Magnatas do Crime: Matthew McConaughey é o poderoso chefão em novo trailer
A STX divulgou um novo trailer de “The Gentleman”, que ganhou o título de “Magnatas do Crime” no Brasil. A produção traz o diretor Guy Ritchie de volta às histórias de gângsteres britânicos, repletas de humor negro, que lhe renderam fama no começo de sua carreira – época de “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998) e “Snatch: Porcos e Diamantes” (2000). Definitivamente, não é “Aladdin” (2019) nem “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017). Mas o protagonista é o intérprete do Rei Arthur, Charlie Hunnam, um gângster bem educado, que trabalha para um chefão do crime interpretado por Matthew McConaughey (“Interestelar”), americano que construiu um império de drogas no Reino Unido. Quando rumores começam a circular sobre uma aposentadoria do chefão, todos os outros criminosos de Londres criam seus próprios esquemas para tomar o lugar dele. O elenco ainda inclui Henry Golding (“Podres de Ricos”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”), Jeremy Strong (“Succession”), Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Colin Farrell (“Dumbo”) e Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). A estreia está marcada para 24 de janeiro nos Estados Unidos e apenas três meses depois, em 23 de abril, no Brasil.
Ascenção Skywalker é fanfic que enfraquece a Força da saga Star Wars
No belíssimo plano final de “Os Últimos Jedi”, o diretor Rian Johnson estabelecia três pontos muito claros: a Força não era mais apenas exclusiva de uma família, mas sim estava em toda a galáxia, em todas as pessoas – isso, por si só, definia que qualquer pessoa poderia almejar se tornar um herói. O segundo ponto era de que a esperança havia retornado à galáxia, visto que o sacrifício de Luke Skywalker o transformara em uma lenda ainda maior, o homem capaz de reconhecer seus erros e usá-los a seu favor. O terceiro, e talvez principal ponto, era o de que a saga apontava finalmente para o futuro: o olhar do garoto para um espaço infinito abria também infinitas possibilidades de avanço. O recado era claro: vamos deixar o passado para trás. Deixar de viver eternamente presos a um nome, mas acreditar em uma ideia, em um ideal, em um futuro brilhante no qual todos podemos fazer a nossa parte. Pois é. Pena que nem tudo é perfeito. A ousadia e a coragem de Rian Johson foram vistas por uma pequena – mas barulhenta – parte dos fãs de “Star Wars” como uma heresia. Muitos foram – e ainda são – incapazes de aceitar que Luke Skywalker talvez não fosse o mesmo personagem de 35 anos atrás. Afinal, quem muda em 35 anos?? Como era possível que o herói idealizado por décadas de repente se tornasse um velho ermitão ranzinza que em determinado momento da vida cometeu uma falha que o maculou para sempre (vale aqui lembrar que a ideia de que Luke fosse um sujeito isolado a la Coronel Kurtz veio de ninguém menos que George Lucas)? Como era possível que uma garota qualquer tivesse familiaridade com a Força? Como era possível que o Snoke morresse daquela forma sem sabermos mais sobre ele (um personagem cujo hype foi criado única e exclusivamente pelos fãs)? Tudo isso, alinhado a uma necessidade quase infantil de atender expectativas fez com que J.J Abrams – que havia feito um trabalho dos mais consistentes em “O Despertar da Força”, mesmo remakeando sem firulas o “Episódio IV” – transformasse este “A Ascensão Skywalker” em uma salada indigesta de fan service mesclada com uma trama digna de fanfic com a pior inspiração possível. Desta vez, a história começa com o retorno[!] do Imperador Palpatine, que aparentemente está fazendo um podcast em algum lugar da galáxia e avisando que construiu em segredo ao longo dos últimos 35 anos uma esquadra maligna com centenas de naves para dominar a galáxia. Sim, é isso mesmo. Os rebeldes, cientes dessa ameaça, precisam ir para um lugar achar uma adaga que precisa ser traduzida em outro lugar para que esta indique outro lugar onde estará o sinalizador que indicará o lugar onde está Palpatine. Ou algo assim. Nesse meio tempo, Kylo Ren é orientado por Palpatine a destruir Rey por motivos de ‘porque sim’ mas que no fundo não é bem isso porque ele tem outros planos para a garota. Este