Halloween leva 340 mil pessoas aos cinemas em sua estreia no Brasil
“Halloween” repetiu no Brasil o sucesso de suas primeiras semanas na América do Norte, assumindo a liderança da bilheteria em sua estreia nacional. De quinta a domingo (28/3), a sequência do clássico de 1978 arrecadou quase R$ 5,1 milhões e levou mais de 340 mil pessoas aos cinemas brasileiros. Com isso, “Venom” finalmente deixou o 1ª lugar, após permanecer como o filme mais visto do país por quatro semanas. Neste final de semana, a produção fez R$ 3,8 milhões e agora totaliza R$ 64 milhões e um público de mais de 4 milhões de espectadores no país. O Top 5 se completa com “Nasce uma Estrela” (R$ 2,8 milhões), “Fúria em Alto Mar” (R$ 1,48 milhões) e o brasileiro “Tudo por um Popstar” (R$ 1,42 milhões).
The Walking Dead: Rick ficará entre a vida e a morte no próximo capítulo
O Instagram da série “The Walking Dead” revelou que o episódio deste domingo (28/10) terá “um dos finais mais brutais já exibidos até agora”. A expressão usada é cliffhanger, que em inglês indica um final tenso, geralmente com situação de risco de morte, que só se resolve no próximo capítulo. Como as redes sociais da série já adiantaram que o ator Andrew Lincoln só tem mais dois episódios inéditos, o tal final brutal deve referir-se à sua saída da atração. Intérprete do protagonista Rick Grimes desde a estreia em 2010, o ator oficializou sua despedida durante sua participação na San Diego Comic-Con, em julho. E são dele a foto e as hashtags que complementam a informação. Veja abaixo. Havia rumores de que ele teria uma pequena participação na temporada, mas o momento e as circunstâncias de sua despedida estavam sendo mantidos em sigilo. Ao menos, até a audiência da série despencar. A sucessão de spoilers oficiais acabaram com o suspense e potencialmente comprometeram o impacto da saída de Rick da trama. Mas esta foi a tática adotada pela produção para tentar levantar a audiência. Estão todos avisados de que Rick ficará entre a vida e a morte no final do próximo capítulo, intitulado “The Obliged”. O fórum Spoiling Dead foi além e deu detalhes do que aconteceria. E se as previsões se confirmarem, muita gente ficará frustrada com a resolução do cliffhanger, prevista para o episódio “What Comes After”. O que pode ser confirmado é que a despedida de Rick incluirá visões de personagens já mortos na trama, entre eles Hershell, num retorno que marcou o derradeiro trabalho do ator Scott Wilson, falecido no começo do mês. Depois disso, a série avançará ainda mais no tempo. E não serão apenas meses, como aconteceu entre a temporada anterior e a atual. A diferença será significativa, a ponto de gerar trocas nos intérpretes das crianças. Já está confirmado que Macsen Lintz, intérprete do menino Henry, será substituído por seu irmão Matt Lintz (da série “The Alienist” e do filme “Pixels”), que é cinco anos mais velho. Isto significa que Henry assumirá a narrativa de Carl na série – é que Carl ainda está vivo nos quadrinhos e tem função importante no desenrolar da trama. Para complicar ainda mais, Lauren Cohan, intérprete de Maggie, também vai deixar a atração nesse mesmo período. Em compensação, vários personagens novos serão introduzidos. Surgirão os Sussurradores, vilões que ganham seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicando-se apenas através de sussurros. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e ainda incluem Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Mas Alexandria também receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Visualizar esta foto no Instagram. This week’s #walkingdead will have one of the most brutal cliffhangers to date. What do YOU think will happen?? . . . #walkingdead #twd #skybound #season9 #zombies #amc #rickgrimes #andrewlincoln Uma publicação compartilhada por The Walking Dead (@thewalkingdead) em 26 de Out, 2018 às 10:16 PDT
Michael Myers toca guitarra em clipe da versão heavy metal de Halloween
O tema clássico do terror “Halloween”, composto pelo diretor John Carpenter, ganhou um de seus melhores covers. O guitarrista Jason Richardson criou um arranjo heavy metal para a canção, mostrando toda sua virtuosidade técnica. Mas não ficou nisso. Ele extrapolou ao incorporar o tema no clipe de divulgação. No vídeo, Richardson aparece com o macacão e a famosa máscara do psicopata Michael Myers, andando à noite pelos subúrbios de guitarra em punho, pronto a arrancar gritos das cordas metálicas. Completa o visual clássico o registro em VHS, que evoca vídeos das antigas videolocadoras, onde se podia alugar o primeiro filme da franquia. O ex-guitarrista das banda All Shall Perish, Born of Osiris e Chelsea Grin segue atualmente em carreira solo. Por curiosidade, seu primeiro disco individual, lançado em 2016, tinha participação de outro guitarrista famoso, Jeff Loomis, atualmente na banda Arch Enemy. E este detalhe é curioso porque o psiquiatra de Michael Myers em 1978 se chamava… Dr. Loomis. Autor do tema original, Carpenter voltou à franquia para assinar a trilha da nova versão de “Halloween”, que estreou na quinta-feira (25/10) nos cinemas brasileiros.
