Série de terror Ghost Wars é cancelada e não terá 2ª temporada
O canal pago Syfy cancelou a série novata “Ghost Wars”, que não terá 2ª temporada. A atração tinha baixa audiência, vista por uma média de 376 mil telespectadores ao vivo, e exibiu seu último episódio em janeiro. Ao menos, concluiu sua história, sem terminar num cliffhanger. As pontas soltas, que não foram poucas, devem-se exclusivamente aos roteiros, repletos de situações sem explicação e contraditórias. “Ghost Wars” era uma produção canadense do roteirista-produtor Simon Berry, conhecido por criar a sci-fi “Continuum”, e tinha um climão de terror bastante acentuado. Graças ao prestígio atingido pelo trabalho anterior de Berry, a série contava com um bom elenco, encabeçado por Avan Jogia (série “Twisted”), Vincent D’Onofrio (“Jurassic World” e série “Demolidor”), Kim Coates (série “Sons of Anarchy”), Kandyse McClure (série “Battlestar Galactica”), Kristin Lehman (série “The Killing”), Zak Santiago (série “Shut Eye”), Luvia Petersen (série “Continuum”), Carmel Amit (série “Mistress”) e o roqueiro Meat Loaf (“A Sombra de um Homem”). A trama se passava em Port Moore, uma cidade remota do Alasca, que subitamente via-se invadida por forças sobrenaturais sanguinárias, após uma experiência secreta num grande laboratório particular da região. Cabe a um jovem médium local (Jogia) superar os preconceitos da cidade e seus próprios demônios para assumir seus poderes paranormais reprimidos e salvar a todos da infestação do além que ameaça destruir tudo. A série tinha produção da Nomadic Pictures, que também realiza “Van Helsing” no SyFy, e era disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Série do Demolidor vai passar na TV paga no Brasil
O canal Sony vai exibir a série “Demolidor”, que abriu o universo Marvel na Netflix. Lançada em 2015, a 1ª temporada de “Demolidor” tem 13 episódios, que começarão a ir ao ar na TV paga no dia 10 de abril, com exibição semanal às terças-feiras, às 23h. A série conta a história do advogado Matt Murdock (Charlie Cox), que, após um acidente, fica cego, mas adquire habilidades extraordinárias e passa a atuar como justiceiro para combater o crime nos subúrbios de Nova York. O elenco ainda destaca Vincent D’Onofrio como o vilão Wilson Fisk, que rouba a cena, além de Deborah Ann Woll, Elden Henson e Rosario Dawson. “Demolidor” vai ocupar a vaga de “Fugitivos” (Runaways) na Sony, que assim mantém os heróis da Marvel em sua programação. Além dessas séries, o canal exibe “Agents of SHIELD” e já anunciou “Manto e Adaga” (Cloak & Dagger), que estreia em 7 de junho nos Estados Unidos. Atualmente, “Demolidor” está em produção de sua 3ª temporada no serviço de streaming.
Remake de Desejo de Matar ganha trailer com estética trash dos anos 1970
O remake de “Desejo de Matar”, estrelado por Bruce Willis (“Duro de Matar”) e dirigido por Eli Roth (“O Albergue”), ganhou um novo pôster e um trailer ao estilo dos filmes trash dos anos 1970, com narração dramática e cenas de ultraviolência. A estética retrô inclui imagens escuras e riscadas, como se o filme fosse muito antigo, e lembra a homenagem às sessões duplas de grindhouse de Robert Rodriguez e Quentin Tarantino – que renderam os filmes “Planeta Terror” (2007) e “Machete” (2010), de Rodriguez, e “A Prova de Morte” (2007), de Tarantino. Por coincidência, o diretor Eli Roth participou do projeto Grindhouse da dupla, criando um trailer falso de filme de terror. O primeiro “Duro de Matar” não foi um filme trash, mas uma obra de grande estúdio, comandada por um diretor consagrado (Michael Winner), e justamente porque teve ampla distribuição comercial causou enorme impacto na cultura pop. Estrelado por Charles Bronson, transformou-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970, e teve mais quatro sequências, até “Desejo de Matar V”, em 1994. Sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. A refilmagem levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. Mas a direção acabou nas mãos de Eli Roth, que assina seu segundo remake consecutivo após “Bata Antes de Entrar” (2015). No remake, Bruce Willis vive Paul Kersey, um homem que busca justiça pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. O elenco ainda inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A estreia está marcada para 2 de março nos Estados Unidos e quase três meses depois no Brasil, em 31 de maio.
