Supergirl: Vídeo e foto destacam novo uniforme – e franja – da heroína
A rede The CW divulgou uma nova foto e o vídeo da 5ª temporada de “Supergirl” produzido para a Comic-Con International, de San Diego. O material destaca o novo uniforme da heroína e anuncia a data de estreia dos próximos episódios. O novo visual é conservador, com a troca da icônica saia vermelha por uma calça comprida azul. A mudança reflete uma politização da série, que tem destacado causas politicamente corretas. Mas não é por isso que deve ser automaticamente assumida como progressista. Afinal, esconder as pernas de Supergirl tanto pode encontrar defesa em discurso feminista, para desencorajar a objetificação da personagem, quanto refletir atitude machista sobre como mulheres devem se vestir – isto é, da forma mais conservadora possível. Além de trajar uniforme diferente, a atriz Melissa Benoist também aparece com franjas, que balançam num super-soco de Lena Luthor (Katie McGrath). A ex-melhor amiga tornou-se rival amargurada porque Kara escondeu sua identidade de Supergirl, motivo fútil para justificar sua transformação em supervilã. Além de ser, novamente, um argumento machista sobre a que extremo podem chegar intrigas femininas. A prévia ainda tem um viés de “Black Mirror”, com ênfase em telefones móveis e apps futuristas, que tornam os olhos dos usuários da mesma cor das calças da heroína. A 5ª temporada de “Supergirl” estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Temporada final de Arrow ganha vídeo emocional e data de estreia
A rede americana The CW divulgou no YouTube o vídeo da 8ª e última temporada de “Arrow” produzido para a Comic-Con International, de San Diego, que anuncia a data de estreia da série. Trata-se de um grande flashback de toda a série, com cenas icônicas reunidas numa edição inspirada e de forte apelo emocional, que reforçam o padrão de qualidade do programa, responsável por elevar o patamar das produções televisivas de super-heróis. O tom de despedida é assumido logo de cara, com o Monitor revelando ter visto a morte do Arqueiro Verde no vindouro crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Há até imagem do túmulo do herói, antes do início da exibição de cenas inéditas – com direito a novo uniforme para Sereia/Canário Negro – , que terminam com Oliver Queen (Stephen Amell) dizendo ter “apenas mais uma coisa que precisa fazer” antes do fim. A última temporada contará com a promoção dos atores Katherine McNamara e Ben Lewis ao elenco central. Eles estrearam na 7ª temporada, em participações recorrentes como os filhos adultos de Oliver Queen num futuro distópico, apresentado em flashforwards. Há rumores sobre um projeto de spin-off focado em seus personagens após o fim de “Arrow”. A temporada final será lançada em 15 de outubro na rede americana The CW. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
James Gunn explica porque Guardiões da Galáxia Vol. 3 não foi anunciado na Comic-Con
O diretor James Gunn usou o Twitter para tranquilizar os fãs que estranharam a falta do anúncio da produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” durante a participação da Marvel Studios na Comic-Con International, em San Diego. Segundo o cineasta, o motivo é simples: ele ainda não começou a trabalhar na continuação, porque está ocupado com “O Esquadrão Suicida”, da concorrente DC Comics, que será lançado em 2021. “Desculpe desapontá-los. ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ vai acontecer, mas estou finalizando ‘O Esquadrão Suicida’ primeiro”, ele escreveu. Os filmes e séries anunciados pela Marvel na Comic-Con oficializaram apenas projetos que serão lançados entre 2020 e 2021. Graças à demissão e posterior recontratação de Gunn pela Disney, o terceiro “Guardiões da Galáxia” ficará para depois dessa data. Mas há uma boa notícia para acelerar sua produção após o fim de “O Esquadrão Suicida”: o roteiro já está pronto. Na verdade, o roteiro foi finalizado em junho de 2018. Nesta época, a Marvel considerava iniciar as filmagens ainda em 2019 para um lançamento em 2020, no começo da sua chamada Fase 4. Infelizmente, Gunn foi demitido um mês depois, após trolls da extrema direita americana iniciarem campanha agressiva por sua degola no Twitter, convencendo a Disney com tuítes impróprios do próprio Gunn de uma década atrás. A Disney demorou, mas caiu em si e voltou atrás em março deste ano. A esta altura, porém, Gunn já tinha sido contratado pela Warner para escrever e dirigir uma continuação/reboot do “Esquadrão Suicida”, que ele agora vai filmar antes de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Embora o filme não tenha ganho logotipo estilizado e data de estreia durante a participação da Marvel Studios na Comic-Con International, Kevin Feige, presidente do estúdio, confirmou no evento que o terceiro “Guardiões da Galáxia” será produzido. Sorry to disappoint. Guardians Vol. 3 IS happening, but I am finishing The Suicide Squad first. ❤️ https://t.co/gFodDqiDvl — James Gunn (@JamesGunn) 21 de julho de 2019
Diretor de Thor: Ragnarok foi quem convenceu Natalie Portman a voltar pra Marvel
O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a volta de Natalie Portman ao papel de Jane Foster na franquia “Thor” foi mérito do diretor Taika Waititi. Em entrevista ao Yahoo! após o painel do estúdio na Comic-Con International, em San Diego, o executivo deu detalhes dos bastidores desse retorno. “Nós amamos Natalie, ela faz parte da família do MCU”, comentou Feige na entrevista. “Estamos sempre em contato com ela. Quando Taika nos trouxe a ideia de adaptar uma determinada parte dos quadrinhos em ‘Thor: Love and Thunder’, ficamos muito animados”. “Nós colocamos Natalie em contato com Taika, eles tiveram apenas uma reunião, e ela aceitou retornar”, completou. Previsto para lançamento em novembro de 2021, o filme batizado em inglês de “Thor: Love and Thunder”, trará Jane Foster assumindo o lugar de Thor, como a Deusa do Trovão. Como disse o próprio Feige, a ideia não é uma invenção aloprada de Taika Waititi, que vai comandar a continuação após o sucesso de sua abordagem cômica em “Thor: Ragnarok” (2017). Nos quadrinhos, Jane Foster vira mesmo Thor, num período em que o herói não consegue mais erguer o martelo. Iniciada em 2014, esta fase transformou o antigo interesse romântico do herói até numa integrante dos Vingadores. Mas não acaba muito bem, nem para Jane nem para Valquíria, que também está confirmada na trama após ser introduzida em “Ragnarok”. O desfecho se dá na recentíssima “Guerra dos Reinos”, trama publicada em 2019, que traz novas mudanças de status para os heróis de Asgard. A produção vai voltar a juntar Natalie Portman e Chris Hemsworth após a atriz pular “Thor: Ragnarok”. Havia rumores de desentendimento entre o estúdio e a estrela. Tudo porque Portman queria Patty Jenkins à frente de “Thor: Mundo Sombrio” (2013) – a diretora chegou a ser contratada, mas foi substituída nas vésperas das filmagens, vingando-se com o sucesso de seu filme seguinte, “Mulher-Maravilha”. Após “Mundo Sombrio”, Portman sumiu do Universo Cinematográfico da Marvel. Mas reapareceu de surpresa, brevemente, no recente “Vingadores: Ultimato”, sugerindo uma reaproximação. Sua “substituta” em “Thor: Ragnarok”, Tessa Thompson, intérprete de Valquíria, também foi confirmada no novo filme. Mas não deverá haver disputa entre as duas pelas atenções de Thor. Tessa revelou que é mais provável que ela se interesse por Jane Foster, pois Valquíria vai se assumir como a primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel no quarto “Thor”.
