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    Michelle Pfeiffer volta a usar o chicote da Mulher-Gato no Instagram

    22 de março de 2019 /

    Michelle Pfeiffer postou um vídeo nostálgico em seu Instagram, ao mostrar que “encontrou” o seu chicote de Mulher-Gato. A estrela usou o acessório ao interpretar a vilã dos quadrinhos em “Batman: O Retorno”, lançado em 1992, há 27 anos. “Olha o que eu achei”, ela diz, ao mostrar o chicote em primeiro plano, acrescentando que ele precisa de um pouco de cuidados (“TLC”, na gíria americana) por ter ficado guardado por tanto tempo. Não é a primeira vez que Pfeiffer se lembra de sua época de Mulher-Gato no Instagram. Em janeiro, quando fez sua estreia na rede social, ele postando uma cena da icônica personagem com uma legenda simples: “Miau, Instagram”. A atriz, que completou 60 anos de idade recentemente, vai aparecer a seguir em “Vingadores: Ultimato”, como Janet van Dyne, a Vespa original, e em “Malévola 2”, ao lado de Angelina Jolie e Elle Fanning. Visualizar esta foto no Instagram. Look what I found ? Uma publicação compartilhada por Michelle Pfeiffer (@michellepfeifferofficial) em 22 de Mar, 2019 às 9:03 PDT

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  • Filme

    Zac Efron vai dublar Fred no filme animado do Scooby-Doo

    22 de março de 2019 /

    A Warner completou o elenco principal da primeira animação para o cinema de “Scooby-Doo”, com a escalação de Zac Efron (“Vizinhos”) e Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”), respectivamente como dubladores de Fred e Daphne. Eles se juntam aos atores previamente anunciados: Will Forte (“O Último Cara na Terra”) como Salsicha, Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) como Velma e Tracy Morgan como Capitão Caverna. Já Scooby continuará a ter a voz do veterano Frank Welker. Ele foi o primeiro dublador de Fred, em 1969, mas desde 2002 também faz a voz do cachorrão falante nas séries e DVDs animados da franquia. Vale observar que o Capitão Caverna não faz parte dos desenhos de Scooby-Doo, mas conhece a turma da Máquina de Mistério. O personagem da série animada “Capitão Caverna e as Panterinhas” (1977-1989) participou do DVD “Scooby-Doo – A Máscara do Falcão Azul” (2012). A participação do personagem reflete rumores de que Scooby-Doo vai se encontrar com diversos personagens do universo de Hannah-Barbera para enfrentar um inimigo em comum. Segundo o site Deadline, o grande vilão seria ninguém menos que Dick Vigarista, dos desenhos “Corrida Maluca” e “Máquinas Voadoras”. O filme terá direção de Tony Cervone (“Space Jam – O Jogo do Século”), que já trabalhou na franquia, tendo produzido a série animada “Scooby-Doo! Mistério, S/A” (2010-2013) e dirigido o recente longa animado feito para o mercado de vídeo, “Scooby-Doo e Kiss: O Mistério do Rock and Roll” (2015). O roteiro está a cargo de Matt Lieberman (“Dr. Dolittle 4”). A previsão de estreia é para maio de 2020.

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    A Maldição da Chorona faz parte do universo de terror de Invocação do Mal

    20 de março de 2019 /

    A première de “A Maldição da Chorona” no Festival SXSW revelou que o filme faz parte do universo de terror de “Invocação do Mal”. A exibição confirmou a participação de um personagem do primeiro “Annabelle” (2014): o padre Perez, vivido por Tony Amendola. Curiosamente, a conexão não está sendo explorada pelo marketing da Warner, que entretanto destaca que se trata de um novo terror produzido por James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”). “A Maldição da Chorona” é inspirada na popular figura fantasmagórica mexicana conhecida como La Llorona. Reza a lenda que, quando em vida, a aparição afogou os próprios filhos e se matou logo depois. No filme, passado em Los Angeles durante os anos 1970, La Llorona passa a assombrar uma assistente social (Linda Cardellini, de “Pai em Dose Dupla”) e seus filhos. O roteiro foi escrito pela dupla Tobias Iaconis e Mikki Daughtry, responsável também pelo romance teen “A Cinco Passos de Você”. E a direção é do estreante Michael Chaves, em quem James Wan apostou para dirigir “Invocação do Mal 3”. A estreia está marcada para 18 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Modelo trans surdo viverá o herói Jericho na 2ª temporada de Titãs