Novo terror com ator mirim de It: A Coisa ganha primeiro trailer
A Orion divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Prodigy”, terror escrito por Jeff Buhler, criador da série “Nightflyers” e autor do vindouro remake de “Cemitério Maldito”. A prévia é arrepiante, ao mostrar uma sessão de hipnose com um menino (Jackson Robert Scott, o Georgie de “It: A Coisa”) que estaria possuído por um espírito maligno. A entidade se manifesta quando o garoto corre para abraçar sua mãe, numa cena de forte impacto. A mãe é vivida por Taylor Schilling (a Piper de “Orange Is The New Black”). Ao reparar em mudanças no comportamento do filho, ela procura por respostas e acaba descobrindo como é tênue a linha que separa a percepção e a realidade. O filme tem direção de Nicholas McCarthy (“Na Porta do Diabo”) e seu elenco ainda destaca Peter Mooney (“Burden of Truth”), Colm Feore (“House of Cards”) e Brittany Allen (“Jogos Mortais: Jigsaw”). A estreia está marcada para 8 de fevereiro nos Estados Unidos e um mês depois, em 7 de março, no Brasil.
Halloween é a principal estreia da semana nos cinemas
No último fim de semana antes do Halloween, a principal estreia de cinema é justamente o filme homônimo. Fenômeno de bilheteria na América do Norte, o revival da franquia clássica de terror chega ao Brasil após quebrar diversos recordes de faturamento e com aval da crítica norte-americana – 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entre os diversos detalhes da produção, um fato específico merece ser louvado nesse sucesso: o envolvimento do criador do filme original, o cineasta e músico John Carpenter, que compôs a trilha sonora do novo confronto entre o psicopata Michael Myers e sua velha rival, Laurie Strone, vivida por Jamie Lee Curtis, que também volta ao papel original. Para quem não lembra, Laurie Strode era a babá adolescente que sobreviveu ao primeiro e segundo filmes criados por John Carpenter. O papel rendeu a Jamie Lee Curtis o apelido de “Scream Queen” e foi retomado mais duas vezes: no longa que celebrou 20 anos da franquia e naquele em que ela morreu, o último “Halloween” antes do remake de Rob Zombie – que, por sua vez, recomeçou a história com uma nova intérprete adolescente. Mas o filme de 2018 passa uma borracha sobre tudo isso, ignorando todos os títulos lançados após o original, para garantir que Michael Myers passou os últimos 40 anos preso num hospício. Até que uma equipe de documentaristas revolve contar sua história e desperta seu desejo de terminar o que começou. Além da atriz original, quem também retorna é Nick Castle, o primeiro ator a viver o psicopata no clássico de 1978. Devido à idade avançada – tem 70 anos – , ele alternou o trabalho com um dublê. Assim, as principais novidades ficaram por trás das câmeras. O responsável pelo novo filme é David Gordon Green, que tem comédias péssimas no currículo, como “O Babá(ca)” (2011) e o recente fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série de comédia “Eastbound & Down” da HBO. Mas, contra todas as expectativas, o filme consegue resgatar o aspecto assustador do original. Pare quem preferir rir no Halloween, a programação inclui a estreia tardia de outra surpresa das bilheterias norte-americanas, a comédia romântica “Podres de Ricos”. Um dos maiores sucessos do gênero nesta década, traz para as telas um best-seller popular que narra mais um romance entre uma pobre ingênua e um galã rico. E só se diferencia de uma telenovela engraçadinha de milionários simpáticos e lindos por ter um elenco composto exclusivamente por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). A bandeira da diversidade ajudou a obra dirigida por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) a virar blockbuster numa época em que comédias românticas estão fracassando uma atrás da outra. E também incentivou a boa vontade da crítica norte-americana, que