Demolidor: Atriz de Os Bórgias viverá a mãe do herói na 3ª temporada
A produção de “Demolidor” contratou a atriz inglesa Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) para um papel muito importante na 3ª temporada da série, especialmente se atração seguir a trama dos quadrinhos. Whalley vai viver a freira Maggie. “Nós somos grandes fãs do trabalho de Joanne e muito sortudos de ter alguém do calibre dela se juntando à nossa talentosa família”, disse em comunicado oficial o produtor Jeph Loeb, chefe das produções de TV da Marvel. O novo showrunner da série, Erik Oleson, também comemorou a entrada da atriz no elenco. “Joanne é um talento raro e uma colaboradora maravilhosa. Vê-la dar vida ao papel está nos deixando abismados”. Os fãs dos quadrinhos sabem da importância da personagem, que foi criada por Frank Miller no arco de “A Queda de Murdock”, marco dos quadrinhos da Marvel, publicado em 1986 nos Estados Unidos. Ela surge para cuidar de Murdock após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe do herói. A introdução da personagem na série se dará de forma diferente, já que reflete a última cena de “Os Defensores”, em que Murdock (vivido por Charlie Cox) apareceu sob o cuidado de freiras, após ser dado como morto. Além de Charlie Cox retornar à série como o protagonista, a 3ª temporada também trará de volta Deborah Ann Woll (Karen Page), Elden Henson (Foggy Nelson) e Vincent D’Onofrio (o vilão Rei do Crime). Ainda não há cronograma de produção nem previsão para a estreia da temporada.
Novo trailer do remake de Desejo de Matar traz Bruce Williams como justiceiro
A MGM divulgou o pôster e o novo trailer do remake de “Desejo de Matar” (1974), que traz Bruce Willis (“Duro de Matar”) reprisando o papel mais famoso da carreira de Charles Bronson. Na prévia, ele demonstra total falta de remorosos para matar bandidos, tanto que passa o tempo inteiro com cara de tédio. A refilmagem de “Desejo de Matar” levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. Mas a direção acabou nas mãos de Eli Roth, responsável pelo terror “O Albergue” (2005). Por conta disso, a falta de cenas sangrentas chama atenção. A trama traz Bruce Willis como Paul Kersey, um homem que busca vingança pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. O filme original, dirigido por Michael Winner, teve grande impacto na cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. O elenco também inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A estreia está marcada para 1 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Ator de Hart of Dixie entra na 3ª temporada de Demolidor
O ator Wilson Bethel, que estrelou “Hart of Dixie” e as minisséries “Generation Kill” e “The Astronaut Wives Club”, entrou no elenco da 3ª temporada de “Demolidor”. Ele vai interpretar um agente do FBI, que terá papel fundamental no conflito entre Matt Murdock (o Demolidor) e Wilson Fisk (o Rei do Crime). Charlie Cox e Vincent D’Onofrio voltam aos papéis de Murdock e Fisk na nova temporada. Segundo o site da revista Variety, apesar de não parecer um personagem importante dos quadrinhos, há a possibilidade do papel ser, na verdade, o vilão Devorador de Pecados, cuja participação na 3ª temporada da série tem sido objeto de rumores. Devorador de Pecados era um agente da SHIELD chamado Stanley Carter, que virou oficial da polícia de Nova York e enlouqueceu devido a uma droga experimental, passando a perseguir todos que ele considerava como pecadores. Nos quadrinhos, ele é um grande inimigo do Demolidor e do Homem-Aranha. A Netflix ainda não anunciou a data de estreia da 3ª temporada de “Demolidor”.
