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  • Filme

    Atriz de Circulo de Fogo: A Revolta vai estrelar remake de Jovens Bruxas

    21 de junho de 2019 /

    A atriz Cailee Spaeny (de “Circulo de Fogo: A Revolta” e “Suprema”) vai viver a protagonista do remake de “Jovens Bruxas” (The Craft), sucesso de 1996, que vai voltar como produção da Blumhouse – produtora de “Corra!”, “Nós”, “Fragmentado”, “Uma Noite de Crime”, etc. A trama acompanha uma jovem recém-chegada numa nova escola, que faz amizade com três garotas malvadas e excluídas, envolvidas em bruxaria. Mas a irmandade formada por elas é quebrada quando uma das bruxas abusa do poder. Ao se voltarem contra a novata, esta se mostra muito mais poderosa que o esperado. A Sony tenta filmar o remake desde 2015, quando contratou a cineasta Leigh Janiak (do terror indie “Honeymoon”) para o projeto. Na ocasião, a iniciativa não deu em nada. Assim, o estúdio se acertou com a Blumhouse, que escalou a atriz Zoe Lister-Jones para escrever e dirigir a nova versão. Cineasta novata, ela chamou atenção com sua estreia como diretor, a comédia musical indie “Band Aid”, premiada em festivais norte-americanos em 2017. O novo “The Craft” (título em inglês) ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Veja abaixo o trailer para relembrar o filme original, ao som do cover de “How Soon Is Now” (The Smiths) cantado por Richard Butler (Psychedelic Furs) na banda Love Spit Love, que viraria tema de abertura da série “Charmed”. Para quem não lembra, o elenco original incluía Robin Tunney (a Teresa Lisbon de “The Mentalist”), Fairuza Balk (Ginger em “Ray Donovan”), Neve Campbell (a Sidney Prescott da franquia “Pânico”), Rachel True (série “Half & Half”) e Skeet Ulrich (o FP Jones de “Riverdale”).

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  • Série

    James Marsden vai estrelar a adaptação do terror The Stand – A Dança da Morte

    21 de junho de 2019 /

    James Marsden (“X-Men”, “Westworld”) vai tentar impedir o fim do mundo na plataforma CBS All Access. O ator está negociando o papel de protagonista da nova minissérie baseada no best-seller “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King. O personagem em questão é Stu Redman, um ex-militar que se descobre imune a um vírus que devastou a humanidade. Ele encontrou o paciente zero na zona de quarentena original, mas nunca ficou doente, e se junta a um grupo de sobreviventes para enfrentar o Anticristo, que pretende concluir o fim da civilização. A adaptação terá 10 episódios, que serão dirigidos por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”). O cineasta estava desenvolvendo o projeto para o cinema, mas após anos de negociações e dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, optou por uma versão em capítulos. Caso fosse fazer um filme, ele afirmou que precisaria de quatro longa-metragens. 10 capítulos têm basicamente a mesma duração. O próprio Boone assina o roteiro em parceria com Ben Cavell (roteirista das séries “Justified” e “Homeland”). Fã assumido de King, o diretor contou que seu primeiro contato com a obra foi aos 12 anos de idade. “Eu li ‘The Stand’ debaixo da minha cama quando eu tinha 12 anos, e meus pais batistas queimaram o livro em nossa lareira após descobrirem”, disse Boone, no comunicado sobre o projeto. “Encantado com a obra, eu escrevi uma carta a King para professar meu amor por seu trabalho. Várias semanas depois, cheguei em casa e encontrei uma caixa que tinha chegado do Maine, e lá dentro havia vários livros, cada um com uma bela anotação do próprio deus, que me encorajou a escrever e me agradeceu por ser fã. Meus pais, genuinamente sensibilizados pela gentileza e generosidade de King, lamentaram terem proibido seus livros naquele mesmo dia. Eu agradeci incluindo uma participação especial de King no meu primeiro filme (“Ligados Pelo Amor”, de 2012) e tenho trabalhado para trazer ‘The Stand’ à vida por cinco anos. Encontrei parceiros incríveis na CBS All Access e em Ben Cavell. Juntamente com Stephen King e seu filho Owen King, planejamos trazer-lhes a melhor versão da obra-prima de King.” Stephen King abençoou a adaptação, dando seu apoio no comunicado. “Estou empolgado e muito contente que ‘The Stand’ tenha uma nova vida nesta excitante nova plataforma”, disse sobre a série. “As pessoas envolvidas são homens e mulheres que sabem exatamente o que estão fazendo; os roteiros são dinamite. O resultado parece ser algo memorável e emocionante. Acredito que isso levará os espectadores a um mundo que eles esperam que nunca aconteça.” Publicado em 1978, o romance de 1,1 mil páginas é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A trama acompanha o extermínio da humanidade por uma praga de laboratório e a luta pela sobrevivência dos poucos que escapam do apocalipse, apenas para descobrir que o Anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Ainda não há previsão de estreia para a série.

