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    Novo filme animado do Pokémon ganha trailer da Netflix

    21 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer da mais recente filme animado de Pokémon. Intitulado, em inglês, “Pokémon: Mewtwo Strikes Back Evolution”, o filme mostra os personagens tradicionais da franquia num combate contra Mewtwo, em versão criada por computação gráfica. Além da volta do personagem clássico, o visual digital também chama bastante atenção, por ser bem diferente da série original. Para quem não lembra, Mewtwo foi o principal pokémon do primeiro “Pokémon – O Filme”, lançado em 1998. E agora, 22 anos depois, ele volta à ativa para enfrentar Pikachu, Ash e outros personagens conhecidos da franquia animada. O filme tem direção da dupla Kunihiko Yuyama (da série “Pokémon”) e Motonari Sakakibara (de “Final Fantasy”) e foi originalmente lançado nos cinemas japoneses em julho passado. Ainda sem título em português, “Pokémon: Mewtwo Strikes Back Evolution” vai estrear em streaming no dia 27 de fevereiro, data em que a Nintendo comemora o Dia do Pokémon.

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    Troco em Dobro: Quinta parceria entre Mark Wahberg e o diretor Peter Berg ganha trailer legendado

    21 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Troco em Dobro”, título genérico nacional para a quinta parceria entre o ator Mark Wahlberg e o diretor Peter Berg – a anterior foi “22 Milhas”. Como já é praxe nos filmes da dupla, trata-se de uma história em que Wahlberg vive um herói – ele chega a ser chamado de Batman na prévia. A novidade fica por conta de uma abordagem de comédia e um tom mais caricatural que o costume nas cenas de violência – as porradas quebram paredes! No longa, Wahlberg interpreta Spenser, um ex-policial que foi preso ao tentar denunciar um esquema de corrupção. Ao sair da prisão, ele vai morar com seu ex-treinador de boxe e mentor, e passa a dividir seu quarto com Hawk, um lutador de MMA forte e comprometido. Sem desistir de enfrentar os corruptos, ele acaba alistando Hawk e sua ex-namorada desbocada Cissy para ajudá-lo a expor os motivos por trás de sua prisão injusta. A trama é adaptação do livro “Wonderland”, que integra a coleção literária do detetive conhecido apenas como Spenser. O personagem tem três dúzias de aventuras escritas por Robert B. Parker, mas “Wonderland” foi escrito por Ace Atkins, que assumiu a franquia após a morte do criador de Spenser em 2010. O elenco destaca Winston Duke (“Pantera Negra”) como Hawk, Alan Arkin (“O Método Kominsky”) como seu mentor e Iliza Shlesinger (“De Repente uma Família”) como a ex-namorada, além de Colleen Camp (“O Mistério do Relógio na Parede”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Michael Gaston (“Treadstone”), Marc Maron (“GLOW”) e o rapper Post Malone, como um presidiário em sua estreia como ator. “Troco em Dobro”, que tem título bem diferente (“Spenser Confidential”) em inglês, estreia em 6 de março na Netflix.

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    Ameaça Profunda mostra versão marinha e genérica de Alien

