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    Henry Cavill diz que futuro de Superman será brilhante e “extremamente alegre”

    27 de outubro de 2022 /

    Após oficializar que estava de volta ao papel de Superman, Henry Cavill comentou o futuro do personagem numa participação no podcast “Happy Sad Confused”, revelando ter conversado sobre suas próximas aparições. “Há um futuro tão brilhante pela frente para o personagem, e estou muito animado para contar uma história com um Superman extremamente alegre”, disse Cavill. Com a contratação do diretor James Gunn, responsável por “O Esquadrão Suicida”, para o comando da DC Films, é possível imaginar que o tom bem-humorado vá realmente ser a tônica dos próximos lançamentos das adaptações dos quadrinhos da DC Comics. A esta altura já foi bastante comentado, mas para quem não viu “Adão Negro” ainda é spoiler – atenção! – que a volta de Cavill ao papel de Superman foi resultado de pressão de Dwayne “The Rock” Johnson. Ele enfrentou resistência de Walter Hamada, presidente da DC Films, e fez lobby diretamente com os chefões da Warner Bros. para conseguir que Cavill vivesse Superman na cena pós-créditos de “Adão Negro”. Com o status demissionário de Hamada, o horizonte se abriu para Cavill voltar a voar. E com James Gunn e o produtor Peter Safran à frente da nova DC Films, os planos para o ator devem levá-lo a novas alturas. Afinal, Gunn citou Superman em “O Esquadrão Suicida” e deixou os fãs dos quadrinhos querendo ver o embate entre o Homem de Aço e o “vilão” Sanguinário (Idris Elba), que finalmente ganhou condições de acontecer. Mas por enquanto ainda não foi definido quais serão os próximos passos de Cavill no DCU (Universo cinematográfico da DC Comics), após o fim do DCEU (a antiga nomenclatura do antigo regime administrativo).

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    Henry Cavill oficializa retorno de Superman: “Estou de volta”

    24 de outubro de 2022 /

    O ator Henry Cavill usou as redes sociais para oficializar sua volta ao papel do Superman. A confirmação veio (spoiler!) após a sua aparição como o personagem numa cena exibida no meio dos créditos do filme “Adão Negro”. No vídeo, Cavill explica que o retorno dele não foi confirmado antes para não estragar a surpresa de “Adão Negro”. Porém, agora que grande parte do público já viu o filme, ele não tinha mais motivo para esconder a informação. “Eu só queria oficializar: eu estou de volta como Superman”, disse ele num vídeo, em que aproveitou para agradecer aos fãs “pelo seu apoio e pela sua paciência”. Segundo Cavill, a sua cena em “Adão Negro” é “só um aperitivo” do que está por vir. A legenda do vídeo também reforça que aquela é “uma pequena amostra do que está por vir, meus amigos. A aurora da esperança renovada. Obrigado pela paciência, será recompensada”. A ideia seria realizar um filme-solo do personagem, e não necessariamente um embate entre o Superman e o Adão Negro, conforme foi sugerido pelo ator Dwayne Johnson. Entretanto, até o momento nenhum diretor ou roteirista foi contratado para o projeto. Em parte, o retorno de Cavill ao papel se deve à influência de Dwayne Johnson. O astro de “Adão Negro” sugeriu que o filme trouxesse o Superman de volta, mas a ideia foi negada pelo então chefe da DC Films, Walter Hamada, que tinha seus próprios planos para o personagem – lançar um novo Superman negro. Porém, Johnson deu a volta por cima de Hamada e procurou os executivos da Warner Michael De Luca e Pamela Abdy, que aprovaram a ideia. Ainda assim, não estava claro se Cavill toparia um acordo para participar do filme. Então, a equipe de “Adão Negro” filmou a cena do Superman usando um dublê de corpo, sem mostrar o rosto do personagem. A participação do ator só foi fechada na véspera do lançamento – a aparição de Cavill foi filmada no mês passado. Cavill autorizou os fãs a editarem o vídeo que ele disponibilizou e ainda e propôs a divulgar os melhores remixes do vídeo enviados pelos fãs. O ator interpreta o “Superman” há quase uma década. Ele fez a sua estreia em “O Homem de Aço” (2013), seguido por “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017), todos dirigidos por Zack Snyder. Entretanto, com a compra da Warner pela AT&T, o Universo DC tomou outra direção. Mas agora a Warner foi negociada de novo, resultando na nova empresa Warner Bros. Discovery e mais uma reformulação criativa para os lançamentos da DC. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill)

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    Nem The Rock trovejante impede decepção com DC na Comic-Con

