Novas imagens revelam detalhes importantes da série do Gavião Arqueiro
As gravações da série do Gavião Arqueiro (Hawkeye), atualmente em produção em Nova York, têm revelado detalhes importantes da trama, que a Marvel ainda não anunciou oficialmente. As primeiras fotos e vídeos de fãs já tinham confirmado Hailee Steinfeld (“Bumblebee”) no papel de Kate Bishop, a discípula de Clint Barton (Jeremy Renner) que se torna a versão feminina do herói do título, além de trazer o indispensável cachorro Lucky, integrante das histórias em quadrinhos. Agora, os fãs flagraram a data em que os episódios se passam e, principalmente, a participação da família de Barton na trama. Fotos registraram uma referência ao ano de 2025 num pôster, ao fundo de uma cena compartilhada por Renner e Steinfeld, o que posiciona a série após “Vingadores: Ultimato” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”. Usuários do fórum Reddit também afirmaram ter visto uma placa que identifica o local em que eles estão como um clínica de reabilitação auditiva, indicando que Clint Barton enfrenta perda de audição. Outra sequência traz o personagem de Renner acompanhado por seus filhos Lila (interpretada por Ava Russo, filha do diretor Joe Russo, de “Vingadores: Ultimato”), Cooper e Nathaniel. Os Bartons parecem estar saindo de um hotel e é possível reparar que Clint busca esconder as crianças enquanto lida com o que quer que esteja acontecendo no Brooklyn. Vale lembrar que o personagem não tem esta família nas publicações da Marvel. E que, até o momento, a participação de Linda Cardellini, intérprete de Laura Barton, esposa do herói no cinema, ainda não foi confirmada. De todo modo, a Marvel não confirmou absolutamente nada na série, nem mesmo que a produção já começou. Além dos atores já vistos, a série também contará com Vera Farmiga (“Bates Motel”), Tony Dalton (“Better Call Saul”), Fra Fee (“Les Misérables”), Zahn McClarnon (“Longmire”), a estreante Alaqua Cox e… Florence Pugh, que reprisará seu papel de “Viúva Negra”, como Yelena Belova. Nos quadrinhos, a personagem assume o lugar da “irmã” Viúva Negra (Scarlett Johansson). Escrita e produzida por Jonathan Igla (de “Mad Men”), “Hawkeye” é a quarta atração live-action da Marvel em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus), após “WandaVision”, “Falcão e o Soldado Invernal” e “Loki”. Todas continuam a trama de “Vingadores: Ultimato” e terão sequência em novos filmes do estúdio. A primeira estreia será “WandaVision”, em 15 de janeiro, mas as demais ainda não têm previsão de lançamento. 📹 Jeremy Renner and Hailee Steinfeld are seen filming #Hawkeye in Chinatown, in New York on December 02. pic.twitter.com/PZSsBnWqUW — Jeremy Renner Net (@JRennerNet) December 4, 2020 hailee steinfeld, jeremy renner and lucky filming #hawkeye in new york pic.twitter.com/dIyKnmZEd4 — best of hailee steinfeld (@archiveshailees) December 4, 2020 I warned everyone to mute me.#Hawkeye pic.twitter.com/ts46AXe91X — Lady Tian (@ladytian) December 4, 2020 📸 Jeremy Renner and Hailee Steinfeld are seen filming #Hawkeye in Chinatown, in New York. 🉐 pic.twitter.com/dxgiMtsJB2 — Jeremy Renner Net (@JRennerNet) December 3, 2020 Hailee Steinfeld on the set of the #Hawkeye Disney+ (Disney Plus) series pic.twitter.com/LwvW97Ya5h — Film Updates (@FilmUpdates) December 3, 2020 📸 More photos of Jeremy Renner and Hailee Steinfeld are seen filming #Hawkeye in Chinatown, in New York. pic.twitter.com/umQtF5udfZ — Jeremy Renner Net (@JRennerNet) December 3, 2020 the power they hold 💜 #hawkeye pic.twitter.com/p6Pfha4ILQ — best of hailee steinfeld (@archiveshailees) December 3, 2020 e vamos de floodar a tl de vocês com mais fotos da Hailee com o Lucky pic.twitter.com/PB9E1srypN — Marvel News (@BRMarvelNews) December 4, 2020 📸 More pictures of Jeremy Renner and Hailee Steinfeld on the set of #Hawkeye for @DisneyPlus Such a good girl, Jeremy and Hailee adore her. 