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  • Filme

    O Agente Oculto: Netflix mostra briga de Ryan Gosling e Chris Evans

    7 de junho de 2022 /

    A Netflix divulgou uma cena legendada de “O Agente Oculto” (The Grey Man), novo filme dos diretores de “Vingadores: Ultimato”, Joe e Anthony Russo. Exibida na Geeked Week, a prévia destaca uma briga entre os antagonistas vividos por Ryan Gosling (“La La Land”) e Chris Evans (o Capitão América de “Vingadores: Ultimato”), com direito a explosão de granada e uma aparição surpresa de Ana De Armas (“007: Sem Tempo para Morrer”) A produção conta com um elenco grandioso, que ainda inclui os ingleses Regé-Jean Page (“Bridgetown”) e Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), o brasileiro Wagner Moura (“Narcos”), o indiano Dhanush (“Karnan”) e os americanos Billy Bob Thornton (“Goliath”), Alfre Woodard (“Luke Cage”) e a menina Julia Butters (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, o longa traz Gosling como o personagem-título, um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). O personagem de Gosling, o matador freelance Court Gentry, também apareceu em outras quatro aventuras literárias, o que indica o surgimento de uma nova franquia. Além de dirigir, os Russos também escreveram o roteiro da adaptação, que recebeu um polimento de Christopher Markus e Stephen McFeely, seus parceiros em quatro filmes da Marvel. A estreia está marcada para o dia 22 de julho.

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  • Filme

    Novo filme dos diretores de “Vingadores: Ultimato” ganha trailer explosivo

    24 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou pôsteres e o primeiro trailer de “O Agente Oculto” (The Grey Man), novo filme dos diretores de “Vingadores: Ultimato”, Joe e Anthony Russo. A prévia tem muitos tiros, explosões e violência, culminando num confronto físico entre os dois antagonistas da trama, interpretados por Ryan Gosling (“La La Land”) e Chris Evans (o Capitão América de “Vingadores: Ultimato”) A produção conta com um elenco grandioso, que ainda inclui os ingleses Regé-Jean Page (“Bridgetown”) e Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), a cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”), o brasileiro Wagner Moura (“Narcos”), o indiano Dhanush (“Karnan”) e os americanos Billy Bob Thornton (“Goliath”), Alfre Woodard (“Luke Cage”) e a menina Julia Butters (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, o longa traz Gosling como o personagem-título, um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). O personagem de Gosling, o matador freelance Court Gentry, também apareceu em outras quatro aventuras literárias, o que indica o surgimento de uma nova franquia. Além de dirigir, os Russos também escreveram o roteiro da adaptação, que recebeu um polimento de Christopher Markus e Stephen McFeely, seus parceiros em quatro filmes da Marvel. A estreia está marcada para o dia 22 de julho.

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  • Filme

    Novo filme dos diretores de “Vingadores: Ultimato” ganha primeiras fotos

    26 de abril de 2022 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens de “O Agente Oculto” (The Grey Man), novo filme dos diretores de “Vingadores: Ultimato”, Joe e Anthony Russo, que conta com um elenco grandioso. As imagens revelam as participações de Ryan Gosling (“La La Land”), Chris Evans (também de “Vingadores: Ultimato”), Regé-Jean Page (“Bridgetown”) e a cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”), mas a produção também conta com o brasileiro Wagner Moura (“Narcos”), a inglesa Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), o indiano Dhanush (“Karnan”), Billy Bob Thornton (“Goliath”), Alfre Woodard (“Luke Cage”) e a menina Julia Butters (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, o longa traz Gosling como um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). O personagem de Gosling, o matador freelance Court Gentry, também apareceu em outras quatro aventuras literárias, o que indica o surgimento de uma nova franquia. Os Russos escreveram o roteiro da adaptação, que recebeu um polimento de Christopher Markus e Stephen McFeely, seus parceiros em quatro filmes da Marvel. Ao disponibilizar as fotos nas redes sociais, a Netflix ainda anunciou a data de estreia da produção: dia 22 de julho. The @Russo_Brothers created an epic, globe-hopping action-packed cinematic extravaganza coming your way July 22! The Gray Man co-stars Ana de Armas, @regejean Page, Jessica Henwick, @dhanushkraja, Billy Bob Thornton & @AlfreWoodard! pic.twitter.com/BWriPm2B7b — Netflix (@netflix) April 26, 2022 The gray man #TheGrayMan @NetflixFilm July 22nd on Netflix @Russo_Brothers pic.twitter.com/yAXte77C2G — Dhanush (@dhanushkraja) April 26, 2022