    19 de março de 2019 /

    O modelo Chella Man entrou no elenco da 2ª temporada de “Titãs”. Ele vai interpretar o herói Jericó (Jericho), que é filho do vilão Exterminador (Deathstroke) – recentemente, a produção escalou Esai Morales (“Ozark”) para o papel do vilão. Man é conhecido por seu ativismo online. Acometido de surdez progressiva desde a infância, ele é também asiático, judeu e transgênero. O modelo de 20 anos começou sua transição ao completar 18 e documentou tudo para seus milhares de seguidores nas redes sociais. Nos quadrinhos, Joe Wilson, identidade do herói Jericó, é o filho que o Exterminador não conseguiu salvar da mão de assassinos brutais. Ao invés de matá-lo, no entanto, os criminosos retiraram as cordas vocais do garoto, que desde então é mudo. Ele tem o poder de possuir qualquer pessoa apenas ao fazer contato visual com ela. A série “Arrow” trouxe Liam Hall interpretando uma versão do personagem, como parte da história do Exterminador (Manu Bennett), mas jamais abordou a história da mudez e dos poderes de Joe Wilson. Jericho não será o único herói a se juntar aos Titãs na segunda temporada da série. Pouco depois da exibição do episódio final do primeiro ano, foi anunciado que o ator australiano Joshua Orpin viveria o Superboy na trama. Vale observar que, enquanto Jericho e o Exterminador foram introduzidos na fase dos quadrinhos conhecida como “Novos Titãs”, durante os anos 1980 – como Estelar e Ravena, exploradas na 1ª temporada – , Superboy pertence a outra cronologia, quando os Titãs abriram espaço para uma nova geração de heróis – a “Justiça Jovem”. Exibida nos EUA pelo serviço de streaming DC Universe, exclusivo para adaptações dos quadrinhos da editora DC, “Titãs” chegou ao Brasil como lançamento da Netflix.

