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  • Série

    American Vandal é renovada para 2ª temporada

    26 de outubro de 2017 /

    A Netflix anunciou a renovação de “American Vandal” para a 2ª temporada, e já disponibilizou um vídeo sugerindo a nova investigação do programa. Paródia do formato de séries de documentários sobre crimes reais (como “Making a Murderer”), a atração conquistou críticas muito positivas – tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes – e há quem o considere a melhor comédia da plataforma. “American Vandal” foi criada por Tony Yacenda e Dan Perrault, que fizeram juntos a série “Neon Arcade”, e acompanha um estudante e aspirante a documentarista chamado Peter Maldonado (Tyler Alvarez, da série “Every Witch Way”), disposto a denunciar equívocos da justiça escolar. Na 1ª temporada, Maldonado investigou o caso de um jovem estudante chamado Dylan Maxwel (Jimmy Tatro, de “Anjos da Lei 2”), expulso de sua escola por supostamente pichar 27 carros do estacionamento da escola com desenhos de pênis. Acreditando que o colega era inocente, ele resolve examinar a expulsão controversa e potencialmente injusta do acusado. O caso logo se torna dramático, porque Dylan é um notório desenhador de pênis. Mas Spencer percebe que os sacos dos pênis desenhados pelo colega são diferentes daqueles que ilustram caso de vandalismo e passa a questionar as provas supostamente incriminadoras. A 2ª temporada terá mais oito episódios e chegará à Netflix em 2018.

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  • Etc

    Selma Blair e Rachel McAdams acusam James Toback de abuso sexual

    26 de outubro de 2017 /

    Após mais de 200 aspirantes a atrizes compartilharem histórias de assédio sofrido pelo diretor James Toback, as primeiras estrelas começaram a se manifestar. Selma Blair (“Hellboy”) e Rachel McAdams (“Sherlock Holmes”) contaram à revista Vanity Fair que o roteirista, diretor e produtor, indicado ao Oscar pelo roteiro de “Bugsy” (1991), passou dos limites, no que deveria ser um teste para um filme. Diante da primeira, ele chegou a se masturbar. “Quando ele chamou essas mulheres de mentirosas, disse que não se lembrava de encontrá-las e que o comportamento alegado não poderia ser atribuído a ele, senti uma fúria e uma obrigação de falar em público agora”, disse Blair. Sua experiência com Toback ocorreu em 2000, durante uma reunião para discutir uma participação em ‘O Garoto de Harvard’, que ele escreveu. Enquanto esperava por ele, uma funcionária do hotel se aproximou de Blair e disse que Toback não iria descer, mas que ele havia pedido que ela se juntasse a ele no quarto. “Contra meu melhor julgamento, subi as escadas”, ela contou à revista. No quarto do hotel, Toback teria pedido à Blair para tirar a roupa e recitar um monólogo. Quando ele pediu que ela fizesse sexo com ele, Blair recusou, mas Toback insistiu que ela o deixasse se masturbar na frente dela e disse: “Você não pode sair até eu gozar”. Ela continuou: “Ele me levou de volta à cama. Ele me sentou. Ele se ajoelhou. E ele começou a se esfregar contra minha perna. Ele era engordurado e eu tinha que olhar para aqueles grandes olhos castanhos. Tentei afastar o olhar, mas ele segurava meu rosto. Então fui forçado a olhar nos olhos dele. E eu senti desagrada e envergonhada, e pensei que ninguém jamais me consideraria limpa depois de estar perto do diabo. Sua energia era tão sinistra”. Depois disso, Toback a intimidou para não falar nada sobre o que tinha acontecendo, ameaçando sua vida. “Há uma garota que foi contra mim”, Blair afirma que ele disse. “Ela ia falar sobre algo que fiz. Mas vou te dizer, e isso é uma promessa, não importa o quanto tempo tenha passado, eu tenho pessoas que podem raptar quem falar e jogar no rio Hudson com blocos de cimento nos pés. Você entende do que estou falando, certo?” Selma Blair, que tinha 27 anos na época, não quis participar de “O Garoto de Harvard”, que acabou estrelado por Sarah Michelle Gellar (a “Buffy”) e Joey Lauren Adams (“Procura-se Amy”). A história de Rachel McAdams aconteceu mais ou menos na mesma época, quando ela tinha apenas 21 anos. “Quando cheguei à reunião, ele imediatamente me disse que tinha se masturbado pensando em mim múltiplas vezes desde que viu meu teste de elenco”, contou a atriz. Toback, então, perguntou se podia ver seus pêlos pubianos. McAdams decidiu ir embora. “Eu tive muita sorte de sair e ele realmente não me atacou fisicamente de nenhuma maneira”, disse ela. O diretor recusou o pedido da Vanity Fair para comentar as acusações de Blair e McAdams. Além das duas, Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) também contou ter sido assediada por ele em duas oportunidades, mas na rua, com convites para testes particulares em seu hotel.