    19 de janeiro de 2020 /

    “Ameaça Profunda” apresenta uma história sobre ganância corporativa, de um conglomerado que resolveu explorar os confins mais abissais do oceano em busca de minério, sem se preocupar com a segurança dos seus funcionários ou com as consequências dos seus atos. Há também uma trama envolvendo a protagonista, a engenheira mecânica Norah (Kristen Stewart), que senta a perda de uma pessoa amada como uma âncora, impedindo-a de ir a lugar algum que não seja para baixo. Tudo isso existe no filme, só não é mostrado. Não há nada de errado em um filme querer investir em subtextos e no desenvolvimento dos seus personagens como forma de dar mais substância à sua narrativa. Mas não é o caso aqui. Escrito por Brian Duffield (A Babá) e Adam Cozad (A Lenda de Tarzan), o roteiro acompanha um grupo de funcionários de uma mineradora subaquática que sobrevive a uma explosão e precisa cruzar um longo caminho pelo fundo do oceano, para chegar até as capsulas de evacuação. Mas durante o percurso eles começam a suspeitar que a explosão não foi causada por um terremoto, como tinham suspeitado antes, mas por algo sobrenatural, originário do fundo do oceano. As referências à “Alien – O 8º Passageiro” são explicitas: a companhia gananciosa, o pequeno grupo de tripulantes e a ameaça externa. Há, inclusive, uma cena na qual eles trazem uma criatura a bordo (e mexem nela com a mão!). Mas ao contrário do filme de Ridley Scott, em que as personalidades dos tripulantes eram bem desenvolvidas, desta vez não surge um envolvimento do público com os personagens, fazendo com que o espectador não se importe com os seus destinos. Mas não é por falta de tentar forçar empatia. Toda a subtrama envolvendo o trauma da protagonista é mal explorada e sua conclusão resulta, no mínimo, equivocada. O cenário das profundezas do oceano, que impede que se enxerga à frente, serve como metáfora para a personalidade de Norah, cuja vida segue sem rumo, incapaz de distinguir o dia da noite, o sonho da realidade. Ela está tão frágil quanto a estrutura que a abriga. Os tremores constantes e a gagueira ocasional apontam um colapso iminente. Além disso, é comum que ela seja mostrada sozinha e, mesmo quando está acompanhada, o filme arranja um jeito de isolá-la. Algumas das justificativas para esse isolamento não fazem o menor sentido. Em uma cena, Norah sugere seguir sozinha por um corredor apertado, sob a justificativa de ser a menor do grupo, por mais que todos estejam vestindo um exoesqueleto de tamanho único. Ainda assim, é um dos tais momentos que servem para reforçar a solidão da protagonista. Essa ideia é contraposta por diversos cartazes vistos nas paredes da plataforma falando sobre a importância de trabalhar em equipe. Mas solidão e luto não são equivalências. E ao trata-las como tal, o longa transmite a ideia de que só merece a vida quem a aproveita em conjunto. É uma visão simplista e equivocada. E, sinceramente, pode não ter sido a intenção inicial dos roteiristas. Isto porque o filme passa a impressão de que dezenas de páginas do roteiro foram jogadas no mar para que o diretor William Eubank (“O Sinal: Frequência do Medo”) desse mais ênfase às cenas de ação. E Eubank claramente gosta de ação. Sua predisposição por criar sequências grandiosas de explosões em câmera lenta transforma a destruição da plataforma submarina (ocorrida nos primeiros cinco minutos) em um espetáculo visual. Mas o impacto é prejudicado pela constante repetição deste recurso (são pelo menos três explosões em câmera lenta ao longo do filme) e pela montagem confusa – em certos momentos, é impossível distinguir quem está em perigo. As referências se alternam no terceiro ato, abandonando a abordagem intimista de “Alien” e apostando em um clima catastrófico, no melhor estilo de “Círculo de Fogo”. O resultado, porém, é genérico, e fica aquém dos filmes referenciados.

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    O Farol é estudo da natureza humana em forma de terror