registrou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes – ainda que dificilmente sua história teria tantos aplausos se fosse estrelada por brancos, veja-se “Cinquenta Tons de Cinza”, por exemplo. O sucesso foi tanto (US$ 172,3 milhões só na América do Norte) que o filme chega ao Brasil já com a continuação em desenvolvimento. Há um destaque nacional entre os sete longas que estreiam nesta quinta (25/10): “A Cabeça de Gumercindo Saraiva”, que infelizmente se tornou um dos últimos trabalhos do ator Leonardo Machado (“O Tempo e o Vento”), falecido no mês passado. O novo filme de Tabajara Ruas, especialista em épicos gaúchos, aborda a Revolução Federalista, conflito que aconteceu após a Proclamação de República no final do século 19 e ficou marcado como um dos mais sangrentos da História do Brasil, pelo costume das facções rivais de cortar cabeças dos inimigos. A trama acompanha a saga macabra do filho do comandante rebelde Gumercindo Saraiva, ao tentar resgatar a cabeça do pai, decapitada por revolucionários legalistas e enviada como troféu ao governador gaúcho Júlio de Castilhos. Além dos soldados, a paisagem dos pampas é quase um personagem à parte, fotografada como um western grandioso. O elenco inclui Murilo Rosa (“A Comédia Divina”), Marcos Pitombo (atualmente na novela “Orgulho e Paixão”) e Allan Souza Lima (“Aquarius”). Em circuito quase invisível, vale conferir ainda “Tamara”, um drama venezuelano sobre transexualidade feito em 2016, que chega ao Brasil após a repercussão do chileno “Uma Mulher Fantástica”, vencedor do Oscar 2018 de Melhor Filme Estrangeiro. A história é real e ressalta a homofobia latina, inclusive entre jovens estudantes. O resto é menos recomendável. “Fúria em Alto Mar” se soma à meta atual de Gerard Butler de virar a versão escocesa de Nicolas Cage, com um thriller ruim após o outro. “Meu Anjo” traz Marion Cotillard como mãe baladeira irresponsável e marca a estreia da diretora e cantora francesa Vanessa Filho (da banda Smoking Smoking), repetindo temas de abandono infantil da filmografia de Asia Argento. E a animação alemã “Amigos Alienígenas” não passa de um genérico de “Cada Um na Sua Casa” (2015) e “Lilo & Stitch” (2002) com inversão de sexo da criança protagonista. Confira abaixo as sinopses e veja os trailers para saber mais sobre todas as estreias da semana. Halloween | EUA | Terror Quatro década depois de ter escapado do ataque de Michael Myers em uma noite de Halloween, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) terá que confrontar o assassino mascarado pela última vez. Mas dessa vez, quando Myers retorna para a cidade de Haddonfield, ela está preparada. Podres de Ricos | EUA | Comédia Rachel Chu (Constance Wu) é uma professora de economia nos EUA e namora com Nick Young (Henry Golding) há algum tempo. Quando Nick convida Rachel para ir no casamento do melhor amigo, em Singapura, ele esquece de avisar à namorada que, como herdeiro de uma fortuna, ele é um dos solteiros mais cobiçados do local, colocando Rachel na mira de outras candidatas e da mãe de Nick, que desaprova o namoro. A Cabeça de Gumercindo Saraiva | Brasil | Drama No fim do século 19, a Revolução Federalista marcou o sul do Brasil. Na época, o caudilho revolucionário Gumercindo Saraiva foi assassinado pelos legalistas. O filho dele, Francisco Saraiva, parte com cinco cavaleiros para resgatar a cabeça do pai, cortada pelo Major Ramiro de Oliveira. Fúria em Alto Mar | EUA | Ação Um general rapta o presidente da Rússia, que precisa ser resgatado por um capitão americano de submarinos e a força de operações especiais da marinha dos Estados Unidos. Meu Anjo | França | Drama Marlène (Marion Cotillard) tem uma filha de oito anos a quem não dispensa muita atenção, mais interessada em bebedeiras, festas e homens. Certa noite, ela vai a uma celebração numa boate acompanhada da menina, mas a manda sozinha para casa, permanecendo com um novo