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  • Filme

    CEO da Warner se demite após escândalo sexual

    18 de março de 2019 /

    O executivo Kevin Tsujihara se demitiu da diretoria da Warner Bros. em meio a denúncias de que ele teria usado sua posição para ajudar a atriz Charlotte Kirk a conseguir papéis, após ter feito sexo com ela. A decisão aconteceu após Tsujihara sobreviver a uma investigação interna e ser promovido a CEO na estrutura da nova empresa WarnerMedia, resultante da aquisição da Time-Warner pela AT&T. Mas uma reportagem da revista The Hollywood Reporter, que teve acesso à troca de mensagens de texto entre o executivo, a atriz e outros envolvidos, levou os novos proprietários a realizar um novo inquérito, mais meticuloso. Em memorando, Tsujihara deu a entender que foi pressionado a pedir demissão. Ele disse para os funcionários que decidiu se demitir após “refletir sobre como suas ações do passado podem impactar o futuro da empresa”. “Após muita introspecção, e conversas com John Stankey durante a última semana, decidimos que o melhor para a Warner Bros. é que eu me afaste da posição de CEO”, escreveu o executivo. “Eu amo esta empresa e as pessoas que a fazem ser tão incrível”. “Eu tive a honra de liderar esta organização, e de trabalhar ao lado de empregados talentosos, nos últimos 25 anos”, continuou. “Juntos, construímos um estúdio que é inegavelmente um líder em sua indústria. No entanto, ficou claro que, se eu continuasse na liderança, me transformaria em uma distração e um obstáculo”. O escândalo que derrubou Tsujihara também jogou luz no costume de troca de favores sexuais para fechar negócios e avançar carreiras em Hollywood. E desta vez ele não teve origem numa denúncia feminina. A fonte é desconhecida – provavelmente um rival do executivo abatido ou uma das partes que se deu mal. Porque a atriz, que recebeu diversas vantagens, mesmo dizendo-se “usada” nos textos, nega tudo. Ela emitiu um comunicado em que afirma não ter interesse em processar nem acusar ninguém, e que todos os seus envolvimentos foram consensuais. Em outras palavras, ela foi a uma reunião num quarto de hotel sabendo exatamente o que ia acontecer e o que poderia conseguir com isso – o oposto das denúncias do movimento #MeToo. Tudo começou quando Charlotte Kirk se envolveu com o produtor James Packer em 2013. E foi instada por ele, em mensagem de texto, a ir a um encontro no quarto de hotel de Kevin Tsujihara, um dos executivos mais poderosos da Warner, que ajudaria sua carreira. Na manhã seguinte, ela relatou a Packer que Tsujihara não quis nem conversar, só “f*ck”. Três dias depois, Tsujihara e Packer fecharam um negócio de US$ 450 milhões, criando uma parceria de produção entre o estúdio de cinema Warner Bros. e a RatPac-Dune Entertainment, empresa de Packer e do cineasta Brett Ratner (que enfrenta processos por assédio sexual). A relação de Tsujihara com a atriz aconteceu quando ele já era casado com Sandy Tsujihara, com quem tem dois filhos. Sabendo disso, Charlotte Kirk passou a enviar textos para Tsujihara exigindo papéis em filmes da Warner. Um dos textos publicados pela THR diz: “Você está muito ocupado, eu sei, mas quando estávamos naquele hotel fazendo sexo você disse que iria me ajudar. Quando você simplesmente me ignora, como está fazendo agora, faz com que eu me sinta usada. Você vai me ajudar como disse que faria?”. Kirk foi escalada em pequenos papéis em dois filmes da Warner: “Como Ser Solteira” (2016) e “Oito Mulheres e um Segredo” (2018). E, de acordo com documentos obtidos ​​pela THR, fez testes para vários outros projetos na Warner e na produtora Millenium de Avi Lerner. Os textos publicados mostram que, ao longo do tempo, Kirk ficou cada vez mais agitada porque não estava conseguindo tantos papéis quanto imaginou. Até que Brett Ratner resolveu assumir o controle da situação, mandando seu advogado Marty Singer intermediar um acordo que daria à atriz preferência para participar de testes, além de lhe garantir uma aparição em um filme dirigido por Ratner. O acordo proposto nunca foi assinado, segundo Singer, que (suspeitamente) atendeu a reportagem da revista, porque o próprio Ratner viu sua carreira implodir. Diretor de “X-Men: O Confronto Final” (2006) e da trilogia “A Hora do Rush”, ele foi acusado por seis mulheres de assédio sexual. Entre as vítimas estavam as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, que detalharam suas experiências ao jornal Los Angeles Times, durante o auge do movimento #MeToo. Com o escândalo, a atriz Gal Gadot teria condicionado sua participação na sequência de “Mulher-Maravilha” ao afastamento de Ratner da produção. Assim, o acordo milionário entre a Ratpac-Dune e a Warner foi cancelado. Kevin Tsujihara escapou ileso deste escândalo inicial. Mas rumores sobre o contrato com a Ratpac-Dune envolver sexo começaram a chegar à THR nesta ocasião. Fontes anônimas instigaram a publicação a investigar. Perguntado sobre Kirk, Tsujihara contratou um advogado, negou qualquer relacionamento com ela e ameaçou uma ação judicial contra a revista. A questão surgiu novamente em setembro de 2018. Desta vez, por meio de uma carta anônima enviada à John Stankey, CEO da WarnerMedia. A THR não explicou como soube detalhes dessa correspondência, como a alusão a uma atriz identificada como “CK”. Mas o texto teria sido tão explosivo que a empresa contratou a firma de advocacia Munger Tolles & Olson para verificar os fatos relatados. A conclusão da investigação interna foi que não haveria nenhuma evidência de má conduta. Com isso, Stankey promoveu Tsujihara no organograma da nova companhia, transformando-o em chefão do icônico estúdio Warner Bros., além de lhe dar o controle do Cartoon Network e de uma divisão de animação, o que o tornou um dos executivos mais poderosos de Hollywood. A retaliação veio três dias depois, nas páginas do THR, que finalmente teve acesso a provas materiais do escândalo que estava sendo acobertado.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Richard Erdman (1925 – 2019)