🐕 pic.twitter.com/p9MTd3Ulqm — Jeremy Renner Net (@JRennerNet) December 4, 2020 kate bishop, clint barton and lucky the pizza dog 🏹 #hawkeye pic.twitter.com/k2nJMy9dKY — best of hailee steinfeld (@archiveshailees) December 3, 2020 HD #HAWKEYE PHOTOS 🏹 New HD photos of Hailee Steinfeld as Kate Bishop on the set of Hawkeye this morning! pic.twitter.com/3Kg9po6lIv — Young Avengers News (@YAvengersNews) December 3, 2020 🎥 | Hailee Steinfeld, Jeremy Renner and Lucky The Pizza Dog on the set of “Hawkeye” on December 03, 2020 in New York. (Credit: Jose Perez/Instagram) pic.twitter.com/517AkTt8KW — Hailee Steinfeld News (@HSteinfeldNews) December 4, 2020 🎥 Jeremy Renner, Hailee Steinfeld and Pizza dog seen shooting a scene for #Hawkeye in New York. pic.twitter.com/BKdA7HBRyz — Jeremy Renner Net (@JRennerNet) December 3, 2020 📸 Jeremy Renner filming #Hawkeye in NYC, December 04. pic.twitter.com/5DJHlyVYQ6 — Jeremy Renner Net (@JRennerNet) December 5, 2020 📸 Jeremy Renner filming with Clint Barton’s kids ( Ava Russo as Lila, Ben Sakamoto as Cooper and Cade Woodward as Nathaniel) in NYC, December 04. #Hawkeye pic.twitter.com/HUP8rMYuFk — Jeremy Renner Net (@JRennerNet) December 5, 2020 📸 Jeremy Renner is seen filming #Hawkeye in Midtown in New York. Untagged HQ photos arrive later. pic.twitter.com/hZQshfkCUU — Jeremy Renner Net (@JRennerNet) December 4, 2020 Jeremy Renner was joined by two young actors on the #Hawkeye set and it's being speculated that they are playing Clint Barton's kids – see the new photos! https://t.co/fD0hzqHSvj — JustJared.com (@JustJared) December 4, 2020 A few more new photos of Hailee Steinfeld as Kate Bishop on the set of Hawkeye today! [Via @CreamOrScream] pic.twitter.com/bVs5ydB3qP — Young Avengers News (@YAvengersNews) December 5, 2020 More new set photos of Hailee Steinfeld as Kate Bishop on the set of Hawkeye last night! [via @CreamOrScream] pic.twitter.com/HXnR4X1ITI — Young Avengers News (@YAvengersNews) December 5, 2020 Clint Barton e Kate Bishop 🏹 #Hawkeye pic.twitter.com/qXy2m4QnhN — Updates Hailee Steinfeld Brasil (@updatesteinfeld) December 4, 2020
Florence Pugh entra na série do Gavião Arqueiro
Com as filmagens já em andamento, os nomes do elenco e os personagens da série do Gavião Arqueiro começam a vir à tona. Até agora, a Disney ainda não confirmou oficialmente a participação de Hailee Steinfeld, já flagrada no set da produção no papel de Kate Bishop, herdeira do herói nos quadrinhos. Mas ela faz parte da série, assim como as seguintes novidades: Vera Farmiga (“Bates Motel”), Tony Dalton (“Better Call Saul”), Fra Fee (“Les Misérables”), Zahn McClarnon (“Longmire”), a estreante Alaqua Cox e… Florence Pugh! A escalação de Florence Pugh aponta uma ligação direta entre a série e o filme “Viúva Negra”, onde Pugh será introduzida no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) como Yelena Belova. Nos quadrinhos, a personagem assume o lugar da “irmã” Viúva Negra (Scarlett Johansson). A série é estrelada por Jeremy Renner como Clint Barton, o Vingador conhecido como Gavião Arqueiro (Hawkeye). Kate Bishop, a personagem de Hailee Steinfeld, também vai passar a agir como Gaviã Arqueira (Hawkeye, igual em inglês) após treinar com Barton. Já os demais papéis mantém conexão íntima com os quadrinhos. Farmiga viverá Eleanor Bishop, a mãe de Kate. Dalton interpretará Jack Duquesne, conhecido como o clássico vilão (ou anti-herói) Espadachim. Fee viverá outro vilão, Kazi, que os fãs de Gavião Arqueiro devem conhecer melhor como Kazimierz Kazimierczak ou simplesmente Palhaço. Cox viverá Maya Lopez, nome civil da heroína Eco. E McClarnon será William Lopez, o pai de Maya. Com esta galeria de personagens, a série deverá apresentar histórias de origens importantes da Marvel. Escrita e produzida por Jonathan Igla (de “Mad Men”), “Hawkeye” é a quarta atração live-action da Marvel em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus), após “WandaVision”, “Falcão e o Soldado Invernal” e “Loki”. Todas continuam a trama de “Vingadores: Ultimato” e terão sequência em novos filmes do estúdio. A primeira estreia será “WandaVision”, em 15 de janeiro, mas as demais ainda não têm previsão de lançamento.