    23 de julho de 2022 /

    A Warner trouxe Dwayne “The Rock” Johnson uniformizado como Adão Negro para sua apresentação na Comic-Con Internacional, com direito a pedestal para erguê-lo acima do palco, fumaça de gelo seco e raios e trovões projetados num telão a suas costas, mas na hora de apresentar conteúdo, o painel dos filmes da DC Comics foi uma grande decepção. Muitos acreditavam que o estúdio faria mais do que o previsto. Mas o destaque foi mesmo o barulho, a fumaça e a pose silenciosa de The Rock no começo. De novidades, só mesmo os trailers dos filmes anunciados, “Adão Negro” e “Shazam: Fúria dos Deuses”, que estreiam neste ano. Um grande contraste com outras participações no evento de San Diego, quando os painéis da DC costumavam durar mais de duas horas, tinham inúmeras revelações e chegavam a ofuscar as apresentações da Marvel. O anticlímax indica que a Warner ainda não sabe o que fazer com os filmes da DC previstos para 2023, devido aos ataques misóginos dos fãs de Johnny Depp contra a atriz Amber Heard e a implosão da carreira de Ezra Miller, envolvido em prisões e escândalos, que abalam os principais lançamentos do estúdio para o ano que vem, “Aquaman e o Reino Perdido” e “Flash”. Mas mesmo com esses filmes experimentando ostracismo, não houve menções a outros títulos, como “Batgirl” (com estreia prevista para este ano) e “Besouro Azul” (o primeiro filme latino de super-heróis), nem atualizações sobre o futuro de “Mulher Maravilha” de Gal Gadot, do “Batman” de Robert Pattinson e muito menos do “Superman” de Henry Cavill, cuja ausência implodiu o maior rumor da Comic-Con 2022. Também não houve notícias sobre as inúmeras produções em desenvolvimento para a HBO Max, como um filme de “Zatana” e séries do “Lanterna Verde”, “Constantine” e outros projetos do produtor J.J. Abrams. Neste caso, o problema parece ser interno. Há rumores de que os novos chefes da Warner Bros. Discovery estão questionando o contrato milionário de Abrams com a antiga Warner Media, que estaria sendo encarado como prejuízo financeiro pela longa demora em apresentar resultados. Por outro lado, a Warner pode estar guardando as novidades para seu próprio evento de fãs. Até o momento, porém, o estúdio não anunciou uma nova – a terceira – edição da DC Fandome. Veja abaixo o vídeo de The Rock como Adão Negro, animando uma multidão que logo em seguida sairia do painel frustrada. Through fog and lightning, the Man in Black has finally arrived to Hall H. #BlackAdam #SDCC pic.twitter.com/CaVR88w8Sk — DC (@DCComics) July 23, 2022

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    Tim Sale (1956–2022)

    17 de junho de 2022 /

    O famoso artista de quadrinhos Tim Sale, que influenciou os filmes mais recentes de Batman, morreu na quinta-feira (17/6) aos 66 anos. Na semana passada, o diretor criativo e editor da DC Comics, Jim Lee, anunciou que Sale não estava bem, escrevendo no Twitter sobre sua internação num hospital “com graves problemas de saúde”. Os principais trabalhos do desenhista foram realizados nos anos 1990 em parceria com o escritor Jeph Loeb (que virou produtor-roteirista de “Smallville”, “Lost”, “Heroes” e chefiou a extinta Marvel Television). A dupla criou quadrinhos de Batman, Superman e Mulher-Gato que marcaram época, como “Superman As Quatro Estações” (1998), “Batman: O Longo Dia das Bruxas” (1996-1997), “Batman: Vitória Sombria” (1999) e “Mulher Gato: Cidade Eterna” (2004). “Batman: O Longo Dia das Bruxas” é disparada sua publicação mais famosa. A trama foi mencionada por Christopher Nolan como influência em seus filmes do “Cavaleiro das Trevas” e está na base do mais recente “Batman”, de Matt Reeves – que traz “agradecimentos” ao artista em seus créditos. Os quadrinhos originais foram transformados em longa animado pela Warner Bros. Animation, lançado digitalmente em duas partes em 2021. A parceria de Sale e Loeb também se estendeu para a Marvel, onde lançaram uma coleção de títulos “Coloridos”: “Demolidor: Amarelo” (2001), “Hulk: Cinza” (2003), “Homem-Aranha: Azul” (2002) e “Capitão América: Branco” (2015). Em comunicado nas redes sociais, a DC declarou: “Tim Sale foi um artista incrível, cuja visão dos personagens icônicos tinha uma profundidade humana real, e seus designs de página inovadores mudaram a maneira como uma geração inteira pensa sobre a narrativa dos quadrinhos”. Tim Sale was an incredible artist, whose take on iconic characters had real human depth, and his groundbreaking page designs changed the way an entire generation thinks about comic book storytelling. Our condolences go to Tim’s family and friends. He will be deeply missed. pic.twitter.com/VgXxu7O0V4 — DC (@DCComics) June 16, 2022

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    George Pérez (1954–2022)