Valquíria vai se assumir como primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel
“Thor: Love and Thunder”, título em inglês do quarto filme do poderoso Thor, vai ser um prato feito para os trolls do Twitter. Não só o super-herói será substituído por uma versão feminina, como a trama retratará a primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel. Durante o painel do estúdio na Comic-Con Internacional, em San Diego, a atriz Tessa Thompson sugeriu que a homossexualidade de Valquíria seria explorada no novo longa. “Como novo rei [de Asgard], ela precisa encontrar sua rainha”, disse a atriz. “Esta será a primeira coisa”, reforçou. Vale lembrar que, ao final de “Vingadores: Ultimato”, Valquíria assumiu o papel de governante de Nova Asgard, uma cidade povoada por refugiados asgardianos, enquanto Thor foi para o espaço, juntando-se aos Guardiões da Galáxia. De todo modo, esta não é a primeira vez que a atriz fala abertamente sobre a sexualidade de sua personagem. Na época de “Thor: Ragnarok”, Thompson descreveu a personagem como bissexual, refletindo a forma como ela é retratada nos quadrinhos. No entanto, o filme em si não abordou sua sexualidade. Os comentários de Thompson sugerem que isso mudará na continuação. O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, vem prometendo há muito tempo que o Universo Cinematográfico da Marvel incluiria um herói LGBTQIA+. Valquíria seria essa personagem super-empoderada. Em sua vida pessoal, Tessa Thompson é namora assumidamente a cantora Janelle Monáe. Novamente dirigido por Taika Waititi, o quarto filme de Thor também trará de volta Chris Hemsworth e Natalie Portman, a Jane Foster dos dois primeiros longas do personagem, que desta vez vai erguer o Mjolnir e se transformar em Thor. A estreia foi marcada para 5 de novembro de 2021 nos Estados Unidos.
Natalie Portman vai virar Thor no próximo filme do super-herói
O anúncio mais surpreendente da Marvel durante sua participação na Comic-Con Internacional, em San Diego, foi a revelação de que o quarto longa-metragem de Thor vai transformar o super-herói numa mulher. Quem vestirá o uniforme de Thor no próximo filme será Natalie Portman, a Jane Foster dos dois primeiros longas do personagem. Portman apareceu no painel do estúdio e recebeu o Mjolnir das mãos do diretor Taika Waititi. “A sensação é muito boa”, ela disse, ao erguer o martelo. Chris Hemsworth, o Thor original, ainda comentou a substituição: “Thor parece ter ido para o banco”. A ideia não é uma invenção aloprada do cineasta, que vai comandar a continuação após o sucesso de sua abordagem cômica em “Thor: Ragnarok” (2017). Nos quadrinhos, Jane Foster chega realmente a virar Thor, num período em que o herói não consegue mais erguer o martelo. Iniciada em 2014, esta fase transformou o antigo interesse romântico de Thor na Deusa da Trovão e a viu entrar até nos Vingadores. Detalhe: esta história não acaba bem para Jane. Nem para Valquíria, que também está confirmada na trama após ser introduzida em “Ragnarok”. O desfecho se dá na recentíssima “Guerra dos Reinos”, trama publicada em 2019, que traz novas mudanças de status para os heróis de Asgard. A produção vai voltar a juntar Natalie Portman e Chris Hemsworth após a atriz pular “Thor: Ragnarok”. Havia rumores de desentendimento entre o estúdio e a estrela, que queria Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”) à frente de “Thor: Mundo Sombrio” (2013) – a diretora chegou a ser contratada, mas foi substituída nas vésperas das filmagens. Após “Mundo Sombrio”, Portman sumiu do Universo Cinematográfico da Marvel. Mas reapareceu de surpresa, brevemente, no recente “Vingadores: Ultimato”, sugerindo uma reaproximação. Sua “substituta” em “Thor: Ragnarok”, Tessa Thompson, intérprete de Valquíria, também foi confirmada no novo filme. Mas não deverá haver disputa entre as duas pelas atenções de Thor. Tessa revelou que é mais provável que ela se interesse por Jane Foster, pois Valquíria vai se assumir como a primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel no quarto “Thor”. Com o título, em inglês, de “Thor: Love and Thunder” (Thor: Amor e Trovão, em tradução literal), o filme teve sua estreia marcada para 5 de novembro de 2021.
Todos querem a tatuagem da Batwoman em novo comercial da série
A rede americana The CW divulgou um novo comercial da série “Batwoman”. Passado num estúdio de tatuagem, revela diversos clientes apressados, em busca de tatuagens iguais ao símbolo do morcego usado no uniforme da heroína. Até a própria, em sua identidade civil de Kate Kate, aparece para conferir o surto de popularidade. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos derivados. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Ruby Rose (de “Megatubarão”) será a primeira atriz a interpretar uma versão live-action de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. O elenco da série inclui ainda Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”), Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”), Meagan Tandy (“Teen Wolf”), Camrus Johnson (“Luke Cage”) e Nicole Kang (“You”). A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.
