Roteiristas de Star Trek vão desenvolver a série do Senhor dos Anéis para a Amazon
A Amazon anunciou os nomes dos encarregados por desenvolver a série baseada em “O Senhor dos Anéis. A dupla John D. Payne e Patrick McKay, que trabalhou em “Star Trek: Sem Fronteiras” e em sua vindoura continuação, foi escolhida para levar “fãs, elfos e os assinantes” do Amazon Prime Video para uma jornada inédita pela Terra Média. Sobre o envolvimento no projeto, Payne e McKay comentaram, em comunicado: “Estamos extremamente felizes em fazer uma parceria com a Amazon para dar vida a este projeto. Nós nos sentimos como Frodo, partindo do Condado, com uma grande responsabilidade aos nossos cuidados – é o começo da aventura de uma vida”. Mais detalhes sobre esta jornada ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. “Não vamos fazer um remake do filme, mas também não começaremos do zero. Então, serão os personagens que você ama”, disse a presidente do Amazon Studios, Jennifer Salke. Ela também afirmou que a série deve ser filmada na Nova Zelândia, país que também serviu de locação para as adaptações cinematográficas de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. “Acho que devemos filmar na Nova Zelândia. Eu não sei, mas ter que ir em algum lugar interessante, que possa fornecer essas locações de uma maneira realmente autêntica, porque queremos que pareça incrível. Não há escassez de ambição para esse projeto. Nós vamos aonde precisarmos ir para que isso aconteça”. O projeto está orçado em cerca de US$ 1 bilhão, com previsão para ter cinco temporadas.
Atores de GLOW e American Horror Story entram no filme do Coringa
O elenco do filme solo do Coringa começa a se materializar. Após a confirmação de Joaquin Phoenix (“O Mestre”) no papel-título, e de Robert De Niro (“O Mago das Mentiras”) e Zazie Beetz (“Deadpool 2”) como coadjuvantes, a produção da Warner acrescentou o comediante Marc Maron (série “GLOW”) e a atriz Frances Conroy (“American Horror Story”). Segundo a “Variety”, Maron interpretaria um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de Robert De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman. Apenas o papel de Zazie Beetz segue em segredo. A cada novo personagem revelado, mais distante a história se mostra dos quadrinhos. A Warner ainda não divulgou a sinopse oficial. Dirigido por Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”), que também assina o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”), o filme do Coringa é considerado um projeto independente da cronologia principal das produções da DC Comics. Por isso, Jared Leto permanece como Coringa nos spin-offs de “Esquadrão Suicida”. O filme tem estreia marcada para outubro de 2019.
Stan Lee surpreende com participação em seu primeiro filme de super-heróis da DC
O universo cinematográfico da Marvel ficou pequeno para Stan Lee, e ele agora também começa a aparece nos filmes da DC Comics. A estreia aconteceu no fim de semana nos Estados Unidos, com o lançamento de “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”. Stan Lee fez sua estreia num filme da DC ao gravar participações no longa animado dos Titãs, dublando a si mesmo. Ele aparece em duas cenas — brincando, inclusive, com o fato de estar num filme da DC. “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas” encantou a crítica americana, com 90% de críticas positivas no levantamento do site Rotten Tomatoes – a mesma nota de “Lego Batman: O Filme”. A produção tem sido bastante elogiada pelo fato de fazer, justamente, muitas piadas metalinguísticas. Mas não lotou os cinemas da América do Norte, onde abriu apenas em 5º lugar no fim de semana – muito abaixo das expectativas da Warner, mas dentro das previsões cínicas de quem considerou se tratar de TV no cinema. O filme é baseado numa série infantil popular do Cartoon Network, que as crianças já veem em casa, sem precisar se deslocar. “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas” estreia em 30 de agosto no Brasil.
Tom Welling vem a São Paulo participar da Comic Con Experience
O ator Tom Welling, que ficou conhecido ao estrelar a série “Smallville” entre 2001 e 2011, virá a São Paulo participar da Comic Con Experience. Ele vai participar das comemorações dos 80 anos do Superman, que contará com atividades da DC Comics no evento. Welling voltou recentemente a atuar numa atração derivada dos quadrinhos da editora, ao participar da 3ª temporada de “Lucifer” – já encerrada nos Estados Unidos, mas ainda exibida na TV paga brasileira. Ele não participará do resgate da série na Netflix, já que a história de seu personagem foi finalizada. A Comic Con Experience vai acontecer este ano nos dias 7, 8 e 9 de dezembro.