    7 de maio de 2022 /

    George Pérez, um dos maiores artistas dos quadrinhos americanos, morreu na última sexta-feira (6/5), aos 67 anos. Ele enfrentava um câncer pancreático terminal e em dezembro revelou que poderia ter apenas mais seis meses de vida. Pérez desenhou alguns dos principais clássicos da DC Comics, como o crossover “Crise nas Infinitas Terras” e a reformulação dos “Novos Titãs”, best-seller da editora, ambas parcerias com o roteirista Marv Wolfman. Os dois formaram uma das duplas mais famosas dos quadrinhos da década de 1980 e seu trabalho em “Crise nas Infinitas Terras”, publicado em 1985, acabou se provando um dos mais influentes de todos os tempos. Depois de criar Ciborgue, Ravena, Estelar, Asa Noturna e inúmeros vilões e coadjuvantes nos Novos Titãs, Perez também marcou época em histórias de Mulher-Maravilha e Superman, tanto como artista quanto como roteirista. Sua passagem pelas publicações do Homem de Aço foi responsável pela criação da armadura – agora tradicional – do vilão Lex Luthor. E seus cinco anos à frente de Mulher-Maravilha praticamente reinventaram a personagem, aproximando mais sua origem da mitologia grega. Não por acaso, Patti Jenkins, diretora de “Mulher-Maravilha”, creditou tanto o criador da personagem, William Moulton Marston, quanto Pérez como maiores influências na história do filme de 2017. Ele também trabalhou na Marvel, onde desenhou o Surfista Prateado, inclusive num crossover com Superman, além do Quarteto Fantástico, Hulk, Shang-Chi, a minissérie “Desafio Infinito”, onde Thanos finalmente coleta as joias do infinito, e ficou três anos à frente da revista dos Vingadores, despedindo-se dos personagens num crossover histórico com a Liga da Justiça, da DC. Publicado originalmente entre 2003 e 2004, o crossover foi recentemente relançado por Marvel e DC como homenagem ao artista e com as vendas revertidas para a Hero Initiative, uma organização que auxilia quadrinistas a custear tratamentos de saúde – e que tem entre seus fundadores justamente George Pérez. A última criação de Pérez foi “Sirens”, uma publicação independente da editora BOOM! Studios, lançada em 2014. Mas suas obras continuam inspirando novas gerações, em adaptações como a série animada dos “Jovens Titãs” e produções live-action recentes. “Crise nas Infinitas Terras” foi o último crossover do “Arrowverso” e a série “Titãs” teve sua 1ª temporada totalmente inspirada nos quadrinhos do artista, sem esquecer do blockbuster “Vingadores: Guerra Infinita”, baseado em sua minissérie de 1991. Nos meses finais, Pérez se programou para se despedir pessoalmente dos fãs, participando de uma turnê de convenções para autógrafos e encontros com o público, para, segundo ele, abraçar cada umas pessoas que apreciaram seu trabalho. “Eu só quero ser capaz de dizer adeus com sorrisos e também com lágrimas”, disse o quadrinista. “George Pérez fez tudo parecer fácil. Suas contribuições foram fundamentais para impulsionar e reinventar a longa e rica história da DC. As histórias de George eram uma alegria de ler, e seu trabalho repercutiu em todos que ele conheceu. Ele fará falta para aqueles aqui na DC e fãs em todo o mundo”, publicou a DC Comics em suas redes sociais. “George Pérez era um artista, um escritor, um modelo e um amigo. Seu trabalho abriu histórias seminais nos quadrinhos, e seu legado de bondade e generosidade nunca será esquecido. Nossa família na Marvel lamenta sua perda hoje, e nossos corações estão com sua família e entes queridos”, acrescentou a Marvel. https://t.co/vmvIXi2Jz0 pic.twitter.com/wcciiUfdlc — DC (@DCComics) May 7, 2022 George Pérez was an artist, a writer, a role model, and a friend. His work paved seminal stories across comics, and his legacy of kindness and generosity will never be forgotten. Our family at Marvel mourns his loss today, and our hearts are with his family and loved ones. pic.twitter.com/Z61gXE1zk4 — Marvel Entertainment (@Marvel) May 7, 2022

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    Neal Adams (1941–2022)