    17 de março de 2019 /

    O ator Richard Erdman, conhecido pelas novas gerações por interpretar o aluno mais velho de “Community”, morreu no sábado (16/3) aos 93 anos. Nenhum detalhe foi informado sobre seu falecimento. Com mais de 70 anos de carreira, Erdman participou de dezenas de filmes e séries, incluindo a versão original de “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), na qual estrelou um dos episódios mais famosos da produção da década de 1960, como McNulty, um homem que ganha um relógio capaz de congelar o tempo. Erdman estreou no cinema aos 19 anos. Ele impressionou tanto o lendário diretor Michael Curtiz (de “Casablanca”) em testes para “Janie Tem Dois Namorados” (1944), como um dos namorados da Janie do título (Joyce Reynolds), que acabou assinando um contrato com a Warner, especializando-se em interpretar soldados, marinheiros, ajudantes e amigos engraçados. O início de sua carreira foi marcada por pequenos papéis em grandes clássicos, como “Um Punhado de Bravos” (1945), de Raoul Walsh, “Regeneração” (1946), de Jean Negulesco, e “Tormento de uma Glória” (1949), de Jacques Tourneur, até se destacar em “Espíritos Indômitos” (1950), de Fred Zinneman, na pele de Leo, um dos pacientes em uma ala paraplégica de veteranos de guerra que ajuda um furioso recém-chegado (ninguém menos que Marlon Brando em sua estréia no cinema) a se ajustar a uma nova vida na sociedade. Numa entrevista de 2010, Erdman lembrou com orgulho que o crítico do New York Times, Bosley Crowther, escreveu sobre o filme que “o sr. Brando é impressionante, mas ele tem algumas coisas para aprender com um ator de Hollywood chamado Richard Erdman”. Richard Erdman voltou a ganhar elogios como coadjuvante de Dick Powell e Rhonda Fleming, interpretando um ex-fuzileiro naval alcoólatra no clássico noir “Golpe do Destino” (1951), a estréia na direção de Robert Parrish, editor de filmes premiado com o Oscar. Fez ainda outro noir famoso, “Gardênia Azul” (1953), dirigido pelo mestre Fritz Lang, e algumas comédias, entre elas “O Biruta e o Folgado” (1951), com Dean Martin e Jerry Lewis, antes de viver um de seus papéis mais famosos, como o Sargento “Hoffy” Hoffman no icônico filme de prisioneiros de guerra “O Inferno Nº 17” (1953), obra-prima de Billy Wilder. Ele contou, numa entrevista de 2012, que “Wilder deu uma olhada em mim e disse: ‘Não ria. Nem uma pequena risada, porque você é a cola que mantém esse filme funcionando. Todo mundo é engraçado, menos você'”. Ao final dos anos 1950, Erdman passou a se dedicar mais à TV, chegando a estrelar as séries “Where’s Raymond?” e “The Tab Hunter Show”, de onde partiu para uma infindável leva de participações especiais – em “Perry Mason”, “Jeannie É um Gênio”, “A Família Buscapé”, “James West”, “O Agente da UNCLE” e até “Guerra, Sombra e Água Fresca”, a série inspirada em “O Inferno Nº 17”, entre inúmeras outras atrações. Voltou a se destacar no filme de guerra “Tora! Tora! Tora!” (1970), mas o resto de sua carreira foi basicamente na TV, onde trabalhou durante todos os anos seguintes, tanto como ator quanto dublador de séries animadas. Nos últimos anos, Erdman tinha reencontrado a popularidade graças às participações em “Community”, onde deu vida a Leonard, o aluno mais veterano da universidade Greendale, que era sempre repreendido pelo grupo de estudos de Jeff (Joel McHale) e cia. Ele apareceu em 53 episódios da série, exibida entre 2009 e 2015. Seu papel final foi como ele mesmo, numa participação de 2017 em “Dr. Ken”, série estrelada por Ken Jeong, seu colega de “Community”.

