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    Ator sul-coreano acusado de abuso sexual comete suicídio

    9 de março de 2018 /

    O ator sul-coreano Jo Min-ki foi encontrado morto nesta sexta-feira (9/3), após ser alvo de uma série de acusações de assédio sexual. Ele foi achado por sua esposa pendurado em uma garagem, abaixo de sua casa em Seul. A polícia afirma que os indícios são de suicídio. O ator de 52 anos foi acusado de molestar oito estudantes na Universidade de Cheongju, onde lecionava artes dramáticas. Com a repercussão das acusações, Min-ki perdeu sua cátedra na instituição e o papel da série de TV que estrelava. Ele defendeu sua inocência quando a primeira denúncia surgiu. Mas à medida que o número de acusadoras aumentou, ele foi forçado a mudar sua posição. A atuação de maior destaque de Min-Ki foi no filme “O Advogado”, de 2013. Ele trabalhou ainda em papéis na TV e como professor universitário. O movimento “#MeToo” vem se intensificando na Coréia do Sul, com acusações de abuso contra homens proeminentes na política e nas artes. No fim de semana passado, uma longa reportagem do canal estatal da TV sul-coreana MBC reuniu acusações de atrizes contra outro ator, Cho Jae-hyeon, além do diretor Kim Ki-Duk. Uma delas contou que Kim e Cho eram parceiros de abusos e competiam entre si. Os dois a teriam estuprado depois que o diretor pediu que ela fosse ao seu quarto de hotel para “discutir detalhes de um roteiro”. “Era o inferno na terra”, disse a atriz na entrevista. “Kim e Cho contavam histórias de estupro de atrizes e pareciam competir entre si.”

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    Ator de Gossip Girl é acusado de escravizar sexualmente uma mulher

    9 de março de 2018 /

    O ator Ed Westick, intérprete de Chuck Bass na série “Gossip Girl”, virou alvo de nova denúncia de abuso sexual. Desta vez, ele foi acusado por uma estilista de escravizá-la sexualmente por dois dias após uma festa na casa do ator. O caso veio à tona durante um processo da estilista Haley Camille Freedman, localizado pelo site de celebridades TMZ. Na ação, ela alega ter ido com um grupo de amigos à casa de Westick em 2014. Após todos irem embora, ela permaneceu na residência e os dois fizeram sexo. Mas as coisas ficaram estranhas quando ele lhe pediu para estrangulá-lo, espancá-lo e cuspir nele. Quando ela se negou a fazer isso, o ator teria começado a fazer nela. Após o sexo, a estilista teria caído no sono e passado a noite na casa. Na manhã seguinte, quando estava tomando banho, Westick entrou no banheiro e fez sexo com ela contra a sua vontade. Em seguida, ela percebeu que estava presa no local, com o ator se recusando a liberá-la. Ela ficou trancada por dois dias sem sinal de telefone. Westick a teria trancado para continuar fazendo sexo com ela e a agredir. Ainda na acusação, Haley afirma que sofreu contusões e sangramentos. O curioso é que o processo não é criminal nem dirigido contra o ator, mas uma ação civil por indenização contra ex-parceiros de negócios da atriz, que a afastaram quando ela ameaçou denunciar Westwick na imprensa. Freedman afirma que levou a história para a imprensa, mas a equipe de relações públicas do ator barrou a divulgação, afirmando que se tratou de sexo consensual. Ela ainda sofreu uma campanha de difamação e perdeu clientes. Mas após o movimento #MeToo, outros casos vieram à tona. Freedman é a quarta mulher a dizer que foi estuprada pelo ator. Por coincidência, todos os eventos aconteceram em 2014 – período em que ele estava desempregado. Westwick afirma que todas as alegações contra ele são mentirosas. Sua carreira praticamente acabou após a primeira acusação vir à tona. Sem projetos encaminhados, o ator foi demitido de todas as séries em que trabalhava. Além disso, os produtores da minissérie “Ordeal by Innocence”, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, pegaram a deixa de Ridley Scott e regravaram a produção já finalizada para substitui-lo por outro intérprete.