    29 de abril de 2022 /

    O gênio dos quadrinhos Neal Adams, um dos responsáveis por revitalizar Batman nos anos 1970, morreu na quinta (28/4) na cidade de Nova York, em decorrência de uma infecção generalizada, aos 80 anos. Com estilo inconfundível, seus desenhos fotorrealistas e de inspiração expressionista foram fundamentais para transformar Batman no Cavaleiro das Trevas, um personagem sombrio e torturado por traumas, radicalmente diferente do trapalhão engraçado da popular série de TV dos anos 1960. Adams começou a chamar atenção nos anos 1960 em publicações de terror em preto e branco da editora Warren, o que o levou a ser convidado pela DC para ilustrar o personagem Desafiador (Deadman), um fantasma vingador, capaz de possuir suspeitos para desvendar seu próprio assassinato. Ele ainda passou pela Marvel, desenhando os X-Men, antes de fazer História ao lado do roteirista Dennis O’Neill e o arte-finalista Dick Giordano. Em 1970, dois anos após o fim da série “Batman”, O’Neill recebeu do editor Julius Schwartz a difícil missão de fazer o público esquecer a versão cômica televisiva do herói, e buscou um especialista em terror para levar trevas ao personagem. Nesta reinvenção, escritor e desenhista trataram de afastar Robin, recriaram vilões clássicos como o Coringa e Duas Caras, transformados pela primeira vez em psicopatas assassinos, introduziram vilões monstruosos e deram ao herói um polêmico interesse amoroso, a femme fatale Talia al Ghul, filha de um novo, misterioso e perigosíssimo mestre do mal, Ra’s al Ghul. Com os desenhos de Adams (arte-finalizados por Giordano), as histórias se tornaram mais que sérias: sombrias, violentas e maduras. Não só cumpriram o objetivo de transformação de Batman como viraram algumas das mais influentes já publicadas com o personagem. A parceria entre Adams e O’Neil se estendeu a outra publicação que marcou época, “Lanterna Verde/Arqueiro Verde”, que juntou os heróis do título. A premissa era um desafio de Oliver Queen (o Arqueiro) para que Hal Jordan (o Lanterna) trocasse suas aventuras espaciais por uma jornada mais mundana para conhecer os problemas da Terra. Com isso em mente, a publicação abortou todos os temas polêmicos da época, do preconceito racial à epidemia de drogas, e se tornou a primeira revista a desfiar a censura estabelecida nos anos 1950 sobre os quadrinhos, numa edição premiadíssima de 1971, em que Ricardito (Speedy), o parceiro adolescente do Arqueiro, revelava-se viciado em heroína. Foi tão impactante que deu início a era dos quadrinhos adultos de super-heróis, não indicados para menores, 15 anos antes de Alan Moore (“Watchmen”) e Frank Miller (“O Cavaleiro das Trevas”) publicarem seus clássicos na editora. Seu último trabalho nessa passagem pela DC foi outro sucesso importante: uma edição especial de 1978 em que Superman enfrentou o campeão do boxe Muhammad Ali – situação que, por sinal, inspirou o filme “Space Jam” em muitos de seus detalhes. Adams chegou até a desenhar Pelé na capa da publicação, entre o público da luta fantasiosa. O desenhista acabou se afastando dos quadrinhos devido a seu inconformismo pela baixa remuneração e falta de reconhecimento das editoras. Ele chegou a se engajar em várias campanhas de direitos autorais, exigindo compensações justas do mercado, e foi um dos artistas mais ativos na luta para a DC reconhecer os direitos de Jerry Siegel e Joe Shuster como os criadores de Superman, após Shuster aparecer no prédio da Warner Bros. trabalhando como carteiro. Desgostoso, o artista decidiu mudar de ramo, formando a empresa Continuity Associates com o velho parceiro Dick Giordano. Os dois se especializaram em fornecer storyboards para filmes de Hollywood (desenhos de cenas descritas nos roteiros, para auxiliar a visão dos diretores). Mas quando Giordano voltou para a DC em 1980, em cargo de chefia, Adams se voltou a outros setores da indústria audiovisual. Ele chegou a desenhar um segmento para a cultuada animação “Heavy Metal – Universo em Fantasia” (1981) e até virou diretor de cinema, comandando “Death to the Pee Wee Squad” em 1988. Trash no último, o filme foi lançado direto em vídeo pela Troma e incluía em seu elenco os filhos do artista e alguns colegas dos quadrinhos. O artista também produziu a série animada “Bucky O’Hare” (1991–1992) e concebeu a atração infantil televisiva “Miss Danielle’s Preschoolbuds” (2016), além de ter colaborado com a Warner Bros. com ilustrações para vários documentários sobre Batman. Nos últimos anos, ele fez as pazes com a DC, passando a ganhar reconhecimento pela criação de diversos personagens – como John Stewart, o Lanterna Verde negro – , e acabou convencido a voltar aos quadrinhos, recebendo os maiores salários de sua carreira e tratamento de mestre em reconhecimento a sua trajetória, para trabalhar em novas minisséries de Batman, Superman e Desafiador. Até a Marvel o requisitou para ilustrar títulos dos X-Men, Novos Vingadores e Quarteto Fantástico. Seu último trabalho foi uma minissérie que colocou Batman contra uma de suas criações favoritas, o vilão Ra’s al Ghul, encerrada em março de 2021. Neal Adams deixa a mulher, Marilyn, com quem foi casado por mais de 45 anos, além de cinco filhos, seis netos, um bisneto e milhões de fãs.

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    Marvel e DC se juntam em homenagem a George Pérez

    17 de fevereiro de 2022 /

    As editoras Marvel e DC Comics vão se juntar numa homenagem ao lendário artista de quadrinhos George Pérez. Elas anunciaram o relançamento conjunto do crossover em quadrinhos da Liga da Justiça com os Vingadores, ilustrado por Pérez entre 2003 e 2004, com as vendas revertidas para a Hero Initiative, uma organização que auxilia quadrinistas que precisam de ajuda para custear tratamentos de saúde, e que tem entre seus fundadores George Pérez. O artista, que desenhou histórias icônicas, especialmente para a DC Comics, anunciou que enfrenta um câncer terminal em dezembro do ano passado. Na ocasião, ele revelou que teria apenas de seis meses a um ano de vida. Por meio de seu perfil no Facebook, o ilustrador declarou ter ficado “radiante” ao saber do relançamento de “LJA/Vingadores” “para uma nova geração de fãs de quadrinhos”. “É maravilhoso que [isso] aconteça enquanto ainda estou vivo para ver. Seja lá o que for que permitiu que esta reimpressão fosse lançada, sou muito grato, e em nome dos fãs tudo o que posso dizer é parabéns, DC e Marvel! E, claro, estou muito feliz que todos os lucros desta reimpressão vão para uma das minhas instituições de caridade favoritas!”, escreveu. “LJA/Vingadores” não passa nem perto de ser a obra mais conhecida de Pérez, que desenhou a famosa minissérie “Crise nas Infinitas Terras”, ajudar a reestabelecer a Mulher-Maravilha como uma das principais heroínas dos quadrinhos e reformou a antiga Turma Titã como “Os Novos Titãs” nos anos 1980 – o mesmo time de heróis que as novas gerações conhecem como “Jovens Titãs”. Na Marvel, ele desenhou o Surfista Prateada, inclusive num crossover com Superman, além do Quarteto Fantástico, Hulk, Shang-Chi, a minissérie “Desafio Infinito”, onde Thanos finalmente coleta as joias do infinito, e ficou três anos à frente da revista dos Vingadores, despedindo-se dos personagens justamente no crossover que será agora republicado. Várias de suas criações ganharam versões live-action em séries recentes. “Crise nas Infinitas Terras” foi o último crossover do “Arrowverso” e a série “Titãs” teve sua 1ª temporada totalmente inspirada nos quadrinhos do artista. Já “Vingadores: Guerra Infinita” tem como base sua minissérie de 1991.