roteiro é de J.J escrito em parceria com Chris Terrio, o cara por trás de “Batman v Superman”. O que diz muita coisa. Nitidamente com o objetivo de disfarçar a fragilidade dessa história, J.J. faz uma escolha criativa que se mostra fatal para a trama, criando um filme acelerado, com uma montagem que parece saída de alguma obra de Michael Bay. Não há tempo para que o espectador possa apreciar ou mesmo ser tocado por certas passagens. Nem mesmo os money shots são aproveitados. Pra piorar, o filme usa um recurso vagabundo de morre/não morre várias vezes, o que enfraquece completamente o envolvimento do espectador, tanto que na hora da morte real de uma personagem realmente importante, esta acaba não tendo o menor impacto. As sequências de ação são eficientes, como sempre, mas não há sequer UM momento capaz de maravilhar o público, seja por conta de obviedade de suas escolhas (há um momento em que só faltou Lando Calrissian dizer “on your left” para Poe Dameron) como por uma mis en scène trôpega (como na sequência do sequestro de Chewbacca, em que todo mundo parece perder a visão periférica) e a completa falta de criatividade na criação de novos mundo (sim, temos novamente uma floresta, um deserto e um oceano). Nem mesmo o humor funcional de J.J. dá certo aqui, com C3-PO fazendo o possível para dar um mínimo de alma a essa obra planejada por comitê. A decisão de “esquecer” o que havia sido estabelecido em “Os Últimos Jedi” afeta o próprio desenvolvimento do trio principal de heróis [aqui vamos entrar na área de SPOILERS]. Se no último filme Rey havia finalmente se livrado do peso do passado ao descobrir que seus pais não eram ninguém e estava finalmente pronta para desenvolver seus dons naturais da Força, aqui J.J. dá uma marcha a ré indigna e a coloca como NETA de Palpatine – deixando pelo menos felizes todos os que a acusavam de ser uma Mary Sue, algo que nunca ninguém questionou em Anakin ou Luke. Na visão de Rian Johnson, qualquer pessoa pode ser um herói. Na de J.J. não, apenas quem for descendente de UMA única família. Finn, do mesmo modo, retorna ao seu personagem em busca de um caminho do primeiro filme. Se em “Os Últimos Jedi” ele havia finalmente compreendido – sim, lá em Canto Bight – que sua luta deveria ser em prol de um bem maior e não apenas “cadê a Rey”, aqui ele volta a ser o cara que passa o filme inteiro atrás da Rey. Já Poe Dameron, que, pelo sacrifício da General Holdo, finalmente compreendera a força e a necessidade de uma liderança carismática, aqui volta a ser o aventureiro engraçadão – e o filme ainda inventa um link com Han Solo ao informar aleatoriamente que ele havia sido um contrabandista no passado. Pelo menos, mas pelo menos, Kylo Ren consegue finalizar seu arco de forma digna, ainda que obviamente dentro das expectativas. Nada porém bate a covardia feita com a atriz Kelly Marie Tran e sua personagem Rose Tico, que aqui vira uma coadjuvante irrelevante com menos falas do que Greg Gunberg, amigão de J.J. O mesmo pode ser dito do General Hux, presenteado com um plot twist (mais um) vergonhoso. Maz Kanata (o dinheiro mais fácil ganho por Lupita N´yongo esse ano) entra apenas para explicar ao público o que está acontecendo – “Veja, Leia vai se conectar com seu filho, isso vai sugar toda sua energia vital”… Carrie Fischer, por sua vez, é inserida no filme com sobras de sua participação nos dois filmes anteriores, o que soa tristemente artificial, pois é nítido que os diálogos são adaptados para suas respostas – que na maioria das vezes, porém, não correspondem ao que está sendo conversado. Com truques baratos e soluções facilitadas para os protagonistas (como o fato deles caírem numa areia movediça que – nossa, olha só – leva eles diretamente para o objeto que estão procurando), “A Ascensão Skywalker” poderia se redimir por conta de uma conclusão poderosa – caso de “Retorno de Jedi”, um filme medíocre em seus dois terços iniciais mas com uma conclusão antológica. Nem isso. J.J. cria um clímax que parece saído de alguma produção genérica, que chupa – conscientemente ou não – momentos recentes de “Vingadores: Ultimato” (não falta nem um “Eu sou …. todos os Jedi”), o famigerado raio azul da morte de 90% dos filmes de ação desta década e uma conclusão basicamente igual