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    Replicante de Blade Runner 2049 vai estrelar o novo Exterminador do Futuro

    9 de março de 2018 /

    A atriz Mackenzie Davis, que viveu uma replicante sexy em “Blade Runner 2049”, vai participar de outra franquia sci-fi clássica. Ela foi confirmada no sexto “Exterminador do Futuro”, ainda sem título oficial. Há conflitos sobre quem ela irá interpretar. Embora alguns sites afirmem que se trata de uma nova Sarah Connor – protagonista dos dois primeiros filmes dirigidos por James Cameron e do recente reboot – as revistas Variety e The Hollywood Reporter apuraram versões contraditórias de seu papel. As fontes da Variety indicam que ela será uma das novas exterminadoras, enquanto a THR sugere uma militar humana. Nenhuma informação oficial foi divulgada. A nova continuação será a primeira produzida por Cameron desde “O Exterminador do Futuro 2” (1991) e chegará após uma tentativa frustrada de reboot da franquia – “O Exterminador do Futuro: Gênesis” (2015) – , que fracassou nas bilheterias. A participação de Cameron, que criou os personagens e a trama em 1984, representa uma reviravolta há muito aguardada pelos fãs e pelo próprio cineasta. Ele foi obrigado a ceder os direitos da franquia no acordo de seu divórcio com a atriz Linda Hamilton, estrela dos dois primeiros filmes, por isso não teve nada a ver com as sequências produzidas desde então. Mas um cláusula previa que os direitos reverteriam para o diretor após 20 anos. A data vai coincidir com o lançamento do próximo “Exterminador do Futuro”, previsto para 2019. O filme terá direção de Tim Miller, que estourou à frente de “Deadpool”, e roteiro final de Billy Ray (“Jogos Vorazes”), baseado em ideias do diretor e do produtor. Segundo a Variety, Mackenzie Davis sempre foi a atriz favorita de Miller para viver a personagem misteriosa, o que facilitou sua aprovação. Mas o THR afirma que ela não terá o papel principal. Isto caberá a outra atriz, ainda não escolhida. A equipe estaria realizando diversos testes em busca de uma latina, sem se contentar com nenhuma escolha até o momento. Esta atriz assinaria para estrelar uma nova trilogia. Também são esperados os retornos de Arnold Schwarzenneger, o Exterminador original, e Linda Hamilton, a Sarah Connor original. James Cameron chegou a afirmar anteriormente que o filme será uma continuação direta de “O Exterminador do Futuro 2” (1990). Além de participar de “Blade Runner 2049”, Davis também estrelou a série “Halt and Catch Fire” e o episódio de “Black Mirror” que venceu o Emmy 2017, além de integrar o elenco do filme “Perdido em Marte” (2015). Ela será vista a seguir na comédia “Tully”, de Jason Reitman (“Jovens Adultos”), que chega aos cinemas brasileiros em 25 de maio. O novo “Exterminador do Futuro” tem estreia marcada para julho de 2019.

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  • Filme

    Série Sopranos vai ganhar prólogo cinematográfico

    9 de março de 2018 /

    O criador da série “Sopranos”, cujo último capítulo foi ao ar em 2007, resolveu retomar a família mafiosa do canal pago HBO num longa-metragem. Mas, em vez de continuar a história, ele pretende fazer um prólogo, passado nos 1960, que mostrará as versões jovens de diversos personagens conhecidos. Segundo o site Deadline, o projeto está sendo chamado “The Many Saints of Newark” e teria como contexto os conflitos entre negros e imigrantes italianos de Newark, em Nova Jersey, sobretudo os gângsteres das duas comunidades. Numa entrevista de 2012, Chase já tinha mencionado o desejo de criar um prólogo. Para ele, seria a única forma de retornar ao universo dos Sopranos, após a morte de James Gandolfini, intérprete do protagonista da atração. O ator faleceu em 2013, aos 51 anos, de ataque cardíaco. Entretanto, o final ambíguo da série lhe permitiria continuar a história, considerando que Tony Soprano, o personagem de Gandolfini, poderia ter sido assassinado nos segundos seguintes ao escurecimento final da tela – o que daria maior peso para a forma como a série acabou. Mas Chase já disse não considerar esse caminho, em homenagem ao ator. “Há alguns episódios na História que me interessam, como Newark, em New Jersey. Um deles seria no fim dos anos 1960, começo de 1970, sobre a animosidade racial, ou o começo, o comecinho mesmo, da invasão das drogas”, ele antecipou há seis anos. “Sopranos” é considerada uma das séries mais influentes de todos os tempos. A complexidade de sua narrativa abriu as portas para uma revolução televisiva, que transformou a HBO em padrão de qualidade a ser seguido. Primeira produção de TV paga a vencer o Emmy de Melhor Série de Drama, ela mudou um paradigma, levando ao domínio das séries por assinatura nas premiações da indústria. Ao todo, “Sopranos” conquistou 21 prêmios Emmy durante as seis temporadas em que ficou no ar, entre 1999 e 2007. O filme estaria sendo desenvolvido pelo estúdio New Line, parte do conglomerado Warner, do qual também faz parte a HBO.

