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    Estreias: Carrossel 2 e Caça-Fantasmas disputam as bilheterias do fim de semana

    14 de julho de 2016 /

    Duas franquias voltadas ao público mais jovem vão disputar as bilheterias do fim de semana. Tanto o nacional “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina” quanto o americano “Caça-Fantasmas” foram lançados em mais de 800 salas, com o brasileiro levando uma pequena vantagem de 50 telas. A continuação do sucesso “Carrossel – O Filme” (2015) apela às crianças com uma história que mistura comédia, aventura e espírito de competição. Para salvar a amiguinha do título, raptada por vilões, os estudantes do Carrossel terão que participar de uma gincana que lembra quadros de reality show e programas de auditório – o que é bem a cara da rede SBT, responsável pela novela que originou a franquia. Já “Caça-Fantasmas” perdeu o gênero do título original de 1984, mas não escapou da “discussão de gênero”. Em busca de hits, após colecionar fracassos consecutivos, a Sony resolveu relançar sua velha marca com nova roupagem, mudando o sexo de seus protagonistas. O instinto do público foi torcer o nariz para o caça-níquel, fazendo o primeiro trailer da produção virar o mais odiado da história do YouTube. Mas marketing de multinacional é coisa séria, a ponto de trabalhar para confundir a percepção do “‘Caça-Fantasmas’ com mulheres” com um projeto feminista. Não é nada disso, assim como o remake de “Morte no Funeral” (2010) com atores negros não foi um marco da luta pela igualdade racial. Até as sufragistas seriam capazes de dizer que “Os Caça-Fantasmas” é bem melhor que o similar de gênero. Mesmo com dois lançamentos ocupando 60% de todas as salas disponíveis no país, o descartável “A Última Premonição” chega em quase 100 salas. Dirigido por Greg Greutert (“Jogos Mortais – O Final”), traz Isla Fisher (“Truque de Mestre”) sofrendo um mix de clichês de horror, como uma grávida que tem visões trágicas numa casa assombrada por fatos terríveis do passado. Nem a participação de Jim Parsons (série “The Big Bang Theory”) impediu o filme de ser lançado direto na internet nos EUA. Completam a programação dois filmes franceses em distribuição limitada. A comédia de humor negro “La Vanité”, estrelada pela espanhola Carmen Maura (“Volver”), acompanha um homem doente que decide morrer de forma memorável, mas nada acontece como ele planeja. Por fim, o drama “Agnus Dei”, de Anne Fontaine (“Coco Antes de Channel”), traz Lou de Laâge (a revelação de “Respire”) como uma médica da Cruz Vermelha que se depara com a história chocante do estupro seguido por gravidez de inúmeras freiras de um convento polonês, cometido impunemente por soldados soviéticos durante a 2ª Guerra Mundial. Com 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, é disparado o melhor filme da semana, além da história que realmente deveria interessar quem busca uma opção feminista. Mas só está disponível em 28 salas.

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  • Etc,  Filme

    Hector Babenco (1946 – 2016)