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  • Filme

    Shazam enfrenta Dr. Silvana e se diverte em 15 fotos do novo filme de super-herói

    16 de março de 2019 /

    A Warner divulgou 15 fotos oficiais de “Shazam!”, próxima adaptação da DC Comics a chegar aos cinemas. Algumas das imagens já tinham circulado com logotipo de revistas. E apesar de incluírem o supervilão da história, elas refletem o tom abertamente cômico da produção, que diferencia o lançamento entre os demais super-heróis do estúdio, conhecido por suas sagas sombrias. “Shazam!” vai adaptar a versão mais recente dos quadrinhos do herói que lhe dá título – e que foi criado nos anos 1940 como Capitão Marvel. Após longa evolução, duas brigas diferentes por direitos autorais e vários reboots, ele ganhou uma nova versão em 2012 (nos “Novos 52”), que mudou praticamente tudo o que se sabia sobre ele, mantendo apenas a premissa básica do herói. Ele não passa de um menino chamado Billy Batson (vivido por Asher Angel, da série “Andi Mack”), que ganha a capacidade de virar um super-herói adulto e fortão (Zachary Levi, da série “Chuck”) ao pronunciar a palavra mágica “Shazam!”. O elenco também inclui Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Cooper Andrews (o Jerry de “The Walking Dead”), Marta Milans (série “No Tomorrow”), Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”), Jovan Armand (série “The Middle”), Faithe Herman (série “This Is Us”) e Mark Strong (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o supervilão Dr. Silvana. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” estreia em 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Trailer de Arrow mostra nascimento da filha do Arqueiro Verde

    16 de março de 2019 /

    A rede CW divulgou fotos e o trailer do próximo episódio de “Arrow”, que mostra nascimento de Mia, a filha do Arqueiro Verde. Apesar do vídeo, as fotos apontam que o episódio vai se concentrar em eventos do futuro, mostrando Mia já com 21 anos, interpretada por Katherine McNamara (“Shadowhunters”), e conhecida pelo pseudônimo de Blackstar (que não tem a menor relação com a personagem homônima dos quadrinhos). No episódio, intitulado “Star City 2040”, ela e seu irmão William (Ben Lewis) embarcam numa “missão perigosa”, segundo a sinopse sucinta divulgada pelo canal, enquanto a trama mostrará a relação de Felicity (Emily Bett Rickards) e Oliver (Stephen Amell) com a filha recém-nascida no presente. “Star City 2040” vai ao ar na segunda (18/3) nos Estados Unidos. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Ezra Miller decide escrever roteiro do filme The Flash

    16 de março de 2019 /

    O ator Ezra Miller, intérprete do Flash em “Liga da Justiça”, resolveu escrever o roteiro do filme solo do personagem. Diante de muitos adiamentos e mudanças de equipe, que travam a produção do projeto, Miller percebeu que pode ser trocado no papel, assim como aconteceu com Ben Affleck no próximo longa do Batman. Como seu contrato vence em maio, ele resolveu tomar a iniciativa, com o aval da Warner, de oferecer sua visão de como imagina o filme do herói. Para desenvolver o roteiro, Ezra se juntou ao escritor de quadrinhos Grant Morrison, um dos principais nomes da DC Comics. Além de ser responsável por muitas ideias adaptadas na nova série da Patrulha do Destino, ele escreveu várias histórias do Flash, foi o mentor do reboot “52” e recentemente virou criador de série, ao adaptar seus quadrinhos de “Happy!” (Feliz!) no canal pago SyFy. A iniciativa de Miller acontece depois de Paul Rudd, intérprete do Homem-Formiga na Marvel, receber créditos de roteirista pelos dois filmes de sua franquia. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, ele e Morrison trabalham numa abordagem mais sombria do herói. O problema é que a Warner, empolgada pelo sucesso de “Aquaman” e pelas fortes impressões iniciais de “Shazam!”, pode preferir um tom mais leve, fantasioso e cômico. Paralelamente, o estúdio também contratou a dupla John Francis Daley e Jonathan Goldstein para dirigir o filme, e eles também pretendem apresentar um novo roteiro. Daley e Goldstein dirigiram as comédias “Férias Frustradas” (2015) e “A Noite do Jogo” (2018), mas já escreveram o roteiro de um filme bem-sucedido de super-herói, “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017).