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  • Filme

    Rob Zombie vai filmar continuação de Rejeitados pelo Diabo

    26 de outubro de 2017 /

    O cantor e diretor Rob Zombie anunciou que irá filmar uma continuação de seu maior (único) sucesso no cinema, “Rejeitados pelo Diabo” (2005). Segundo o site Bloody-Disgusting, os três psicopatas centrais do primeiro filme estarão de volta: Capitão Spaulding (Sid Haig), Baby (Sheri Moon Zombie, esposa de Rob) e Otis (Bill Moseley). Vale lembrar que o terror de 2005 também era uma espécie de sequência/derivado de “A Casa dos 1000 Corpos” (2003), primeiro longa dirigido por Zombie. Maiores informações, como a possível trama, ainda não foram reveladas. O último filme dirigido por Zombie foi “31”, lançado no ano passado e que rendeu apenas US$ 700 mil nas bilheterias norte-americanas, acompanhado por críticas negativas.

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  • Série

    Disney Channel terá primeiro protagonista gay em série infantil

    26 de outubro de 2017 /

    O Disney Channel vai incluir seu primeiro protagonista gay em uma série para crianças e adolescentes. A 2ª temporada de “Andi Mack”, que estreia nesta sexta (27/10) nos Estados Unidos, revelará que o menino Cyrus (Joshua Rush) tem sentimentos românticos por Jonah (Asher Angel), namorado da personagem título (vivida por Peyton Elizabeth Lee). A saída do armário de Cyrus será a primeira narrativa do gênero no canal, que tem sua programação voltada para o público infantil, entre os 9 e os 16 anos de idade. O próprio intérprete do personagem, Joshua Rush, tem apenas 16 anos. “Andi Mack conta a história de adolescentes descobrindo quem eles são. Terri, o elenco e todos os envolvidos na série tomam muito cuidado para se certificar de que o conteúdo é apropriado para todos os públicos e que mandará uma mensagem poderosa sobre inclusão e respeito para a humanidade”, disse um porta-voz do canal em nota divulgada à imprensa. O comunicado também afirma que a criadora da série, Terri Minsky, fez consultas a especialistas em desenvolvimento infantil para apresentar a jornada de autodescoberta de Cyrus e organizações LGBT+ assistiram ao primeiro episódio da temporada antes dele ir ao ar. Alguns personagens de destaque do Disney Channel já tiveram a orientação sexual questionada, como Ryan Evans (Lucas Grabeel), da trilogia “High School Musical” (2006-2008), mas o melhor amigo de Andi será o primeiro a abordar abertamente o tema. Até chegar nesse personagem histórico, o Disney Channel testou a receptividade de seu público com pequenas doses de diversidade sexual. Em 2014, um casal lésbico participou de um episódio da série “Boa Sorte, Charlie!” (2010-2014), como as mães de uma amiguinha de escola da personagem principal. E no início deste ano, o desenho “Star Contra as Forças do Mal” mostrou dois homens e duas mulheres se beijando rapidamente na plateia de um show musical. Mesmo com estes cuidados, teve pastor brasileiro pregando boicote ao canal por causa disso. Mas vale destacar que mesmo a série “A Casa da Raven” (Raven’s Home), continuação de um dos maiores sucessos do canal e que estreia no Brasil no próximo domingo (29/10), mostra duas mães divorciadas criando seus filhos, numa configuração não tradicional do que conservadores definem como “lar de família”. A 2ª temporada de “Andi Mack” tem estreia nacional prevista para 23 de dezembro. O que será rápido, considerando que o primeiro ano foi encerrado no domingo passado (22/10).