pretendente. Os dias passam e Marlène não vai ao reencontro da menina, deixando-a entregue à sua própria sorte e sem qualquer notícia da mãe. Amigos Alienígenas | Alemanha | Animação A vida de Louis, um menino de 12 anos, muda completamente quando uma nave espacial com três alienígenas cai nos fundos do quintal de sua casa. Seu pai, um ufologista famoso, congelaria os novos amigos na primeira oportunidade, por isso ele precisa protegê-los e ajudá-los a descobrir o paradeiro da sua nave mãe, para que consigam voltar para casa. Tamara | Venezuela, Uruguai, Peru | Drama Teo (Luis Fernández) vive com a imagem masculina de um advogado bem-sucedido, casado e com dois filhos. Há anos, carrega um segredo: o desejo de assumir a sua identidade feminina. Decidido a seguir seu coração apesar de todas as dificuldades que irá enfrentar, ele começa a realizar sua transição de gênero para se tornar Tamara por completo.
James Karen (1923 – 2018)
Morreu o ator americano James Karen, lembrado por papéis marcantes em dois clássicos dos anos 1980, “Poltergeist: O Fenômeno” (1982) e “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985). Ele faleceu na terça-feira (24/10) em sua casa, em Los Angeles, aos 94 anos de idade. Com uma carreira que se estendeu por sete décadas, Karen iniciou sua trajetória numa adaptação televisiva de “Um Conto de Natal”, em 1948. Trabalhou em inúmeras séries e alguns filmes trash, como “Frankenstein Contra o Monstro Espacial” (1965) e “Hércules em Nova York” (1970), estreia de Arnold Schwarzenegger no cinema americano, antes de começar a figurar em filmes mais famosos, que mudaram a direção de sua filmografia. Ele viveu um advogado suspeito no clássico político “Todos os Homens do Presidente” (1976), de Alan J. Pakula, o vive-presidente dos Estados Unidos na sci-fi “Capricórnio Um” (1977), de Peter Hyams, e um funcionário de hotel em “Noite de Estréia (1977), marco do cinema indie dirigido por John Cassavetes. A partir daí, passou a aparecer em filmes cada vez mais prestigiosos, como “Sindrome da China” (1979), “Nasce um Cantor” (1980) e “Frances” (1982). Até o papel de “Poltergeist” lhe dar mais falas e introduzi-lo ao público do cinema de terror, que o abraçou com garras e dentes. No clássico oficialmente dirigido por Tobe Hooper (e extraoficialmente pelo produtor e roteirista do filme, Steven Spielberg), ele viveu Lewis Teague, patrão do personagem de Craig T. Nelson e responsável pelo empreendimento imobiliário que usou o terreno de um antigo cemitério indígena para criar um novo bairro suburbano. Karen ficou ainda mais conhecido ao interpretar um dos papéis principais de “A Volta dos Mortos-Vivos”. No cultuadíssimo terrir de Dan O’Bannon, ele viveu Frank, gerente de uma funerária que inadvertidamente solta zumbis de contêineres esquecidos pelo exército, após o surto “verídico” documentado no filme “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968). A morte do personagem na trama não impediu que o ator acabasse voltando em novo papel na continuação, “A Volta dos Mortos-Vivos 2” (1988). Outros destaque do seu currículo incluem uma parceria de três filmes com o diretor Oliver Stone, como o chefe de Charlie Sheen em “Wall Street – Poder e Cobiça” (1987), o Secretário de Estado William Rogers em “Nixon” (1995) e um executivo do time de futebol americano Miami Sharks em “Um Domingo Qualquer” (1999). Ele também bisou a parceria com Tobe Hooper na sci-fi “Invasores de Marte” (1986), além de ter participado de “Íntimo & Pessoal” (1996), de Jon Avnet, “O Aprendiz” (1998), de Bryan Singer, “Cidade dos Sonhos” (2001), de David Lynch, “À Procura da Felicidade” (2006), de Gabriele Muccino, e ter sido dirigido por Mark Ruffalo em “O Enviado” (2009). Ainda na ativa, Karen filmou neste ano o terror “Cynthia”, lançado em agosto nos Estados Unidos, e estava escalado como dublador da vindoura série animada “Sticky Fingers”.