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    Trailer de “Superman & Lois” explora crise do casal na 2ª temporada

    8 de dezembro de 2021 /

    Depois da CCXP apresentar uma cena da 1ª temporada de “Superman & Lois” como se fosse inédita, a rede americana The CW divulgou o primeiro vídeo real da 2ª temporada. O trailer liberado nesta nesta quarta (8/12) mostra Superman (Tyler Hoechlin) dividido entre crises mundiais e problemas domésticos, que envolvem discussões com sua esposa, interpretada por Elizabeth Tulloch, e os filhos adolescentes. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a produção também destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos do casal. A 2ª temporada estreia em 11 de janeiro nos EUA. No Brasil, a serie é disponibilizada pela HBO Max, que ainda não revelou a previsão de lançamento nacional.

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    Lendário artista da DC Comics revela ter câncer terminal

    8 de dezembro de 2021 /

    O lendário artista de quadrinhos George Pérez, que desenhou alguns dos maiores clássicos da DC Comics, como o crossover “Crise nas Infinitas Terras” e a reformulação dos “Novos Titãs”, best-seller da editora, revelou nesta semana que tem de seis meses a um ano de vida, devido a um câncer de pâncreas em fase terminal. No anúncio em suas redes sociais, o artista de 67 anos também disse que planeja uma grande sessão final de autógrafos para se despedir dos fãs. “É difícil acreditar que já se passaram quase três anos desde que anunciei formalmente minha aposentadoria da produção de quadrinhos devido à minha visão deficiente e outras enfermidades causadas, principalmente, por meu diabetes. Na época, fiquei lisonjeado com a quantidade de homenagens e depoimentos que meus fãs e colegas me deram”, disse ele, em uma publicação feita em sua página no Facebook. “As palavras gentis ditas nessas ocasiões foram tão emocionantes que eu costumava brincar que ‘a única coisa que faltava nesses eventos era eu deitado em uma caixa'”, continuou. Mas o que pareceu piada antes, agora é encarada como tragédia. Isso porque, ao passar por uma cirurgia por obstrução do fígado no dia 29 de novembro, ele recebeu a confirmação de um câncer de pâncreas no estágio 3. “É impossível de ser operado e minha expectativa de vida estimada é de seis meses a um ano. Me deram a opção de quimioterapia e radioterapia, mas depois de avaliar quanto dos meus dias restantes seriam consumidos por consultas médicas, tratamentos, internações hospitalares e ainda lidar com a burocracia, muitas vezes estressante e frustrante do sistema médico, optei por deixar a natureza seguir seu curso e aproveitarei o tempo que me resta o mais plenamente possível, com minha linda esposa de mais de 40 anos, minha família, amigos e meus fãs”, afirmou ele. Ele contou que, desde que recebeu o diagnóstico e prognóstico, tem recebido muito amor, apoio e ajuda, tanto prática quanto emocional, das pessoas mais próximas. “Eles me deram paz”, contou o artista. Perez disse que já deixou seus negócios em ordem e agora quer se despedir dos fãs. “Ainda posso assinar meu nome, e espero coordenar uma última sessão de autógrafos em massa para ajudar a tornar minha passagem um pouco mais fácil”, confessou. Ele também espera poder fazer uma última aparição pública para que possa ser fotografado com o maior número possível de fãs, com a condição de abraçar cada um deles. “Eu só quero ser capaz de dizer adeus com sorrisos e também com lágrimas”, disse o quadrinista. “Eu sei que muitos de vocês terão perguntas ou comentários para fazer, e em vez da especulação e da falta de comunicação bem-intencionada, potencialmente prejudicial, voltarei à arena da mídia social, iniciando uma nova conta no Facebook, onde fãs e amigos podem se comunicar comigo ou com meu representante para atualizações e esclarecimentos”, acrescentou. “É muito edificante saber que você levou uma vida boa, que trouxe alegria para tantas vidas e que deixará este mundo um lugar melhor porque fez parte dele”, finalizou. A parceria de Perez com o roteirista Marv Wolfman na década de 1980 é uma das mais famosas dos quadrinhos americanos e especialmente por “Crise nas Infinitas Terras” continua a influenciar histórias atuais. A trama clássica inspirou um crossover do Arrowverso na televisão. E sua revolução na antiga “Turma Titã” foi o ponto de partida da série “Titãs”. Perez também marcou os quadrinhos da “Mulher-Maravilha” e do “Superman”, tanto como artista quanto como roteirista, criou a armadura agora tradicional do vilão Lex Luthor e também desenhou os “Vingadores”, na Marvel. Sua última criação foi “Sirens”, uma publicação independente da editora BOOM! Studios, lançada em 2014.