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  • Série

    Trailer da 3ª temporada de Channel Zero junta atrizes de Corrente do Mal e Teen Wolf

    26 de outubro de 2017 /

    O canal SyFy divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada da antologia de terror “Channel Zero”, antecipando o tema e o elenco da nova história. Inspirado na “creepypasta” (conto de terror da internet) “Search and Rescue Woods”, de Kerry Hammond, o terceiro ano foi batizado de “Butcher’s Block” e vai contar a história de uma jovem chamada Alice (papel de Olivia Luccardi, atriz de “Corrente do Mal”) que se muda para uma nova cidade e descobre uma série de desaparecimentos, que podem estar relacionados a um boato desconcertante sobre escadarias misteriosas nos arredores da cidade. O elenco também inclui Holland Roden (série “Teen Wolf”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), Brandon Scott (“Bruxa de Blair”) e Krisha Fairchild (“Krisha”). A série foi criada pelos roteiristas Max Landis (“Victor Frankenstein”) e Nick Antosca (série “Hannibal”) e toda a 3ª temporada será dirigida pela curtametragista Arkasha Stevenson (“Vessels”). Os novos episódios ainda não têm previsão de estreia.

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  • Música

    Camila Cabello vive estrela de novela em clipe com galã da série The Fosters

    26 de outubro de 2017 /

    Camila Cabello lançou o clipe (e o pôster!) de “Havana”, em que celebra suas raízes cubanas com elementos musicais da salsa e cultura latina das telenovelas. No clipe, ela vive três personagens, protagonizando uma telenovela e um filme romântico, além da espectadora tímida de ambos – filha de imigrantes nos Estados Unidos, que sonha com um final feliz. A cena da telenovela, que abre o clipe, é hilária por brincar com os clichês do gênero. Começa com uma traição do namorado com a melhor amiga e até a empregada, mas logo sofre reviravolta, graças à revelação de que, na verdade, se trata de um irmão gêmeo. O verdadeiro namorado permanece fiel e sai do armário, numa referência gay, para pedir a mocinha em casamento. Só que a fiação precária da casa de imigrante em que a espectadora Camila assiste ao desenrolar da história impede que a jovem veja como ela termina. Depois de se desentender com a irmã americana festeira e receber um sermão da avó por preferir novelas à própria vida, ela acaba num cinema, onde se vê na tela com um amante latino. Tudo vai bem até que o casal se desentende e ela não se conforma com o desfecho que deixa a heroína sozinha. É quando a atriz Camila quebra a quarta parede e se dirige para a Camila espectadora: “Se você não gosta da minha história, vá escrever a sua”. Pois assim que ela segue o conselho, dançando na rua, vê seu príncipe encantado de romance hollywoodiano cair a seus pés. Bem-feitinho, “Havana” destaca a venezuelana Lele Pons e o porto-riquenho LeJuan James, celebridades do Vine, respectivamente como a irmã e a avó de Camila, sem esquecer o rapper Young Thug como si mesmo e o galã Noah Centineo, da série “The Fosters”, como o jovem príncipe encantado de bicicleta. A direção é de Dave Meyers, responsável por alguns dos melhores clipes do ano, como “Swish Swish”, de Katy Perry, e “Humble”, de Kendrick Lamar. A música faz parte do primeiro álbum solo da ex-Fifth Harmony, “The Hurting. The Healing. The Loving.”, que ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Filme

    Liga da Justiça ganha novos pôsteres, vídeo com cenas inéditas e até prévia musical

    26 de outubro de 2017 /

    Conforme a estreia se aproxima, a Warner Bros. Pictures intensifica a divulgação do filme da “Liga da Justiça” com a disponibilização de uma faixa da trilha sonora (composta por Danny Elfman), um vídeo repleto de cenas inéditas e dois pôsteres novos. Um deles, por sinal, sugere a figura do Superman, formada no espaço entre os demais personagens da produção. Isto não muda o fato de o marketing do estúdio continuar achando que a participação de Superman (Henry Cavill) merece suspense. Mesmo não sendo um segredo para o público, o material segue destacando apenas Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher). Dirigido por Zack Snyder (de “Batman vs. Superman”) e refeito por Joss Whedon (“Os Vingadores”), “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Thor: Ragnarok ganha último pôster e vídeo com depoimentos do elenco

