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    Chucky: Série do Brinquedo Assassino ganha primeiro teaser

    17 de julho de 2020 /

    Um ano e meio após o canal Syfy encomendar seu piloto, chega o primeiro teaser de “Chucky”, série baseada na franquia “Brinquedo Assassino”. E com um detalhe inesperado. O vídeo afirma que “Chucky” é um mal grande demais para ficar restrito a apenas um canal e anuncia que a série será exibida no SyFy e no USA simultaneamente. Os dois canais fazem parte do conglomerado americano ViacomCBS. A versão seriada de “Chucky” foi criada por Don Mancini, que escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original em 1988 e desde então explora sem parar a franquia, tendo escrito todas as seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. Um detalhe que pode ser conferido na prévia é que a série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo assim de contraponto ao remake dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker) e exibido em 2019 nos cinemas – por sinal, a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” ainda não tem data de estreia nem previsão de ser exibido no Brasil.

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  • Filme

    Os Novos Mutantes: Teaser traz imagens inéditas e convite para painel virtual da Comic-Con

    17 de julho de 2020 /

    A 20th Century Studios divulgou um novo teaser legendado de “Os Novos Mutantes”, última produção da Marvel realizada pela antiga Fox. A prévia tem algumas cenas inéditas envolvendo a heroína Magia, mas seu objetivo principal é divulgar o painel do filme na Comic-Con Internacional, que vai acontecer virtualmente na próxima quinta (23/7), aberto para todo mundo. “Os Novos Mutantes” é um dos filmes prontos mais adiados de todos os tempos. Filmado em 2016, deveria ter estreado originalmente em 2018, mas a Fox decidiu agendar refilmagens e remarcou seu lançamento para 2019. Só que neste meio tempo a Disney comprou a Fox e as refilmagens nunca foram feitas. Enquanto o novo proprietário decidia o que fazer com o longa, mais um ano se passou. E quando a estreia foi agendada para março, veio o coronavírus, que tirou o longa do calendário. Uma nova data foi recentemente anunciada. Mas também não deve ser cumprida, porque prevê o lançamento em agosto. Com essas idas e vindas, o diretor Josh Boone (de “A Culpa É das Estrelas”) só retomou a produção no fim do ano passado, acrescentando os efeitos que aprimoraram o visual das habilidades místicas de Illyana/Magia, notadamente sua espada de energia, além de Lockheed, o dragão roxo da personagem. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. Para completar, o elenco inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Apesar de três anos de trailers já divulgados, a trama continua pouco clara, refletindo uma sinopse incrivelmente curta sobre cinco jovens mutantes que ainda estão descobrindo seus poderes e que são mantidos reclusos em um local contra a sua vontade. Maiores detalhes devem ser revelados na Comic-Con, na quinta-feira a partir das 18h.

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    Novo livro de Stephen King vai virar três filmes diferentes

    14 de julho de 2020 /

    O novo livro de Stephen King não vai render apenas um filme, como previamente antecipado. Na verdade, serão três. Antologia com quatro contos do escritor, “If It Bleeds” terá três de suas histórias transformadas em filmes de produtores e cineastas diferentes. Cada um dos contos foi negociado separadamente. A adaptação mais adiantada é “Mr. Harrigan’s Phone”, que já tinha sido anunciada. O filme será uma coprodução de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”) e da Blumhouse (produtora de “O Homem Invisível” e “Corra!”), com roteiro e direção de John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”) para a Netflix. Os cineastas Darren Aronofsky (“Mãe”) e Ben Stiller (“Zoolander”) vão adaptar outros dois contos, “The Life of Chuck” e “Rat”, respectivamente. Segundo apurou o site Deadline, “Rat” será dirigido e estrelado por Stiller, enquanto Aronofsky deve apenas produzir “The Life of Chuck”. Com isso, o único conto de “If It Bleeds” ainda sem adaptação encaminhada é “Let It Bleed”. Mas isso não significa que não vá aparecer nas telas. Na verdade, ele deve ser adaptado na TV, já que Holly, protagonista da história, também aparece em “The Outsider”, cujos direitos foram adquiridos pela Warner para a produção da série homônima da HBO. Na atração televisiva, a personagem é interpretada por Cynthia Erivo (“Harriet”). Não há nenhuma previsão para o lançamento das adaptações. Stephen King gravou um vídeo lendo o começo de um dos contos para divulgar a publicação, que foi lançada em abril passado nos EUA. Veja abaixo.