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  • Filme

    Fundador da banda Misfits vira diretor de filme de terror

    21 de junho de 2019 /

    O cantor Glenn Danzig, líder da banda Danzig e fundador dos Misfits, virou diretor de cinema com um lançamento de terror. O filme se chama “Verotika” e é uma antologia de histórias assustadoras. A Cleopatra Entertainment divulgou o primeiro pôster nesta sexta (21/6), que deixa clara a inspiração de quadrinhos e punk rock. Apesar de iniciante no cinema, Danzig é um veterano da música, que desde 1977 toca punk rock influenciado por filmes de terror. Ele também é editor de quadrinhos, e o filme é uma celebração dos 25 anos de sua editora Verotik, especializada, claro, em publicações de terror. Escrito e dirigido pelo roqueiro, “Verotika” traz um elenco repleto de desconhecidos, encabeçado por Ashley Wisdom (“Reprisal”) e Alice Haig (figurante de “O Método Kominsky”), que darão vida a algumas das histórias da editora de Danzig. O filme já começou a ser exibido em festivais de cinema fantástico dos Estados Unidos e deverá ganhar lançamento limitado no período do Halloween, com distribuição em VOD e Blu-ray logo em seguida. Confira o pôster abaixo.

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  • Série

    The Terror: Trailer da 2ª temporada traz campo de concentração assombrado

    20 de junho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou fotos e o trailer da 2ª temporada de “The Terror”. Originalmente uma minissérie, a atração virou uma série de antologia ao ser renovada, contando uma história de terror diferente por temporada. O segundo arco é ambientado na época da 2ª Guerra Mundial e mostra um espectro misterioso que ameaça uma comunidade nipo-americana do sul da Califórnia. A história também denuncia os campos de concentração criados para deter imigrantes japoneses nos Estados Unidos da época. A trama se passa num desses locais, onde não há como escapar da assombração. O elenco destaca George Takei (o Sr. Sulu da “Star Trek” original), Derek Mio (“Greek”), Miki Ishikawa (“No Ritmo da Paixão”), Naoko Mori (“Evereste”), Yuki Morita (“Godzilla”), James Saito (“Altered Carbon”), Kiki Sukezane (“Perdidos no Espaço”), Eiji Inoue (“The Silk Road”) e outros. A nova história foi desenvolvida por Alexander Woo (roteirista da série “True Blood”) em parceria com Max Borenstein (“Godzilla”). Novamente com 10 episódios, produção do cineasta Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e o título completo de “The Terror: Infamy”, a 2ª temporada deve estrear em 12 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Franquia Atividade Paranormal vai ganhar mais um filme

    19 de junho de 2019 /

    A produtora Blumhouse está preparando mais uma “Atividade Paranormal”. O CEO do estúdio Paramount, Jim Gianopulos, anunciou a novidade durante a convenção CinEurope, revelando os planos do produtor Jason Blum, que ajudou a originar a franquia em 2007. O sucesso dos filmes de “Atividade Paranormal” transformaram a pequena Blumhouse numa referência do terror moderno. Os lucros dos filmes baratos, realizados com câmeras amadoras, acabaram financiando produções tão diferentes quanto “Corra” e “Nós”, de Jordan Peele, e “Fragmentado” e “Vidro”, de M. Night Shyamalan. O filme mais recente da franquia foi lançado em 2015, com o título “Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma”. Ao todo, foram lançados seis longas-metragens da franquia, que arrecadaram, juntos, mais de US$ 890 milhões nas bilheterias mundiais. O filme original foi feito por apenas US$ 15 mil, enquanto “Dimensão Fantasma”, o mais caro, teve orçamento de US$ 10 milhões. A diferença brutal entre o orçamento e a arrecadação dos filmes faz de “Atividade Paranormal” uma das franquias mais lucrativas de todos os tempos.

