Teaser e pôster de Toy Story 4 destacam a volta da boneca Betty
Sumida de “Toy Story 3”, a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original) está de volta em “Toy Story 4”, próximo filme da franquia de animação da Pixar. A namorada de Woody, dublada originalmente por Annie Potts (de “Os Caça-Fantasmas”), fez seu retorno triunfal em um teaser e ganhou seu próprio pôster individual da animação. E ela está bem diferente. Veja abaixo. Segundo o diretor de Toy Story 4, Josh Cooley, o reencontro entre Woody e Betty mostrará como os dois agora têm visões diferentes sobre o que significa ser um brinquedo depois de todos esses anos separados. “Betty assumiu o controle de seu próprio destino. Enquanto Woody observava Andy crescer, Betty juntava poeira. Até que ela se encarregou de sair para o mundo. E quando Woody aparece, eles não podem acreditar que se encontraram novamente”, disse Cooley à revista EW. “Toy Story 4” estreia dia 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos. Bo's Back. #ToyStory4 pic.twitter.com/GgkISnYTcv — Toy Story 4 (@toystory) January 28, 2019
Madonna e Tom Hanks homenageiam a diretora Penny Marshall nas redes sociais
A cantora Madonna e o ator Tom Hanks usaram as redes sociais ara homenagear a cineasta Penny Marshall, que dirigiu os dois no filme “Uma Equipe Muito Especial” (1992). Marshall, que teve sua morte confirmada na terça (18/12) aos 75 anos de idade, também comandou Hanks no blockbuster “Quero Ser Grande” (1988). Madonna postou uma foto de bastidores do longa de 1992, em que aparece rindo junto da diretora, durante as filmagens. “Tive muita sorte por ter lhe conhecido e trabalhado com você, Penny Marshall”, ela escreveu ao lado da imagem. “Seu talento era tão grande quanto o seu coração. Você abriu caminho para as mulheres em Hollywood. Deus a abençoe e a sua família”, completou. Tom Hanks também lembrou da alegria que foi trabalhar com a cineasta duas vezes em sua carreira. “Adeus, Penny”, escreveu Hanks no Twitter. “Cara, nós rimos bastante! Gostaria que ainda pudéssemos rir mais. Amo você”. Visualizar esta foto no Instagram. So Lucky to have known you and worked with you Penny Marshall!! ♥️ Your Talent was as BIG as your Heart! ♥️ and you were aTrailblazer For Women In Hollywood! ?? GOD BLESS you and your family! #pennymarshall #leagueofthierown Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 18 de Dez, 2018 às 10:05 PST Goodbye, Penny. Man, did we laugh a lot! Wish we still could. Love you. Hanx. — Tom Hanks (@tomhanks) 18 de dezembro de 2018
Penny Marshall (1943 – 2018)
A atriz e cineasta Penny Marshall, que ficou conhecida pela série clássica “Laverne & Shirley” e por ter dirigido comédias de sucesso como “Quero Ser Grande” e “Uma Equipe Muito Especial”, morreu aos 75 anos de idade por complicações de diabetes, após ter sobrevivido ao câncer de cérebro e pulmão em 2009. Seu nome completo era Carole Penny Marshall, em homenagem à atriz Carole Lombard. Ela nasceu em 15 de outubro de 1943 no Bronx, em Nova York, e era a irmã mais nova do cineasta Garry Marshall (1934–2016). Penny já era divorciada quando resolveu viajar para Los Angeles em busca de ajuda do irmão, na época roteirista de séries, para tentar a carreira de atriz. Quando sua mãe descobriu, pediu que ela mudasse de nome para não envergonhar a família. Garry não deixou. No final dos anos 1960, Penny começou a aparecer em comerciais, um deles ao lado da deslumbrante Farrah Fawcett (“As Panteras”), interpretando sua colega de quarto normal. Seu irmão conseguiu incluí-la como figurante na comédia “Lua de Mel com Papai” (1968) e no romance “Sede de Pecar” (1970), primeiros longas que ele escreveu. E, a partir daí, a jovem emendou participações em séries. Ela chegou a