Thor: Ragnarok tem lançamento superpoderoso em mais de 1,3 mil cinemas
O lançamento de “Thor – Ragnarok” engole o circuito nacional, ocupando 1378 salas nesta quinta (26/10). O predomínio é tanto que o fim de semana registra uma das menores quantidades de estreias do ano. São apenas mais cinco filmes. Clique nos títulos destacados para ver os trailers de todas as estreias. Neste caso, o maior também é o melhor. Isto porque o terceiro longa do deus loiro da Marvel troca o tom épico e solene dos filmes anteriores pelo humor piadista de “Guardiões da Galáxia”. O resultado é praticamente uma comédia com super-heróis, uma opção que deixa Chris Hemsworth à vontade para demonstrar seu talento como humorista. Até o Hulk aparece falando pela primeira vez, apenas para contar piadas. E não é só o humor, o visual de Thor também mudou – ele tem o cabelo raspado – , assinalando um make over completo da franquia. Os novos rumos são cortesia do diretor Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), especialista em comédias, que realizou um dos filmes mais divertidos da Marvel – a ponto de arrancar impressionantes 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Cate Blanchett é um show à parte como a vilã Hela, e também pode ser vista em dose dupla, tripla, quíntupla aos cinemas com o lançamento simultâneo do australiano “Manifesto” no circuito limitado. Ela interpreta nada menos que 13 papéis diferentes neste filme, que não é exatamente um filme. “Manifesto” foi originalmente concebido como uma exposição do Australian Center of Moving Image em dezembro de 2016, na qual as cenas eram projetadas em várias telas diferentes. O diretor e roteirista Julian Rosefeldt decidiu montar todas essas sequências desconexas como um longa-metragem e fez sua première mundial no Festival de Sundance 2017. Por isso, não há trama, apenas monólogos inspirados em diversos manifestos de vanguardas artísticas, como dadaísmo e futurismo. Até texto de Lars Von Trier (“O Anticristo”) é citado, em evocação ao movimento Dogma 95. A programação inclui mais dois filmes americanos menos recomendados, após passarem em branco nas bilheterias dos Estados Unidos e serem trucidados pela crítica. Ambos são biográficos. “Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca” aborda o escândalo Watergate e traz Liam Neeson (“Busca Implacável”) como o misterioso Garganta Profunda (Deep Throat). O maior escândalo político americano começou em 1972, com a invasão do prédio Watergate, onde estava alojado o comitê nacional do Partido Democrata, em Washington. Cinco pessoas foram detidas quando tentavam fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta no escritório do partido. Mas a cúpula do FBI tentou interromper a investigação. O acobertamento envolveu altas esferas do governo federal e acabou denunciado numa série de reportagens históricas do jornal Washington Post, graças a uma fonte secreta no próprio FBI: Garganta Profunda. A investigação jornalística sacudiu o poder e levou à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974, quando estava prestes a sofrer um processo de impeachment. Esta história já rendeu um drama clássico, “Todos os Homens do Presidente” (1976), centrados nos jornalistas do Washington Post, Carl Bernstein (vivido por Dustin Hoffman) e Bob Woodward (Robert Redford). Mas embora o filme recriasse os encontros secretos numa garagem subterrânea entre Woodward e o informante, ninguém sabia quem era Garganta Profunda na época. Apenas 30 anos depois, o ex-vice-diretor do FBI Mark Felt revelou ter sido a fonte das denúncias. Agora, o diretor Peter Landesman (“Um Homem entre Gigantes”) filma a sua versão da história, sem acrescentar nada que supere a obra de 40 anos atrás – 32% no Rotten Tomatoes. “Pelé – O Nascimento de uma Lenda” tem a curiosidade de ser um filme americano sobre um ídolo brasileiro. Era para ter sido lançado durante a Copa do Brasil e, às vésperas da Copa da Rússia, virou um gol