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  • Série

    Warrior Nun desbanca Dark e vira “novo Stranger Things” na Netflix

    12 de julho de 2020 /

    A Netflix tem um novo fenômeno em seu catálogo. Lançada em 2 de julho, a série “Warrior Nun” desbancou “Dark” da lista das atrações mais assistidas da plataforma e já tem fãs aflitos por notícias de sua renovação. Isto porque o final da temporada inaugural é um cliffhanger, que acontece no meio de uma grande batalha, e quem acompanhou todos os capítulos está desesperado para saber como esse confronto vai se resolver. Ainda mais após a reviravolta que antecipa essa luta. A série também conquistou a crítica. A ironia é que as primeiras resenhas, baseadas nos capítulos iniciais, não previa nada desse frisson. Muitos jornalistas apressados consideraram a série convencional e até arrastada, com muitas outras reclamações sobre clichês e intérpretes – o elenco é cheio de atrizes novatas. Em compensação, as críticas escritas por quem viu a temporada completa soam entusiasmadíssimas. Até o geralmente contido jornal inglês The Guardian ousou chamar “Warrior Nun” de “o novo ‘Stranger Things'”. “A coisa toda é uma viagem de besteirol absoluto, mas você sente que o algoritmo de produções da Netflix pode ter tido um orgasmo total quando foi apresentado à premissa”, diz o texto que elogia como os clichês de outras séries, de “Buffy” a “Sense8”, são mesclados para gerar um resultado altamente viciante. “O programa é um monte de garotas que chuta traseiros e usa espadas para matar monstros em igrejas. Honestamente, como não amar?”. Além de muitos elogios para as coreografias de lutas e as reviravoltas da trama, alguns críticos também prevem futuro promissor para as atrizes reveladas na série, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das noviças rebeldes. O bom elenco ainda inclui o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que é parcialmente europeia, gravada na Espanha. Criada por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”, a trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá. A plataforma ainda não anunciou oficialmente a renovação da série, mas o site What’s on Netflix, especialista em produções da plataforma, apurou que novos episódios foram encomendados antes mesmo da estreia. Em entrevista na semana passada, Simon Berry foi bastante otimista sobre o futuro da série. “Acho que dá para fazermos de 5 a 7 temporadas. Quando estávamos terminando o roteiro da 1ª temporada, tínhamos muitos caminhos a seguir. Então criamos uma coletânea de ideias para usarmos em uma possível segunda temporada”, afirmou o produtor.

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  • Filme

    Produtores de American Horror Story e O Homem Invisível vão adaptar novo livro de Stephen King

    12 de julho de 2020 /

    Os produtores Ryan Murphy (“American Horror Story”) e Jason Blum (“O Homem Invisível”) se juntaram para produzir um novo filme de terror baseado em livro de Stephen King para a Netflix. Eles vão tirar do papel “Mr. Harrigan’s Phone”, um dos quatro contos que integram o mais recente livro do escritor, “If It Bleeds”, publicado em abril passado nos EUA. O conto acompanha um garoto que faz amizade com um velho bilionário que vive em sua cidade pequena. Eles passam a conversar a partir do primeiro iPhone do homem. Mas quando o homem morre, o garoto descobre que ainda é capaz de se comunicar com seu amigo falecido deixando mensagens de voz no iPhone que foi enterrado com ele. A produção da obra faz parte de um acordo geral de Murphy com a Netflix, que já rendeu duas séries, “The Politician” e “Hollywood”, e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A adaptação está a cargo do cineasta John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”), que além de assinar o roteiro também fará a direção do filme. O filme mais recente do diretor, “Estrada Sem Lei”, foi lançado pela Netflix no ano passado. Ainda sem previsão de estreia, “Mr. Harrigan’s Phone” será o quarto longa baseado em obras do escritor filmado para a plataforma, após “Jogo Perigoso”, “1922” e “Campo do Medo”. Já a Blumhouse, produtora de Jason Blum, além deste filme tem outra adaptação de livro de Stephen King encaminhada junto à Universal: “Chamas da Vingança” (Firestarter), que já foi filmado em 1984 com a ainda menina Drew Barrymore no papel principal.