a de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II”. E nem vamos citar aqui a claque de personagens obscuros que fica observando tudo isso em uma arena sem iluminação e sem noção de espaço, dando a impressão de que Palpatine passou os últimos 30 anos criando uma armada invencível e clones para ficarem aplaudindo seus gritos de vilão de terceira. Há momentos emocionantes? Sim, há. Confesso que chorei duas ou três vezes ao longo do filme – ver Chewbacca finalmente ganhar a sua medalha é um fan service muito bacana. A conclusão, em que heróis confraternizam por sua vitória emociona, mas fica claro que essa emoção não vem por causa deste filme em especial, mas por toda a conexão estabelecida há anos pelo público com a saga. O plano final, ainda que lindo, é tão evidente que qualquer pessoa poderia imaginá-lo assim que o filme começa. Talvez seja este o grande problema de “Ascensão Skywalker”: com medo de desagradar o público, J.J. entrega um filme sem surpresas, sem imaginação, com plot twists que variam entre vergonhosos e inconsequentes e com um triste retrocesso nas possibilidades estabelecidas por Rian Johnson no filme anterior. Não é o pior filme de “Star Wars”. “Ataque dos Clones”, “Ameaça Fantasma” e “Han Solo” ainda tem seu lugar cativo. Não é um filme chato ou entediante. Há aqui e ali muito da magia que fez e faz “Star Wars” ser uma das sagas mais amadas de todos os tempos. Mas é triste perceber que a equipe criativa por trás deste novo filme pareceu muito mais preocupada em não ofender um público sensível do que em avançar a história, olhar para a frente. “Star Wars” – ou pelo menos esta saga – termina com um gosto amargo, em um filme que no afã de agradar todo mundo, acabou virando uma obra sem um pingo de personalidade, incapaz de reconhecer seus próprios erros e aprender com eles. Algo que até um personagem fictício como Luke Skywalker aprendeu.
Aves de Rapina recebe classificação “R”, proibido para menores nos EUA
A produção de “Aves de Rapina” recebeu oficialmente a classificação “R” nos Estados Unidos. Trata-se do equivalente ao “proibido para menores”, embora não seja a classificação mais elevada. Um filme “R-Rated” é proibido para menores de 17 anos, mas pode ser visto por adolescentes que forem acompanhados por pais ou responsáveis. Já a classificação seguinte, “NC-17”, proíbe terminantemente a presença de menores, mesmo com o pai e a mãe. A razão para a faixa etária elevada, segundo a MPA (Associação do Cinema dos EUA), são “cenas fortes de violência, palavras de baixo calão e alguns materiais envolvendo sexo e drogas”. Com isso, “Aves de Rapina” se junta a “Kick-Ass”, “Kick-Ass 2”, “Deapool”, “Logan” e “Coringa” na lista de filmes de super-heróis/vilões de quadrinhos rotulados pela MPA com um “R”. Os quatro últimos foram lançados no Brasil com indicação para maiores de 16 anos, mas “Kick-Ass”, que veio antes (em 2010), acabou recebendo “censura” para 18 anos. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Para completar, ainda entram na história os vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está prevista para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Eduardo e Mônica: Filme baseado na música do Legião Urbana ganha primeiro trailer
A Gávea Filmes divulgou o primeiro trailer de “Eduardo e Mônica”, romance estrelado por Alice Braga (“A Rainha do Sul”) e inspirado na famosa música da banda Legião Urbana. A prévia destaca a diferença cultural gritante entre o casal, que também pertence a gerações diferentes, além de fazer referências às descrições contidas na canção, escrita por Renato Russo. A música, escrita por Renato Russo, conta a história de amor entre dois jovens, um vestibulando de jornalismo e uma estudante de medicina, que eram tão diferentes um do outro que se completaram. Alice Braga vive a Mônica e Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) é o Eduardo A direção está a cargo de um “especialista” em Legião Urbana, René Sampaio, que já levou com sucesso outra música da banda para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013), e o elenco coadjuvante também inclui um integrante daquele filme, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). “Eduardo e Mônica” tem estreia marcada para 9 de abril.
