Filha de Paul Walker vai receber indenização da Porsche pela morte do pai
Meadow, filha do astro Paul Walker (“Velozes e Furiosos”), será indenizada pela Porsche pelo acidente que matou seu pai em 2013. Segundo o site The Blast, o valor que a família do ator receberá é confidencial e o valor foi definido depois de um acordo entre as partes. Em 2015, a montadora tinha se declarado inocente e afirmou que o acidente fatal com o sofisticado Carrera GT 2005, dirigido por Walker, teria sido causado por “imprudência e mau uso do veículo”. Na ocasião, o carro era pilotado por Roger, amigo do ator, que também faleceu. A dupla estava a 144 km por hora e acabou se chocando violentamente em uma árvore e no concreto. Diante da declaração, Meadow disse que era “lamentável que a Porsche culpasse a própria vítima” e alegou que o cinto de segurança usado pelo pai fez com que suas costelas e pélvis se partissem ao meio, o deixando preso ao banco. Em processo, ela culpou a falta de segurança e instabilidade do carro pela morte do pai. Seus advogados apuraram que o Porsche Carrera GT tinha “uma história de instabilidade e problemas de controle”.
Vilão de Rogue One pode viver o malvadão do filme da Capitã Marvel
A Marvel está sondando o ator Ben Mendelsohn para que viver o vilão de “Capitã Marvel”. O personagem ainda não divulgado, mas, segundo a revista Variety, é bem provável que ele seja o líder dos Skrulls, a raça alienígena metamorfa que estará no filme. Mendelsohn tem se especializado em dar vida a vilões. Recentemente, ele interpretou o antagonista de “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016) e interpretará o diabólico Nolan Sorrento em “Jogador Número Um”, previsto para abril de 2018. Por enquanto, os únicos confirmados no elenco são a atriz Brie Larson (“Kong: A Ilha da Caveira”), que viverá a protagonista, e participação de Samuel L. Jackson (“Os Vingadores”) no papel de Nick Fury. A trama será ambientado nos anos 1990, mas ainda está sendo escrita. A roteirista Geneva Robertson-Dworet (do vindouro “Tomb Raider”) foi contratada em agosto para ajeitar o roteiro, trabalhando em cima da história escrita por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). A direção está a cargo do casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia é prevista para março de 2019.
BBC anuncia elenco totalmente reformulado para a 11ª temporada de Doctor Who
A rede BBC anunciou um elenco completamente reformulado para a 11ª temporada de “Doctor Who”, que acompanhará a estreia da atriz Jodie Whittaker como a primeira mulher a assumir o papel do Doutor. Ao lado dela, estarão Bradley Walsh (que dará vida a um personagem chamado Graham), Tosin Cole (Ryan), Mandip Gill (Yasmin) e Sharon D. Clarke (em um papel secreto, supostamente já visto na série). O personagem de Walsh será possivelmente o companheiro da Doctor Who nas aventuras da nova temporada, numa inversão sexual do papel da “acompanhante”. Jodie Whittaker vai estrear como Doutora no próximo especial de Natal da série, que marcará a despedida de Peter Capaldi, após quatro anos no papel. Além disso, o produtor-roteirista Peter Moffat também será substituído na função de showrunner por Chris Chibnall, criador da premiada série “Broadchurch”, de onde vem Whittaker – e que ironicamente era estrelada pelo ex-“Doctor Who” David Tennant. O especial vai ao ar em 25 de dezembro no Reino Unido, mas a 11ª temporada ainda não teve sua data de estreia divulgada. No Brasil, “Doctor Who” é exibida pelo canal pago Syfy. Meet the 13th Doctor's new friends! Yasmin (Mandip Gill), Ryan (Tosin Cole), and Graham (Bradley Walsh) #DoctorWho pic.twitter.com/6l9iVkvu0d — Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) October 22, 2017
Começam as filmagens de Venom, estrelado por Tom Hardy
Começaram as filmagens de “Venom”, o filme do vilão do Homem-Aranha, que traz Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A produção do filme postou no Twitter uma foto do primeiro dia de trabalho. Veja abaixo. Na trama, Hardy vive o jornalista frustrado Eddie Brook, que acaba virando o hospedeiro da criatura alienígena. O personagem já apareceu nos cinemas, interpretado por Topher Grace em “Homem-Aranha 3” (2007), quando o herói-aracnídeo ainda era vivido por Tobey Maguire. O filme não faz parte do acordo da Sony com a Marvel e não terá participação de Tom Holland, intérprete atual do Homem-Aranha, que está contratado apenas para três filmes individuais e três aparições em produções da Marvel (“Capitão América: Guerra Civil” e os próximos dois “Vingadores”). Será curioso ver como os roteiristas irão resolver o problema de apresentar o personagem sem incluir o Aranha na história, uma vez que a origem de Venom está relacionada a um uniforme negro do super-herói. A direção de “Venom” está a cargo de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e o elenco inclui Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”), Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e Jenny Slate (série “Married”). A estreia está marcada para outubro de 2018. Day 1. #Venom pic.twitter.com/ftkf9pEWn3 — Venom Movie (@VenomMovie) October 24, 2017