Conheça a trajetória de Nicole Maines, que viverá a primeira super-heroína transexual da TV
A atriz Nicole Maines vai fazer história como a primeira super-heroína transexual da TV, na próxima temporada de “Supergirl”. E sabe da responsabilidade que isso representa. “Parece apropriado dizer que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Estou nervosa porque quero fazer do jeito certo”, disse Maines, citando uma famosa frase dos quadrinhos do Homem-Aranha para a revista Variety. Apesar disso, o papel está longe de ser o maior desafio de sua vida, já que ela encarou vários, como contou em sua autobiografia, “Becoming Nicole”. O primeiro deles foi ser aceita pelos próprios pais. Nascida Wyatt em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, ela se descobriu transgênero aos três anos de idade, mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. Assim, ela deveria usar o banheiro dos funcionários. Ou segurar a vontade. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e se transformou num marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. Agora, dá início ao resto de sua vida, com seu primeiro papel recorrente numa série da TV aberta nos Estados Unidos, sem perder de vista que tudo começou com a vontade de usar um vestido rosa e ir ao mesmo banheiro de suas colegas de aula. “Muitas pessoas estão realmente ansiosas para contar a história das pessoas transgêneras, especialmente porque é uma questão muito importante para a nossa sociedade hoje. Parece justo termos um super-herói trans para as crianças trans poderem se inspirar. Eu gostaria que houvesse uma quando eu era pequena”, contou a atriz, hoje com 20 anos. “Nós podemos ser quem nós quisermos, podemos fazer o que quisermos: podemos ser super-heróis, porque, de muitas formas, nós somos. Temos a representação de pessoas trans na TV já há um tempo, mas não tem sido a representação correta”, apontou, citando que, muitas vezes, essas personagens são viciadas em drogas ou trabalham com prostituição. Além disso, são interpretados por atores cisgêneros (que se identificam com os gêneros com que nasceram) e heterossexuais. “São homens de vestidos, e isso tem sido prejudicial por muito tempo”. A questão é importante para Maines, que inclusive opinou sobre a controvérsia que se instaurou recentemente quando a atriz Scarlett Johansson foi anunciada para o papel de um homem trans no filme “Rub & Tug” – do qual ela abriu mão dias depois. “Acho que os atores cisgêneros não pegam esses papéis por mal, é apenas uma falha em reconhecer o contexto”, disse. “Você tem que pensar no contexto. Como trans, muitas pessoas nos acusam de nos fantasiarmos, por qualquer motivo que seja, e isso não é verdade. Ter pessoas trans em papéis trans mostra que nossas identidades são válidas e que nós existimos. Então quando temos atores cis fazendo personagens trans, isso propaga o estereótipo de que é um homem (ou mulher) se fantasiando, o que não é verdade”, apontou. “Estamos em uma época em que, mais do que nunca, a representação na mídia importa. E o que vemos na televisão tem um efeito muito dramático na sociedade”, acrescentou. A participação da atriz em “Supergirl” representa mais um avanço da série na opção por representatividade e tramas inclusivas, após elogiados arcos em que Alex (Chyler Leigh), irmã da heroína, assumiu-se lésbica, o super-herói Caçador de Marte (David Harewood) ilustrou a dificuldade de lidar com a demência de seu velho pai e o Guardião (Mehcad Brooks) refletiu o estigma do racismo. A forma como a série adapta temas relevantes da atualidade em tramas de super-heróis a diferencia de todas as outras produções do Arrowverse. Seguem, a seguir, algumas informações sobre a personagem de Nicole Maines. Ela foi escalada para interpretar Nia Nal, uma jornalista transsexual, que, segundo os produtores, se tornará uma super-heroína chamada Dreamer. Nas publicações da DC Comics, Dreamer, traduzida no Brasil como Sonhadora, é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a Sonhadora dos quadrinhos da versão que deve ser apresentada na série. A personagem é descrita pelos produtores como “confiante e fashionista” e “como uma versão mais jovem de Cat Grant” (Calista Flockhart). “Antes escritora de discursos políticos, Nia é a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo, trazendo com ela astúcia e humor. Sob uma fachada de deboche existe uma jovem mulher com muito a oferecer ao mundo”, diz a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro, fato enaltecido pela forma como deixava os legionários a seus pés em sua estreia. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou seu corpo com Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Para completar, vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath.