contra, especialmente pela estranheza causada por sua opção pelo idioma inglês. Brasileiros falam inglês bem devagarzinho, com sotaque, ao lado de americanos que os imitam, no velho truque de Hollywood de fazer de conta que os personagens estão falando um idioma diferente – vide Kate Winslett com sotaque alemão em “O Leitor” e Harrison Ford com sotaque russo em “K-19: The Widowmaker”. O detalhe é que a luta com o sotaque interfere na performance do americano Vincent D’Onofrio (“Jurassic World”), que fala de forma pausada e hesitante em todas as suas aparições como o técnico brasileiro Feola – num elenco que destaca amadores mirins brasileiros no papel-título, além de Seu Jorge, Milton Gonçalves e Rodrigo Santoro. O tom assumido de hagiografia completa o placar final: uma derrota humilhante de 22%. Em tom oposto, ainda há uma terceira biografia entrando em cartaz. A comédia francesa “O Formidável” (Le Redoutable) transforma o cineasta Jean-Luc Godard em personagem. Na trama, Louis Garrel (“Dois Amigos”) encarna – de forma fisicamente convincente – o enfant terrible da nouvelle vague no final dos anos 1960, quando iniciou seu romance com a atriz alemã Anne Wiazemsky (Stacy Martin, revelação de “Ninfomaníaca”) nos bastidores de “A Chinesa” (1967). Ele tinha 37 anos e ela apenas 19 anos na época, mas os dois se casaram e ficaram juntos por mais de uma década. A trama é baseada no livro autobiográfico “Un An Après”, de Wiazemsky, que faleceu no início do mês. E tem direção de Michel Hazanavicius, que retorna ao tema dos bastidores cinematográficos de “O Artista”, seu filme mais conhecido – e que lhe rendeu do Oscar de Melhor Direção em 2012. A première aconteceu no Festival de Cannes 2017, onde seu retrato debochado de Godard dividiu opiniões – de forma sintomática, registra 52% no Rotten Tomatoes. A programação se completa com outro lançamento europeu: “Missão Cegonha”, animação digital de bichos falantes dos mesmos realizadores de “Epa! Cadê o Noé?” (2015). Desenho genérico, parte da fábula do “Patinho Feio” para virar um “Procurando Dory” com passarinhos que não chegaram ao “Rio”, porque queriam ir para “Madagascar”. Na trama, um pardal chocado por cegonhas é deixado para trás quando os pais migram para a África e ele não consegue acompanhá-los, mas logo encontra outros passarinhos, inclusive um bem doméstico, que o ajudam a fazer a viagem.
Vincent D’Onofrio vai voltar a viver Wilson Fisk na 3ª temporada de Demolidor
O ator Vincent D’Onofrio vai voltar a viver Wilson Fisk, o Rei do Crime, na 3ª temporada da série “Demolidor” (Daredevil). Ele inclusive mudou a decoração de seu Twitter para incluir uma imagem de Fisk, antecipando o retorno. “Vincent é um ator excepcional que retorna com o incrível peso que ele traz para Fisk”, confirmou o chefe da Marvel TV, Jeph Loeb, ao site Deadline. A notícia alimenta os rumores sobre a trama da 3ª temporada, que, após o final de “Os Defensores”, parece se alinhar com a famosa história de “A Queda de Murdock” (Born Again), escrita por Frank Miller e desenhada por David Mazzucchelli em 1986. Isto porque a última cena da minissérie trazia o herói (vivido por Charlie Cox) sendo cuidado por freiras, como acontecia após sua derrota na trama dos anos 1980. A história de Miller ficou famosa por trazer de volta Karen Page (a personagem vivida por Deborah Ann Woll), antiga namorada do herói nos quadrinhos, que tinha saído da continuidade há alguns anos. Ela ressurgiu de forma polêmica e impactante: como uma viciada que decide trocar a informação da identidade secreta do Demolidor por uma porção de drogas. Esta informação crucial vai parar nas mãos de Wilson Fisk, que passa a destruir todos ao redor de Matt Murdock, numa vingança avassaladora. A trama da 3ª temporada não foi confirmada, mas será responsabilidade de um novo showrunner. Erik Oleson, produtor-roteirista de “Arrow”, vai trocar a DC pela Marvel na produção dos novos episódios, que ainda não têm previsão de estreia.