fazer teste para viver a esposa de Rob Reiner na série “Tudo em Família”, mas não conseguiu o papel. Ironicamente, acabou aprovada na vida real, casando-se com o ator logo depois. Os dois ficaram casados até 1979 – por coincidência, mesmo ano em que “Tudo em Família” acabou. Novamente com ajuda do irmão, Penny conseguiu seu primeiro papel fixo na série “The Odd Couple”, adaptação do filme “Um Estranho Casal” (1968) desenvolvida por Garry. Ela viveu a secretária volúvel de Oscar (Jack Klugman), Myrna Turner, entre a 2ª e a 5ª temporadas da atração. Quando a série acabou em 1975, Penny foi convidada pelo irmão a participar de um episódio da 3ª temporada de “Happy Days”, fenômeno de audiência que o roteirista tinha criado no ano anterior. Era para ser uma simples aparição. Virou uma carreira. A atriz foi escalada como Laverne DeFazio, que vai a um encontro duplo com Fonzie (Henry Winkley) e Richie (Ron Howard), acompanhada por sua amiga Shirley Feeney (Cindy Williams). Intitulado “A Date with Fonzie”, o episódio acabou registrando uma das maiores audiências da série e rendeu elogios rasgados para a dupla feminina, que roubou a cena dos atores principais. A repercussão positiva rendeu mais participações. E o inesperado: um spin-off focado em Laverne e Shirley. A série “Laverne & Shirley” foi a primeira sobre mulheres trabalhadoras normais. Elas não eram mães de família nem tinham carreiras glamourosas. Eram operárias, que engarrafavam cervejas e dividiam um apartamento de subsolo para pagar as contas. A atração superou a sintonia de “Happy Days”, tornando-se a série de maior audiência da TV americana entre 1977 e 1979. Ao todo, durou oito temporadas até 1983, além de ter rendido seus próprios derivados – os desenhos animados “Laverne & Shirley in the Army” e “Mork & Mindy/Laverne & Shirley/Fonz Hour”. O sucesso também permitiu a Penny negociar nova função na atração, fazendo sua estreia como diretora. Ela comandou quatro episódios, e quando a série acabou resolveu testar essa nova habilidade nos cinemas. Sua estreia como cineasta aconteceu com a comédia “Salve-me Quem Puder” (1986), estrelada por Whoopy Goldberg. Mas foi o filme seguinte, “Quero Ser Grande” (1988), em que uma criança virava Tom Hanks, que a fez ser levada a sério como diretora. “Quero Ser Grande” virou um das comédias mais bem-sucedidas dos anos 1980 e o primeiro filme dirigido por uma mulher a arrecadar mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos. Seu terceiro trabalho como cineasta, o drama “Tempo de Despertar” (1990), estrelado por Robin Williams e Robert DeNiro, foi o segundo longa dirigido por uma mulher a receber indicação ao Oscar de Melhor Filme. Ela voltou a trabalhar com Tom Hanks em “Uma Equipe Muito Especial” (1992), uma das primeiras comédias feministas de sucesso, sobre a formação da liga feminina de beisebol nos EUA. No elenco, estavam Geena Davis, Madonna e Rosie O’Donnell. A grande bilheteria inspirou a criação de uma série, que entretanto durou só uma temporada no ano seguinte. Apesar desse começo avassalador, ela só dirigiu mais três longas na carreira, “Um Novo Homem” (1994), com Danny DeVito, “Um Anjo em Minha Vida” (1996), com Whitney Houston, e “Os Garotos da Minha Vida” (2001), com Drew Barrymore. Depois disso, dirigiu produções televisivas, dublou animações e fez participações em séries. Seu papel favorito acabou sendo o dela mesma, uma diretora de cinema chamada Penny Marshall, que encarnou em episódios de “Bones” e “Entourage” e nos filmes “O Nome do Jogo” (1995) e “Noite de Ano Novo” (2011), este último dirigido por seu irmão. Seu último trabalho foi uma participação especial no remake de “The Odd Couple” em 2016, numa homenagem à primeira personagem marcante de sua carreira.