    19 de janeiro de 2020 /

    Novo trabalho do cineasta Robert Eggers (do ótimo terror “A Bruxa”), “O Farol” acompanha dois faroleiros, um jovem (Robert Pattinson) e um experiente (Willem Dafoe), deixados numa ilha árida e deserta para operarem o farol de lá. A trama se passa no século 19 e, assim como em “A Bruxa”, o diretor adota um ritmo mais lento, mais contemplativo, e constrói a sua narrativa por meio de diálogos retirados de documentos antigos. Visando aproximar-se da época retratada, Eggers optou por filmar com película preto e branco e no formato de tela 1.19:1, dando ao filme a aparência de obra antiga e desgastada. Este formato de tela era comum na época de transição do cinema mudo para o cinema falado. E “O Farol” homenageia esse período, especialmente o cinema expressionista alemão, tanto na imagem quanto no som. Boa parte do início do filme é rodada inteiramente sem diálogos. A ausência de falas, porém, é compensada pela cacofonia de sons diegéticos (o vento, o maquinário, o farol, etc) e extradiegéticos (a trilha sonora marcante). Estes sons servem como pequenos desconfortos que guiarão os personagens por uma lenta espiral de loucura. E Eggers enfatiza essa loucura ao aproximar sua câmera do rosto dos dois atores. Williem Dafoe encarna o experiente faroleiro como alguém satisfeito com a sua função. Ele encontrou o seu propósito e não deseja mais nada para si – por mais que o trabalho tenha lhe custado a família. Já Robert Pattinson oferece um contraponto. Embora fale do seu desejo de se acalmar e morar em um local tranquilo, seu personagem é uma espécie de um tubarão, um ser que precisa estar em constante movimento. O trabalho no farol é provisório, como tudo na sua vida. Não é de se estranhar, portanto, que suas atitudes mudem justamente quando ele passa a se sentir preso naquele lugar. Os planos fechados usados pelo diretor capturam toda a expressividade das atuações, compostas com um exagero proposital e ampliadas pelas sombras que marcam os rostos dos atores. A bela direção de fotografia de Jarin Blaschke (mesmo de “A Bruxa”) faz uso da escuridão para transformar homens em silhuetas e diminuir ainda mais a razão de aspecto da imagem – ampliando, com isso, a sensação de claustrofobia. A fotografia expressionista também serve para ilustrar as dicotomias entre os dois personagens. Enquanto o experiente faroleiro sente um prazer orgástico em ser engolido pela luz do farol, o outro fica relegado às sombras. E tais sombras simbolizam os segredos e a loucura prestes a emergirem. Aos poucos, visões de monstros marinhos se misturam com lembranças e segredos do passado. Realidade e fantasia se confundem até se tornarem indiscerníveis. Capaz de criar imagens belíssimas, como aquela na qual um navio desaparece em meio à névoa, condenando os personagens à solidão, Eggers não está interessado em fornecer respostas fáceis para o público. Seu interesse é em observar como aquelas pessoas reagem às situações extremas em que são colocadas. Quais caminhos eles percorrem quando não há para onde ir. “O Farol” é uma obra que se utiliza de monstros e metáforas para estudar a natureza humana, o trauma, a solidão e a loucura. É também, assim como o trabalho anterior do cineasta, um excelente filme de terror.

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    Foto do set de Turma da Mônica: Lições recria cenário da graphic novel

    18 de janeiro de 2020 /

    O diretor Daniel Rezende publicou em seu Instagram uma imagem do set de “Turma da Mônica: Lições”, a continuação de “Turma da Mônica: Laços”, que recria o cenário da capa da graphic novel em que a trama se baseia. Ele ainda escreveu: “Para bom entendedor, meia imagem basta”. Veja abaixo. O longa está sendo filmado até 11 de fevereiro na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais, voltando a reunir o elenco de “Laços”, Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Assim como no primeiro filme, a continuação também é baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Em “Lições”, os quatro amigos esquecem de fazer as lições da escola e têm que encarar as consequências, que não são poucas. A nova jornada valorizará ainda mais a amizade desta turma. Além do elenco mirim, também seguem no elenco Monica Iozzi, como Dona Luísa, e Paulo Vilhena, vivendo Seu Cebola. Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram Pra bom entendedor, meia imagem basta. Direto do set de filmagem do Turma da Mônica Lições . ❤️💚💛🧡 #turmadamonica #turmadamonicalicoes #monica #cebolinha #cascao #magali #cinemanacional Uma publicação compartilhada por Daniel Rezende (@danirez) em 16 de Jan, 2020 às 9:43 PST

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    Pedro Coelho apronta na cidade grande em novo trailer da continuação

    18 de janeiro de 2020 /

    A Sony divulgou o pôster o segundo trailer de “Pedro Coelho 2: O Fugitivo”, sequência de “Pedro Coelho”, em versões legendada e dublada em português. Novamente escrito e dirigido por Will Gluck e com o mesmo elenco do longa de 2018, o filme mostra Pedro Coelho (Peter Rabbit no original em inglês) organizando uma fuga dos animais da fazenda para a cidade grande. Daí, o subtítulo “O Fugitivo”. Com dificuldades para se ajustar à amizade inesperada com o fazendeiro “Severino” (o personagem de Domhnall Gleeson na verdade se chama McGregor sem a dublagem), Pedro/Peter se rebela e convence os demais animais a segui-lo para a cidade, onde planeja assaltar uma feira livre por comida. Claro que dá tudo errado e seus “papais” Severino e Bea (Rose Byrne) precisam intervir para salvá-los. Os dubladores dos coelhos são os mesmos do primeiro filme, com James Corden no papel-título e nada menos que Margot Robbie, Daisie Ridley e Elizabeth Debicki como coelhinhas. Entre as novidades, há um novo coelho dublado por David Oyelowo (“Selma”). A estreia está marcada para o dia 30 de abril no Brasil, quase um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    The Lovebirds: Comédia com Kumail Nanjiani e Issa Rae ganha trailer divertido