Diretor de Logan diz que está escrevendo um spin-off centrado em X-23
O diretor de “Logan”, James Mangold, informou que já está escrevendo o roteiro do filme de X-23, também conhecida como Laura, a jovem mutante vivida por Dafne Keen no último filme de Wolverine. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ele afirmou que o sucesso de “Mulher Maravilha” abriu as portas para mais filmes protagonizados por heroínas. “O sucesso de Mulher-Maravilha faz com que os estúdios tenham menos medo de fazer um filme com uma protagonista femina, isso me dá mais espaço para mudar o jogo e explorar essa personagem e dizer ‘o que vamos fazer com ela agora?’. Estamos nessa fase com o roteiro de Laura, sonhando.” Craig Kyle, que criou X-23 em 2003, na série animada “X-Men: Evolution”, está trabalhando com Mangold na história do spín-off. Kyle também é um dos roteiristas de “Thor: Ragnarok”, que estreia nesta quinta (26/10). O filme ainda está em estágio inicial, mas definitivamente está nos planos da 20th Century Fox.
Helen Mirren é assombrada por fantasmas no trailer do primeiro terror de sua carreira
A CBS Films divulgou a primeira foto oficial, o pôster e o trailer de “Winchester: The House That Ghosts Built”, primeiro terror da carreira cinquentenária da atriz Helen Mirren (“A Rainha”). Ela interpreta Sarah Winchester, herdeira do fabricante dos famosos rifles Winchester, popularizados no Velho Oeste, que acredita ser perseguida por fantasmas de todas as vítimas da arma. Após as súbitas mortes do marido e do filho, ela se dedica obcecadamente a construir e se trancar em uma mansão enorme e labiríntica para manter os espíritos distantes. O elenco também destaca Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como o psiquiatra chamado para avaliar o estado mental da viúva, além de Sarah Snook (“O Predestinado”) e Angus Sampson (série “Shut Eye”). O roteiro e a direção são dos irmãos Michael e Peter Spierig (“O Predestinado”). E apesar de a história lembrar ligeiramente a série “Wynonna Earp”, a inspiração são fatos reais. A construção da mansão de Winchester em San Jose, na Califórnia, durou continuamente de 1884 a 1922, rendendo a casa mais incomum do mundo, em forma de labirinto, com 160 quartos, 2 mil portas, 10 mil janelas, 9 cozinhas, 13 banheiros e 47 escadas, muitas das quais não levam a lugar algum. Na época, o custo da obra foi de US$ 5 milhões. “Winchester” chega aos cinemas americanos em fevereiro e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Ciborgue é destaque de novo vídeo legendado da Liga da Justiça
Depois dos vídeos focados em Aquaman (Jason Momoa) e Flash (Ezra Miller), a Warner divulgou um pôster animado e uma apresentação do herói Ciborgue (Ray Fisher) em “Liga da Justiça”. O vídeo traz muitas cenas inéditas, intercaladas com depoimentos de Fisher, que explica a origem e os poderes de seu personagem. Além dos citados, o grupo de heróis da DC Comics ainda inclui Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot) e o escondido Superman (Henry Cavill). Dirigido por Zack Snyder (de “Batman vs. Superman”) e refeito por Joss Whedon (“Os Vingadores”), “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. He’s more than just a man. He’s #Cyborg. #JusticeLeague pic.twitter.com/rOdJHs9dGn — Justice League Movie (@justiceleaguewb) October 24, 2017
Mark Wahlberg diz se arrepender de ter feito Boogie Nights, que o tornou astro de Hollywood
Antes de “Boogie Nights” (1997), Mark Wahlberg era Marky Mark, um rapper medíocre que tinha um irmão na boy band New Kids on the Block. Depois de “Boogie Nights”, ele virou um ator que Hollywood passou a levar a sério. Mas, uma fortuna e uma carreira depois, ele agora se diz arrependido de ter feito o filme do diretor Paul Thomas Anderson, até hoje considerado o melhor trabalho de sua filmografia. Tudo porque o papel era de um ator pornô, na nascente indústria do cinema adulto dos anos 1970. “Eu sempre espero que Deus seja um fã do cinema e também perdoe, porque eu fiz algumas escolhas ruins no passado”, afirmou o ator, segundo o site Chicago Inc. Questionado de qual filme estaria falando, Wahlberg foi direto: “‘Boogie Nights’ está lá no topo da lista.” Católico fervoroso, Wahlberg mostrou-se arrependido de ter feito o filme num encontro religioso, em uma igreja católica de Chicago. Sua aparição no evento teria como objetivo atrair os jovens para a religião. No início deste ano, o ator já tinha dito à ABC News que quase recusou o papel principal no filme, mas acabou convencido pelo roteiro e pelo envolvimento de Anderson. Ele acrescentou, no entanto, que nunca repetiria o papel. “Tenho quatro filhos, duas filhas, sou casado e tento não deixar que isso afete o que eu faço como artista. Mas, sendo um pai, seria mais difícil tomar essa decisão agora”.