    14 de julho de 2016 /

    Morreu o cineasta Hector Babenco, autor de clássicos do cinema brasileiro como “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1976), “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1980), “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985) e “Carandiru” (2003). Ele faleceu na noite de quarta-feira (13/7), aos 70 anos de idade, no Hospital Sírio Libanês em São Paulo. Babenco havia sido internado na última terça-feira para um cirurgia simples, para tratar uma sinusite, da qual estava se recuperando quando teve uma parada cardiorrespiratória. Considerado um dos diretores de cinema mais importantes do Brasil, ele dirigiu dez longas-metragens e foi indicado ao Oscar de Melhor Direção por “O Beijo da Mulher-Aranha” (1986). Nascido em Mar del Plata, na Argentina, em 1946, Babenco mudou-se para o Brasil aos 17 anos com a família, indo morar numa pensão em São Paulo. Um ano depois, pegou um navio em Santos e foi viver na Europa, onde passou cinco anos dormindo na rua e trabalhando como figurante em filmes italianos e espanhóis. “Quando voltei para São Paulo, me empenhei seriamente e em fazer cinema, mas continuei sobrevivendo meio à margem, vendendo enciclopédias e túmulos e sendo fotógrafo de restaurantes, com uma máquina polaróide”, disse o diretor, em entrevista em 1985. “Com isso, aprendi que os marginais — esse clichê tão grande — vivem mais intensamente, nas fronteiras da morte.” Não por acaso, seu primeiro longa de ficção girou em torno da boemia paulistana, “O Rei da Noite”, lançado em 1975, dois anos após estrear nos cinemas com o documentário “O Fabuloso Fittipaldi” (1973), sobre Emerson Fittipaldi, primeiro ídolo brasileiro da Fórmula 1. Em plena ditadura, ele foi crítico da política oficial da Embrafilme, e financiou de forma privada seus primeiros longas. Mas não ficou apenas nisso. Em 1977, seu filme “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” desafiou a Censura ao denunciar a atuação brutal do Esquadrão da Morte, dando ao ator Reginaldo Faria um dos principais papéis de sua carreira. A produção teve 6 milhões de espectadores no país, um sucesso retumbante e até hoje uma das dez maiores bilheterias do cinema nacional. Além disso, agradou em cheio à crítica, conquistando o prêmio de Melhor Filme da Mostra de São Paulo. Orgulhoso, na época desse lançamento decidiu que faria não só cinema brasileiro, mas seria brasileiro, naturalizando-se aos 31 anos. “Lúcio Flávio” já seria um marco na carreira de qualquer cineasta. Mas o trabalho mais importante do diretor ainda estava por vir. Atento aos problemas sociais, Babenco ousou escalar um adolescente inexperiente, vindo da periferia, para expressar a situação dos menores abandonados, que alimentavam a crescente criminalidade do país, em “Pixote” (1980). Com cenas impactantes, e sem aliviar a barra na relação entre o menor, vivido por Fernando Ramos da Silva, e a prostituta interpretada por Marília Pêra, o filme foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e premiado pelos críticos de Nova York, chamando atenção mundial para o cineasta. O sucesso lhe rendeu uma carreira internacional, iniciada com “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985), que também apresentou Sonia Braga a Hollywood. Filmado no Brasil e combinando atores brasileiros com dois astros hollywoodianos, Raúl Julia e William Hurt, o longa adaptou a obra homônima do escritor argentino Manuel Puig para os porões da ditadura militar brasileira, onde um preso político faz amizade com um travesti sonhador, que cultua um filme romântico nazista – de onde vem a Mulher-Aranha, vivida de forma onírica por Braga. O papel de homossexual rendeu a Hurt os principais prêmios de sua carreira, como o troféu do Festival de Cannes e o Oscar de Melhor Ator. O longa também foi indicado aos Oscars de Melhor Filme, Direção e Roteiro Adaptado, consagrando Babenco como o primeiro cineasta brasileiro a disputar o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A repercussão consolidou a carreira estrangeira de Babenco, que filmou a seguir um filme 100% americano, “Ironweed” (1987), adaptação de romance americano estrelado por Jack Nicholson e Meryl Streep. Ambos os atores foram indicados ao Oscar, mas o lançamento não teve o impacto das produções anteriores do cineasta. Paralelamente, um fato trágico voltou a chamar atenção para seu melhor filme: o assassinato de Fernando Ramos da Silva pela polícia, aos 19 anos de idade. O menino, que tinha conseguido fama mundial como protagonista de “Pixote”, tinha tentado seguir a carreira de ator na Globo, após o sucesso do filme, mas, semi-analfabeto, não conseguia memorizar os roteiros e não emplacou no elenco de novelas. Acabou retornando para as favelas de Diadema, onde teve o destino de tantos outros jovens envolvidos no tráfico. Abalado, Babenco voltou ao Brasil e aos temas nacionais, filmando a seguir o épico “Brincando nos Campos do Senhor” (1991), sobre a situação de abandono dos índios no país. Caríssima, a produção contou com financiamento e elenco internacional (Tom Berenger, John Lithgow, Daryl Hannah, Tom Waits, Kathy Bates e Aidan Quinn) para denunciar uma situação de genocídio no Brasil, com índios exterminados por doenças e pela ganância de fazendeiros. Sombrio demais para o gosto popular, o filme virou referência para outros cineastas. James Cameron disse que suas imagens poderosas da Amazônia serviram de inspiração para o seu “Avatar” (2009). Assistente de direção em “Brincando dos Campos do Senhor”, Vicente Amorim, que tinha 23 anos na época, definiu a experiência com “intensa”, ao relembrar o trabalho com Hector Babenco para o jornal O Globo. “É um filme que valeu por dez, foi muito trabalhoso, muito desgastante. Foi um desafio logístico comparável a ‘Fitzcarraldo’ (de Werner Herzog). Hoje, os filmes são rodados em quatro ou cinco semanas. Aquele foi feito em 36 semanas! Estávamos no meio da selva, e dormíamos num navio. A equipe tinha quase 200 pessoas e uns cem índios, que faziam figuração.” O fracasso nas bilheterias acabou abalando o cineasta, que se distanciou das telas por sete anos, retornando com uma obra mais intimista, o semibiográfico “Coração Iluminado” (1998), que refletia sua juventude em Buenos Aires, num reencontro com suas raízes. Ele retomou os temas sociais em outro filme forte, “Carandiru” (2003), passado no interior da maior prisão do Brasil, cenário de rebeliões e massacres reais, reencenados na produção. Baseado no livro “Estação Carandiru”, do médico Drauzio Varella, o longa se provou um retrato contundente da situação precária dos presídios nacionais e foi premiado em diversos festivais ao redor do mundo. Seu filme seguinte, “O Passado” (2007), foi estrelado por Gael Garcia Bernal (“Diários de Motocicleta”) e novamente falado em espanhol. “Sou um exilado no Brasil e um exilado na Argentina. Não consigo me fazer sentindo parte de nenhuma das culturas. E as duas coisas convivem em mim de forma poderosa”, resumiu o diretor, em entrevista de 2015. Na virada para o século 21, Babenco tratou de um linfoma e, em seu último filme, “Meu Amigo Hindu” (2015), decidiu contar a história de um diretor e sua luta contra o câncer. Mas o drama também tinha inspiração romântica, já que incluía no elenco sua mulher Barbara Paz, atriz que conheceu justamente no período retratado. Já o alter ego de Babenco foi vivido pelo americano Willem Dafoe. Na trama, que acabou sendo sua obra definitiva, o personagem do diretor, quando confrontado pela Morte (encarnada por Selton Mello), expressava apenas um desejo: realizar mais um filme. “Esse é o filme que a morte me deixou fazer”, disse o cineasta, no ano passado. Refletindo a passagem do grande mestre, o cineasta Walter Salles resumiu o sentimento de grande perda do cinema nacional: “Babenco foi um dos maiores diretores da história do cinema brasileiro. Construiu uma obra única, aguda e original, que desvenda a dimensão da tragédia brasileira, mas também expõe nosso drama existencial, humano. ‘Pixote’ é um filme extraordinário, um soco no estomago, assim como ‘Lucio Fávio, o Passageiro da Agonia’. O mestre se vai, mas sua filmografia ampla e insubstituível sobreviverá ao tempo, como um dos mais potentes reflexos dos anos em que vivemos.