Robert De Niro e Zazie Beetz negociam papéis no filme do Coringa
Os atores Robert De Niro e Zazie Beetz estão negociando com a Warner estrelar o filme solo do Coringa, que será protagonizado por Joaquin Phoenix. Segundo o site The Hollywood Reporter, o lendário astro de “Touro Indomável” e “Taxi Driver” pode estrelar sua primeira adaptação de quadrinhos no papel de um apresentador de talk show, que seria instrumental para a origem do vilão icônico. A ideia parece refletir os quadrinhos de “O Cavaleiro das Trevas”, de Frank Miller, que eram ancorados por comentários de um programa televisivo. Já a intérprete de Dominó de “Deadpool 2” trocaria a Marvel pela DC para viver uma mãe solteira que captura o coração do futuro Palhaço do Crime. A proposta do filme é trazer uma visão mais sombria do maior vilão da DC Comics e sem tantos efeitos visuais. Apesar disso, o responsável é um especialistas em comédias, Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”), que vai dirigir um roteiro que ele próprio escreveu em parceria com Scott Silver (“O Vencedor”). Segundo rumores, a trama seria passada em Gotham City durante os anos 1980. Com filmagens marcadas para começar em setembro, em Nova York, “Coringa” tem lançamento previsto para outubro de 2019.
2ª temporada de Krypton vai introduzir o herói/vilão Lobo
A 2ª temporada de “Krypton” vai finalmente dar carne e osso a um super-herói/vilão famoso da DC Comics. Lobo será o grande antagonista dos próximos capítulos, informou o canal pago SyFy durante a San Diego Comic-Con. Considerado um dos personagens mais brutais da editora de quadrinhos, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo nasceu feito um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Agora, vaga o universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados, em diferentes fases, no papel. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegaram a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. O intérprete de Lobo em “Krypton” ainda não foi anunciado. Nem como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, com os produtores redefinindo o planeta natal de Superman. A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu futuro neto. A volta de “Krypton” está prevista para a primavera norte-americana, entre março e maio de 2019.
Trailer do remake de Roswell mostra diferenças e reprises da série dos anos 1990
A rede The CW divulgou o primeiro trailer do remake de “Roswell”, que foi batizado de “Roswell, New Mexico”. O subtítulo, com o nome do estado em que se localiza a cidade de Roswell, também alude à revisão étnica da trama. Assim como no remake de “Charmed”, outra série dos anos 1990 revivida pelo mesmo canal, a trama sci-fi original foi reimaginada com uma protagonista latina. A prévia também destaca outra mudança que estava implícita, ao mostrar a mesma história com personagens adultos. Na série clássica e nos livros que a inspiraram – “Roswell High”, de Melinda Metz – , os protagonistas são adolescentes que frequentam a mesma high school. Fora isso, a trama ressurge praticamente igual à série de 1999, replicando detalhes como o tiro sofrido pela protagonista, momento em que o herói alienígena se revela para salvar sua vida. A sinopse oficial resume: “Mais do que em qualquer outro lugar na Terra, Roswell, no Novo México, é o ponto zero para aqueles que buscam provas de que os alienígenas existem. Nascida em Roswell, Liz Ortecho deixou tudo para trás há 10 anos, após a morte de sua amada irmã mais velha, Rosa. Mas com o pai doente, ela retorna relutantemente à cidade natal turística para voltar a morar com ele. Quando Liz chega, ela se reconecta com Max Evans, sua paixão adolescente, que agora é um policial de Roswell. Sua química é instantaneamente elétrica. Mas Liz logo descobre uma verdade chocante: Max é um alienígena, que manteve suas habilidades sobrenaturais escondidas durante toda a sua vida, junto com as de seus irmãos extraterrestres, Isobel e Michael. À medida que os dois se aproximam depois de uma década separados, Liz acha difícil manter a verdade