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    The Walking Dead faz campanha pelo uso de máscaras de proteção

    11 de julho de 2020 /

    O universo zumbi do canal pago americano AMC se engajou numa campanha de prevenção contra a pandemia real. Dez personagens de “The Walking Dead”, “Fear the Walking Dead” e da vindoura “The Walking Dead: World Beyond” ganharam imagens em que aparecem usando máscaras — e pedindo que os fãs também usem, para se protegerem da covid-19. Nas ilustrações, os personagens aparecem com seus rostos cobertos, ao lado da recomendação, em inglês para que se “use uma máscara”. Os mascarados são Daryl (Norman Reedus), Carol (Melissa McBride) e Ezekiel (Khary Payton) de “The Walking Dead”, Victor (Colman Domingo) e o casal John (Garret Dillahunt) e June (Jenna Elfman) de “Fear The Walking Dead”, e Felix (Nico Tortorella), Huck (Annet Mahendru), Elton (Nicolas Cantu) e Silas (Hal Cumpston) da novata “The Walking Dead: World Beyond”. As três produções estão paralisadas desde março por conta da pandemia do novo coronavírus. “The Walking Dead” foi interrompido antes de gravar o final de sua 10ª temporada. As gravações devem ser retomadas nos próximos dias, para a season finale ser exibida como um especial até o fim do ano. “The Walking Dead: World Beyond” já tinha encerrado as gravações, mas não conseguiu finalizar os efeitos visuais, levando ao adiamento de sua estreia, prevista para abril passado. Com a reabertura dos estúdios de pós-produção, esta série deve estrear ainda em 2020. Já “Fear the Walking Dead” estava no começo da produção de sua 6ª temporada e só deve voltar no ano que vem. “Tem tantas pessoas trabalhando nessas séries. Entre as três, são milhares de pessoas. Queremos que todos estejam seguros e saudáveis. Esse é o acordo. Todos temos que nos juntar para garantir que todo mundo esteja seguro e saudável”, disse ao Hollywood Reporter o chefe de conteúdo do universo “The Walking Dead”, Scott Gimple.

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    Bird Box vai ganhar sequência na Netflix

    11 de julho de 2020 /

    Um dos maiores sucessos da Netflix, o terror apocalíptico “Bird Box”, lançado no final de 2018, vai ganhar sequência. Josh Malerman, autor do livro “Caixa de Pássaros”, que deu origem ao filme, confirmou o projeto durante uma entrevista para o site Inverse. O escritor está atualmente divulgando a continuação de sua obra original, que será lançada em 21 de julho. Chamada de “Malorie”, nome da personagem vivida por Sandra Bullock no filme, o novo livro vai começar no mesmo lugar em que a produção da Netflix acabou, e deve servir de base para o futuro longa. “(A história) abre na escola para cegos, que é onde o filme termina”, ele contou. “Então, salta alguns anos e realmente decola 10 anos depois disso”, complementou. Questionado se havia planos para a adaptação de “Malorie” em filme, Malerman confirmou. “Não posso dizer muito, mas posso dizer que está em desenvolvimento”, revelou. “Às vezes é estranho todo esse segredo, mas estou envolvido”, ressaltou. O escritor não deu mais detalhes sobre o projeto, previsão de filmagens ou data de lançamento na Netflix, mas Sandra Bullock deve voltar ao papel de Malorie e atuar como produtora da adaptação. Ela coproduziu o primeiro filme.

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  • Série

    Tomie: Cultuado mangá de terror vai virar série do diretor de Predadores Assassinos

    10 de julho de 2020 /

    A plataforma Quibi encomendou uma série baseada no cultuado mangá de terror “Tomie”, de Junji Ito. Publicado entre 1987 e 2000, a história de Ito já foi adaptada para o cinema em 1998, no auge do J-Horror, pelo diretor Ataru Oikawa – e este filme teve mais sete continuações. A nova versão será escrita por David Leslie Johnson-McGoldrick (“Aquaman” e “The Walking Dead”) e dirigida pelo cineasta Alexandre Aja (“Predadores Assassinos”). Ambos assinam a produção, que será realizada pela Sony Pictures Television. “Tomie” é a história de uma linda garota do ensino médio que desaparece e pedaços de seu corpo são descobertos espalhados por uma pequena cidade. Mas o que começa como um mistério de assassinato se transforma em algo ainda mais horrível, porque Tomie é na verdade um súcubo. O papel de Tomio Kawakami na adaptação americana será interpretado por Adeline Rudolph, a Agatha de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que nasceu em Hong Kong e tem descendência coreana e alemã. Antes de ser atriz, ela era uma modelo requisitada nas passarelas asiáticas. Não há previsão para a estreia.