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  • Série

    Série sobrenatural com Elisabeth Moss e Wagner Moura ganha primeiro trailer

    29 de março de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer legendado de “Shining Girls”, minissérie de suspense que será estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) e pelo brasileiro Wagner Moura (“Narcos”). A produção também ganhou título nacional, que é o mesmo do livro de Lauren Beukes, em que se baseia, no Brasil: “Iluminadas”. A trama gira em torno de um serial killer capaz de viajar no tempo para assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, certo de sua impunidade. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa, já que cada morte altera a linha temporal e uma das vítimas potenciais percebe a mudança. Moss vai viver um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque, enquanto Moura interpretará um jornalista que investiga o atentado contra ela e se torna tanto um aliado quanto um possível suspeito. A adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e também destaca no elenco Amy Brenneman (“The Leftovers”), Phillipa Soo (“Dopesick”) e Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como o serial killer. Além de atuar, Moss divide a produção executiva da atração com Leonardo DiCaprio, por meio da empresa do ator, Appian Way. A estreia está marcada para 29 de abril.

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  • Filme

    “Gato de Botas” aposta a vida no trailer de sua nova aventura

    15 de março de 2022 /

    A Universal divulgou o pôster e o trailer do filme “Gato de Botas: O Último Desejo”, sequência da animação do Gato de Botas lançada em 2011. A prévia mostra que o gato de capa, espada e botas vai enfrentar seu maior desafio: defender sua última vida, após ter perdido oito delas. A continuação volta a trazer Antonio Banderas como a voz oficial do personagem-título e Salma Hayek como Kitty Pata-Mansa. E introduz uma série de personagens, como o amigo da dupla Perro, dublado por Harvey Guillén (“What We Do In the Shadows”) e diversos personagens das fábulas encantadas. Entre as novidades, destacam-se o brasileiro Wagner Moura (“Narcos”) como a voz do Lobo Mau e Florence Pugh (“Viúva Negra”) como Cachinhos Dourados, além de Olivia Colman (vencedora do Oscar por “A Favorita”) e outros astros famosos. Derivado da franquia “Shrek”, o primeiro filme do “Gato de Botas” foi lançado em 2011 sob o comando de Chris Miller (“Shrek Terceiro”), arrecadou US$ 555 milhões em todo o mundo e recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Animação. As conversas sobre a continuação se iniciaram em 2014, mas só agora o projeto ganhou vida, com roteiro de Paul Fisher e direção de Joel Crawford e Januel Mercado, todos de “Os Croods: Uma Nova Era”. O filme tem previsão de estreia para 15 de setembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer em duas versões: dublado em português e com as vozes famosas (mas sem legendas).

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  • Filme

    Wagner Moura vai dublar novo filme do “Gato de Botas”

    14 de março de 2022 /

    A DreamWorks Animation divulgou o elenco original do filme “Gato de Botas: O Último Desejo”, sequência da animação do Gato de Botas lançada em 2011. Entre os nomes que vão se juntar a Antonio Banderas, intérprete do personagem-título, está o do brasileiro Wagner Moura (“Narcos”). O elenco também contará com a volta de Salma Hayek como Kitty Pata-Mansa, além de Florence Pugh (“Viúva Negra”) e Olivia Colman (vencedora do Oscar por “A Favorita”), entre outros dubladores famosos. A sequência vai acompanhar o gato de capa, espada e botas em uma jornada épica para restaurar suas nove vidas originais, após ele ter perdido oito delas. Derivado da franquia “Shrek”, o primeiro filme do “Gato de Botas” foi lançado em 2011 sob o comando de Chris Miller (“Shrek Terceiro”), arrecadou US$ 555 milhões em todo o mundo e recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Animação. As conversas sobre a continuação se iniciaram em 2014, mas só agora o projeto ganhou vida, com roteiro de Paul Fisher e direção de Joel Crawford e Januel Mercado, todos de “Os Croods: Uma Nova Era”. O filme tem estreia marcada para 15 de setembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Série sobrenatural com Elisabeth Moss e Wagner Moura ganha primeiro teaser