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  • Filme

    Bailarina Misty Copeland é primeira artista confirmada na fábula Quebra Nozes da Disney

    14 de julho de 2016 /

    A bailarina Misty Copeland é a primeira artista contratada para a nova adaptação do balé “Quebra Nozes”, produzido pela Disney. Ela postou a capa do roteiro em seu Instagram (veja abaixo). Copeland, que ficou famosa ao se tornar a primeira mulher negra a tomar o posto de primeira bailarina no American Ballet Theatre, vai estrear no cinema com a produção. Entretanto, segundo o site da revista Variey, seu papel é pequeno, restrito à cena de balé solo do filme. A produção será dirigida pelo cineasta sueco Lasse Hallström (“Um Porto Seguro”) e vai integrar a nova leva de refilmagens de fábulas clássicas que vem ocupando o cronograma do estúdio. Inspirado no famoso balé de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, “The Nutcracker and the Four Realms” (título original) contará a história de Clara, uma menina que ganha um boneco quebra-nozes do seu padrinho na noite de Natal e descobre que o boneco ganha vida durante a noite. O balé de Tchaikovsky já rendeu muitas versões cinematográficas, inclusive da própria Disney, quando integrou um dos segmentos da animação clássica “Fantasia” (1940). O filme mais recente foi o musical “O Quebra Nozes: A História Que Ninguém Contou” (2010), com letras de Tim Rice (“O Rei Leão”) e participação da atriz Elle Fanning (a Bela Adormecida de “Malévola”). Já o mais recente filme de Lasse Hallström foi o drama culinário “A 100 Passos de um Sonho” (2015), que fez um sucesso modesto nas bilheterias mundiais, arrecadando US$ 88,8 milhões (para um orçamento de US$ 22 milhões). Atualmente, ele trabalha na pós-produção da comédia dramática “A Dog’s Purpose”, com Britt Robertson (“Tomorrowland”) e Bradley Cooper (“Sniper Americano”), que chega aos cinemas americanos em 27 de janeiro. I’m thrilled to be a part of this amazing project with Disney and the wonderful Lasse Hallstrom. #TheNutcracker #MoreToCome Uma foto publicada por Misty Copeland (@mistyonpointe) em Jul 13, 2016 às 8:59 PDT