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    Diretor do Homem Invisível filmará novo Lobisomem com Ryan Gosling

    8 de julho de 2020 /

    A Universal quer repetir o sucesso de “O Homem Invisível” em seu próximo filme de monstro clássico. O estúdio contratou o diretor Leigh Whannell, responsável pelo blockbuster recente, para comandar o reboot de “O Lobisomem”, que será estrelado por Ryan Gosling (“La La Land”). O próprio ator concebeu o projeto, que foi roteirizado por Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo (ambas roteiristas da série “Orange Is the New Black”). A primeira é casada com o produtor Jason Blum, dono do estúdio Blumhouse, que também trabalhou na produção de “O Homem Invisível” para a Universal. Segundo os sites The Hollywood Reporter e Variety, Gosling viveria um apresentador de telejornal infectado pela maldição da licantropia. Além disso, a história teria um clima de “Rede de Intrigas” (1976) e “O Abutre” (2014), filmes que criticaram o sensacionalismo televisivo. Mas fãs de clássicos de terror sabem que não seria a primeira vez que um telejornalista vira lobisomem no cinema. Isto já aconteceu em “Grito de Horror” (1981), de Joe Dante. De todo modo, trata-se de uma história bem diferente de “O Lobisomem” original de 1941, estrelado por Lon Chaney Jr., e até do remake de 2010, com Benicio del Toro. Ambos contavam a história de um homem cético que, ao voltar à sua terra natal, era mordido por uma criatura lendária e começava a se transformar. Por conta da pandemia de covid-19, a data para o início das filmagens ainda não foi divulgada.

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    Teaser anuncia adiamento do novo Halloween para 2021

    8 de julho de 2020 /

    A Universal divulgou o primeiro teaser de “Halloween Kills”, continuação do revival de “Halloween” (2018), que, em meio a fogo e sangue, anuncia que a volta do monstro Michael Myers foi adiada para 2021. A mudança, em função da pandemia de covid-19, atrasou a estreia em um ano porque, em termos de marketing, não faria sentido lançar um filme da franquia em outra data que não fosse um final de outubro, quando se comemora o Halloween, o dia das bruxas americano. “Escrevemos isso com o coração partido pelo fato de que tivemos de discutir esse adiamento, mas uma coisa que a indústria de cinema nos ensina é lidar com o inesperado”, diz uma nota assinada pelo diretor David Gordon Green e o criador da franquia, John Carpenter, que explicaram ter debatido muito para tomar a decisão. Assim, a estreia nos EUA foi remarcada para 21 de outubro de 2021, abrindo uma distância de três anos em relação ao “Halloween” anterior. O lançamento deve acontecer em data próxima no Brasil. Como “Halloween Kills” integra uma trilogia, o final da história, “Halloween Ends”, também foi atrasado em um ano e só vai chegar às telas em 2022. Os dois longas foram produzidos simultaneamente. A continuação vai trazer de volta a atriz Jamie Lee Curtis ao papel de Laurie Strode, que ela interpreta desde 1978, quando John Carpenter fez o primeiro “Halloween” e inaugurou a era dos serial killers imortais. Judy Greer e Andi Matichak, que interpretaram a filha e a neta de Curtis no filme de 2018, também retornam ao elenco, assim como as crianças do filme original, que estavam sob os cuidados da então babá Laurie durante o primeiro ataque do psicopata mascarado. Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.), repetirá seu papel da época, como Lindsey Wallace. Mas Tommy Doyle terá novo intérprete em sua versão adulta: Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Além deles, o ator e diretor Nick Castle, que viveu a primeira versão mascarada de Michael Myers, também retorna, como homenagem, em alguns closes. Uma vez que ele tem 73 anos, as cenas de ação ficaram a cargo de um dublê (James Jude Courtney).

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    The Last of Us: Part 2 bate recordes de venda e expõe vexame dos robôs extremistas