Diretor de clipe inédito de Anitta é acusado de assédio sexual
O fotógrafo e diretor de clipes Terry Richardson é mais um nome denunciado por assédio sexual nos Estados Unidos. Após as acusações, ele entrou numa lista negra das revistas americanas de moda, como Vogue, Vanity Fair e Glamour. Richardson dirigiu recentemente o clipe inédito de “Vai Malandra”, funk da cantora Anitta que ainda não foi lançado. No domingo, o jornal britânico The Times questionou como é que, depois do escândalo que envolveu o produtor cinematográfico Harvey Weinstein, Richardson ainda continuava a trabalhar. O texto o chamava de “Harvey Weinstein da moda” e citava uma ex-editora da revista i-D, Caryn Franklin, dizendo que o comportamento do fotógrafo era um segredo de polichinelo: “As pessoas eram cautelosas… Todas conheceram alguém que conhecia alguma coisa”. Após a publicação, James Woolhouse, vice-presidente executivo da Condé Nast, grupo responsável pelas principais revistas de moda dos Estados Unidos, enviou um email, que foi vazado, avisando às equipes de suas publicações para não trabalharem mais com o fotógrafo daqui em diante. “Editoriais de fotos que já tenham sido encomendados ou mesmo realizados, mas ainda não publicados, devem ser descartados e substituídos por outros materiais. Por favor, confirmem que essa política será aplicada imediatamente. Obrigado pelo apoio nesse assunto”, afirma Woolhouse no texto. A editora Condé Nast também assinalou que “o assédio sexual sob todas as suas formas não será tolerado”. Uma representante de Terry Richardson em Nova York afirmou que o fotógrafo estava “decepcionado com a existência desta mensagem, principalmente porque ele já respondeu a essas velhas histórias”. “Ele é um artista conhecido por seu trabalho sexualmente explícito, muitas de suas interações profissionais com modelos abordam temas de natureza sexual e explícita, mas todos os modelos participam consensualmente”. Segundo a Newsweek, as primeiras acusações sobre o comportamento do fotógrafo de 52 anos surgiram em 2010. E se muitas revistas e empresas continuaram a colaborar com Richardson, outras deixaram de fazê-lo como a Aldo, H&M e Target. Há duas semanas, Valentino lançou uma campanha fotografada por ele, por exemplo. Mas após a decisão da Condé Nast, apagou seu nome e avisou que foi o último trabalho dele para a grife. “Levamos essas alegações contra Terry Richardson a sério”, disse um porta-voz da empresa na terça (24/10). Além de fotos de moda e de celebridades, geralmente envolvendo nudez, ele assinou clipes de Miley Cyrus (“Wrecking Ball”), Taylor Swift (“The Last Time”), Lady Gaga (“Cake”) e Beyoncé (“Xo”), entre outras estrelas da música pop. Miley chegou a comentar ter se arrependido de fazer “Wrecking Ball” nua, afirmando que estava chapada.