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  • Série

    Diretor de Homem de Ferro e Mogli vai criar a primeira série com atores de Star Wars

    9 de março de 2018 /

    O diretor Jon Favreau vai completar sua volta olímpica pelo conglomerado Disney. Após fazer sucesso no Marvel Studios, à frente de “Homem de Ferro” e “Homem de Ferro 2” e como produtor dos filmes dos “Vingadores”, e revolucionar as versões “live action” das fábulas encantadas do estúdio com “Mogli, o Menino Lobo”, além do vindouro “O Rei Leão”, ele agora trabalhará num projeto da LucasFilm. Favreau vai escrever e dirigir a primeira série com atores baseada no universo de “Star Wars”. Vale lembrar que ele já tem uma relação com “Star Wars”. Favreau dublou um personagem na série de animação “Star Wars: Guerra dos Clones” e tem um papel em “Solo: Uma história Star Wars”, previsto para chegar aos cinemas em maio. “Se quando eu tinha 11 anos alguém me dissesse que eu iria contar histórias no universo ‘Star Wars’ eu não acreditaria”, disse Favreau em nota oficial. “Mal posso esperar para embarcar nessa experiência.” A Disney está desenvolvendo a série de “Star Wars” para seu serviço próprio de streaming, que deve ser lançado no ano que vem.

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    The Walking Dead passa a ser exibida uma hora mais cedo no Brasil

    9 de março de 2018 /

    O início do horário de verão norte-americano no próximo fim de semana vai ter impacto na transmissão das séries exibidas (quase) simultaneamente na TV paga brasileira. O caso em que a mudança será mais notada é “The Walking Dead”. A série, normalmente exibida aos domingos às 23h30, começará uma hora mais cedo a partir de 11 de março – o seja, às 22h30 – e seguirá este padrão até o fim da temporada, em abril. A transmissão na Fox Premium 2 também acontecerá às 22h30, sem intervalos comerciais. Mas quem se descuidar, ainda poderá ver a série no horário antigo. A Fox exibe uma reprise logo após o final da transmissão original. Além disso, o mesmo episódio ainda é exibido em versão dublada nas noites de segunda-feira, às 22h30.

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    Ellen Pompeo recusa papel de vilã na demissão das atrizes de Grey’s Anatomy

    9 de março de 2018 /

    Diante da repercussão negativa da demissão das atrizes Sarah Drew e Jessica Capshaw da série “Grey’s Anatomy”, a atriz Ellen Pompeo, intérprete da protagonista Meredith Grey, decidiu usar as redes sociais para se defender de ilações sobre uma suposta relação entre seu recente aumento salarial e o corte no elenco. O site Deadline fez esta relação, ao lembrar dos US$ 20 milhões obtidos por Pompeo em sua renovação contratual para estrelar mais duas temporadas da série, poucos meses antes da saída das intérpretes de April e Arizona. Isto foi suficiente para alimentar as especulações dos fãs. Após a showrunner Krista Vernoff publicar um comunicado em seu Twitter, negando categoricamente que os dois fatos estejam relacionados, Pompeo também se manifestou nas redes sociais. “É lamentável que o Deadline opte por tentar colocar mulheres umas contra as outras no Dia Internacional das Mulheres”, ela criticou. “Eu sou uma garota crescida. O Deadline pode me visar se quiser, mas, para os fãs, por favor não caiam nessa armadilha. Isso [as demissões] está muito acima da minha alçada”. Veja os tuítes originais abaixo: Its unfortunate that @DEADLINE chooses to try to pit women against eachother on #InternationalWomensDay #shameonyounotme — Ellen Pompeo (@EllenPompeo) March 8, 2018 I'm a big girl @DEADLINE can take shots at me if they want but to the fans please don't fall into that trap. This is above my pay grade — Ellen Pompeo (@EllenPompeo) March 8, 2018