Universo de Invocação do Mal ganha documentário de 30 minutos com cenas inéditas
A Warner Bros. lançou um documentário bem detalhado sobre os bastidores do universo “Invocação do Mal” (The Conjuring). Com mais de 30 minutos de duração, o vídeo foi disponibilizado na página oficial do estúdio no YouTube com o título original de “The Conjuring: Faith and Fear”. Além de contar toda a história da franquia de terror iniciada em 2013, com cenas inéditas, imagens dos sets e depoimentos dos integrantes da produção, com destaque para o diretor James Wan e os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga, o vídeo adianta muitos detalhes do próximo lançamento da franquia, “The Conjuring: The Devil Made Me Do It”. O terceiro “Invocação do Mal” será o quarto filme a seguir os investigadores paranormais Ed (Wilson) e Lorraine Warren (Farmiga), após os dois primeiros longas e o derivado “Annabelle 3 – De Volta Para Casa”. Na trama, os dois vão se envolver na investigação de um assassinato, cometido por um homem que alega ter sido possuído por um demônio. A história é baseada no caso real de Arne Johnson, a primeira pessoa a alegar possessão demoníaca como motivo para um homicídio. O vídeo disponibilizado abaixo inclui até uma entrevista com o verdadeiro assassino. “Eu realmente queria que ‘Invocação do Mal 3’ se distanciasse da trama de casa mal-assombrada dos dois primeiros filmes”, disse Wan sobre o tema, prometendo “algo que nunca exploramos antes no mundo de ‘Invocação’”. Passado na década de 1980, o filme deverá explorar o julgamento do caso incomum e será o primeiro “Invocação do Mal” sem direção de James Wan. O cineasta, que permanece como produtor, escolheu o diretor Michael Chaves como substituto. Chavez fez sua estreia em longas-metragens no ano passado, com o lançamento do terror “A Maldição da Chorona”, que também faz parte do universo compartilhado de ‘Invocação’. Confira o vídeo completo abaixo. “The Conjuring: The Devil Made Me Do It” está programado para estrear em 4 de junho de 2021 nos EUA.
Terror A Órfã vai ganhar prólogo com a história de Esther
O terror “A Órfã” vai ganhar um prólogo. A Warner contratou o diretor William Brent Bell, da franquia “Boneco do Mal”, para comandar “Esther”, que vai contar a história da psicopata mirim adotada por Vera Farmiga (“Invocação do Mal”) no filme original de 2009. O prólogo vai mostrar a personagem quando ela ainda era conhecida como Lena Klammer, uma menina que escapou de um manicômio na Rússia e conseguiu chegar até os EUA. Lá, ela assume uma nova identidade, como a filha desaparecida de uma família rica. O roteiro de “Esther” está a cargo de David Coggeshall (“Evocando Espíritos 2”) e ainda não há previsão de estreia. Politicamente incorreto, o terror “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. O filme popularizou a atriz Isabelle Fuhrman, que viveu Esther aos 12 anos e depois coadjuvou com destaque “Jogos Vorazes” (2012), além de ter impulsionado a carreira do diretor espanhol Jaume Collet-Serra, atualmente mais conhecido por uma variedade de thrillers de ação estrelados por Liam Neeson.