    18 de janeiro de 2020 /

    A Paramount divulgou o pôster e o divertido trailer da comédia “The Lovebirds”, ainda sem título em português. A prévia mostra Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”) e Issa Rae (“Issa Rae”) como um casal apaixonado que tem a vida virada do avesso ao se tornar suspeito de assassinato. “The Lovebirds” é a segunda parceria de Najiani com o diretor Michael Showalter. Os dois fizeram juntos o sucesso “Doentes de Amor”, em 2017. Já o roteiro é de Martin Gero (criador da série “Blindspot”) em parceria com Aaron Abrams e Brendan Gall (que também trabalham na série). A estreia está marcada para 14 de maio no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Guns Akimbo: Daniel Radcliffe luta por sua vida em trailer de comédia de ação

    18 de janeiro de 2020 /

    A Madman Films divulgou o pôster e o trailer de “Guns Akimbo”, comédia indie de ação estrelada por Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”). A trama se passa num mundo em que jogos de tiros fazem parte do cotidiano real. Radcliffe interpreta Miles, um homem recluso que tem sua vida virada do avesso quando uma gangue invade seu apartamento e parafusa armas em suas mãos para que ele mate uma das maiores campeães de Skizm, a competição de assassinos transmitida pela internet. O detalhe é que nem as calças ele consegue vestir, por conta das mãos de revólver. Escrito e dirigido por Jason Lei Howden, que anteriormente fez o divertidíssimo cult “Deathgasm” (2015), “Guns Akimbo” conta ainda com Samara Weaving (“Ready or Not”), Rhys Darby (“Jumanji: Próxima Fase”) e Ned Dennehy (“Good Omens”). A estreia está marcada para 28 de fevereiro nos Estados Unidos e não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Aves de Rapina ganha trailer de sua trilha sonora

    17 de janeiro de 2020 /

    A Warner divulgou um trailer da trilha sonora de “Aves de Rapina”. Isto mesmo, da trilha do filme. Além de trechos de várias músicas de pop genérico, o vídeo apresenta várias cenas inéditas, que destacam o visual e o clima da produção. É tudo muito alegre e colorido, inclusive as cenas mais violentas – em que até chumbo grosso explode no peito de capangas como disparos de confetes. Até o momento, apenas a faixa “Diamonds”, que junta a cantora Normani e a rapper Megan Thee Stallionfaz, teve seu clipe divulgado. Confira aqui. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Na trama, elas se juntam para enfrentar os vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está marcada para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Estreias: Jumanji domina circuito em plena temporada do Oscar