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    Produtora jura que demissões de Grey’s Anatomy não tem relação com salário de Ellen Pompeo

    9 de março de 2018 /

    As demissões das atrizes Sarah Drew e Jessica Capshaw da série “Grey’s Anatomy” pegou mal entre os fãs da série, originando protestos nas redes sociais e especulações sobre a relação do corte no elenco com o aumento conquistado pela protagonista Ellen Pompeo, que vai receber US$ 20 milhões para participar das próximas duas temporadas. Até o site Deadline fez esta relação, o que levou a showrunner Krista Vernoff a publicar um comunicado em seu Twitter, negando veementemente que a dispensa das intérpretes de April e Arizona fosse uma compensação pelo salário elevado de Pompeo. “A sugestão de que haja relação entre nossas mudanças no elenco e a renegociação salarial de Ellen Pompeo é errada, maldosa e equivocada”, escreveu Vernoff. “Ela parte de uma noção antiquada e patriarcal de que as mulheres devem ser colocadas umas contra as outras e que o sucesso de uma mulher custará caro para as outras”. Vernoff destacou que Pompeo “defendeu apaixonadamente seus companheiros de elenco” e tem sido um exemplo para mulheres que buscam defender seus direitos no ambiente de trabalho. E reiterou que a decisão de agitar o elenco “foi criativa”. “A única coisa mais constante que Ellen Pompeo em ‘Grey’s Anatomy’ é nossa tendência de renovação. Isto é parte do nosso sucesso e o que torna a série tão excitante. E essa é toda a história”. Atualmente na 14º temporada, “Grey’s Anatomy” acompanha o cotidiano dos médicos de um hospital de Seattle, nos Estados Unidos, enquanto cuidam de pacientes e tentam manter seus relacionamentos amorosos. Mesmo após tanto tempo, a atração criada em 2005 por Shonda Rhimes continua a ser líder de audiência da rede americana ABC. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony. Veja a nota original da produtora abaixo. Regarding #GreysAnatomy and @EllenPompeo pic.twitter.com/d2ynURphsR — Krista Vernoff (@KristaVernoff) March 8, 2018

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    Intérpretes de Arizona e April assumem surpresa e tristeza por demissões de Grey’s Anatomy

    9 de março de 2018 /

    A decisão das produtoras de “Grey’s Anatomy” de tirar as personagens Arizona Robbins e April Kepner da série surpreendeu as atrizes que interpretam as duas médicas. As duas foram às redes sociais. Sarah Drew, intérprete de April, admitiu que ainda não conseguiu processar sua demissão. E Jessica Capshaw, a Arizona, se disse muito triste. Em seu Instagram, Drew agradeceu ao carinho dos fãs e compartilhou sua reação. “Sei que vocês estão tristes. Eu estou triste também. Recebi essa informação há menos de 48 horas, então ainda não estou pronta para escrever os meus agradecimentos e fazer um balanço sobre os meus nove anos na série. Isso virá depois”, prometeu. “No momento, eu gostaria de dizer que amo vocês. Também amo April, e a história dela ainda não acabou. E a boa notícia (pelo menos para mim) é que estou aqui no estúdio sendo a sombra de uma das pessoas favoritas, Kevin McKidd [intérprete de Owen Hunt]”, contou ela, que segue gravando a série. “Fico com minha família de ‘Grey’s’ nesta semana e na próxima, então vou poder processar todos os meus sentimentos cercada dessa comunidade que cuidou de mim por quase uma década. Por isso, sou muito grata.” Jessica também publicou seu recado no Instagram. “Nos últimos dez anos, eu tive o raro privilégio de não apenas dar vida a Arizona Robbins, mas também de me apaixonar por ela”, disse a atriz. “Arizona é gentil, inteligente, engraçada, corajosa, destemida e muito boa no seu trabalho.” Ela ressaltou que sua personagem foi uma das primeiras integrantes da comunidade LGBTQ a ser representada no elenco principal em uma série da TV aberta norte-americana: “Seu impacto no mundo é para sempre.” Mas confirmou sua tristeza com a decisão dos produtores. “Estou triste ao ver ela partir, mas me consolo ao pensar que continuará viva no nosso consciente”. Sem mágoas, ela terminou seu recado com um agradecimento. “Shonda, obrigado por essa incrível jornada”, escreveu, referindo-se à criadora da série Shonda Rhimes. Veja as notas originais das duas atrizes abaixo. ❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Sarah Drew (@thesarahdrew) em 8 de Mar, 2018 às 10:56 PST Uma publicação compartilhada por Jessica Capshaw (@jessicacapshaw) em 8 de Mar, 2018 às 10:54 PST