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  • Série

    Kathy Bates será maconheira em nova série do criador de The Big Bang Theory

    14 de julho de 2016 /

    A atriz Kathy Bates (série “American Horror Story”) vai estrelar “Disjointed”, nova série de comédia do produtor Chuck Lorre, que criou os sucessos “The Big Bang Theory”, “Two and a Half Men” e “Mom”. Produzida para o Netflix, a série trará Bates como uma advogada que lutou a vida inteira pela legalização da maconha, e que agora finalmente vive seu sonho como proprietária de um dispensário legalizado da droga em Los Angeles. Descrita como uma sitcom de ambiente de trabalho, a trama terá mais cinco personagens centrais: três “budtenders” (balconistas de maconha), o filho de 20 e poucos anos da personagem de Bates e um guarda de segurança profundamente perturbado, todos com uma coisa em comum: estão sempre chapados. A comédia marcará o segundo trabalho de Bates para Lorre, após aparecer num episódio de “Two and a Half Men” em 2012, como o espírito reencarnado de Charlie Harper (o personagem de Charlie Sheen). Criada por Lorre e David Javerbaum (programa “The Daily Show”), “Disjointed” foi aprovada sem passar por avaliação de piloto e ganhou uma encomenda inicial de 20 episódios de 30 minutos de duração. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Música

    Roadies: Eddie Vedder fará participação na série do diretor Cameron Crowe

    14 de julho de 2016 /

    O cantor Eddie Vedder, da banda Pearl Jam, fará uma participação na série “Roadies”, criada pelo cineasta Cameron Crowe (“Quase Famosos”). Crowe tem ótima relação com o músico, após ter dirigido o documentário “Pearl Jam Twenty” (2011). Além disso, o empresário da banda, Kelly Curtis, serve como produtor de “Roadies”. Segundo a revista Entertainment Weekly, Vedder vai participar do episódio final da 1ª temporada, que irá ao ar em 28 de agosto nos EUA. Além dele, também estão previstas aparições de outros músicos na season finale, como Jackson Browne, Robyn Hitchcock, Jim James (da banda My Morning Jacket), Nicole Atkins, Gary Clark Jr, Jess Wolfe e Holly Laessig (ambos da banda Lucious). Infelizmente, porém, a iniciativa pode ter vindo tarde. Além de críticas negativas (só 33% de aprovação no Rotten Tomatoes), a série tem uma audiência abismal, vista por pouco mais de 300 mil pessoas por episódio, muito pouco até para o canal pago Showtime. Escrita e dirigida por Cameron, a série foca o pouco decantado mundo dos roadies, assistentes de palco que fazem o transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama vai acompanhar uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, num diálogo da própria atração, como a combinação de um filme de Fellini com um episódio da série dos Monkees. A produção de “Roadies” é do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e o elenco inclui Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”), Machine Gun Kelly (“Nos Bastidores da Fama”), Ron White (“Perseguição Implacável”) e Peter Cambor (série “NCIS: Los Angeles”).