Desejo de Matar: Bruce Willis ilustra pôster do remake, que teve estreia adiada
A MGM divulgou o novo pôster do remake de “Desejo de Matar” (1974), que traz Bruce Willis (“Duro de Matar”) reprisando o papel mais famoso da carreira de Charles Bronson. O detalhe é que o cartaz não anuncia a data de estreia. Em seu lugar, está o indefectível “Coming Soon” (em breve). Isto porque, de acordo com a Variety, o lançamento foi adiado. Em vez de estrear agora em novembro, só chegará aos cinemas em março de 2018. No remake, Bruce Willis vive Paul Kersey, um homem que busca justiça pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. Dirigido por Michael Winner, o “Desejo de Matar” original teve grande impacto na cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. A refilmagem levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. Mas a direção acabou nas mãos de Eli Roth, responsável pelo terror “O Albergue” (2005) e, mais recentemente, “Bata Antes de Entrar” (2015). O elenco ainda inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”).
Bruce Willis vira justiceiro no trailer do remake de Desejo de Matar
A MGM divulgou o trailer, o pôster e quatro fotos do remake de “Desejo de Matar” (1974). A prévia traz Bruce Willis (“Duro de Matar”) reprisando o papel mais famoso da carreira de Charles Bronson. Mas o que se vê na tela mais parece um série de justiceiro da Marvel (e da Netflix), em que o anti-herói esconde sua identidade secreta com um capuz, enquanto combate o crime armado. Apesar da direção ser de Eli Roth, responsável pelo terror “O Albergue” (2005), a falta de cenas sangrentas também chama atenção. A refilmagem de “Desejo de Matar” levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. A trama traz Bruce Willis como Paul Kersey, um homem que busca justiça pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. Dirigido por Michael Winner, o “Desejo de Matar” original teve grande impacto na cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. O elenco também inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, uma semana após a estreia nos Estados Unidos.
Ghost Wars: Nova série de terror estrelada por Vincent D’Onofrio ganha primeiro trailer
O canal pago Syfy divulgou seis fotos e o primeiro trailer da nova série “Ghost Wars” na Comic-Con. A prévia é intensa, cheia de momentos de terror, com cadáveres apodrecidos, entranhas arrancadas, fantasmas furiosos, abundância de sangue e mortes violentas. “Ghost Wars” é a nova criação do roteirista-produtor Simon Berry, que anteriormente desenvolveu a ousada sci-fi canadense “Continuum”. Graças ao prestígio atingido pelo trabalho anterior, ele reuniu um elenco formidável para a nova série, encabeçado por Avan Jogia (série “Twisted”), Vincent D’Onofrio (“Jurassic World” e série “Demolidor”), Kim Coates (série “Sons of Anarchy”), Kandyse McClure (série “Battlestar Galactica”), Kristin Lehman (série “The Killing”), Zak Santiago (série “Shut Eye”) e o roqueiro Meat Loaf (“A Sombra de um Homem”). A trama se passa em Port Moore, uma cidade remota do Alasca, que subitamente é invadida por forças sobrenaturais sanguinárias. Cabe ao jovem repórter local Roman Mercer (Jogia) superar os preconceitos da cidade e seus próprios demônios para assumir seus poderes paranormais reprimidos e salvar a todos da infestação do além que ameaça destruir tudo. Mas é D’Onofrio, para variar, quem rouba as atenções no papel de um pastor, ao aparecer dando um sermão que pode converter fãs para a atração. A série é uma produção da Nomadic Pictures, que também realiza “Van Helsing”, e será lançada no mercado internacional (Brasil) pela Netflix. A estreia vai acontecer na temporada de outono norte-americana, entre setembro e novembro, em data ainda não divulgada.