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    Artistas do Superman bissexual recebem proteção policial após ameaça homofóbicas

    2 de novembro de 2021 /

    Os artistas dos quadrinhos de “Superman: Son of Kal-El”, que apresentou um novo Superman bissexual, receberam proteção policial nos EUA após se tornarem alvo de ameaças por conta da publicação. Segundo o site TMZ, “leitores de quadrinhos irritados expressaram grande descontentamento com a sexualidade do personagem” e foi necessário acionar o Departamento de Polícia de Los Angeles, na Califórnia, para garantir a segurança dos envolvidos na publicação. Agentes passaram a fazer rondas nas proximidades das casas de alguns membros da equipe e na sede da editora DC Comics, em Burbank. Até o momento, as ameaças não geraram nenhum tipo de ação concreta, mas os policiais resolveram aumentar vigilância por precaução, mesmo com a situação “aparentemente mais calma”, um mês após o anúncio do conteúdo dos quadrinhos. Entretanto, a situação pode voltar a se tornar tensa quando os exemplares começarem a ser vendidos neste mês. Na história de Tom Taylor, desenhada por John Timms, Jonathan “Jon” Kent, o filho de Clark Kent e Lois Lane que assumiu o posto de herói, começa a se envolver romanticamente com um amigo. O relacionamento entre Jon e Jay Nakamura, um ativista hacker, é apenas uma das características que diferencia o herói atual do pai. A série de quadrinhos, lançada em julho nos EUA, acompanha a vida do jovem de 17 anos e, desde que foi publicada, mostrou Jon enfrentando ameaças do mundo contemporâneo, que muitos leitores de direita não entendem ser prioritárias. Ele combateu incêndios florestais causados pela mudança climática, frustrou um tiroteio em um colégio e protestou contra a deportação de refugiados em Metrópolis. Curiosamente, a própria equipe de “Superman: Son of Kal-El” teve que lidar internamente com a homofobia de um de seus integrantes. O colorista da publicação, Gabe Eltaeb, foi afastado pela DC Comics após fazer comentários preconceituosos em uma live com integrantes do movimento Comicsgate, que é contra a diversidade nos quadrinhos. No evento, Gabe afirmou: “Estou cansado deles arruinarem esses personagens. Eles não têm o direito de fazer isso”. Ele também reclamou da mudança do lema do Superman, que costumava ser “Verdade, Justiça e o Jeito Americano”, e com Jon Kent passa a ser “Verdade, Justiça e um Mundo Melhor”. “Meu avô quase morreu na 2ª Guerra Mundial, não temos o direito de destruir as m****s que as pessoas morreram para nos dar. É absurdo para c******”, acrescentou o colorista, que ainda afirmou que a DC estaria prejudicando o público por não dizer que a mentalidade conservadora é melhor que a de esquerda. Um dos argumentos dos membros do Comicsgate para defender um mundo mais branco, machista e homofóbico é que o destaque para minorias raciais, mulheres e personagens LGBTQIAP+ diminuiria as vendas dos quadrinhos. Só que a DC Comics anunciou que a edição de “Son of Kal-El” em que Jon Kent se revela bissexual bateu recorde de pré-venda, um mês antes de seu lançamento. Por conta disso, a editora decidiu reimprimir e relançar os quatro números anteriores da publicação, incluindo neles o selo DC Pride (“Orgulho DC”, em homenagem aos personagens LGBTQIAP+). Os nerds conservadores também apostaram que “Mulher-Maravilha”, “Capitã Marvel” e “Pantera Negra” fracassariam nas bilheterias de cinema, e ainda fizeram campanha para negativar as notas destes filmes em sites de cotação do público, como o IMDb e na votação popular do Rotten Tomatoes. O resultado mostrou que eles podem ser barulhentos, mas são uma minoria muito inexpressiva. A bissexualidade do novo Superman também rendeu polêmica no Brasil, onde um comentário de natureza homofóbica do jogador de vôlei Maurício Souza levou-o a ser dispensado do Minas Tênis Clube, após pressão dos patrocinadores. “É só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar”, ele escreveu em seu Instagram, acrescentando logo em seguida um julgamento moral, que qualificou a diversidade sexual como “errada”. “Hoje em dia o certo é errado e o errado é certo… Não se depender de mim. Se tem que escolher um lado eu fico do lado que eu acho certo! Fico com minhas crenças, valores e ideias!”.

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    Jenna Dewan volta ao Arrowverso em “Superman & Lois”

    30 de outubro de 2021 /

    A atriz Jenna Dewan vai voltar ao Arrowverso na 2ª temporada de “Superman & Lois”. Ela terá participações recorrentes nos próximos episódios da série, retomando seu papel como Lucy Lane, irmã de Lois Lane, após ter integrado a 1ª temporada de “Supergirl” em 2016. Introduzida como comissária de bordo e interesse romântico de Jimmy Olsen nos quadrinhos originais da DC Comics, ela apareceu como militar e foi promovida à diretora do D.E.O. em “Supergirl”, retornando a Metropolis entre a 1ª e a 2ª temporada quando J’onn J’onzz’ recebeu perdão presidencial e assumiu o comando do departamento. A volta de Dewan ao papel contrasta com outra decisão da produção, que trocou o intérprete de seu pai na época de “Supergirl”, Glenn Morshower, por Dylan Walsh em “Superman & Lois”. Curiosamente, no final da 1ª temporada de “Superman & Lois”, o General Lane (Walsh) sugeriu que iria se aposentar, o que pode abrir espaço para sua substituição por sua filha na trama. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a nova série encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem seus empregos no Planeta Diário, o casal decide viver com os filhos na antiga fazenda Kent de Smallville, onde tentam levar uma vida mais tranquila – quando não estão enfrentando planos alienígenas para a destruição do mundo. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles também já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass (“Little Fires Everywhere”) como Jonathan e Alex Garfin (“New Amsterdam”) como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Os novos episódios ainda não têm previsão de estreia.