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  • Filme

    Jogos Mortais vai ganhar nova sequência, sete anos após “o final”

    14 de julho de 2016 /

    A franquia “Jogos Mortais” vai ressuscitar nos cinemas. “Saw: Legacy”, o oitavo longa da série, será dirigido pelos irmãos gêmeos Michael e Peter Spierig, da elogiada sci-fi “O Predestinado”. A informação é do site Bloody-Disgusting. O filme deve chegar aos cinemas em 2017, sete anos após “Saw 3D” ganhar o título “Jogos Mortais: O Final” (2010) no Brasil. Logicamente, não foi o final. O roteiro da continuação foi escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger, dupla de “Pacto Secreto” (2009) e “Piranha 3D” (2010), e a história está sendo mantida em sigilo O primeiro “Jogos Mortais” é de 2004 e se tornou famoso não apenas por popularizar o subgênero do terror conhecido como “torture porn”, mas por lançar a carreira do jovem cineasta malaio James Wan, que criou a franquia com o australiano Leigh Whannell, iniciando uma filmografia que o consagraria como o mais bem-sucedido diretor de terror do século 21. As filmagens do oitavo longa começam no dia 12 de setembro, em Toronto.

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  • Filme

    Woody Harrelson e James Marsden vão denunciar a farsa da Guerra do Iraque

    14 de julho de 2016 /

    Os atores Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”) e James Marsden (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) vão protagonizar “Shock and Awe”, filme-denúncia sobre a Guerra do Iraque. Os dois interpretarão a dupla de jornalistas Jonathan Landay e Warren Strobel, que revelaram a farsa montada pelo governo Bush para convencer o público e seus aliados internacionais de que Saddam Hussein planejava ataques terroristas com armas de destruição em massa, visando justificar assim um ataque ao Iraque. Entretanto, tratava-se de um mentira. O elenco grandioso ainda contará com Milla Jovovich (“Resident Evil”), Jessica Biel (“O Vingador do Futuro”), Tommy Lee Jones (“Homens de Preto”) e Alec Baldwin (“Blue Jasmine”). As filmagens vão acontecer ainda neste ano e devem retratar a história como uma investigação jornalística, ao estilo de “Spotlight”, que venceu o Oscar 2016. O roteiro foi escrito pelo novato Joey Hartstone e a direção está a cargo do veterano Rob Reiner, responsável por diversos clássicos dos anos 1980, como “Isto É Spinal Tap” (1984), “Conta Comigo” (1986), “A Princesa Prometida” (1987) e “Harry & Sally: Feitos um para o Outro” (1989). Reiner acaba de filmar o primeiro roteiro de Hartstone, “LBJ”, cinebiografia do presidente americano Lindon B. Johnson, que por sinal também é estrelada por Woody Harrelson no papel-título. Atualmente em pós-produção, este filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Brad Pitt vai produzir nova comédia estrelada por Ben Stiller

    14 de julho de 2016 /

    O ator Ben Stiller (“Zoolander”) vai estrelar “Brad’s Status”, nova comédia do roteirista e diretor Mike White, que escreveu o sucesso “Escola de Rock” (2003) e criou a série “Enlightened”. Segundo o site Deadline, White vai escrever e dirigir o filme, que será produzido pela produtora de Brad Pitt (“Guerra Mundial Z”), Plan B – o que rendeu alguns equívocos hilários de tradução nacional, especialmente na escalação do elenco. Para deixar bem claro: Brad Pitt não é o Brad do título. O personagem, na verdade, deverá ser vivido por Stiller. E o produtor Brad Pitt não irá aparecer no filme. Ao menos, até segunda ordem. O Brad do filme é um quarentão bem-sucedido e bem-casado, que apesar de ter toda a felicidade do mundo, ainda sente inveja dos ex-colegas de faculdade que foram mais afortunados. Quando ele leva o seu filho para uma tour de universidades pelos EUA, Brad precisa confrontar seus amigos e frustrações. “Brad’s Status” não teve seu cronograma de produção divulgado nem a previsão de estreia.