Invocação do Mal 3 ganha logo, título oficial e data de estreia no Brasil
O terceiro filme da franquia “Invocação do Mal” ganhou logo oficial, título nacional e data de estreia. O logo foi divulgado pelo diretor James Wan, um dos criadores da franquia, em seu Instagram. Veja abaixo. O filme vai se chamar “Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio” no Brasil, um pouco fora do contexto do título original, “The Conjuring: The Devil Made Me Do It” (algo como “A invocação: o diabo me obrigou a fazer isso”). De todo modo, chegará aos cinemas brasileiros em 10 setembro de 2020, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. A continuação voltará a ser estrelada por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Será a quarta vez que eles viverão o casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren – após os dois primeiros “Invocação do Mal” e o terceiro “Annabelle”. Mas houve uma mudança atrás das câmeras. “Invocação do Mal 3” será o primeiro sem direção de James Wan. O cineasta, que permanece como produtor, escolheu o diretor Michael Chaves como substituto. Chavez fez sua estreia em longa-metragens em abril passado, com o lançamento do terror “A Maldição da Chorona”, que também faz parte do universo de “Invocação do Mal”. Por sua vez, o roteiro foi escrito por David Leslie Johnson, que assinou “Invocação do Mal 2”. Ver essa foto no Instagram The Conjuring: The Devil Made Me Do It. The next chapter of Ed and Lorraine with Patrick and Vera back! Based/Inspired by another one of their cases. Directed by @michaelchaves Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em 8 de Dez, 2019 às 3:27 PST
Annabelle 3 ganha seu pôster mais arrepiante
A Warner divulgou um novo pôster de “Annabelle 3: De Volta para Casa”. E é o mais arrepiante de todos, com a boneca do mal na cama com a atriz mirim McKenna Grace, que interpreta Judy Warren no filme. O terceiro filme de “Annabelle” é centrada na menina de dez anos, filha de ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga. O filme retoma a primeira aparição da boneca no “Invocação do Mal” original de 2013, quando ela foi introduzida em meio a uma sala repleta de artefatos malignos, coletados pelos Warren em suas investigações paranormais. Mas o terror se liberta mais uma vez quando Judy, a filha dos Warren, fica sozinha com uma babá adolescente, cuja amiga, movida pela curiosidade, entra na sala macabra e acaba despertando Annabelle e outros espíritos. McKenna Grace assume o papel de Judy após a personagem ter sido vivida por Sterling Jerins nos dois primeiros “Invocação do Mal”. Apesar de ainda ser uma criança, sua filmografia já é vasta, incluindo as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). “Annabelle 3: De Volta para Casa” também será o primeiro filme dirigido por Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”. A estreia está marcada para a próxima quinta (27/6), um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Donald Trump não pedirá desculpas às vítimas de racismo retratadas em Olhos que Condenam
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse que não pretende pedir desculpas aos chamados Central Park Five, os cinco inocentes que ele queria ver mortos e que são tema da minissérie “Olhos que Condenam”, realizada pela cineasta Ava DuVernay para a Netflix. Questionado na terça (18/6) pelo correspondente da Casa Branca April Ryan sobre o tema, Trump retrucou: “Por que você traz essa questão agora? É um momento interessante para falar sobre isso”. Trump continuou: “Você tem pessoas em ambos os lados disso. Eles admitiram sua culpa. Se você olhar para [a promotora] Linda Fairstein, e olhar para alguns dos promotores, eles acham que a cidade nunca deveria ter entrado em acordo sobre esse caso. Então vamos deixar assim”. A história dos cinco rapazes é contada em detalhes na minissérie. A produção mostra como eles foram presos e condenados por estuprar uma mulher branca no Central Park em Nova York, em 1989, apesar de inocentes, sofrendo preconceito por serem negros. Apenas após o verdadeiro culpado confessar, em 2001, e provas de DNA corroborarem sua confissão, é que a Justiça descobriu que as confissões a que Trump se referiu para garantir a culpa deles foram resultado de coação e práticas ilegais da promotoria. O atual presidente dos Estados Unidos foi quem mais atacou publicamente os garotos, chegando a comprar um anúncio de página inteira no jornal The New York Times em 1989 pedindo a volta da pena de morte no estado para puni-los. Eles eram menores e inocentes. Trump, no entanto, insistiu que eles eram culpados durante várias ocasiões, inclusive em tempos tão recentes quanto 2016, após a cidade de Nova York concordar em indenizá-los pelo que ocorreu. Veja abaixo um reprodução do anúncio original de Trump pedindo a pena de morte para os garotos. No texto, ele garante que vai odiar os jovens para sempre. E parece ser um político de palavra.