Batwoman: Série vai contar origem da heroína e do vilão Silêncio
A série “Batwoman” vai contar a origem da heroína, que foi introduzida no Arrowverso durante o crossover “Elseworlds”, no ano passado. Isto significa que a história vai começar antes dos eventos vistos naqueles episódios. A revelação foi feita pelas produtoras-roteiristas Caroline Dries e Sarah Schechter durante a Comic-Con International. Elas acrescentaram que a origem da personagem irá refletir sua reintrodução nos quadrinhos da DC Comics, destacando como sua passagem por uma Academia Militar teve um papel crucial em sua decisão de se assumir lésbica e lutar pelo que acredita ser o certo. “Como esse foi um momento marcante em sua vida, sabíamos que tínhamos que sugerir isso no piloto”, disse Dries, explicando que a trama irá abordar a intolerância da escola militar de Kate em relação à homossexualidade. “Realmente, a jornada de Kate ao longo da 1ª temporada será tentar resgatar a humanidade que se encontra presa dentro desse monstro [da intolerância]”, acrescentou. As produtoras também confirmaram que a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) vai vestir o uniforme da Batwoman no primeiro episódio. E que a série não vai repetir vilões do Arrowverse nem utilizar os criminosos mais óbvios de Gotham City. Além de Rachel Skarsten como Alice, líder da Gangue do País das Maravilhas, que será a principal vilã da temporada inaugural, Dries contou que série vai apresentar a transformação de Tommy Elliot em Silêncio (Hush), um dos novos supervilões que ganhou grande popularidade nos quadrinhos de Batman. O personagem ainda não teve a escalação revelada. A série da “Batwoman” estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos e deve ser exibida no Brasil pelo canal pago Warner, que passa todas as demais produções do Arrowverso.
Batwoman e Supergirl vão virar melhores amigas na televisão
As produtoras-roteiristas Caroline Dries e Sarah Schechter, responsáveis pela nova série “Batwoman”, revelaram durante a Comic-Con International que Kate Kane, a Batwoman, e Kara Danvers, a Supergirl, vão se tornar cada vez mais amigas. As duas heroínas se conheceram nos episódios que introduziram a heroína de Gotham City no Arrowverse, durante o crossover “Elseworlds” no ano passado, e vão se tornar mais próximas no próximo cruzamento de séries, “Crise nas Infinitas Terras”, previsto para o final de dezembro nos Estados Unidos. A amizade das duas deve refletir na TV a famosa parceria entre Batman e Superman nos quadrinhos. Entretanto, Batwoman e Supergirl não tem a mesma proximidade nas publicações da DC Comics. Por outro lado, assim como nos quadrinhos, Batwoman será lésbica na produção televisão. Isto não significa romance entre as heroínas, mas reflete o fato de Supergirl ter uma irmã lésbica a quem também considera sua melhor amiga. Fãs, claro, podem sonhar. A série da “Batwoman” estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos e deve ser exibida no Brasil pelo canal pago Warner, que passa todas as demais produções do Arrowverso.
Burt Ward, o Robin de 1966, vai participar da série Batwoman
O ator Burt Ward, até hoje lembrado como o intérprete de Robin na série “Batman” dos anos 1960, aparecerá na vindoura série “Batwoman”, anunciaram os produtores durante painel na Comic-Con International neste sábado (20/7). A participação especial vai ocorrer durante o crossover deste ano do Arrowverse, “Crise nas Infinitas Terras”. “Estamos atualmente trabalhando no crossover”, compartilhou a produtora executiva Caroline Dries. “Temos uma tonelada, uma tonelada de personagens entrando no evento de cinco partes… E Burt Ward estará fazendo uma aparição”, revelou. Atualmente com 74 anos, Ward é um dos últimos sobreviventes da série clássica, exibida entre 1966 e 1968 nos Estados Unidos. Adam West, o intérprete de Batman, morreu em 2017, ano em que os dois contracenaram como a Dupla Dinâmica pela última vez, dublando os personagens no longa animado “Batman vs. Duas-Caras”. Yvonne Craig, a Batgirl, faleceu em 2017. E da galeria de vilões mais tradicionais, apenas duas Mulher-Gato estão vivas – e por sinal também participaram das recentes animações que resgataram os intérpretes originais. Os detalhes do papel de Ward não foram revelados, mas pode ser que ele represente uma versão veterana do Garoto Prodígio, já que a história de “Crise nas Infinitas Terras” aborda universos paralelos. Vale lembrar que Brandon Routh, que atualmente protagoniza “Legends of Tomorrow” como Elektron, também aparecerá no crossover reprisando sua antiga versão de Superman, do filme “Superman: O Retorno” (2006).