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    Como Superman inspirou luta contra a homofobia no vôlei brasileiro

    27 de outubro de 2021 /

    A revelação de que o novo Superman se assume bissexual nos quadrinhos de “Superman: Son of Kal-El”, em edição que será lançada em novembro nos EUA pela DC Comics, tirou do armário a homofobia brasileira e inspirou uma luta contra o preconceito no esporte nacional, com união de atletas LGBTQIAP+ e patrocinadores contra a intolerância e em defesa de “um mundo melhor”, como diz o slogan do super-herói para o século 21. Como todo bom quadrinho, esta luta tem um vilão. Bolsonarista assumido, o jogador Mauricio Souza assumiu o papel ao ser dispensado nesta quinta (27/10) pelo Minas Tênis Club, seu time de vôlei, e não voltará mais a ser relacionado para jogos da seleção, após declarações polêmicas contra as primeiras imagens divulgadas da publicação da DC, que mostram o jovem Superman de 17 anos, filho de Clark Kent e Lois Lane, trocando beijos com outro adolescente. “A é só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar…”, ele escreveu no Instagram no Dia das Crianças, dando início a maior controvérsia do ano no esporte brasileiro, após manifestações de outros atletas do vôlei, como Sidão e Wallace. Este último escreveu “Misericórdia”, ecoando o repúdio de Mauricio. Muitos torcedores consideraram a postagem como indireta contra companheiros de seleção. E Douglas Souza (sem parentesco), assumidamente homossexual, rebateu logo em seguida. “Engraçado que eu não ‘virei heterossexual’ vendo os super-heróis homens beijando mulheres… Se uma imagem como essa te preocupa, sinto muito, mas eu tenho uma novidade para a sua heterossexualidade frágil. Vai ter beijo sim. Obrigado, DC [Comics], por pensar em representar todos nós e não só uma parte”, disse o jogador, que participou das Olimpíadas do Japão com Mauricio. Apesar das críticas, Mauricio resolveu reforçar sua opinião nas redes sociais. Com fundo preto, ele escreveu: “Hoje em dia o certo é errado e o errado é certo… Não se depender de mim. Se tem que escolher um lado eu fico do lado que eu acho certo! Fico com minhas crenças, valores e ideias!”. E ainda acrescentou, fazendo referência à suposta “heterossexualidade frágil” citada por Douglas: “Pra cima de mim não! Aqui é frágil igual esticador de canto de cerca!”. O novo post gerou mais repercussão, forçando o Minas Tênis Clube a se manifestar. O clube soltou um comunicado dizendo estar “ciente do posicionamento público do atleta Maurício Souza”. Mas defendeu seu direito à “liberdade de expressão”: “Todos os atletas federados à agremiação têm liberdade para se expressar livremente em suas redes sociais”. Para se sustentar em cima do muro, o texto ainda acrescentou: “O Clube é apartidário, apolítico e preocupa-se com a inclusão, diversidade e demais causas sociais. Não aceitamos manifestações homofóbicas, racistas ou qualquer manifestação que fira a lei. A agremiação salienta que as opiniões do jogador não representam as crenças da instituição sócio desportiva”. E concluiu, visando dar o assunto por encerrado: “O Minas Tênis Clube pondera que já conversou com o atleta e tem orientado internamente sobre o assunto”. Mas o discurso “apaziguador” só aumentou a polêmica, que chegou aos patrocinadores do time. A montadora Fiat e a metalúrgica Gerdau assinaram comunicados opostos ao tom do Minas, exigindo o enquadramento de Mauricio. Em sua nota, a Fiat disse que estava “cobrando as medidas cabíveis”, afirmando ter “posicionamento inegociável diante do respeito à diversidade e à inclusão” e que “repudia qualquer tipo de declaração que promova ódio, exclusão ou diminuição da pessoa humana”. A Gerdau também cobrou “tratativas necessárias ao caso” e a adoção de “medidas cabíveis, o mais rápido possível”, reforçando seu “compromisso com a diversidade e inclusão, um valor inegociável para a companhia”. Após a cobrança pública, o Minas mudou de tom. Em comunicado bem mais duro, anunciou que “não aceitará manifestações intolerantes de qualquer forma” e “intensificará campanhas internas em prol da diversidade, respeito e união, por serem causas importantes e alinhadas com os valores institucionais”. Além do comunicado, o clube multou e suspendeu o jogador, forçando-o ainda a fazer uma retratação pública. Na terça (26/10), Mauricio pediu desculpas sem dizer pelo quê, escrevendo uma mensagem sem a esperada retratação no Twitter, onde tem menos seguidores, ao mesmo tempo em que manteve as publicações com teor homofóbico no Instagram. “Pessoal, após conversar com meus familiares, colegas e diretoria do Clube, pensei muito sobre as últimas publicações que eu fiz no meu perfil. Estou vindo a público pedir desculpas a todos a quem desrespeitei ou ofendi, esta não foi minha intenção. Tenho refletido muito e reitero minhas desculpas pelo posicionamento”, o jogador escreveu, sem se aprofundar. Acompanhando o caso da Itália, onde defende atualmente o Vibo Valentia, Douglas desabafou: “O famoso não vai dar em nada, né. Toda vez a mesma coisa, cansado disso, de sempre ter falas criminosas e no máximo que rola é uma ‘multa’ e uma retratação nas redes sociais. Até quando? Feliz pelas empresas se juntando contra e triste por atletas tentar passar o pano nisso. Vergonhoso. Todos os dias, todas as horas um dos nossos morrem. E o que temos? Uma retratação”. Craque da seleção e capitã do time feminino do Minas, Carol Gattaz compartilhou a publicação de Douglas mostrando solidariedade. “Estou com você”, disse. A central também se posicionou em seu Instagram, destacando que “homofobia é crime” e exigindo respeito. “Já toleramos desrespeito, gracinhas e preconceitos disfarçados de opinião por muito tempo. Chega”, postou. As reações reforçaram que a resolução do caso não era o que se esperava. Após indícios de que os patrocinadores procuraram a diretoria do clube de Belo Horizonte para cobrar a necessidade de um post no Instagram e que fossem deletados os posts homofóbicos, Mauricio foi novamente às redes sociais nesta quarta (27/10), desta vez em vídeo gravado para o Instagram, onde voltou a “pedir desculpas a quem se sentiu ofendido”. Entretanto, ele se recusou a fazer uma retratação. Ao contrário, defendeu que “ter opinião e defender o que se acredita não é ser homofóbico com ninguém”. “Eu fico triste com tudo que está acontecendo, porque infelizmente a gente não pode mais dar opinião, colocar os valores acima de tudo. Valores de família, valores que a gente acredita. Mas os valores de vocês a gente tem que respeitar de qualquer custo, se não a gente é taxado de homofóbico, preconceituoso…”, reclamou o jogador. O anúncio do desligamento do Minas ocorreu logo depois que a nova postagem foi ao ar. “O Minas Tênis Clube informa que o atleta Maurício Souza não é mais jogador do Clube”, divulgou a entidade esportiva, de forma curta e seca, nas redes sociais. Procurado pela imprensa para repercutir o fato, Renan dal Zotto, técnico da seleção brasileira de vôlei, também fechou as portas para Maurício Souza. O treinador se posicionou de forma contundente contra as declarações homofóbicas do meio de rede do Minas Tênis Clube. Em entrevista ao jornal Extra, Renan justificou sua posição: “É inadmissível este tipo de conduta do Maurício e eu sou radicalmente contra qualquer tipo de preconceito, homofobia, racismo. Em se tratando de seleção brasileira, não tem espaço para profissionais homofóbicos. Acima de tudo, preciso ter um time e não posso ter este tipo de polêmica no grupo. Não me refiro apenas ao elenco dos atletas. É geral, para todos os profissionais”.