Bird Box: Terror apocalíptico estrelado por Sandra Bullock ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Bird Box”, filme de terror apocalíptico que traz Sandra Bullock (“Gravidade”) como protagonista. A prévia é meio óbvia em sua referência, ao mostrar uma mãe aterrorizada por monstros numa floresta, tentando salvar seu casal de filhos. A situação evoca claramente “Um Lugar Silencioso” (2018). A principal diferença são os sentidos afetados pela presença das criaturas. Em vez de precisar fazer silêncio o tempo inteiro, o novo filme mostra que os personagens devem manter os olhos sempre fechados. Na trama, uma força desconhecida provoca em quem a vê reações violentas e extremadas, levando as pessoas ao suicídio. Para evitar este destino, os sobreviventes decidem tapar os olhos, enquanto fogem para local mais seguro. Mas isso os coloca à mercê da ameaça física das criaturas responsáveis pelo fenômeno. A origem difusa desse pânico coletivo também acaba lembrando outro longa: “Fim dos Tempos” (2008), um dos trabalhos mais fracos de M. Night Shyamalan. O roteiro é de Eric Heisserer (“A Chegada”) e o filme tem direção da dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Em um Mundo Melhor” (2010). Além de Bullock, o elenco destaca Trevante Rhodes (“Moonlight”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), Lil Rel Howery (“Corra!”), John Malkovich (“22 Milhas”) e um grande número de coadjuvantes – Rosa Salazar (“Maze Runner: A Cura Final”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”), BD Wong (“Jurassic World”), Parminder Nagra (“The Blacklist”), Tom Hollander (“Missão Impossível – Nação Secreta”), Jacki Weaver (“Alma da Festa”), Taylor Handley (“APB”), Machine Gun Kelly (“Nerve”), etc. “Bird Box” tem estreia marcada para o dia 21 de dezembro.
Oficial: Andrew Licoln só tem mais dois episódios em The Walking Dead
O Twitter da série “The Walking Dead” revelou que o ator Andrew Lincoln só tem mais dois episódios inéditos na atração. Intérprete do protagonista Rick Grimes desde a estreia em 2010, o ator oficializou sua saída durante sua participação na San Diego Comic-Con, em julho. Havia rumores de que ele teria uma pequena participação de apenas seis episódios, mas o momento e as circunstâncias de sua despedida estavam sendo mantidos em sigilo. Parte deste segredo acabou com o spoiler oficial da produção. “Depois desta semana, Rick Grimes tem dois episódios sobrando. Você não vai querer nenhum segundo disso”, avisou o Twitter da atração. Ou seja, o último episódio de Andrew Lincoln na série vai ao ar em 4 de novembro. Será o quinto capítulo da 9ª temporada, intitulado “What Comes After”. O spoiler acaba com o suspense e potencialmente compromete o impacto da saída de Rick da trama. E acontece num momento em que a audiência de “The Walking Dead” está em queda livre. O episódio de domingo passado foi visto por 5 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, enquanto o anterior reuniu 4,9 milhões. São os números mais baixos de sintonia da série desde a temporada inaugural. Por conta disso, a produção optou por chamar atenção do público com uma espécie de contagem regressiva para criar expectativa sobre como Rick sairá da trama. O objetivo é claro: atrair mais público nos próximos episódios e torcer para que eles continuem acompanhando a série sem Rick. Para complicar ainda mais, Lauren Cohan, intérprete de Maggie, também vai deixar a atração nesse mesmo período. After this week Rick Grimes has TWO EPISODES LEFT. You don't want to miss a second of it ? #TheWalkingDead pic.twitter.com/ewe1OEErHw — The Walking Dead (@TheWalkingDead) October 22, 2018
M. Night Shyamalan volta a São Paulo em dezembro para divulgar Vidro na Comic Con Experience