Respect: Jennifer Hudson é Aretha Franklin no primeiro teaser da cinebiografia
A MGM divulgou os primeiros teaser e pôster de “Respect”, cinebiografia da cantora Aretha Franklin (1942 – 2018). A prévia traz apenas o título do filme e a intérprete da Rainha do Soul, Jennifer Hudson, cantando a música que dá título à produção. Hudson já ganhou um Oscar ao viver uma cantora no cinema, no filme “Dreamgirls” (2006). Não há muita informação sobre a produção de “Respect”, mas a trama deverá ser ambientada nos anos 1960 e 1970, quando Aretha se consagra como uma das maiores artistas dos EUA, cantando clássicos imortais como “I Say a Little Prayer”, “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título, além de viver um conturbado relacionamento com seu então marido Ted White. A equipe criativa é estreante no cinema. O roteiro foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção está a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção é comandada por Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e pelo produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Hudson. O elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). A estreia está marcada para 17 de setembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
Keira Knightley interrompe concurso de Miss Mundo no trailer de Misbehaviour
O estúdio Pathe divulgou o primeiro pôster, fotos e o trailer de “Misbehaviour”, drama feminista estrelado por Keira Knightley (“Segredos Oficiais”). A prévia revela uma estrutura ambiciosa, com vários personagens e tramas paralelas, mais parecida com uma série que um filme. A trama é baseada em fatos reais e retrata, entre outros temas, um protesto feminista contra o concurso de Miss Mundo de 1970. Na ocasião, mulheres lideradas por Sally Alexander (Knightley) interromperam piadas machistas do comediante Bob Hope (Greg Kinnear, de “House of Cards”), apresentador do concurso, para chamar atenção para a desigualdade de gênero e o sexismo da atração, que se resumia a julgar mulheres por seus corpos. Por outro lado, entre as concorrentes estava a candidata de Granada, Jennifer Hosten (Gugu Mbatha-Raw, de “Uma Dobra no Tempo”), que acreditava poder chamar atenção para as minorias raciais com sua participação. Para ampliar ainda mais a polêmica, o evento também apresentou duas candidatas da África do Sul, uma branca e uma negra, durante o auge do apartheid, e enfrentou um atentado terrorista da Angry Brigade, organização da extrema esquerda britânica. O resultado do concurso acabou sendo histórico. O roteiro foi escrito por Gaby Chiappe (“Sua Melhor História”) e Rebecca Frayn (“Além da Liberdade”), a direção é de Philippa Lowthorpe (da série “The Crown” ) e o elenco ainda inclui Jessie Buckley (“As Loucuras de Rose”), Suki Waterhouse (“Pokémon: Detetive Pikachu”), Emma Corrin (“Pennyworth”), Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) e Lesley Manville (“Trama Fantasma”). A estreia está marcada para 13 de março no Reino Unido, mas inda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Continuação de Para Todos os Garotos que Já Amei ganha trailer romântico legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da continuação de “Para Todos os Garotos que já Amei”, que também é estrelada por Lana Condor e Noah Centineo. A prévia explora o romance do casal, mas também introduz um segundo destinatário das cartas do primeiro filme, transformando a história de amor num possível triângulo. A adaptação do best-seller juvenil “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi originalmente produzido para o cinema pela Awesomeness, uma divisão da Paramount, que acabou vendendo seus direitos para a Netflix numa negociação envolvendo vários projetos. A história sobre a garota tímida que escreve cartas secretas para seus crushes sem intenção de enviá-las, e que é obrigada a lidar com a situação quando as cartas vão parar no correio, tornou-se um dos maiores sucessos da plataforma. No novo longa, Lara Jean (Condor) e Peter (Centineo) não fingem mais ser um casal, eles são um casal. Mas quando John Ambrose (Jordan Fisher), um outro recipiente de uma das cartas de Lara Jean, entra em sua vida novamente, ela precisa confiar nela mesma para enfrentar seu primeiro dilema real: será que ela pode amar dois garotos ao mesmo tempo? Intitulada “Para Todos os Garotos: P.S. Eu Ainda Amo Você”, a sequência vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro de 2020. Entretanto, este não será o fim da história. A Netflix já confirmou a produção de um terceiro filme baseado nos livros de Janny Han. “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, Lara Jean” ainda não tem previsão de lançamento, mas já começou a ser rodado. Os três filmes vão contar toda a trilogia literária assinada por Jenny Han.