Mais de 200 mulheres acusam o diretor James Toback de assédio, inclusive Julianne Moore
Após a publicação da reportagem em que mais de 30 mulheres acusaram o diretor James Toback de abuso sexual, o repórter responsável pela matéria no jornal Los Angeles Times declarou que outras 193 mulheres o contataram com novas denúncias. Glenn Whipp divulgou o número alarmante pelo Twitter, dizendo que as vítimas se sentiram encorajadas a contatá-lo após o artigo, publicado no último domingo (22/10). Todas as mulheres relatam que Toback as atraía se vangloriando de sua carreira no cinema e dizendo que poderia torná-las estrelas de Hollywood. Em seguida, guiava a conversa para assuntos pessoais e fazia perguntas sobre sexo, convidando-as para um teste privado de interpretação. Ao ver a repercussão do caso, a atriz Julianne Moore lembrou que Toback a abordou na rua com a mesma conversa nos anos 1980. “Vamos fazer um teste, venha ao meu apartamento”, citou a vencedora do Oscar por “Para Sempre Alice” (2014), usando seu Twitter. “Eu recusei. Um mês depois, ele me viu na rua e fez o convite novamente com as mesmas palavras. Eu disse: ‘Você não se lembra de ter feito isso antes?'”. Toback nega todas as acusações, com a desculpa de que seria “biologicamente impossível” que ele tenha cometido assédio devido a um problema de coração e diabetes. Indicado ao Oscar pelo roteiro de “Bugsy” (1991), James Toback trabalha em Hollywood desde os anos 1970. Seu filme mais recente, “The Private Life of a Modern Woman”, tem Sienna Miller como protagonista e estreou no Festival de Veneza este ano. UPDATE: 38 women contacted me for this story. That number has now doubled since it was published. https://t.co/beVGHWGOKM — Glenn Whipp (@GlennWhipp) October 22, 2017 Updating again: Since this story published on Sunday, 193 additional women have contacted me to talk about Toback. https://t.co/beVGHWpdmc — Glenn Whipp (@GlennWhipp) October 23, 2017 @GlennWhipp 1 – #JamesToback approached me in the 80's on Columbus Ave with the same language – wanted me to audition, come to his apt. — Julianne Moore (@_juliannemoore) October 24, 2017 @GlennWhipp 2. I refused. One month later he did it again with the EXACT same language. I said don't u remember u did this before? — Julianne Moore (@_juliannemoore) October 24, 2017
Série animada Dora, a Aventureira vai ganhar filme com atores
A Paramount está desenvolvendo filme baseado na série animada “Dora, a Aventureira” (Dora the Explorer). Segundo o site The Hollywood Reporter, detalhes do projeto são sigilosos, mas rumores sugerem que esta será uma versão live-action que acompanhará Dora já adolescente se mudando para a cidade de seu primo Diego. Exibida pelo canal infantil Nickelodeon entre 1999 e 2015, “Dora, a Aventureira” acompanhava a protagonista Dora Marquez, uma menina hispânica de oito anos, em aventuras didáticas ao lado de seu macaco de botas vermelhas, chamado justamente de Botas, sua mochila falante, batizada de Mochila, e um mapa que oferece orientações e conselhos, o Mapa. O desenho tinha caráter educativo e um componente interativo, com os personagens se dirigindo aos telespectadores e os ensinando a falar espanhol (inglês, nas versões dubladas em português). Esse formato se tornou popular e acabou adotado por muitos outros desenhos pré-escolares nos anos seguintes. O roteiro da adaptação está a cargo de Nick Stoller, que escreveu “Os Muppets” (2011) e dirigiu “Vizinhos” (2014). E a produção é de Michael Bay (o diretor de “Transformers”) e seus sócios na produtora Platinum Dunes, Andrew Form e Brad Fuller. A expectativa de lançamento é para 2019.