    4 de fevereiro de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser de “Shining Girls”, minissérie de suspense que será estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) e pelo brasileiro Wagner Moura (“Narcos”). Adaptação do romance homônimo de Lauren Beukes, lançado no Brasil com o título de “Iluminadas”, a trama gira em torno de um serial killer capaz de viajar no tempo. Para viajar pelo tempo, tudo o que ele precisa fazer é assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, que ele recebe a missão de eliminar. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa. Moss vai viver um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque, enquanto Moura interpretará um jornalista que investiga o atentado contra ela e se torna tanto um aliado quanto um possível suspeito. A adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e também destaca no elenco Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Amy Brenneman (“The Leftovers”) e Phillipa Soo (“Dopesick”). Além de atuar, Moss divide a produção executiva da atração com Leonardo DiCaprio, por meio da empresa do ator, Appian Way. A estreia está marcada para 29 de abril.

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  • Filme

    Wagner Moura vai estrelar nova sci-fi do diretor de “Ex_Machina”

    21 de janeiro de 2022 /

    O ator brasileiro Wagner Moura vai estrelar a próxima sci-fi do diretor Alex Garland (“Ex_Machina”, “Aniquilação”). Intitulado “Civil War”, o filme será ambientado em um futuro distópico, mas não há maiores detalhes sobre o enredo. Escrito pelo próprio Garland e com produção do estúdio indie A24, o filme também traz em seu elenco Kirsten Dunst (“Ataque dos Cães”), Stephen McKinley Henderson (“Duna”) e Cailee Spaeny (“Mare of Easttown”). “Civil War” ainda não tem previsão de estreia. Wagner Moura será visto a seguir em outra produção estrangeira, “The Shining Girls”, série de suspense produzida para a Apple TV+, em que atuará com Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”).

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  • Filme

    Marighella: Filme brasileiro mais visto de 2021 chega na Globoplay em uma semana

    27 de novembro de 2021 /

    Um mês após sua estreia nos cinemas, “Marighella” já vai trocar de telas. A Globoplay programou a estreia exclusiva do filme em streaming para o próximo sábado (4/12). A expectativa dos produtores era que “Marighella” pudesse vender 100 mil ingressos, o que seria um feito diante das dificuldades enfrentadas pelo cinema nacional – e a Cultura em geral – desde a posse de Bolsonaro. Mas até o fim de semana passado, o filme tinha sido visto por cerca de 250 mil espectadores e arrecadado em torno de R$ 5 milhões nas bilheterias, consolidando-se como o maior sucesso do cinema brasileiro em 2021 e da era pandêmica em geral. O longa recupera a história de Carlos Marighella, guerrilheiro comunista que pegou em armas contra a ditadura militar. Retratado como um herói na obra, em interpretação magistral de Seu Jorge, Marighella é considerado um simples bandido pelos negacionistas da ditadura, que atualmente ocupam cargos públicos e, de acordo com o diretor Wagner Moura, chegaram a tentar censurar a produção, dificultando seu lançamento o máximo que puderam. Rodado em 2017, o longa teve pré-estreia mundial no Festival de Berlim de 2019 e chegou a ser exibido nos EUA no ano passado, onde atingiu 88% de aprovação da crítica, na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. Durante sua passagem internacional, a estreia de Wagner Moura na direção foi coberta de elogios, rendendo até comparação às obras dos grandes cineastas do cinema engajado dos anos 1960 e 1970. No Brasil, no entanto, enfrentou entraves burocráticos da Ancine, que represaram a liberação de sua verba e impediram o lançamento originalmente planejado há dois anos, atrasando sua estreia para 2021. Agora, a contragosto de muitos no governo, atingirá ainda maior alcance, com a exibição para o público em casa. Veja abaixo o trailer do filme.