Olhos que Condenam vira a série mais vista da Netflix nos Estados Unidos
A Netflix divulgou em suas redes sociais que “Olhos que Condenam” (When They See Us), minissérie da diretora Ava DuVernay (“Selma”), virou a série mais assistida da plataforma de streaming nos Estados Unidos desde sua estreia, no dia 31 de maio. Vale lembrar que a Netflix não revela os números exatos de sua audiência, por isso não há como saber exatamente qual é a audiência da produção. Mas a série teve bastante repercussão e levou duas ex-promotoras, envolvidas no processo que condenou injustamente os cinco personagens na vida real, a perderem seus empregos atuais sob pressão popular. A história dos cinco rapazes que ficaram conhecidos como “Central Park Five” é contada em detalhes na minissérie. A produção mostra como eles foram condenados por estuprar uma mulher branca no Central Park em Nova York, em 1989, apesar de ser inocentes, sofrendo preconceito por serem negros. “Olhos que Condenam” aborda como a polícia e a promotoria de Nova York obrigaram os menores de idade Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymon Santana, Antron McCray e Korey Wise a confessarem o crime, após 30 horas seguidas de tortura psicológica, levando-os a serem condenados, embora exames de DNA, roupas e outras provas físicas indicassem sua inocência. Uma das promotoras chegou a impedir pessoalmente que os menores vissem seus parentes ou advogados antes de confessarem, num franco abuso de autoridade. Foram condenados e presos até que, em 2001, um estuprador serial chamado Matias Reyes confessou o crime. O DNA encontrado na vítima, desprezado na época pela promotoria, corroborou sua confissão. Após as acusações, a vida dos cinco jovens e de suas famílias foram destruídas. E tem um detalhe: quem mais atacou publicamente os garotos foi o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou em 1989 um anúncio de página inteira no jornal The New York Times pedindo a volta da pena de morte no estado para punir os garotos. Que eram inocentes. O tema ecoa o documentário que a diretora Ava DuVernay fez para a Netflix, “A 13ª Emenda”, sobre o sistema prisional americano, que foi indicado ao Oscar 2017. Desta vez, porém, a produção é uma obra de ficção com atores. O elenco conta com Jovan Adepo (“Um Limite Entre Nós”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), Joshua Jackson (“The Affair”), Famke Janssen (“How to Get Away with Murder”), Jharrel Jerome (“Moonlight”), John Leguizamo (“Bloodline”), Niecy Nash (“Claws”), Chris Chalk (“Gotham”) e Blair Underwood (“Quantico”), entre outros. When They See Us has been the most-watched series on Netflix in the US every day since it premiered on May 31 pic.twitter.com/jS8IXIh03g — Netflix US (@netflix) June 12, 2019
Annabelle 3: Vídeo em 360 graus revela detalhes assustadores da coleção macabra dos Warren
A Warner divulgou um vídeo de 360 graus de “Annabelle 3: De Volta para Casa”, que permite ao público passear entre os corredores da galeria de artefatos malditos da família Warren. O novo filme retoma a primeira aparição da boneca no “Invocação do Mal” de 2013, quando ela foi introduzida em meio a uma sala repleta de objetos coletados pelos Warren em suas investigações paranormais. A prévia mostra o que acontece quando Judy, a filha dos Warren, fica sozinha com uma babá adolescente, cuja amiga, movida pela curiosidade, entra na sala macabra e acaba despertando Annabelle e outros espíritos. A atriz mirim McKenna Grace interpreta Judy Warren, após a personagem ter sido vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova, mas já tem uma vasta filmografia, que inclui as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). “Annabelle: De Volta para Casa” também marca a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”. A estreia está marcada para 27 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Godzilla II traz conversa fiada contra a destruição dos monstros