Tom Hanks negocia viver Gepeto em nova versão de Pinóquio da Disney
Tom Hanks pode ser o primeiro nome confirmado no próximo remake de animação clássica da Disney. Segundo apuraram as revistas Variety e The Hollywood Reporter, ele iniciou negociações com a Disney para viver Gepeto na nova versão com atores de “Pinóquio”. O filme será dirigido por Paul King (“Paddington 2”) e vai apresentar com atores de carne e osso a história do boneco de madeira que deseja virar um menino de verdade. Gepeto é o velho carpinteiro que cria o boneco e se torna sua figura paterna. O maior entrave na confirmação de Hanks está na agenda lotada do ator. Ele está atualmente dublando Woody em “Toy Story 4” e se prepara para filmar em fevereiro a sci-fi “Bios”, dirigida por Miguel Sapochnik (diretor premiado da série “Game of Thrones”). Além disso, vai estrelar o remake da comédia sueca “Um Homem Chamado Ove” (2015). Para complicar ainda mais, a produção da Disney enfrentará saturação do tema, já que existem atualmente outras adaptações do personagem criado por Carlo Collodi em desenvolvimento. O cineasta mexicano Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) está desenvolvendo uma animação em stop-motion de “Pinóquio” para a Netflix e o italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) prepara a sua versão com atores reais, em que Gepeto será vivido por Roberto Benigni (que, ironicamente, já viveu Pinóquio em 2002). Havia até uma projeto da Warner que teria Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) como Gepeto, mas este projeto foi abandonado diante do excesso de concorrentes. O desenho original de “Pinóquio” foi lançado pela Disney em 1940 e venceu o Oscar de Melhor Canção Original – pela clássica “When You Whish Upon a Star”.
Keanu Reeves vai dublar brinquedo novo de Toy Story 4
O ator Keanu Reeves foi confirmado como dublador de um novo personagem de “Toy Story 4” por um colega de elenco. Ninguém menos que Tim Allen, dublador de Buzz Lightyear, contou a novidade em sua passagem pelo programa de entrevistas “The Tonight Show”, apresentado o por Jimmy Fallon. “Novos caras estão no elenco. Keanu Reeves tem um grande papel. E até ele, que é um cara divertido e gentil, disse que seu personagem soava muito como Buzz Lightyear. O personagem tem um pouco disso”, contou. “Mas a gente teve que acalmá-lo um pouco e lembrá-lo que o brinquedo dele não é tão grande. Buzz é bem maior”, completou. Ele também fez várias piadas sobre o fato de Tom Hanks ter mais destaque no filme, por ser Tom Hanks, e disse que o roteiro é absolutamente emocionante. “Esses caras são gênios, porque é tão bom, profundo, emocionante, um enredo maravilhoso”. Veja a entrevista abaixo. Allen confirmou que os novos personagens serão importantes para a trama. Três deles já foram apresentados em teasers e pôsteres. Chama-se Ducky (patinho), Bunny (coelhinho) e Forky (garfinho). Os dois primeiros são bichinhos de pelúcia, que um teaser mostrou numa estande de prêmios de parque de diversões e dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Já Forky é um garfo “transformado” em brinquedo, que também foi apresentado num teaser e tem a voz original de Tony Hale (da série “Veep”). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” também terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novos brinquedos animados ilustram pôsteres de Toy Story 4
A Disney divulgou novos pôsteres de “Toy Story 4”, que destacam os personagens inéditos da produção. Veja abaixo, junto dos pôsteres anteriormente revelados dos protagonistas da franquia, Woody e Buzz Lightyer. Os novos personagens se chamam Ducky (patinho), Bunny (coelhinho) e Forky (garfinho). Os dois primeiros são bichinhos de pelúcia, que um teaser mostrou numa estande de prêmios de parque de diversões e dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Já Forky é um garfo “transformado” em brinquedo, que também foi apresentado num teaser e tem a voz original de Tony Hale (da série “Veep”). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” também terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil.