    16 de janeiro de 2020 /

    “Jumanji: Próxima Fase” é o maior lançamento da semana, monopolizando 1,4 mil telas nesta quinta (16/1), apesar da programação incluir filmes indicados ao Oscar. A comédia de aventura com Dwayne “The Rock” Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan chega aos cinemas brasileiros um mês depois do lançamento nos Estados Unidos, com a missão prioritária de faturar milhões e tirar a distância para o primeiro filme, mais bem-sucedido. Assim como aconteceu com “Frozen 2”, o Brasil é o último país do mundo a exibir a produção dos estúdios Sony, que já faturou mais de US$ 670 milhões nas bilheterias mundiais – cerca de US$ 300 milhões a menos que o longa anterior. Mas não foi só a bilheteria que se mostrou inferior. A crítica norte-americana também achou a continuação pior que o longa de 2017, com registro de 66% de aprovação no Rotten Tomatoes – contra 76% de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. As demais estreias da semana tem tom dramático e disputam espaço no circuito limitado. Dois títulos concorrem ao Oscar, dois tentaram concorrer ao Oscar e o último é uma produção de 17 anos atrás. “O Escândalo” disputa três Oscars, com destaque para as indicações das atrizes Charlize Theron e Margot Robbie, nos papéis de jornalistas assediadas pelo chefão da Fox News. Apesar da boa vontade da Academia, o longa do diretor Jay Roach, baseado no escândalo real que derrubou Roger Ailes, não se tornou uma unanimidade crítica. Tem 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, um pouco mais que a série “The Loudest Voice” (54%) que conta a mesma história, mas centrada no fundador do canal de notícias. O francês “Os Miseráveis” é muito superior. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, e com 84% no Rotten Tomatoes, denuncia abusos policiais num bairro negro e pobre de Paris, combinando o engajamento de um drama social com a tensão de um thriller criminal. Venceu o Prêmio do Júri do Festival de Cannes. O holandês “Instinto” e o costarriquenho “O Despertar das Formigas” também disputaram vagas na categoria de Filme Internacional do Oscar 2020, mas não conseguiram vaga entre os cinco indicados. O filme centro-americano ainda venceu a competição latina do Festival de Gramado. Completa a programação “A Melhor Juventude”, drama italiano premiadíssimo de 2003 – venceu a mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, e seis troféus David di Donatello (o Oscar italiano), inclusive como Melhor Filme daquele ano. Além disso, tem 93% no Rotten Tomatoes e a fama de ser uma “obra prima”. Mas mesmo com esse currículo era considerado um desafio para o mercado brasileiro. A dificuldade de exibição se deve à sua longa duração: o filme tem seis horas de projeção! Até o circuito limitado tem seus… limites. Confira abaixo mais detalhes das estreias da semana com todos suas sinopses e trailers. Jumanji: Próxima Fase | EUA | Aventura Tentado em revisitar o mundo de Jumanji, Spencer (Alex Wolff) decide consertar o jogo de videogame que permite que os jogadores sejam transportados ao local. Logo o quarteto formado por Smolder Bravestone (Dwayne Johnson), Moose Finbar (Kevin Hart), Shelly Oberon (Jack Black) e Ruby Roundhouse (Karen Gillan) ressurge, agora comandado por outras pessoas: os avôs de Spencer e Fridge (Danny DeVito e Danny Glover) assumem as personas de Bravestone e Finbar, enquanto o próprio Fridge (Ser’Darius Blain) agora está sob a pele de Oberon. O Escândalo | EUA | Drama Um gigante do telejornalismo e antigo CEO da Fox News, Roger Ailes (John Lithgow) tem seu poder questionado e sua carreira derrubada quando um grupo de mulheres o acusa de assédio sexual no ambiente de trabalho. Os Miseráveis | França | Drama Stéphane (Damien Bonnard) é um jovem que acaba de se mudar para Montfermeil e se junta ao esquadrão anti-crime da comuna. Colocado no mesmo time de Chris (Alexis Manenti) e Gwada (Djibril Zonga), dois homens de métodos pouco convencionais, ele logo se vê envolvido na tensão entre as diferentes gangues do local. Instinto | Holanda | Drama Nicoline (Carice van Houten), uma psicóloga experiente, inicia um novo emprego em uma instituição penal, apesar de ter resolvido nunca mais voltar à psiquiatria. Ela conhece Idris (Marwan Kenzari), um homem inteligente com um distúrbio de personalidade antissocial e narcisista, que cometeu uma série de crimes sexuais graves. Após cinco anos de tratamento, ele está prestes a conseguir sua primeira liberdade condicional desacompanhada. O Despertar das Formigas | Costa Rica, Espanha | Drama Vivendo sua rotina da maneira mais regrada e tranquila possível, uma mãe de meia-idade residente no interior da Costa Rica educa suas filhas para que no futuro elas tenham o mesmo comportamento. Mas quando um evento a faz parar para refletir a respeito da vida que leva, ela passa a vagarosamente odiar o seu dia a dia. A Melhor Juventude | Itália | Drama A saga de uma família italiana desde o fim dos anos 1960 até o início dos anos 2000. Os irmãos Nicola (Luigi Lo Cascio) e Matteo Carati (Alessio Boni) dividem os mesmos sonhos, esperanças, leituras e amizades até o dia em que conhecem Giorgia (Jasmine Trinca), uma garota com distúrbios psíquicos. Nicola começa a militar no movimento estudantil e, mais tarde, se torna um psiquiatra, enquanto Matteo abandona os estudos e entra na polícia. O percurso dos dois e do resto da família é apresentado paralelamente a acontecimentos importantes da história recente da Itália: a inundação de Florença, a luta contra a máfia e os grandes jogos de futebol da seleção nacional.