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  • Série

    O Escolhido: Série brasileira de terror da Netflix ganha vídeo de bastidores

    18 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “O Escolhido”, primeira série de terror brasileira da plataforma. A prévia traz depoimentos do elenco e equipe sobre a trama e as filmagens, realizadas na região do Pantanal. Como mostra o vídeo, “O Escolhido” acompanha três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Mas são mal-recebidos com a justificativa de que lá ninguém fica doente. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. A série é estrelada por Paloma Bernardi (“Os Parças”), Gutto Szuster (“Mulheres Alteradas”), Pedro Caetano (“O Diabo Mora Aqui”), Alli Willow (“Amorteamo”), Tuna Dwek (“O Segredo de Davi”), Mariano Mattos Martins (“A Primeira Missa”), Lourinelson Vladmir (“Carcereiros”) e Renan Tenca (“Mãe Só Há Uma”). Mas, apesar do elenco brasileiro, a produção é meio mexicana, escrita por brasileiros de Los Angeles. A trama é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que foi adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. A estreia na Netflix está marcada para 28 de junho.

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  • Série

    Chambers: Netflix cancela série com Uma Thurman na 1ª temporada

    18 de junho de 2019 /

    A Netflix cancelou “Chambers”, série de terror estrelada pela atriz Uma Thurman (“Kill Bill”). Com isso, a trama vai ficar sem fim. “’Chambers’ não retornará para uma 2ª temporada”, disse a Netflix sucintamente em comunicado, antes de agradecer a toda a equipe “talentosa”, “incrível” e “incansável” que ganhou um novo adjetivo com a decisão: desempregada. A série girava em torno de uma jovem (a estreante Sivan Alyra Rose) que, após sofrer um ataque cardíaco, fica intrigada com o mistério em torno do coração transplantado que a salvou. Enquanto descobre detalhes sobre a família da jovem que morreu e lhe doou o órgão, ela passa a ser assombrada pela doadora. Thurman vivia Nancy, mãe da doadora, que força um relacionamento com a jovem transplantada. O elenco também incluía Tony Goldwyn (“Scandal”), Kyanna Simone Simpson (“Black Lightning”), Griffin Powell-Arcand (“Mixed Blessings”) e Marcus LaVoi (“Covil de Ladrões”). Criada por Leah Rachel (da série “Audrey”), “Chambers” foi a primeira série desenvolvida pelo Super Deluxe, o estúdio voltado a produções digitais da Turner. A plataforma não divulga dados de audiência quando não lhe interessa. Mas existe um número conhecido em relação a “Chambers”: 41% de aprovação no site Rotten Tomatoes, demonstrando que não agradou à crítica internacional.

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  • Série

    Top model de Mad Max vai estrelar nova série sobrenatural da HBO

    16 de junho de 2019 /

    A top model australiana Abbey Lee, que estreou no cinema como uma das beldades foragidas de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), vai estrelar “Lovecraft Country”, nova série sobrenatural da HBO. “Lovecraft Country” é baseada no livro homônimo de Matt Ruff (sem tradução para o português) e se passa nos anos 1950. A trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que lutou na 2ª Guerra Mundial. Quando seu pai desaparece, ele se junta a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos da década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso. Abbey Lee vai substituir Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), que foi originalmente escalada na produção, mas acabou assumindo outro compromisso. Ela viverá Christina Braithwhite, a filha única do líder de uma ordem secreta chamada “Filhos de Adão”, que faz todo o possível para ganhar o respeito de seu pai, sem sucesso, até que decide abrir seu próprio caminho para assumir o poder da organização. E para isso pretende usar o protagonista da trama, Atticus Black, e a família dele. O elenco também inclui Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”) como Letitia e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”) no papel do tio George, além de Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Jamie Chung (“The Gifted”) e Jordan Patrick Smith (“Vikings”). O projeto foi desenvolvido pelo diretor Jordan Peele (“Corra” e “Nós”). Foi ele quem descobriu o livro e imaginou sua adaptação. Buscou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green, criador da série “Underground”, a escrever os roteiros. A série ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Primeira série árabe da Netflix causa polêmica por “cenas imorais”