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    April e Arizona vão sair de Grey’s Anatomy na atual temporada

    9 de março de 2018 /

    As atrizes Jessica Chapshaw e Sarah Drew, que interpretam Arizona e April em “Grey’s Anatomy”, vão deixar a série ao final da atual temporada. “É muito difícil dizer adeus para um dos meus personagens”, disse a produtora executiva Shonda Rhimes, ao fazer o anúncio. “Tanto Arizona Robbins quanto April Kepner não são apenas amadas, mas se tornaram ícones. Uma é gay [Arizona] e outra uma cristã devota [April], integrantes de comunidades tão pouco representadas na TV… Elas sempre farão parte da família Shondaland”. Jessica interpreta a médica pediatra Arizona Robbins desde a 5ª temporada (de 2008) e Sarah entrou na trama no ano seguinte, na pele da então residente April Kepner. Já a showrunner Krista Vernoff disse que as despedidas fazem parte do trabalho. “Como roteiristas, nosso dever é seguir as histórias até onde elas querem ir, e isso às vezes significa dar adeus a personagens que amamos. Foi uma alegria e um privilégio trabalhar com essas atrizes talentosas”, declarou. A saída da dupla foi decretada alguns meses após a protagonista Ellen Pompeo firmar um contrato de US$ 20 milhões para estrelar mais duas temporadas da série. Atualmente na 14º temporada, “Grey’s Anatomy” acompanha o cotidiano dos médicos de um hospital de Seattle, nos Estados Unidos, enquanto cuidam de pacientes e tentam manter seus relacionamentos amorosos. Mesmo após tanto tempo, a atração criada em 2005 por Shonda Rhimes continua a ser líder de audiência da rede americana ABC. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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    Michael B. Jordan anuncia que todos os contratos de sua produtora terão cláusula de inclusão

    9 de março de 2018 /

    O ator Michael B. Jordan, que está em cartaz como o vilão Erik Killmonger em “Pantera Negra”, anunciou em seu Instagram que vai usar o “inclusion rider”, a cláusula de inclusão, que exige diversidade nas equipes de produção, em todos projetos futuros de sua produtora Outlier Society Productions. O termo se tornou conhecido após Frances McDormand falar sobre o requisito ao receber o Oscar 2018 de Melhor Atriz por “Três Anúncios para um Crime”. “Eu tenho duas palavras para vocês: inclusion rider”, disse, ao final de seus agradecimento, conclamando as mulheres que lutam por igualdade a exigirem a cláusula de inclusão em seus contratos. “Eu sou um privilegiado por trabalhar com mulheres empoderadas e negros durante minha carreira”, escreveu o ator na mensagem. “Em apoio às mulheres e homens que estão liderando essa luta, e vou adotar o ‘inclusion rider’ em todos projetos da minha companhia Outlier Society”. In support of the women & men who are leading this fight, I will be adopting the Inclusion Rider for all projects produced by my company Outlier Society. I’ve been privileged to work with powerful woman & persons of color throughout my career & it’s Outlier’s mission to continue to create for talented individuals going forward. If you want to learn more about how to support the cause – link in bio. #OutlierSociety #AnnenbergInclusionInitiative Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em 7 de Mar, 2018 às 3:03 PST