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  • Filme

    “Marighella” já é o filme brasileiro mais visto de 2021

    6 de novembro de 2021 /

    Oficialmente lançado na quinta-feira (5/11), “Marighella” já virou o filme brasileiro mais assistido nos cinemas em 2021, com 36,7 mil espectadores. Foi visto por mais gente que a comédia “Depois a Louca Sou Eu”, que teve 29 mil espectadores em todo seu tempo de exibição, segundo dados do Filme B. O feito resulta de uma distorção. Extraoficialmente, o filme já estava em cartaz desde o começo da semana. A distribuidora Paris Filmes chama isso de “pré-estreia”, alterando o sentido da expressão, que deixa de ser um evento especial para convidados para designar todas as sessões pagas em exibição normal antes de uma data determinada. Na prática, “Marighella” começou a ser exibido na segunda-feira (1/11) e só nas sessões da chamada “pré-estreia”, até quarta, movimentou 26,3 mil espectadores. Na quinta-feira, dia da estreia oficial, mais 10,4 mil passaram pelas catracas. No ranking geral do dia 4, incluindo filmes estrangeiros, o filme só foi menos visto que “Eternos”, novo lançamento da Marvel, que levou 180 mil pessoas aos cinemas. Mas “Marighella” está em cartaz em apenas 275 salas, enquanto “Eternos” tem a maior distribuição do ano no país, ocupando 1,7 mil telas. O interesse do público foi alimentado pela irritação de integrantes do governo pelo tema da produção. Ao mobilizarem disputas de narrativas nas redes sociais, eles acabaram fazendo propaganda da produção. O filme recupera a história de Carlos Marighella, guerrilheiro comunista que pegou em armas contra a ditadura militar. Retratado como um herói no longa, em interpretação magistral de Seu Jorge, Marighella é considerado um simples bandido pelos negacionistas da ditadura, que atualmente ocupam cargos públicos e, de acordo com Wagner Moura, chegaram a tentar censurar a produção, dificultando seu lançamento o máximo que puderam. Rodado em 2017, o longa teve pré-estreia (no sentido clássico da palavra) mundial no Festival de Berlim de 2019 e, inclusive, até já foi exibido nos EUA, onde atingiu 88% de aprovação da crítica, na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. No Brasil, no entanto, enfrentou entraves burocráticos da Ancine, que represaram a liberação de sua verba e impediram o lançamento originalmente planejado há dois anos, atrasando a estreia para 2021. A expectativa dos produtores é que “Marighella” possa vender 100 mil ingressos, o que seria um feito diante das dificuldades enfrentadas pelo cinema nacional – e a Cultura em geral – desde a posse do fã de Jim Carrey, o “Debi e Loide” e “O Mentiroso”.