Bichos de pelúcia zoam Buzz Lightyear em novo teaser de Toy Story 4
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo teaser de “Toy Story 4”, ainda sem legendas ou dublagem em português. O vídeo explora metalinguagem, ao trazer dois bichinhos de pelúcia repercutindo o teaser anterior de “Toy Story 4”, divulgado na segunda-feira (12/11). Entusiasmados, eles tentam imitar o bordão de Buzz Lightyear, mas dizem a frase errada. Quando Woody chega com Buzz para corrigi-los, eles zoam o astronauta de plástico, apontando que “Ao infinito e além” não faz sentido e só podia ser dito por alguém sem o menor conhecimento científico. Os dois personagens, que são prêmios num parque de diversões, devem integrar a nova história. Eles se chamam, apropriadamente, Ducky e Bunny (patinho e coelhinho) e aparecem dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele, que estrelaram juntos a série de comédia “Key and Peele” antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!” (2017). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil.
Toy Story 4 ganha primeiro teaser com introdução de novo personagem
A Disney divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Toy Story 4”, a esperada continuação da saga de Woody, Buzz Lightyear e companhia. A prévia mostra uma ciranda aérea, em que os principais personagens se divertem de mãos dadas no ar, até que aparece Forky, um garfo com braços que não se considera “um brinquedo”, acabando com a harmonia. Por curiosidade, a música escolhida para embalar o momento alegre dos personagens é “Both Sides Now”, composição de Joni Mitchell, na gravação da cantora Judy Collins. Trata-se da mesma versão que encerra, de forma perturbadora, o terror “Hereditário”. Complexo isso. Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil.
Engenheiro de som premiado morre em acidente no set do novo filme de Tom Hanks
O engenheiro de som Jim Emswiller que trabalhava nas filmagens do novo longa de Tom Hanks, sobre o apresentador infantil Mr. Rogers, morreu depois de cair de um terraço no set. O acidente aconteceu na noite de quinta-feira (11/10), nos arredores de Pittsburgh, nos EUA. Segundo testemunhas afirmaram à polícia, Emswiller tinha aproveitado uma pausa nas filmagens para fumar um cigarro no local da queda. As autoridades acreditam que a vítima tenha tido algum mal-estar antes de cair. Cigarro realmente mata. O engenheiro de som chegou a ser socorrido pelos colegas de equipe, mas morreu cerca de uma hora depois do acidente, já no hospital, afirma a polícia local. Tom Hanks, que interpretará o ícone da TV americana Fred Rodgers no filme ainda sem título, deixou o set depois do acidente e as filmagens foram temporariamente suspensas. A Sony Pictures, cuja divisão TriStar está produzindo o longa, pronunciou-se em um comunicado: “Esta é uma tragédia devastadora e o estúdio está investigando o assunto. Nossos pensamentos e orações estão com os entes queridos, amigos e colegas de Jim”. Vencedor do Emmy em 2015 pelo filme “Bessie”, da HBO, James Emswiller tinha 61 anos e também atuou no departamento de som de filmes como “Vingadores”, “Jack Reacher” e “A Culpa é das Estrelas”.