escondida de sua melhor amiga, Maria de Luca, e do ex-namorado do colegial, o dr. Kyle Valenti. Também escondendo suas origens extraterrestres, Isobel nem mesmo revelou a verdade para seu marido, Noah, e Michael mantém sua identidade escondida sob um exterior de bad-boy rebelde. Enquanto isso, uma antiga conspiração do governo liderada pelo primeiro sargento Jesse Manes, juntamente com uma política de medo e ódio que corre solta em Roswell, ameaça expor Max e sua família, e poderia colocar em risco seu profundo romance com Liz … assim como suas vidas.” A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”), afirmou ter objetivo de atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). A protagonista da atração dos anos 1990 era a então adolescente Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos pelos jovens Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”), único adulto do elenco central. Todos tiveram carreiras de sucesso. No remake, Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) vive Liz, Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) interpreta Max, Lily Cowles (“BrainDead”) é Isobel, Michael Vlamis (visto em “New Girl”) vive Michael, Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”) é Kyle, Heather Hemmens (série “Hellcats”) dá vida a Maria, Trevor St. John (série “Contaiment”) interpreta o militar malvado, e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) vive seu filho, que esconde que é gay. Outra curiosidade sobre a produção é que seu piloto marca a estreia na direção de Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e da vindoura “Legacies”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie. “Roswell, New Mexico” tem estreia prevista apenas para 15 de janeiro nos Estados Unidos.
Maisie Richardson-Sellers voltará como nova personagem em Legends of Tomorrow
Um dos mistérios da 4ª temporada de “Legends of Tomorrow”, foi desfeito durante o painel da série na San Diego Comic-Con. A atriz Maisie Richardson-Sellers, que aparentemente tinha se despedido da série na temporada anterior, continua no elenco, como mostrou o primeiro pôster da nova fase. Mas ela não voltará como sua personagem original. A história de Amaya/Vixen foi concluída com o retorno da heroína à sua época original, nos anos 1940, para preservar a linha do tempo. Mas outra personagem com sua aparência vai chamar atenção dos heróis, durante sua missão de consertar o último problema que eles próprios criaram. Vale recordar. Após salvar o mundo do demônio Mallus no final da temporada passada, o time liderado por Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz) inadvertidamente soltou criaturas mágicas na Terra. Algumas são fofas como um unicórnio, mas também há menções a dragões e monstros, que fazem os protagonistas embarcarem em novas viagens pelo tempo para arrumar a bagunça que criaram. A nova personagem será uma dessas criaturas mágicas, um trickster chamado Charlie. Nas palavras da atriz: “Ela é uma rebelde sem causa, ela é uma trapaceira. Ela está em sua própria missão e as Lendas tropeçam nela. Ela vai sacudir a nave” e “desafiar” a equipe, que ficará um tempo tentando determinar se a recém-chegada é amiga ou inimiga. Além de confirmar a participação de Maisie Richardson-Sellers, a nova temporada também promoveu ao elenco central as atrizes Jes Macallan, intérprete de Ava Sharp, que lidera a Agência do Tempo, Courtney Ford, que vive a ex-vilã Nora Darhk, filha de Damien Darhk (Neal McDonough), e Matt Ryan, que dá vida ao caça-fantasmas-mago-punk John Constantine. Entre as novidades, entraram na série Ramona Young (“Santa Clarita Diet”) como Alaska Yu, jovem obcecada por livros de fantasia que se torna uma espécie de expert das Lendas para criaturas mágicas – personagem sem equivalente nos quadrinhos – e Thomas F. Wilson (“De Volta para o Futuro”) como Hank Heywood, o pai de Nate/Cidadão Gládio (Nick Zano). A 4ª temporada de “Legends of Tomorrow” estreia em 22 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Legends of Tomorrow terá temporada roqueira, com episódios sobre os Beatles e o festival de Woodstock