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  • Etc

    Entrevista de Wagner Moura irrita integrantes do governo

    2 de novembro de 2021 /

    O ator Wagner Moura, que estreia na direção à frente de “Marighella”, irritou integrantes do governo Bolsonaro e simpatizantes da ditadura militar brasileira ao dar uma entrevista contundente ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, na noite de segunda (1/11). Ele falou sobre as ameaças sofridas durante a produção de seu filme “Marighella”, que conta a história do guerrilheiro Carlos Marighella e as barbaridades cometidas pela ditadura no país, mencionando ter enfrentado até tentativa de censura do filme por órgãos do governo, com o cancelamento de recursos da Ancine autorizados para o longa. “Os ataques foram todos. A questão com a Ancine é uma clara censura. O ‘Marighella’ tinha sido contemplado com o fundo setorial para complementação da produção e não recebemos o dinheiro porque foi negado pela Ancine, no momento em que o Bolsonaro falava abertamente em filtragem na Ancine”, declarou, lembrando ainda que outros editais, sobretudo aqueles com temática LGBTQIAP+, foram cancelados após lives de Bolsonaro atacarem as produções. Por conta da identificação do governo Bolsonaro com ideais da ditadura, Moura fez uma comparação à luta contra a repressão de outrora e o enfrentamento contra os representantes atuais do regime. “‘Marighella’ não é apenas sobre quem resistiu à ditadura militar nas décadas de 1960 e 1970, é sobre os que resistem hoje no Brasil”, afirmou. Ele também comparou os atos de terrorismo de Marighella com o que considera terrorismo de estado praticado por Bolsonaro. “Os acusados de terroristas são os pobres, o MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra], o Black Lives Matter, e isso sempre me incomodou, mas 600 mil mortos por Covid é terrorismo, 19 milhões de pessoas passando fome, a Amazônia pegando fogo, o ministro da Economia que tem uma conta offshore enquanto o povo paga imposto alto é terrorismo”, afirmou, ao comentar a romantização do guerrilheiro. A respeito de uma declaração de Sérgio Camargo, presidente da Fundação Cultural Palmares, que chamou Marighella de “psicopata comunista”, Moura se recusou a comentar. “Eu não tenho nenhum respeito por nenhuma declaração de quem faça parte desse governo. Nem esse cara, nem aquele da secretaria de Cultura, eu não vou comentar.” Pelo Twitter, o ex-“Malhação” Mario Frias, “aquele da secretaria de Cultura”, decidiu fazer o que Moura não fez. Ele “comentou”: “Somos dois então. Não sinto nada além de desprezo por esse sujeito patético que bate palma pra bandido!”, escreveu. “Também não temos respeito por você”, apoiou André Porciuncula, capitão da PM e braço-direito de Frias na secretaria de cultura, responsável pela aprovação de projetos culturais para receber financiamentos via Lei Rouanet. Teve mais. “Terrorismo quem fez foi o personagem que este ator interpretou e ainda teve a desfaçatez de falar em ‘amor’ para resumir a história de um homicida. E covardia é defender o socialismo e ir morar em um país capitalista”, escreveu a deputada federal Carla Zambelli, sem definir se o país capitalista a que ela se refere é os EUA e se o Brasil é socialista na comparação inusitada. Não é de hoje que os simpatizantes da ditadura escolheram “Marighella” como alvo. A reação é tão extremada que fez o portal americano IMDb, conhecido por reunir avaliações do público sobre lançamentos de cinema, TV e streaming, alterar os pesos das notas dadas à produção após constatar que o filme sofria “review bombing” de usuários do Brasil, onde o filme permanece inédito. Graças à alteração dos critérios, a nota do longa pulou de 4 para 6,5 na semana passada. Embora reconhecidamente romanceie a luta de Carlos Marighella, que não era pela democracia, mas pelo comunismo, “Marighella” é um filme importante para o momento em que o Brasil atravessa, e isso se reflete nos aplausos e elogios que têm recebido em todo o mundo, desde que teve sua première em 2019 no Festival de Berlim. O filme tem 88% de aprovação entre a crítica americana e finalmente vai chegar no Brasil nesta quinta (4/11). Veja abaixo a íntegra da entrevista de Wagner Moura no programa “Roda Vida”, da TV Cultura.