Tom Hanks vira o apresentador infantil Mister Rogers em primeira foto de cinebiografia
A Sony Pictures divulgou a primeira imagem de “You Are My Friend”, filme que trará Tom Hanks como o famoso apresentador de programa infantil Fred Rogers. Hanks aparece de cabelos brancos e usando um suéter vermelho, traje que marcou o programa “Mister Rogers Neighborhood”, que tornou o apresentador conhecido nos EUA. 2018 marcou o cinquentenário do programa de Rogers, que ficou no ar entre 1968 e 2001. O apresentador morreu em 2003, aos 74 anos, e recentemente inspirou o documentário “Won’t You Be My Neighboor?”, exibido com grande sucesso no Festival de Sundance. Com roteiro assinado por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster (da série “Transparent” e do vindouro “Malévola 2”), e direção de Marielle Heller (“O Diário de Uma Adolescente”), o filme estrelado por Hanks vai girar em torno da amizade entre Rogers e o jornalista Tom Junod, que aceitou relutantemente a missão de fazer um perfil da amada personalidade televisiva e viu sua visão de mundo ser inesperadamente transformada pela conversa. Recentemente premiado com o Emmy de Melhor Ator pela série “The Americans”, Matthew Rhys viverá Junod. O elenco também inclui Susan Kelechi Watson (“This is Us”) e Chris Cooper (“Adaptação”), e a estreia está marcada para 18 de outubro de 2019 nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Stan Dragoti (1932 – 2018)
O cineasta americano Stan Dragoti, especialista em comédias, morreu na sexta-feira passada (13/7), aos 85 anos, em uma casa de repouso em Los Angeles. Dragoti não resistiu a uma série de complicações decorrentes de uma cirurgia no coração, feita há quatro anos. As informações foram dadas à imprensa americana pela última mulher dele, Yolanda. Filho de um imigrante albanês e oriundo do mundo da publicidade, o diretor nova-iorquino fez sua estreia no cinema com “O Pequeno Billy” (1972), um faroeste dramático sobre os primeiros anos de Billy the Kid. Mas depois só fez comédias, graças ao imenso sucesso dos dois filmes seguintes: “Amor à Primeira Mordida” (1979), em que George Hamilton viveu o Conde Drácula, e “Dona de Casa por Acaso” (1983), escrito pelo mítico John Hughes e com Michael Keaton num papel que claramente inspira a animação “Os Incríveis 2”. Além destes, ainda dirigiu Tom Hanks em “O Homem do Sapato Vermelho” (1985), Tony Danza em “Não Mexa com a Minha Filha” (1989) e Scott Bakula em “Tirando o Time de Campo” (1991). Sua carreira em Hollywood se resumiu a estes seis longa-metragens. Mas Dragoti também é festejado por ter criado, nos anos 1970, a famosa campanha “I Love New York”, como incentivo de turismo para a metrópole americana. Os anúncios inspiraram adaptações para várias cidades do mundo, como se fossem uma criação de domínio público. E até renderam uma coleção de filmes, conhecida como “Cidades do Amor” – aberta por “Paris, Eu Te Amo” (2006).
The Post resgata espírito de contestação da Nova Hollywood dos anos 1970
Entre o final dos anos 1960 e início dos anos 1970, uma nova geração de cineastas tomou Hollywood de surpresa trazendo frescor para uma indústria que parecia desconectada com a nova geração. Em sua maioria influenciados pelo neorrealismo italiano e pela nouvelle vague francesa, estes diretores imprimiram uma tentativa de autoria em grandes produções e filmes de gênero, gerando clássicos como “O Poderoso Chefão” (1972), “O Exorcista” (1973), “Taxi Driver” (1976) e “A Conversação” (1974). O mais famoso expoente desta “Nova Hollywood” acabou sendo Steven Spielberg que, curiosamente, era o menos devedor aos franceses e italianos, fazendo produções que se inspiravam diretamente em clássicos do próprio cinema produzido nos Estados Unidos. Se na década de 1970 Spielberg poderia parecer um peixe fora d’água entre seus colegas, é interessante perceber como agora eles os referencia em “The Post: A Guerra Secreta”, fazendo um filme com cara dos thrillers políticos da época em que ele já era um diretor estabelecido, mas passava longe deste tipo de produção. Isso porque Spielberg parece compreender o cinema a partir do cinema. Se para contar histórias nos anos 1970 ele se voltava para diretores como John Ford, Alfred Hitchcock e outros tantos da chamada era de ouro de Hollywood, hoje ele remete a seus próprios colegas da época para contar uma