Tenet: Novo thriller de Chritopher Nolan ganha fotos, pôster e primeiro trailer legendado
A Warner divulgou os primeiros pôster, fotos e trailer legendado de “Tenet”, o novo e misterioso thriller de Christopher Nolan (“Interestelar”). E, curiosamente, a prévia começa com uma premissa similar a de “Esquadrão 6”, com o protagonista ingressando numa equipe secreta após ser considerado morto. Não há muitas explicações, além do genérico “tentar impedir a 3ª Guerra Mundial” dos filmes de James Bond. Mas lá pelo final do vídeo, carros começam a capotar de trás pra frente e tiros acertam vidros antes de serem disparados, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem”. O vídeo também apresenta o ótimo elenco da produção, encabeçado por John David Washington (“Infiltrado na Klan”), cuja experiência de vida pós-morte serve de guia para a narrativa do trailer. As demais estrelas são Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” estreia em 23 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: A Ascensão Skywalker estreia em quase 2 mil salas no Brasil
Tudo mundo sabe que “Star Wars” tem a Força, mas a Disney exagerou no lançamento do último capítulo da saga. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” está sendo distribuído em 1,9 mil salas, na maior estreia da franquia no Brasil – e um dos maiores lançamentos de cinema no país em todos os tempos. Só não atingiu nível de “Vingadores: Ultimato” (o recordista em 2,7 mil telas) porque os estúdios rivais resolveram competir, em vez de se submeter à hegemonia como vinha sendo a regra. A animação “Playmobil” vai tentar vender ingressos em 360 cinemas e até “Cats” foi adiantado pela Universal. Previsto originalmente para o Natal, chega uma semana antes em pré-estreia paga – que, na prática, é igual a um lançamento convencional. Será que os espectadores terão muita dificuldade para escolher que filme assistir com essa programação? Todos os três frustraram expectativas da crítica. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” foi considerado o pior filme da nova trilogia e o segundo pior de toda a franquia, enquanto “Playmobil” se tornou o maior fracasso comercial de 2019 e conseguiu, junto do eviscerado “Cats”, uma das avaliações mais baixas do ano no Rotten Tomatoes. Ambos estão empatados com apenas 16% de (ruindade) aprovação. Em circuito intermediário, também há um despejo de “A Batalha das Correntes”, filme com elenco de super-heróis da Marvel (Benedict Cumberbatch, Tom Holland, Nicholas Hoult) sobre a história da eletricidade, que escapou do limbo, após dois anos arquivado na massa falida da Weinstein Company – rescaldo das denúncias contra o produtor-predador Harvey Weinstein. A queda do produtor foi o que de melhor poderia ter acontecido para o diretor Alfonso Gomez-Rejon (“Eu, Você e A Garota que vai Morrer”), que salvou o filme mal-avaliado com novas filmagens, e sua segunda edição fez a aprovação subir de 29%, quando exibido no Festival de Toronto em 2017, para 60%, quando chegou nos cinemas norte-americanos em outubro passado. Só faltou avisar ao público, que o ignorou completamente, restando-lhe uma curta carreira internacional, antes de chegar ao streaming. Entre os lançamentos limitados, o grande destaque é “E Então Nós Dançamos”, drama de temática LGBTQIA+ que gerou tumultos na Geórgia, com ataques de grupos da extrema direita homofóbica do país aos cinemas. Dirigido por Levan Akin, georgiano residente na Suécia, o longa teve première no Festival do Cannes e já venceu uma dezena de prêmios em festivais ao redor do mundo, além de ter sido o candidato da Suécia a uma vaga na disputa do Oscar de Melhor Filme Internacional. Tem 94% de aprovação da crítica de língua inglesa, segundo o site Rotten Tomatoes, o que significa que é 34% melhor que “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Fica a dica. Se preferir uma segunda opção cinéfila, “O Paraíso Deve Ser Aqui” (91% de aprovação), em que o cineasta Elia Suleiman viaja pelo mundo, sempre encontrando paralelos com a situação desoladora de sua Palestina natal, também tem uma boa coleção de prêmios no currículo, incluindo um Menção Especial e o Prêmio da Crítica no último Festival de Cannes. O filme ainda foi o representante da Palestina na disputa de vaga no Oscar 2020. Mas é claro que vocês vão preferir lotar os cinemas que exibem o filme das estrelas da Disney. De todo modo, abaixo estão mais detalhes das estreias