É muito difícil acertar num filme sobre um lagartão gigante que destrói tudo por onde passa, inclusive cidades inteiras. Podem colocar monstros gigantescos para lutar à vontade, mas nunca funcionará se o filme em questão não for sobre pessoas. Mas, ironicamente, esse é o ponto em que “Godzilla II: Rei dos Monstros” desanda. O “Godzilla” de Gareth Edwards, lançado em 2014, tinha cerca de sete minutos de cenas com o monstro em mais de duas horas de projeção. Mas Edwards tinha um estilo marcante, embora a Lucasfilm tenha minimizado isso em seu trabalho posterior, “Rogue One”, que teve refilmagens obscuras. Em “Godzilla II”, Mike Dougherty aceita a missão de “consertar” o problema que gerou grande reclamação do público sedento por diversão: mostrar mais Godzilla e outros monstrengos. E é o que o diretor de “Krampus: O Terror do Natal” faz, com o triplo (!) de criaturas em cena. Dougherty também encontra soluções visuais bacanas, frutos da maior inspiração atual em Hollywood, que são os quadrinhos. Alguns de seus frames realmente merecem virar capa de Facebook ou Twitter. Só que o diretor esquece o básico, que é justificar o lado humano do roteiro (e teoricamente precisamos do lado humano). É preciso dar tempo em cena para um elenco que inclui Vera Farmiga, Eleven (também conhecida como Millie Bobby Brown), Tywin Lannister (Charles Dance), Ken Watanabe, Sally Hawkins e o treinador de “Friday Night Lights” (Kyle Chandler). Mas as cenas desses personagens atrapalham o ritmo do filme, a diversão e enchem a tela de um blá blá blá que não leva a trama para lugar algum e só cessa quando o cenário treme e explode em efeitos sonoros, devido às pisadas fortes de Godzilla. Com menos monstros, “Godzilla” teve muito mais tensão que a continuação, sustentada por um roteiro absurdo, que não aproveita nada do carisma dos atores. Ao contrário, por exemplo, do que aconteceu no “Independence Day” original, onde, no meio das explosões, as aparições de Bill Pullman, Jeff Goldblum e Will Smith eram comemoradas, aqui os famosos surgem só para irritar o público. A trama não faz sentido, tanto que pode ser resumida assim: Humanos pensam que “titãs” (os monstros, não os heróis da DC Comics) podem trazer equilíbrio ao mundo, acordam vários deles, arrependem-se ao ver a besteira que fizeram e deixam a salvação do mundo nas mãos do pobre Godzilla, que só queria dormir um pouco. Estupidez por estupidez, a verdade é que o público que compra ingresso para ver um filme de Godzilla não espera encontrar muita explicação, muito menos um elenco gigante ocupando minutos intermináveis com diálogos expositivos, apenas destruição em escala apocalíptica num vale-tudo de monstros. Impressiona os produtores não conseguirem fazer um filme simples assim.
Ex-promotora do caso retratado em Olhos que Condenam se demite após pressão popular
A ex-promotora Linda Fairstein não resistiu à pressão e pediu demissão da ONG Safe Horizon, na qual trabalhava há mais de 20 anos ajudando vítimas de abusos e crimes violentos, e da Universidade Vassar, onde participa do conselho. Ela foi alvo de campanha nas redes sociais para ser demitida, após ser retratada como vilã na série “Olhos que Condenam” (When They See Us). Lançada na última sexta-feira (31/5), a produção da Netflix, dirigida por Ava DuVernay (“Selma”), aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime. Fairstein (interpretada na série pela atriz Felicity Huffman) foi implacável em apontar a culpa dos cinco adolescentes e até hoje se nega a assumir os erros na investigação que levaram os jovens a serem condenados. Uma reportagem do TMZ revelou que ela estava sendo fortemente pressionada a pedir demissão. Além de ser alvo da hashtag #CancelLindaFairstein no Twitter, sua presença nas entidades de que participava também indignava colegas e funcionários, após o caso voltar à mídia. O site apurou que o conselho da Safe Horizon planejava demiti-la de qualquer jeito. Ela também teria abandonado outros trabalhos que realizava, nas fundações God’s Love We Deliver e Joyful Heart. Mas seus principais rendimentos vêm de livros de suspense da personagem Alexandra Cooper, que criou após ganhar notoriedade com o caso dos Cinco do Central Park. Uma petição online, no site Change.org, também pede para que esses livros sejam boicotados. 