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    Colorista da DC é afastado após criticar bissexualidade do filho de Superman

    22 de outubro de 2021 /

    Gabe Eltaeb, responsável por colorir as primeiras edições das HQs “Superman: Son of Kal-El”, foi afastado da publicação pela DC Comics, após fazer comentários preconceituosos sobre a história em que Jon Kent, filho de Clark Kent/Superman, dá um beijo em outro rapaz e se revela bissexual. O colorista participou de uma transmissão ao vivo com integrantes do movimento Comicsgate, que é contra a diversidade nos quadrinhos. No evento, Gabe afirmou: “Estou cansado deles arruinarem esses personagens. Eles não têm o direito de fazer isso”. Ele também reclamou da mudança do lema do Superman, que costumava ser “Verdade, Justiça e o Jeito Americano”, e com Jon Kent passa a ser “Verdade, Justiça e um Mundo Melhor”. “Meu avô quase morreu na 2ª Guerra Mundial, não temos o direito de destruir as m****s que as pessoas morreram para nos dar. É absurdo para c******”, acrescentou o colorista, que ainda afirmou que a DC estaria prejudicando o público por não dizer que a mentalidade conservadora é melhor que a de esquerda. Um dos argumentos dos membros do Comicsgate para defender um mundo mais branco, machista e homofóbico é que o destaque para minorias raciais, mulheres e personagens LGBTQIAP+ diminuiria as vendas dos quadrinhos. Só que a DC Comics anunciou nesta semana que a edição de “Son of Kal-El” em que Jon Kent se revela bissexual bateu recorde de pré-venda, um mês antes de seu lançamento. Por conta disso, a editora vai reimprimir e relançar os quatro números anteriores da publicação, incluindo neles o selo DC Pride (“Orgulho DC”, em homenagem aos personagens LGBTQIAP+). Os nerds conservadores também apostaram que “Mulher-Maravilha”, “Capitã Marvel” e “Pantera Negra” fracassariam nas bilheterias de cinema, e ainda fizeram campanha para negativar as notas destes filmes em sites de cotação do público, como o IMDb e na votação popular do Rotten Tomatoes.

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