da semana com todos os títulos, suas sinopses e trailers. Star Wars: A Ascensão Skywalker | EUA | Sci-Fi Com o retorno do Imperador Palpatine, todos voltam a temer seu poder e, com isso, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força. Cats | EUA | Musical Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido. Playmobil – O Filme | França | Animação Marla está acostumada a cuidar do irmão mais velho, Charlie, até o dia em que os dois são transportados para dentro do universo mágico dos Playmobil. A garota embarca numa jornada de resgate com a ajuda de novos amigos encontrados pelo caminho, como o agente secreto Rex Dasher, o caminhoneiro Del, uma fada madrinha e um androide. A Batalha das Correntes | EUA | Drama Ambientado no final do século XIX, o filme reencena a disputa entre Thomas Edison (Benedict Cumberbatch) e George Westinghouse (Michael Shannon) sobre como deveria ser feita a distribuição da eletricidade. Edison fez uma campanha pela utilização da corrente contínua, enquanto Westinghouse defendia a corrente alternada. E Então Nós Dançamos | Suécia, Georgia | Drama Merab (Levan Gelbakhiani) é bailarino do National Georgian Ensemble desde a infância. No auge de sua carreira, Merab precisa lidar com a chegada do carismático Irakli (Bachi Valishvili), um talentoso dançarino que se torna seu principal rival e, também, seu amor secreto. Em um cenário conservador e hostil, Merab enfrenta um dilema que divide seu sonho e sua nova paixão. O Paraíso Deve Ser Aqui | França, Catar | Comédia Elia Suleiman deixa sua terra natal da Palestina e viaja pelo mundo apenas para encontrar, por onde ele passa, os mesmos problemas que encontrava lá. De Paris à Nova York, por onde suas viagens o levam, ele encontra problemas com a polícia, racismo, controle de imigração. Tentando deixar sua nacionalidade para trás, mas sempre sendo lembrado dela, ele questiona o significado de identidade e o lugar que se pode chamar de lar. Carta Registrada | Egito | Drama Desde que seu marido foi preso, Hala (Basma) tem que enfrentar seus pensamentos suicidas sozinha. Sua força tem que vir de dentro, pois a sociedade não a ajuda e nem perdoa uma mulher deprimida, principalmente por ela ser mãe. A Rosa Azul de Novalis | Brasil | Documentário Marcelo é um dândi na faixa dos seus 40 anos que possui uma memória fora do comum. Ele é capaz de reviver memórias familiares distantes com perfeição e diz recordar de suas vidas passada detalhadamente: em uma delas, ele foi Novalis, um poeta alemão que perseguia uma rosa azul incessantemente. No entanto, Marcelo ainda não descobriu o que persegue em sua existência atual.
1917: Novo trailer capricha nas cenas épicas de tirar o fôlego
A Universal divulgou novos pôsteres e mais um trailer de “1917”, que destaca as cenas épicas e de tirar o fôlego da produção de guerra do cineasta Sam Mendes. Repleta de explosões, correrias, desabamentos, saltos impossíveis e coragem diante da morte certa, a história acompanha dois soldados britânicos encarregados de enfrentar bombas e o tiroteio inimigo para entregar uma mensagem que pode salvar milhares de vidas, inclusive a de um irmão deles. O que a prévia não mostra é que todas as cenas foram filmadas tendo em mente a projeção em plano contínuo – isto, com o objetivo de passar a ilusão de que o filme não tem cortes, como em “Birdman”. Isto também faz com que a ação aconteça em tempo real e permite imersão completa na história, transportando o público para as trincheiras e o front europeu da 1ª Guerra Mundial. A façanha tem rendido muitos elogios ao cineasta Sam Mendes e ao veterano diretor de fotografia Roger Deakins (que trabalharam juntos em “007: Operação Skyfall”), e colocado “1917” em várias listas de Melhores do Ano – o filme está com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco é encabeçado por George McKay (“Capitão Fantástico”) e Dean-Charles Chapman (“Game of Thrones”), como os dois soldados da sinopse. Seu comandante é vivido por Colin Firth (vencedor do Oscar por “O Discurso do Rei”) e ainda há participações de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), Mark Strong (“Shazam!”) e Richard Madden (também de “Game of Thrones”). Além de dirigir, Sam Mendes escreveu o roteiro em parceria com Krysty Wilson-Cairns (“Penny Dreadful”). De olho no Oscar 2020, a estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA, mas só vai acontecer no Brasil no dia 20 de fevereiro.