história real passada em 1971. É por isso que “The Post” parece ser mais um filme sobre o cinema do período do que um drama realista. Não que isso seja de todo ruim. Acertando no elenco fabuloso, o filme usa Tom Hanks e Meryl Streep para ancorar seu drama político-jornalístico, em torno dos quais orbita um verdadeiro quem-é-quem das séries de TV. A dinâmica entre os atores funciona e o ritmo é bom, apesar de nunca conseguir atingir a mistura de urgência e informação do clássico do gênero “Todos os Homens do Presidente” (1976), para o qual “The Post” funciona como um prólogo (o jornal é o mesmo e os personagens de Hanks e Streep estão nos dois filmes). Contando os bastidores da denúncia que ficou conhecida como os “documentos do Pentágono”, o filme de Spielberg acompanha o vazamento de um relatório confidencial sobre aquilo que todo mundo sabia, mas não tinha como provar: o governo dos Estados Unidos, ao longo de diferentes presidentes e mandatos, tinha conhecimento de que a Guerra do Vietnã era uma empreitada destinada ao fracasso, mas mesmo assim insistiu no conflito, levando à morte de milhares de soldados e civis. Mas “The Post” não é sobre investigação jornalística (muito pelo contrário, já que os documentos literalmente caem nas mãos dos jornalistas), mas sobre escolhas morais. Quando o jornal The New York Times – que deu início às denúncias – é obrigado na justiça a parar de publicar suas matérias, sobra para o Washington Post a oportunidade de dar continuidade a algo que o governo chamava de “traição” e “crime de espionagem”. É aí que Tom Hanks, como o editor Ben Bradlee, e Meryl Streep, como a dona do jornal Kay Graham, brilham em seus dilemas humanos, que passam por medo, culpa e orgulho. “The Post” é sobre o dinheiro impedindo a verdade. Ou melhor, sobre como interesses comerciais se sobrepõem a interesses éticos. Quando se concentra nesta discussão, Spielberg consegue bons momentos de embate de ideias, e a escolha de emular seus colegas transgressores dos anos 1970 cai como uma luva no tema do filme que versa sobre assumir o risco de ser contra o sistema. Mas Spielberg é Spielberg e não resiste a alguns momentos melodramáticos no final, transformando Kay Graham e seu jornal em heróis grandiosos demais, figuras icônicas que não condizem com o realismo – ou estilo realista – que “The Post” parecia desesperadamente querer adotar. Um filme interessante, sobre uma história interessante, mas que pode ganhar interesse ainda maior se visto pelo filtro de uma alegoria metalinguística: Spielberg e George Lucas são comumente considerados os “traidores” da Nova Hollywood e responsáveis indiretos pelo seu fim, ao produzir blockbusters que teriam levado os estúdios a não mais se arriscarem em obras autorais. Um diretor que surgiu em um contexto de rebeldia, mas acabou se tornando um dos grandes representantes do mesmo sistema que sua geração desafiava. Assim como Kay Graham e seu The Washington Post, que veio a se tornar um dos jornais mais conhecidos do mundo. Talvez Spielberg se identifique com a mulher que conseguiu aliar risco com business – não que ele venha se arriscando tanto ultimamente…
Tom Hanks vai estrelar cinebiografia do apresentador infantil Mister Rogers
O ator Tom Hanks (“The Post”) vai estrelar a cinebiografia de Mister Rogers. O apresentador Fred Rogers foi um ícone da TV com seu programa infantil “Mister Rogers Neighborhood”, exibido durante três décadas (entre 1968 e 2001) nos Estados Unidos. Com roteiro assinado por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster (da série “Transparent” e do vindouro “Malévola 2”), e direção de Marielle Heller (“O Diário de Uma Adolescente”), o filme vai girar em torno da amizade entre Rogers e o jornalista Tom Junod, que aceitou relutantemente a missão de fazer um perfil da amada personalidade televisiva e viu sua visão de mundo ser inesperadamente transformada pela conversa. Rogers faleceu em 2003, aos 74 anos de idade. A produção da TriStar Pictures foi batizada de “You Are My Friend” e começará a ser filmada no outono norte-americano (entre setembro e novembro). Com isso, deixará passar a comemoração dos 50 anos do famoso programa de Fred Rogers. Um documentário sobre “Mister Rogers Neighborhood” foi exibido com grande sucesso no recente Festival de Sundance. Ainda não há previsão de lançamento.