70 mil pessoas já assinaram. A série é impiedosa ao retratá-la, da mesma forma como ela foi impiedosa com os jovens que condenou na vida real. Na época do crime, Linda era chefe da unidade de crimes sexuais de Manhattan e não teria agido corretamente ao investigar quem era o real culpado pelo estupro da mulher no Central Park, coagindo os cinco menores inocentes até que eles confessassem qualquer coisa. Causando comoção nos Estados Unidos, “Olhos que Condenam” detalhou como a polícia e a promotoria de Nova York obrigaram os menores de idade Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymon Santana, Antron McCray e Korey Wise a confessarem o crime, após 30 horas seguidas de tortura psicológica, levando-os a serem condenados, embora exames de DNA, roupas e outras provas físicas indicassem sua inocência. Fairstein teria impedido pessoalmente que os menores vissem seus parentes ou advogados antes de confessarem, num franco abuso de autoridade. Eles ficaram presos entre 5 a 12 anos em reformatórios (um deles, que já tinha 16 anos na época, foi enviado para um presídio de adultos) até que o verdadeiro culpado confessou. Em 2001, um estuprador serial chamado Matias Reyes conheceu Wise quando ambos foram transferidos para a mesma prisão. Depois de ser preso, Reyes tinha se tornado religioso e queria reparar seus crimes. Assim, decidiu assumir que tinha sido ele quem realmente estuprou a mulher do Central Park e foi único responsável pelo ataque. O DNA encontrado na vítima, desprezado na época pela promotora, corroborou sua confissão. De acordo com o TMZ, Raymond Santana, um dos jovens condenados injustamente, afirmou que a ex-promotora finalmente está pagando por seus crimes. “Mesmo que seja 30 anos depois”, disse. Quase 30 anos depois da prisão dos jovens, o atual prefeito de Nova York, Bill de Blasio, concordou em pagar uma indenização de R$ 40 milhões como compensação pela injustiça que eles sofreram. Em processo movido pelos cinco contra o município, eles acusavam a polícia, os promotores e outras autoridades de racismo. Mesmo assim, o prefeito anterior, Michael Bloomberg, recusava-se a pagar qualquer indenização. Após as acusações, a vida dos cinco jovens e de suas famílias foram destruídas. E tem um detalhe: quem mais atacou publicamente os garotos foi o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou em 1989 um anúncio de página inteira no jornal The New York Times pedindo a volta da pena de morte no estado para punir os garotos. Na época, Trump era apenas um empresário arrogante. Mas, caso fosse bem-sucedido em sua campanha, teria o sangue de cinco inocentes em suas mãos. Isto, claro, não lhe serviu de lição alguma, nem ao público. O mesmo tom sanguinário tem mantido Trump popular nos Estados Unidos, ao encomendar campanhas publicitárias que retratam imigrantes latinos como ladrões, assassinos e estupradores, para justificar dar-lhes o pior tratamento possível nos serviços de imigração – como separar crianças dos pais. O detalhe não passa despercebido pela série. Embora a história de “Olhos que Condenam” se passe nos anos 1980, a diretora Ava Duvernay deixa claro que a eleição de Trump prova que muitas coisas permanecem iguais nos Estados Unidos.
Annabelle 3 pode dar origem a novos filmes do universo de Invocação do Mal
O universo de “Invocação do Mal” pode se ampliar com muito mais filmes derivados. E há um detalhe assombroso nesta multiplicação do terror: seriam derivados de um filme que já é derivado da franquia original. Segundo o roteirista Gary Dauberman, que faz sua estreia na direção com “Annabelle 3: De Volta Para Casa”, o novo longa da boneca maldita tem monstros suficientes para encher vários outros lançamentos – e o bolso do produtor James Wan, criador e produtor da franquia. Uma dessas novas criaturas é chamada de The Ferryman (O Barqueiro, em tradução literal), um vulto com moedas no lugar dos olhos. “Uma das coisas que sempre me assombraram foram aquelas fotos de cadáveres com moedas por cima dos olhos”, explicou Dauberman, em entrevista ao site da Entertainment Weekly, sobre os novos personagens. O visual da criatura se baseia no mito grego de Charon, um barqueiro que transportava as almas dos mortos pelo rio Styx, desde que fosse pago em moeda. Por isso, os mortos costumavam ser enterrados com moedas sobre os olhos, visando pagar a travessia de suas almas. “Eu sempre achei que essa história era muito interessante, e daria um bom filme de terror. Quis mergulhar nisso com esse filme”, contou o diretor. The Ferryman é uma das assombrações que escapa da sala onde o casal Warren (vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga) guarda seu acervo de objetos amaldiçoados – local onde Annabelle apareceu pela primeira vez, no primeiro “Invocação do Mal”. “Há alguns artefatos e assombrações no acervo deles que realmente me fascinam”, disse Dauberman, revelando sua intensão. “Eu adoraria explorar melhor vários deles”. Apesar disso, ele insiste que não escreveu “Annabelle 3” “pensando em quais personagens poderiam ganhar filmes solo”. “Mas estou disposto a isso se as pessoas curtirem algum dos conceitos”, comentou. “Foi isso que James [Wan] fez com ‘A Freira’, que saiu de ‘Invocação do Mal 2’. Não foi algo de caso pensado, apenas uma coisa que ressoou com o público, e nos fez pensar: ‘Bom, ela merece um filme só para ela'”, completou. “Annabelle 3” estreia em 27 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Promotora que acusou inocentes de estupro pode perder emprego após série da Netflix