Dois Irmãos: Novo trailer da animação da Pixar destaca personagem dublada por Octavia Spencer
A Pixar divulgou uma coleção de pôsteres e um novo trailer americano de “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”, tradução brasileira para o filme que é chamado simplesmente de “Onward” nos Estados Unidos. A prévia destaca pela primeira vez a personagem dublada por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), uma garçonete chamada Manticore, que ajuda os protagonistas em sua jornada. Produção que mais parece um desenho tradicional da Disney do que uma animação do estúdio Pixar, o filme acompanha, como resume o título nacional, dois irmãos numa jornada fantástica. Eles abandonam sua confortável vida como elfos suburbanos para completar um feitiço que pode trazer seu pai de volta à vida, embarcando num carro velho em busca do resto da magia que já existiu naquele lugar. Um dos maiores atrativos da produção é o fato de seu elenco juntar dois integrantes de “Vingadores: Ultimato”, Chris Pratt e Tom Holland, intérpretes respectivamente do Senhor das Estrelas (dos Guardiões da Galáxia) e do Homem-Aranha, como as vozes dos irmãos. Mas a inevitável dublagem brasileira para as crianças torna isso irrelevante para o público nacional. O filme tem roteiro e direção de Dan Scanlon, que também fez as duas funções em “Universidade Monstros” (2013), e estreia marcada para 5 março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Emma: Nova versão do clássico de Jane Austen ganha segundo trailer
A Universal divulgou o segundo trailer de sua nova adaptação de “Emma”, comédia romântica baseada na obra clássica de Jane Austen. Desta vez, a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) tem o papel vivido por Gwyneth Paltrow em 1996, e o tom parece mais cômico (histérico) que versões passadas. Também chama atenção a forma como uma das cenas, vista de relance, evoca o visual das aias de “The Handmaid’s Tale”. Coincidência? Mensagem oculta? Confira abaixo. A trama, um dos romances mais populares da escritora Jane Austen, gira em torno de uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que vai estrear em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e a estreia está marcada para 23 de abril no Brasil, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.
Adaptação de Superman: Red Son ganha primeiro trailer animado
A Warner Animation divulgou o trailer da animação “Superman: Red Son”, adaptação da graphic novel homônima, publicada no Brasil como “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. A trama faz parte da linha “Elseworlds”, de histórias alternativas, e explora o que aconteceria se a nave que trouxe Kal-El de Krypton tivesse caído na União Soviética, em vez de em Smallville, no interior do Kansas (EUA). Escrita por Mark Millar (o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”) em 2003, a trama acompanha o herói por cinco décadas, entre os anos 1950 e o começo do século 21. Após chegar ainda bebê na Rússia, Superman cresce seguindo a ideologia comunista, torna-se símbolo e representante do poderio soviético, ajuda Joseph Stalin a dominar a Europa durante a Guerra Fria e assume o comando do Partido com a morte do ditador. Por conta disso, a CIA contrata Lex Luthor para destruí-lo e salvar o mundo ocidental. A história também inclui Mulher-Maravilha, um Batman russo, a tropa dos Lanternas Verdes e muitas reviravoltas – como o casamento entre Lois Lane e o presidente dos EUA, Lex Luthor. “Superman: Red Son” também inspirou um arco importante da 4ª temporada da série “Supergirl”. A versão animada tem direção de Sam Liu, que tem comandado a maioria dos desenhos em longa-metragem do universo DC, e destaca o ator Jason Isaacs (das séries “The OA” e “Star Trek: Discovery”) como a voz do protagonista. O filme será lançado no começo de 2020 em Bluray e versão digital.