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    Versão de terror da fábula de João e Maria ganha novo trailer legendado

    15 de janeiro de 2020 /

    A Imagem Filmes divulgou a versão legendada do trailer de “Maria e João: O Conto das Bruxas” (Gretel & Hansel), adaptação em tom de terror do clássico conto de fadas dos Irmãos Grimm, conhecido no Brasil como a fábula de “João e Maria”. A prévia aprofunda os elementos de terror da história com uma cenografia bastante estilizada. O filme traz Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”) como a menina Gretel/Maria, que se perde no meio da floresta com seu irmão menor (o estreante Sammy Leakey). Como na história conhecida, eles acabam indo parar numa casa habitada por uma bruxa. Além de Lillis e Leakey, o elenco inclui Alice Krige (“The OA”), Jessica De Gouw (a Caçadora da série “Arrow”) e Charles Babalola (“A Lenda de Tarzan”). Com direção de Oz Perkins (“A Enviada do Mal”), a estreia está marcada para 31 de janeiro nos EUA e apenas três semanas depois, em 20 de fevereiro, no Brasil.

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    Sergio: Wagner Moura vive diplomata brasileiro em trailer de filme internacional da Netflix

    15 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer de “Sergio”, biografia do diplomata Sérgio Vieira de Mello, que traz o ator Wagner Moura (“Narcos”) no papel-título. Além de estrelar o filme, Moura é um dos produtores. Ele estava desde 2013 tentando tirar o filme do papel e chegou a passar uma temporada nos Estados Unidos negociando a produção. Falado em inglês, “Sergio” tem elenco internacional, com participação da cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”) no papel de Carolina Larriera, economista argentina e mulher de Vieira de Mello, que foi a última pessoa a vê-lo com vida, além dos atores Garret Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Will Dalton (“Loving”), Clemens Schick (“Praia do Futuro”) e Brían F. O’Byrne (“Menina de Ouro”). Trata-se do primeiro longa de ficção dirigido por Greg Barker, vencedor do Emmy pelo documentário “Manhunt: The Inside Story of the Hunt for Bin Laden” (2013). Mas ele conhece bem o tema. Em 2009, Barker dirigiu outro “Sergio” (2009) sobre o mesmo diplomata, um documentário sobre a vida de Vieira de Mello para o canal pago HBO. O roteiro, por sua vez, é de Craig Borten, indicado ao Oscar por “Clube de Compras Dallas” (2013), e adapta o livro “O Homem Que Queria Salvar o Mundo”, de Samantha Power, ex-embaixadora dos Estados Unidos para as Nações Unidas e premiada com o Pulitzer. O filme foca as missões de Sérgio Vieira de Mello durante seu período no Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, quando fez importantes avanços sócio-políticos no Timor Leste, Bangladesh, Camboja e outros países com problemas humanitários. Sua capacidade de resolver crises aparentemente insolúveis lhe rendeu o apelido de “Mr. Fix-It”, citado no trailer, e fama de ser uma mistura de “James Bond com Bobby Kennedy”. Graças à sua capacidade de negociação, coragem e disposição de enfrentar o perigo, ele foi escolhido para representar o secretário-geral das Nações Unidas no Iraque, em maio de 2003. E acabou vítima de um ataque à bomba ordenado por Osama Bin Laden contra a sede das Nações Unidas em Bagdá. A estreia está marcada para 19 de abril, exclusivamente em streaming.

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    Boneco do Mal 2: Katie Holmes enfrenta terror de plástico no trailer legendado da continuação

    15 de janeiro de 2020 /

    A Galeria Distribuidora divulgou a versão legendada do trailer de “Brahms: Boneco do Mal 2” (Brahms: The Boy II), segundo filme do boneco assassino que não é Chucky nem Annabelle, mas também rendeu pegadinha do Programa Sílvio Santos. Escrito e dirigido pelos responsáveis pelo filme original de 2016, respectivamente o roteirista Stacey Menear e o diretor William Brent Bell, o novo filme troca a história de babá de boneco sinistro por uma trama de família assombrada pelo terror de plástico. Desta vez, Katie Holmes (“Batman Begins”) muda-se com a família para uma mansão afastada, onde seu filho, que já tem tendências violentas, encontra o boneco do título, que ele passa a tratar como um menino real. O elenco também inclui Owain Yeoman (“Emergence”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e o menino Christopher Convery (“Gotham”). A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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