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  • Filme

    Ataque extremista à “Marighella” gera reação de site americano

    29 de outubro de 2021 /

    Um ataque coordenado contra o filme brasileiro “Marighella” fez o portal americano IMDb, conhecido por reunir avaliações do público sobre lançamentos de cinema, TV e streaming, alterar os pesos das notas dadas à produção. Após a constatação de que a maioria dos comentários negativos vinha do Brasil, onde o filme permanece inédito, o IMDb passou a valorizar mais os comentários positivos do resto do mundo, fazendo com que a nota do filme saltasse de 4 na última quarta-feira (25/10) para 6,5. Ao todo, “Marighella” já recebeu mais de 47 mil avaliações, com 34 mil marcando nota 1 (a mais baixa) e 11 mil dando nota 10 (a mais alta). A maioria esmagadora das notas negativas vem de homens brancos com mais de 30 anos. Para deixar claro seu veto à prática de “review bombing”, bombardeio de comentários negativos com tendência ideológica, o IMDb passou a publicar uma mensagem na página de avaliações do filme, que avisa: “Nosso mecanismo de avaliação detectou atividade incomum de votação para este título. Para preservar a confiabilidade do nosso sistema de avaliação, um cálculo alternativo de notas foi aplicado”. A fórmula usada para este cálculo segue padrões internos e não é divulgada para o público, justamente para evitar que bolsominons ou outros grupos extremistas aprendam como sabotá-la. Em comunicado ao jornal Folha de S. Paulo, o IMDb declarou: “A forma mais simples de explicar é que, apesar de aceitarmos e considerarmos todas as notas enviadas por usuários, nem todas elas têm o mesmo impacto — ou peso — na média final. Quando uma atividade incomum é detectada, nós alteramos os pesos desse cálculo”. Esta é a segunda vez que sites americanos reagem a ataques ideológicos coordenados contra “Marighella”. Em 2019, os primeiros ataques fizeram outro portal famoso de cinema dos EUA, o Rotten Tomatoes, estabelecer uma nova política para a publicação de comentários em sua sessão aberta ao público, barrando “críticas” sobre filmes inéditos – isto é, que ninguém viu. Na época, “Marighella” e outros alvos da extrema direita, como “Capitã Marvel” (!), receberam notas negativas do público antes mesmo de serem exibidos para a crítica especializada. Ao perceber o terrorismo virtual, o Rotten Tomatoes zerou todas as notas e impediu novos comentários até os filmes visados ganharem estreia comercial. “Não queremos que as pessoas usem os comentários como plataforma política”, disse um comunicado do site. Após ser exibido em festivais e estrear nos EUA, “Marighella” atingiu 88% de aprovação entre a crítica americana, conforme registro atualizado nesta semana no Rotten Tomatoes. Estreia de Wagner Moura como diretor, “Marighella” teve sua première mundial no Festival de Berlim de 2019 e foi recebido com muitos aplausos e elogios da crítica internacional. Mas desde sua concepção desagrada bolsonaristas, uma vez que sua trama romanceia a luta armada contra a ditadura no Brasil. A trama foca nos últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele liderou ataques contra o regime e foi executado em uma emboscada da polícia. Transformado em herói na tela, Marighella é considerado um bandido comum pelos negacionistas da ditadura. Protagonizado por Seu Jorge (“Cidade de Deus””), o elenco também conta com Adriana Esteves (“Benzinho”), Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça 3”). A estreia nacional está marcada para a próxima quinta-feira, dia 4 de novembro.

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  • Série

    Trailer do final de “Narcos: México” traz luta violenta pelo controle do tráfico

    11 de outubro de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “Narcos: México”, que encerra a série em 5 de novembro. A prévia mostra a violenta luta entre os cartéis para dominar o narcotráfico mexicano, após a prisão do protagonista das duas primeiras temporadas. Diego Luna, que viveu o traficante Miguel Ángel Félix Gallardo nos dois primeiros anos, aparece rapidamente numa cena, mas não terá destaque na continuação. Não só ele assumiu compromisso com a nova série de “Star Wars” focada em seu personagem de “Rogue One”, Cassian Andor, como os novos episódios vão se passar após a prisão de Gallardo e acompanhar a guerra criada em seu vácuo pelo controle do tráfico, levando à consolidação de um novo chefão: Joaquín “El Chapo” Guzmán (Alejandro Edda). Apesar da ausência do protagonista mexicano, a série contará com o retorno de outros atores, como Scoot McNairy (Walt Breslin), José María Yazpik (Amado Carrillo Fuentes) e Alfonso Dosal (Benjamín Arellano Félix). A 3ª temporada também incluirá a volta de Wagner Moura. O ator brasileiro, que se tornou conhecido do público internacional ao interpretar Pablo Escobar nas duas primeiras temporadas da “Narcos” original (e que já fez uma aparição em “Narcos: México”), vai voltar a aparecer como Escobar, além de dirigir dois episódios da 3ª temporada. Outra novidade dos capítulos finais é uma mudança de comando, com a saída do showrunner Eric Newman, dando maior espaço para Carlo Bernard, um dos criadores e produtores executivos da franquia “Narcos” desde sua estreia em 2015.

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