A estreia da série “Olhos que Condenam” (When They See Us) na última sexta-feira (31/5) está dando o que falar nos Estados Unidos. A produção da Netflix, dirigida por Ava DuVernay (“Selma”), aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime. Por conta do impacto da série, a opinião pública vêm pressionando pela demissão da “vilã” da história, a ex-promotora Linda Fairstein (interpretada na série pela atriz Felicity Huffman), que foi implacável em apontar a culpa dos cinco adolescentes. Até hoje, ela se nega a assumir os erros na investigação que levaram os jovens a serem condenados. De acordo com uma reportagem do site TMZ, Fairstein está sendo pressionada a pedir demissão da organização sem fins lucrativos “Safe Horizon”, na qual ela trabalha há mais de 20 anos ajudando vítimas de abusos e crimes violentos. Além de ser alvo da hashtag #CancelLindaFairstein no Twitter, sua presença na entidade também estaria indignando colegas e funcionários, após o caso voltar à mídia. O CEO da ONG disse que vai avaliar o caso, mas o TMZ apurou que o conselho planeja demiti-la de qualquer jeito. A série é impiedosa ao retratá-la, da mesma forma como ela foi impiedosa com os jovens que condenou na vida real. Na época do crime, Linda era chefe da unidade de crimes sexuais de Manhattan e não teria agido corretamente ao investigar quem era o real culpado pelo estupro da mulher no Central Park, coagindo os cinco menores inocentes até que eles confessassem qualquer coisa. De acordo com o TMZ, Raymond Santana, um dos jovens condenados injustamente, disse que a ex-promotora finalmente está conseguindo o que merece. “Mesmo que seja 30 anos depois”, disse. Causando comoção nos Estados Unidos, “Olhos que Condenam” detalhou como a polícia e a promotoria de Nova York obrigaram os menores de idade Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymon Santana, Antron McCray e Korey Wise a confessarem o crime, levando-os a serem condenados, embora exames de DNA, roupas e outras provas físicas indicassem sua inocência. Eles ficaram presos entre 5 a 12 anos em reformatórios (um deles, que já tinha 16 anos na época, foi enviado para um presídio de adultos) até que o verdadeiro culpado confessou. Testes posteriores de DNA confirmaram que o autor do crime era mesmo Matías Reyes, que já cumpria prisão perpétua desde 1989 por outros crimes, inclusive estupros. Quase 30 anos depois do crime, o atual prefeito de Nova York, Bill de Blasio, concordou em pagar uma indenização de R$ 40 milhões aos rapazes. O processo movido pelos cinco acusava a polícia, os promotores e outras autoridades de racismo. Mesmo assim, o prefeito anterior, Michael Bloomberg, recusava-se a pagar qualquer indenização. Após as acusações, a vida dos cinco jovens e de suas famílias foram destruídas. E tem um detalhe: quem mais atacou publicamente os garotos foi o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou em 1989 um anúncio de página inteira no jornal The New York Times pedindo a volta da pena de morte no estado para punir os garotos. Na época, Trump era apenas um empresário arrogante. Mas, caso fosse bem-sucedido em sua campanha, teria o sangue de cinco inocentes em suas mãos. Isto, claro, não lhe serviu de lição alguma, nem ao público. O mesmo tom sanguinário tem mantido Trump popular nos Estados Unidos, ao encomendar campanhas publicitárias que retratam imigrantes latinos como ladrões, assassinos e estupradores, para justificar dar-lhes o pior tratamento possível nos serviços de imigração – como separar crianças dos pais. O detalhe não passa despercebido pela série. Embora a história de “Olhos que Condenam” se passe nos anos 1980, a diretora Ava Duvernay deixa claro que a eleição de Trump prova que muitas coisas permanecem iguais nos Estados Unidos.