O cineasta M. Night Shyamalan vai voltar a São Paulo para divulgar seu novo filme, “Vidro”. Ele irá participar de um painel sobre a produção durante a convenção Comic Con Experience, no dia 8 dezembro. “Vejo vocês em dezembro, Brasil”, escreveu o cineasta no Twitter. “Como é uma sequência de dois filmes, que atravessa duas gerações, teremos muitas coisas para falar”, completou. Shyamalan veio à capital paulista no ano passado para lançar “Fragmentado” e voltou ao país em março, numa viagem para Porto Alegre, onde filmou cenas de “Vidro”. Combinação de sequência e crossover, “Vidro” irá reunir os personagens de Samuel L. Jackson e Bruce Willis do filme “Corpo Fechado” (2000) com o de James McAvoy no recente “Fragmentado” (2017). O título é uma referência ao apelido do vilão vivido por Jackson em “Corpo Fechado”, o Sr. Vidro (Mr. Glass). O filme tem lançamento marcado para 17 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. I’ll see you in December, Brazil! I’ll be at CCXP 2018 to talk about my new movie, GLASS (VIDRO). And as it’s the sequel to two movies, over two generations, we have A LOT to talk about. #GLASS #VIDRO #CCXP2018 — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) 23 de outubro de 2018
Parque do Inferno: Novo trailer legendado traz psicopata mascarado comemorando o Halloween com suas vítimas
A Paris Filmes divulgou o segundo trailer legendado de “Parque do Inferno” (Hell Fest), terror que resgata a mania slasher dos serial killers mascarados, que voltou com tudo com o sucesso do novo “Halloween”. A trama se passa num parque de diversões de temática de terror, em que centenas de adolescentes decidem celebrar o Halloween. Mas o lugar também se mostra cenário perfeito para um Michael Myers genérico fazer vítimas, sem ninguém ligar para os gritos. Quando um grupo de amigos se torna alvo de perseguição do assassino, os demais visitantes acreditam que tudo faz parte da encenação. Dirigido por Gregory Plotkin (“Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma”), o filme traz no elenco Bex Taylor-Klaus (série “Scream”), Amy Forsyth (“Channel Zero”), Reign Edwards (“Snowfall”), Christian James (visto em “Nashville”) e o veterano Tony Todd (“O Mistério de Candyman”). A estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, dois meses após fracassar nos Estados Unidos, onde fez apenas US$ 10 milhões e foi considerado medíocre, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Sucesso de Halloween inspira resgate da franquia Sexta-Feira 13
Conforme previsto, o sucesso de bilheteria do novo “Halloween”, que estreou com US$ 77,5 milhões nas bilheterias da América do Norte no fim de semana, tirou do arquivo o projeto de relançamento de “Sexta-Feira 13”, a franquia mais famosa da era do terror slasher. A matança do serial killer Jason Voorhees deve voltar às telas com produção de Roy Lee (da Vertigo Entertainment) e do astro esportivo LeBron James, que não foi só jogar basquete em Los Angeles, mas investir alto em Hollywood com o financiamento de um estúdio, SpringHill Entertainment. As companhias estão realizando reuniões com diretores e roteiristas para definir o melhor caminho para retomar a franquia, que aterroriza Hollywood desde 1980, quando o primeiro “Sexta-Feira 13” foi lançado. Mas a produção tem pela frente uma luta jurídica complicada para sair do papel. É que, no mês passado, o roteirista do longa original, Victor Miller, recuperou os direitos de sua história. A decisão ainda não é definitiva, pois enfrentará apelação do produtor e diretor Sean Cunningham, que assinou o filme de 1980, mas, de todo modo, o maior símbolo da franquia não faz parte dos direitos do roteirista. A versão adulta de Jason Voorhees, que usa máscara de hóquei e facão afiado, só começou a estripar quem acampa no Lago Cristal no segundo filme da franquia. E isso deixa a situação enrolada, sem que haja clareza legal sobre quem tem direito a quê na franquia. O fato de o vilão do primeiro filme ser a mãe de Jason chegou a virar pegadinha famosa do filme “Pânico” (1996), quando Drew Barrymore erra a pergunta: quem é o assassino de “Sexta-Feira 13”? A franquia durou 12 filmes, incluindo uma sci-fi espacial, “Jason X” (2001), o crossover “Freddy vs. Jason” (2003) e uma tentativa de reboot em 2009, último filme passado no