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    Homenagem a Mark Hamill na Calçada da Fama de Hollywood vira evento de Star Wars

    9 de março de 2018 /

    O ator Mark Hamill finalmente recebeu sua estrela na Calçada da Fama na tarde de quinta (8/3) no Hollywood Boulevard. Realizada pela Câmara do Comércio de Hollywood, a homenagem acabou virando uma mini convenção de “Star Wars”, com discursos de seu colega Harrison Ford (o eterno Han Solo) e do cineasta George Lucas, criador da franquia, roteirista e diretor do filme que começou tudo em 1977. Além deles, também marcaram presença duas atrizes da nova trilogia da Disney, Kelly Marie Tran (Rose Tico) e Billie Lourd (Tenente Connix), filha de Carrie Fisher (a eterna Princesa Leia), falecida em dezembro de 2016. Sem esquecer do robô R2-D2, uma escolta de stormtroppers e, claro, uma multidão de fãs, que se aglomerou para ver seus ídolos. Bem-humorado, Hamill agradeceu a homenagem com um discurso breve, “porque me faltam palavras”, disse. “E não tinha ficado sem fala desta maneira desde ‘O Despertar da Força'”, brincou ele, em alusão à sua aparição em “O Despertar da Força” (2015), na última cena do minuto final, sem dizer uma única palavra. Hamill ainda agradeceu a George Lucas, criador do universo da franquia, a Harrison Ford, a sua família e aos fãs, por estarem junto nos bons e maus momentos da carreira. Em seu momento mais emotivo, também aconteceu uma singela homenagem de Harrison Ford à atriz Carrie Fisher. “Pensando sobre hoje, eu realmente lamento que nós não estejamos com o outro membro do nosso trio para comemorar, mas eu consigo sentir a presença dela”, disse o ator sob aplausos, lembrando a parceria entre os personagens Luke Skywalker, Han Solo e a princesa Leia na primeira trilogia da saga. Famoso pelo papel de Luke Skywalker, o protagonista da primeira trilogia de “Star Wars”, Mark Hamill tem mais de 40 anos de carreira, com diversas participações em séries, filmes e animações. Seu segundo papel mais duradouro é o de dublador do Coringa em diversas séries e longas animados da DC Comics, de 1992 até os dias de hoje, com uma risada e voz inimitáveis.

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    Susan Sarandon lembra de exemplo de Paul Newman no Dia Internacional da Mulher

    9 de março de 2018 /

    Susan Sarandon aproveitou o tema do Dia Internacional das Mulheres para prestar homenagem a um homem exemplar. Em entrevista à rádio BBC, ela revelou que, há 20 anos, o ator americano Paul Newman lhe deu a parte do seu salário para que ela ganhasse o mesmo que ele nas filmagens de “Fugindo do Passado” (1998). A atriz contou nesta quinta (8/3) que o contrato da produção do filme de 1998 tinha uma cláusula que previa que todos os protagonistas deveriam ganhar o mesmo que o ator com o salário mais alto. Mas ela descobriu que, apesar disto e de ela ter a mesma carga de trabalho dos demais, a paridade salarial só era aplicada aos colegas homens – Newman e Gene Hackman. Ao saber dessa diferença, Newman resolveu agir. “Ele deu um passo à frente e disse: ‘Bem, vou lhe dar parte do meu cachê’. Ele era uma joia”, afirmou Sarandon sobre a atitude do amigo. Paul Newman faleceu em setembro de 2008 e foi um dos atores mais queridos e idolatrados de Hollywood. Ele foi indicado a dez Oscars, venceu um (por “A Cor do Dinheiro”) e recebeu dois prêmios honorários da Academia – um pela carreira e outro humanitário. Sarandon deu a entrevista em Londres durante a divulgação do seu mais recente projeto, o documentário “Bombshell: The Hedy Lamarr Story”, sobre a atriz e inventora Hedy Lamarr (1914-2000). Ela é produtora do filme.

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