Série Emerald City é cancelada após a 1ª temporada
A rede americana NBC anunciou o cancelamento de “Emerald City”, série inspirada em “O Mágico de Oz”, após a exibição da 1ª temporada. “Emerald City” estreou em janeiro diante de 4,5 milhões de telespectadores e o registro de 1 ponto de audiência na demografia cobiçada pelos anunciantes. Mas, ao final da temporada, os números eram de apenas 2,9 milhões de telespectadores com 0.7 na demo. Para completar, a série não agradou à crítica, com apenas 39% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Desenvolvida por David Schulner (criador de “Do Not Harm”) como uma mistura improvável de “Once Upon a Time” e “Game of Thrones”, a trama de “Esmerald City” acompanhava Dorothy Gale (vivida pela porto-riquenha Adria Arjona, da série “True Detective”), uma jovem de 20 anos que chega à terra de Oz e se depara com uma luta pelo poder, sendo travada por grupos distintos. Os personagens clássicos da fábula de L. Frank Baum ainda incluem o Espantalho (o inglês Oliver Jackson-Cohen, de “Mr. Selfridge”), as Bruxas do Leste (a uganense Florence Kasumba, vista em “Capitão América: Guerra Civil”), Oeste (a romena Ana Ularu, de “Inferno”) e Sul (Joely Richardson, da série “Nip/Tuc”), além do Mágico que vive na Cidade Esmeralda (Vincent D’Onofrio, de “Jurassic World”, irreconhecível sob barba e perucão). A trama obscura não agradou, mas a produção chamou atenção pelo visual, com figurino, direção de arte e efeitos elaborados, uma marca, por sinal, de todos os trabalhos do cineasta Tarsem Singh (de “A Cela”, “Imortais”, “Espelho, Espelho Meu”), que assinou a direção dos 10 episódios.
Novo trailer trash de CHiPs revela mais piadas de pênis e bundas
A Warner divulgou um novo pôster e o segundo trailer da versão de cinema da série policial “CHiPs”, escrita, dirigida e estrelada por Dax Shepard (série “Parenthood”). Liberada para maiores, a prévia é repleta de palavrões e tão trash quanto a a primeira, com mais piadas de pênis, agora equilibradas por piadas de bundas, como se o autor fosse uma adolescente descobrindo para que serve a anatomia. Nem parece pelo trailer, que zoa a atração televisiva, mas “CHiPs” levava a sério sua premissa, acompanhando casos semanais da California Highway Patrol, a Polícia Rodoviária da Califórnia. Na produção original, que durou 6 temporadas entre 1977 e 1983, os personagens eram interpretados por Larry Wilcox e Erik Estrada. E os dois odiaram o primeiro trailer do filme. Entre as principais diferenças em relação à série, Frank ‘Ponch’ Poncherello, vivido por Michael Peña (“Homem-Formiga”), não é nem sequer um policial rodoviário, mas um agente do FBI disfarçado, que é colocado para patrulhar com Jon Baker, interpretado por Shepard. Além de Shepard e Peña, o elenco da adaptação inclui a australiana Jessica McNamee (série “Sirens”), Adam Brody (série “StartUp”), Ryan Hansen (série “Veronica Mars”), Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Justin Chatwin (série “Shameless”), Jane Kaczmarek (série “Malcolm in the Middle”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), Adam Rodriguez (“Magic Mike”), Ben Falcone (“A Chefa”) e Kristen Bell (série “The Good Place”), que é casada com Shepard. Antes de “CHiPs”, Dax Shepard teve apenas um trabalho como diretor: a comédia indie de ação “Relação Explosiva”, também repleta de perseguições rodoviárias – e cotação perfeitamente medíocre de 50% no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.









