — James Gunn (@JamesGunn) July 20, 2018 5. Anyway, that’s the completely honest truth: I used to make a lot of offensive jokes. I don’t anymore. I don’t blame my past self for this, but I like myself more and feel like a more full human being and creator today. Love you to you all. — James Gunn (@JamesGunn) July 20, 2018

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