Lago Cristal. No ano passado, o estúdio Paramount quase produziu um novo “Sexta-Feira 13”, mas desistiu a apenas um mês da data marcada para o início das filmagens. Especula-se que a decisão tenha sido tomada após o fraco desempenho de “O Chamado 3” nos EUA. Em vez de considerar que “O Chamado 3” possa ter fracassado simplesmente por ser um filme ruim, o estúdio preferiu acreditar que a continuação demorou demais a ser feita e, após 12 anos, outra geração de frequentadores de cinema não tinha a mesma expectativa de quem assistiu aos primeiros filmes. Por ironia, a volta do interesse em “Sexta-Feira 13” se deve ao resgate de “Halloween”, cujo filme anterior tinha sido lançado no mesmo ano do último “Sexta-Feria 13”, em 2009. Para reforçar ainda mais ironia, Roy Lee, que está pro trás da volta de Jason Voorhees, foi o produtor de “O Chamado 3”. A conclusão é que a Paramount precisa de novos executivos. Afinal, como todo fã de terror sabe de cor, assim como Michael Myers em “Halloween”, Jason nunca morre de verdade.
Stephen King elogia série A Maldição da Residência Hill no Twitter: “Quase um trabalho de gênio”
Já viu “A Maldição da Residência Hill” na Netflix? O escritor Stephen King (“It: A Coisa”) encerrou recentemente a maratona da série e rasgou elogios no Twitter. “‘Haunting of Hill House’, revisado e remodelado por Mike Flanagan. Eu normalmente não me importo com esse tipo de revisionismo, mas isso é ótimo. Quase um trabalho de gênio, realmente. Eu acho que Shirley Jackson aprovaria, mas quem saberia com certeza?”, escreveu o mestre da literatura de terror. O elogio deve ter agradado Flanagan, que já adaptou uma obra de Stephen King anteriormente: “Jogo Perigoso” (2017), também disponibilizado pela Netflix. Por sinal, seu próximo trabalho é outra adaptação de King: “Doutor Sono”, a continuação do clássico “O Iluminado” (1980). Com 85% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a série elogiada teve apenas um trailer legendado disponibilizado no Brasil pela plataforma de streaming, embora haja farto material disponível sem legendas na Netflix americana. Mas o descaso com a divulgação nacional não foi apenas este. O problema também passa pela “tradução” do título. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é uma tradução literal, e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A Netflix criou a quarta tradução para a obra, que, em inglês, tem sempre o mesmo título. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original girava em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A versão do cineasta Mike Flanagan, que também dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016), muda toda a premissa para explorar o impacto que a assombração causou nas crianças que moravam na casa, que retornam à residência muitos anos depois. O elenco inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). Com 10 episódios, a série foi disponibilizada em 12 de outubro. THE HAUNTING OF HILL HOUSE, revised and remodeled by Mike Flanagan. I don't usually care for this kind of revisionism, but this is great. Close to a work of genius, really. I think Shirley Jackson would approve, but who knows for sure. — Stephen King (@StephenKing) October 17, 2018
Thom Yorke divulga nova música arrepiante da trilha de Suspiria
O músico Thom Yorke, vocalista do Radiohead, compartilhou uma nova composição feita para a trilha sonora de “Suspiria”. Intitulada “Open Again”, a música volta a trazer os vocais do cantor, num clima psicodélico e arrepiante. A divulgação foi feita no YouTube, e assim como as anteriores conta com um vídeo criado a partir de cenas do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). A nova música reforça o clima hipnótico e fantasmagórico da trilha, reminiscente tanto do krautrock do fim dos anos 1960 quanto da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin em 1977. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Aproveite e recorde abaixo as outras três músicas anteriormente divulgadas.