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  • Série

    Série baseada na animação Cada Um na Sua Casa ganha primeiro trailer

    14 de julho de 2016 /

    O Netflix divulgou o trailer da série animada “Nossa Casa” (Home: Adventures with Tip & Oh), derivada da animação “Cada Um na Sua Casa” (apenas Home em inglês). A produção faz parte de um acordo entre o serviço de streaming e a DreamWorks Animation, que visa levar ao Netflix adaptações de seus longa-metragens e que já rendeu as séries “Dawn of the Croods”, derivada de “Os Croods” (2013), “The Mr. Peabody & Sherman Show”, desmembrada de “As Aventuras de Peabody & Sherman” (2014), “As Aventuras do Gato de Botas”, spin-off da franquia iniciada por “Shrek” (2001) e “Dragões: Pilotos de Berk”, com os personagens de “Como Treinar Seu Dragão” (2010). O desenho original acompanhava um desastrado alienígena (voz original de Jim Parsons, da série “The Big Bang Theory”), que se esconde na Terra depois de aprontar em seu planeta, e acaba fazendo amizade com uma adolescente terráquea (dublada pela cantora Rihanna). Mas a situação se complica quando o restante da raça alienígena chega à Terra, visando destruir o planeta. Os astros não vão participar da série, que contará com a voz da adolescente Rachel Crow (“Rio 2”) no papel de Tip, que pertenceu a Rihanna, e Mark Whitten (série “Rolling High”) como a voz do alienígena Oh. Além disso, a animação é mais tradicional e simples, em 2D, contrastando com as texturas computadorizadas do filme, o que inclusive teve grande impacto no visual de Tip, bastante modificiado. Desenvolvida por Ryan Crego (série animada “Sanjay e Craig”), a 1ª temporada estará disponível em 29 de julho no Netflix, inclusive no Brasil.

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  • Etc

    Dwayne Johnson é eleito o astro mais bem pago de Hollywood e celebra lembrando pobreza

    13 de julho de 2016 /

    O ator Dwayne Johnson foi eleito o ator mais bem pago de 2016 no ranking anual da revista Forbes. Com uma receita avaliada em US$ 64,5 milhões, ele superou Jackie Chan (US$ 61 milhões com produções chinesas), Matt Damon (US$ 55 milhões) e Robert Downey Jr (o campeão do ano passado, agora com US$ 33 milhões). Contabilizando seus sucessos desde 2015, ele se destacou graças a filmes como “Velozes & Furiosos 7”, “Terremoto: A Falha de San Andreas” e “Um Espião e Meio”, além da série “Ballers”. Para chamar atenção para a marca, ele postou uma imagem comemorativa em seu Instagram, mas em vez de se gabar, lembrou de seus dias de pobreza e da importância de batalhar e contar com apoio para obter sucesso. “Receber notícias como essa sempre vai servir com um lembrete para que eu continue trabalhando mais e mais duro. Não queremos só abraçar o trabalho, mas elevar o trabalho para outro nível”, comentou o ator, também conhecido como The Rock. “Grandeza nunca é conseguida sozinho. Se cerque de indivíduos brilhantes e famintos que não só abracem a sua filosofia, mas estejam dispostos a trabalhar tão duro quanto você”. “E nunca esqueça de onde você veio. Eu foi expulso da minha casa aos 14 anos e estava completamente quebrado aos 23. Todos os dias, eu ajo como se aquela ordem de expulsão estivesse batendo à minha porta novamente”, completou. O nome de sua produtora reflete esse pensamento. A empresa Seven Bucks Productions, que produz a série “Ballers”, recebeu esse nome para evocar o momento máximo de penúria da vida de Johnson, quando, em 1995, após encerrar sua participação na liga de Futebol Canadense, ele tinha apenas US$ 7 (seven bucks) na sua carteira. "The wolf is always scratchin' at the door" was the first thing I said when we found out from @forbes I was officially the world's highest paid actor. Well, actually the first thing I said was "Aw shit!", then I said the wolf part. Receiving news like this will always serve as my anchoring reminder to continue to work even harder. We not only want to "embrace the grind", but take the grind to new levels. I learned a few invaluable lessons a long time ago that can help all of you guys out there succeed at whatever it is you're doing. Greatness is never achieved alone. Surround yourself with hungry, brilliant individuals who not only buy into your philosophy, but who are all willing to work just as hard as you. Power of teamwork. And don't ever forget where you came from. I was evicted at 14yrs old and completely broke by 23. Every day I wake up as if that eviction notice is right around the corner waiting for me.. which is why I always say, "the wolf is always scratchin' at the door". He's scratchin' cause he's hungry and never satisfied. We embrace and respect our past (even if it was f*cked up), but we never let it define our future. Let's stay hungry and chase that greatness. I will now jump in my pick up truck, go to work and figure out whether or not I need psychiatric therapy for this damn wolf that's become my best friend. #Celeb100 #SevenBucksProductions #HardestWorkersInTheRoom #1WolfOnThePlanet Uma foto publicada por therock (@therock) em Jul 13, 2016 às 6:18 PDT