O painel de “Legends of Tomorrow” na San Diego Comic-Con revelou que a 4ª temporada será a mais roqueira de toda a série, com direito a uma viagem ao Festival de Woodstock, em que as lendas esbarrarão em Jimi Hendrix, e a um encontro com os Beatles em outro episódio. A atriz Tala Ashe, intérprete de Zari (a versão de Isis da série), ainda descreveu o episódio dos Beatles, passado nos anos 1960, como “muito louco”. “Vai ser demais”, completou. No mínimo, uma turnê mágica e misteriosa, como convém ao tema da temporada. Conforme revelado no novo trailer, que mostra um esbarrão literal em Hendrix, os próximos capítulos mostrarão os heróis liderados por Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz) tendo que lidar com um efeito colateral inesperado de sua última vitória. Para destruir o demônio Mallus, eles soltaram criaturas mágicas na Terra. Algumas são fofas como um unicórnio, mas também há menções a dragões e monstros, que fazem os protagonistas embarcarem em novas viagens pelo tempo para consertar mais uma bagunça que eles criaram. Vale lembrar que, no terceiro ano, a série enfrentou a maldição do primeiro violão de Elvis Presley! A 4ª temporada de “Legends of Tomorrow” estreia em 22 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Supergirl faz história ao escalar a primeira super-heroína transexual da TV
A equipe de “Supergirl” anunciou uma grande novidade da 4ª temporada na San Diego Comic-Con: a atriz transexual Nicole Maines (vista num episódio de “Royal Pains”) entrou no elenco da atração no papel de Nia Nal, uma jornalista transsexual, que, segundo os produtores, se tornará uma super-heroína chamada Dreamer. A participação representa mais um avanço da série na opção por tramas inclusivas, após elogiados arcos em que Alex (Chyler Leigh), irmã da heroína, assumiu-se lésbica, o super-herói Caçador de Marte (David Harewood) ilustrou a dificuldade de lidar com a demência de seu velho pai e o Guardião (Mehcad Brooks) refletiu o estigma do racismo. A forma como a série adapta temas relevantes da atualidade em tramas de super-heróis a diferencia de todas as outras produções do Arrowverse. Nas publicações da DC Comics, Dreamer, traduzida no Brasil como Sonhadora, é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a Sonhadora dos quadrinhos da versão televisiva. A personagem é descrita na série como “confiante e fashionista” e “como uma versão mais jovem de Cat Grant” (Calista Flockhart). “Antes escritora de discursos políticos, Nia é a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo, trazendo com ela astúcia e humor. Sob uma fachada de deboche existe uma jovem mulher com muito a oferecer ao mundo”, diz a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro, fato enaltecido pela forma como deixa os legionários a seus pés em sua estreia, conforme pode ser visto na ilustração abaixo. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou o corpo com Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath. Um detalhe nada irrelevante na contratação de Nicole Maines é que ela é bastante conhecida nos Estados Unidos por seu ativismo LGBTQIA+. Em 2013, Maines venceu um processo histórico na justiça americana, pelo direito de frequentar banheiros femininos. A ação virou jurisprudência e a tornou célebre, levando-a a aparecer no documentário da HBO “The Trans List” (2016) e até ter sua vida transformada em livro – “Becoming Nicole” (2015), escrito por Amy Ellis Nutt. Os planos para introduzir uma super-heroína transgênero no Arrowverse foram anunciados dias após a confirmação do projeto de “Batwoman”, que será a primeira série criada em torno de uma super-heroína lésbica – fato que não diminui a importância de Nafessa Williams como Tormenta, a primeira super-heroína lésbica negra da TV, na série “Black Lightning” (Raio Negro). “Supergirl” retorna em 14 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner e também está disponível no catálogo da Netflix. Veja abaixo a hilária introdução da Garota dos Sonhos em 1964 nos quadrinhos da DC Comics.