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    Batman encontra as Tartarugas Ninja em trailer de novo filme animado

    16 de março de 2019 /

    A Warner divulgou o trailer da animação “Batman vs. Teenage Mutant Ninja Turtles”, em que Batman enfrenta – e depois se alia com – as Tartarugas Ninja. A prévia explica como esse encontro de personagens tão diferentes acontece. As Tartarugas vão parar em Gotham City ao perseguir o Destruidor, que, por sua vez, junta-se a Ra’s al Ghul para liberar diversos criminosos do Asilo Arkham, inclusive o Coringa. O desenho é uma parceria entre a Warner/DC e a Nickelodeon para o mercado de Bluray e VOD. A direção é de Jake Castorena, que juntou Batman e Scooby Doo no ano passado, e o elenco de vozes é completamente diferente das demais adaptações animadas da DC. Entre os destaques, Troy Baker dubla Batman após dar voz ao personagem em diversos videogames, Darren Criss (premiado com o Emmy por “The Assassination of Gianni Versace”) faz a voz de tartaruga Raphael, Kyle Mooney (“Saturday Night Live”) dubla Michelangelo, Baron Vaughn (“Grace & Frankie”) fala por Donatello, Eric Bauza (que é a voz do Mestre Splinter no desenho atual das tartarugas) vira Leonardo, Rachel Bloom (“Crazy Ex-Girlfriend”) entra como Batgirl, Cas Anvar (“The Expanse”) é Ra’s al Ghul e até Tom Kenny (a voz de “Bob Esponja”) participa como o Pinguim. O lançamento será disponibilizado no dia 14 de maio nos Estados Unidos. Veja também a capa do Bluray abaixo.

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    Final de The Big Bang Theory ganha data de exibição no Brasil

    15 de março de 2019 /

    O canal pago Warner anunciou a data de exibição do episódio final de “The Big Bang Theory” no Brasil. O fim da série, que contará com um episódio duplo e terá uma hora de duração, vai ao ar em 2 de junho, um domingo, às 22h. Assim, o final será visto pelos fãs brasileiros 17 dias após a exibição original nos Estados Unidos, onde o capítulo vai ao ar em 16 de maio. A transmissão será precedida de uma maratona completa da temporada na Warner. Série mais vista dos Estados Unidos, “The Big Bang Theory” vai acabar em sua 12ª temporada, após o astro Jim Parsons, intérprete de Sheldon Cooper, anunciar que não assinaria contrato para novos episódios. Ironicamente, Parsons é o único que continuará ligado a seu personagem após o fim da série. O universo de “The Big Bang Theory” recentemente se expandiu com “Young Sheldon”, mostrando a infância do personagem. Parsons é produtor e contribui com narrações para essa atração, que foi renovada para sua 3ª temporada. No Brasil, “The Big Bang Theory” também tem suas primeiras temporadas disponíveis no catálogo do serviço de streaming Globoplay.

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    Disney se arrepende e James Gunn vai dirigir Guardiões da Galáxia Vol. 3