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  • Série

    The Walking Dead: Negan ilustra primeira foto da 7ª temporada

    13 de julho de 2016 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto da 7ª temporada de “The Walking Dead”. A foto traz Negan, interpretado por Jeffrey Dean Morgan (série “Extant”), exatamente no primeiro minuto do retorno, com Lucille, seu taco de baseboll farpado, apontando para o cadáver de sua vítima nos instantes finais da temporada anterior. Os produtores apostaram em manter a identidade da vítima em segredo e chegaram a gravar nada menos que 11 mortes diferentes para não dar chances aos spoilers. De acordo com informações da revista The Hollywood Reporter, Carl (Chandler Riggs), Rick (Andrew Lincoln), Michonne (Danai Gurira), Eugene (Josh McDermitt), Maggie (Lauren Cohan), Sasha (Sonequa Martin-Green), Daryl (Norman Reedus), Aaron (Ross Marquand), Rosita (Christian Serratos), Abraham (Michael Cudlitz) e Glenn (Steven Yeun) tiveram cenas de suas mortes registradas pela produção. Na história em quadrinhos em que a série é baseada, a vítima é Glenn. A gravação das 11 mortes não foi a única ação para manter o sigilo. O canal pago AMC ameaçou um grupo de fãs, do fórum The Spoiling Dead Fans, de processo caso algum spoiler sobre a próxima temporada fosse revelado. Além disso, aumentou a vigilância nas gravações para evitar a espionagem por drones. “The Walking Dead” retorna com novos episódios no dia 9 de outubro.

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  • Série

    The Flash: Revelado o intérprete do novo vilão da série

    13 de julho de 2016 /

    Um dia após o vazamento de uma foto do set da 3ª temporada de “The Flash” revelar o possível novo vilão da série, seu intérprete foi desmascarado. Segundo fãs dedicados, trata-se de Todd Lasance, o vampiro Julian de “The Vampire Diaries”. Ele foi identificado ao remover a máscara no set. Com isso, ganha força a hipótese de o novo velocista de negro ser o Flash Reverso dos “Novos 52”, ao mesmo tempo em que praticamente descarta a teoria do Flash Negro. Vale lembrar que o Flash Reverso dos “Novos 52” não é o mesmo vilão tradicional dos quadrinhos clássicos e da 1ª temporada de “The Flash”. O antagonista da saga revisionista da DC Comics é ninguém menos que Daniel West, pai de Wally West e irmão de Iris West. Só que na série, Wally é filho de Joe West e irmão de Iris. Outro detalhe para se refletir: Lasanse é branco, assim como Daniel West nos quadrinhos, apesar de ter um filho negro – o Wally West que surge após o reboot do universo DC. Para efeitos da adaptação televisiva, a possível aparição do personagem levantaria um questão curiosa. Será que o evento “Flashpoint”, desencadeado por Barry Allen, quando voltou no tempo no final da temporada anterior para salvar a vida da sua mãe, bagunçou tanto a cronologia que mudou até a filiação dos personagens?

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  • Filme

    Warner registra o título de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada para futuro filme

    13 de julho de 2016 /

    A Warner Bros. registrou a marca “Harry Potter and the Cursed Child” no Reino Unido, visando a produção de um filme. A informação foi divulgada por Brian Conroy, que mantém um site sobre marcas registradas. A licença retirada pela Warner inclui direitos sobre “filmes cinematográficos que caracterizem comédia, drama, ação, aventura e/ ou animações e filmes para a TV que caracterizem comédia, drama, ação, aventura e/ou animações”. Isto dá ao estúdio o direito de realizar uma adaptação da obra, o que deve ter sido previamente negociado com a escritora J.K. Rowling. É importante ressaltar que o estúdio não tem nenhuma relação com a montagem teatral de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”, que está em temporada de pré-estreias, e que o registro aconteceu poucos dias após Emma Watson, intérprete da Hermione nos filmes do bruxinho, ter ido prestigiar a peça. Até o momento, a única produção confirmada, relacionada à obra, é o lançamento de um livro da história, escrito por J.k. Rowling, autora de toda a coleção literária de “Harry Potter”, que chega às livrarias em 31 de julho, um dia após a estreia oficial da trama no teatro. A trama de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” é uma continuação direta da história dos livros de Rowling e dos filmes produzidos pela Warner, acompanhando os filhos de Harry Potter.

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