    26 de outubro de 2017 /

    Com o filme em cartaz no Brasil, a Marvel divulgou um último pôster e vídeo de “Thor: Ragnarok”, que traz depoimentos do elenco falando de seus personagens e da trama. Há menções que sugerem um filme bem diferente dos anteriores. E, de fato, é uma comédia, em que até o Hulk fala pela primeira vez – para contar piadas. Isto não significa algo negativo. O filme está atualmente com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas o percentual deve diminuir um pouco até a estreia, pois a maioria das críticas publicadas até o momento são de blogs geeks. Dirigido pelo cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” estreou nesta quinta-feira (26/10) nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    Gerard Butler caça assaltantes em trailer de novo filme de ação

    26 de outubro de 2017 /

    A STX divulgou dois pôsteres e o trailer de “Covil de Ladrões” (Den of Thieves), filme de ação que traz Gerard Butler (em cartaz com “Tempestade: Planeta em Fúria”) atrás de assaltantes. A prévia pode ser resumida numa frase (sem legendas) de seu personagem policial ao deter um dos criminosos: “Você acha que é bandido? Nós é que somos”. O filme marca a estreia na direção de Christian Gudegast, roteirista de “O Vingador” (2003) e “Invasão a Londres” (2016), e acompanha uma gangue de assaltantes de carros-forte, que se torna prioridade e passa a ser investigada pela equipe mais bem-sucedida da polícia, também conhecida por seus métodos brutais. Butler lidera os “bandidos de distintivo”, como ele próprio define, enquanto os criminosos são vividos por Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Curtis “50 Cent” Jackson (série “Power”) e O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”). “Covil de Ladrões” estreia em 19 de janeiro nos cinemas americanos e apenas em 8 de março no Brasil.

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    Thor: Ragnarok tem lançamento superpoderoso em mais de 1,3 mil cinemas