    15 de março de 2019 /

    A Disney se arrependeu e vai trazer James Gunn de volta à direção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O cineasta, que havia suspendido as publicações em suas redes sociais, voltou a reativá-las para postar uma mensagem de agradecimento a todos que o apoiaram durante a crise que levou à sua demissão. E também agradeceu à própria Disney por reconsiderar a punição extrema. James Gunn tinha sido demitido por ninguém menos que Alan Horn, o presidente dos estúdios Disney, após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de trolls da extrema direita. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor não estava sob contrato da Marvel, Horn encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. A decisão foi considerada precipitada pelo elenco da franquia, que se uniu em apoio ao diretor, pedindo publicamente para a Disney reconsiderar. Mais inconformado de todos, Dave Bautista, o intérprete de Drax, disse que não faria “Guardiões da Galáxia Vol. 3” se a produção não usasse o roteiro que Gunn já tinha entregue. Ao mesmo tempo, fãs de “Guardiões da Galáxia” lançaram uma campanha para a recontratação do diretor, com direito a outdoor em frente à Disneylândia e uma petição com mais de 400 mil assinaturas. Um compromisso foi assumido por Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, para filmar o roteiro de Gunn. Isso, porém, evidenciou a falta de critério para a demissão, já que ele poderia escrever, mas não dirigir o mesmo filme. Para piorar a situação da Marvel, o estúdio ouviu vários diretores recusarem-se publicamente a assumir a franquia, reconhecendo na imprensa que era impossível substituir Gunn. Sem o mesmo pudor da Disney, a Warner imediatamente contratou o cineasta para escrever a sequência de “Esquadrão Suicida”. O roteiro teria agradado tanto que Gunn também foi confirmado como diretor da adaptação da DC Comics. Fontes vazaram os elogios dos figurões da Warner na imprensa e isso deve ter pesado muito na consciência do presidente da Disney. Além disso, o comportamento de Gunn em meio à crise foi considerado exemplar. Ele parou de se manifestar publicamente após pedir desculpas e explicar o contexto dos tuítes, ao lembrar o tipo de filmes transgressores que fazia. “Minhas palavras de quase uma década atrás eram, na época, esforços infelizes e fracassados de ser provocativo. Eu me arrependi delas por muitos anos desde então, não apenas porque eram idiotas, nada engraçadas, loucamente insensíveis, e certamente nada provocativas como eu esperava. Mas também porque elas não refletem a pessoa que eu sou hoje ou que tenho sido há algum tempo”. O cineasta ainda disse que respeitava a decisão da Disney e estava pronto para sofrer as consequências. Entretanto, as pessoas a seu redor não se desmotivaram, pressionando a Disney. E a reconsideração veio após a virulência dos trolls de direita eleger “Capitã Marvel” como alvo, demonstrando claramente que a questão era muito mais complexa que tuítes equivocados de mais de uma década. Tratava-se de uma “guerra cultural”, e a Disney tinha aceitado uma derrota para um dos maiores trolls e difusores de fake news dos Estados Unidos, como demonstrou Dave Bautista, ao levantar

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    Trailer chinês de Shazam! faz várias piadas com o universo dos heróis da DC Comics

    14 de março de 2019 /

    A Warner divulgou o pôster para IMAX e o trailer chinês de “Shazam!”, adaptação da DC Comics que não se parece com nenhuma outra produção baseada nos quadrinhos da editora. A prévia revela novas cenas, e são todas repletas de piadas que funcionam e que referenciam o universo de heróis da companhia. Entre as muitas homenagens, incluem-se a trilha clássica de “Superman – O Filme”, uma encenação com bonecos de “Batman vs. Superman” e uma camiseta de “Aquaman”, usada como evidência de que falar com peixes agora é um superpoder cool. O tom abertamente cômico demonstra que o trauma de “Lanterna Verde” (2011) finalmente foi superado. Reza a lenda que, na época do fracasso do super-herói vivido por Ryan Reynolds, um memorando do presidente da Warner tinha proibido piadinhas em filmes de super-heróis, originando assim a fama das adaptações da DC como super-sombrias. O que, ironicamente, virou piadinha do próprio Ryan Reynolds na franquia “Deadpool”. “Shazam!” vai adaptar a versão mais recente dos quadrinhos do herói que lhe dá título – e que foi criado nos anos 1940 como Capitão Marvel. Após longa evolução, duas brigas diferentes por direitos autorais e vários reboots, ele ganhou uma nova versão em 2012 (nos “Novos 52”), que mudou praticamente tudo o que se sabia sobre ele, mantendo apenas a premissa básica do herói. Ele não passa de um menino chamado Billy Batson (vivido por Asher Angel, da série “Andi Mack”), que ganha a capacidade de virar um super-herói adulto e fortão (Zachary Levi, da série “Chuck”) ao pronunciar a palavra mágica “Shazam!”. O elenco também inclui Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Cooper Andrews (o Jerry de “The Walking Dead”), Marta Milans (série “No Tomorrow”), Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”), Jovan Armand (série “The Middle”), Faithe Herman (série “This Is Us”) e Mark Strong (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o supervilão Dr. Silvana. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” será o próximo filme da DC Comics a chegar nos cinemas após o fenômeno de “Aquaman”. A estreia está marcada para 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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