The Walking Dead tem pior estreia de temporada em cinco anos
A estreia da 8ª temporada de “The Walking Dead” foi vista ao vivo por 11,4 milhões de telespectadores nos Estados Unidos. Parece muita gente, e de fato foi o suficiente para liderar a audiência do domingo (22/10) na TV paga americana. Mas os números representam o pior público de uma estreia de temporada da série nos últimos cinco anos. Desde 2013, todas as aberturas de temporada renderam mais audiência. Em 2015, foram 14,6 milhões de pessoas. No ano passado, o número chegou a 17 milhões. A comparação demonstra uma queda brutal. “The Walking Dead” perdeu 5,6 milhões de telespectadores – mais que o público de todas as séries da DC Comics na rede CW juntas. O fato é preocupante porque o episódio de estreia costuma render a maior audiência do ano. E embora muitos se recusem a encarar a realidade, o capítulo também teve a pior história de abertura de temporada de toda a série, marcado por uma narrativa fragmentada com flashforwards, numa imitação de “Lost”, e ações sem lógica dos personagens – a ponto de o diretor do capítulo ter precisado justificá-las em entrevistas para a imprensa norte-americana. Caso em questão: cercado por inimigos, o vilão Negan (Jeffrey Dean Morgan) sai de seu esconderijo, encara os adversários como um pavão e faz um longo discurso sobre o tamanho de partes de sua anatomia sem que ninguém dispare um tiro sequer. Ele tem tempo até para ameaçar a estabilidade dos rivais, à distância de um cuspe, sem se sentir ameaçado. Mas se a dúzia de “soldados” de Rick (Andrew Lincoln) presentes na cena disparasse, o pavão seria depenado. Fim da “guerra total” com o mínimo de mortes, graças à eficiente eliminação do “Hitler” da atração. Porém, o episódio foi escrito pelo showrunner Scott M. Gimple, responsável pelo ritmo de zumbi que a trama adotou. Gimple assumiu “The Walking Dead” justamente em 2013 e, enquanto a audiência aumentava, era cumprimentado por não fazer nada demais. Sua marca como showrunner tem sido basicamente transcrever as histórias dos quadrinhos de Robert Kirkman para as telas. Desde que Glen Mazzara surpreendeu ao matar Andrea (Laurie Holden) em sua despedida, no final da 3ª temporada, nenhum outro personagem da série morreu fora de seu arco nos quadrinhos. Por isso, Glenn (Steven Yeun) e Abraham (Michael Cudlitz) eram mortes certas. E por isso o suspense acabou na produção. A 7ª temporada marcou o ponto “alto” das transcrições, com episódios citando diálogos dos quadrinhos integralmente. Assim, além do suspense, o próprio ritmo da série ficou comprometido, dada a obsessão em retratar uma edição por episódio – 20 e poucas páginas de quadrinhos transformadas em 40 e poucos minutos televisivos… Em contraste com “Game of Thrones”, que melhorou e disparou sua audiência ao se distanciar da trama original – até porque a trama superou a história publicada – , “The Walking Dead” só tem piorado e perdido público ao aderir de forma obsessiva ao material pré-existente. A queda de audiência é um alerta. Ela demostra consolidação de tendência, pois a diferença de 5,6 milhões de telespectadores entre os começos da 7ª e da 8ª temporadas iguala o público que assistiu ao final do arco anterior. De acordo com os dados da Nielsen, o final da temporada passada foi visto por 11,3 milhão de telespectadores, basicamente o mesmo público da estreia da nova fase. E aquele também foi o pior público de final de temporada da série em cinco anos. Isto representa uma queda de 32,9%. Um terço das pessoas que sintonizaram a estreia do ano passado desistiram de continuar acompanhando a história. E não voltaram para retomar a série em 2017. Isto é um fato considerável. Outros sucessos de audiência, quando tiveram quedas brutais, jamais se recuperaram.
Valquíria é primeira personagem LGBT+ da Marvel? Não em Thor: Ragnarok
A atriz Tessa Thompson afirmou no Twitter que seu papel em “Thor: Ragnarok”, a Valquíria, seria a primeira personagem LGBT+ a aparecer em um filme da Marvel. “Ela é bissexual. E sim, ela se preocupa muito pouco com o que os homens acham dela. Muito divertido interpretar isso!”, escreveu. A declaração se deve ao fato de Valquíria já ter aparecido de forma íntima com outras mulheres nas publicações da Marvel. Veja uma cena típica abaixo. Mas, apesar do que diz a atriz, não há cenas no filme que indiquem a sexualidade da personagem. Além disso, a Valquíria de Tessa Thompson é bem diferente da Valquíria dos quadrinhos, a começar pelo fato de a heroína sempre ter sido retratada como uma loira nórdica. Logo após a declaração da atriz correr o mundo e ganhar manchetes na nerdosfera, Tessa voltou ao Twitter para confessar que sua personagem é, na verdade, assexuada no filme. Ou seja, guarda sua sexualidade no fundo do armário. Portanto, guardem os fogos de artifício. Retratar personagens LGBT+ permanece uma ponte do arco-iris que a Marvel não cruzou nos cinemas. Ao contrário da DC e sua sugestiva Ilha do Paraíso – Themyscira – em “Mulher-Maravilha”. O filme tem estreia prevista para quinta-feira, 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. She’s bi. And yes, she cares very little about what men think of her. What a joy to play! https://t.co/d0LZKTHCfL — Tessa Thompson (@TessaThompson_x) October 21, 2017 YES! Val is Bi in the comics & I was faithful to that in her depiction. But her sexuality isn’t explicitly addressed in Thor: Ragnarok. https://t.co/hmb5lYN5to — Tessa Thompson (@TessaThompson_x) October 23, 2017