Flash conhece sua filha do futuro e novo supervilão no trailer da 5ª temporada
A rede CW divulgou o trailer da 5ª temporada de “The Flash”, que começa do ponto em que os episódios anteriores encerraram, com a revelação de que garota misteriosa (Jessica Parker Kennedy, da série “The Secret Circle”) é na verdade Nora West-Allen, a filha de Barry (Grant Gustin) e Iris (Candice Patton). E ela não herdou a apenas supervelocidade do pai como, aparentemente, sua capacidade para viajar no tempo. O detalhe é que Nora só revelou quem era após admitir ter cometido um “grande erro” em relação ao tempo. E este erro pode ter sido salvar a vida do Flash, como reforça a prévia. FYI: nos quadrinhos, a filha do Flash se chama Dawn Allen. Ela tem um irmão gêmeo chamado Don e ambos vivem no século 30, graças ao fato de Iris ter ido parar no futuro. O detalhe que chama atenção nesta história é que Dawn teve uma filha, Jenni, que virou a integrante da Legião dos Super-Heróis conhecida pelo nome de XS. E é justamente este nome que Nora diz usar como super-heroína no trailer. Mais curioso ainda: enquanto Dawn é ruiva como Barry e Iris nos quadrinhos, XS é negra como seu pai, Jeven Ognats. E o uniforme que Nora vai usar na série é exatamente igual ao de XS nos quadrinhos. Confuso. Afinal, porque não fazer a personagem neta do Flash como a XS dos quadrinhos? Por outro lado, o vídeo também revela uma objeto icônico dos quadrinhos que ainda não tinha aparecido na TV: o anel capaz de conter o traje do Flash. E, como não poderia deixar de ser, também há a chegada de um novo supervilão. Sua identidade não é revelada, mas o painel da série na Comic-Con anunciou que Chris Klein (da franquia “American Pie”) viverá Cicada, cuja origem elétrica coincide com as cenas apresentadas. Introduzido em 2001 por Geoff Johns (cocriador da série) e Scott Kolins, o Cicada dos quadrinhos é David Hersch, que durante um momento de fúria numa noite de tempestade mata a esposa, arrepende-se é atingido por um raio. Neste momento, ele tem uma visão e descobre ter adquirido a capacidade de absorver a força vital das pessoas. A partir daí, torna-se obcecado por raios e forma uma seita, na qual seus seguidores são orientados a matar todas as pessoas já salvas pelo Flash. Isto porque Hersch acredita que se consumir a energia dessas pessoas, além do próprio herói – cujo símbolo é um raio – , poderia virar imortal e ressuscitar sua esposa. O Cicada da TV deverá bem diferente, descrito como “um homem comum, cuja família foi morta por metahumanos, por isso Cicada agora procura exterminar a epidemia – um metahumano de cada vez”. A adaga em forma de raio, que aparece no vídeo, é a mesma utilizada pela seita dos quadrinhos para atacar o Flash. Os próximos episódios também contarão com as promoções de Hartley Sawyer (que vive o Homem-Elástico) e Danielle Nicolet (a promotora Cecile Horton) ao elenco central. A 5ª temporada de “The Flash” vai estrear em 9 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Legends of Tomorrow encontra dragões, unicórnios e Jimi Hendrix no trailer da 4ª temporada
A rede CW divulgou o trailer da 4ª temporada de “Legends of Tomorrow”, que justifica a inclusão de John Constantine (Matt Ryan) entre os personagens regulares da atração. Após salvar o mundo do demônio Mallus no final da temporada passada, os heróis liderados por Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz) inadvertidamente soltaram criaturas mágicas na Terra. Algumas são fofas como um unicórnio, mas também há menções a dragões e monstros, que fazem os protagonistas embarcarem em novas viagens pelo tempo para consertar mais uma bagunça que eles criaram. Com Constantine a bordo, a chance de encontros sobrenaturais se torna maior que a participação de figuras históricas, mas, como mostra o vídeo, sempre é possível esbarrar em Jimi Hendrix numa trip pelos anos 1960. A nova temporada também promoveu ao elenco central as atrizes Jes Macallan, intérprete de Ava Sharp, que lidera a Agência do Tempo, e Courtney Ford, que vive a ex-vilã Nora Darhk, filha de Damien Darhk (Neal McDonough). E apesar do desfecho passado e de não aparecer no trailer, Maisie Richardson-Sellers continua no elenco. Além disso, irá introduzir Ramona Young (“Santa Clarita Diet”) como Alaska Yu, jovem obcecada por livros de fantasia que se torna uma espécie de expert das lendas para criaturas mágicas – personagem sem equivalente nos quadrinhos – e Thomas F. Wilson (“De Volta para o Futuro”) como Hank Heywood, o pai de Nate/Cidadão Gládio (Nick Zano). A 4ª temporada de “Legends of Tomorrow” estreia em 22 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.