    16 de junho de 2019 /

    A primeira série original em árabe da Netflix estreou na sexta-feira (14/6) causando polêmica na Jordânia. Um promotor federal entrou com um pedido junto à unidade de cibercrimes do país que investigue e tome medidas contra a suposta imoralidade da produção. A série “Jinn” é um drama sobrenatural sobre gênios mágicos na antiga cidade de Petra e acompanha um grupo de adolescentes que tentam impedir que eles destruam o mundo. A produção é gravada na Jordânia e tem cinco episódios. A polêmica surgiu porque a atriz Salma Milhis beija dois garotos diferentes. Os beijos acontecem em momentos e cenas distintas, mas isso foi considerado chocante no país conservador. Também houve reclamação online sobre a linguagem adulta do programa. Em sua manifestação, o promotor pediu para que o Ministério do Interior tomasse as “medidas imediatas necessárias para impedir a transmissão”, citando as supostas “cenas imorais” da série. A Netflix usou o Twitter para caracterizar o alvoroço como uma “onda de intimidação”. Por conta disso, a Comissão de Mídia da Jordânia emitiu um comunicado declarando que não tinha controle legal sobre a produção da série. A Comissão disse que seu papel de censor estatal só se aplica a transmissões de TV e apresentações teatrais, e não a serviços de streaming. A mesma explicação foi dada pela Comissão Real de Cinema, também administrada pelo Estado, dizendo que a Netflix não era pública, mas uma empresa de assinatura privada, que só exibia suas produções para assinantes e, portanto, não havia nada que pudesse fazer. No entanto, a entidade ressaltou que houve manifestações de apoio à forma como a juventude do país foi retratada e que a polêmica era reflexo da diversidade da população jordaniana, concluindo que toda “diversidade é positiva”. Vale observar que a Jordânia é um dos países mais liberais da região do Oriente Médio. Tanto que as personagens femininas da série nem veste hijab, o véu muçulmano. Ao contrário dos países vizinhos, a vestimenta não é obrigatória na Jordânia e não há punição para quem decidir passear de cabelos soltos. “Jinn” é criação do roteirista Bassel Ghandour, produtor assistente do premiado “Guerra ao Terror” e escritor de “O Lobo do Deserto”, indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2016. Com direção do cineasta libanês Mir-Jean Bou Chaaya (“Very Big Shot”), a série já pode ser vista no Brasil em streaming.

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  • Filme

    Vídeo de Brinquedo Assassino destaca transformação tecnológica de Chucky

    15 de junho de 2019 /

    A Orion Pictures divulgou um vídeo de bastidores do remake de “Brinquedo Assassino”, que traz o elenco comentando a transformação tecnológica de Chucky. Esta é justamente a maior diferença do novo “Brinquedo Assassino” em relação ao filme dos anos 1980, já que Chucky agora é basicamente um robô, com um sistema de inteligência artificial conectado à chamada “internet das coisas”, em vez de um simples boneco de plástico possuído pela alma de um serial killer. Enquanto o primeiro era resultado de possessão, a versão do século 21 está mais para um mini Hal 9000 (o computador de “2001 – Uma Odisseia no Espaço”) com corpo de boneco, capaz de comandar aparelhos eletrônicos, que transmitem sua voz e seguem suas orientações. O remake traz Aubrey Plaza (“Legion”) como uma mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), e ainda inclui no elenco Brian Tyree Henry (“Atlanta”) no papel de um policial e Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”) como a voz de Chucky. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia nos Estados Unidos. A estreia de “Brinquedo Assassino” está marcada para 25 de julho no Brasil, mais de um mês após o lançamento norte-americano.