Veronica Mars: 4ª temporada tem estreia surpresa antes da data prevista
Inicialmente agendada para o dia 26 de Julho, a estreia da 4ª temporada de “Veronica Mars” foi antecipada em uma semana pelo serviço de streaming Hulu. Durante o painel da série na Comic-Con International, a atriz Kristen Bell (a própria Veronica Mars) anunciou que todos os oito episódios da temporada já estão disponíveis para os assinantes da plataforma americana desde esta sexta-feira (19/2). Lançada 12 anos após a conclusão da série no canal The CW e 5 anos após o filme feito com apoio dos fãs via financiamento coletivo, a 4ª temporada de “Veronica Mars” marca um retorno histórico para série. Praticamente todo elenco original se juntou para a nova temporada, que, em meio à surpresa do lançamento precoce, arrancou elogios da crítica americana, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por enquanto, nenhum canal ou serviço de streaming nacional revelou planos de exibir os novos episódios de “Veronica Mars” no Brasil.
Brandon Routh voltará a viver Superman no crossover Crise nas Infinitas Terras
O ator Brandon Routh vai voltar a viver Superman novamente. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele viverá o herói no crossover “Crise das Infinitas Terras”, que irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” – quinteto também conhecido como Arrowverse – na rede americana The CW. Curiosamente, o ator já faz parte do Arrowverse como Ray Palmer, o Elekton, um dos personagens fixos de “Legends of Tomorrow”. Além disso, esse universo televisivo já tem um Superman, vivido por Tyler Hoechlin. E o detalhe é que os dois personagens também participarão do crossover. A explicação é que o Superman de Brandon Routh virá de uma Terra paralela do multiverso da DC Comics – o multiverso original dos quadrinhos. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer. E ele está comemorando. “Honrado, grato e ainda me beliscando”, escreveu o ator no Twitter sobre o retorno ao papel. Honored, humbled, grateful, and still pinching myself. ?#ReturnOfSuperman#Superman#Crossover#Arrowverse #SDCC2019 @DCComics@DEADLINE https://t.co/M5nQdTWYmh — Brandon Routh (@BrandonJRouth) July 19, 2019
Diretor de It: Capítulo Dois vem ao Brasil em agosto para lançamento do filme
A Warner Bros. Pictures anunciou que o diretor do filme “It: Capítulo Dois”, o argentino Andy Muschietti, e sua irmã, a produtora Barbara Muschietti, virão ao Brasil em agosto para promover o filme de terror, que tem estreia marcada para 5 de setembro. Ambos chegarão a São Paulo em datas ainda a confirmar. O filme foca a segunda parte do livro de Stephen King, em que o Clube dos Perdedores volta a se reunir após 27 anos para, já adultos, confrontar pela última vez o palhaço assassino Pennywise. O elenco adulto inclui Jessica Chastain (de “Mama”) como a personagem Beverly (papel de Sophia Lillis no primeiro filme), James McAvoy (“Vidro”) como Bill (Jaeden Lieberher), Bill Hader (série “Barry”) como Richie (Finn Wolfhard), James Ransone (“A Entidade”) como Eddie (Jack Dylan Grazer), Andy Bean (série “Power”) como Stanley (Wyatt Oleff), Jay Ryan (série “Beauty and the Beast”) como Ben (Jeremy Ray) e Isaiah Mustafa (série “Shadowhunters”) como Mike (Chosen Jacobs). Além deles, Bill Skarsgård retorna como o palhaço Pennywise e as crianças originais também aparecem em flashbacks.