    26 de outubro de 2017 /

    O lançamento de “Thor – Ragnarok” engole o circuito nacional, ocupando 1378 salas nesta quinta (26/10). O predomínio é tanto que o fim de semana registra uma das menores quantidades de estreias do ano. São apenas mais cinco filmes. Clique nos títulos destacados para ver os trailers de todas as estreias. Neste caso, o maior também é o melhor. Isto porque o terceiro longa do deus loiro da Marvel troca o tom épico e solene dos filmes anteriores pelo humor piadista de “Guardiões da Galáxia”. O resultado é praticamente uma comédia com super-heróis, uma opção que deixa Chris Hemsworth à vontade para demonstrar seu talento como humorista. Até o Hulk aparece falando pela primeira vez, apenas para contar piadas. E não é só o humor, o visual de Thor também mudou – ele tem o cabelo raspado – , assinalando um make over completo da franquia. Os novos rumos são cortesia do diretor Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), especialista em comédias, que realizou um dos filmes mais divertidos da Marvel – a ponto de arrancar impressionantes 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Cate Blanchett é um show à parte como a vilã Hela, e também pode ser vista em dose dupla, tripla, quíntupla aos cinemas com o lançamento simultâneo do australiano “Manifesto” no circuito limitado. Ela interpreta nada menos que 13 papéis diferentes neste filme, que não é exatamente um filme. “Manifesto” foi originalmente concebido como uma exposição do Australian Center of Moving Image em dezembro de 2016, na qual as cenas eram projetadas em várias telas diferentes. O diretor e roteirista Julian Rosefeldt decidiu montar todas essas sequências desconexas como um longa-metragem e fez sua première mundial no Festival de Sundance 2017. Por isso, não há trama, apenas monólogos inspirados em diversos manifestos de vanguardas artísticas, como dadaísmo e futurismo. Até texto de Lars Von Trier (“O Anticristo”) é citado, em evocação ao movimento Dogma 95. A programação inclui mais dois filmes americanos menos recomendados, após passarem em branco nas bilheterias dos Estados Unidos e serem trucidados pela crítica. Ambos são biográficos. “Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca” aborda o escândalo Watergate e traz Liam Neeson (“Busca Implacável”) como o misterioso Garganta Profunda (Deep Throat). O maior escândalo político americano começou em 1972, com a invasão do prédio Watergate, onde estava alojado o comitê nacional do Partido Democrata, em Washington. Cinco pessoas foram detidas quando tentavam fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta no escritório do partido. Mas a cúpula do FBI tentou interromper a investigação. O acobertamento envolveu altas esferas do governo federal e acabou denunciado numa série de reportagens históricas do jornal Washington Post, graças a uma fonte secreta no próprio FBI: Garganta Profunda. A investigação jornalística sacudiu o poder e levou à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974, quando estava prestes a sofrer um processo de impeachment. Esta história já rendeu um drama clássico, “Todos os Homens do Presidente” (1976), centrados nos jornalistas do Washington Post, Carl Bernstein (vivido por Dustin Hoffman) e Bob Woodward (Robert Redford). Mas embora o filme recriasse os encontros secretos numa garagem subterrânea entre Woodward e o informante, ninguém sabia quem era Garganta Profunda na época. Apenas 30 anos depois, o ex-vice-diretor do FBI Mark Felt revelou ter sido a fonte das denúncias. Agora, o diretor Peter Landesman (“Um Homem entre Gigantes”) filma a sua versão da história, sem acrescentar nada que supere a obra de 40 anos atrás – 32% no Rotten Tomatoes. “Pelé – O Nascimento de uma Lenda” tem a curiosidade de ser um filme americano sobre um ídolo brasileiro. Era para ter sido lançado durante a Copa do Brasil e, às vésperas da Copa da Rússia, virou um gol contra, especialmente pela estranheza causada por sua opção pelo idioma inglês. Brasileiros falam inglês bem devagarzinho, com sotaque, ao lado de americanos que os imitam, no velho truque de Hollywood de fazer de conta que os personagens estão falando um idioma diferente – vide Kate Winslett com sotaque alemão em “O Leitor” e Harrison Ford com sotaque russo em “K-19: The Widowmaker”. O detalhe é que a luta com o sotaque interfere na performance do americano Vincent D’Onofrio (“Jurassic World”), que fala de forma pausada e hesitante em todas as suas aparições como o técnico brasileiro Feola – num elenco que destaca amadores mirins brasileiros no papel-título, além de Seu Jorge, Milton Gonçalves e Rodrigo Santoro. O tom assumido de hagiografia completa o placar final: uma derrota humilhante de 22%. Em tom oposto, ainda há uma terceira biografia entrando em cartaz. A comédia francesa “O Formidável” (Le Redoutable) transforma o cineasta Jean-Luc Godard em personagem. Na trama, Louis Garrel (“Dois Amigos”) encarna – de forma fisicamente convincente – o enfant terrible da nouvelle vague no final dos anos 1960, quando iniciou seu romance com a atriz alemã Anne Wiazemsky (Stacy Martin, revelação de “Ninfomaníaca”) nos bastidores de “A Chinesa” (1967). Ele tinha 37 anos e ela apenas 19 anos na época, mas os dois se casaram e ficaram juntos por mais de uma década. A trama é baseada no livro autobiográfico “Un An Après”, de Wiazemsky, que faleceu no início do mês. E tem direção de Michel Hazanavicius, que retorna ao tema dos bastidores cinematográficos de “O Artista”, seu filme mais conhecido – e que lhe rendeu do Oscar de Melhor Direção em 2012. A première aconteceu no Festival de Cannes 2017, onde seu retrato debochado de Godard dividiu opiniões – de forma sintomática, registra 52% no Rotten Tomatoes. A programação se completa com outro lançamento europeu: “Missão Cegonha”, animação digital de bichos falantes dos mesmos realizadores de “Epa! Cadê o Noé?” (2015). Desenho genérico, parte da fábula do “Patinho Feio” para virar um “Procurando Dory” com passarinhos que não chegaram ao “Rio”, porque queriam ir para “Madagascar”. Na trama, um pardal chocado por cegonhas é deixado para trás quando os pais migram para a África e ele não consegue acompanhá-los, mas logo encontra outros passarinhos, inclusive um bem doméstico, que o ajudam a fazer a viagem.

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    Nova série de Ryan Murphy reúne maior elenco transgênero da história da TV

    25 de outubro de 2017 /

    A nova série que Ryan Murphy está desenvolvendo para o canal FX (que já exibe suas criações “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”) vai entrar para a história da TV. Isto porque “Pose” escalou cinco intérpretes transgênero nos papéis principais, tornando-se a série com o maior elenco trans da televisão americana em todos os tempos. A escalação foi anunciada após um processo de seis meses de testes de elenco. Dentre os intérpretes selecionados, MJ Rodriguez (série “Nurse Jackie”), Haile Sahar (série “Mr. Robot”) e Angelica Ross (série “Transparent”) já tinham atuado na TV anteriormente, enquanto Indya Moore e Dominique Jackson são estreantes. “Pose” retratará a Nova York dos anos 1980, mostrando o cruzamento entre os vários estratos sociais que formam a metrópole: do mundo luxuoso que deu luz a Donald Trump aos clubes gays da periferia. Murphy criou a série em parceria com seu colaborador frequente Brad Falchuk (“Glee”, “American Horror Story”, “Scream Queens”) e o roteirista Steven Canals (série “Dead of Summer”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Vincent D’Onofrio vai voltar a viver Wilson Fisk na 3ª temporada de Demolidor