    4 de julho de 2020 /

    O sucesso sem precedentes do game “The Last of Us: Part 2” encerra de vez a discussão sobre a capacidade dos nerds da extrema direita de mobilizar qualquer boicote cultural. Eles já atacaram os filmes “Pantera Negra” (herói negro), “Capitã Marvel” (heroína feminina) e a nova trilogia “Star Wars” (falta de homens brancos heroicos), que se tornaram fenômenos de bilheteria. Agora, miraram em seu primeiro game, bombardeando sites como Metacritic e IMDb com preconceito e notas baixas para tentar impedir o sucesso do jogo. Com mais de 100 mil comentários (a maioria negativos), “The Last of Us: Part 2” virou o produto mais comentado do Metacritic em todos os tempos. A se acreditar nessas resenhas, o jogo deve ter sido o maior fracasso de todos os tempos… Mas, graças a essa mobilização sem precedentes, os extremistas conseguiram apenas demonstrar o que não queriam. Barulhentos e armados com robôs para multiplicar suas opiniões, revelaram que, na prática, são muito poucos para fazer qualquer diferença no mundo real. Isto porque “The Last of Us: Part 2” é o maior sucesso de vendas de 2020. Em menos de um mês, o jogo, lançado em 19 de junho passado, já vendeu mais cópias no Reino Unido do que todos os outros títulos do top 10 (dos mais vendidos do ano)… somados. O levantamento foi realizado pela GfK, empresa global que realiza estudos de mercado, e foi divulgado pelo site Games Industry. A continuação da história de Ellie e Joel ficou na frente de jogos como “Fifa 20” (2º), “Ring Fit Adventure” (3º), “Animal Crossing: New Horizons” (4º) e “Mario Kart 8: Deluxe” (5º). Só em seu primeiro fim de semana, “The Last of Us: Part 2” já tinha alcançado a marca de 4 milhões de cópias vendidas. Além disso, quebrou o recorde de estreia para o PlayStation 4. Perdidos no meio da gritaria extremista, alguns fãs verdadeiros realmente lamentaram o destino de um dos protagonistas da franquia. Mas a campanha fraudulenta abafou tanto as reclamações legítimas quanto os elogios rasgados, para fazer prevalecer apenas ataques homofóbicos – os reacionários apelidaram o jogo de “the lesbian of us”, dizendo que ele é fruto de “ideologia de gênero”. Sem cair nesta falsa polêmica, a crítica colocou a nota do game nas alturas, com 94% de aprovação no Metacritic. O jogo é a continuação do premiado “The Last of Us”, de 2013, história de sobrevivência numa espécie de pós-apocalipse zumbi, que liderou diversas listas de melhores games da década, e que recentemente teve sua adaptação para o formato de série anunciada pelo canal pago HBO. A série será escrita e dirigida pelos criadores de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin e o diretor Johan Renck, que trabalharão na adaptação com o autor do game, Neil Druckmann.

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  • Etc

    Jason, de Sexta-Feira 13, faz campanha pelo uso de máscaras em Nova York

    4 de julho de 2020 /

    O estado de Nova York, nos EUA, lançou uma campanha criativa e inusitada para incentivar as pessoas a usarem máscaras como proteção contra a pandemia de covid-19. Para isso, escalou um garoto-propaganda famoso, conhecido por sempre usar máscara. Ninguém menos que Jason Voorhees, o serial killer da franquia “Sexta-Feira 13”. O vídeo mostra Jason andando pelo metrô e pelas ruas de Nova York, com o macacão e a máscara de hockey icônicas da franquia. “Não é fácil. A máscara pode nos fazer as pessoas se sentirem desconfortáveis”, ele explica, enquanto o vídeo revela o terror dos pedestres em seu caminho. Por outro lado, Jason também não consegue pegar um táxi, já que todos se assustam, levando-o a desabar: “Gostaria que todos pudessem me ver da maneira que eu sou… Por trás da máscara eu sou apenas um cara normal”. No final, uma menina se aproxima e lhe oferece uma máscara de pano. O vídeo termina com um um aviso: “Usar uma máscara pode ser assustador. Não usar pode ser mortal. Usem máscaras”. Para fãs da franquia de terror, vale lembrar que esta não é a primeira vez que Jason passeia por Manhattan. Ele já assustou os moradores locais em 1989, no filme “Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca Nova York”.

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    Warrior Nun: Trailer apresenta nova série sobrenatural da Netflix no dia da estreia

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix finalmente disponibilizou a versão legendada do trailer de “Warrior Nun”, série de fantasia sobrenatural sobre uma ordem secreta de freiras que combate as forças das trevas. Duas semanas após surgir nos EUA, a versão nacional quase chega depois da série, que estreou na plataforma nesta quinta (2/7). A prévia é bastante promissora, com muitos efeitos visuais, criaturas sobrenaturais e heroínas com poderes miraculosos, que não são necessariamente santas. A crítica americana aprovou, com 80% de comentários positivos no site Rotten Tomatoes. A trama acompanha a jovem Ava (a portuguesa Alba Baptista, de “Linhas de Sangue”) que acorda em um necrotério, supostamente após sua morte, com poderes inexplicáveis. Sua busca por respostas a leva à Ordem da Espada Cruciforme, uma sociedade secreta de freiras guerreiras que juraram proteger o mundo do mal. Enquanto equilibra suas responsabilidades como uma noviça da Ordem e a vida normal de uma adolescente, a jovem – e todos os demais – se questiona porque foi escolhida, já que nunca foi um anjo. Produção americana gravada na Espanha, a série foi criada por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”. Mas a trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá. O elenco inclui várias atrizes novatas, como Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”) e a estreante Kristina Tonteri-Young, nos papéis de noviças rebeldes, além do português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), da holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”) e da italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) como integrantes da ordem secreta.

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