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  • Filme

    Precursor do gênero slasher, Noite de Terror vai ganhar segundo remake

    13 de junho de 2019 /

    O filme “Noite de Terror” (Black Christmas), originalmente lançado em 1974, vai ganhar sua terceira versão, após já ter sido refilmado em 2006 – quando recebeu o título nacional de “Natal Negro”. Sinal da passagem do tempo. A fase dos primeiros remakes se esgotou e agora começam os remakes dos remakes. A produtora Blumhouse, responsável pelo terceiro “Halloween”, vai fazer o terceiro “Black Christmas”. Assim como “Halloween”, o lançamento vai se aproveitar da temática típica de calendário macabro, no caso o Natal, para chegar aos cinemas americanos em 13 de dezembro deste ano – ainda não há previsão para o Brasil. A direção está cargo de Sophia Takal, premiada por seu terror independente de estreia, “Always Shine” (2016), que tem 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco é liderado pela atriz Imogen Poots (“Sala Verde”) e inclui alguns atores conhecidos de séries, como Aleyse Shannon (“Charmed”), Brittany O’Grady (“Star”), Lily Donoghue (“Jane the Virgin”) e Caleb Eberhardt (“The Deuce”). Considerada precursora do subgênero slasher de psicopatas que atacam adolescentes, como “Halloween” (1978) e “Sexta-Feira 13” (1980), a história de 1974, repetida em 2006, girava em torno dos sangrentos eventos das férias de Natal de um grupo de amigas de faculdade. Após vários telefonemas anônimos e o desaparecimento de uma das garotas, elas acionam a polícia, que só começa a se preocupar com o caso quando o corpo de uma menina de 13 anos é encontrado perto da casa. O roteirista original, Roy Moore, só assinou mais um filme após seu “clássico”, a sci-fi trash “The Last Chase” (1981). Mas o diretor Bob Clark acabou ficando bem famoso, embora num gênero muito diferente. Ele originou as franquias “Porky’s” nos anos 1980 e “Bebês Geniais” nos 1990, além de ter feito outro clássico natalino completamente diferente, a comédia “Uma História de Natal” (1983). Já as atrizes principais foram virar a Madre Teresa (Olivia Hussey, em “Madre Teresa de Calcutá”) e Lois Lane (Margot Kidder, na quadrilogia original de “Superman”).

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  • Filme

    Chucky mata mais personagens de Toy Story em novos pôsteres de Brinquedo Assassino

    13 de junho de 2019 /

    A Orion Pictures segue trollando a Disney com os pôsteres do remake de “Brinquedo Assassino”. Depois de matar Woody à facadas, fazer churrasquinho do cachorrinho salsicha de mola Slinky e assassinar Buzz Lightyear com sua própria arma laser, Chucky agora se volta contra o dinossauro Rex e o Sr. Cabeça de Batata em dois novos cartazes. Mais que um crossover não autorizado, a coleção de pôsteres é uma bravata. “Brinquedo Assassino” e “Toy Story 4” vão estrear no mesmo dia nos cinemas dos Estados Unidos. A concorrência também ia acontecer no Brasil. Mas, por aqui, foi “Toy Story” quem assustou Chucky, que fugiu da disputa direta com um adiamento providencial. A maior curiosidade é que, nos Estados Unidos, a expectativa de confronto está mesmo assumindo proporções de massacre, mas contra “Brinquedo Assassino”, já que a procura por ingressos para “Toy Story 4” está sendo muito, mas muito maior. A estreia de “Brinquedo Assassino” está marcada para 25 de julho no Brasil, mais de um mês após o lançamento norte-americano – e de “Toy Story 4”.

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  • Série

    O Escolhido: Série brasileira de terror da Netflix ganha trailer completo

    13 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo de “O Escolhido”, primeira série de terror brasileira da plataforma. Como mostra a prévia, “O Escolhido” acompanha três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Mas são mal-recebidos, com a justificativa de que lá ninguém fica doente. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. A série é estrelada por Paloma Bernardi (“Os Parças”), Gutto Szuster (“Mulheres Alteradas”), Pedro Caetano (“O Diabo Mora Aqui”), Alli Willow (“Amorteamo”), Tuna Dwek (“O Segredo de Davi”), Mariano Mattos Martins (“A Primeira Missa”), Lourinelson Vladmir (“Carcereiros”) e Renan Tenca (“Mãe Só Há Uma”). Mas, apesar do elenco brasileiro, a produção é meio mexicana, escrita por brasileiros de Los Angeles. A trama é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que foi adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. A estreia na Netflix está marcada para 28 de junho.

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