    25 de outubro de 2017 /

    O ator Vincent D’Onofrio vai voltar a viver Wilson Fisk, o Rei do Crime, na 3ª temporada da série “Demolidor” (Daredevil). Ele inclusive mudou a decoração de seu Twitter para incluir uma imagem de Fisk, antecipando o retorno. “Vincent é um ator excepcional que retorna com o incrível peso que ele traz para Fisk”, confirmou o chefe da Marvel TV, Jeph Loeb, ao site Deadline. A notícia alimenta os rumores sobre a trama da 3ª temporada, que, após o final de “Os Defensores”, parece se alinhar com a famosa história de “A Queda de Murdock” (Born Again), escrita por Frank Miller e desenhada por David Mazzucchelli em 1986. Isto porque a última cena da minissérie trazia o herói (vivido por Charlie Cox) sendo cuidado por freiras, como acontecia após sua derrota na trama dos anos 1980. A história de Miller ficou famosa por trazer de volta Karen Page (a personagem vivida por Deborah Ann Woll), antiga namorada do herói nos quadrinhos, que tinha saído da continuidade há alguns anos. Ela ressurgiu de forma polêmica e impactante: como uma viciada que decide trocar a informação da identidade secreta do Demolidor por uma porção de drogas. Esta informação crucial vai parar nas mãos de Wilson Fisk, que passa a destruir todos ao redor de Matt Murdock, numa vingança avassaladora. A trama da 3ª temporada não foi confirmada, mas será responsabilidade de um novo showrunner. Erik Oleson, produtor-roteirista de “Arrow”, vai trocar a DC pela Marvel na produção dos novos episódios, que ainda não têm previsão de estreia.

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    Vilão Exterminador vai ganhar filme do diretor do cultuado Operação Invasão

    25 de outubro de 2017 /

    A Warner está desenvolvendo um filme solo do vilão Exterminador (Deathstroke), um dos grandes antagonistas dos quadrinhos da DC Comics. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto é uma iniciativa do diretor Gareth Evans, responsável pelo cultuadíssimo filme de ação indonésio “Operação Invasão” (The Raid). Evans está em negociações avançadas com o estúdio para a aprovação da produção, que terá Joe Manganiello (“Magic Mike”) no papel principal. O ator tinha sido cogitado como intérprete do personagem no próximo filme do Batman, mas após Matt Reeves assumir a direção deste longa, a história foi abandonada em troca de um novo roteiro, que não deverá contar mais com a presença do vilão. Evans estava cotado para assumir a direção do filme da Liga da Justiça Sombria, mas aproveitou uma reunião com os executivos da Warner para apresentar sua ideia para um filme do Exterminador. A apresentação teria impressionado a todos, fazendo com que o projeto começasse a ser desenvolvido. O estúdio ainda não definiu orçamento, cronograma de produção e, portanto, o filme não tem estreia confirmada. Slade Wilson, o Exterminador, é um dos personagens da série “Arrow”, interpretado por Manu Bennett (“Spartacus”). Vale lembrar que, quando o filme do Esquadrão Suicida foi anunciado, os produtores da série receberam “instruções” para parar de usar os integrantes do grupo nos episódios, optando por matá-los. Em entrevista ao site Collider, o produtor Marc Guggenheim contou que, devido ao filme do Batman, “Arrow” não podia mais usar o Exterminador, porque a DC tinha “outros planos” para o personagem, mas isso mudou quando Matt Reeves foi contratado. “A DC controla esses personagens. Passamos por um período em que a DC dizia ‘temos planos para o Exterminador que não incluem ‘Arrow'”. Guggenheim disse que precisou insistir para trazer personagem de volta à série, e o Exterminador não só foi importante para o arco final da 6ª temporada como terá destaque na atual 7ª temporada, inclusive com uma trama sobre seu filho.

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